CAPÍTULO I CAPÍTULO II
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- Lídia Castanho Barateiro
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1 REGULAMENTO OFICIAL DOS EVENTOS DA RAÇA CAMPOLINA Das Exposições, Eventos e suas finalidades CAPÍTULO I Art. 1 - Este regulamento tem como finalidade: I - Disciplinar todas as exposições e demais eventos oficiais da Raça Campolina; II - Oferecer aos órgãos promotores o protocolo para realizar uma exposição oficial. Art. 2º - As exposições e eventos oficiais do Cavalo Campolina têm como finalidade: I - Verificar, pela apresentação de espécimes, o índice de melhoramento da Raça e premiar os melhores animais; II - Promover o congraçamento entre os criadores; III - Proporcionar a troca de experiência entre os criadores e favorecer oportunidades para negócios; IV - Proporcionar o encontro de criadores para discutir problemas específicos de seus criatórios e abordar assuntos de interesse da classe; V - Proporcionar a integração entre as comunidades urbana e rural; VI - Mostrar ao público a importância dos equinos nas atividades rurais e sua utilização para sela, serviço e lazer; VII - Integrar os esforços para estímulo à equinocultura; VIII - Funcionar como escola atuante, propagando o conceito da Raça entre os criadores, além de orientá-los sobre os objetivos da Associação; IX - Atrair novos criadores e usuários para a Raça; X - Atrair novos associados para a Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Campolina (ABCCC); XI - Possibilitar a confrontação de animais categorizados de diferentes regiões, a fim de se avaliar o desenvolvimento do criatório e o grau de melhoramento zootécnico. Da oficialização das exposições e eventos CAPÍTULO II Art. 3º - A oficialização das exposições e eventos tem como finalidade principal atender às exigências estatutárias de congregar e assistir os associados, além de fomentar o aperfeiçoamento da Raça, mantendo para esse fim os registros estatísticos colhidos no evento, seja no que diz respeito ao número de indivíduos, faixas etárias, provas disputadas e suas principais premiações, sejam para habilitar os resultados das exposições oficiais ao Ranking da Raça. Art. 4º Para viabilizar a oficialização de uma exposição ou evento, a empresa ou pessoa física promotora deve cumprir o disposto no Regulamento Oficial das Exposições, com seus respectivos anexos. Art. 5º - Para obter o reconhecimento e a oficialização dos resultados de uma exposição ou evento, a promotora do evento deverá proceder da seguinte forma: 1
2 I - Realizar a exposição ou evento e seus julgamentos sob a égide do presente Regulamento e seus anexos; II - Enviar, obrigatoriamente, dentro do prazo máximo de 10 (dez) dias após a realização do evento, os seguintes documentos, assinados pelos representantes da promotora; a. Súmulas dos julgamentos assinados pelos jurados; b. Laudos de apuração dos julgamentos assinados pelos jurados; c. Mapas dos animais premiados (machos e fêmeas) e respectivos proprietários; d. Catálogo oficial da exposição ou evento; e. Súmulas e laudos de apuração de concursos especiais, também assinados pelos jurados; f. Informações adicionais importantes. Parágrafo único - A promotora do evento que não cumprir as obrigações estabelecidas neste artigo na data do respectivo encerramento, terá, a critério da ABCCC, mais 10 (dez) dias para fazê-lo. Encerrado este novo prazo sem o atendimento de todos os requisitos citados no caput, ficará a promotora automaticamente suspensa de promover quaisquer eventos oficiais envolvendo a Raça Campolina, até que a diretoria julgue o caso. Da Organização das Exposições ou Eventos CAPÍTULO III Art. 6º - A organização de uma exposição ou evento público da raça Campolina, além das questões inerentes e exclusivas ao seu evento e das finalidades já descritas no presente regulamento, pressupõe o atendimento das seguintes obrigações: I - Divulgar o evento para o público em geral, especialmente autoridades e criadores; II - Remeter, com a antecedência necessária, aos criadores e associados as fichas de inscrição para o evento, conforme modelo elaborado pela ABCCC; III - Atender as exigências do Fisco e da Defesa Sanitária Animal relativas à fiscalização e o controle da documentação dos animais para o trânsito e a permanência dos mesmos no Parque de Exposições ou em qualquer outro local onde venha a se realizar; IV - Manter comissão executiva responsável para dirigir e orientar os trabalhos de todas as áreas do evento; V - Manter, em regime de plantão permanente, um serviço de Assistência Médico-Veterinária, com VI - a finalidade de zelar pela saúde dos animais; Coordenar a entrada dos animais no parque ou local, após inspeção e identificação, acomodando-os nos locais pré-determinados; VII - Após a admissão e instalação, colocar os animais à disposição da comissão executiva, sendo vedado ao expositor retirá-los do parque antes do encerramento da exposição; VIII - Fornecer aos animais cama e água, durante toda a exposição ou evento, até a saída do parque ou local; IX - X - Manter, durante todo o evento, os serviços básicos de limpeza e conservação do parque ou local e suas instalações; Imprimir um catálogo geral com todas as informações sobre o evento, destacando especialmente os expositores, número e nome de todos os animais inscritos, distinguindo-os por categoria de disputa, documento que será distribuído antes do início do julgamento; 2
3 XI - Sob solicitação prévia da ABCCC, poderão ser filmados todos os julgamentos das exposições. Comprometimento e das Obrigações dos Promotores Art. 7º - Os promotores dos eventos devem cumprir as exigências e determinações do presente regulamento, diretamente ou por meio de empresa contratada,desde que previamente cadastradas na ABCCCAMPOLINA. Art. 8º - Os promotores deverão manter na pista os serviços normais de apoio aos trabalhos dos jurados, notadamente o equipamento de som, mesa de trabalho em local coberto, auxiliares, água, etc. Parágrafo único - Poderão entrar ou permanecer em pista somente os jurados que estejam julgando, o serviço de apoio da organização e estagiários previamente autorizados pelo COLEGIADO DE JURADOS ou pelo Jurado designado para o evento. Art. 9º As promotoras devem providenciar e assumir o ônus dos honorários dos jurados e do inspetor designado para admissão dos animais para julgamento, suas despesas de viagem, hospedagem e alimentação, antes do encerramento dos trabalhos de julgamentos, de acordo com a tabela determinada pela ABCCC. Parágrafo único - A ABCCC disponibilizará um contrato padrão que deverá ser firmado entre promotor e jurados. Cabe aos promotores do evento, para que este seja oficializado, encaminhar à ABCCC, no prazo de 10 (dez) dias contados do seu término, os relatórios/planilhas de resultados dos julgamentos, em meio magnético e em papel, assinada pelo responsável da Entidade Promotora. Art. 10 Cabe ainda aos promotores denunciar à ABCCC, para a abertura do respectivo inquérito disciplinar, o expositor, seu representante ou empregado que cometa as seguintes infrações: I - Mudar seus animais das baias pré-determinadas pela organização do evento, sem expressa autorização desta para fazê-lo; II - Retirar seus animais da pista antes de autorizado pelo jurado a fazê-lo; III - Retirar seus animais antes de autorizado pela organização do evento a fazê-lo; IV - Interpelar ou desacatar, sob qualquer fundamento, o jurado, no exercício de sua função, ou após o julgamento; V - Ameaçar o jurado no exercício de sua função, ou após o julgamento, pessoalmente ou através de terceiros; VI - Agredir fisicamente o jurado, no exercício de sua função, ou após o julgamento; VII - Tentativa de corromper o jurado; VIII - Ignorar e infringir quaisquer das normas estabelecidas no presente Regulamento ou para a organização do evento; IX - Não apresentar seus animais para o julgamento. Parágrafo único - Os expositores ou prepostos que não apresentarem na pista os animais inscritos e admitidos no recinto em cada modalidade e/ou promoverem a retirada dos animais da pista durante os julgamentos e/ou do parque antes do encerramento do evento, sem apresentar justificativas 3
4 técnicas, perderão todos os pontos conquistados no evento, bem como ficarão ainda sujeitos às penalidades previstas no Regulamento de Normas de Conduta. Do número de expositores, jurados e de animais. CAPÍTULO IV Art. 11 Para que as exposições ou eventos sejam oficializados, o número mínimo de expositores e animais expostos, por evento, será de dois e vinte, respectivamente. Art Exposições com até 80 animais podem ser julgadas por apenas um jurado, enquanto acima deste número deverá haver pelo menos um jurado para o quesito morfologia e outro para o quesito andamento. Parágrafo 1º - Exposições com mais de 80animais inscritos será obrigatória a presença de um inspetor de registro designado para a inspeção e admissão de pista e que abaixo deste número a inspeção poderá ser procedida por um dos jurados, desde que este seja do quadro efetivo; Dos Jurados CAPÍTULO V Art Fica facultado ao jurado o direito de não conferir a premiação de campeão (ã) e/ou reservado (a) campeão (ã), ou somente do (a) reservado (a), quando deverá comentar ao público o motivo desta decisão. Art O desacato aos jurados e/ou seus auxiliares, ao pessoal da pista e/ou aos responsáveis pelo evento, por parte de proprietário, expositor, apresentador ou representantes, implicará na imediata retirada e desclassificação de todos os animais vinculados ao infrator participantes das competições do evento, independentemente de outras penalidades. Art Qualquer julgamento da Raça Campolina em exposições ou eventos oficializados deverá ser realizado por jurado(s) do quadro oficial. Para fins de escolha dos jurados, deve ser observada, obrigatoriamente, a indicação feita pelo Colegiado de Jurados, que levará em consideração a classificação dos jurados para o número de animais previstos para a exposição ou o evento, bem como um rodízio entre os jurados. Parágrafo 1º - Após solicitação da Organização dos eventos ou exposições, o COLEGIADO DE JURADOS enviará aos organizadores uma lista contendo o(s) nome(s) do(s) jurado(s) para andamento e para morfologia. Parágrafo 2º - O desrespeito ou inobservância da indicação feita pelo COLEGIADO DE JURADOS impõe sumariamente a não oficialização da exposição ou evento. Parágrafo 3º- A escolha dos jurados para a Semana Nacional será feita da seguinte forma: 4
5 I - Serão eleitos pelos expositores a partir da relação de jurados qualificados para este evento; II - Será computado um voto por expositor adimplente com o evento e a ABCCC; III - A apuração dos votos será realizada em local público previamente anunciado. IV - Parágrafo 4º- Em todos os julgamentos os jurados serão assistidos por um secretário de pista, escolhido pelo organizador do evento, Parágrafo 5º- A relação dos jurados com suas classificações, disponibilidade e rodízio será atualizada periodicamente pela ABCCC por meio da internet. Parágrafo 6º - Será conveniente uma reunião dos jurados com os apresentadores antes do início do julgamento, a fim de orientá-los quanto à dinâmica do mesmo. Art Aos jurados será facultado o cancelamento de concursos de Marcha e/ou Morfologia, a qualquer tempo, caso ele entenda que não está sendo oferecida boa segurança ou que a luminosidade, a pista ou outros fatores não proporcionem a mínima condição da sua realização. Das Inscrições dos Animais CAPÍTULO VI Art. 17- Poderão participar de exposições oficializadas todos os animais a partir de 12(doze) meses de idade, regularmente inscritos no Registro Genealógico. Art. 18 As inscrições para os animais acima de 36 meses, será dividida em marcha batida ou marcha picada, incluindo todas as possíveis categorias deste Regulamento. Parágrafo 1º- Fica a cargo do Expositor, definir a modalidade de marcha dos animais inscritos, quando o animal não apresentar o andamento especificado na inscrição, este será desclassificado pelo jurado. (Itens desclassificatórios) Parágrafo 2º - Os pedidos de inscrição deverão ser formalizados, pelo expositor, em formulários específicos, fornecidos pelo promotor do evento, observadas as prescrições deste Regulamento e acompanhados de fotocópia da frente e verso do Certificado de Registro ou da Ficha do Animal obtida no site oficial da ABCCCampolina, não se admitindo a comunicação de nascimento para esta finalidade, assim como é inaceitável o certificado em nome de outra pessoa que não o expositor, salvo se houver autorização por escrito do proprietário ao expositor. Parágrafo 3 0 Nos casos de animais comercializados em leilões, deverá ser procedida junto ao SRG, a transferência provisória, para que os pontos para Melhor Expositor sejam computados para o comprador adimplente. Nestes casos as despesas com transferências correrão por conta do comprador. Parágrafo 4º A autenticidade e veracidade da documentação dos animais são de inteira e exclusiva responsabilidade do expositor, especialmente no que se refere à regularidade dos mesmos perante o SRG da ABCCC, cabendo ao promotor do evento e seus contratados tão-somente cumprir as 5
6 exigências do presente Regulamento, recusando documentos incompletos ou duvidosos, salvo quando chancelados pelo SRG por meio de declaração oficial. Parágrafo 5º - No ato do preenchimento do formulário de inscrição, o proprietário deverá assinalar obrigatoriamente, as modalidades que cada animal irá participar de acordo com o artigo 20, com exceção feita às inscrições dos conjuntos: Progênie de Pai, de Mãe e Melhor Acasalamento, segundo Artigo 42 do presente regulamento. Parágrafo 6º - Todos os animais adultos inscritos para o Julgamento convencional estão automaticamente inscritos para o concurso de marcha, sendo obrigatória a participação nas duas competições. Parágrafo 7º- Os Grandes campeões nacionais (Convencional de Marcha Batida e Marcha Picada e Grandes Marchadores) adultos, machos e fêmeas - não poderão competir nas exposições subsequentes, até o final da exposição nacional do ano seguinte à obtenção do título. Parágrafo 8º -A restrição disposta no Parágrafo anterior não se aplica aos campeões nacionais da Raça Jovem. Parágrafo 9º Matrizes e Garanhões acima de 84 meses que ainda não tenham reproduzido oficialmente perante a ABCCC ficam proibidos de participar dos julgamentos a partir do ano hípico 2014/15; Art Nenhum animal poderá ser julgado no evento sem estar previamente inscrito no evento. Art. 20 As modalidades de avaliação são as seguintes: I - Julgamento dos concursos de progênie e acasalamento de marcha batida e marcha picada; II - Julgamento convencional acima de 36 meses (marcha e morfologia) de marcha batida e marcha picada; III - Julgamento convencional abaixo de 36 meses (marcha e morfologia) IV - Julgamento de concursos de marcha de marcha batida e marcha picada; V - Julgamento do castrado padrão de marcha batida e marcha picada; VI - Julgamento de concursos da melhor cabeça; VII - Prova Campolina em ação de marcha batida e marcha picada; Parágrafo 1º - Modalidades diferentes das acima relacionadas, não serão reconhecidas pela ABCCC. Parágrafo 2º - Os concursos de marcha e a prova de ação, indicadas neste artigo, terão regulamentos específicos, anexos ao presente instrumento. Parágrafo 3º- As modalidades de julgamento programadas para cada evento deverão constar nas fichas de inscrição ou convites, para que as exposições ou eventos possam vir a ser considerados oficiais da Raça Campolina, desde que cumpridas as disposições regulamentares e estatutárias, bem como que atendido o número mínimo de participantes exigido para cada modalidade. 6
7 Parágrafo 4º - Fica dispensada a indicação ao concurso de melhor cabeça no formulário de inscrição, segundo Artigo 45 do presente regulamento. Parágrafo Os animais podem ser inscritos somente para o concurso de marcha. Parágrafo 6º- O evento poderá ser considerado oficial desde que haja pelo menos uma das modalidades descritas no Art. 20 supra, bem como cumpridas as disposições regulamentares e estatutárias. Das Normas e Condições Veterinárias Art. 21- Os animais inscritos para as exposições oficializadas do Cavalo Campolina deverão se sujeitar à inspeção por médicos veterinários contratados pelo promotor ou não. Esta inspeção destina-se apenas à verificação das cautelas sanitárias, não tendo valia para os julgamentos. Da Entrada em Pista Art. 22- Todos os animais inscritos e admitidos no recinto em cada modalidade, serão conduzidos à pista de julgamento, quando será procedida a vistoria completa por parte do inspetor de registro ou jurado (exposições com menos de 80 animais), tendo em vista os seguintes objetivos: I - conferência completa do certificado de registro dos animais, frente e verso ou ficha do animal obtida através do sistema oficial da ABCCC; II - observância das normas e condições veterinárias, de acordo com o presente Regulamento, sendo que na inspeção para a admissão à pista devem ser verificadas e anotadas as seguintes características impeditivas de participação ao julgamento: a) Índole inadequada; b) Albinoidismo manifestado na íris e albinismo; c) Orelhas quebradas (deformadas ou tronchas )exceto para exclusivos de concurso de marcha e prova de ação; d) Lesão bilateral do globo ocular com prejuízo da visão, natural ou adquirido, detectável por lesões ou sequelas exceto para exclusivos de concurso de marcha e prova de ação e) Arcada dentária com prejuízo da oclusão acima de ½ (meia) mesa para a arcada superior (retrognatismo) e em qualquer grau na arcada inferior(prognatismo); f) Animais com relaxamento das comissuras labiais ou belfos, impedindo a justaposição dos lábios, fazendo com que os lábios inferiores se apresentem relaxados, caídos e móveis ao caminhar; g) Assimetria nas ancas, observada na altura ou na largura da garupa ( náfego ); exceto para animais inscritos exclusivos de concurso de marcha e prova de ação; h) Ausência de um dos testículos na bolsa escrotal, a partir dos 36 meses, exceto para animais com defeito adquirido e comprovado por laudo veterinário inscritos exclusivos de concurso de marcha e prova de ação; i) Taras ósseas congênitas ou adquiridas; deformidades graves de aprumos; animais excessivamente ajoelhados, transcurvos, emboletados e fincados;exceto para animais inscritos exclusivos de concurso de marcha e prova de ação; 7
8 j) Derrames articulares acentuados,edemas e feridas ativas de proporções e cicatrizes que comprometam a avaliação zootécnica do animal; k) Animais mal preparados, magros ou obesos. l) Animais com cauda trançada, atada, com aplique ou com qualquer tipo de material que provoque alteração no peso da cauda (inclusive óleo) e no estilo natural na apresentação do animal. m) Animais apresentando sinais clínicos de moléstias infectocontagiosas III- atendimento às normas para arreamento, de acordo com o presente Regulamento, exigências e uso normal dos acessórios: a) SELA - qualquer modelo, exceto as do tipo americana, inglesa e cachoeirinha (vaquejada), desde que devidamente equipada com armação, loro, estribo, cilha e/ou barrigueira. A utilização da sela é obrigatória em todas as atividades em que se monte o Campolina; b) MANTA - qualquer tipo, desde que não ultrapasse a linha da ponta das ancas. A utilização da manta é obrigatória no uso da sela; c) PEITORAL permitido o uso d) RABICHO - proibido o uso; e) CABEÇADA simples com testeira e faceira. Proibida a confeccionada de cabos metálicos revestidos ou não, correntes e as cortantes. O uso da cisgola (afogador) é optativo; f) FOCINHEIRA permitido o modelo simples mesmo sem embocadura usado com folga de 3 a 4 cm posicionada acima do bocado e abaixo da crista facial, confeccionada com o mesmo material da faceira. g) CONTENTORES não é permitida a utilização de professora, cortadeira, gamarra, colar, pescoceira e martingal; h) RÉDEA - qualquer tipo, exceto rédeas dupla ou alemã; i) EMBOCADURA todas, exceto freio indiano, hackmore, serrado ou cortadeira e meio queixinho; j) FREIO - qualquer modelo, exceto o de bocado torcido ou de quina; k) BRIDÃO - qualquer modelo, exceto o de bocado torcido ou de quina; l) ARGOLÃO - proibido o uso em quaisquer julgamentos; m) BARBELA - qualquer modelo, desde que não fira a barbada do animal; n) BOLETEIRA e CANELEIRA Proibido o uso. o) LIGA - permitido o uso para concurso de marcha e provas de ação, desde que iguais e nos quatro membros. Proibido o uso para julgamento de morfologia e para animais até 36 meses; p) ESPORA - permitido para qualquer modelo; q) REBENQUE E CHICOTE até 1 metro, permitido o uso apenas para concursos de marcha. Sendo proibidos utensílios como varas, chicotes e similares para a apresentação de andamento até 36 meses e morfologia de todas as idades; r) CABRESTO deverá possuir faceira e focinheira flexíveis, lisas e de mesmo material. Proibido o de corrente ou cabo metálico revestido ou não e o cortante, além de cordas rígidas (peia ou laço). Não será permitido o que funcione como fechador de boca(tipo laçada), ou como sustentador do lábio inferior do animal. Proibido também, o uso da ponteira do cabrestos como chicote/rebenque. 8
9 1- FERRADURAS As ferraduras são aceitas APENAS PARA ANIMAIS ACIMA DE 36 MESES. Para o Julgamento de Andamento e Morfologia elas devem ser iguais, abertas, da mesma espessura, peso, largura e material, cobrindo as muralhas dos cascos e no formato dos mesmos, respeitando-se as diferenças entre anteriores e posteriores, sem ser recuadas, adiantadas ou atrasadas. Permitidas as que ultrapassem no máximo um centímetro para trás dos talões. Caso as ferraduras sejam dotadas de rampões, estes deverão ser iguais nas quatro ferraduras. Permitido com guarda-cascos, desde que iguais simétricos e localizados no terço anterior do casco. Proibidas as ferraduras ortopédicas e terapêuticas como ferraduras com qualquer tipo de barras, ferraduras ovais, ferraduras talonadas, com ramos desiguais, etc. 2- Em caso de perda de uma ou mais ferradura(s) durante algum julgamento o apresentador poderá: 2.1-solicitar a retirada do animal de pista ou 2.2-terá 03 (três) minutos para recolocar a(s) ferradura(s) perdida(s) (mediante vistoria do Inspetor de Entrada de Pista que verificará que as mesmas são iguais) ou 2.3-terá 03 (três) minutos para retirar as ferraduras que restaram; 2.4-o disposto nos itens 2.2 e 2.3 não se aplicam durante a fase classificatória do julgamento sendo que o animal permanece disputando o julgamento, mesmo tendo perdido uma ou mais ferraduras nessa fase. 3 PALMILHAS- Permitidas como acessórios das ferraduras, desde que de mesmo material, espessura e aplicação idêntica nos quatro cascos. 4- TALONETES - Proibido o uso de talonetes. Art Os animais que não se apresentarem de acordo e nas condições acima previstas estarão excluídos de quaisquer julgamentos da exposição, devendo o inspetor técnico de pista notificar a ABCCC por meio de seu relatório. Dos Campeonatos CAPÍTULO VII Art. 24- Os campeonatos convencionais e campeonatos da Raça serão julgados aplicando-se classificações: I - Os concorrentes serão ordenados e classificados do primeiro(1) ao último para cada quesito com seus respectivos pesos. 1 - andamento - peso 40 (quarenta); 2 - morfologia - peso 60 (sessenta); Parágrafo A partir do ano hípico 2014/2015 (após a Nacional de 2014) os respectivos pesos passam a ser: 9
10 1 - andamento - peso 50 (cinquenta); 2 - morfologia - peso 50 (cinquenta); II - Para o julgamento convencional a pontuação de cada animal será obtida multiplicando-se a classificação atribuída em cada modalidade pelo respectivo peso e somando-se os dois produtos conforme a metodologia de julgamento, sendo o desempate efetuado pela classificação da morfologia exceto no julgamento de castrado padrão. Parágrafo O Julgamento de andamento do concurso convencional, para os animais acima de 36 meses, será realizado de forma simultânea ao concurso de marcha em todos os campeonatos. III - Castrado Padrão Compreende a escolha do campeão e reservado campeão, dividido em duas categorias Jovem e Sênior, dentre os animais registrados na ABCCC, observados os mesmos critérios do julgamento convencional nos quesitos marcha e morfologia, que terão peso idêntico (50 e 50), ficando o desempate pela nota de andamento. Art. 25 A Divisão dos animais em campeonatos deverá respeitar as seguintes exigências: I o limite máximo de animais por campeonato são 15 animais II o limite mínimo de animais por campeonato são 2 animais III o limite mínimo de campeonatos são 2 Parágrafo Em exposições com menos de 200 animais inscritos: I - II - De12 a 36 meses: Campeonato Potro Mirim / Potra Mirim Campeonato Potro Jovem / Potra Jovem Campeonato Potro Júnior / Potra Júnior Campeonato Potro Graduado/ Potra Graduado Campeonato Potro Máster / Potra Máster Acima de 36 meses: Campeonato Cavalo Jovem / Égua Jovem Campeonato Cavalo Adulto / Égua Adulta Campeonato Cavalo Sênior / Égua Sênior Campeonato Cavalo Máster / Égua Máster Parágrafo 2º- A quantidade de animais inscritos com idade de12a 36 em exposições com menos de 200 animais, será dividida por 5 campeonatos iguais, em ordem crescente de idade, de acordo com o Parágrafo 1 0 deste artigo. Parágrafo 3º- A quantidade de animais inscritos com idade acima de 36 meses, em exposições com menos de 200 animais, será dividida por 4 campeonatos iguais, em ordem crescente de idade, conforme nomeados no Parágrafo 1 deste artigo. 10
11 Parágrafo 4º - Quando o número de inscritos não for divisível pelo número de campeonatos, o número excedente da divisão será distribuído sempre a partir do campeonato mais jovem: Exemplo: 62 animais divididos por 5 campeonatos (de 12 a 36 meses, o número 62 não é divisível por 5, ficando então os 2 campeonatos mais jovens (potro mirim, potro jovem) com 13 animais, e os demais com 12 (potro maior, potro júnior,potro graduado e potro máster). Parágrafo Quando em exposições com menos de 200 animais, após a divisão dos campeonatos, for observado um número de participantes superior a 15 animais, por campeonato, em respeito ao que determina o Art. 25 (I), um novo campeonato deverá ser criado. Parágrafo 6 0 A divisão dos animais em suas respectivas categorias, deve seguir a exemplificação dos itens I e II a seguir: I - II - Animais inscritos com idade de 12 a 36 meses; a) De 4 a 10 animais inscritos - divididos em 2 campeonatos: potro (a) jovem e potro (a) júnior, assim distribuídos respectivamente para os 2 referidos campeonatos: 4 animais inscritos (2 e 2); 5 animais inscritos (3 e 2); 6 animais inscritos (3 e 3); 7 animais inscritos (4 e 3); 8 animais inscritos (4 e 4); 9 animais inscritos (5 e 4); 10 animais inscritos (5 e 5); b) De 11 a 14 animais inscritos - divididos em 3 campeonatos: potro (a) mirim, potro (a) jovem e campeonato potro (a) júnior, assim distribuídos respectivamente para os 3 referidos campeonatos: 11 animais inscritos (4,4 e 3); 12 animais inscritos (4,4 e 4); 13 animais inscritos (5,4 e 4); 14 animais inscritos (5,5 e 4); c) De 15 a 17 animais inscritos: divididos em 4 campeonatos: potro (a) mirim, potro (a) jovem, potro (a) júnior e potro (a) máster, assim distribuídos respectivamente para os 4 referidos campeonatos: 15 animais inscritos (4, 4, 4 e 3); 16 animais inscritos (4, 4, 4 e 4); 17 animais inscritos (5, 4, 4 e 4); d) Acima de 18 animais inscritos: divididos em 5 campeonatos: potro (a) mirim, potro (a) jovem, potro (a) maior, potro (a) júnior e potro (a) máster, conforme referido neste artigo, nos Parágrafos 1, 2, 8 e 9. Animais inscritos com idade acima de 36 meses: a) De 4 a 10 animais inscritos: divididos em 2 campeonatos: cavalo (égua) jovem e cavalo (égua) sênior, assim distribuídos respectivamente para os 2 referidos campeonatos: 4 animais inscritos (2 e 2); 5 animais inscritos (3 e 2); 6 animais inscritos (3 e 3); 11
12 7 animais inscritos (4 e 3); 8 animais inscritos (4 e 4); 9 animais inscritos (5 e 4); 10 animais inscritos (5 e 5); b) de 11 a 14 animais inscritos: divididos em 3 campeonatos: cavalo (égua) jovem, cavalo (égua) adulto (a) e cavalo (égua) sênior, assim distribuídos respectivamente para os 3 referidos campeonatos: 11 animais inscritos (4,4 e 3); 12 animais inscritos (4,4 e 4); 13 animais inscritos (5,4 e 4); 14 animais inscritos (5,5 e 4); c) acima de 14 animais inscritos: divididos em 4 campeonatos: cavalo (égua) jovem, cavalo (égua) adulto(a), cavalo (égua) sênior e cavalo (égua) máster, conforme referido neste artigo, nos Parágrafos 1, 3, 8 e 9. Parágrafo 7º - Em exposições com mais de 200 animais o limite máximo por campeonato (machos, fêmeas e castrados convencional e concurso de marcha, inclusive marcha picada) será de 15 animais respeitando o limite mínimo de 2 campeonatos. Assim, para a definição do número de campeonatos será verificado o número total de animais inscritos na Exposição, por sexo e categoria de marcha dividindo por 15 participantes e arredondando o resultado para cima para dar um número inteiro. Com a definição do número exato de campeonatos, primeiro divide-se a quantidade de animais inscritos para o julgamento convencional pelo número de campeonatos, alocando por ordem de idade a mesma quantidade de animais em cada campeonato, com os ajustes, se necessários, ocorrendo nos primeiros campeonatos. Depois divide-se a quantidade de animais inscritos exclusivamente para o concurso de marcha pelo número de campeonatos, alocando por ordem de idade a mesma quantidade de animais em cada campeonato, com os ajustes, se necessários, ocorrendo nos primeiros campeonatos. Exemplos: Exemplo 1: 150 fêmeas acima de 36 meses inscritas, sendo 120 inscritas para o convencional e 30 exclusivas para concurso de marcha. 150 inscritas / 15 animais = 10 Campeonatos, sendo cada um com 12 (120/10) para o Convencional e 3 (30/10) exclusivas para Concurso de Marcha. Exemplo 2: 83 machos acima de 36 meses inscritos, sendo 67 para Convencional e 16 exclusivos para Concurso de Marcha. Assim teremos 83 dividido por 15 animais = 5,53 que arredondando serão 6 campeonatos, sendo o primeiro campeonato com 12 e os demais com 11 (67 dividido por 5) animais para o Convencional e os 4 primeiros com 3 e os demais com 2 (16 dividido por 6) animais exclusivos do Concurso de Marcha. Parágrafo 8º- Quando a divisão de 2 campeonatos ocorrerem exatamente entre 2 animais da mesma idade, o animal que permanecerá no campeonato de menor idade será aquele cujo registro foi emitido primeiro pelo SRG da ABCCC. 12
13 Parágrafo 9º- Serão conferidos ainda os campeões e campeãs da Raça, com seus respectivos reservados, sendo disputado o Grande Campeonato jovem entre os campeões até 36 meses e o Grande Campeonato da Raça adulto entre os campeões acima de 36 meses. Art Os cavalos castrados, devidamente registrados no livro próprio da ABCCC, concorrerão nos concursos de marcha de seus campeonatos, especificadas no regulamento dos concursos de marcha, no concurso de castrado padrão, no Grande Marchador e, também, nas provas funcionais. Art. 27- Para cálculo de idade, será considerada como referência a data do primeiro dia dos julgamentos. Art. 28 Animais com 12 meses completos na data do primeiro dia de julgamento serão admitidos em julgamentos e animais com 36 meses completos na data de início de julgamento serão julgados montados, tendo como base a data de aniversário do animal. Dos Julgamentos, das Classificações e Apuração dos Julgamentos dos Campeonatos Art. 29- Todos os julgamentos do Cavalo Campolina, em qualquer campeonato, serão realizados de acordo com a metodologia e o sistema de julgamento anexo ao presente Regulamento. Art. 28- A apuração dos resultados será realizada em laudos, com base nas súmulas de julgamento de cada quesito andamento e morfologia de cada campeonato. Art. 30- As classificações finais obtidas por cada animal resultam da multiplicação de suas classificações e os pesos em andamento e morfologia. Art. 31- Os títulos de campeão (ã) serão conferidos automaticamente aos animais que tenham obtido o melhor resultado multiplicador de suas classificações em Andamento e Morfologia. Parágrafo 1º - Os títulos de reservado (a) campeão (ã) serão automaticamente dos animais que tenham obtido o 2º melhor resultado multiplicador. O Reservado campeão (ã) substitui seu respectivo Campeão (ã) em caso de ausência ou desclassificação do mesmo, no Grande Campeonato. Art. 32- No caso de um empate na soma das notas finais para qualquer classificação, o melhor premiado será o animal melhor classificado em Morfologia, exceto o campeonato de castrado padrão. Nos julgamentos em dissenso em caso de empate dos resultados finais: serão nomeados como jurados A, B, C e assim sucessivamente de acordo com a ordem alfabética dos jurados presentes para efetuarem os trabalhos de julgamento; no primeiro campeonato em que acontecer empate, a classificação do jurado A desempata TODO O CAMPEONATO mesmo que haja mais de um empate dentro do mesmo campeonato; no segundo campeonato em que acontecer empate, a classificação do jurado B desempata TODO O CAMPEONATO mesmo que haja mais de um empate dentro do mesmo campeonato; no terceiro campeonato em que acontecer empate, a classificação do jurado C desempata TODO O CAMPEONATO mesmo que haja mais de um empate dentro do mesmo campeonato; após o último jurado desempatar, inicia-se o desempate pelo jurado A novamente e assim sucessivamente. 13
14 Art. 33 Metodologia de julgamento com: Parágrafo 1º - 3 jurados: julgamento em dissenso, sem contato, com 3 jurados independentes para cada quesito (Morfologia e Andamento) onde para a apuração dos resultados serão somadas as classificações dos jurados para cada quesito. Parágrafo 2º - 5 jurados: no julgamento em dissenso, sem contato, com 5 jurados independentes para cada quesito (Morfologia e Andamento) onde para a apuração dos resultados serão somadas as classificações dos jurados para cada quesito, descartando-se a maior e a menor classificação. Parágrafo 3º - Nas exposições com 3 ou 5 jurados, o ajuste da classificação será feito de acordo com a classificação de cada jurado. Art. 34- Para cada um dos diversos campeonatos deverão ser conferidos os seguintes prêmios: um campeão (ã) e um reservado (a), respectivamente para a 1 a e 2 a maiores somatórias de notas conforme descrito no artigo 31, e um 1º, um 2º, um 3º, um 4º, num total de 6 animais premiados. Art. 35- É obrigatória a entrega dos seguintes prêmios: I - Campeão: troféu e faixa ou roseta; II - Reservado: troféu e faixa ou roseta. Parágrafo 1º - Caso o 1 classificado de andamento ou morfologia (maior nota em cada quesito), não tenha obtido o título de campeão ou reservado, também deverá receber, e ainda faixa ou roseta. Parágrafo 2º - As entregas dos troféus, das faixas ou rosetas, premiações descritas no caput deste artigo, deverão ser entregues na pista ou em cerimônia especial realizada durante o evento, com todas as honras aos animais e seus respectivos expositores. Art Os jurados deverão obrigatoriamente justificar seus julgamentos, das 6 primeiras classificações em cada quesito, sempre pela ordem do 6 ao 1, comparativamente, sucintamente, usando expressões claras, didáticas e zootécnicas, tentando identificar os animais pelas pelagens ou particularidades em detrimento do número da inscrição, nem sempre visíveis ao público. Parágrafo 1º- Os comentários dos jurados se darão imediatamente após o julgamento. Parágrafo 2º- Nas exposições Regionais será obrigatório o comentário dos Grandes Campeonatos da Raça. Art Para o julgamento do(a) Grande Campeão(ã) Jovem e Adulto, voltarão a pista os(as) campeões(ãs) e respectivos reservados(as), para novo exame comparativo e classificação nos quesitos de avaliação, apenas uma vez. Quando o animal candidato ao Grande Campeonato for desclassificado o respectivo reservado entra automaticamente em seu lugar para a disputa. Parágrafo 1º -Todos os procedimentos e o julgamento dos quesitos de avaliação serão idênticos aos praticados nos julgamentos de campeonatos, de acordo com o sistema e metodologia de julgamento. 14
15 Parágrafo 2º - Os resultados de Grandes Campeões e Reservados, no entanto, serão apurados por ajuste. Parágrafo 3º - Após os ajustes os jurados darão as respectivas classificações nos quesitos julgados. Parágrafo 4º - o prêmio de Grande Campeão(a) será apurado observando-se as classificações dadas pelos jurados aos animais campeões. Parágrafo 5º - o prêmio de Reservado Grande Campeão(a) será apurado observando-se as classificações dadas pelos jurados aos animais Campeões restantes e ao Reservado Campeão(a) do animal premiado como Grande Campeão(a). Parágrafo 6º O anúncio dos resultados de todos os Grandes Campeonatos da Raça poderá ser em solenidade específica para tal, devendo as classificações conferidas pelos jurados serem divulgadas e afixadas para o público imediatamente após seu anúncio. Art. 38- Será eliminado pelos jurados o animal: I. Em que forem constatadas falhas na sua admissão à pista; II. Que arpejar; III. Que claudicar (mancar);no julgamento em dissenso nos casos de animais com suspeita de claudicação será levantada pelo Jurado um bandeira vermelha e o apresentador deverá encaminhar-se até o centro de pista juntamente com seu animal e dar duas voltas no sentido horário e mais duas voltas no sentido anti-horário, o animal só será retirado de pista se a maioria dos jurados verificarem a claudicação. IV. Que sofrer mau uso dos equipamentos pelo equitador; V. Que apresentar sangramento; Parágrafo 1 0- No julgamento em dissenso, no que se refere aos itens acima, será necessário que mais da metade dos jurados concordem com a desclassificação do animal. VI. Mau comportamento a qualquer momento; Parágrafo No julgamento em dissenso em caso de mau comportamento, será necessária a avaliação de apenas um jurado para a retirada do mesmo de pista. VII. Que for submetido a uso abusivo do chicote ou da espora pelo seu apresentador; Parágrafo 1º - Constatadas as condições citadas acima, os animais eliminados não poderão voltar à pista para outros julgamentos, naquela exposição. Parágrafo 2º- O animal que se inscrever para o concurso de morfologia e andamento (convencional) é OBRIGADO a comparecer em pista para o julgamento de morfologia e permanecer até o final. Caso o animal apresente algum problema que o impossibilite de comparecer em tal julgamento, o mesmo deve 15
16 ser apresentado ao Inspetor de Entrada de Pista para verificação. Não serão aceitos laudos veterinários de terceiros, nem mesmo do médico veterinário responsável técnico pelo evento. Somente o responsável pela Inspeção de Entrada em Pista pode autorizar o animal a não entrar para julgamento sem perda de pontos. O animal que for retirado à pedido do apresentador durante o julgamento de morfologia irá perder, obrigatoriamente, TODOS os pontos conquistados durante a exposição como EXPOSITOR e/ou CRIADOR; Art. 39- Para a disputa de Grande Campeão e Grande Marchador, quando não houver dois ou mais animais Campeões para a disputa, a premiação será de forma automática, ou seja, caso haja somente um animal para disputa dos campeonatos citados acima, ele será, AUTOMATICAMENTE, Grande Campeão ou Grande marchador; Dos Campeonatos de Marcha CAPÍTULO VIII Art. 40 Os campeonatos de marcha (batida e picada), machos, fêmeas e castrados, serão realizados simultaneamente ao julgamento dos campeonatos convencionais, valendo a prova de andamento como concurso de marcha, e de acordo com o disposto no regulamento próprio de concurso de marcha, que consta anexo a este instrumento. Do(s) Campeonato(s) Grande Marchador Art Para a disputa do título de Grande Marchador deverão voltar à pista todos os campeões e campeãs de marcha, e seus respectivos reservados e reservadas, para concorrerem ao título de grande marchador e reservado grande marchador para Machos, Éguas e Castrados (marcha batida e picada), conforme regulamento próprio de concurso de marcha, que consta anexo a este instrumento. Das Provas Funcionais CAPÍTULO IX Art. 42- Poderão ser realizadas provas funcionais, conforme regulamento próprio anexo a este Regulamento Oficial. Parágrafo único - O número mínimo para a realização de provas funcionais será de 3animais inscritos para cada modalidade ou categoria. CAPÍTULO X Dos Concursos de Progênie e Melhor Acasalamento Art. 43- A avaliação de andamento e morfologia dos conjuntos progênie de pai e de mãe será também comparativa, observado o sistema de julgamento convencional, podendo ser conferidos os títulos de 16
17 melhor conjunto progênie e reservado melhor conjunto progênie, mais um 1º, um 2º, um 3º, um 4º prêmios. Parágrafo 1º - Os conjuntos serão assim constituídos: - Progênie de Pai - Progênie de Mãe - Melhor Acasalamento Parágrafo 2º - Em exposições com número igual ou superior a 150 animais da raça Campolina os conjuntos de progênie de pai serão separados entre os animais abaixo e acima de 36 meses. Parágrafo 3º - Para progênie de mãe será necessário que os animais do conjunto sejam filhos de garanhões diferentes, podendo ser do mesmo sexo. O conjunto deverá ser formado por no mínimo dois animais. Será necessário o mínimo de três conjuntos inscritos e aptos ao julgamento. Parágrafo 4º - Para progênie de pai será necessário que os animais do conjunto sejam filhos de no mínimo duas mães diferentes e de sexos diferentes. O conjunto deverá ser formado por no mínimo três animais. Será necessário o mínimo de três conjuntos inscritos e aptos ao julgamento. Parágrafo 5º - Haverá julgamento e premiação do conjunto Melhor progênie de pai e mãe para animais de marcha picada apenas para animais adultos, sendo necessário o mínimo de três conjuntos inscritos e aptos ao julgamento. A formação dos conjuntos será de acordo com as especificações supracitadas para os conjuntos do convencional. Parágrafo 6º - Haverá julgamento do concurso melhor acasalamento, que será formado por no mínimo dois animais filhos do mesmo acasalamento, independente do sexo e idade, seguindo a mesma metodologia dos julgamentos de progênies. Será necessário o mínimo de três conjuntos inscritos e aptos ao julgamento. Art. 44- As inscrições para a formação dos conjuntos de progênies de pai e de mãe, bem como para o conjunto do melhor acasalamento, poderão ser feitas até as 18:00 horas do dia anterior ao julgamento destes concursos. Parágrafo 1º - Cada expositor poderá inscrever até 2 (duas) progênies de pai e de mãe, de um mesmo reprodutor ou matriz, respectivamente. Parágrafo Cada expositor poderá inscrever até 2 (dois) conjuntos de melhor acasalamento. Parágrafo 3º - Somente serão aceitas inscrições de conjunto progênie de pai e mãe, bem como do conjunto melhor acasalamento,quando no mínimo um produto for de propriedade do expositor. Parágrafo 4º - O expositor que usar animais cedidos por outros para formação de progênies e ou conjuntos, inscritos em seu nome deverá tomar o visto do proprietário ou de seu representante legal, no local próprio da ficha de inscrição. 17
18 Parágrafo 5º - Em caso de impossibilidade de comparecimento de um ou mais animais inscritos para o concurso de progênie ou do melhor acasalamento, por problemas físicos, poderá haver substituição por outro (s), desde que o impedimento seja justificado por laudo veterinário da clínica oficial do evento ou ser apresentado ao responsável pela recepção de pista, que autorizará ou não, de forma fundamentada se a substituição poderá ser feita. Parágrafo 6º - A ausência do animal inscrito à progênie ou ao melhor acasalamento, ao julgamento ensejará a perda dos pontos do evento, e sujeitará o seu proprietário às penalidades previstas neste. Parágrafo 7º - Os pontos destes conjuntos serão válidos cumulativamente para melhor expositor e melhor criador. Parágrafo 8º - Os pontos para melhor criador serão conferidos ao criador do reprodutor e da matriz premiados; e os de melhor expositor serão distribuídos proporcionalmente pelos expositores que cederam animais para a formação das progênies e ou conjuntos, inscritos por outro expositor. No caso do melhor acasalamento a pontuação para melhor criador será distribuída para o criador do garanhão e da matriz. Parágrafo 9 - Os troféus serão entregues a quem inscreveu os conjuntos. Parágrafo 10 - Os comentários dos jurados obedecerão aos critérios estabelecidos no artigo 35 deste regulamento. Dos Concursos e Prêmios Especiais CAPÍTULO XI Art. 45- Melhor Cabeça Compreende a escolha, pelo jurado de morfologia, de um campeão (ã) Jovem e outro Sênior e um reservado campeão (ã) Jovem e outro Sênior para cada sexo, com idade igual ou acima de 12meses. Parágrafo 1 - Quando julgar necessário, durante a disputa dos julgamentos convencionais, o jurado de morfologia irá indicar os animais que concorrerão ao prêmio de Melhor Cabeça; Parágrafo 2 º- Não existe número máximo de indicações por campeonato e ou evento; Parágrafo 3 - O comentário do jurado deve ser restrito aos 2 animais premiados em cada campeonato, após a divulgação do resultado ao público. Parágrafo 4 - É necessário um mínimo de 2 (dois) participantes em cada campeonato. Parágrafo 5 - Fica facultado ao jurado o direito de negar a premiação de campeonato e reservado, ou somente do reservado, quando deverá comentar ao público o motivo desta omissão. 18
19 Parágrafo 6 0 Nos julgamentos em dissenso, com 3 ou 5 juízes, será indicado ao concurso de melhor cabeça o animal que receber indicação de mais da metade dos jurados, durante o julgamento convencional. Parágrafo 7 0 Para a apuração do campeão e reservado campeão melhor cabeça, em exposições com 3 ou 5 jurados, será aplicada a mesma metodologia aplicada no julgamento de morfologia. Art. 46 -Campeão dos Campeões: Premiação da disputa entre animais Grandes Campeões Nacionais da Raça Adultos dos sexos masculino e feminino. Parágrafo 1 - Os julgamentos seguirão a mesma metodologia do julgamento convencional; Parágrafo 2 - As disputas acontecerão, apenas durante a Semana Nacional do Cavalo Campolina a cada 4 anos iniciando-se partir do ano de Parágrafo 3 - Os Campeões da raça,do presente ano ficam proibidos de participar. Parágrafo 4 - As inscrições ficam a cargo de seu(s) proprietário(s) na data do evento. Art. 47 Os resultados dos julgamentos servirão também para a constituição dos seguintes prêmios especiais: I - II - III - Melhor Expositor Melhor Criador Melhor Expositor Proporcional Parágrafo 1 Ao melhor expositor e melhor criador será entregue o troféu ao término de todo o julgamento da exposição. Art. 48- Melhor expositor será o que alcançar a maior soma das pontuações, podendo ser computadas pontuações cumulativas de um mesmo animal de sua exposição, obtidas pelos animais por ele exposto, segundo a tabela oficial de pontos. Parágrafo único Concorrem a este título todos os expositores que têm animais inscritos e efetivamente julgados. Art Melhor criador será o que alcançar a maior soma das pontuações, dos animais de sua criação,premiados na exposição, expostos por eles ou por terceiros, segundo a tabela oficial de pontos. Será computada, de forma cumulativa,a pontuação de um mesmo animal de sua criação, caso o mesmo pontue em mais de uma categoria de julgamento no mesmo evento. Art. 50- Para Melhor criador a contagem será feita sempre considerando os prefixos ou sufixos dos animais. 19
20 Parágrafo único - Concorrem a este título todos os criadores de animais inscritos e efetivamente julgados. Art. 51 Melhor Expositor Proporcional: a pontuação final obtida pelo expositor deve ser dividida pelo número de animais exposto por ele, obtendo-se um valor médio que é o valor válido. Exemplo 1: um criador que reúne 20 pontos em uma exposição onde o mesmo levou 5 animais 20 dividido por 5 é igual 4 pontos finais; Exemplo 2: um expositor que reúne 100 pontos em uma exposição onde o mesmo levou 16 animais 100 dividido por 16 é igual a 6,25 pontos finais. Parágrafo 1º - as pontuações finais irão conferir o Prêmio de Melhor Expositor Proporcional por evento e, também, quando somadas ao final do ano hípico vencendo aquele que obtiver a maior soma de pontuação. Das Disposições Gerais CAPÍTULO XI Art. 51- Os veredictos dos jurados são definitivos e irrevogáveis. Art. 52- Erros de apuração de quaisquer resultados devem ser corrigidos, mesmo que já tenham sido anunciados e entregues os respectivos prêmios. Art. 53- O promotor ou empresa contratada para realização do evento que cometer qualquer erro na aplicação dos procedimentos do presente Regulamento, inclusive das normas preconizadas pela ABCCC, ficará impedido (a) de promover e organizar quaisquer eventos oficializados da Raça até que a diretoria da ABCCC julgue o caso. Art De acordo com resolução da ABCCC, poderão ser submetidos a exames de DNA e exames antidoping os animais com os seguintes títulos em exposições oficializadas, porém respeitando o artigo 58 para o exame de DNA: I - Campeões e reservados de ambos os sexos; II - Progênie de pai e de mãe classificados como campeão e reservados campeões. III - Escolha aleatória, para o caso de exame antidoping. Parágrafo 1º - A coleta de material, para exame de DNA, dos animais a que se referem os itens 1 e 2 será feita no local da exposição pelos inspetores de registro da ABCCC credenciados ou, em último caso, nas propriedades dos respectivos expositores. Os animais que já tem exame coletado em exposição da Raça pela ABCCC serão dispensados deste procedimento. Parágrafo 2º - Quando necessário, a coleta de material dos pais dos animais para DNA será feita posteriormente pelos inspetores da ABCCC nas respectivas regiões, correndo todas as despesas, tanto 20
21 para a coleta de material dos campeões quanto de seus pais, por conta do proprietário do animal campeão. Parágrafo 3º - Os animais cuja genealogia não for confirmada pelos respectivos exames de DNA perderão os títulos conquistados e terão seus registros encaminhados aos órgãos competentes para análise e julgamento. Parágrafo 4 0 No caso de coletas de sangue e urina, para exame antidoping, o local e metodologia de coleta, bem como a lista de fármacos proibidos, obedecerão regulamento próprio, elaborado pelo CDT e previamente divulgado pela ABCCCampolina, para cada evento, de forma específica. Art O promotor deverá comunicar a ABCCC até o dia 30 de dezembro do ano anterior a data ou, em último caso, o mês dos eventos previstos que pretende promover no próximo ano. Art. 56- A ABCCC poderá instituir, através de regulamento apropriado, o exame antidoping. Art. 57 Animais acima de 36 meses só poderão participar de exposições com exame de DNA devidamente arquivado na ABCCC a partir de Art. 58 Campeões e Reservados Campeões, em exposições acima de 80 animais, serão submetidos a exame de DNA o material será coletado pelo(s) inspetor técnico(s) da ABCCC credenciados para trabalhar naquela exposição, o proprietário só terá o custo laboratorial. Parágrafo 1º - Os animais que já tiverem exames de DNA serão dispensados de novo exame, salvo na Semana Nacional, em que todos os campeões nacionais e seus reservados deverão ter material recolhido para novo exame. Parágrafo 2º - Caso o expositor se negue a permitir a coleta do material, no caso disposto Parágrafo anterior, o título do animal será imediata e sumariamente cassado. Art. 59 Os casos omissos para o evento serão resolvidos por 1 (um) ou mais membros do CDT, por 1 (um) ou mais membros do COLEGIADO DE JURADOS, por 1 (um) ou mais membros do Conselho Consultivo, por 1 (um) ou mais membros da Diretoria Executiva, conjuntamente. Parágrafo único - Na ausência dos membros acima os jurados terão autonomia para decidir. Art. 60 Este Regulamento entra em vigor no dia da sua publicação. Conselho Deliberativo Técnico da Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Campolina 19 de maio de
22 ANEXO I TABELA DE CONTAGEM DE PONTOS Para Classificação do Melhor Expositor e Melhor Criador (Baseado no Valor dos Prêmios e Títulos) Contagem de pontos relativa aos prêmios Grande Campeão (ã) adulto 40pontos Reservado Grande Campeão (ã) adulto 30pontos Grande Campeão (ã) Jovem 20pontos Reservado Grande Campeão (ã) Jovem 15pontos Campeão (ã) acima de 36 meses 20 pontos Reservado Campeão (ã) acima de 36 meses 15pontos Campeão (ã) abaixo de 36 meses 10 pontos Reservado Campeão (ã) abaixo de 36 meses 08pontos Castrado padrão 10 pontos Reservado Castrado padrão 08pontos Melhor cabeça 10 pontos Reservado Melhor cabeça 05 pontos Melhor conjunto de progênie 30 pontos Reservado Melhor conjunto de progênie 20 pontos Melhor acasalamento 15 pontos Reservado Melhor acasalamento 10 pontos Grande Marchador 40pontos Reservado Grande Marchador 30 pontos Campeão (ã) de marcha 20 pontos Reservado Campeão (ã) de marcha 10 pontos 1º Prêmio 05 pontos 2º Prêmio 04 pontos 3º Prêmio 03 pontos 4º Prêmio 02 pontos 5º Prêmio 01 pontos Campeão (ã) Concurso de Marcha Criador 20 pontos Reservado Campeão (ã) Concurso de Marcha 10 pontos Criador Campeão (ã) Concurso de Marcha Criadora 20 pontos Reservado Campeão (ã) Concurso de Marcha 10 pontos Criadora Campeão (ã) Concurso de Marcha Jovem 20 pontos Criador Reservado Campeão (ã) Concurso de Marcha 10 pontos Jovem Criador 22
23 ANEXO II Dos Sistemas e Metodologia de Julgamento e das Condições Básicas Art. 1º - A sequência dos Julgamentos de uma exposição oficializada deverá, preferencialmente, obedecer a seguinte ordem,: I - Progênie de Mãe; II - Progênie de Pai; III - Melhor Acasalamento; IV - Castrado Padrão; V - Campeonatos Convencionais para fêmeas até 36 meses; VI - Campeonatos Convencionais para machos até 36 meses; VII - Campeonatos Convencionais para fêmeas acima de 36 meses (marcha picada e batida); VIII - Campeonatos Convencionais para machos acima de 36 meses (marcha picada e batida); IX - Melhor Cabeça; X - Campeonatos da Raça (marcha batida e picada); XI - Grande Marchador (castrado, marcha picada e batida). Art. 2º - Não poderá haver concursos de marcha no dia do julgamento do Grande Marchador; Art. 3º- As Provas Funcionais serão realizadas em horários estabelecidos pelos órgãos promotores. Classificação e Ordenação Art. 4º - É obrigatória a classificação dos animais participantes de um campeonato, devendo o(s) jurado(s), a qualquer tempo, ordenar os animais em acordo com a sua classificação.no julgamentos em dissenso, não poderá ser retirado animal da ordem numérica para avaliação comparativa. Parágrafo único - A ordem de entrada em pista para julgamento obedecerá, sempre, a idade crescente. I - II - III - IV - As classificações das fichas de julgamento serão afixadas em local público, para conhecimento dos presentes, após o encerramento do julgamento de cada turno ou dia; Eventuais rasuras nas súmulas e laudos deverão ter nova assinatura para sua legitimação; Na súmula do jurado deverá constar o motivo da desclassificação quando a mesma ocorrer. O Jurado tem o direito de não premiar o animal que ele avaliar desqualificado sendo que estes serão marcados com o sinal *. Em exposições com 3 ou 5 jurados, em dissenso,o animal para obter o Campeonato ou Reservado, não deverá receber o sinal *, da maioria dos jurados de morfologia e/ou andamento. 23
24 Ordem de Julgamentos dos Quesitos Art. 5º- O julgamento de todos os campeonatos deverá preferencialmente, ser iniciado pelo quesito Andamento, porém em casos de otimização do tempo, a ordem pode ser alterada, facilitando assim a prática de julgamento simultâneo. Do Julgamento de Andamento para animais até 36 meses Art. 6º- Os animais deverão ser apresentados ao cabresto no seu andamento marchado natural, não se admitindo que o seu condutor imprima velocidade excessiva ou o conduza ao cabresto numa postura forçada de cabeça e pescoço. Art. 7- Os animais deverão executar a marcha formando a figura de um triângulo (pentágono no julgamento de cinco jurados) e, assim, quando analisados de lado, de frente e por trás, para análise do andamento. Art. 8º - O julgamento será realizado em dois estágios sucessivos: I - observação individual e pré-classificação - Cada animal por ordem de idade do mais novo para o mais velho será observado individualmente fazendo a figura do triângulo (pentágono no julgamento de cinco jurados) duas vezes consecutivas. Na primeira volta o apresentador deverá obrigatoriamente fazer uma breve parada nos vértices do triângulo (pentágono no julgamento de cinco jurados) e na segunda volta, deverá fazê-lo de forma ininterrupta. Nesta fase o jurado inicia a classificação do melhor para o pior parando o melhor animal à esquerda quando visualizado de frente pelo jurado, exceto para julgamentos em dissenso. II fase comparativa e classificação final - Os animais serão avaliados dois a dois, no triângulo conduzidos por duas voltas de forma ininterrupta. O jurado começa a observação pelos dois últimos classificados, sempre com o pior classificado seguindo seu imediato superior até chegar aos dois melhores classificados, exceto para julgamentos em dissenso, onde as comparações serão feitas por ordem de colete, em grupos de três. Parágrafo 1º - Caso haja inversão de classificações deverão ser procedidas todas as comparações necessárias entre dois animais em classificações subsequentes. Parágrafo 2º- O jurado poderá pedir que o animal se apresente mais vezes quando necessário. Do Julgamento de Andamento para animais montados Acima de 36 meses Art. 9º- O julgamento de Andamento de animais adultos será realizado nos moldes utilizados na avaliação para os Concursos de Marcha. Art. 10- Os jurados serão obrigados a montar apenas nos seus seis primeiros colocados, ficando facultado o direito de montar em mais animais. O mesmo procedimento deve ser feito no Grande Campeonato. 24
25 Do Julgamento de Morfologia para animais até 36 meses Art. 11 Inicialmente, os animais serão apresentados ao cabresto, em estática e em círculo. Na sequência, o(s) jurado (s) irá (ão) solicitar que os participantes, ainda no círculo, caminhem a passo no sentido anti-horário para que o mesmo faça sua análise e pré-classificação, ordenando os animais do melhor para o pior da frente para trás, exceto nos julgamentos em dissenso, onde não há préclassificação. Art. 12 Terminada a fase acima, os animais devem ser posicionados em estação, da esquerda para a direita, de frente para o público (do primeiro ao último) e lado a lado, para as análises comparativas de expressão racial, conjunto de frente, tronco, membros, aprumos em estação e todas as proporcionalidades, de modo que o jurado complete a sua segunda pré-classificação e ordenação a seu critério, exceto nos julgamentos em dissenso, onde não há pré-classificação. Art. 13- Encerrada a fase anterior, iniciar a análise de aprumos e articulações vistos de trás e de frente, com os animais a passo. Art. 14 Na última fase os animais serão avaliados comparativamente dois a dois posicionados de perfil para o público em fila indiana, sempre iniciando pelos dois melhores classificados e trazendo um a um os classificados em ordem decrescente, exceto nos julgamentos em dissenso, onde não há préclassificação, quando o jurado definirá a súmula com a classificação final. Do Julgamento de Morfologia para animais montados Acima de 36 meses Art. 15- O julgamento de morfologia com os animais sem sela se dará da mesma forma e metodologia adotadas para animais jovens. Dos Julgamentos e Apuração dos Campeonatos da Raça. Art. 16- Todos os procedimentos e julgamento dos quesitos Andamento e Morfologia serão idênticos aos praticados nos julgamentos dos campeonatos. Dos Julgamentos de melhor cabeça Art. 17 Os jurados de morfologia farão uma pré-seleção dentro de cada categoria, escolhendo o número de animais que julgar necessário para o concurso de melhor cabeça. Quando ocorrer julgamento por comissão em dissenso, os árbitros deverão separar os animais dentro de cada categoria em SIM aptos a entrarem para o julgamento de Melhor cabeça e NÃO para aqueles animais que considerarem inaptos ao julgamento de melhor cabeça sendo classificados para julgamento os animais que receberem no mínimo a metade mais uma pré-classificações SIM. 25
26 ANEXO III REGULAMENTO PARA OS CONCURSOS DE MARCHA DA RAÇA CAMPOLINA Das Normas Gerais Art. 1º - O concurso de Marcha é uma prova pública a ser realizada durante as exposições agropecuárias, exposições especializadas e/ou eventos específicos, visando preservar e valorizar a marcha verdadeira de tríplice apoio da Raça e dar ao público a oportunidade de focalizar e visualizar a imagem do andamento característico, bem como defini-lo uniformemente entre os criadores e técnicos, à luz do Padrão Racial do Cavalo Campolina. Art. 2º - Os concursos de Marcha serão abertos para os animais inscritos no Registro Definitivo e deverão ser disputados separadamente entre machos, fêmeas e castrados,tanto para a modalidade de marcha batida, como para a picada, devendo a inscrição para os Concursos constar no formulário de inscrição da Exposição. Art. 3 - Deverão ser acatados os itens inerentes aos animais montados constantes no artigo 22 do Regulamento Oficial de Exposições da Raça Campolina Art. 4 - Não poderão participar animais com defeitos adquiridos que prejudiquem a função de marchar, conforme artigo 22 do Regulamento Oficial de Exposições. Dos Campeonatos Art. 5º- Os animais concorrerão separadamente aos títulos de campeões(ãs) e reservados(ãs) campeões (ãs) de marcha obedecendo às divisões constantes no artigo 25 do Regulamento Oficial de Exposições da Raça Campolina. Das Fases e dos Tempos Art. 6º- O concurso de Marcha será realizado seguindo as seguintes fases de observação: I - Animais se apresentam lado a lado da esquerda para a direita em ordem numérica crescente; II - Exame de embocadura, arreamento e lesões; III - Início da prova ao Passo no sentido anti-horário (uma volta); IV - Marcha em baixa velocidade sem ultrapassagem(abaixo de 12km/h); V - Marcha média(12 a 14km/h); VI - Equitação do árbitro por ordem numérica, preferencialmente iniciando ao passo,avaliando o animal nas marchas curta, média e alongada e executando mudança de direção. VII - Os jurados serão obrigados a montar apenas nos seus seis primeiros colocados, ficando facultado o direito de montar em mais animais. VIII - Passados 20 minutos será solicitada a mudança do sentido; IX - Marcha média (12 a 14 km/h); 26
27 X - Marcha em baixa velocidade com o animal de menor número à frente sem ultrapassagem (abaixo de 12 km/h), onde o(s) jurado(s) de andamento deverá orientar os apresentadores quanto à velocidade exercida, principalmente, quanto ao animal ponteiro.esta é a fase classificatória. XI - Parar os animais ao centro em ordem numérica; XII - Examinar os animais quanto ao sangramento. XIII - As provas deverão ter, preferencialmente, duração de 40 minutos com limite mínimo de 20 minutos e máximo de 50 minutos. XIV - Nos julgamentos em dissenso para evitar que os jurados se comuniquem com os apresentadores, haverá a presença de um secretário de pista que será responsável por coordenar os apresentadores. Os Jurados têm que entregar as planilhas simultaneamente ao final do julgamento. Os animais não poderão ser parados previamente. Serão comentados apenas os 06 primeiros classificados. O comentário será proferido pelo árbitro que mais se aproximou do resultado final. Dos Quesitos a Observar Art. 7º - Os animais deverão, obrigatória e preliminarmente, serem julgados quanto à naturalidade de sua marcha com tríplices apoios definidos, para poderem ser avaliados quanto aos quesitos de qualidade de seu andamento marchado. Parágrafo 1º - Durante o concurso os jurados deverão levar em conta, pela ordem, os quesitos abaixo que terão os seguintes pesos, que totalizarão 100 (cem): I - II - III - IV - V - Dissociação - É a movimentação dos quatro membros em momentos diferentes, de forma rítmica e cadenciada, resultando na ocorrência dos diferentes apoios laterais, diagonais e tríplices, permitindo a manutenção do animal sempre em contato com o solo durante sua locomoção, condição básica para que ocorram os tríplices apoios. Peso 20 (vinte); Comodidade - É a qualidade do andamento pela qual os movimentos do animal não transmitem atritos e abalos ao cavaleiro. Peso 30 (trinta); Estilo - É o conjunto formado pela postura, equilíbrio, harmonia, elegância e energia dos movimentos do animal. Peso 20 (vinte); Regularidade - É a manutenção do mesmo tipo de marcha durante o deslocamento, conservando-a sempre bem definida e estável, no mesmo ritmo e cadência. Peso 15 (quinze); Desenvolvimento - É a resultante de passadas amplas, elásticas, desenvoltas e equilibradas, de modo a cobrir maior distância com menor número de passadas, em marcha natural e velocidade regular, sem prejuízo da dissociação e comodidade de sua marcha. Peso 15 (quinze). Parágrafo 2º - Deverão ser eliminados os animais: I - II - III - IV - Exclusivos de andadura, marcha trotada ou de trote; Que estejam claudicando (mancando) e/ou arpejando; Que apresentem temperamento agressivo ou extremamente linfático; Que tenham pedidos de retirada do animal feito pelo peão ou pelo proprietário; 27
28 V - Com relaxamento das comissuras labiais ou belfo, impedindo a justaposição dos lábios, fazendo com que os lábios inferiores se apresentem relaxados, caídos e móveis ao caminhar. Art. 8º- Animal que cabear e/ou bater lábios será penalizado no estilo. Art. 9º- Não se permitirá ao cavaleiro tirar sua montaria do andamento natural, imprimindo-lhe velocidade anormal, sob pena de ser advertido pelos jurados. Parágrafo único - Se o cavaleiro insistir em acelerar ou segurar anormalmente sua montaria estará passível de eliminação do concurso, punição que também poderá ser aplicada a outros tipos de indisciplina, a critério do(s) jurado(s). Art. 10- O(s) jurado(s) definirá (ão) os vencedores classificando-os, utilizando uma única Súmula de Julgamento. Art. 11- Terminado o julgamento, os finalistas ordenadamente do Campeão ao4º (quarto) prêmio serão apresentados ao público, em marcha, de preferência passando por uma pista que possa demonstrar a ressonância dos apoios, quando o jurado ou a comissão por intermédio de um de seus membros comentará o resultado. Das normas para Concurso de Marcha Melhor Criador(a) Art. 12 Poderão participar os(as) associados (as), filhos(as),neto(as), cônjuge, nora(s), genro(s), irmão(s), pai e mãe, desde comprovada a devida ligação familiar. Parágrafo único é vedada a participação de profissionais. Art. 13 A metodologia para o julgamento da Prova do Criador(a) seguirá a mesma metodologia da estabelecida no Anexo III Regulamento para os Concursos de Marcha da Raça; Parágrafo 1º: recomenda-se que seja realizada em 20 minutos, com tempo máximo para realização da mesma de 30 minutos; Parágrafo 2º: o Jurado NÃO irá montar nos animais; Art. 14 As categorias serão divididas da forma que se segue: I- Mirim crianças, de ambos os sexos, com até 12 anos. Serão julgados animais de ambos os diagramas de marcha (batida e picada); II- Jovem jovens, de ambos os sexos, de 13 até 17 anos. Serão julgados animais de ambos os diagramas de marcha (batida e picada); III- Criadora mulheres a partir de 18 anos. Serão divididas em categorias de acordo com o diagrama de marcha do animal (batida e picada); IV- Criador homens a partir de 18 anos. Serão divididas em categorias de acordo com o diagrama de marcha do animal (batida e Picada). 28
29 Art. 15 Cada conjunto poderá fazer apenas uma inscrição em uma categoria Parágrafo 1º: É obrigatório o mínimo de 02 conjuntos, por categoria, para a realização da prova; Parágrafo 2 0 : No caso de apenas um inscrito, nas categorias Criadora ou Criador, este será automaticamente inserido na categoria do sexo oposto; Parágrafo 3º: Nas provas da Criadora ou do Criador, no caso de haver até 10 conjuntos inscritos nos dois diagramas, a prova deverá acontecer concomitantemente e os resultados serão dados separadamente. Parágrafo 4 0 : Cada animal poderá participar no máximo em duas categorias; Art. 16 Deverão ser levados em consideração, além dos itens discriminados no Art. 7º do Anexo III Regulamento para os Concursos de Marcha da Raça Campolina, aspectos na habilidade de equitação e condução durante a prova como: o conjunto cavalo- cavaleiro, o modo como o(a) apresentador(a) conduz o animal, demonstração de conhecimento básico do apresentador de itens inerentes à equitação. Os pesos utilizados na avaliação, deverão estar de acordo com o estabelecido abaixo, que totaliza 100 (cem): I- Dissociação Peso 15 (quinze) II- III- IV- Comodidade Aparente Peso 25 (vinte e cinco) Estilo Peso 15 (quinze) Regularidade Peso10 (dez) V- Desenvolvimento Peso 10 (dez) VI- Habilidade na Equitação/Condução Peso 25 (vinte e cinco) Art Serão distribuídos prêmios para Campeão(ã), Reservado Campeão(ã), 1º Prêmio, 2º Prêmio, 3º Prêmio e 4º Prêmio, devendo o jurado responsável pelo comentário efetuá-lo de forma clara e educativa exaltando não somente as qualidades do animal, como também, do conjunto cavalocavaleiro e do apresentador. Art. 18 A pontuação para efeito de Ranking para Melhor Criador/ Expositor, será aplicada ao Criador/Expositor do animal, conforme Tabela constante do Anexo I do presente Regulamento. 29
30 ANEXO IV Das Normas Gerais REGULAMENTO DE PROVAS FUNCIONAIS DA RAÇA CAMPOLINA Art. 1º As provas funcionais são provas publicas a serem realizadas durante as exposições agropecuárias, exposições especializadas e, ou eventos específicos, visando desenvolver a funcionalidade dos animais da Raça e incentivar a participação de jovens e adultos, criadores, usuários e peões. Art. 2º São de responsabilidade dos organizadores e, ou da empresa organizadora a execução das provas, assim como a disponibilização de todos os equipamentos e obstáculos necessários para a realização e a montagem e desmontagem das pistas. Art. 3º As provas serão abertas para os animais inscritos no registro Definitivo e deverão ser disputadas entre machos, fêmeas e castrados, devendo a inscrição para as provas constar no formulário de inscrições da Exposição ou evento específico. Art. 4º - O presente regulamento técnico se dará em todas as provas funcionais realizadas pela Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Campolina (ABCCC), sendo este o único instrumento hábil para reger todas as questões emergentes das mesmas, não admitindo, por isso, argumentações ou reclamações assentadas em normas existentes para competições hípicas vinculadas a outras Raças, ou modalidades similares ou não. Art. 5º - Eventuais alterações que visem, exclusivamente, o aumento da segurança para o cavaleiro, cavalo e público, serão imediatamente adotadas sem necessidade de consulta ou pré-aviso aos participantes. Art. 6º - As provas funcionais serão as de Maneabilidade, Passeio e Adestramento, Equipe de apartação, Trilha da Roça para a Cidade e Campolina em Ação, cuja regulamentação específica de cada prova se encontra ao final deste regulamento. Parágrafo único - Por questões de horário e infra-estrutura do local de realização, poderão os organizadores optar pela realização de apenas uma ou duas das três provas regulamentadas, bastando para isso, que comunique antecipadamente aos interessados e especifique na ficha de inscrição da exposição qual será realizada. Art. 7º - Cada uma das provas terá premiação própria, contemplando sempre o campeão, reservado campeão e premiações do primeiro ao quarto colocados, podendo receber como prêmio: dinheiro, troféus, diplomas, bens ou serviços que forem divulgados pela organização. Art. 8º - Todos os prêmios serão divulgados com antecedência pelos organizadores do evento e serão pagos e ou entregues aos agraciados até o encerramento do evento. 30
31 Art. 9º - Haverá as seguintes categorias em todas as provas: I - Categoria Mini-mirim - cavaleiros e amazonas com idade entre 5 e 8 anos; II - Categoria Mirim cavaleiros e amazonas com mais de 8 até 13 anos; III - Categoria Juvenil cavaleiros e amazonas com mais de 13 até 17 anos; IV - Categoria Feminina - amazonas com idade mínima de 5 anos completos; V - VI - Categoria Aberta - cavaleiros e amazonas acima de 5 anos completos; Categoria Amador - cavaleiros e amazonas acima de 5 anos completos.deverá ser composta por proprietários, criadores, seus familiares e amigos, sendo vetada a participação de profissionais (treinadores, apresentadores etc.). Parágrafo 1º Para efeitos de pontuação para melhor expositor e criador da exposição, serão computados os pontos referentes aos animais competidores em todas as categorias de cada prova separadamente e conforme a tabela de pontos do Regulamento Oficial de Exposições da Raça Campolina. Parágrafo 2º A Categoria ou modalidade que não obtiver o mínimo de 4 (quatro) inscrições não será realizada oficialmente, ficando a critério do proprietário a incorporação de seu conjunto a alguma outra categoria. Art Tanto as vestimentas como o arreamento e acessórios utilizados deverão estar em satisfatório estado de asseio e conservação, pois, no caso de qualquer dano durante a prova, o competidor sofrerá penalização, estando estes em acordo com artigo 22do Regulamento Oficial de Exposições da Raça Campolina. Parágrafo 1º - Para as provas ficam permitidos todos os tipos de sela podendo ser de qualquer modelo desde que equipada com armação, loro, estribo e cilha ou barrigueira. Parágrafo 2º - Para as provas fica permitida a utilização de gamarra móvel. Art. 11 Não poderão participar animais com defeitos adquiridos que prejudiquem a função de marchar, conforme o artigo 22do Regulamento Oficial das Exposições da Raça Campolina. Art. 12 As provas deverão ser realizadas em horários e dias estabelecidos pela organização (Art. 3 do anexo II do Regulamento Oficial das Exposições da Raça Campolina). Parágrafo 1º - Sugere-se que sejam em horários que possibilitem a maior participação de público e de conjuntos. Parágrafo 2º - Caso os organizadores, não cumpram com a realização das provas nos horários previamente estabelecidos e divulgados dificultando a sua realização, ficarão os mesmos sujeitos a terem o caso analisado pela ABCCC, e punidos de acordo com as normas da mesma. Parágrafo 3º - Esta ocorrência deverá ser comunicada à ABCCC pelos jurados da exposição e responsáveis pelas provas funcionais. 31
32 Parágrafo 4º - Aos jurados será facultado o cancelamento das provas, a qualquer tempo, caso se entenda que não está sendo oferecida boa segurança, ou que a luminosidade, a pista ou outros fatores não proporcionem a mínima condição de realização. Art Os cavaleiros sem o implemento da maioridade poderão ser aceitos nas competições desde que com autorização expressa do pai ou responsável. Art O cavalo participante deverá obrigatoriamente ter registro na Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Campolina. Art O cavalo poderá ser montado por seu proprietário ou terceiro autorizado para tal, considerando-se a inexistência de qualquer oposição. Art Ao término de cada passagem, o cavalo será vistoriado pelo diretor da prova e sua comissão, em busca de eventuais lesões causadas pelo condutor. Parágrafo único - Caso haja tais lesões, o conjunto será eliminado. Art Todos os cavalos participantes das provas estarão sujeitos ao exame de antidoping de acordo com regulamentação específica. Art Havendo necessidade de desempate em alguma colocação, os conjuntos (cavalos e cavaleiros) empatados executarão a prova novamente. Art A ordem de apresentação nas diversas provas será determinada por sorteio. Art O julgamento será feito pelos membros do quadro de jurados da ABCCC e, ou assistentes credenciados pelo COLEGIADO DE JURADOS. Art. 21 Todos os animais inscritos serão inspecionados sumariamente pelos jurados oficiais da exposição, antes do início das provas, cabendo a este o direito de impedir a participação nas provas de algum animal que não marche, esteja mal preparado fisicamente (magro), com pêlos descuidados ou obesos, podendo o animal ser examinado sem a sela e no cabresto, caso solicitado pelos jurados. Parágrafo único - Caso as provas sejam realizadas em evento especifico, fora de exposições, estas inspeções deverão ser realizadas por pessoa credenciada pelo COLEGIADO DE JURADOS. Das Inscrições Art. 22 Quando da realização de provas funcionais em exposições, as inscrições dos animais deverão ser feitas antecipadamente no formulário de inscrições oficial. Parágrafo 1º No entanto já no local da exposição deverá ser feita a inscrição do conjunto (animal e cavaleiro/amazona) para as categorias e as provas especificas que serão realizadas, sendo que sua realização fica dependendo do numero total de inscritos. 32
33 Parágrafo 2º Este serviço, assim como a organização das provas fica a cargo e responsabilidade da empresa/órgão ou pessoa responsável pela organização da exposição. Parágrafo 3º Poderão os organizadores de exposições e eventos, exigirem o pagamento de taxas de inscrições especifica para cada prova ou provas além da já cobrada para a inscrição no evento. Parágrafo 4º Porém só será aceita esta cobrança, quando da distribuição de premiações especiais a mais que troféus e medalhas, e esta cobrança deverá ser antecipadamente comunicada na ficha de inscrição para a exposição. Parágrafo 5º Poderá um participante montar mais de um animal, assim como um animal poderá ser montado por mais de um cavaleiro/amazona desde que em outra categoria. No entanto estas definições são por cada tipo de prova, estando as definições de cada inseridas nos seus regulamentos específicos. Dos Campeonatos Art Todos os animais participantes das provas concorrerão com sua pontuação aos títulos de Melhores Criadores, Expositores, Cavalo Completo e Funcional, conforme norma própria. Das considerações Finais Art Compete ao jurado, COLEGIADO DE JURADOS ou credenciado determinar que um conjunto seja impedido de apresentar-se em uma prova ou dela seja prontamente retirado, sempre que entender estar algum(ns) integrante(s) incapacitado(s) física e ou tecnicamente de completá-la sem riscos para si ou terceiros. Art. 25 Os casos omissos serão resolvidos por 1 (um) ou mais membros do CDT por 1 (um) ou mais membros do COLEGIADO DE JURADOS, por 1 (um) ou mais membros do Conselho Consultivo, por 1 (um) ou mais membros da Diretoria Executiva, conjuntamente. Parágrafo único - Na ausência dos membros acima os jurados terão autonomia para decidir. 33
34 ANEXO V I- REGULAMENTO DA PROVA DE MANEABILIDADE Art. 1º - Os objetivos da prova de maneabilidade são: I - Mostrar a qualidade de agilidade e salto dos animais da Raça; II - Os conjuntos (animal e cavaleiro/amazona) deverão ultrapassar os obstáculos montados na pista conforme o mapa anexo, no menor tempo possível, sem erros e sem faltas. 34
35 Art. 2º - A pista para realização desta prova deverá ser de areia ou grama e medindo o mínimo de 40 X 80 metros, ou poderá ser a mesma usada para os concursos de marcha. No entanto é necessária a divulgação antecipada do local para que o conjunto possa definir o seu ferrageamento. Art. 3º - São faltas e penalidades: I - derrubada de baliza, tambor e deslocamento do obstáculo de salto, receberão por cada, 5 (cinco) segundos de acréscimo no seu tempo; II - ultrapassar a linha (mesmo que imaginaria) da dimensão do recuo, acréscimo de 5 (cinco) segundos no tempo; III - efetuar a manobra de espino antes da linha demarcada para tal, será penalizado em 5 segundos de acréscimo no tempo; IV - exagero na linha de limite final do espino não é penalizado com tempo, pois ao fazê-la em distancia maior, estará o conjunto já se penalizando. Art. 4º - As desclassificações ocorrerão por: I - erro de percurso sem correção; II - exageros no comando do animal; III - desacato aos jurados; IV - demonstração clara de falta de treinamento e qualidade de execução; V - refugo por mais de três tentativas nos obstáculos de salto e recuo; VI - tempo de prova maior que o triplo do concorrente anterior; VII - não cumprimento total do obstáculo de recuo; VIII - não se apresentar no momento da chamada para efetuar sua prova. Art. 5º - Cada conjunto poderá fazer apenas uma inscrição por categoria, que lhe dará direito a duas tentativas de tempo. Havendo necessidade, poderá o conjunto ter que retornar para desempate e ou para etapas finais, quando, de acordo com o número de inscritos, tornar-se necessário a realização de etapas classificatórias. Parágrafo único - Cada animal poderá participar no máximo em duas categorias por prova (Amador, Aberta, Feminino, Mirim e Jovem). Art. 6º - Casos omissos deste regulamento serão resolvidos pelas pessoas determinadas no Art.25 do Regulamento de Provas Funcionais. Art. 7º - Este regulamento está ligado ao Regulamento de Provas Funcionais e por consequência ao Regulamento Oficial de Exposições da Raça Campolina, Regulamento Oficial das Normas de Conduta sendo assim por eles regidos. 35
36 II. REGULAMENTO DA PROVA DE PASSEIO E ADESTRAMENTO Art. 1º - Os objetivos da prova de passeio e adestramento são: I - II - III - IV - V - VI - Avaliar os diferentes andamentos naturais do cavalo marchador. Realizar e avaliar as transições entre os andamentos, além das mudanças de direção, com perfeição e sutileza; Demonstrar a docilidade, adestramento e estilo do Cavalo Campolina; Demonstrar a harmonia entre o conjunto cavalo/cavaleiro; Fortalecer as tradições e o objetivo em que a Raça foi originada; Ser ágil e breve, possibilitando a participação do máximo de participantes possíveis em diferentes categorias, tornando-se uma boa atração para o público. Art. 2º - Na avaliação da prova deve-se buscar: I - II - III - IV - V - VI - Andamentos que proporcionem o máximo de conforto ao cavalo e cavaleiro/amazona; Cavalos com boa atitude; Cavaleiro ou amazona demonstrando boa qualidade de equitação; Harmonia no conjunto cavalo-cavaleiro/amazona; O passo do animal deve ser fácil, equilibrado e com ritmo; Marcha natural com bom controle de velocidade com dissociação evidente, cômoda e desenvolta; VII - Galope médio: deve ser justo (à mão esquerda e ao pé esquerdo e vice-versa), suave, equilibrado, mantendo o ritmo e cadência; VIII - Transições suaves e equilibradas, executadas no ponto demarcado pelo jurado. Art. 3º - A pista será a mesma usada para provas de marcha e morfologia. Art. 4º - O tempo da prova não é estipulado devendo o jurado e a organização colaborarem para que haja dinamismo na execução da mesma. Art. 5º - Os participantes deverão preferencialmente montar vestidos com trajes típicos do homem ou mulher do campo brasileiro. (Calça comprida, com bota de cano longo ou perneira, camisa de abotoar de manga comprida e chapéu com aba). Parágrafo único- Em eventos especiais poderão ser definidos trajes específicos a critério da organização. Art. 6º - A pista deve ser demarcada de forma que os pontos de transição estejam delimitados previamente e facilmente visualizados e sempre ao comando do jurado nos pontos pré-determinados o conjunto cavalo-cavaleiro/amazona participante fará a seguinte sequência: I- Cumprimenta o jurado e inicia a prova ao passo no sentido anti-horário. II- Executa a transição para a marcha III- Executa a transição para o galope 36
37 IV- Executa a troca da mão de direção ao galope V- Executa a transição para a marcha VI- Executa a transição para o passo VII- Executa o auto e cumprimenta o público. Parágrafo 1º - Após o início da prova, os cavaleiros poderão segurar as rédeas com apenas uma das mãos ou com as duas mãos, dependendo do tipo de embocadura utilizada. Parágrafo 2º - O cavaleiro não pode tocar na sela ou no cavalo com sua mão livre durante a competição. Art. 7º - Durante o julgamento o jurado preencherá planilha apropriada pontuando os animais com notas de 0 a 5 com frações de 0,5 nos seguintes quesitos. I II III IV V VI VII VIII IX Qualidade do passo. Transição do passo para marcha. Qualidade da marcha. Transição da marcha para o galope. Qualidade do galope. Transição do galope para marcha. Transição da marcha para o passo. Auto Harmonia do conjunto cavalo-cavaleiro/amazona Parágrafo 1º - Os promotores farão o somatório e anunciarão as notas e o resultado final. As notas serão disponibilizadas e fixadas em local apropriada para verificação dos interessados. Parágrafo 2º - Em caso de empate, o desempate se dará, primeiramente pelas notas da marcha. Persistindo o empate, pelo item harmonia do conjunto cavalo-cavaleiro/amazona, em seguida, pela nota do item passo, em seguida pela nota do item galope. Persistindo o empate, o vencedor será apontado pelo jurado. Parágrafo 3º - O jurado se julgar necessário, poderá fazer comentário geral sobre a prova ou a algum(ns) conjuntos em particular de forma a educar e ensinar os participantes e público Art. 8º - Os participantes da prova deverão fazer inscrição previamente. Parágrafo 1º - Cada cavaleiro poderá participar no máximo em duas categorias. Parágrafo 2º - Cada animal poderá participar no máximo em três categorias Art. 9º - Casos omissos deste Regulamento serão resolvidos pelas pessoas determinadas no Art. 25 do Regulamento de Provas Funcionais. Art Este regulamento está ligado ao Regulamento de Provas Funcionais e por conseqüência ao Regulamento Oficial de Eventos da Raça Campolina, Regulamento Oficial das Normas de Conduta sendo assim por eles regidos. 37
38 III. REGULAMENTO DA PROVA EQUIPE DE APARTAÇÃO Croqui da pista: Art. 1º - A prova de Apartação consiste em: I - três cavaleiros com o objetivo de apartar em menor tempo 3 bois; II - demonstrar a habilidade, agilidade do conjunto cavalo-cavaleiro/amazona; III - simular uma situação comum na lida do gado com eqüinos. Parágrafo único - A prova deve ser ágil e breve, com o maior número possível de categorias. Art. 2º - O piso da pista deve ser de preferência de areia e de tamanho proporcional a 100 x 200 de largura e comprimento respectivamente. O curral deve ter a proporção de 16 x 16 x 24 e com entrada de 10. Parágrafo único - As medidas acima servem como parâmetro e de acordo com o local, podem possuir medidas diferenciadas desde que preservadas as proporcionalidades, visto que as condições serão iguais para todos os concorrentes. Art. 3º - O tempo da prova não deve passar do limite de 180 segundos (3 minutos), devendo a equipe de 3 pessoas apartar do rebanho e confinar no curral, 3 bois com determinados (os mesmos) números de identificação (os mesmos) e ou fitas coloridas no pescoço (de mesma cor). Parágrafo 1º - Vencerá o conjunto que apartar os bois no menor espaço de tempo. Parágrafo 2º - Quando faltarem 30 segundos para o anúncio do final da prova deve ser transmitido um aviso à equipe que estiver trabalhando com os bois. Art. 4º - Todo o gado deverá ser reunido na área demarcada para os bois, antes do inicio da contagem do tempo. O gado deve ser mantido em um circulo imaginário ao fundo da pista, acompanhado de perto por um ou dois cavaleiros (auxiliares de pista), que deverão deixar a pista quando o focinho do primeiro cavalo cruzar a linha de partida. Art. 5º - Será desclassificado o conjunto que: 38
39 I - o animal abandone a arena, seja pulando a cerca ou passando através dela. Para tanto o juiz deve entender que houve brutalidade desnecessária por parte dos cavaleiros; II - colocar algum boi de número não solicitado dentro do curral e a equipe pedir o tempo; III - contato com o gado por intermédio das mãos, chapéus, cordas, chibatas, rédeas californianas ou qualquer outro equipamento; IV - mais de 5 (cinco) bois ultrapassarem a linha central imaginária; V - a desclassificação de um dos componentes desclassificará toda a equipe; Parágrafo único - Situações não desclassificatórias: I - II - A mão pode ser abanada, desde que esteja (livre) sem chicote ou qualquer outro objeto; A queda do cavaleiro, entretanto, qualquer tentativa de trabalhar o gado feita pelo cavaleiro que está desmontado, antes de montar novamente, resultará em desclassificação da equipe. Art. 6º - Os participantes da prova deverão fazer inscrição. Parágrafo 1º - Cada participante poderá se inscrever duas vezes, porém não poderá ser repetido o mesmo trio. Parágrafo 2º - Cada animal poderá participar no máximo em três categorias Art. 7º - Casos omissos deste regulamento serão resolvidos pelas pessoas determinadas no Art.25 do Regulamento de Provas Funcionais. Art. 8º - Este regulamento está ligado ao Regulamento de Provas Funcionais e por conseqüência ao Regulamento Oficial de Exposições da Raça Campolina, Regulamento Oficial das Normas de Conduta sendo assim por eles regidos. 39
40 IV. REGULAMENTO DA PROVA TRILHA DA ROÇA PARA A CIDADE Art. 1º - Objetivo: Exaltar docilidade da raça e também sua funcionalidade. Art. 2º - Descrição: É montado um circuito dividido em etapas que devem ser realizadas em sequência conforme descrito abaixo.exceto quando indicado, toda a prova é feita com o cavaleiro/amazona montado(a) em seu cavalo ou égua, sempre ao passo ou em marcha. 1. Apresentação - O conjunto cavalo cavaleiro é apresentado, cumprimenta o público e é autorizado a iniciar a prova. 2. Capa de chuva - em uma bancada o cavaleiro pega e veste o capa. 3. Porteira - o cavaleiro abre, passa e fecha a porteira e segue até outra bancada onde retira a capa e a coloca na bancada. 4. Escada - em uma escada feita de madeira ou pedra com dois degraus, sobe até o segundo degrau e pula deste para o solo. 5. Galhos de árvore - em outra bancada pega uma corda com dois metros de comprimento, amarrada a vários ramos de árvore e os arrasta por 15 metros deixando a corda em outra bancada. 6. Túnel Atravessa um túnel de 5 metros de comprimento construído por galhas de bambus envergadas. 7. Labirinto faz o percurso de um labirinto demarcado no solo contendo curvas para a direita e para a esquerda. 8. Lago - atravessa um lago (ou lona azul) com três metros de comprimento por três de largura 9. Cidade 1 - passa por uma trilha reta circundada por balões a gás e bandeirolas. 10. Cidade 2 passa por uma rua com uma Igreja à direita e uma Venda a esquerda 11. Trailer chega em um trailer engatado em uma caminhonete, o cavaleiro/amazona desce do animal e o embarca, fecha e em seguida abre e desembarca o animal do trailer. 12. Cascos desmontado o cavaleiro puxa o animal ao passo para um círculo demarcado, onde levanta e olha os cascos de um membro anterior e de um membro posterior do cavalo 13. Despedida dentro do círculo monta novamente, e cumprimenta o público. Parágrafo único: Durante a prova serão executadas músicas caipiras e a expectativa é que a prova seja realizada em torno de 4 minutos. Art. 3º - Avaliação: Observados por três fiscais e um apontador, ganha aquele animal que fizer a prova sem faltas. O tempo será contabilizado para, em caso de empate desempatar pelo menor tempo. Parágrafo 1º: Penalidades Não executar cada etapa conforme descrito em sua totalidade. Neste caso o conjunto perde 05 pontos. A não execução de uma figura completa penaliza o conjunto em 10 pontos 40
41 Parágrafo 2º: Desclassificação - A não execução de três figuras ou queda do cavaleiro/amazona desclassifica o conjunto. Também será desclassificado o mau comportamento do animal ou agressividade do cavaleiro/amazona Art. 4º - Estrutura necessária: Na pista deverá ser montada estrutura contendo. a. Um casaco b. Uma porteira c. Uma escada em dois degraus com dois metros de largura (de pedras ou de pedras). d. Uns galhos de árvores amarrados em uma corda de 2 metros de comprimento. e. Um túnel de 5m de comprimento, 2m de largura e 2,5m de altura feitos de bambu envergados e entrelaçados f. Um labirinto com curvas para a direita e esquerda, desenhado no solo com cal, começando com largura de dois metros no princípio e cinquenta centímetros no final g. Uma simulação de um córrego com três metros de largura por três de comprimento(pode ser uma lona azul) h. Balões a gás e bandeirolas i. Uma maquete de igreja e mercearia (se possível para embelezar e dar charme) j. Uma Pick-up com um trailler k. Um círculo marcado em cal com dois metros de raio. l. 4 Bancadas m. Serviço de som n. Art. 5º - Os participantes da prova deverão fazer inscrição. Parágrafo 1º - Cada participante poderá se inscrever duas vezes, porém não poderá ser repetido o mesmo trio. Parágrafo 2º - Cada animal poderá participar no máximo em três categorias Art. 6º - Casos omissos deste regulamento serão resolvidos pelas pessoas determinadas no Art.25 do Regulamento de Provas Funcionais. Art. 7º - Este regulamento está ligado ao Regulamento de Provas Funcionais e por conseqüência ao Regulamento Oficial de Exposições da Raça Campolina, Regulamento Oficial das Normas de Conduta sendo assim por eles regidos. 41
42 V. REGULAMENTO DA PROVA CAMPOLINA EM AÇÃO Art. 1º - A Prova Campolina em Ação constitui-se em prova de avaliação zootécnica do potencial funcional do cavalo, acrescido do trabalho de condicionamento a ele aplicado. Art. 2º- A Prova Campolina em ação é obrigatória para as categorias de animais com idade superior a 36 (trinta e seis) meses, machos, fêmeas e castrados (tanto de marcha batida como de marcha picada),nas exposições especializadas com número igual ou superior a 80 animais inscritos e a não participação configura desclassificação nos campeonatos de marcha e morfologia. Art. 3º - Nas exposições especializadas o jurado de morfologia, ou inspetor de entrada de pista ou membro do quadro técnico designado para tal, será o responsável por executar o julgamento da Prova Campolina em Ação, que deverá ser realizada durante o concurso de marcha. Tão logo o jurado de marcha conclua sua análise montado no animal, este deverá ser conduzido montado pelo apresentador ao ponto de partida da Prova Funcional e executá-la retornando ao concurso de marcha até o final da prova. Art. 4º -O Jurado terá dois auxiliares de pista que poderão auxiliá-lo no controle do tempo e anotações do julgamento. Art. 5º -O resultado da classificação da Prova Funcional decidirá campeonatos de categoria nos quais haja empate entre dois ou mais animais. O resultado da prova funcional, isoladamente, definirá os Campeões e Reservados Campeões de Prova Funcional da exposição, por categoria Cavalo, Égua e Castrado tanto de marcha batida quanto de marcha picada da respectiva Exposição, tanto de marcha batida quanto de marcha picada. Art. 6º: A Prova Campolina em Ação, ainda em caráter experimental, não contribui para a pontuação do campeonato de marcha ou convencional. Art. 7º - A Prova Funcional será contra o cronômetro e para cada falta cometida pelo conjunto, serão acrescentados 5 segundos na cronometragem (tempo corrigido). Art. 8º -Nos Grandes Campeonatos não serão realizadas as provas de Campolina em Ação. Art. 9º - Os animais (machos e fêmeas) Campeões e Reservados Campeões em suas respectivas categorias concorrerão ao título de Cavalo Funcional Campeão(ã) e Reservado(a) Campeão (ã), levando para tanto, a pontuação que obteve na prova funcional, que reordenada e somada aos resultados de marcha e morfologia dos Grandes Campeonatos definirá o resultado. Art O Campeão (ã) e Reservado (a) Campeão (ã) Campolina em Ação serão os animais que somarem o menor número de pontos, considerando como critério de desempate o resultado da Prova Funcional. Se houver empate na Prova Funcional, serão consideradas, ordenadamente, as notas alcançadas nas respectivas figuras, em ordem crescente, de acordo com a sequência do percurso da prova. Art Em persistindo o empate, a colocação na prova de marcha decidirá o campeonato Cavalo Funcional. 42
43 Art No campeonato Cavalo Funcional não haverá ajuste de classificação, sendo considerado o valor absoluto das classificações. Art Considerando os diferentes tamanhos de pista existentes nas diversas regiões do país, eventualmente, o croqui oficial anexo a este regulamento, pode ser alterado no seu formato, no entanto, todas as figuras do percurso devem permanecer. O layout opcional deverá ser aprovado pelo Jurado ou por Diretor de Prova. Art Ao final da apresentação de cada conjunto, será anunciado o tempo de prova corrigido (cronometragem + faltas). No caso de uso de fotocélula e painel eletrônico o jurado poderá solicitar um cronometro auxiliar. Art As faltas cometidas pelo conjunto serão ditadas pelo auxiliar que está manuseando a planilha. O mesmo deverá registrar todos os apontamentos do jurado. Art Os conjuntos melhores classificados serão os que realizarem a prova em menor tempo corrigido. Art Para a apuração do Campeonato Cavalo Funcional, os conjuntos levarão seus tempos de prova corrigidos, não ocorrendo assim repetição da Prova Funcional. Art Em todas as figuras/obstáculos da prova o desvio intencional por parte do cavaleiro resultará em desclassificação na prova funcional, salvo em casos claros e indiscutíveis de refugo, onde o conjunto poderá fazer até três tentativas antes de desviar da figura/obstáculo. Em caso de refugo serão impostas somente as faltas previstas neste regulamento, não representando desclassificação. Art O apresentador do animal na prova funcional deverá ser sempre o mesmo do concurso de marcha. No caso de troca do apresentador o animal será automaticamente desclassificado. Art. 20 -O percurso é composto por figuras com trechos intermediários entre elas, conforme croqui. A prova é constituída de: Passo, Porteira; Passo Livre;Recuo; Marcha nas Balizas; Galope; Tambores; Salto; Estação. Art Realização do percurso: Parágrafo 1º - A sigla P.O - é utilizada na discriminação das penalizações e significa por ocorrência. Exemplo: 01 P.O 01(uma) falta por ocorrência Parágrafo 2º -VALOR DE 01(uma) FALTA: 5 segundos e penalizações, considerar P.O. como: Por Ocorrência. 43
44 I. DA LARGADA A PORTEIRA (Passo) Iniciando sua apresentação a partir da linha da largada, marcada no chão, o conjunto deve alinhar-se, realizando o passo desde a largada até a abordagem a porteira. O conjunto deve demonstrar ritmo e equilíbrio. Qualquer transição de andamento para marcha ou galope será penalizada. Nesse trecho da prova, entre a largada e a porteira não é exigido o Passo Livre, mas apenas o passo, ficando o cavaleiro livre para obter o melhor desempenho do animal com ou sem apoio das rédeas. Penalizações: a) Transição do passo para marcha ou galope - 01 P.O. b) Não realizar o passo 06 P.O II. PORTEIRA Vindo a partir da largada ao passo, o conjunto deve realizar uma abordagem lateral, mantendo a mão direita nas rédeas e usando a mão esquerda para soltar a alça de travamento, executando então o movimento de abrir, passar para o lado oposto e fechar, podendo a partir daí, enfim, retirar a mão da porteira para recolocar a alça de travamento, quando será dada por concluída a figura. Durante a abordagem e fechamento, o cavalo deve ser mantido paralelo a porteira (abordagem lateral). Ajudas básicas de adestramento como um ceder à perna podem e devem ser utilizados para se obter a abordagem correta com vistas a uma boa execução da figura. Obs.: Abordagem lateral cavalo paralelo à porteira Penalizações: a) Não realizar a abordagem lateral ou perdê-la - 01 P.O. b) Não recolocar a alça de travamento 06 c) Ao abrir e fechar a porteira, soltá-la/perder o contato da mão com a porteira - 01 P.O d) Trocar de mãos para manusear a alça ou a porteira - 01 P.O e) Pisar sobre as linhas demarcatórias alinhadas nas extremidades - 01 P.O f) Refugo - 01 P.O g) Tentar executar a figura e não obter sucesso 06P.O h) Desviar intencionalmente da porteira ou passar pela figura sem uma tentativa clara de executá-la - Desclassificação 44
45 III. DA PORTEIRA AO RECUO (Passo Livre) Após concluir a figura da Porteira o cavaleiro deve alinhar o cavalo em direção ao recuo, realizando o Passo Livre desde a porteira até transpor a segunda linha da figura com os posteriores do cavalo. O conjunto deve demonstrar ritmo, equilíbrio, amplitude nas passadas e total ausência de apoio das rédeas, de forma que o animal possa estender e alongar o pescoço, características próprias do passo livre. Qualquer tentativa de contenção do cavalo será penalizada. Somente após transpor a segunda linha da figura com os posteriores do cavalo o cavaleiro poderá retomar o apoio no sentido de iniciar o Recuo. Penalizações: a) Qualquer contenção do cavalo ou tensionamento de uma ou duas rédeas no passo livre - 01 P.O. b) Transição do passo para marcha ou galope - 01 P.O. c) Tentar executar a figura e não obter sucesso 06P.O IV. RECUO Vindo da Porteira em passo livre, o conjunto poderá retomar o apoio das rédeas após transpor a segunda linha do recuo com os posteriores do cavalo, retomando o contato e iniciando então o recuo em movimento contínuo/constante até que o cavalo, ao recuar, transponha a primeira linha da figura com os membros anteriores. Dá-se por concluída a figura, já podendo o conjunto neste momento imprimir a marcha em direção às balizas. Penalizações: a) Não transpor integralmente a segunda linha com os posteriores 06 b) Ao recuar não transpor integralmente a primeira linha com os anteriores 06 c) Qualquer interrupção do movimento do recuo - 01 P.O. d) Tocar ou transpor as linhas laterais - 01 P.O. e) Tocar, mover ou derrubar balizas - 01 P.O. f) Após tentativa clara de execução, não realizar integralmente a figura 06 P.O g) Desviar intencionalmente do recuo ou passar pela figura sem uma tentativa clara de executá-la -Desclassificação V. MARCHA NAS BALIZAS Em marcha e com ritmo constante, o conjunto deverá iniciar a figura à direita da primeira baliza, 45
46 seguindo em ziguezigue, sem alterar o andamento, seguindo até a quarta e última baliza, descrevendo o circulo de 360, com 6m de diâmetro, retornando em ziguezigue e na mesma toada, até ultrapassar a primeira das quatro balizas, quando estará liberado para o Galope na mão esquerda. Penalizações: a) Qualquer interrupção clara no ritmo da marcha - 01 P.O. b) Transição para passo ou galope - 01 P.O. c) Tocar ou transpor linha demarcatória - 01 P.O. d) Derrubar balizas ou movê-las de sua base original - 01 P.O. e) Realizar toda a figura ao galope 12 f) Erro de percurso 06P.O g) Após tentativa clara de execução, não realizar integralmente a figura 06P.O h) Desviar intencionalmente das balizas ou passar pela figura sem uma tentativa clara de executá-la - Desclassificação VI. GALOPE Após transpor integralmente a última baliza o conjunto está liberado para o galope, que deverá ser à mão esquerda, paralela e equidistante da linha demarcatória das balizas. Penalizações: a) Transições para marcha ou passo - 01 P.O. b) Tocar ou transpor a linha demarcatória do galope - 01 P.O. c) Tocar ou transpor a linha demarcatória das balizas - 01 P.O. d) Erro de percurso 06P.O e) Não realizar integralmente linha do galope até os tambores 06 P.O f) Evitar intencionalmente a execução do galope seguindo em marcha ou passo - Desclassificação VII. TAMBORES Após sair das balizas e vindo a galope, o conjunto percorrerá a figura dos tambores realizando o contorno simples para esquerda no primeiro tambor, para direita no segundo e para esquerda no terceiro, do mais próximo para o mais afastado, alinhando-se para a sequência do salto. Penalizações: a) Derrubar o tambor ou afastar da base - 01 P.O. b) Transição para o passo ou marcha - 01 P.O. c) Erro de percurso 06P.O 46
47 d) Desviar intencionalmente da figura passando para figura seguinte - Desclassificação VIII. SALTO Saindo do último tambor o conjunto seguirá para os saltos, composto de dois obstáculos em linha, equidistantes 12m, compostos por no mínimo 3 fardos de feno em cada salto, dispostos horizontalmente, com sua lateral apoiada no chão, com paraflancos laterais e leitos para varas de salto, estas com espessura de 100mm(padrão hipismo), pintadas de branco e vermelho(ou outra cor) na proporção de 33%(branco nas extremidades e vermelho no centro) Penalizações: a) Derrubar vara de salto - 01 P.O. b) Bater, derrubar ou deslocar paraflanco ou balizamento lateral 06P.O c) Não conseguir realizar o salto após tentativa clara de realizá-lo 06P.O d) Transição para o passo ou marcha - 01 P.O e) Desviar intencionalmente do salto passando para figura seguinte salvo se for após uma clara tentativa com refugo - Desclassificação Parágrafo 1º -As penalizações acima previstas são realizadas em cada obstáculo de salto, sendo o conjunto penalizado por cada falta cometida, em cada um dos obstáculos. IX. ESTAÇÃO Após transpor o último salto o conjunto deve parar dentro do círculo demarcado no chão e realizar uma Estação, que se configura pela imobilidade do conjunto e total abandono das rédeas por parte do cavaleiro. O conjunto deve permanecer parado, em Estação, por 4 segundos, quando então o jurado ordenará a paralisação do cronômetro, finalizando a contagem do tempo. A cada retomada do contato das rédeas com o intuito de conter o cavalo e mantê-lo em Estação é reiniciada a contagem dos 4 segundos, enquanto que, ao mesmo tempo, o cronômetro continua correndo. Penalizações: a) Após soltar as rédeas, retomá-las antes de 4 segundos - 01 P.O. b) Após entrar no círculo, tocar ou transpor a linha demarcatória - 01 P.O. c) Após abandonar as rédeas dentro do círculo, uma vez que o animal se mova sendo necessária a contenção por parte do cavaleiro - após três tentativas 06 P.O d) Vindo do último salto, não conseguir parar dentro do círculo, pisando ou transpondo a linha e retornando ao centro para concluir a figura 01 P.O. 47
48 e) Após tentativa clara de realizar a figura, uma vez não fazendo uso das três tentativas a que tem direito e não concluindo a execução 08 P.O f) Evitar a realização ou caracterizar a desistência da figura da estação, não concluindo a prova - Desclassificação Art Premiações: Parágrafo 1º - Campeões e Reservados Campeões Cavalo Funcional (machos e fêmeas) da exposição com pontuação específica para o ranking da exposição e geral. Parágrafo 2º - Campeão Castrado resultado da menor pontuação alcançada pela soma da colocação na prova de marcha e colocação na prova funcional, dentre os respectivos campeões e reservados. Parágrafo 3º -Melhor conjunto da Prova Funcional será conferido a quem realizou a prova funcional no menor tempo corrigido, desde que participante do concurso de marcha. 48
49 Campolina em Ação 49
50 Campolina em Ação 50
51 ANEXO VI Poeirões da Raça Campolina Art. 1º- Os Poeirões PATROCINADOS pela ABCCC seguirão a metodologia determinada abaixo: Art. 2º - ter, obrigatoriamente um Inspetor de Registro da Raça Campolina que irá verificar os documentos dos animais da Raça na entrada de pista; Art. 3º - todos os animais PREMIADOS terão seu material para exame de DNA recolhido pelo Inspetor responsável pelo evento; caso o proprietário e/ou apresentador não aceite efetuar a coleta, um representante da ABCCC, nomeado pelo CDT poderá efetuar a coleta na propriedade em que se localizar o animal; Art. 4º - A ABCCC vai arcar com os custos dos Laboratórios que efetuarão os referidos exames; Art. 5º - Para os animais que apresentarem problema quando do recebimento dos resultados dos exames Exame de DNA, deverá ser seguida a mesma metodologia já utilizada para os animais da Exposição Nacional; Art. 6º - Deverá haver ampla divulgação por site e cartas e será recomendado que os Núcleos sigam esta mesma metodologia. 51
52 ANEXO VII REGULAMENTAÇÃO DE CREDENCIAMENTO DE AIMAIS DA RAÇA CAMPOLINA PARA A SEMANA NACIONAL DO CAVALO CAMPOLINA A PARTIR DO ANO HÍPICO 2013/14 Art. 1º - A partir do ano hípico de 2013/14 somente poderão participar da Semana Nacional da Raça Campolina os animais da raça devidamente credenciados. Art. 2º - Objetiva-se com esta medida: a. Incentivar a participação de criadores e proprietários em exposições municipais, regionais, estaduais, expo-brasileira e concursos multirraciais (poeirões). b. Incentivar os núcleos e clubes da raça Campolina para que se organizem e promovam exposições em suas regiões, favorecendo aos sócios credenciamento dos seus animais. Art. 3º - Para que o animal seja credenciado deverá cumprir um dos quesitos a seguir: a. Ter sido premiado como campeão ou reservado campeão em uma das duas últimas edições da Semana Nacional do Cavalo Campolina. b. Ter sido premiado como grande campeão ou reservado grande campeão em no mínimo uma exposição especializada da raça Campolina. c. Todos os animais até 18 meses e entre 36 e 42 meses estarão credenciados para Semana Nacional Campolina. d. Ter obtido pontuação mínima de 20 pontos no ano hípico corrente. e. Ter sido julgado em duas exposições especializadas da raça Campolina. f. Critério de pontuação nas exposições especializadas da raça Campolina: Parágrafo único: O número de pontos obtidos pelos animais nas exposições deve ser multiplicado pelo número total de animais julgados na respectiva exposição e dividido por cem. Exemplo 1: Um animal campeão em uma exposição de 80 animais julgados receberá pontuação de 20 pontos que deverá ser multiplicado por 80 e dividido por 100 obtendo pontuação final de 16 pontos, não sendo ainda credenciado para Semana Nacional da Raça Campolina do ano hípico corrente. Exemplo 2: E uma exposição com 125 animais julgados o animal campeão recebe pontuação de 20 pontos que multiplicado por 125 e dividido por 100 obterá pontuação final de 25 pontos, estando credenciado para a Semana Nacional da Raça Campolina do ano hípico corrente. 52
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CRIADORES DO CAVALO CAMPOLINA
REGULAMENTO OFICIAL DE EVENTOS DA RAÇA CAMPOLINA CAPÍTULO I Dos Eventos, Exposições e suas finalidades Art. 1 - Este regulamento tem como finalidade: I - Disciplinar todos os eventos oficiais da Raça Campolina;
ALTERAÇÕES NOS REGULAMENTOS DE EVENTOS, RANKING E ANTIDOPING
ALTERAÇÕES NOS REGULAMENTOS DE EVENTOS, RANKING E ANTIDOPING ANTIDOPING Os resultados do exame antidoping passam a ser de domínio público a partir da data de divulgação do resultado pelo laboratório; Em
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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CRIADORES DO CAVALO CAMPOLINA REGULAMENTO OFICIAL DE EVENTOS DA RAÇA CAMPOLINA OS TRECHOS GRAFADOS EM NEGRITO E CAIXA ALTA SÃO APLICÁVEIS, EXCLUSIVAMENTE, À SEMANA NACIONAL DO
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I - Das Finalidades. Art.2º - Os eventos dos quais participa o Cavalo Mangalarga Marchador tem como finalidades básicas:
Regulamento Geral para Eventos Oficializados do Cavalo Mangalarga Marchador - 27/08/2009 I - Das Finalidades Art.1º - O presente Regulamento tem como finalidade oferecer a todos os interessados o roteiro
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REGULAMENTO DO FREIO DO PROPRIETÁRIO DA PROVA Art. 1º - O Freio do Proprietário da ABCCC é uma prova funcional baseada no regulamento do Freio de Ouro, e o certame competitivo engloba provas Credenciadoras,
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REGULAMENTO GERAL PARA EVENTOS OFICIALIZADOS DO CAVALO MANGALARGA MARCHADOR I - Das Finalidades Art. 1º - O presente Regulamento tem como finalidade estabelecer as normas necessárias para a realização
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ABCIF ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CRIADORES DE ILE DE FRANCE NACIONAL DO ILE DE FRANCE - 2013 REGULAMENTO DIAS 15 E 16 DE NOVEMBRO DE 2013 LOCAL PARQUE EXPOSIÇÃO DO SINDICATO RURAL DE SÃO SEPÉ SÃO SEPÉ RS
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REGULAMENTO DOS CONCURSOS DE MARCHA DE MUARES
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