Regime Contraordenacional
|
|
|
- Sônia Gabeira di Castro
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 Ficha Técnica Título Autor de Segurança Social Regime Contraordenacional Conceção gráfica Edição Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação Largo do Rato, n.º Lisboa Telef Fax Data Janeiro 2017 Os direitos de autor deste trabalho pertencem à DGSS
3 Índice Pág. 1 O que é contraordenação 4 2 Quem são os sujeitos responsáveis pelas contraordenações 4 3 Como se determina a aplicação da coima 4 4 O que acontece no caso de existir simultaneidade, reincidência de infrações ou recebimento de prestações sociais por parte do infrator 5 5 Situações atenuantes da coima 6 6 Situações de agravamento da coima ou da sanção acessória 7 7 Quando prescreve a contraordenação e as coimas 7 8 Quem são as entidades competentes para a aplicação de coimas 7
4 1. O que é contraordenação Todo o facto ilícito e censurável que determine a aplicação de uma coima. 2. Quem são os sujeitos responsáveis pelas contraordenações Podem ser: Pessoas singulares Pessoas coletivas Associações sem personalidade jurídica. As pessoas coletivas ou entidades equiparadas são responsáveis pelas contraordenações praticadas: Em seu nome ou por sua conta Pelos titulares dos seus órgãos sociais Mandatários Representantes Trabalhadores. Os administradores, gerentes ou diretores das pessoas coletivas ou equiparadas são solidariamente responsáveis com estas pelo pagamento das coimas Como se determina a aplicação da coima As contraordenações são classificadas em: Leves Graves Muito Graves. A aplicação da coima tem em consideração a gravidade da contraordenação e: O tempo de incumprimento da obrigação O número de trabalhadores prejudicados com a atuação do agente A culpa do agente Os antecedentes do agente na prática de infrações ao Código Contributivo A situação económica do agente Os benefícios obtidos com a prática do facto.
5 No caso de contraordenação leve a aplicação de coima pode ser dispensada, desde que: A infração não prejudique o sistema de segurança social ou o trabalhador Esteja regularizada a falta cometida A falta tenha sido praticada por negligência Contraordenações e coimas Classificação da contraordenação Tipo de infração Pessoa singular Montantes das coimas Pessoa coletiva Menos de 50 trabalhadores 50 ou mais trabalhadores Leve Grave Muito grave Negligência 50 a a a 500 Dolo 100 a a a Negligência 300 a a a Dolo 600 a a a Negligência 1250 a a a Dolo 2500 a a a Quem tiver praticado várias contraordenações é punido com uma coima cujo limite máximo da soma das coimas que foram aplicadas às respetivas infrações. 5 Nestes casos a coima a aplicar não pode ser: Superior ao dobro do limite máximo mais elevado das várias contraordenações que estiverem Inferior à mais elevada das coimas aplicadas às várias contraordenações. 4. O que acontece no caso de existir simultaneidade, reincidência de infrações ou recebimento de prestações sociais por parte do infrator Simultaneidade de infrações Se o mesmo facto constituir simultaneamente crime e contraordenação, o agente é punido a título de crime, sem prejuízo da aplicação de sanções acessórias previstas para a contraordenação pelo tribunal competente para o julgamento do crime. Neste caso, o processo-crime suspende o processo de contraordenação e só é dada continuação a este se não for deduzida acusação no processo-crime. Se for deduzida acusação no processo-crime, o processo de contraordenação é extinto.
6 Reincidência de infrações É reincidente quem pratica uma contraordenação grave com dolo ou uma contraordenação muito grave, no prazo de 2 anos após ter sido condenado por outra contraordenação grave praticada com dolo ou contraordenação muito grave. Nesta situação: Os limites mínimos e máximos da coima são acrescidos em um terço do respetivo valor Podem ser aplicados ao agente sanções acessórias de privação do acesso a medidas de estímulo à criação de postos de trabalho e à reinserção profissional de pessoas afastadas do mercado de trabalho As sanções acessórias têm a duração de 24 meses. Recebimento de prestações sociais pelo infrator No caso em que o infrator se encontre a receber prestações sociais pode haver lugar à compensação do montante em dívida nos montantes devidos, desde que o infrator: Tenha sido devidamente notificado para o efeito e não tenha efetuado o pagamento no prazo fixado ou Não tenha interposto recurso da decisão de aplicação de coima com prestação da respetiva caução. 5. Situações atenuantes da Coima 6 Se as obrigações abaixo indicadas forem cumpridas dentro dos primeiros 30 dias seguintes ao último dia do prazo estabelecido para o efeito, os limites máximos das coimas aplicáveis não podem exceder em mais de 75% o limite mínimo previsto para o tipo de contraordenação praticada. Obrigações das entidades empregadora Comunicação da admissão de trabalhadores Cessação, suspensão e alteração da modalidade do contrato de trabalho dos trabalhadores da empresa Comunicação das alterações relativas à respetiva identificação e dos seus estabelecimentos Início, suspensão ou cessação da sua atividade Declaração de remunerações. Exceção: No caso de se tratar de trabalhadores do serviço doméstico e das respetivas entidades empregadoras os limites mínimos e máximos são reduzidos a metade. Obrigações dos trabalhadores independentes Comunicação dos elementos solicitados pela instituição de segurança social.
7 6. Situações de agravamento da coima ou da sanção Se a falta de comunicação da admissão de trabalhadores disser respeito a trabalhadores que se encontrem a receber prestações de desemprego ou de doença: A contraordenação é considerada muito grave É aplicada uma sanção acessória de privação de acesso a medidas de estímulo à criação de postos de trabalho e à reinserção profissional de pessoas afastadas do mercado de trabalho em simultâneo com a aplicação da coima 1. Se a entidade empregadora fundamentar o desconhecimento da situação através da apresentação de declaração emitida pela instituição de segurança social, o montante da coima é reduzido para metade. 7. Quando prescreve a contraordenação e as coimas O procedimento por contraordenação prescreve desde que decorram 5 anos sobre a prática da contraordenação. As coimas prescrevem no prazo de 5 anos contados a partir do caráter definitivo ou do trânsito em julgado da decisão condenatória. 8. Quem são as entidades competentes para a aplicação de coimas 7 São competentes para o processo e o procedimento das contraordenações: Instituto da Segurança Social, I.P. Instituto de Gestão de Regimes dos Açores Instituto da Madeira, IP-RAM. Situação particular Para além das entidades acima indicadas, compete, ainda, à Autoridade para as Condições do Trabalho em alternativa ao Instituto da Segurança Social, I.P., o processo e o procedimento das contraordenações no caso de se verificarem as seguintes situações: Prestação de atividade, por forma aparentemente autónoma, em condições características de contrato de trabalho, que possa causar danos ao trabalhador ou ao Estado A falta de comunicação de admissão do trabalhador na segurança social. 1 Esta sanção acessória é também aplicada se a entidade empregadora não incluir na Declaração de Remunerações os trabalhadores que se encontram a receber subsídio de desemprego ou de doença.
8 Legislação Lei n.º 42/2016, de 28 de dezembro - Orçamento do Estado para 2017 Pág a 4956 Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro Orçamento do Estado para Pág (81) a 7424(84) Decreto Regulamentar n.º 50/2012, de 25 de setembro - Procede à segunda alteração ao Decreto Regulamentar n.º 1-A/2011, de 3 de janeiro, que regulamenta o de Segurança Social Lei n.º 20/2012, de 14 de maio Primeira alteração à Lei n.º 64-B/2011, de 30 de dezembro (Orçamento do Estado para 2012), no âmbito da iniciativa para o reforço da estabilidade financeira Pág a 2488 Lei n.º 64-B/2011, de 30 de dezembro Orçamento do Estado para Pág (72) a 5538 (76) Portaria n.º 66/2011, de 4 de fevereiro Define os procedimentos, os elementos e os meios de prova necessários à inscrição, ao enquadramento e ao cumprimento da obrigação contributiva previstos no Decreto Regulamentar n.º 1-A/2011, de 3 de janeiro Decreto Regulamentar n.º 1-A/2011, de 3 de janeiro - Regulamenta a Lei n.º 110/200 Lei n.º 55-A/2010, de 31 de dezembro - Orçamento do Estado para Aprova ainda o sistema de incentivos fiscais em investigação e desenvolvimento empresarial II (SIFIDE II) e o regime que cria a contribuição sobre o setor bancário Lei n.º 110/2009, de 16 de setembro, com a redação dada pela Lei n.º 119/2009, de 30 de dezembro - Aprova o código dos regimes contributivos do sistema previdencial 8
9
Regime Contraordenacional
Ficha Técnica Título Autor de Segurança Social Regime Contraordenacional Conceção gráfica Edição Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação http://www.seg-social.pt/dgss-direccao-geral-da-seguranca-social
Regime Contraordenacional
Ficha Técnica Autor: (DGSS) - Divisão dos Instrumentos Informativos - Direção de Serviços da Definição de Regimes Editor: DGSS Conceção Gráfica: DGSS / Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação
Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social. Pagamento Voluntário de Contribuições
Pagamento Voluntário de Contribuições Ficha Técnica Título Autor Conceção gráfica de Segurança Social Pagamento Voluntário de Contribuições Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação Edição http://www.seg-social.pt/dgss-direccao-geral-da-seguranca-social
SEMINÁRIO SOBRE PROPOSTAS DE MEDIDAS DE APERFEIÇOAMENTO DA PROTECÇÃO SOCIAL OBRIGATÓRIA
SEMINÁRIO SOBRE PROPOSTAS DE MEDIDAS DE APERFEIÇOAMENTO DA PROTECÇÃO SOCIAL OBRIGATÓRIA Projecto de Decreto Presidencial que Estabelece o Regime Jurídico de Vinculação e de Contribuição da Protecção Social
Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social. Seguro Social Voluntário
Seguro Social Voluntário Ficha Técnica Título Autor de Segurança Social Seguro Social Voluntário Conceção gráfica Edição Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação http://www.seg-social.pt/dgss-direccao-geral-da-seguranca-social
GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO E ALTERAÇÃO DE DADOS PESSOA COLETIVA
Claudia.C.Pereira GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO E ALTERAÇÃO DE DADOS PESSOA COLETIVA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P Pág. 1/12 FICHA TÉCNICA TÍTULO (2001 v5.10) PROPRIEDADE
Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social. Seguro Social Voluntário
de Segurança Social Seguro Social Voluntário Ficha Técnica Autor: (DGSS) - Divisão dos Instrumentos Informativos - Direção de Serviços da Definição de Regimes Editor: DGSS Conceção Gráfica: DGSS / Direção
Lei nº 7/2009, de 12 de Fevereiro [1] Código da Estrada ª Edição. Atualização nº 1
Lei nº 7/2009, de 12 de Fevereiro [1] Código da Estrada 2015 8ª Edição Atualização nº 1 1 [1] Código do Trabalho CÓDIGO DA ESTRADA Atualização nº 1 ORGANIZAÇÃO BDJUR BASE DE DADOS JURÍDICA EDITOR EDIÇÕES
DECRETO N.º 458/XII. Décima quarta alteração ao Código da Estrada, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 114/94, de 3 de maio
DECRETO N.º 458/XII Décima quarta alteração ao Código da Estrada, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 114/94, de 3 de maio A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição,
Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social. Trabalhadores Independentes
de Segurança Social Trabalhadores Independentes Ficha Técnica Autor: (DGSS) - Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação - Direção de Serviços da Definição de Regimes Editor: DGSS Conceção Gráfica:
Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social. Trabalhadores por Conta de Outrem
Trabalhadores por Conta de Outrem Ficha Técnica Título Autor Conceção gráfica de Segurança Social Trabalhadores por Conta de Outrem Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação Edição http://www.seg-social.pt/dgss-direccao-geral-da-seguranca-social
GUIA PRÁTICO REDUÇÃO DE TAXA CONTRIBUTIVA PRÉ REFORMA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P
GUIA PRÁTICO REDUÇÃO DE TAXA CONTRIBUTIVA PRÉ REFORMA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Redução de Taxa Contributiva Pré Reforma (2005 v5.4) PROPRIEDADE Instituto da
INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P
GUIA PRÁTICO DISPENSA PARCIAL DO PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES PARA A SEGURANÇA SOCIAL RELATIVAMENTE AOS PRODUTORES DE LEITE CRU DE VACA E AOS PRODUTORES DE CARNE DE SUÍNO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P
PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 336/XII. Exposição de Motivos
Proposta de Lei n.º 336/XII Exposição de Motivos A presente proposta de lei destina-se a alterar o Código da Estrada, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 114/94, de 3 de maio, implementando o regime da carta
GUIA PRÁTICO ATENDIMENTO PARA CONTRA-ORDENAÇÕES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P
GUIA PRÁTICO ATENDIMENTO PARA CONTRA-ORDENAÇÕES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Atendimento para Contra-Ordenações (CO1 v1.01) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social, I.P. AUTOR
GUIA PRÁTICO PEDIDO DE DECLARAÇÃO DE NÃO APLICAÇÃO DE SANÇÕES
GUIA PRÁTICO PEDIDO DE DECLARAÇÃO DE NÃO APLICAÇÃO DE SANÇÕES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/6 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Pedido de Declaração de não Aplicação
Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social. Redação em vigor
Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social Redação em vigor Ficha Técnica Autor: Direção-Geral da Segurança Social (DGSS) - Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação
PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 47/2015 de 27 de Março de 2015
PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 47/2015 de 27 de Março de 2015 A Resolução do Conselho do Governo n.º 18/2013, de 19 de fevereiro, alterada e republicada pela Resolução do Conselho
PROTEÇÃO SOCIAL SUBSÍDIO DE DOENÇA
PROTEÇÃO SOCIAL SUBSÍDIO DE DOENÇA Ficha Técnica Título Proteção Social Subsídio de Doença Autor Direção-Geral da Segurança Social (DGSS): - Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação (DSIA) Conceção
Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social ORDEM DOS TÉCNICOS OFICIAIS DE CONTAS
CÓDIGO DOS REGIMES CONTRIBUTIVOS DE SEGURANÇA SOCIAL Módulo I V Regime Contra-ordenacional 17-01-2011 Fernando Silva 1 Definição de contra ordenação Constitui contra-ordenaçãotodo o facto ilícito e censurável,
GUIA PRÁTICO MEDIDA EXCECIONAL DE APOIO AO EMPREGO - REDUÇÃO DE 0,75 PONTOS PERCENTUAIS DA TAXA CONTRIBUTIVA A CARGO DA ENTIDADE EMPREGADORA
GUIA PRÁTICO MEDIDA EXCECIONAL DE APOIO AO EMPREGO - REDUÇÃO DE 0,75 PONTOS PERCENTUAIS DA TAXA CONTRIBUTIVA A CARGO DA ENTIDADE EMPREGADORA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia
GUIA PRÁTICO PORTEIROS DE PRÉDIOS URBANOS E SIMILARES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P
GUIA PRÁTICO PORTEIROS DE PRÉDIOS URBANOS E SIMILARES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Porteiros de Prédios Urbanos e Similares (2025 V4.13) PROPRIEDADE Instituto da
GUIA PRÁTICO REGIME DE PROTEÇÃO SOCIAL DE TRABALHADORES EM FUNÇÕES PÚBLICAS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P
GUIA PRÁTICO REGIME DE PROTEÇÃO SOCIAL DE TRABALHADORES EM FUNÇÕES PÚBLICAS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Regime de Proteção Social de Trabalhadores em Funções Públicas
Contraordenações Rodoviárias Advogados
Francisco Marques Vieira Santa Maria da Feira 18 de setembro de 2015 Contraordenações Rodoviárias Advogados Defesa do Arguido Impugnação Judicial Recurso 2 Dinâmica do Processo Fiscalização Auto de notícia
GUIA PRÁTICO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P
GUIA PRÁTICO MEDIDA EXCECIONAL DE APOIO AO EMPREGO: REDUÇÃO DE 0,75 PONTOS PERCENTUAIS DA TAXA CONTRIBUTIVA PARA A SEGURANÇA SOCIAL A CARGO DA ENTIDADE EMPREGADORA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA
GUIA PRÁTICO DISPENSA DE PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES 1º EMPREGO E DESEMPREGADO LONGA DURAÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P
GUIA PRÁTICO DISPENSA DE PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES 1º EMPREGO E DESEMPREGADO LONGA DURAÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Dispensa de Pagamento de Contribuições 1º
*RN PT* FLEXOPACK - INDÚSTRIA EMBALAGENS, LDA. LUGAR ALÉM DO RIO Nº 35 ANTA ESPINHO
Delegação Regional do Norte Rua Eng. Ezequiel Campos, 488 4149-004 PORTO - Porto *RN057158099PT* FLEXOPACK - INDÚSTRIA EMBALAGENS, LDA. LUGAR ALÉM DO RIO Nº 35 ANTA 4500-579 ESPINHO Refª n.º 05-05-2016
GUIA PRÁTICO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P
GUIA PRÁTICO MEDIDA EXCECIONAL DE APOIO AO EMPREGO: REDUÇÃO DE 0,75 PONTOS PERCENTUAIS DA TAXA CONTRIBUTIVA PARA A SEGURANÇA SOCIAL A CARGO DA ENTIDADE EMPREGADORA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA
TRABALHADORES POR CONTA DE OUTREM
TRABALHADORES POR CONTA DE OUTREM 1. Quem é abrangido pelo regime geral de segurança social dos trabalhadores por conta de outrem O regime geral é aplicável aos trabalhadores que exercem actividade por
17/01/2018 BBB FIM DO REGIME DO PAGAMENTO DE METADE DOS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS E DE NATAL EM DUODÉCIMOS
1 BBB FIM DO REGIME DO PAGAMENTO DE METADE DOS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS E DE NATAL EM DUODÉCIMOS 2018 2 1 LEI N.º 11/2013 DE 28 DE JANEIRO Estabeleceu um regime temporário de pagamento dos subsídios de Natal
Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social. Entidades Empregadoras
Entidades Empregadoras Ficha Técnica Título Autor Conceção gráfica de Segurança Social Entidades Empregadoras Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação Edição http://www.seg-social.pt/dgss-direccao-geral-da-seguranca-social
MEDIDA CONTRATO-EMPREGO PORTARIA N.º 34/2017, de 18 de janeiro
MEDIDA CONTRATO-EMPREGO PORTARIA N.º 34/2017, de 18 de janeiro A Portaria n.º 34/2017, de 18 de janeiro criou a medida Contrato-Emprego, a qual consiste na concessão, à entidade empregadora, de um apoio
O que muda para as empresas e para os trabalhadores em 2018?
O que muda para as empresas e para os trabalhadores em 2018? Inês Beato e Rita dos Reis Louro Advogadas da GA_P, Portugal Ana Paula Basílio Responsável pela área de Fiscal da GA_P, Portugal Com a aprovação
Estabelece o regime contra-ordenacional do Regulamento de Segurança de Barragens aprovado pelo Decreto-Lei n.º 344/2007, de 15 de Outubro
DECRETO N.º 268/X Estabelece o regime contra-ordenacional do Regulamento de Segurança de Barragens aprovado pelo Decreto-Lei n.º 344/2007, de 15 de Outubro A Assembleia da República decreta, nos termos
Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial
Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial 30 de Novembro de 2010 Regime Geral dos TCO s: É o regime aplicável aos trabalhadores que exercem actividade por conta de outrem, e que lhes confere
Trabalhadores Independentes Atualizado em:
SEGURANÇA SOCIAL Trabalhadores Independentes Atualizado em: 08-02-2017 Esta informação destina-se a que cidadãos Trabalhadores independentes Cálculo das contribuições O montante das contribuições é calculado,
GUIA PRÁTICO MEDIDAS ESPECÍFICAS E TRANSITÓRIAS DE APOIO E ESTÍMULO AO EMPREGO
GUIA PRÁTICO MEDIDAS ESPECÍFICAS E TRANSITÓRIAS DE APOIO E ESTÍMULO AO EMPREGO REDUÇÃO DE TAXA CONTRIBUTIVA APOIO À REDUÇÃO DA PRECARIEDADE NO EMPREGO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO
FEIRANTE E VENDEDOR AMBULANTE
21 Lei n.º27/2013 de 12 Abril Entrou em vigor a 12 Maio 2013 2 FEIRANTES E VENDA AMBULANTE Definir conceitos de feirante ou vendedor ambulante Objetivos Identificar os obrigações na atividade de feirante
A PROTECÇÃO SOCIAL OBRIGATÓRIA DOS TRABALHADORES DOMÉSTICOS
A PROTECÇÃO SOCIAL OBRIGATÓRIA DOS TRABALHADORES DOMÉSTICOS DR. Manuel Moreira CENTRO POLIVALENTE DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO MAPTSS 26 DE JUNHO DE 2015 A PROTECÇÃO SOCIAL OBRIGATÓRIA DIREITO (ARTº 43º)
Medida Cheque-Formação
Medida Cheque-Formação Sofia David CTCV Coimbra 15/10/2015 1 O CTCV como entidade Formadora: Desígnios Apoiar as empresas no Desenvolvimento de Projetos que conduzam ao desenvolvimento de competências
INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P
GUIA PRÁTICO DISPENSA PARCIAL OU ISENÇÃO TOTAL DO PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES - 1º EMPREGO, DESEMPREGADO DE LONGA DURAÇÃO E DESEMPREGADO DE MUITO LONGA DURAÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA
