MAPA DE TEXTURAS DE MINÉRIOS
|
|
|
- Ana Lívia Gonçalves Alencar
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Recursos Geológicos MAPA DE TEXTURAS DE MINÉRIOS GUIA DE APOIO ÀS AULAS PRÁTICAS DE MICROSCOPIA EM LUZ REFLECTIDA Manuel Francisco Costa Pereira ENG. GEOLÓGICA E DE MINAS
2 CLASSIFICAÇÃO TEXTURAL DE MINÉRIOS DE RAMDOHR(1969) CRITÉRIOS PARA O ESTABELECIMENTO DAS TEXTURAS DOS MINÉRIOS: A. CLASSIFICAÇÃO PURAMENTE GEOMÉTRICA B. CLASSIFICAÇÃO GENÉTICA Considerações simples sobre a formação dos jazigos minerais C. CLASSIFICAÇÃO TECNOLÓGICO/INDUSTRIAL Aspectos económicos da separação e da recuperação
3 A. TEXTURA (FÁBRICA) CONSIDERADA DO PONTO DE VISTA PURAMENTE GEOMÉTRICO I. PROPRIEDADES OBSERVADAS EM GRÃOS ISOLADOS a) Natureza interna Zonamento (1) Maclas de inversão (2) dinâmicas (3) de crescimento (4) Translações e maclas de deslizamento Agregados subparalelos e crescimentos radiais (5) (6) Estruturas em mosaico ou com defeitos (7) Inclusões
4 b) Características externas dos grãos Forma xenomorfos idiomorfos:acicular,lamelar, cristais esqueléticos (8), esferoidais Tamanho gigantescos, muito grosseiros, grosseiros, médio,finos, microcristalinos, criptocristalinos) Ligação entre grãos fábrica simples (9) fábrica complexa (10) Preenchimento do espaço disponível Compacto finamente poroso grosseiramente poroso com drusas vesicular "ofítico" celular cavernoso
5 II) INTERCRESCIMENTO DE VÁRIOS MINERAIS a) Intercrescimentos orientados, controlados pela conformidade das estruturas cristalinas em 1, 2, ou em mais direcções (11) (12); b) Texturas de "emulsão", existe uma certa homogeneidade na distribuição e os grãos têm pequena dimensão e forma arredondada (13); c) Texturas de penetração, do tipo da textura gráfica; d) Intercrescimento mirmequítico, aparência uniforme (monótona) compreende sempre crescimento de interpenetração de grãos de grandes dimensões de dois ou mais (raro) minerais, que surgem em quantidades semelhantes (14) (15).
6 III) FORMAS DOS AGREGADOS a) Arranjo espacial aleatório (ex. textura equigranular) orientado (16) (17) orientação aleatória (rara) fábrica rítmica crescimento rítmico (18) b) Orlas de contacto orlas de reacção (19) películas intergranulares (20)
7 c) Inclusões minerais em minérios I. Inclusões mais antigas não relacionadas 1. Inclusões primárias a) Inclusões idiomórficas b) Vestígios de substituição (21) c) Gotículas 2. Inclusões incorporadas a) Inalteradas durante a incorporação b) Substituídas em parte durante a incorporação c) Completamente dissolvidas mas reprecipitande durante a incorporação d) Completamente digeridas durante a incorporação II. Inclusões relacionadas 1. Intercrescimento orientado 2. Inclusões de exsolução 3. Inclusões de reacção 4. Inclusões de desvitrificação III. Inclusões de transformação 1. Na zona de contacto térmico 2. Outros tipos de aquecimento e zonas de arrefecimento 3. Em zonas metamórficas 4. Na zona de oxidação IV.Inclusões imigrantes posteriores 1. Em domínios hipogénicos 2. Na zona de cementação 3. Na zona de alteração profunda e nos domínios supergénicos
8 B) TIPOS TEXTURAIS GENÉTICOS I. TEXTURAS DE PRECIPITAÇÃO PRIMÁRIA a) Fábrica de crescimento (constituição a partir de fusões ou outras soluções) soluções magmáticas pegmatíticas e pneumatolíticas hidrotermal soluções de baixa temperatura Ex. textura granular, esferoidal, porfírica, poicilítica (22), zonada, bandada, oolítica, bactérica e com bactérias mineralizadas (23) b) Texturas coloidais 1. botrioidal-reniforme 2. esferoidal ou mamiforme 3. bandada concêntrica, geralmente massas esferoidais (24) 4. massas desvitrificadas (textura tipo gel) 5. infiltrações finas dispersas e dispersões 6. reticulada 7. tipo pluma-floreada 8. Outros tipos c) Texturas sedimentares
9 II) TEXTURAS DE TRANSFORMAÇÃO Texturas que apresentam evidências de que o conteúdo mineral "primário", resultante da deposição, foi alterado. Tendo em conta a forma distinguem-se: Paramorfos Transformação de um composto numa forma estável a partir de uma forma que passou a ser meta-estável ou instável. Geralmente observam-se os estados intermédios. Marcassite Pirite (25), Quartzo α Quartzo β Exsoluções Exsoluções simples - os componentes da sol. sólida separam-se (26). Exsoluções complexas - envolve a perturbação das relações estequiométricas. O cristal a alta temperatura não tem estequiometria precisa e por isso designa-se "solução sólida anómala". Adição ou remoção de material - é característica de sistemas e acontecimentos, nos quais parece haver grande mobilidade, e por isso "muitas exsoluções são difíceis de compreender; na verdadeira acepção da palavra não são exsoluções. Pode haver remineralização completa da solução sólida. Tendo em conta o mecanismo: A semelhança dos parâmetros cristalinos do cristal original e dos produtos de exsolução é um factor que condiciona a exsolução em si e a forma e o arranjo do produto final. Outros factores condicionantes importantes são a temperatura a pressão e a difusão. Pode haver dificuldade em diferenciar substituições e exsoluções.
10 RESUMO DAS TEXTURAS DE EXSOLUÇÃO O CONCEITO DE EXSOLUÇÃO NÃO ESPECIFICA NADA QUANTO AO ASPECTO FORMAL Segregações de exsolução no interior dos grãos 1. Formas muito irregulares 2. Dispersões (Emulsões) de gotículas arredondadas ou ovais de regularidade variável (13) 3. Dispersões (Emulsões) com partículas lamelares de forma mais ou menos regular (7) 4. Texturas lamelares a) hospedeiro e hospedado cúbicos (27) (28) b) hospedeiro cúbico e hospedado hexagonal (29) (30) (31) c) hospedeiro hexagonal e incluso hexagonal (32) (33) (34) d) outras simetrias (situação rara) 5. "Nethiketextures"- podem relacionar-se com 4a e podem ter parâmetros estruturais dependentes, mas também podem estar dependentes de cataclases mais antigas, tensões residuais, clivagem ou outras particularidades estruturais (35). 6.Texturas esqueléticas, em forma de plumas ou de filigranas (36) 7. Em forma de serpente ou de coroa 8. Texturas mirmequíticas ou "gráficas" (37) Segregações de exsolução no limite dos grãos Estão relacionadas com o mecanismo de imiscibilidade em que a velocidade de migração é elevada e o arrefecimento é muito lento, permitindo a migração das substâncias para a periferia dos grãos.
11 Texturas de decomposição O mineral hospedeiro e o mineral hospedado derivam de um cristal com composição mista original. O produto pode não estar relacionado cristalograficamente com o material original; a sua composição química pode variar com a introdução ou remoção de material, podendo-se formar produtos mais reactivos na decomposição que podem causar o ataque recíproco aos minerais associados. Texturas de Substituição "Verdrangung"-"Replacement"-"Metassomatism" Quando se verifica a substituição de uma substância, relativamente rápida ou ao longo de um espaço de tempo prolongado, associada a um processo hidrotermal, magmático ou metamórfico ou resultante da alteração. As formas das texturas de substituição são o resultado da ocorrência de várias circunstâncias tais como: clivagens, planos de translação, dureza, plasticidade, estabilidade química, estrutura cristalina e ligações cristalinas, temperatura, duração da reacção, pressões tectónicas anteriores à reacção, ph (carácter ácido ou básico), combinação destes elementos e sua concentração relativa, que está relacionada com a natureza de soluções residuais ou das contribuições exteriores. 1. Redes filigranoformes (39) (40) 2. Forma celular-insular (41) (42) (43) (44) 3. Texturas fragmentárias 4. Texturas com forma esquelética (45) 5. Textura gráfica (37) 6. Formas cristalinas 7. Substituições zonadas 8. Texturas dendríticas (46) 9. Estruturas de cementação (47) 10. Substituições frontais 11. Outras formas São muito importantes do ponto de vista dos Jazigos Minerais!
12 Transformações térmicas Texturas de oxidação Texturas de cementação
13 III. TEXTURAS DE DEFORMAÇÃO 1. Rotação e Translação 2. Lamelas de pressão 3. Cataclástica (48) 4. Brechóide 5. Fragmentária"corpos duros" 6. Estrutura "boudinage" e "augengneiss" Gnaissica 7. Recristalização 8. Xenoblastos e idioblastos 9. Formas bandadas 10. Estruturas de explosão IV. AURÉOLAS RADIOACTIVAS, DESTRUIÇÃO CRISTALINA, FRAGMENTAÇÃO ASSOCIADA
14 RECONHECIMENTO DA POSIÇÃO GENÉTICA DE JAZIGOS MINERAIS I. MINERAIS TIPOMÓRFICOS, ASSOCIAÇÕES MINERAIS, SEQUÊNCIAS PARAGENÉTICAS E TIPOS DE TEXTURA. II. MINÉRIOS E ASSOCIAÇÕES MINERAIS COMO "TERMÓMETROS GEOLÓGICOS" III. RELÍQUIAS
15
16
17
18
O metamorfismo é caracterizado por: mudanças mineralógicas crescimento de novos minerais sem adição de novo material (processo isoquímico);
Rochas metamórficas Metamorfismo - processo geológico que consiste num conjunto de transformações mineralógicas, químicas e estruturais que ocorrem no estado sólido, em rochas sujeitas a estados de tensão,
Agregados de minerais
Mineral Substância natural, formada em contextos geológicos (ou biológicos), sólida, com estrutura cristalina, composição química definida e propriedades físicas específicas Definição 1 Hematite (Fe2O3)
Geologia, problemas e materiais do quotidiano
Biologia e Geologia 11º ano Tema 4 Geologia, problemas e materiais do quotidiano 4.2. Processos e materiais importantes em ambientes terrestres 2016 Metamorfismo Transformações mineralógicas, químicas
Metamorfismo e rochas metamórficas
Metamorfismo e rochas metamórficas Princípio fundamental: Os minerais e as rochas são estáveis nas condições de pressão e temperatura em que se formaram. A modificação dessas condições gera, nas rochas,
METAMORFISMO: AGENTES DE METAMORFISMO E PRINCIPAIS ROCHAS METAMÓRFICAS
METAMORFISMO: AGENTES DE METAMORFISMO E PRINCIPAIS ROCHAS METAMÓRFICAS METAMORFISMO: Processo que ocorre em rochas da crusta terrestre, em resultado de variações de temperatura e pressão (sem ocorrer a
Serão as Rochas e os Minerais o mesmo? As rochas são constituídas por minerais.
Serão as Rochas e os Minerais o mesmo? As rochas são constituídas por minerais. Substância natural e inorgânica, com propriedades físicas e químicas definidas. Por exemplo o Quartzo pode formar-se em diversas
Identificação macroscópica de Rochas Metamórficas
Identificação macroscópica de Rochas Metamórficas O que é o metamorfismo? Metamorfismo Meta = mudança Morfos = forma (língua grega) O metamorfismo corresponde à transformação de uma rocha pré-existente
Identificação macroscópica de Rochas Metamórficas. Portugal - Praia de Almograve
Identificação macroscópica de Rochas Metamórficas Portugal - Praia de Almograve Rochas Metamórficas Relatório macroscópico RELATÓRIO DE PETROGRAFIA Quais os parâmetros a considerar na descrição/classificação
Conceitos e Classificações de Jazigos Minerais. Morfologias. Estruturas internas. Texturas. Preenchimento. Substituição.
RG2009 Conceitos e Classificações de Jazigos Minerais Morfologias. Estruturas internas. Texturas. Preenchimento. Substituição. Explorabilidade. Métodos de exploração. Tratamento mineralúrgico. Qual a importância
U3 PROCESSOS E MATERIAIS GEOLÓGICOS IMPORTANTES EM AMBIENTES TERRESTRES II MINERALOGIA E TEXTURAS DAS R. METAMÓRFICAS
U3 PROCESSOS E MATERIAIS GEOLÓGICOS IMPORTANTES EM AMBIENTES TERRESTRES II MINERALOGIA E TEXTURAS DAS R. METAMÓRFICAS Metamorfismo 2 Durante o processo de metamorfismo ocorrem processos de recristalização
MINERAIS Conceitos, importância, origem e sistemas cristalinos -Aulas 7 e 8-
MINERAIS Conceitos, importância, origem e sistemas cristalinos -Aulas 7 e 8- Prof. Alexandre Paiva da Silva CCTA/UAATA/UFCG Fonte: Adaptado a partir de Machado (2008) INTRODUÇÃO TERRA CROSTA ROCHA MINERAL
Aula 17 - Transformações no estado sólido. Transformações Estruturais a nível de tamanho e formato dos grãos
Aula 17 - Transformações no estado sólido Transformações Estruturais a nível de tamanho e formato dos grãos Encruamento Recristalização Crescimento de Grão Encruamento Aumento de dureza ou da resistência
Composição química: 74,2% de SiO 2 (rocha ácida) e mais de de Al 2 O 3, K 2 O e Na 2 O.
1. Identificação da Equipa Escola: Equipa: Localização [Vila/cidade/distrito e país] Escola Secundária de Maximinos Gregorianos (alunos do 11º 2 e prof. Adelaide Sousa) Braga/ Braga/ Portugal 2. Caracterização
Hélder Giroto Paiva - EPL FATORES DE METAMORFISMO
Hélder Giroto Paiva - EPL FATORES DE METAMORFISMO Falhas 2 Profª Sandra Nascimento Metamorfismo 3 Conjunto de transformações mineralógicas, químicas e estruturais que ocorrem no estado sólido, em determinadas
Prof. Dr. Renato Pirani Ghilardi Dept. Ciências Biológicas UNESP/Bauru - SP. Tipos de Rochas
Prof. Dr. Renato Pirani Ghilardi Dept. Ciências Biológicas UNESP/Bauru - SP Tipos de Rochas MINERAIS E ROCHAS Mineral: elemento ou composto químico resultante de processos inorgânicos, de composição química
Millook Haven - Cornwell - UK. Portas de Moura, Évora. Pt. Rochas Metamórficas. Prof: Marcel Sena Campos
Portas de Moura, Évora. Pt Millook Haven - Cornwell - UK Rochas Metamórficas Prof: Marcel Sena Campos CICLO LITOLÓGICO ROCHAS SEDIMENTARES (formadas por diagénese de sedimentos em baixas condições P e
Quais os principais agentes de metamorfismo? Qual a relação entre o metamorfismo e a tectónica de placas?
Quais os principais agentes de metamorfismo? Qual a relação entre o metamorfismo e a tectónica de placas? Tensão Temperatura Fluidos Tempo LITOSTÁTICA NÃO LITOSTÁTICA QUE TIPO DE ESTADO DE TENSÃO PODE
Disciplina : Metalurgia Física- MFI Professores: Guilherme Ourique Verran - Dr. Eng. Metalúrgica. Aula 05 - Solidificação e Equilíbrio
Disciplina : - MFI Professores: Guilherme Ourique Verran - Dr. Eng. Metalúrgica Aula 05 - Solidificação e Equilíbrio Desenvolvimento das Microestruturas sob condições de Equilíbrio e de Não Equilíbrio
Ciclo das Rochas e Formação dos Solos
Ciclo das Rochas e Formação dos Solos Conjunto de transformações do material rochoso no qual rochas são geradas, recicladas, destruídas e alteradas devido à dinâmica interna e externa da Terra! CICLO
Ciências dos materiais- 232
1 Ciências dos materiais- 232 Aula 6 - Tratamentos Térmicos Quinta Quinzenal Semana par 26/05/2015 1 Professor: Luis Gustavo Sigward Ericsson Curso: Engenharia Mecânica Série: 5º/ 6º Semestre 2015-1_CM_Aula06_TratTermico.pdf
Cotações. Universidade Técnica de Lisboa. Instituto Superior Técnico. Ciência de Materiais 2º Teste (09.Janeiro.2012)
Universidade Técnica de Lisboa Instituto Superior Técnico Ciência de Materiais 2º Teste (09.Janeiro.2012) Cotações Pergunta Cotação 1. (a) 0,50 1. (b) 0,50 1. (c) 0,50 1. (d) 1,00 1. (e) 1,50 2. (a) 0,50
Génese das Rochas. Minerais. Rochas Sedimentares. Rochas Magmáticas. Rochas Metamórficas
Génese das Rochas Minerais Rochas Sedimentares Rochas Magmáticas Rochas Metamórficas As rochas são constituídas por... São substâncias inorgânicas, naturais, cristalinas e com uma composição química bem
Relatórios Modelo de Petrografia
Relatórios Modelo de Petrografia Estes relatórios servem como referência para os alunos que estão agora a iniciar as primeiras observações. Obviamente que cada pessoa tem o seu estilo pessoal de escrever,
Adaptações metamórficas, ex.
Rochas Metamórficas Rocha Metamórfica É um tipo de rocha derivado da transformação de rochas magmáticas, sedimentares ou metamórficas, que sofrem modificação na composição atómica, devido à influência
COTAÇÕES. Universidade Técnica de Lisboa. Instituto Superior Técnico. Ciência de Materiais Repescagem 2º Teste (30.Janeiro.2012)
Universidade Técnica de Lisboa Instituto Superior Técnico Ciência de Materiais Repescagem 2º Teste (30.Janeiro.2012) COTAÇÕES Pergunta Cotação 1. (a) 0,50 1. (b) 0,50 1. (c) 1,00 1. (d) 0,50 1. (e) 1,50
ROCHAS SEDIMENTARES. Escola Secundária de Viriato A.S.
ROCHAS SEDIMENTARES METEORIZAÇÃO Ò Conjunto de processos que leva à alteração das características iniciais das rochas, por acção de processos físicos e químicos, que ocorrem na superfície da Terra. Ò Ajuda
Exemplos de relevo no Brasil Corcovado (RJ) Pico do Jaraguá (SP) Serra da Canastra (MG) Serra do Espinhaço (MG) Serra do Caraça (MG)
MÓDULO 3: LITOLOGIA E RELEVO Relevo Associado à Rocha Magmática (Aula 7) Relevo Associado à Rocha Metamórfica (Aula 8) Relevo Associado à Rocha Sedimentar (Aula 9) GÊNESE FATORES CONDICIONANTES TIPOS DE
Rochas metamórficas 1
Rochas metamórficas 1 Metamorfismo Rochas metamórficas Processo de dinâmica interna através do qual qualquer rocha experimenta um conjunto de transformações mineralógicas, texturais e químicas, mantendo-se
FUNDAMENTOS EM GEOLOGIA
FUNDAMENTOS EM GEOLOGIA AULA 01 AS ROCHAS E SUAS PROPRIEDADES Profº Me.: JOSÉ STROESSNER O que é Geologia Os Mineralóides Os Minerais As Rochas Rochas Magmáticas Rochas Metamórficas Rochas Sedimentares
AÇO-CARBONO AÇO-LIGA ALOTROPIA DO FERRO
AÇO-CARBONO Aço é a liga ferro-carbono contendo geralmente 0,008% ate aproximadamente 2,11% de carbono. AÇO-LIGA Aço que contem outros elementos de liga ou apresenta os teores residuais acima dos que são
Minerais e Rochas. Obsidiana (fonte: c_minerals) Carvão (fonte:
Mineral É um elemento ou composto químico, via de regra resultante de processos inorgânicos, de composição química geralmente definida e encontrado naturalmente na crosta terrestre. (Leinz & Amaral, 1978).
A cristalização desses minerais ocorre a temperaturas diferentes dados serem diferentes os seus pontos de SOLIDIFICAÇÃO
O magma é uma mistura complexa de vários tipos de substâncias minerais A cristalização desses minerais ocorre a temperaturas diferentes dados serem diferentes os seus pontos de SOLIDIFICAÇÃO Com o arrefecimento,
Ficha de trabalho Biologia e Geologia - 10º Ano Rochas e a sua génese
Ficha de trabalho Biologia e Geologia - 10º Ano Rochas e a sua génese Nome: N º: Turma: Data: Professor: Encarregado(a) de Educação: Lê toda a informação com atenção e responde de forma objectiva. Grupo
Metamorfismo. Roches metamórficas
METAMORFISMO Introdução - Definição Metamorfismo Processo que leva a uma modificação de mineralogia ou de textura das rochas, no estado sólido, sob o efeito da temperatura, da pressão e dos flúidos Roches
TM229 - Introdução aos Materiais
TM229 - Introdução aos Materiais 2009.2 Ana Sofia C. M. D Oliveira Introdução aos materiais O que determina o comportamento/propriedades dos materiais? Composição química e microestrutura Cada uma destas
ROCHAS ÍGNEAS ENG1202-LABORATÓRIO DE GEOLOGIA. Prof. Patrício Pires 20/03/2012
ROCHAS ÍGNEAS ENG1202-LABORATÓRIO DE GEOLOGIA 20/03/2012 Prof. Patrício Pires [email protected] Rochas Magmáticas O que é uma Rocha Magmática? O que acontece durante o arrefecimento e cristalização
Origem dos solos. Disciplina: Geotecnia na arquitetura. Profa. Thaís Cristina Campos de Abreu
Origem dos solos Disciplina: Geotecnia na arquitetura Profa. Thaís Cristina Campos de Abreu E-mail: [email protected] Origem do Solo Eras geológicas 39 Origem do Solo Eras geológicas 40 Origem do Solo
Rochas Metamórficas. Rochas Metamórficas
Rochas Metamórficas Rochas Metamórficas Proveniente de transformações sofridas por qualquer tipo de rochas preexistentes que foram submetidas a processos termodinâmicos (pressão e temperatura), originando
INDICE GERAL. xv xvii. Nota dos tradutores Prefácio
r INDICE GERAL Nota dos tradutores Prefácio xv xvii CAPíTULO 1 INTRODUÇÃO À CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS 1.1 Materiais e engenharia 1.2 Ciência e engenharia de materiais 1.3 Classes de materiais 1.4
Relatórios Modelo de Petrografia
Relatórios Modelo de Petrografia Estes relatórios servem como referência para os alunos que estão agora a iniciar as primeiras observações. Obviamente que cada pessoa tem o seu estilo pessoal de escrever,
Cinética das transformações de fase. A.S.D Oliveira
Cinética das transformações de fase Cinética das transformações de fase Recristalização Influência da temperatura e do tempo na transformação Cinética das transformações de fase Diagramas TTT Tempo-Temperatura-Transformação
Curso de Engenharia Civil
Curso de Engenharia Civil Disciplina: Período: 5º semestre Professor: Luiz Antonio do Nascimento Email: [email protected] Página: www.lnascimento.com.br Origem e Formação dos Solos: Os solos se originam
A crusta terrestre é formada por uma grande variedade de rochas - materiais que ocorrem naturalmente, constituídos por um ou mais minerais.
A terra é um planeta rochoso, constituído por diversos tipos de rochas. A crusta terrestre é formada por uma grande variedade de rochas - materiais que ocorrem naturalmente, constituídos por um ou mais
Prova escrita de: 2º Exame Final de Ciência de Materiais (Correcção) Nome:
Prova escrita de: 2º Exame Final de Ciência de Materiais (Correcção) Lisboa, 29 de Janeiro de 2008 Nome: Número: Curso: 1. Aplicou-se uma carga de tracção de 48900N a um varão de aço com 25cm de comprimento
Agrupamento de Escolas da Sertã
Agrupamento de Escolas da Sertã Direcção Regional de Educação do Centro Ficha de trabalho - Ciências Naturais Ano Lectivo: 2010/11 Ano de Escolaridade: 7 º Ano Aluno: N.º: Turma: Data: / / 1. Estabelece
CAP 11 - MICROESTRUTURAS
CAP 11 - MICROESTRUTURAS Smith cap 9 Microestrutura: arranjo geométrico dos grãos e fases num material Parâmetros: quantidade, tamanho, forma e distribuição Observação: microscópio óptico (até 2000x) ou
SOLIDIFICAÇÃO DOS FERROS FUNDIDOS CONFIDENCIAL. Diagrama de Fases Todos os direitos reservados
SOLIDIFICAÇÃO DOS FERROS FUNDIDOS Diagrama de Fases 1 Diagramas de Fases As propriedades das ligas metálicas são fortemente dependentes da sua microestrutura. O desenvolvimento da microestrutura é descrita
Fundamentos de Ciência e Engenharia de Materiais. DEFEITOS CRISTALINOS Prof. Dr. André Paulo Tschiptschin
Fundamentos de Ciência e Engenharia de Materiais DEFEITOS CRISTALINOS Prof. Dr. André Paulo Tschiptschin Defeitos cristalinos Defeito cristalino: imperfeição do reticulado cristalino Classificação dos
IMPERFEIÇÕES EM SÓLIDOS. Bento Gonçalves, 2014.
IMPERFEIÇÕES EM SÓLIDOS Bento Gonçalves, 2014. O QUE É UM DEFEITO? É uma imperfeição ou um "erro" no arranjo cristalino dos átomos em um cristal. Podem envolver uma irregularidade: Na posição dos átomos
Apêndice VIII Teste diagnóstico da componente de Geologia. Formação das Rochas Magmáticas
O TRABALHO LABORATORIAL SEGUNDO A APRENDIZAGEM BASEADA NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS: CONSTRUÇÃO DE ÁRVORES FILOGENÉTICAS E ESTUDO DA FORMAÇÃO E EVOLUÇÃO DOS MAGMAS 1 Apêndice VIII Teste diagnóstico da componente
Ficha (In)Formativa Nº 3 Biologia e Geologia Módulo 6
Ficha (In)Formativa Nº 3 Biologia e Geologia Módulo 6 Rochas metamórficas As rochas metamórficas formam-se a partir de outras rochas por mudanças mineralógicas e/ou texturais, quando ficam sujeitas a variações
Introdução aos Materiais Imperfeições em Sólidos Metais DEMEC TM229 Prof Adriano Scheid
Introdução aos Materiais Imperfeições em Sólidos Metais DEMEC TM229 Prof Adriano Scheid Introdução Os sólidos contém inúmeras imperfeições nas estruturas cristalinas e muitas propriedades são alteradas
APONTAMENTOS PRIMEIRA PROVA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I
APONTAMENTOS PRIMEIRA PROVA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I Normalização na construção civil Normalizar: É padronizar atividades específicas e repetitivas. Normas técnicas: Documentos aprovados por instituições
Materiais de Construção Aços
Materiais de Construção José Carlos G. Mocito email:[email protected] O que é o aço? O aço é uma liga Ferro Carbono (liga FE C), cujo teor em carbono varia entre 0.03 e 2,06%. Uma propriedade característica
As rochas plutónicas rochas ígneas rochas magmáticas solidificação do magma extrusivas e as intrusivas rochas intrusivas plutônicas fareníticas
As rochas ígneas também chamadas de rochas magmáticas são aquelas originadas em altas temperaturas a partir da solidificação do magma. Elas constituem formações geológicas altamente resistentes e com elevado
TRATAMENTO TÉRMICO PARTE 2
TRATAMENTO TÉRMICO PARTE 2 Antes de falarmos sobre tratamento térmico, devemos conhecer estruturas cristalinas Estrutura Cristalina O que é uma Estrutura Cristalina? É a maneira segundo a qual os átomos,
Capítulo 7 - Solidificação
Capítulo 7 - Solidificação Solidificação - resultado do vazamento de material líquido 2 etapas Nucleação: Formação de núcleos sólidos (agregados ou cachos de átomos) Crescimento: crescimento dos núcleos
Utilização dos D.E. no entendimento dos diferentes tipos de solidificação de metais e/ou ligas
Dr. Eng. Metalúrgica Aula 06: Fundamentos da Solidificação dos Metais Parte 2 Utilização dos Diagramas de Equilíbrio no estudo da solidificação Solidificação e Equilíbrio formação da microestrutura Macroestruturas
CONSOLIDAÇÃO DE MAGMAS
CONSOLIDAÇÃO DE MAGMAS Prof. Ana Rita Rainho Condições de Texturas das rochas magmáticas Consoante as condições de arrefecimento do magma, o grau de desenvolvimento dos cristais é diferente. Fanerítica
CAPÍTULO 4: ROCHAS SEDIMENTARES 4.1. INTRODUÇÃO:
CAPÍTULO 4: ROCHAS SEDIMENTARES 4.1. INTRODUÇÃO: As rochas sedimentos podem ser definidas como tipo rochoso derivado de outras rochas, depositado na forma de fragmentos ou precipitado quimicamente, que
Nome: Nº Turma: Leia atentamente os enunciados das perguntas e responde nos locais indicados na folha de prova da última página.
Escola Prof. Reynaldo dos Santos Vila Franca de Xira Teste Ciências Naturais 7º Ano Estrutura Interna, Minerais e Rochas Classificação: % Nome: Nº Turma: Leia atentamente os enunciados das perguntas e
GEOLOGIA. Professor: Adilson Soares Site:
GEOLOGIA Professor: Adilson Soares E-mail: [email protected] Site: www.geologia.wiki.br Minerais e Rochas 1. Minerais e Rochas - conceito - propriedades dos minerais - tipos de rochas - ciclo das
DIAGRAMAS DE FASES DIAGRAMAS DE FASES
DIAGRAMAS DE FASES Prof. Dr. Anael Krelling 1 São mapas que permitem prever a microestrutura de um material em função da temperatura e composição de cada componente; Informações sobre fenômenos de fusão,
Formação e estrutura dos principais minerais
Formação e estrutura dos principais minerais Cada tipo de mineral, constitui uma espécie mineral. Ex: quarzto (SiO 2 ). Sempre que sua cristalização se der em condições geológicas ideais, a sua organização
DEFEITOS CRISTALINOS E DEFORMAÇÃO PLÁSTICA
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais DEFEITOS CRISTALINOS E DEFORMAÇÃO PLÁSTICA PMT 2100 - Introdução à Ciência dos Materiais para Engenharia
DEFEITOS CRISTALINOS
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais DEFEITOS CRISTALINOS PMT 2100 - Introdução à Ciência dos Materiais para Engenharia 2º Semestre de 2005
Universidade Técnica de Lisboa
Universidade Técnica de Lisboa Instituto Superior Técnico Ciência de Materiais 2º Teste (9.Junho.2011) Pergunta Cotação 1. (a) 0,50 1. (b) 0,50 1. (c) 0,50 1. (d) 0,50 1. (e) 0,50 1. (f) 1,00 1. (g) 0,50
Geologia, problemas e materiais do quotidiano
Biologia e Geologia 11º ano Tema 4 Geologia, problemas e materiais do quotidiano 4.2. Processos e materiais importantes em ambientes terrestres 2016 Magmatismo - Rochas Magmáticas Magmatismo - Rochas Magmáticas
Escola Portuguesa do Lubango Hélder Giroto Paiva Processos e materias geológicos importantes em ambientes terrestres
Escola Portuguesa do Lubango Hélder Giroto Paiva Processos e materias geológicos importantes em ambientes terrestres Conceito de Mineral 4 Mineral é uma substância sólida, homogénea, cristalina, de composição
ESTADOS EXCITADOS: fonões, electrões livres
Capítulo III.1 DEFEITOS (IMPERFEIÇÕES) NOS SÓLIDOS CRISTALINOS ESTADOS EXCITADOS: fonões, electrões livres DEFEITOS TRANSIENTES: fotões, electrões, neutrões tõ IMPERFEIÇÕES ESTRUTURAIS IMPORTÂNCIA DEFEITOS
COMPORTAMENTO MECÂNICO DOS MATERIAIS: DEFEITOS CRISTALINOS E DEFORMAÇÃO PLÁSTICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS) BC-1105: MATERIAIS E SUAS PROPRIEDADES COMPORTAMENTO MECÂNICO DOS MATERIAIS: DEFEITOS CRISTALINOS E DEFORMAÇÃO
CIÊNCIAS O CICLO DAS ROCHAS
Texto para estudo CIÊNCIAS O CICLO DAS ROCHAS A Terra é um planeta vivo e seus continentes estão em constante movimento, devido à dissipação de calor do interior do planeta. A geologia é a ciência que
Identificação macroscópica de Rochas Metamórficas
Identificação macroscópica de Rochas Metamórficas Revisão Revisão Revisão Revisão Revisão Revisão Revisão Revisão Revisão Revisão Revisão Revisão Revisão Revisão Revisão Revisão Revisão Revisão Revisão
Aula 6: Estrutura Cristalina dos Metais
Aula 6: Estrutura Cristalina dos Metais - Como a ligação metálica é não-direcional, não há restrições quanto ao número e posições dos vizinhos mais próximos. - A estrutura cristalina dos metais têm um
Transformações no estado sólido COM DIFUSÃO. A.S.D Oliveira
Transformações no estado sólido COM DIFUSÃO Transformações no estado sólido COM DIFUSÃO Transformações induzidas por uma alteração de temperatura Movimento atômico ativado termicamente Alteração da composição
Universidade Técnica de Lisboa
Universidade Técnica de Lisboa Instituto Superior Técnico Ciência de Materiais Repescagem 2º Teste (28.Junho.2011) Resolução Pergunta Cotação 1. (a) 1,00 1. (b) 1,00 2. (a) 1,00 2. (b) 1,00 3. (a) 0,50
INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA
INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA PROVAS ESPECIALMENTE ADEQUADAS DESTINADAS A AVALIAR A CAPACIDADE PARA A FREQUÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR DOS MAIORES DE 23 ANOS GEOLOGIA Nome: BI: Classificação: CHAMADA DE ATENÇÃO:
ROCHAS METAMÓRFICAS. EQUIPE 2 : Douglas Camargo Rodrigues Cardoso Gianluca Taques Juliane Cristine Santos dos Anjos Sergio Murilo dos Santos
ROCHAS METAMÓRFICAS INTRODUÇÃO À ENGENHARIA GEOTÉCNICA TC029 EQUIPE 2 : Douglas Camargo Rodrigues Cardoso Gianluca Taques Juliane Cristine Santos dos Anjos Sergio Murilo dos Santos FORMAÇÃO DA ROCHA METAMÓRFICA
DIAGRAMAS DE EQUILÍBRIO DIAGRAMAS DE EQUILÍBRIO
DIAGRAMAS DE EQUILÍBRIO Prof. Dr.: Anael Krelling 1 São mapas que permitem prever a microestrutura de um material em função da temperatura e composição de cada componente; Informações sobre fenômenos de
ESCOLA E.B. 2,3 PEDRO DE SANTARÉM Ano lectivo 2010 / 2011 Ciências Naturais 7º Ano PLANIFICAÇÃO ANUAL 1º Período
ESCOLA E.B. 2,3 PEDRO DE SANTARÉM Ano lectivo 2010 / 2011 Ciências Naturais 7º Ano PLANIFICAÇÃO ANUAL 1º Período Objectivos / Competências Compreender que a pertence a um sistema planetário dependente
Diferenciação magmática
Diferenciação magmática Um só tipo de magma pode originar diferentes tipos de rochas, porque: > O magma é uma mistura complexa de substâncias minerais; > A cristalização desses minerais ocorre a temperaturas
Capítulo 6 ROCHAS METAMÓRFICAS
1- DEFINIÇÕES Capítulo 6 ROCHAS METAMÓRFICAS Rochas Metamórficas: Rocha proveniente de transformações sofridas por qualquer tipo de rochas preexistentes que foram submetidas a processos termodinâmicos,
PROVAS ESPECIALMENTE ADEQUADAS DESTINADAS A AVALIAR A CAPACIDADE PARA A FREQUÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR DOS MAIORES DE 23 ANOS GEOLOGIA.
PROVAS ESPECIALMENTE ADEQUADAS DESTINADAS A AVALIAR A CAPACIDADE PARA A FREQUÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR DOS MAIORES DE 23 ANOS GEOLOGIA Nome: BI: Classificação: CHAMADA DE ATENÇÃO: Esta prova é constituída
Magmas e formação de rochas ígneas
Magmas e formação de rochas ígneas O que é um magma? Um fundido (geralmente silicatado) + cristais + gases (H 2 O, CO 2 SO 2, Cl, F, etc ), que é gerado no interior da Terra, provido de mobilidade. Quando
Aula 11: Estruturas de Solidificação
Disciplina: Metalurgia Física Parte II: Solidificação Professor: Guilherme O. Verran Dr. Eng. Metalúrgica 1. Introdução 2. Lingotes e Peças Monocristalinos; 3. Lingotes e Peças Policristalinos: Mecanismos
Metamorfismo. Pressão e temperatura. Rocha original (protólito)
Rochas metamórficas Conteúdo Metamorfismo Fatores de influência Tipos de metamorfismo Características das rochas metamórficas Principais rochas Zonas de metamorfismo no planeta Metamorfismo Pressão e temperatura
CONGELAÇÃO UTILIZAÇÃO DE BAIXAS TEMPERATURAS NA CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS
CONGELAÇÃO Ivo Rodrigues 2007/2008 Pressupõe a formação de cristais em que as moléculas de água passam de uma distribuição desordenada (líquido) a um estado de ordenação molecular sólido. Para tal necessitam
Prova Modelo PROVAS ESPECIALMENTE ADEQUADAS DESTINADAS A AVALIAR A CAPACIDADE PARA A FREQUÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR DOS MAIORES DE 23 ANOS GEOLOGIA
Prova Modelo PROVAS ESPECIALMENTE ADEQUADAS DESTINADAS A AVALIAR A CAPACIDADE PARA A FREQUÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR DOS MAIORES DE 23 ANOS GEOLOGIA Nome: BI: Classificação: CHAMADA DE ATENÇÃO: Esta prova
Unidade 3. Geologia, problemas e materiais do quotidiano. Capitulo 2. Processos e materiais geológicos importantes em ambientes terrestres.
Unidade 3 Geologia, problemas e materiais do quotidiano Capitulo 2 Processos e materiais geológicos importantes em ambientes terrestres. Aula Nº 74 24 Abr 09 Prof: Ana Capelo O QUE É O CICLO DAS ROCHAS?
4- IMPERFEIÇÕES CRISTALINAS
ASSUNTO 4- IMPERFEIÇÕES CRISTALINAS - Defeitos pontuais - Defeitos de linha (discordâncias) - Defeitos de interface (grão e maclas) - Defeitos volumétricos (inclusões, precipitados) Eleani Maria da Costa
ESTRUTURA CRISTALINA E IMPERFEIÇÕES NOS SÓLIDOS ESTRUTURA CRISTALINA E IMPERFEIÇÕES NOS SÓLIDOS
ESTRUTURA CRISTALINA E IMPERFEIÇÕES NOS SÓLIDOS Prof. M.Sc.: Anael Krelling 1 CONCEITOS FUNDAMENTAIS Materiais sólidos podem ser classificados de acordo com a regularidade com que os seus átomos ou íons
Sistema Ferro - Carbono
Sistema Fe-C Sistema Ferro - Carbono Diagrama de equilíbrio Fe-C Ferro comercialmente puro - < 0,008% Ligas de aços 0 a 2,11 % de C Ligas de Ferros Fundidos acima de 2,11% a 6,7% de C Ferro alfa dissolve
As rochas metamórficas
são rochas originadas de outros tipos de rochas que, longe de seus locais de formação e submetidas à pressão e temperaturas diferenciadas, transformaram-se e modificaram suas características em um processo
Geodinâmica externa. UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. 3 Intemperismo FUNDAMENTOS DE GEOLOGIA
UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia Centro de Ciências Exatas, Biológicas e Ambientais UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia Centro de Ciências Exatas, Biológicas e Ambientais
