Circular n. 0 5/SCTT/2012
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- Mafalda Carreira Imperial
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1 Circular n. 0 5/SCTT/2012 Inspeções técnicas periódicas, inspeções para atribuição de matrícula e inspeções extraordinárias de veículos a motor e seus reboques - Aplicação do Decreto-Lei n /2012, de 11 de julho, e do Decreto Legislativo Regional n. 0 18/2004/A, de 13 de maio, alterado pelo Decreto Legislativo Regional n. 0 40/2006/A, de 31 de outubro Considerando que o Decreto-Lei n /2012, de 11 de julho, veio regular as inspeções técnicas periódicas, as inspeções para atribuição de matrícula e as inspeções extraordinárias de veículos a motor e seus reboques, previstas no artigo 116. o do Código da Estrada, transpondo para a ordem jurídica interna a Diretiva n. o 2009/40/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 6 de maio de 2009, relativa ao controlo técnico dos veículos a motor e seus reboques, e a Diretiva n /48/UE, da Comissão, de 5 de julho de 2010, que adapta ao progresso técnico a referida Diretiva n. o 2009/40/CE; Considerando que a matéria de inspeções periódicas de veículos encontra-se igualmente regulada por legislação regional, mais concretamente pelo Decreto Legislativo Regional n. 0 18/2004/A, de 13 de maio, alterado pelo Decreto Legislativo Regional n. 0 40/2006/A, de 31 de outubro, que adaptou à Região Autónoma dos Açores o Decreto-Lei n. o 554/99, de 16 de dezembro, diploma que foi agora revogado pelo decreto-lei anteriormente referido; Considerando que importa esclarecer a aplicação de ambos os regimes anteriormente referidos na Região Autónoma dos Açores, enquanto não for aprovada e publicada nova legislação regional sobre esta matéria. Assim, e tendo em conta o princípio da supletividade da legislação nacional previsto no n. 0 2 do artigo da Constituição e no artigo do Estatuto Político-Administrativo da Região Autónoma dos Açores, informa-se o seguinte: Circular 5/SCTT/2012 -Página 1 de 6
2 1. O Decreto-Lei n /2012, de 11 de ju~ho, aplica-se na Região Autónoma dos Açores, exceto naquilo que esteja previsto e regulado no Decreto Legislativo Regional n. 0 18/2004/A, de 13 de maio, alterado pelo Decreto Legislativo Regional n. 0 40/2006/A, de 31 de outubro. 2. Os veículos sujeitos a inspeções periódicas e a periodicidade dessas inspeções, na Região Autónoma dos Açores, são os indicados no quadro resumo anexo à presente circular (Anexo 1). 3. Sem prejuízo do disposto nas alíneas b) e c) do n. 0 1 do artigo 14 do Decreto Legislativo Regional n. 0 18/2004/A, de 13 de maio, o regime contraordenacional previsto no artigo do Decreto-Lei n /2012, de 11 de julho, aplica-se, com as necessárias adaptações, na Região Autónoma dos Açores, juntando-se em anexo as codificações dos autos em uso na ANSR, que deverão ser observadas nos autos de contraordenação elaborados pelas entidades autuantes (Anexo 11). Ponta Delgada, 31 de agosto de 2012 O Coordenador dos Transportes Terrestres ~+"~ Rui Gregório Santos Circular 5/SCTT/2012 -Página 2 de 6
3 Anexo I Veículos sujeitos a inspeção periódica e periodicidades na Região Autónorna dos Açores Tipo Veículos Periodicidade Obs Automóveis pesados de passageiros (M2 e M3) Um ano após a data da primeira matrícula e, em seguida, anualmente. - 2 Automóveis pesados de rrercadorias (N2 e N3) Um ano após a data da primeira matrícula e, em seguida, anualmente Reboques e semirreboques com peso bruto igual ou superior a 750 kg e não superior a 3500 kg, com Dois anos após a data da primeira matrícula e, em seguida, anualmente exceção dos reboques agrlcolas (02) Reboques e semirreboques com peso bruto superior a 3500 kg, com excepção dos reboques Um ano após a data da primeira matrícula e, em seguida, anualmente. agrícolas ( 03 e 04) 4 - Automóveis ligeiros licenciados para transporte público de passageiros e ambulâncias Um ano após a data da primeira matricula e, em seguida, anualmente. 5 - Automóveis ligeiros de rrercadorias (N1) Q.Jatro anos após a data da primeira matrícula e, em seguida, de dois em dois anos 6 - Automóveis ligeiros de passageiros (M1) 7 Automóveis utilizados no transporte escolar e automóveis ligeiros licenciados para a instrução OJatro anos após a data da primeira matrícula e, em seguida, de dois em dois anos Um ano após a data da primeira matrícula e, em seguida, anualmente. I I! 8 - Restantes automóveis ligeiros OJatro anos após a data da primeira matrícuía e, em seguida, de dois em dois anos 9 - Automóveis pesados e reboques com peso bruto superior a 3500 kg utilizados por corporações de bombeiros e suas associações e outros que Um ano após a data da primeira matrícula e, em seguida, anualmente rararrente utilizam a via pública, designadarrente os destinados a transporte de mrterial de circo ou feira 10- Motociclos lndependenentente da cilindrada OJatro anos após a data da primeira matrícula e, em seguida, anualmente 11- Triciclos (L5e), com chindrada superior a 250 cm3 OJatro anos após a data da primeira matrícula e, em seguida, de dois em dois anos até prefazer 8 anos e, depois, anualmente 12- Quadriciclos (L6e e L7e), com cilindrada superior OJatro anos após a data da primeira matrícula e, em seguida, de dois em dois a 250cm3 anos até prefazer 8 anos e, depois, anualmente 13 - Ciclomotores Quatro anos após a data da primeira matrícula e, em seguida, anualmente 14 - Tractores agrícolas e seus reboques, independenterrente do seu peso bruto OJatro anos após a data da primeira matrícula e, em seguida, anualmente. DLR n 18f2004/A, de 13-05, com asa ~erações do DLR n. 0 40/2006/A, de DL n , de Circular 5/SCTT/2012- Página 3 de 6
4 Anexo 11 ARTIGO 4. 0 n. 0 2 CODIFICAÇÃO DE INFRACÇÕES EM USO NA ANSR INSPECÇÕES PERIÓDICAS (Decreto-Lei n /2012, de 11 de julho) Utilização de veículo sem que o mesmo tenha sido submetido a inspeção extraordinária destinada a identificar (ou confirmar) as condições de segurança, em consequência da alteração das suas características por acidente (ou outras causas), cujos elementos do quadro e ou de direção, da suspensão (ou da travagem) tenham sido gravemente afetados, não permitindo que o veículo possa deslocar-se pelos seus próprios meios em condições de segurança. Coima: 250 a art n. 0 2, alínea a) Utilização de motociclo (ou de triciclo ou de quadriciclo) sem que o mesmo tenha sido submetido a inspeção extraordinária destinada a identificar (ou confirmar) as condições de segurança, em consequência da alteração das suas características por acidente (ou outras causas), cujos elementos do quadro e ou de direção, da suspensão (ou da travagem) tenham sido gravemente afetados, não permitindo que o veículo possa deslocar-se pelos seus próprios meios em condições de segurança. Coima: 120 a 600- art n. 0 2, alínea a) ARTIGO 4. 0 n. 0 3 Utilização de veículo a motor (ou de reboque) anteriormente matriculado, sem que o mesmo tenha sido sujeito a inspeção para atribuição de nova matrícula, para identificar o veículo, as respetivas caraterísticas e confirmar as suas condições de funcionamento e de segurança. Coima: 250 a art n. 0 2, alínea a) Utilização de motociclo (ou de triciclo ou de quadriciclo) anteriormente matriculado, sem que o mesmo tenha sido sujeito a inspeção para atribuição de nova matrícula, para identificar o veículo, as respetivas caraterísticas e confirmar as suas condições de funcionamento e de segurança. Coima: 120 a 600- art n. 0 2, alínea a) Circular 5/SCTT/2012 -Página 4 de 6
5 ARTIGO 7. 0 N. 0 1 Utilização de veículo sem que o mesmo tenha sido submetido a inspeção periódica obrigatória dentro do prazo legal. Coima: 250 a art n. 0 2, alínea a) Utilização de motocido, triciclo ou quadriciclo sem que o mesmo tenha sido submetido a inspeção periódica obrigatória dentro do prazo legal. Coima: 120 a 600- art n. 0 2, alínea a) ARTIGO 7. 0 N. 0 2 Utilização de veículo sem que o mesmo tenha sido submetido a inspeção periódica obrigatória semestral dentro do prazo legal. Coima: 250 a art n. 0 2, alínea a) ARTIGO N. 0 2 Utilização de veículo efetuando transporte de passageiro (ou de carga), não aprovado em inspeção por apresentar deficiências do tipo 2 no sistema de direção (ou de suspensão ou de travagem). Coima: 250 a art n. 0 2, alínea b) Utilização de motociclo (ou de triciclo ou de quadriciclo) efetuando transporte de passageiro (ou de carga), não aprovado em inspeção por apresentar deficiências do tipo 2 no sistema de direção (ou de suspensão ou de travagem). Coima: 120 a 600- art n. 0 2, alínea b) ARTIGO N. 0 3 Circulação de veículo que apresente deficiências do tipo 3 para além da deslocação ao local da reparação e posterior regresso ao centro de inspeção. Coima: 250 a art n. 0 2, alínea b) Nota: Apreensão do documento de identificação do veículo pelo agente autuante no momento da fiscalização- n. o 7 do art. o 13 e alínea f) do n. o 1 do art. o 161. o do Código da Estrada. Circular 5/SCTT/ Página 5 de 6
6 Circulação de motociclo (ou de triciclo ou de quadriciclo) que apresente deficiências do tipo 3 para além da deslocação ao local da reparação e posterior regresso ao centro de inspeção. Coima: 120 a 600- art n. 0 2, alínea b) Nota: Apreensão do documento de identificação do veículo pelo agente autuante no momento da fiscalização - n. o 7 do art. o 13 e alínea f) do n. o 1 do art. o 161. o do Código da Estrada. Circular 5/SCTT/2012 -Página 6 de 6
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