ESCOLA DE NEGÓCIOS UNIBR
|
|
|
- Aline Lisboa Carrilho
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ESCOLA DE NEGÓCIOS UNIBR São Vicente Brasil 2011
2 1 Cenários O desenvolvimento regional da UNIBR e o seu crescimento na área de negócios trazem um momento estratégico para a construção da Escola de Negócios. Alinhado a isso, o crescimento da Baixada Santista com o próprio desenvolvimento do pré-sal e o avanço do comércio exterior junto ao Porto de Santos favorecem ao desenvolvimento da Escola. A preocupação da instituição está ligada ao processo de melhoria contínua na formação de quadros técnicos e superiores para as demandas regionais e nacionais, quiça internacionais. A UNIBR tem um grande objetivo de criar e desenvolver acesso à educação profissional para uma grande parcela da sociedade, que muitas vezes está excluída do destino do país. Mas, considerando o crescimento econômico da região, estes públicos hoje têm acesso pleno ao desenvolvimento educacional com qualidade dentro da perspectiva de acesso educacional a todos. Considerando estes fatores, o cenário de crescimento da região e a necessidade plena de quadros profissionais e tecnológicos reforçam que a missão da UNIBR é fortalecer cada vez mais o processo de construção contínua de conhecimento, independente do nível de formação. A Escola de Negócios da UNIBR tem este foco, e principalmente trabalhar sobre um tripé de: Empreendedorismo, Relacionamento e Inovação, e em conjunto um trabalho constante dos professores para o desenvolvimento de lideranças. 2 Justificativa A Escola de Negócios gera uma relevância natural ao próprio crescimento da UNIBR, e tem como justificativa principal a evolução da missão da UNIBR em desenvolver e capacitar ao máximo alunos, professores, sociedade, governo e todos os interessados no desenvolvimento regional com vistas ao crescimento nacional e inserção internacional. Considerando o cenário proposto e o crescimento natural da região e da UNIBR, a Escola de Negócios se justifica para o desenvolvimento de ações de extensão, cursos, projetos de consultoria, pesquisas aplicadas, parcerias de negócios, relacionamento com o mercado e o desenvolvimento das carreiras de todos os alunos. 3 Objetivos Realização de atividades de extensão voltadas para negócios administração, logística, comércio exterior, petróleo e gás, negócios internacionais e gestão empreendedora; Desenvolvimento de atividades de consultoria para empresas da região, com foco em empreendedorismo e orientação estratégica, sob orientação de docentes da UNIBR e aplicação prática de alunos; 2
3 Realização de eventos com os temas de: empreendorismo, finanças, marketing, comércio e redes sociais para os empresários da região; Organização de visitas técnicas em empresas referências para alunos, professores e empresários da região; Constituição de Road Show da UNIBR para aplicação de eventos para RH s da região e de São Paulo para integração de alunos em carreiras integração de acesso acadêmico com inserção profissional; Realização do UNIBRXPERIENCE. Feira de negócios para inserção dos alunos do grupo UNIBR para integração e curriculum com as empresas da região; Envolvimento político das atividades da Escola com a entidades e associações que possam trazer benefícios para os alunos e escolas; Realização de workshops profissionais para pequenos empresários e alunos com foco no desenvolvimento de novos negócios e capacidades de geração de novos empreendimentos (envolvimento dos órgão políticos da região para desenvolvimento de novos negócios); Integração com Escola de Negócios com escolas internacionais (troca de experiências); Integração da disciplina de Jogos de Negócios (jogos de empresas) com a simulação com empresas da região; Criação dos módulos de empreendorismo para a região de São Vicente, Praia Grande e cidades adjacentes; Realização de pesquisas aplicadas com alunos UNIBR para empresas da região. 4 Ações Estratégicas Grupo estratégico de orientação e gestão da escola com os objetivos delimitados; Fomento de vendas de consultoria com empresas da região para venda de consultorias; Campanha de marketing para o lançamento da Escola de Negócios; Integração com a pós-graduação para o fomento das pesquisas aplicadas; Criação do núcleo de prospecção e captação de recursos e parcerias para o desenvolvimento de pesquisa da Escola; Abertura das parcerias internacionais da Escola de Negócios com escolas de negócios de universidades parceiras; Fomento África relações com escolas em África de língua portuguesa para envio de docentes. 5 Gestão e Docentes Um professor indicado pela direção será responsável pela agenda de compromissos e eventos, bem como a organização e administração das atividades, dos espaços e recursos envolvidos. 3
4 Por meio de estratégias e ações esse gestor estabelecerá uma relação constante com as organizações privadas, públicas e do terceiro setor, proporcionando aos alunos uma forma de entrada nestas instituições e à realidade no mundo dos negócios. Gestor - atribuições: Planejamento integrado de metas e ações, com a apresentação dos cronogramas de atividades no início de cada semestre para aprovação e liberação dos recursos necessários. No final de cada ano, em calendário próprio da UNIBR, apresentará peça orçamentária de uso no novo exercício, para também análise e aprovação da Diretoria Acadêmica e Diretoria Geral, Prestação de contas e resultados do exercício findado, conforme calendário citado. Docentes - O professor gestor poderá a critério ou necessidades envolver outros professores sob aprovação prévia das Diretorias Acadêmica e Geral. Esses professores poderão estar vinculados a projetos de forma voluntária ou serão remunerados por hora-aula. Essas indicações serão formalizadas por meio de formulário próprio conforme cada caso. 6 Discentes A Escola de Negócios está a disposição de todos os alunos da instituição, independente de cursos, ou semestre de estudo. Porém, para cada projeto, ação ou evento, haverá procedimentos e critérios de seleção (item 7) onde os discentes/projetos deverão cumprir os requisitos necessários do edital fixado nos murais da instituição ou outros meios de comunicação que se fizerem necessários. PDE Pontuação ou hora-atividade Fazendo parte do Programa de Desenvolvimento da Empregabilidade (PDE), os alunos recebarão pontuação pela participação ativa e/ou passiva de eventos bem como créditos de horas-estágio quando de serviços prestados com ou sem remuneração. As pontuações seguirão as regras já definidas pelo manual de Estágio e Carreiras, Atividades Complementares e definidas nos PPC s. 7 Apresentação de Projetos Todos os projetos deverão ser submetidos para apreciação através de formulário próprio (anexo I) que estarão disponíveis através de arquivo no portal da faculdade. Após preenchidos e entregues ao gestor da Escola de Negócios serão encaminhados ao comitê de aprovação. O critério de aprovação dos projetos será por votação de comitê composto pelos coordenadores dos cursos, coordernador do PDE e Direção, que se reunirão sempre que houver projeto para aprovação. 4
5 Será considerado aprovado o projeto que receber 50% + 1 dos votos dos membros do conselho presente no dia da análise. Em caso de empate, a decisão final ficará a cargo da Direção. Após aprovação e registro em ata, o gestor iniciará o procedimento de elaboração do edital. Fica garantida a participação do autor do projeto, caso seja de seu interesse, no grupo de trabalho. Editais para projetos O gestor elaborará edital contendo todas as informações pertinentes para composição do grupo de trabalho e recursos gerais necessários. O gestor da Escola de Negócios poderá formar grupos de trabalhos específicos que serão co-responsáveis na elaboração dos editais e detalhamento dos projetos. Cada requisito do edital terá uma pontuação, e será considerado apto o grupo de trabalho que somar a maior pontuação. Em caso de empate, a decisão final ficará a cargo da Diretoria Acadêmica. 8 Atividades internas, externas e eventos Atividades onde procuramos interagir com públicos diversos ou públicos específicos, tanto do corpo discente da faculdade como pessoas e empresas da região, com o objetivo de divulgar, capacitar, educar, promover ou integrar. Serão acontecimentos previamente planejados, organizados e coordenados pelos projetos, conforme editais, de forma a contemplar o maior número de pessoas em um mesmo espaço físico e temporal, com informações, medidas e projetos sobre uma idéia, ação ou produto, apresentando os diagnósticos de resultados e os meios mais eficazes para se atingir determinado objetivo. Temas: - Orientação profissional; - Palestras sobre as temáticas carreira e empregabilidade; - Espaço para conversação em inglês e espanhol; - Programa de autodesenvolvimento de vida e carreira; - Programas de fóruns de novos líderes para alunos da Escola de Negócios; - Aconselhamento de carreira; - Orientação ao aluno em busca de profissionalização; - Auxílio na elaboração de currículos de forma adequada; - Entrevista e dinâmica de grupo simuladas; - Auxílio na formação de rede de relacionamentos profissional (network); 9 Infraestrutura Toda infraestrutura, material de expediente e equipamentos de informática são fornecidos pela faculdade e poderão ser compartilhados com outros projetos. 5
6 ANEXO I FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROPOSTAS/PROJETOS Tipo do Projeto 1. NATUREZA DA PROPOSTA (Extensão, Monitoria e Iniciação Científica e Tecnológica Especificar a Natureza da Proposta Professor Responsável Nome do Professor proponente/responsável pela proposta. Origem Titulo Extensão Monitoria 2. ORIGEM Descrever o Curso, Unidade, Setor, Laboratório, etc onde a atividade será desenvolvida. 3. TÍTULO Título completo do programa, projeto ou atividade. 4. NATUREZA DA AÇÃO Selecionar o tipo de atividade. Iniciação Científica e Tecnológica Escola de Negócios Equipe Técnica Instituições Envolvidas Local de Realização Período de realização (dd/mm/aaaa) Carga horária total Número de vagas Público-alvo Atividade Complementar Justificativa Objetivos Metodologia 5. DADOS CADASTRAIS Nome completo do coordenador da atividade bem como todos os participantes Nome das instituições que participarão e/ou apoiarão a ação proposta. Descrever o local de desenvolvimento da atividade. Quando não for realizada na Faculdade de São Vicente - UNIBR, descrever endereço completo. Declarar o periodo da atividade. Para atividade com início e término no mesmo dia, declarar o horário inicial e final. Soma das horas destinadas a atividade. Estimar o número de vagas para a atividade Caracterização do público a quem a ação se destina. Declarar se a atividade será ou não considerada como Atividade Complementar para os alunos envolvidos. 6. DETALHAMENTO DA PROPOSTA Enfocar os antecedentes históricos e a contribuição da proposta. Explicitar de modo preciso e claro os objetivos gerais e específicos. Apresentar de forma resumida os procedimentos e técnica(s) que será(ão) empregado(s) na execução. 6
7 Programa Processo de avaliação Referências bibliográficas Apêndices Anexos Etapas Recursos humanos Material de consumo Material de divulgação Equipamentos e materiais permanentes e não disponíveis Estrutura física necessária Extensão: Descrever o cronograma. Monitoria: Descrever o conteúdo programático. Iniciação Científica e Tecnológica: Descrever cronograma Indicar os mecanismos de avaliação da proposta tais como questionários, comissões internas, etc. Referências utilizadas na elaboração da proposta. Material elaborado pelo autor da proposta para complementar sua argumentação. Material não elaborado pelo autor da proposta que serve de fundamentação, complementação e ilustração. 7. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO Apresentar o cronograma das atividades a serem desenvolvidas de acordo com o período previsto para execução da atividade. 8. RECURSOS Citar os participantes do projeto com respectivas funções no projeto. Devem também ser detalhas os custos relacionados à equipe. Descrever o material de consumo e procedência. Descrever o material de divulgação a ser utilizado. Listar os materiais disponíveis na instituição e não disponíveis. Descrever os espaços físicos onde será realizada a atividade. Transporte, Hospedagem Citar o tipo e custo de transporte, a hospedagem e alimentação quando e necessário. Alimentação Total das despesas Realizar a soma de todos os elementos de despesa. previstas 9. PARECER DA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DE PROJETOS Parecer da Comissão Interna de Avaliação/PDE APROVADO ( ) REJEITADO ( ) Data: Responsável: 7
Faculdade de São Vicente - FSV União Brasileira Educacional - UNIBR MANUAL PARA O DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES DE EXTENSÃO
MANUAL PARA O DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES DE EXTENSÃO SÃO VICENTE 2012 1 SUMÁRIO 1. Apresentação 2. Ações de extensão 3. Diretrizes para elaboração de Extensão na UNIBR 3.1 Projeto 3.2 Curso 3.3 Prestação
EDITAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DA FACULDADE MULTIVIX-SÃO MATEUS 001/2017
EDITAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DA FACULDADE MULTIVIX-SÃO MATEUS 001/2017 Chamada para submissão de Projetos de Iniciação Científica e Tecnológica A Direção Geral da FACULDADE NORTE CAPIXABA
EDITAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DA FACULDADE MULTIVIX- CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM 003/2016
EDITAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DA FACULDADE MULTIVIX- CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM 003/2016 Chamada para submissão de Projetos de Iniciação Científica e Tecnológica A Direção Geral da FACULDADE
Avenida Nicanor Marques, 245. Exposição. Castelo/ES. Cep:
EDITAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DA FACULDADE MULTIVIX-CASTELO 002/2015 Chamada para submissão de Projetos de Iniciação Científica e Tecnológica A Direção Geral da FACULDADE DE CASTELO MULTIVIX-Castelo,
PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA VOLUNTÁRIO PIC ARQUITETURA E URBANISMO/UniCEUB EDITAL DE 2017
PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA VOLUNTÁRIO PIC ARQUITETURA E URBANISMO/UniCEUB EDITAL DE 2017 O reitor do Centro Universitário de Brasília UniCEUB, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, torna
RESOLUÇÃO Nº 02/2014. A CÂMARA DE ENSINO DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO, no uso de suas atribuições legais e estatutárias e
RESOLUÇÃO Nº 02/2014 Estabelece normas e prazos para elaboração, reformulação e avaliação dos Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação da Univasf. A DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO
Programa Aprender na Comunidade PROGRAMA DA REITORIA DE GRADUAÇÃO
Número PRG: (Uso exclusivo da PRG) As instruções de preenchimento de cada campo podem ser vistas na barra de status do Microsoft Word na barra inferior ou clicando F1 com o cursor no campo desejado. Dúvidas
REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICAS GERÊNCIAS.
REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICAS GERÊNCIAS. IFNMG - Câmpus Pirapora 1 1- O QUE É O NPG O Núcleo de Práticas Gerenciais - NPG é um laboratório de práticas administrativas, com layout devidamente planejado
SUBMISSÃO DE CURSOS DE EXTENSÃO
SUBMISSÃO DE CURSOS DE EXTENSÃO EDITAL Nº 753, DE 06 DE OUTUBRO DE 2017 O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), por meio de sua Pró-reitoria de Extensão (PRX), tendo
EDITAL DE EXTENSÃO Nº 003/2018 DA FACULDADE BRASILEIRA MULTIVIX-VITÓRIA
EDITAL DE EXTENSÃO Nº 003/2018 DA FACULDADE BRASILEIRA MULTIVIX-VITÓRIA Chamada para inscrição institucional de Projetos de Extensão A Direção Geral da FACULDADE BRASILEIRA MULTIVIX-Vitória, no uso de
EDITAL DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO MBA EXECUTIVO EM NEGÓCIOS DA MODA 2º Semestre de 2016
EDITAL DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO MBA EXECUTIVO EM NEGÓCIOS DA MODA 2º Semestre de 2016 As FACULDADES INTEGRADAS RIO BRANCO, na forma regimental torna público o presente Edital, estabelecendo as normas
EDITAL Nº 06, DE 30 DE MAIO DE 2017 SELEÇÃO DE ESTUDANTES PARA ATUAR NO NÚCLEO DE PRÁTICAS EM GESTÃO
EDITAL Nº 06, DE 30 DE MAIO DE 2017 SELEÇÃO DE ESTUDANTES PARA ATUAR NO A Coordenação do Curso de Administração da Faculdade Dinâmica do Vale do Piranga (FADIP), por meio do Núcleo de Práticas em Gestão,
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CONVITE PROPPG 03/209 - ELABORAÇÃO DA PROPOSTA INSTITUCIONAL
Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação FACULDADE DE MEDICINA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO DIRETORIA GERAL.
Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação FACULDADE DE MEDICINA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO DIRETORIA GERAL Comunicado (Edital G.D.G. 044/2016) Edital para Seleção de Alunos Bolsistas e não
PROGRAMA DE PESQUISA E INICIAÇÃO CIENTÍFICA REGULAMENTO
Faculdade de Direito de Ipatinga FADIPA Programa de Pesquisa e Iniciação Científica - PROPFADIPA Assessoria de Pesquisa - APESQ PROGRAMA DE PESQUISA E INICIAÇÃO CIENTÍFICA REGULAMENTO 1 INFORMAÇÃO GERAL
PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº002/2017 SELEÇÃO DE CONSULTORES JUNIORES PARA A INOVE CONSULTORIA JÚNIOR A FACULDADE PROJEÇÃO,
PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº002/2017 SELEÇÃO DE CONSULTORES JUNIORES PARA A INOVE CONSULTORIA JÚNIOR A FACULDADE PROJEÇÃO, por intermédio da Escola de Negócios, torna pública a abertura de inscrições
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES. SEÇÃO I Dos Objetivos
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Fixa normas para o funcionamento das atividades Complementares no âmbito da Faculdade de Tecnologia Assessoritec- Joinville- SC. SEÇÃO I Dos Objetivos Art. 1º
REGULAMENTO DO PROJETO DE CONSULTORIA EM RECURSOS HUMANOS FACULDADES PROJEÇÃO
0 REGULAMENTO DO PROJETO DE CONSULTORIA EM RECURSOS HUMANOS CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS ESCOLA DE NEGÓCIOS FACULDADES PROJEÇÃO MATRIZ CURRICULAR 2015/1 Brasília DF, 2015 1 CAPÍTULO
INSTITUTO SUPERIOR DE TEOLOGIA APLICADA - INTA PRO-DIRETORIA DE PESQUISA E POS-GRADUAÇAO STRICTO SENSU - PROPESP
INSTITUTO SUPERIOR DE TEOLOGIA APLICADA - INTA PRO-DIRETORIA DE PESQUISA E POS-GRADUAÇAO STRICTO SENSU - PROPESP REGULAMENTO DE PESQUISA SOBRAL-CEARÁ 2015 I- POLÍTICA DE PESQUISA Art.1º O Instituto Superior
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO Edital 01/2018
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO Edital 01/2018 Seleção de Projetos Temáticos para o Programa Institucional de Internacionalização Capes-PrInt (Edital no. 41/2017)
EDITAL DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO MBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS COM ÊNFASE NOS PAÍSES ÁRABES 1º Semestre de 2018
EDITAL DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO MBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS COM ÊNFASE NOS PAÍSES ÁRABES 1º Semestre de 2018 As FACULDADES INTEGRADAS RIO BRANCO, na forma regimental torna público o presente
MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE LICENCIATURA EM INFORMÁTICA UTFPR FRANCISCO BELTRÃO
MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE LICENCIATURA EM INFORMÁTICA UTFPR FRANCISCO BELTRÃO 2014 APRESENTAÇÃO As Atividades Complementares têm como finalidade oferecer aos acadêmicos a oportunidade
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA DE ENSINO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA DE ENSINO
Proposta de Plano de Trabalho para a CPA/Inatel
I Introdução Proposta de Plano de Trabalho para a CPA/Inatel A Comissão Própria de Avaliação do Inatel (CPA/Inatel) tem por finalidade o planejamento, o desenvolvimento, a coordenação e a supervisão da
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO CURSO DE MEDICINA DA FCM - UFMT
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO CURSO DE MEDICINA DA FCM - UFMT Fixa normas para o funcionamento das Atividades Complementares no âmbito da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Federal
APRESENTAÇÃO HUB SEBRAE-SP
APRESENTAÇÃO HUB SEBRAE-SP HUB SEBRAE-SP O QUE É HUB? O princípio do HUB vem da informática, sendo um dispositivo com diferentes portas para conexão de pequenos equipamentos de vários tipos. Nessse contexto,
ORIENTAÇÕES PARA CADASTRAMENTO DE PROJETOS DE EXTENSÃO. (Documento de fluxo contínuo)
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO Campus MORRINHOS ORIENTAÇÕES PARA CADASTRAMENTO
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E ESTUDO DE PORTO FERREIRA
ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS REUNIDAS ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E ESTUDO DE PORTO FERREIRA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE TECNÓLOGO EM SISTEMAS PARA INTERNET REGULAMENTO 2 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
