POLÍTICA DE DELEGAÇÃO DE AUTORIDADE
|
|
|
- Eduarda Domingos Bento
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 POLÍTICA DE DELEGAÇÃO DE AUTORIDADE
2 POLÍTICA DE DELEGAÇÃO DE AUTORIDADE A Fundação de Previdência do Instituto EMATER FAPA considera que a autoridade flui em sentido decrescente ao passo que a responsabilidade flui em sentido crescente. Desta forma optou por instituir a Política de Delegação de Autoridade com o objetivo principal de definir a aprovação de desembolsos financeiros por níveis hierárquicos na FAPA. I DOS OBJETIVOS Artigo 1º - Esta Política de Delegação de Autoridade tem como objetivo formalizar a autorização para a realização de despesas, contratações e aquisições de bens ou serviços e, a transferência de recursos financeiros entre Fundos de Investimentos ou Carteiras Administradas nas quais aplica e, também, definir a representação legal para cada ato da FAPA. Artigo 2º - Esta política estabelece os níveis de aprovação de atos que geram dispêndios, cuja autorização requer assinatura na respectiva ficha de pagamento. No caso de comprovantes de caixa e de relatórios de despesas de viagem, estes devem ser aprovados no nível requerido, diretamente nos formulários aos quais deve estar anexa a documentação suporte. II DOS CRITÉRIOS BÁSICOS Artigo 3º - Os critérios de aprovação atenderão aos seguintes requisitos: I - Nenhum empregado ou Diretor pode aprovar suas próprias despesas. Se diretor, a aprovação caberá a outro diretor. Despesas que não sejam realizadas por um diretor, deverão constar aprovação do Diretor de Seguridade e Administração ou, na sua ausência, do Diretor Presidente. II - Em todos os documentos que dão suporte ao pagamento deve constar, obrigatoriamente, junto da assinatura, a data e a identificação da pessoa que está autorizando (nome e cargo); III - No caso da assinatura requerida referir-se ao Coordenador Financeiro e este estiver impedido de assinar o respectivo ato, caberá a um dos Diretores assiná-lo; 1
3 IV - As despesas devem ser submetidas à aprovação nos níveis requeridos em função do seu valor total. Assim, uma mesma despesa não pode ser fracionada para enquadramento em limites monetários menores e níveis de aprovação abaixo dos requeridos. Parágrafo único em caráter excepcional, despesas com viagens e locomoção urgentes e inadiáveis poderão ser aprovadas pelo próprio diretor que as realizar, sendo obrigatória posterior ratificação do ato, pelo outro diretor. III DOS ATOS Artigo 4º - Os seguintes atos irão requerer a assinatura do Diretor Presidente e do Diretor de Seguridade e Administração, para contratação ou destituição de serviços: I - Auditoria Contábil referente ao fechamento do balanço anual; II - Consultoria Contábil ou Fiscal; III - Auditoria de Benefícios e Atuarial; IV - Avaliação Atuarial; V - Bancários (abertura ou fechamento de conta-corrente). 1º - Para os atos descritos nos itens (a) a (d) será necessária a anuência prévia do Conselho Deliberativo, desde que o serviço seja não eventual e de prestação continuada. 2º - Para os atos descritos nos itens (a) e (b), quando referentes a serviços não eventuais e de prestação continuada, será necessário o acompanhamento do Conselho Fiscal. Artigo 5 º - Os seguintes atos irão requerer a assinatura do Diretor Presidente e do Diretor de Seguridade e Administração: I - Contratação ou destituição de serviços de consultoria financeira, jurídica ou de investimentos; II - Contratação ou destituição de serviços relacionados a avaliação de gestão de investimentos e custodia; III - Contratação ou destituição de serviços diversos. Parágrafo único - Para os atos descritos nos itens (a), (b) e (c), quando referentes a serviços não eventuais e de prestação continuada, será necessária a aprovação prévia do Conselho Deliberativo. Artigo 6º - A autorização para admissão e dispensa de empregados da FAPA irá requer a assinatura do Diretor Presidente ou do Diretor de Seguridade e Administração. 2
4 Artigo 7º - Os seguintes atos listados abaixo irão requerer a assinatura do Diretor Presidente e do Diretor de Seguridade e Administração: - Autorização para pagamentos de prestadores de serviços, não previstos no orçamento anual cujo valor individual seja superior a R$ 10 mil reais; II - Autorização para pagamento de tributos, taxas e contribuições, não previstos no orçamento anual, cujo valor individual seja superior a R$ 10 mil reais; III - Autorização para pagamentos de juros, multas ou autos de infração, cujo valor individual seja superior a R$ 10 mil reais, posteriormente justificadas ao Conselho Fiscal e Deliberativo; IV - Autorização para aquisição de bens ou realização de despesas gerais cujo valor individual seja superior a R$ 10 mil reais; Parágrafo único Em casos excepcionais, os itens acima listados poderão ser assinados por apenas um dos Diretores, sendo obrigatória posterior ratificação do ato pelo Conselho Fiscal. Artigo 8º - A autorização para pagamento de salários e benefícios dos Dirigentes e empregados da FAPA será atribuição do Diretor de Seguridade e Administração. Artigo 9º - Os seguintes atos irão requerer a assinatura do Diretor Presidente: I - Nomeação de Preposto para representação perante órgãos administrativos e judiciários; II - Nomeação de Preposto para representação perante Instituições Bancárias, autorizando assinatura conjunta com um diretor; III - Representação perante órgãos públicos para assuntos referentes a tributos e contribuições sociais, obrigações fiscais e previdenciárias e relativas ao Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS). Artigo 10 - Os seguintes atos listados abaixo irão requerer a assinatura do Diretor de Seguridade e Administração: I - Concessão de benefícios para os participantes da FAPA; II - Autorização para pagamento de benefícios aos participantes da FAPA; III Autorização para pagamento referente ao resgate total da conta da contribuição do participante; IV - Autorização para portabilidade de recursos do Participante. Parágrafo único Para os atos descritos nos itens (c) e (d) acima, valores superiores a R$ ,00 deverão ser aprovados conjuntamente com o Diretor Presidente. Artigo 11 - As concessões e repactuações de empréstimos aos participantes da FAPA irão requerera assinatura do Diretor de Seguridade e Administração e do Analista de Benefícios. 3
5 Artigo 12 - Os créditos provenientes de amortizações e quitações de empréstimos de participantes irão requerer a assinatura do Coordenador Financeiro. Artigo 13 Os créditos provenientes de repasse da Patrocinadora, notas promissórias/financiamentos e demais proventos referentes às questões imobiliárias deverão requerer a assinatura do Diretor de Seguridade e Administração. Artigo 14 - Os seguintes atos irão requerer a assinatura de um Diretor e do Coordenador Financeiro: I - Assinatura de cheques, ou liberações de pagamentos eletrônicos (on line); II - Autorização para pagamentos de prestadores de serviços, previstos no orçamento anual; III - Autorização para pagamentos de prestadores de serviços, não previstos no orçamento anual cujo valor individual seja inferior a R$ 10 mil reais; IV - Autorização para pagamento de tributos, taxas e contribuições, não previstos no orçamento anual, cujo valor individual seja inferior a R$ 10 mil reais; V - Autorização para pagamento de tributos, taxas e contribuições, previstos no orçamento anual; VI - Autorização para pagamentos de juros, multas ou autos de infração, cujo valor individual seja inferior a R$ 10 mil reais, posteriormente justificadas ao Conselho Fiscal e Deliberativo; VII - Autorização para aquisição de bens ou realização de despesas gerais cujo valor individual seja inferior a R$ 10 mil reais; Artigo 15 - A aprovação para pagamento de adiantamentos ou reembolsos de despesas de viagens e despesas de locomoção deverá ser feita pelo Diretor de Seguridade e Administração, observado o disposto do art. 3º. Artigo 16 - A movimentação do caixa diário da FAPA será autorizada pelo Coordenador Financeiro, não sendo admitida representação, observado o disposto do art. 3º, item (c). Artigo 17 - A transferência de recursos financeiros entre fundos de investimentos ou carteiras administradas nos quais a FAPA aplica será autorizada pelo Diretor Presidente, estatutariamente caracterizado como Administrador Estatutário Tecnicamente Qualificado - AETQ. Parágrafo único - Se o AETQ de investimentos estiver impedido de assinar a referida transferência, caberá ao Diretor de Seguridade e Administração assiná-la. Artigo 18 - A autorização para aquisição de ativos nos fundos de investimentos ou carteiras administradas através de gestão terceirizadas é de responsabilidade do AETQ. 4
6 IV DISPOSIÇÕES FINAIS Artigo 19 - Será admitida a representação do Diretor Presidente e do Diretor de Seguridade e Administração, pelo Coordenador Financeiro dotado de instrumento de delegação específico. Artigo 20 - Esta Política entra em vigor mediante aprovação pelo Conselho Deliberativo, realizada durante reunião extraordinária registrada na Ata 004 RE/CD/2010/2014 em 02 de agosto de 2011, sua vigência tem início em 01 de setembro do presente ano e terá prazo de validade indeterminado, sendo revisto sempre que necessário. Política de Delegação de Autoridade 2 01/09/2011 5
REGIMENTO INTERNO DA DIRETORIA-EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO PREVIDENCIÁRIA IBM. I - Finalidade do Regimento Interno
REGIMENTO INTERNO DA DIRETORIA-EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO PREVIDENCIÁRIA IBM I - Finalidade do Regimento Interno Art. 1º. O presente regimento tem por objetivo disciplinar o funcionamento da Diretoria-Executiva
I - DOS RECURSOS ORIUNDOS DOS ACORDOS DE EMPRÉSTIMOS OU CONTRIBUIÇÕES FINANCEIRAS NÃO REEMBOLSÁVEIS
INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 06, DE 27 DE OUTUBRO DE 2004. Dispõe sobre os procedimentos de movimentação de recursos externos e de contrapartida nacional, em moeda ou bens e/ou serviços, decorrentes dos acordos
ESTADO DA BAHIA PREFEITURA MUNICIPAL DE POJUCA. LEI Nº. 004/2010, de 04 de maio de 2010.
LEI Nº. 004/2010, de 04 de maio de 2010. Institui o Fundo Municipal de Saúde do Município de Pojuca e dá outras providências. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE POJUCA, ESTADO DA BAHIA, faço saber que a Câmara
OPERAÇÕES COM PARTICIPANTES EMPRÉSTIMO PLANOS I, II E III PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
OPERAÇÕES COM PARTICIPANTES EMPRÉSTIMO PLANOS I, II E III PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS QUEM PODE SOLICITAR EMPRÉSTIMO PARTICIPANTES ATIVOS PARTICIPANTES ASSISTIDOS Manter vínculo empregatício remunerado
Capítulo I Das Fontes de Custeio e seus limites Capítulo II Do Processo de elaboração do Orçamento Anual... 3
ÍNDICE PÁGINA Capítulo I Das Fontes de Custeio e seus limites... 2 Capítulo II Do Processo de elaboração do Orçamento Anual... 3 Capítulo III Da execução do Orçamento Anual... 3 Capítulo IV Do controle,
REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA FUNDAÇÃO PROMON DE PREVIDÊNCIA SOCIAL. Regulamento do Plano de Gestão Administrativa Página 1
REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA FUNDAÇÃO PROMON DE PREVIDÊNCIA SOCIAL Regulamento do Plano de Gestão Administrativa - 2010 Página 1 CAPÍTULO I - A FUNDAÇÃO E OBJETIVO DO PRESENTE Artigo 1
Política de Compras e Contratação de Serviços
Política de Compras e Contratação de Serviços Versão 1.0 Elaborada em dezembro de 2017 SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. DIRETRIZES... 3 3. ABRANGÊNCIA... 3 4. ORIENTAÇÕES GERAIS... 3 4.1 Processo de Compra
Prova Funpresp-Jud 2016 SUMÁRIO 1. PROVA RESOLVIDA DA FUNPRESP-JUD 2016 CARGO 6 ANALISTA DE INVESTIMENTOS GABARITO... 11
Prova Funpresp-Jud 2016 SUMÁRIO 1. PROVA RESOLVIDA DA FUNPRESP-JUD 2016 CARGO 6 ANALISTA DE INVESTIMENTOS... 2 2. GABARITO... 11 Prezado aluno, seja bem-vindo!!! Segue a resolução da prova de conhecimentos
ENERPREV - PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DO GRUPO ENERGIAS DO BRASIL REGIMENTO INTERNO
ENERPREV - PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DO GRUPO ENERGIAS DO BRASIL REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA FINALIDADE Art. 1º - O presente Regimento tem por finalidade disciplinar o funcionamento e os procedimentos
REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO
REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO Art. 1º Este documento, doravante denominado Regulamento de Empréstimo, estabelece os direitos e as obrigações da Boticário Prev, dos Participantes e Assistidos, para a concessão
Política de Pagamentos
Razão de ser: Objectivos: Esta política visa implementar metodologias coerentes e convergentes relativas a pagamentos e descontos financeiros, com vista ao cumprimento de responsabilidades e garantindo
PROCEDIMENTO DE CONTRATAÇÕES E GESTÃO DE CONTRATOS DA FACEPI
PROCEDIMENTO DE CONTRATAÇÕES E GESTÃO DE CONTRATOS DA FACEPI SUMÁRIO 1 Objetivo... 03 2 Competência e responsabilidade... 03 3 Forma de execução... 03 4 - Cadastro de fornecedores... 04 5 Documentação
Sociedade Civil FGV de Previdência Privada Regulamento do Plano de Gestão Administrativa
Sociedade Civil FGV de Previdência Privada Regulamento do Plano de Gestão Administrativa Aprovado pelo Conselho Deliberativo na reunião realizada em 15/01/2010 Conteúdo 1. Do Objeto...1 2. Das Definições...2
CAGEPREV - REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS
1 - OBJETIVO CAGEPREV - REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS 1.1 Estabelecer normas para concessão de empréstimos aos participantes ativos e assistidos. 2 - QUALIFICAÇÃO PARA O EMPRÉSTIMO 2.1 Ser
PESQUISA FUNDEPES CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 003/2015
FUNDAÇÃO UNIVERSITÁRIA DE DESENVOLVIMENTO DE EXTENSÃO E PESQUISA FUNDEPES CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 003/2015 DISPÕE SOBRE A CONCESSÃO DE SUPRIMENTO DE FUNDOS PELA FUNDAÇÃO UNIVERSITÁRIA DE DESENVOLVIMENTO
MANUAL DE CONTROLES INTERNOS PARTE II POLÍTICAS CORPORATIVAS
8 As concessões de empréstimo, financiamento e renegociações devem obedecer as regras estipuladas nesta política. 8.1 - Crédito Pessoal a) Finalidade Empréstimo sem justificativa específica. b) de pagamento
INSTRUÇÃO PREVIC Nº 28, DE 12 DE MAIO DE 2016.
EDIÇÃO 91, SEÇÃO I, PÁGINA 183, DE 13 DE MAIO DE 2016 INSTRUÇÃO PREVIC Nº 28, DE 12 DE MAIO DE 2016. Estabelece procedimentos para certificação, habilitação e qualificação dos membros da diretoria-executiva,
REGULAMENTO DA CERTIFICAÇÃO POR EXPERIÊNCIA
REGULAMENTO DA CERTIFICAÇÃO POR EXPERIÊNCIA 2016 1 1. Este Regulamento contém as regras adotadas pelo ICSS para a Certificação por Experiência de Profissionais, através do reconhecimento da sua capacitação
REGULAMENTO. CONSIDERANDO que o Programa de Colaborador Voluntário deve estar adequado à missão e aos objetivos da Instituição;
REGULAMENTO Estabelece normas para o Programa de Colaborador Voluntário no âmbito do O INSTITUTO OSWALDO CRUZ, no uso de suas atribuições legais e estatutárias e, CONSIDERANDO a Portaria do nº 045/2016
INSTRUÇÃO MPS/PREVIC/DC Nº 01, DE 12 DE ABRIL DE DOU DE 15/04/2013
INSTRUÇÃO MPS/PREVIC/DC Nº 01, DE 12 DE ABRIL DE 2013 DOU DE 15/04/2013 Estabelece orientações e procedimentos a serem adotados pelas entidades fechadas de previdência complementar para a solicitação de
BALANÇO PATRIMONIAL ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014
BALANÇO PATRIMONIAL ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO DE 214 CONTA 1. ATIVO 1.2. ATIVO CIRCULANTE 1.2.1 Disponível 1.2.1.1 Caixa 1.2.1.2 Cobrança Vinculada 1.2.1.3 Bancos Conta Movimento 1.2.2 Realizável 1.2.2.
RESOLUÇÃO CFC N.º 1.272/10. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,
NOTA - A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC TE 11 para ITG 2001 e de outras normas citadas: de NBC T 19.27 para NBC TG 26; de NBC T 1 para NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL.
Para fins de auditoria do Selo EJ 2017, deve constar no Estatuto:
MANUAL DE AUDITORIA a. OBJETIVO Uniformizar a auditoria entre as Federações e Núcleos e apresentar às empresas juniores os itens auditados em cada um dos critérios do Selo EJ de forma complementar ao Edital
MANUAL DE INSTRUÇÕES GERAIS MIG REGULAÇÃO INSTITUCIONAL REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL - SICOOB AGRORURAL
MANUAL DE INSTRUÇÕES GERAIS MIG REGULAÇÃO INSTITUCIONAL REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL - SICOOB AGRORURAL 1/6 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DO VALE
DECRETO Nº 4.751, DE 17 DE JUNHO DE 2003.
DECRETO Nº 4.751, DE 17 DE JUNHO DE 2003. Dispõe sobre o Fundo PIS-PASEP, criado pela Lei Complementar nº 26, de 11 de setembro de 1975, sob a denominação de PIS-PASEP, e dá outras providências. O PRESIDENTE
PORTARIA INTERMINISTERIAL CGU/MF/MP 507/2011 DOU, 28/11/2011
PORTARIA INTERMINISTERIAL CGU/MF/MP 507/2011 DOU, 28/11/2011 Conceitos CONCEDENTE/CONTRATANTE: Órgão do Governo Federal responsável pela transferência de recursos financeiros; COVENENTE/CONTRATADO: Prefeitura
INSTRUÇÃO NORMATIVA N 07/03
INSTRUÇÃO NORMATIVA N 07/03 Ver também Alerta 001/2005 (MG de 22.03.05 ); Alerta 002/2008; IN 2/10 Estabelece normas de fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial nas Administrações
Associados com mais de 3 salários base de capital na Cooperativa
4. POLÍTICA DE EMPRÉSTIMO tipuladas nesta política. 4.1 Crédito Pessoal a) Finalidade b) de pagamento Todos os associados Associados com mais de 3 salários base de capital na Cooperativa Até 36 meses Até
DECRETO Nº 566, DE 10 DE JUNHO DE 1992
DECRETO Nº 566, DE 10 DE JUNHO DE 1992 Aprova o Regulamento do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição,
Anexo 12 - Balanço Orçamentário
Anexo 12 - Balanço Orçamentário BALANÇO ORÇAMENTÁRIO EXERCÍCIO: PERÍODO (MÊS) : DATA DE EMISSÃO: PÁGINA: PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS SALDO RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS INICIAL ATUALIZADA REALIZADAS (a) (b) c
POLÍTICA DE ALÇADAS DO GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO. Elaboração Revisão Aprovação
POLÍTICA DE ALÇADAS DO GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO Elaboração Revisão Aprovação Gerência Financeira Diretoria; Auditoria Interna; Assessoria Jurídica; Gerência de Governança, Riscos e Conformidade; Gerência
MANUAL DE NORMAS LAM LETRA DE ARRENDAMENTO MERCANTIL
MANUAL DE NORMAS LETRA DE ARRENDAMENTO MERCANTIL VERSÃO: 01/4/2009 2/8 MANUAL DE NORMAS LETRA DE ARRENDAMENTO MERCANTIL ÍNDICE CAPÍTULO PRIMEIRO DO OBJETIVO 3 CAPÍTULO SEGUNDO DAS DEFINIÇÕES 3 CAPÍTULO
uturo previden EMPRÉSTIMO PESSOAL Regulamento de
uturo Regulamento de EMPRÉSTIMO PESSOAL previden I DA FINALIDADE... 3 II DAS DEFINIÇÕES... 5 III DA SOLICITAÇÃO DO EMPRÉSTIMO... 8 IV DA APROVAÇÃO DO EMPRÉSTIMO... 10 V LIMITES DA CONCESSÃO DO EMPRÉSTIMO...
ATOS DA FMEL - FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE ESPORTE E LAZER DE ITAJAÍ EDITAL Nº. 001/2016 LEI MUNICIPAL DE INCENTIVO AO ESPORTE
ATOS DA FMEL - FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE ESPORTE E LAZER DE ITAJAÍ EDITAL Nº. 001/2016 LEI MUNICIPAL DE INCENTIVO AO ESPORTE O Superintendente da Fundação Municipal de Esporte e Lazer de Itajaí, no uso de
CONSIDERANDO a necessidade de revisão e unificação das normas e critérios referentes à operação da Seção Farmacêutica do IMASF;
REGULAMENTA A OPERAÇÃO, A COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS E A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELA FARMÁCIA DO IMASF, CRIA O FUNDO DE CAIXA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. OVÍDIO PRIETO FERNANDES, Presidente do 19º Conselho
Parágrafo único É permitida a reeleição de membro da Diretoria Executiva desde que somente para o mandato subsequente.
O Conselho Deliberativo do Condomínio Nossa Fazenda, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso VII do artigo 45 da Convenção de Condomínio, de 18 de dezembro de 1999, resolve promulgar
Plano de Benefícios Enersul
Plano de Benefícios Enersul ENERPREV - RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES -204 ENERPREV - RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES -204 ENERPREV - RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES -204 Demonstração do ativo líquido - Plano
PERGUNTAS FREQUENTES PLANO DE BENEFÍCIOS FAF CNPB Nº
1 - Quem pode ingressar no Plano de Benefícios FAF? O Plano de Benefícios está fechado ao ingresso de novos Participantes desde 01.01.2003. 2 - Como são fixadas as contribuições mensais dos Participantes
Regulamento do Bradesco Fundo de Investimento em Ações - Livre Fácil. Capítulo I - Do Fundo. Capítulo II - Da Denominação do Fundo
Regulamento do Bradesco Fundo de Investimento em Ações - Livre Fácil Capítulo I - Do Fundo Artigo 1 o ) O Bradesco Fundo de Investimento em Ações - Livre Fácil, regido pelas disposições do presente Regulamento
Calendário de Obrigações Institucionais - ABRAPP
Obrigações Contábeis e de Investimento A cada 3 anos Reavaliação dos Imóveis Resolução CMN 3.456, de 01/06/2007, artigo 32, inciso II e Instrução SPC nº 14, de 18/01/2007, art. 8º. Anualmente Encaminhar
Regimento Interno da Sociedade Previdenciária Du Pont do Brasil
Regimento Interno da Sociedade Previdenciária Du Pont do Brasil Regimento Interno da SOCIEDADE 1 Sumário CAPÍTULO I DA SOCIEDADE... 03 CAPÍTULO II DAS PATROCINADORAS...04 CAPÍTULO III DOS PARTICIPANTES...06
INSTRUÇÃO PREVIC Nº 23, DE 26 DE JUNHO DE 2015.
Edição 121, página 49, de 29 de junho de 2015 INSTRUÇÃO PREVIC Nº 23, DE 26 DE JUNHO DE 2015. Estabelece orientações e procedimentos a serem adotados pelas entidades fechadas de previdência complementar
