Requisitos de Atividades Críticas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Requisitos de Atividades Críticas"

Transcrição

1 Requisitos de Atividades Críticas Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Novembro/2016

2 Mensagem Valer Prezados, A Vale acredita que A Vida em Primeiro Lugar é um valor inegociável. Para que este valor seja disseminado e efetivamente praticado, assegurando a integridade física de todos os empregados nas operações e projetos da Vale, foram estabelecidos requisitos sistêmicos que representam o sistema de gestão de Saúde e Segurança. Para suportar a implementação de ações com foco na prevenção de fatalidades, foram estabelecidos requisitos para execução de atividades críticas na Vale, por meio do PTP Neste Padrão Técnico de Processo, há a definição de capacitações obrigatórias para cada uma das atividades críticas. Visando padronizar e garantir quais os conteúdos mínimos que devem ser aplicados nas áreas, a Valer, em conjunto com a diretoria de Saúde e Segurança, definiu o documento de Diretrizes Educacionais para as ações de capacitação em atividades críticas. A Vale está agindo globalmente na prevenção de perdas, na garantia da saúde e na mitigação de eventos que possam impactar as pessoas, os ativos e a reputação da empresa. Isso porque a Vale quer ser uma empresa reconhecida em todo o mundo como modelo de excelência em gestão de Saúde e Segurança Ocupacional, por sua estrutura, seus sistemas, seus processos, suas políticas e seus resultados.

3 Conto com o comprometimento de todos vocês para, juntos, construirmos uma empresa ainda mais eficiente, enxuta e austera. Para isso, não podemos descuidar da saúde e segurança, lembrando sempre do nosso valor A Vida em Primeiro Lugar e da importância de praticar o Cuidado Ativo Genuíno. Murilo Ferreira Diretor Presidente (CEO) RASCUNHO

4 SUMÁRIO Objetivos deste Documento 5 Envolvidos na Elaboração deste Documento 5 Aplicação deste Documento 5 Estratégia Educacional 5 RAC para Profissionais que Exercem Atividades Críticas 6 Solução Educacional 6 Implementação das Ações de Capacitação 6 Para as Empresas Prestadoras de Serviço 11 Currículos de Capacitação 11 Ações de Capacitação 13 Noções de Primeiros Socorros 13 Primeiros Socorros Avançado 13 Permissão de Trabalho 14 Prevenção de Riscos em Trabalhos em Altura 15 Direção Preventiva Teórica 16 Direção Preventiva Prática 17 Direção Preventiva Online 18 Prevenção de Riscos em Equipamentos Móveis 18 Prevenção de Risco em Bloqueio e Etiquetagem 19 Prevenção de Riscos em Içamento de Cargas 20 Proteção Respiratória 21 Área Classificada 22 Prevenção de Riscos em Espaço Confinado Para Supervisores de Entrada 22 Prevenção de Riscos em Espaço Confinado Para Vigias e Empregados Autorizados 24 Reciclagem Prevenção de Riscos em Espaço Confinado 25 Prevenção de Riscos em Explosivos 26 Prevenção de Riscos no Trabalho com Eletricidade 27 Segurança no Sistema Elétrico de Potência SEP 29 Reciclagem Prevenção de Riscos nos Trabalhos com Eletricidade 31 Prevenção de Riscos em Metais Líquidos 32 RAC para Gestores Imediatos 33 Solução Educacional 33 Implementação das Ações de Capacitação 33 Para as Empresas Prestadoras de Serviço 35

5 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov 16 5 Objetivos deste Documento No PTP , estão estabelecidos requisitos para a execução de atividades críticas, dentre eles, ações de capacitação com o objetivo de: Desenvolver a percepção de riscos. Aumentar a capacidade de antecipar e prevenir incidentes. Assim, este documento apresenta os requisitos mínimos obrigatórios para a implantação das ações de capacitação geradas a partir de instrução e normas regulamentadoras. Envolvidos na Elaboração deste Documento O presente documento foi desenvolvido pela Valer Educação Vale e pela diretoria de Saúde e Segurança, em parceria com as equipes regionais de Educação e de Saúde e Segurança das áreas de negócio. Aplicação deste Documento Brasil Este documento deve ser obrigatoriamente aplicado na Vale em todo o Brasil, incluindo nas empresas prestadoras de serviço. Para as demais empresas nas quais a Vale detenha participação, recomendamos a sua aplicação. Áreas internacionais A Valer Educação Vale e a diretoria de Saúde e Segurança recomendam a utilização deste documento como parâmetro para o desenvolvimento de diretrizes de capacitação aderentes à legislação local. Estratégia Educacional As ações de capacitação apresentadas neste documento referem-se à prevenção de riscos em atividades críticas, não tendo caráter de formação profissional para o exercício da função (como: operador de equipamentos móveis, eletricista, montador de andaime). É essencial que o empregado tenha capacitação técnica prévia bem como as certificações necessárias para o exercício da função.

6 6 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov 16 RAC para Profissionais que Exercem Atividades Críticas Solução Educacional A solução educacional desenvolvida consiste em ações de capacitação teórico-práticas. Esta estratégia possibilita o aprendizado por meio da apresentação de conceitos, procedimentos e recursos utilizados no planejamento e na execução das atividades críticas. As estratégias para apresentação do conteúdo devem ser orientadas por intermédio de: apresentação de riscos associados, medidas de controle e comportamentos seguros para cada tipo de atividade crítica; exposição de casos de situações com potencial de incidentes para análise e discussão; demonstração e manuseio, sempre que possível, de equipamentos de proteção indicados para a atividade crítica; utilização de instrumentos de medição em situações simuladas; utilização de ilustrações, infográficos e vídeos apontando práticas de comportamento seguro. Implementação das Ações de Capacitação Mapeamento do público-alvo Somente os profissionais que efetivamente exercerão atividades críticas devem ser mapeados, conforme estabelecido no PTP Não é recomendável que sejam treinados profissionais para ficar na condição de banco de reserva, a fim de evitar: execução de atividades críticas por empregados que não as realizam no dia a dia; ocupar vaga de pessoas que realmente necessitem do treinamento; custos desnecessários. Fique Atento! Nas unidades da Vale onde o sistema VES está implantado, o currículo do RAC deve ser associado ao plano do empregado para que a periodicidade das reciclagens possa ser acompanhada. Não associe ações/itens soltos.

7 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov 16 7 Mapeamento dos instrutores O mapeamento dos instrutores para as ações de capacitação deve observar o perfil mínimo obrigatório: conhecimento técnico específico da ação de capacitação a ser ministrada; experiência comprovada em S&S aplicada no dia a dia de áreas operacionais de, no mínimo, 2 (dois) anos; para instrutor Vale: multiplicador chancelado pelo Programa de Formação de Agentes Educacionais; para instrutor de empresa contratada ou instrutor de empresa fornecedora de treinamento: experiência comprovada como instrutor ou certificado em cursos de formação didática ou semelhante; ensino médio completo; desejo de ser instrutor; reconhecido como um profissional que trabalha de forma alinhada com os valores da Vale. Nota: Para RAC 01 e RAC 10, os instrutores devem estar sob a responsabilidade de técnicos ou engenheiros de segurança no trabalho, de acordo com a NR 35 e NR 10 respectivamente. Nesses casos, é necessária uma declaração do responsável técnico de S&S descrevendo que o instrutor está apto a ministrar o treinamento. Validação do conhecimento técnico e da proficiência/experiência A comprovação pode ser feita por meio de registro ou documento, tais como: atestado de capacidade técnica; registro em carteira de trabalho; declaração de gestores registrada por ; certificado de condução de treinamentos na área; avaliação de conhecimento técnico; dentre outros. A comprovação técnica deve ser específica para o tema que o instrutor irá ministrar as aulas. Nota: Não há obrigatoriedade de prova de conhecimento para chancela do instrutor. Essa decisão deve ser tomada pelos responsáveis das áreas de Saúde e Segurança e Educação, de acordo com o contexto local.

8 8 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov 16 Viabilização da oferta das ações de capacitação em RAC A oferta de ações de capacitação pode ser viabilizada das seguintes formas: para empregados Vale, por meio de instrutores internos Vale; para prestadores de serviço, por meio de instrutores internos da empresa contratada; ou para empregados Vale e prestadores de serviço, por meio de fornecedor de treinamento. Recomendamos que o número de participantes por turma não exceda 25 pessoas para maior efetividade do treinamento. Para RAC 02, a recomendação é de no máximo 12 pessoas por turma. Na Vale, o planejamento da oferta dos treinamentos precisa ser conduzido entre as áreas de negócio e as equipes de S&S e Educação locais, considerando que os conteúdos definidos no material-padrão e os conteúdos específicos sejam trabalhados como uma única ação. Fique Atento! Os currículos de capacitação dos RAC 01, RAC 06 e RAC 10 substituem, em caráter de equivalência, os treinamentos nas NR 35, NR 33 e NR 10 respectivamente. Caso sejam realizados os treinamentos de NR, o profissional deve ser treinado somente nos conteúdos e procedimentos específicos da área/região em que irá atuar. Porém, fica a critério da área de negócio, saúde e segurança e educação da localidade, em conjunto, decidirem aceitar ou não estes certificados. Determinadas ações que compõem os currículos de capacitação em RAC não possuem reciclagem obrigatória, ou seja, não possuem periodicidade. São elas: Noções de Primeiros Socorros, Proteção Respiratória, Permissão de Trabalho, Área Classificada e Primeiros Socorros Avançado. Fornecedor de treinamento As áreas de Educação e de Saúde e Segurança regionais devem, em conjunto, avaliar e autorizar os fornecedores de treinamento, considerando os seguintes critérios: registro de atuação no ramo de educação e/ou treinamento em seu contrato social; instrutores com perfil citado anteriormente neste documento; qualidade do material didático complementar, caso haja; capacidade de atendimento da demanda regional mapeada. Todos esses critérios devem ser analisados antes da chancela final do fornecedor de treinamento. As empresas prestadoras de serviço, por meio do seu responsável técnico, devem garantir procedimento similar ao adotado na Vale. Material didático padrão A Vale possui materiais didáticos desenvolvidos internamente para implantação das ações de capacitação em RAC.

9 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov 16 9 Para a Vale, a utilização destes materiais didáticos é obrigatória, para todos os instrutores internos e externos, e fundamental para garantir que os conteúdos mínimos sejam abordados. Para as empresas prestadoras de serviço, recomendamos a utilização do material didático Vale, que está totalmente disponível para utilização, cobre todos os conteúdos mínimos, está adequado à carga horária definida neste documento e foi feito com o cuidado de olhar as características de todo o público-alvo das ações de capacitação em RAC. Cada ação de capacitação em RAC possui um kit, com recursos necessários para que os instrutores ministrem as ações, composto por: apresentação do instrutor com recursos didáticos considerando a complexidade da ação, tais como: jogos, vídeos, peças em 3D e infográficos; guia do instrutor com plano de aula; infográfico com os riscos associados e medidas de prevenção, a ser impresso e distribuído para os participantes. A área de Educação regional deve fornecer ao instrutor: banco de questões sugerido para avaliação de aprendizagem dos participantes; avaliação de reação; lista de presença. Material didático Conteúdos Específicos Os conteúdos específicos da área/regional (tais como: procedimentos, plano de atendimento à emergência, regras) fazem parte da carga horária estabelecida neste documento. O material didático padrão foi desenvolvido para também atender a esta necessidade. A identificação dos conteúdos e desenvolvimento dos materiais, utilizando os templates disponibilizados no material-padrão, é de responsabilidade das áreas de Saúde e Segurança, que podem contar com o apoio da área de Educação, regionalmente. Para o treinamento dos empregados Vale, o material específico deve ser disseminado para os instrutores internos e fornecedores de treinamento, juntamente com o material didático padrão. Para o treinamento dos prestadores de serviço, o material específico deve ser ministrado prioritariamente no momento do introdutório, da ambientação na Vale. É fundamental que o instrutor tenha conhecimento destes conteúdos específicos para que possa, durante todo o treinamento, correlacionar a teoria com a prática, dando exemplos, orientações e provocando reflexões nos participantes. Ambientes de Simulação Prática Consideramos que ambientes de simulação prática são fundamentais para reforço da mudança de comportamento, portanto, estimulamos que existam estas estruturas disponíveis. Ressaltamos que a área de Saúde e Segurança regional é responsável por garantir o atendimento obrigatório dos requisitos de Saúde & Segurança aplicáveis ao ambiente, e que as orientações básicas, antes de expor o participante ao ambiente simulado, sejam sempre apresentadas.

10 10 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov 16 Avaliação de Aprendizagem O instrutor é responsável por elaborar as questões (utilizando o banco de questões como base), imprimir, aplicar a avaliação de aprendizagem obrigatória ao fim de cada ação de capacitação e corrigir as mesmas. A avaliação de aprendizagem deve conter 10 questões, para que a nota não precise ser arredondada. Para aprovação do participante, é necessário que ele obtenha aproveitamento equivalente ou superior a 80% da avaliação aplicada. Se ele não conseguir alcançar o grau necessário, deve repetir a capacitação. A aprovação também fica condicionada à frequência integral das atividades de capacitação. Caso o participante não consiga aprovação, não há limite de tentativas, porém, ele não pode exercer a atividade crítica antes da aprovação, conforme estabelecido no PTP Avaliação de Reação dos Participantes Ao fim de cada ação de capacitação em RAC, o instrutor deve aplicar, obrigatoriamente, o formulário-padrão de avaliação de reação da Valer, que deve ser entregue na área de Educação regional. A análise dos resultados das avaliações de reação é de responsabilidade das áreas de Saúde e Segurança e Educação regionais. Tal análise é fundamental para a melhoria contínua dos treinamentos, dos materiais didáticos e da atuação dos instrutores (feedback, capacitação e reconhecimento), sejam eles internos ou externos, e garante a aplicabilidade dos conteúdos e qualidade da instrutoria. Gestão das ações de capacitação em RAC na Vale A Valer Corporativa e a diretoria de Saúde e Segurança Corporativa são responsáveis pela definição desta diretriz, dos currículos e materiais didáticos. O planejamento da implementação e a oferta das ações de capacitação são de responsabilidade da área de Educação regional, em conjunto com as áreas de negócio e de Saúde e Segurança, considerando as especificidades da região, a infraestrutura existente e o público a ser treinado. A responsabilidade pela catalogação e geração dos códigos das ações de capacitação no Sistema Educacional Vale VES é do RH. Na Vale Brasil, onde o VES é o sistema oficial em funcionamento, a gestão das informações de capacitação, evidências e relatórios são extraídos do sistema. Onde o VES não é o sistema oficial, deve ser utilizado o sistema oficial adotado pelas empresas para gestão das informações de treinamento, com registro das avaliações de aprendizagem e listas de presença devidamente cadastradas. Os registros de treinamentos exigidos pela legislação devem ser observados. Para as Empresas Prestadoras de Serviço O cumprimento dos conteúdos, da carga horária, da avaliação de aprendizagem e do perfil dos instrutores contidos neste documento é obrigatório. Reforçamos a recomendação de utilização do material didático Vale, conforme descrito anteriormente.

11 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov Acreditamos que estas diretrizes contribuem para a ampliação da percepção de risco e para a prevenção de incidentes e fatalidades, valorizando A Vida em Primeiro Lugar e o engajamento dos profissionais. Currículos de Capacitação Acompanhe, a seguir, o quadro completo com os currículos de capacitação e as respectivas ações de capacitação para os Requisitos de Atividades Críticas da Vale: CURRÍCULO AÇÃO DE CAPACITAÇÃO CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA RECICLAGEM PERIODICIDADE RAC 01 Trabalhos em Altura (NR 35) Prevenção de Riscos em Trabalhos em Altura 8h 8h Dois anos e sempre que ocorrerem as situações específicas descritas na Ação de Capacitação RAC 02 Veículos Automotores Direção Preventiva Teórica 4h 4h Direção Preventiva Prática 4h 4h Cinco anos RAC 02 Veículos Automotores Condutor Não Habitual (*) RAC 03 Equipamentos Móveis RAC 04 Bloqueio e Etiquetagem RAC 05 Içamento de Carga RAC 06 Espaços Confinados Supervisor de Entrada (NR 33) Direção Preventiva Online 2h - Um ano Noções de Primeiros Socorros 2h - Não aplicável Prevenção de Riscos em Equipamentos Móveis 4h 4h Três anos Noções de Primeiros Socorros 2h - Não aplicável Prevenção de Riscos em Bloqueio e Etiquetagem 4h 4h Três anos Noções de Primeiros Socorros 2h - Não aplicável Prevenção de Riscos em Içamento de Carga 4h 4h Três anos Primeiros Socorros Avançado 8h - Não aplicável Proteção Respiratória 2h - Não aplicável Permissão de Trabalho 4h - Não aplicável Área Classificada 2h - Não aplicável Prevenção de Riscos em Espaço Confinado para Supervisores de Entrada 24h 8h Um ano e sempre que ocorrerem as situações específicas descritas na Ação de Capacitação

12 12 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov 16 CURRÍCULO AÇÃO DE CAPACITAÇÃO CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA RECICLAGEM PERIODICIDADE RAC 06 Espaços Confinados Vigias e Empregados Autorizados (NR 33) RAC 09 Explosivos RAC 10 Trabalhos em Eletricidade Básico (NR 10) RAC 10 Trabalhos com Eletricidade Complementar Segurança no Sistema Elétrico de Potência SEP e nas Proximidades (NR 10) Noções de Primeiros Socorros 2h - Não aplicável Proteção Respiratória 2h - Não aplicável Prevenção de Riscos em Espaço Confinado para Vigias e Empregados Autorizados 12h Noções de Primeiros Socorros 2h - Não aplicável Prevenção de Riscos em Explosivos 8h 4h 4h Cinco anos Primeiros Socorros Avançado 8h - Não aplicável Área Classificada 2h - Não aplicável Prevenção de Riscos em Trabalhos com Eletricidade Segurança no Sistema Elétrico de Potência SEP 30h 8h 40h 8h Um ano e sempre que ocorrerem as situações específicas descritas na Ação de Capacitação Dois anos e sempre que ocorrerem as situações específicas descritas na Ação de Capacitação Dois anos e sempre que ocorrerem as situações específicas descritas na Ação de Capacitação Notas: (*) No caso de empregados que realizam a condução de veículos automotores em caráter não habitual (ex.: viagens dentro do país entre o aeroporto e a Vale) a diretoria pode, mediante análise de riscos documentada, optar pela realização de treinamento on-line em direção Direção Preventiva considerando o tipo de veículo, público-alvo, condições operacionais e riscos associados. Os treinamentos de NR 10, NR 33 e NR 35 substituem, na íntegra em caráter de equivalência, o currículo de capacitação especificado para RAC 10, RAC 06 e RAC 01 respectivamente. O fundamental é respeitar os conteúdos e cargas horárias estabelecidos nesta diretriz. Porém, fica a critério da área de negócio, saúde e segurança e educação da localidade, em conjunto, decidirem aceitar ou não estes certificados. Não há treinamento específico para autorização dos RAC 07 e 08. Os empregados que atuam em atividades onde haja riscos relacionados à proteção de máquinas e à estabilidade de solo devem receber orientações sobre os riscos envolvidos e medidas de controle durante seus treinamentos básicos para a função.

13 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov Ações de Capacitação Acompanhe, a seguir, o detalhamento das ações de capacitação em RAC. Noções de Primeiros Socorros 2 horas I. Descrever e executar os procedimentos básicos de atendimento inicial às vítimas de acidentes. Descrever e executar os procedimentos necessários para acionar a equipe de atendimento de emergência. Conceitos Gerais de Emergência Suporte Básico de Vida (RCP e DEA) Atendendo a uma Emergência Avaliação da Vítima Posição de Recuperação Remoção de Vítimas Primeiros Socorros Avançado 8 horas I. Descrever e executar os procedimentos básicos de atendimento inicial às vítimas de acidentes. Nomear os diferentes tipos de emergência clínica apresentados. I Aplicar as técnicas e os procedimentos necessários para obter suporte básico de vida. IV. Aplicar corretamente os conceitos e os procedimentos de atendimento inicial específicos para cada tipo de emergência. V. Aplicar corretamente os conceitos e os procedimentos para os casos de sangramentos graves. VI. Aplicar corretamente os procedimentos e as técnicas para movimentar vítimas de acidentes.

14 14 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov 16 V Aplicar corretamente os procedimentos e as técnicas de atendimento em situações simuladas de emergência. Suporte Básico de Vida (RCP e DEA) Atendendo a uma Emergência Avaliação da Vítima Posição de Recuperação Engasgamento (Vítima Consciente) Ataque Cardíaco e Dor Torácica Prevenção contra Transmissão de Doenças Sangramentos e Ferimentos Estado de Choque Queimaduras Lesões Graves Lesões em Ossos, Articulações e Músculos Males Súbitos Envenenamentos e Intoxicações Emergências Relacionadas a Frio e Calor Transporte e Remoção de Vítimas Permissão de Trabalho 4 horas I. Explicar a importância da permissão de trabalho. Descrever os pré-requisitos para aprovação da permissão de trabalho. I Analisar e validar as informações que constam na permissão de trabalho. IV. Aprovar ou reprovar uma permissão de trabalho. Importância da Permissão de Trabalho Responsáveis pela Emissão e Liberação da Permissão de Trabalho

15 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov Pré-requisitos para Aprovação da Permissão de Trabalho Permissão para Realização da Atividade Análise e Validação da Permissão de Trabalho Aprovação da Permissão de Trabalho Prevenção de Riscos em Trabalhos em Altura Notas: Esta ação atende a capacitação para trabalho em altura da Norma Regulamentadora NR 35 do Ministério do Trabalho e Emprego MTE. A ação de Noções de Primeiros Socorros exigida pelo RAC-01 Trabalhos em Altura do PTP já está sendo contemplada no conteúdo programático desta ação de capacitação. 8 horas Periodicidade de reciclagem: Dois anos e sempre que houver uma das seguintes situações: a. mudança nos procedimentos, nas condições ou nas operações de trabalho; b. evento que indique a necessidade de nova capacitação; c. retorno de afastamento do trabalho por período superior a 90 dias; d. mudança de empresa. Fique Atento! Na ação de reciclagem motivada pelas situações a, b, c e d, a carga horária e o conteúdo programático devem atender às necessidades da situação que a motivou. Definir os conceitos relacionados ao trabalho em altura. Nomear e descrever a função dos equipamentos básicos utilizados no trabalho em altura. Conceitos»» Equipamentos para Trabalhos em Altura Andaimes Plataformas de trabalho aéreo

16 16 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov 16 Equipamentos de guindar para elevação de pessoas Escadas Passarela para telhado Balacim Acesso por corda Equipamentos de Segurança Cinturão de Segurança Talabarte duplo Trava quedas retrátil Trava quedas de posição Linha de vida Acesso por corda Riscos e Medidas de Prevenção Riscos Medidas de prevenção Análise de risco Incidentes típicos Normas e Regulamentos Noções de Primeiros Socorros 4 horas Periodicidade de reciclagem: Cinco anos Direção Preventiva Teórica I. Listar os benefícios individuais e coletivos da prevenção de acidentes por meio da direção preventiva. Identificar os diferentes perigos associados à condução de veículos automotores. I Descrever a importância do uso de acessórios de segurança e da inspeção das condições do veículo. IV. Criar estratégias para diminuir o número de acidentes relacionados à condição de veículos automotores. V. Aplicar os conceitos, os requisitos e os procedimentos de segurança referentes à condução de veículos.

17 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov Conceitos Gerais Veículos em áreas de mineração de superfície e em vias públicas Veículos em áreas de mineração subterrânea Veículos em áreas de prospecção mineral Dispositivos de Segurança Riscos e Medidas de Prevenção Riscos associados Fatores contribuintes Medidas de prevenção Incidentes típicos Direção Preventiva Definição Distância de segurança X espaço de frenagem Dinâmica de transferência de peso X estabilidade de veículo Previsibilidade de perigo/reação antecipada Cuidados ao dirigir à noite Cuidados com o pedestre Responsabilidades dos condutores Ponto cego Álcool, celular e direção Plano de Trânsito Interno Normas e Regulamentos 4 horas Periodicidade de reciclagem: Cinco anos Direção Preventiva Prática I. Aplicar os conceitos, os requisitos e os procedimentos de segurança referentes à condução de veículos.

18 18 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov 16 Checagem Inicial do Veículo Posicionamento Correto Dentro do Veículo X Regulagens de Bancos e Equipamentos Exercícios de Controle de Volante X Slalon com Barreiras (Posição das Mãos) Exercícios de Controle de Frenagem X Distância Segura (Pista Seca e Molhada) Uso dos Freios ABS em Terrenos Regulares e Irregulares Direção Preventiva Online 2 horas I. Descrever os conceitos gerais relacionados à veículos automotores. Reconhecer riscos e atuar preventivamente para evitar acidentes. I Usar adequadamente os equipamentos de segurança, durante o uso de veículos automotores. IV. Aplicar a legislação, as normas e os regulamentos de saúde e segurança. Definição Riscos, Fatores Contribuintes e Medidas de Prevenção Dispositivos de Segurança Espaço de Frenagem Previsibilidade de Perigo e Reação Antecipada»Ponto» Cego Álcool, Celular e Direção O Cuidados no Uso de Táxis e Locação de Carros Prevenção de Riscos em Equipamentos Móveis 4 horas Periodicidade de reciclagem: Três anos

19 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov I. Definir os conceitos gerais ligados a equipamentos móveis. Identificar os equipamentos básicos utilizados em atividades com equipamentos móveis. I Listar os benefícios individuais e coletivos da prevenção de acidentes com equipamentos móveis. IV. Identificar e controlar os riscos associados à área de movimentação com equipamentos móveis. V. Identificar as diferentes situações de risco associadas à condução de equipamentos móveis e às atividades executadas em equipamentos móveis. VI. Aplicar os conceitos, os requisitos e os procedimentos de segurança durante as atividades de pré-operação, operação e manutenção de equipamentos móveis. V Aperfeiçoar as práticas de segurança dos profissionais em atividades realizadas com equipamentos móveis. Equipamentos Móveis e Dispositivos de Segurança Equipamentos móveis de superfície Equipamentos móveis de mina subterrânea Dispositivos de segurança Riscos e Medidas de Prevenção Riscos associados Medidas de prevenção Incidentes típicos Responsabilidade do Operador Normas e Regulamentos 4 horas Periodicidade de reciclagem: Três anos Prevenção de Risco em Bloqueio e Etiquetagem I. Definir os conceitos sobre os perigos associados aos tipos de energia e das consequências do contato com elas.

20 20 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov 16 Identificar os equipamentos básicos utilizados no bloqueio de cada tipo de energia. I Listar os benefícios individuais e coletivos da prevenção de acidentes pela execução correta de procedimentos envolvendo o bloqueio e a etiquetagem das diversas fontes de energia. IV. Identificar os diferentes perigos associados às atividades que envolvam bloqueio e etiquetagem de tipos específicos de energia. V. Aperfeiçoar as práticas de segurança dos profissionais em atividades que envolvam bloqueio e etiquetagem. VI. Executar atividades de bloqueio e etiquetagem, seguindo os procedimentos e as práticas específicas de segurança para cada tipo de fonte de energia.»conceitos» Dispositivos de Bloqueio Definição Tipos de dispositivos Etiquetas de bloqueio Riscos e Medidas de Prevenção Riscos Medidas de prevenção Incidentes típicos Etapas para Bloqueio e Etiquetagem Normas e Regulamentos Prevenção de Riscos em Içamento de Cargas 4 horas Periodicidade de reciclagem: Três anos I. Definir os conceitos gerais relacionados ao içamento de carga. Identificar os tipos de equipamentos, amarração e acessórios. I Nomear os equipamentos básicos para içamento de carga. IV. Listar os benefícios individuais e coletivos da prevenção de acidentes pela execução correta de procedimentos envolvendo o içamento de carga.

21 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov V. Identificar os perigos e controlar os riscos e as consequências associadas às atividades que envolvam içamento de carga. VI. Identificar os diferentes perigos associados às atividades que envolvam içamento de carga. V Aperfeiçoar as práticas de segurança dos profissionais em içamento de carga.»conceito» Equipamentos e acessórios Dispositivos de segurança Guindaste Ponte rolante Monovia Talha elétrica Acessórios Riscos e medidas de prevenção Incidentes típicos Plano de Içamento de Carga Tipos de Amarração Normas e Regulamentos Proteção Respiratória 2 horas I. Definir os conceitos relacionados à proteção respiratória. Explicar a importância da utilização e da inspeção de ERPs. I Listar as exigências legais sobre o uso de ERP. IV. Descrever o funcionamento dos ERPs. V. Nomear e explicar as medidas de controle coletivo e administrativo relacionadas ao uso de ERP. VI. Identificar os diferentes perigos e associá-los às situações de emergência com relação à proteção respiratória. V Descrever e executar corretamente os procedimentos e as práticas de segurança relacionadas à proteção respiratória.

22 22 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov 16 Proteção Respiratória e Perigos Envolvidos Importância do Uso do Respirador Efeito do Uso Incorreto do Respirador no Organismo Humano Funcionamento, Características e Limitações do Respirador Utilização Correta do Respirador Reconhecimento de Situações de Emergência Exigências Legais sobre o Uso de Respiradores Medidas de Controle Coletivo e Medidas de Controle Administrativas Área Classificada 2 horas I. Reconhecer uma área classificada. Identificar os perigos associados ao trabalho em área classificada. I Descrever e executar corretamente os procedimentos para controle de riscos dos trabalhos em áreas classificadas. Conceito de Área Classificada Aspectos Técnico-legais Relacionados às Áreas Classificadas Critérios de Classificação de Área Reconhecimento de Perigos em Áreas Classificadas Medidas de Controle de Riscos e Critérios de Indicação de Uso de Equipamentos em Áreas Classificadas Prevenção de Riscos em Espaço Confinado Para Supervisores de Entrada 24 horas Periodicidade de reciclagem: Um ano e sempre que houver uma das seguintes situações: a. mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;

23 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov b. algum evento que indique a necessidade de nova capacitação; c. quando houver uma razão para acreditar que existem desvios na utilização ou nos procedimentos de entrada nos espaços confinados ou que os conhecimentos não são adequados. Nota: O conteúdo da ação de reciclagem deve ser definido pela área e, quando aplicável à situação, devem ser incluídos os conteúdos referentes às ações da capacitação inicial. I. Conceituar espaço confinado. Listar os benefícios individuais e coletivos da prevenção de acidentes ocorridos em espaço confinado. I Nomear as formas de comunicação entre a equipe em espaço confinado. IV. Identificar os perigos e controlar os riscos através de medidas de controle nas atividades realizadas em espaço confinado. V. Executar atividades seguindo os procedimentos e as práticas específicos de segurança em espaço confinado. VI. Aplicar os conceitos, os requisitos e os procedimentos de segurança referentes ao trabalho em espaço confinado. V Aperfeiçoar as práticas de segurança dos profissionais em atividades realizadas em espaço confinado. Conceitos Gerais Identificação de espaços confinados Exemplos de espaços confinados típicos Sinalização e isolamento Reconhecimento, Avaliação e Controle de Riscos Riscos associados Área classificada Equipamentos de proteção Práticas seguras em espaços confinados Equipamentos para Controle de Riscos Medição de gases Programa de Proteção Respiratória Legislação de Segurança e Saúde no Trabalho

24 24 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov 16 Noções de Resgate»Primeiros» Socorros Prevenção de Riscos em Espaço Confinado Para Vigias e Empregados Autorizados 12 horas Periodicidade de reciclagem: Um ano e sempre que houver uma das seguintes situações: a. mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho; b. algum evento que indique a necessidade de nova capacitação; c. quando houver uma razão para acreditar que existem desvios na utilização ou nos procedimentos de entrada nos espaços confinados ou que os conhecimentos não são adequados. Nota: O conteúdo da ação de reciclagem deve ser definido pela área e, quando aplicável à situação, devem ser incluídos os conteúdos referentes às ações da capacitação inicial. I. Conceituar espaço confinado. Identificar as responsabilidades da equipe com relação ao reconhecimento, à avaliação e ao,controle de riscos em espaço confinado. I Listar os benefícios individuais e coletivos da prevenção de acidentes ocorridos em espaço confinado. IV. Nomear as formas de comunicação entre os membros da equipe em espaço confinado. V. Identificar os perigos e controlar os riscos através de medidas de controle nas atividades realizadas em espaço confinado. VI. Descrever a importância da inspeção e da utilização dos EPI e dos EPC em espaço confinado. V Aplicar os conceitos, requisitos e procedimentos de segurança referentes ao trabalho em espaço confinado. VI Aperfeiçoar as práticas de segurança dos profissionais em atividades realizadas em espaço confinado.»»conceitos Gerais Identificação de espaços confinados

25 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov Exemplos de espaços confinados típicos Sinalização e isolamento Reconhecimento, Avaliação e Controle de Riscos Riscos associados Equipamentos de proteção Práticas seguras em espaços confinados Equipamentos para Controle de Riscos Medição de gases Legislação de Segurança e Saúde no Trabalho Procedimentos e utilização da Permissão de Entrada e Trabalho Noções de Resgate»Primeiros» Socorros Reciclagem Prevenção de Riscos em Espaço Confinado 8 horas I. Conceituar espaço confinado. Identificar as responsabilidades da equipe com relação ao reconhecimento, à avaliação e ao controle de riscos em espaço confinado. I Listar os benefícios individuais e coletivos da prevenção de acidentes ocorridos em espaço confinado. IV. Descrever a importância da inspeção e da utilização dos EPI e dos EPC em espaço confinado. V. Aplicar os conceitos, requisitos e procedimentos de segurança referentes ao trabalho em espaço confinado. VI. Aperfeiçoar as práticas de segurança dos profissionais em atividades realizadas em espaço confinado.»» Conceitos Gerais Identificação de espaços confinados Exemplos de espaços confinados típicos Sinalização e isolamento

26 26 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov 16 Reconhecimento, Avaliação e Controle de Riscos Riscos associados Área classificada Equipamentos de proteção Práticas seguras em espaços confinados Programa de Proteção Respiratória Noções de Resgate 4 horas Periodicidade de reciclagem: Cinco anos Prevenção de Riscos em Explosivos I. Definir os conceitos gerais relacionados aos procedimentos específicos de detonação de explosivos. Listar os benefícios individuais e coletivos da prevenção de acidentes envolvendo detonação e manuseio de explosivos com aplicação de procedimentos de segurança. I Identificar os diferentes perigos para executar com segurança o planejamento e a execução de atividades envolvendo armazenamento e manuseio de explosivos. IV. Identificar e prevenir a ocorrência de anomalias após a detonação de explosivos. V. Descrever a importância da realização da inspeção de transporte e instalação de explosivos. VI. Aperfeiçoar as práticas de segurança dos profissionais em atividades com explosivos.»conceitos» Gerais Definição Classificação, composição e tipos Acessórios de detonação»» Riscos e Medidas de Prevenção Riscos associados Instalações Fabricação Armazenamento

27 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov Manuseio e transporte Carregamento de furos e detonação Incidentes Típicos em Atividades com Explosivos»Plano» de Trânsito Normas e Regulamentos 30 horas Periodicidade de reciclagem: Prevenção de Riscos no Trabalho com Eletricidade Dois anos e sempre que houver uma das seguintes situações: a. troca de função ou mudança de empresa; b. retorno de afastamento ao trabalho ou inatividade, por período superior a três meses; c. modificações significativas nas instalações elétricas ou troca de métodos, processos e organização do trabalho. I. Listar os benefícios individuais e coletivos da prevenção de acidentes no trabalho com eletricidade. Identificar os diferentes perigos associados à execução de trabalhos com eletricidade. I Descrever a importância do uso de acessórios de segurança durante a execução de trabalhos com eletricidade. IV. Criar estratégias para diminuir o número de acidentes relacionados ao trabalho com eletricidade. V. Aplicar os conceitos, os requisitos e os procedimentos de segurança referentes ao trabalho em eletricidade. VI. Aperfeiçoar as práticas de segurança dos profissionais que atuam em atividades com eletricidade. Introdução à Segurança com Eletricidade»» Riscos em Instalações e Serviços com Eletricidade O choque elétrico, mecanismos e efeitos Arcos elétricos; queimaduras e quedas Campos eletromagnéticos

28 28 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov 16 Técnicas de Análise de Risco Medidas de Controle do Risco Elétrico Desenergização Aterramento funcional (TN/TT/IT); de proteção; temporário Equipotencialização Seccionamento automático da alimentação Dispositivos à corrente de fuga Extra baixa tensão Barreiras e invólucros Bloqueios e impedimentos Obstáculos e anteparos Isolamento das partes vivas Isolação dupla ou reforçada Colocação fora de alcance Separação elétrica Normas Técnicas Regulamentações Equipamentos de Proteção Coletiva Equipamentos de Proteção Individual Rotinas de Trabalho - Procedimentos Instalações desenergizadas Liberação para serviços Sinalização Inspeções de áreas, serviços, ferramental e equipamento Documentação de Instalações Elétricas Riscos Adicionais Altura Ambientes confinados Áreas classificadas Umidade Condições atmosféricas»» Proteção e Combate a Incêndios Noções básicas Medidas preventivas Métodos de extinção Prática

29 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov Segurança no Sistema Elétrico de Potência SEP Nota: Esta ação de capacitação atende ao treinamento Curso Complementar Segurança no Sistema Elétrico de Potência (SEP) e nas proximidades da Norma Regulamentadora NR 10 do Ministério do Trabalho e Emprego MTE. É pré-requisito para frequentar esta ação de capacitação ter participado com aproveitamento satisfatório nas ações de capacitação do currículo da RAC 10 Trabalhos em Eletricidade Básico. 40 horas Periodicidade de reciclagem: Dois anos e sempre que houver uma das seguintes situações: a. troca de função ou mudança de empresa; b. retorno de afastamento no trabalho ou inatividade por período superior a três meses; c. modificações significativas nas instalações elétricas ou troca de métodos, processos e organização do trabalho. I. Listar os benefícios individuais e coletivos da prevenção de acidentes no Sistema Elétrico de Potência SEP. Identificar os perigos associados à execução de trabalhos no SEP. I Descrever a importância do uso de acessórios de segurança. IV. Criar estratégias para diminuir o número de acidentes com SEP. V. Aplicar os conceitos, requisitos e procedimentos de segurança referentes ao trabalho em SEP. VI. Aperfeiçoar as práticas de segurança dos profissionais que atuam em atividades com SEP. Organização do Sistema Elétrico de Potencia SEP»» Organização do Trabalho Programação e planejamento dos serviços Trabalho em equipe Prontuário e cadastro das instalações Métodos de trabalho Comunicação

30 30 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov 16 Aspectos Comportamentais Condições Impeditivas para Serviços Riscos Típicos no SEP e sua Prevenção Proximidade e contatos com partes energizadas Indução Descargas atmosféricas Estática Campos elétricos e magnéticos Comunicação e identificação Trabalhos em altura, máquinas e equipamentos especiais Técnicas de Análise de Risco no SEP Procedimentos de Trabalho Análise e Discussão Técnicas de Trabalho sob Tensão Em linha viva Ao potencial Em áreas internas Trabalho a distância Trabalhos noturnos Ambientes subterrâneos Equipamentos e Ferramentas de Trabalho (Escolha, Uso, Conservação, Verificação, Ensaios) Sistemas de Proteção Coletiva Posturas e Vestuários de Trabalho Segurança com Veículos e Transporte de Pessoas, Materiais e Equipamentos Sinalização e Isolamento de Áreas de Trabalho Liberação de instalação para serviço e para operação e uso Treinamento em Técnicas de Remoção, Atendimento, Transporte de Acidentados Acidentes Típicos Responsabilidades

31 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov horas Reciclagem Prevenção de Riscos nos Trabalhos com Eletricidade Periodicidade de reciclagem: Dois anos e sempre que houver uma das seguintes situações: a. troca de função ou mudança de empresa; b. retorno de afastamento no trabalho ou inatividade por período superior a três meses; c. modificações significativas nas instalações elétricas ou troca de métodos, processos e organização do trabalho. I. Listar os benefícios individuais e coletivos da prevenção de acidentes nos trabalhos em Eletricidade e SEP. Identificar os perigos associados à execução de trabalhos em eletricidade. I Descrever a importância do uso de acessórios de segurança. IV. Criar estratégias para diminuir o número de acidentes com trabalhos em eletricidade. V. Aplicar os conceitos, requisitos e procedimentos de segurança referentes ao trabalho em eletricidade e SEP. VI. Aperfeiçoar as práticas de segurança dos profissionais que atuam em atividades com eletricidade e SEP. Conceitos Gerais Riscos em Instalações e Serviços com Eletricidade Riscos Adicionais Técnicas de Análise de Risco Medidas de Controle do Risco Elétrico Equipamentos de Proteção Coletiva Equipamentos de Proteção Individual Liberação de Instalação para Serviço e para Operação e Uso Rotinas de Trabalho Procedimentos Documentação de Instalações Elétricas Normas e Regulamentos

32 32 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov 16 Prevenção de Riscos em Metais Líquidos 4 horas Periodicidade de reciclagem: Três anos I. Definir os conceitos gerais ligados a metal líquido. Identificar os requisitos de segurança dos sistemas e instalações com metal líquido. I Listar os benefícios individuais e coletivos da prevenção de acidentes com metal líquido. IV. Identificar os perigos e controlar os riscos e as consequências associadas às atividades com metal líquido. Conceitos Gerais Definição Características Tipos de Instalações e Sistemas Riscos e Medidas de Prevenção Riscos associados Medidas de prevenção Equipamentos de proteção individual Incidentes típicos Normas e Regulamentos

33 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov RAC para Gestores Imediatos Solução Educacional Esta solução educacional visa ao desenvolvimento das lideranças imediatas dos profissionais que exercem atividades críticas no dia a dia. A carga horária é de 8 horas. A estratégia para apresentação do conteúdo deve ser orientada por intermédio de: dinâmicas de reforço do papel da liderança de profissionais que exercem atividades críticas; exposição de casos de fatalidades e de situações com potencial de incidentes para análise e discussão; utilização de ilustrações, infográficos e vídeos apontando práticas de comportamento seguro. Conceitos Número de Fatalidades por Ano Número de Fatalidades por RAC Taxas de Incidentes Exemplos de Acidentes Catastróficos em Empresas Situações de RAC Implementação das Ações de Capacitação Mapeamento do público-alvo: Somente os líderes de profissionais que efetivamente exercerão atividades críticas devem ser mapeados, conforme estabelecido no PTP Devem ser treinados líderes que atendam ao requisito acima, a fim de evitar: ocupar vaga de pessoas que realmente necessitam do treinamento; custos desnecessários. Mapeamento dos instrutores: O mapeamento dos instrutores para as ações de capacitação deve observar o perfil mínimo obrigatório: Conhecimento técnico de RAC de uma forma mais sistêmica/ampla. Experiência comprovada em S&S aplicada no dia a dia de áreas operacionais de no mínimo 2 (dois anos). Para instrutor Vale: multiplicador chancelado pelo Programa de Formação de Agentes Educacionais. Para instrutor de empresa contratada ou instrutor de empresa fornecedora de treinamento: experiência comprovada como instrutor ou certificado em cursos de formação didática ou semelhante.

34 34 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov 16 Desejo de ser instrutor. Reconhecido como um profissional que trabalha de forma alinhada com os valores da Vale. Validação do conhecimento técnico e da proficiência/experiência A comprovação pode ser feita por meio de registro ou documento, tais como: atestado de capacidade técnica; registro em carteira de trabalho; declaração de gestores registrada por ; certificado de condução de treinamentos na área; avaliação de conhecimento técnico; dentre outros. Viabilização da oferta das ações de capacitação em RAC A oferta de ações de capacitação pode ser viabilizada das seguintes formas: para empregados Vale, por meio de instrutores internos Vale; ou para prestadores de serviço, por meio de instrutores internos da empresa contratada. Recomendamos que o número de participantes por turma não exceda 25 pessoas para maior efetividade do treinamento. Na Vale, o planejamento da oferta dos treinamentos precisa ser conduzido entre as áreas de negócio e as equipes de S&S e Educação locais. Material didático padrão A Vale possui material didático desenvolvido internamente para implantação desta ação. Para a Vale, a utilização deste material didático é obrigatória, para todos os instrutores internos e externos, e fundamental para garantir que os conteúdos mínimos sejam abordados. Ele está disponível para download no VES. Para as empresas prestadoras de serviço, recomendamos a utilização do material didático Vale, que está totalmente disponível para utilização, cobre todos os conteúdos mínimos, está adequado à carga horária definida neste documento e foi feito com o cuidado de olhar as características de todo o público-alvo das ações de capacitação em RAC. Cada ação de capacitação em RAC possui um kit, com recursos necessários para que os instrutores ministrem as ações, composto por: atividade prévia de preparação no tema, a ser enviada pelo instrutor aos participantes; apresentação do instrutor com recursos didáticos considerando a complexidade da ação, tais como: jogos, vídeos, peças em 3D, infográficos e autoavaliação para os líderes; guia do instrutor com plano de aula. A área de Educação local fornecerá ao instrutor: avaliação de reação; lista de presença.

35 Diretrizes para as Ações de Capacitação em RAC Referenciadas no PTP Nov Avaliação de reação dos participantes Ao fim de cada turma, o instrutor deve aplicar, obrigatoriamente, o formulário-padrão de avaliação de reação padrão da Valer, que deverá ser entregue na área de Educação regional. A análise dos resultados das avaliações de reação é de responsabilidade das áreas de Saúde e Segurança e Educação regionais, sendo fundamentais para a melhoria contínua dos treinamentos, dos materiais e para orientar feedback, capacitação e reconhecimento os instrutores, garantindo a aplicabilidade dos conteúdos e qualidade da instrutoria. Gestão das ações de capacitação em RAC na Vale A Valer Corporativa e a diretoria de Saúde e Segurança Corporativa são responsáveis pela definição desta diretriz, dos currículos e materiais didáticos. O planejamento da implementação e a oferta das ações de capacitação são de responsabilidade da área de Educação regional, em conjunto com as áreas de negócio e de Saúde e Segurança, considerando as especificidades da região, infraestrutura existente e público a ser treinado. A responsabilidade pelo cadastro e geração dos códigos das ações de capacitação no Sistema Educacional Vale VES é do Solution Center de RH. Nos locais onde o VES é o sistema oficial em funcionamento, a gestão das informações de capacitação, evidências e relatórios serão extraídos do sistema. Este procedimento foi validado pela área normativa de auditoria em Saúde e Segurança. Nas empresas onde o VES não é o sistema oficial, deve ser utilizado o sistema oficial da empresa para gestão das informações de treinamento. Para as Empresas Prestadoras de Serviço O cumprimento do conteúdo, carga horária e o perfil dos instrutores contidos neste documento é obrigatório. Reforçamos a recomendação de utilização do material didático Vale, conforme descrito acima.

EXIGÊNCIA PARA FUNCIONÁRIOS E PRESTADORES DE SERVIÇOS TERCEIRIZADOS!

EXIGÊNCIA PARA FUNCIONÁRIOS E PRESTADORES DE SERVIÇOS TERCEIRIZADOS! Treinamento: Obrigatoriedade prevista na NR-10: Todos devem ter Treinamento básico de 40 horas; Trabalhos em SEP e proximidades o Treinamento complementar, além do básico, mais 40 horas Conteúdo e carga

Leia mais

GLOSSÁRIO 1. Alta Tensão (AT): 2. Área Classificada: 3. Aterramento Elétrico Temporário: 4. Atmosfera Explosiva: 5. Baixa Tensão (BT):

GLOSSÁRIO 1. Alta Tensão (AT): 2. Área Classificada: 3. Aterramento Elétrico Temporário: 4. Atmosfera Explosiva: 5. Baixa Tensão (BT): GLOSSÁRIO 1. Alta Tensão (AT): tensão superior a 1000 volts em corrente alternada ou 1500 volts em corrente contínua, entre fases ou entre fase e terra. 2. Área Classificada: local com potencialidade de

Leia mais

NR - 10 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - NOÇÕES BÁSICAS - Jeferson Seidler

NR - 10 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - NOÇÕES BÁSICAS - Jeferson Seidler NR - 10 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - NOÇÕES BÁSICAS - NR 10 Inst. Elétricas Aplica se à: geração, transmissão, distribuição e consumo, De energia elétrica NR 10 Inst. Elétricas incluindo as etapas de projeto,

Leia mais

Orientações Consultoria de Segmentos Obrigatoriedade de capacitação e autorização para trabalhos em altura e com eletricidade

Orientações Consultoria de Segmentos Obrigatoriedade de capacitação e autorização para trabalhos em altura e com eletricidade Orientações Consultoria de Segmentos trabalhos em altura e com eletricidade 08/05/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3

Leia mais

Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade

Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade PRINCÍPIOS DA NR 10 AUTORIZAÇÃO PARA TRABALHOS PADRÕES DE PROCEDIMENTOS PROTEÇÃO DO AMBIENTE E DO TRABALHADOR INSTALAÇÕES ELÉTRICAS SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA

Leia mais

NR-10 Segurança em Serviços em Eletricidade Reciclagem Prevenção de Riscos nos Trabalhos com Eletricidade (RAC 10)

NR-10 Segurança em Serviços em Eletricidade Reciclagem Prevenção de Riscos nos Trabalhos com Eletricidade (RAC 10) NR-10 Segurança em Serviços em Eletricidade Reciclagem Prevenção de Riscos nos Trabalhos com Eletricidade (RAC 10) Roberto Diniz, Eng. Módulo #001/6 Versão/ Data: V0 setembro/2016 1 Objetivos do Curso

Leia mais

atualização da legislação brasileira ferramentas à disposição de trabalhadores e empregadores novo texto

atualização da legislação brasileira ferramentas à disposição de trabalhadores e empregadores novo texto Apresentação A atualização da legislação brasileira referente à prevenção de acidentes do trabalho é uma das ferramentas à disposição de trabalhadores e empregadores para garantir ambientes de trabalho

Leia mais

BRAGA & BOUWMAN ENGENHARIA E CONSULTORIA LTDA

BRAGA & BOUWMAN ENGENHARIA E CONSULTORIA LTDA BRAGA & BOUWMAN ENGENHARIA E CONSULTORIA LTDA CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO - CLT TÍTULO II - DAS NORMAS GERAIS DE TUTELA DO TRABALHO CAPÍTULO V - DA SEGURANÇA E DA MEDICINA DO TRABALHO SEÇÃO XIII

Leia mais

Os acidentes de origem elétrica e as normas. Edson Martinho

Os acidentes de origem elétrica e as normas. Edson Martinho Os acidentes de origem elétrica e as normas Edson Martinho 607 Ambientes residenciais 218 mortes por choque elétrico em 2017 Em 2017: Pedreiros e pintores representam - 17% Eletricistas autônomos 15%

Leia mais

CURSO NR10B - Segurança em Instalações e Serviços com Eletricidade

CURSO NR10B - Segurança em Instalações e Serviços com Eletricidade CURSO NR10B - Segurança em Instalações e Serviços com Eletricidade PROGRAMA DO CURSO Introdução à segurança com eletricidade Riscos em instalações e serviços com eletricidade o choque elétrico, mecanismos

Leia mais

PLANO DE CURSO PARCERIA SENAI

PLANO DE CURSO PARCERIA SENAI PLANO DE CURSO PARCERIA SENAI 1 - NOME DO CURSO: Qualificação para instalador de equipe de serviços de Rede de Distribuição Aérea. (multifuncional) 2 - ÁREA: Energia Elétrica Sub área Sistema Elétrico

Leia mais

APRESENTAÇÃO DOS CURSOS E TREINAMENTOS

APRESENTAÇÃO DOS CURSOS E TREINAMENTOS 1. APRESENTAÇÃO: APRESENTAÇÃO DOS CURSOS E TREINAMENTOS A SETC Consultoria é uma empresa fundada no município de Parauapebas PA, no ano de 2011, voltada para atender com soluções ágeis e necessárias às

Leia mais

NR - 10 SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE

NR - 10 SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE NR - 10 SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE 10.1 - OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO 10.2 - MEDIDAS DE CONTROLE 10.3 - SEGURANÇA EM PROJETOS 10.4 - SEGURANÇA NA CONSTRUÇÃO, MONTAGEM, OPERAÇÃO

Leia mais

SEGURANÇA NO TRABALHO E A NR-10 PALESTRA PARA OS COLABORADORES DA RHMED RJ 13/03/2009

SEGURANÇA NO TRABALHO E A NR-10 PALESTRA PARA OS COLABORADORES DA RHMED RJ 13/03/2009 SEGURANÇA NO TRABALHO E A NR-10 PALESTRA PARA OS COLABORADORES DA RHMED RJ 13/03/2009 NR-10 PORTARIA M.T.E 598 DE 07-12-2004 IMPLANTAÇÃO DO PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS OBJETIVO IMPLEMENTAÇÃO DE

Leia mais

PROPOSTA NR 10 SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE

PROPOSTA NR 10 SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE PROPOSTA NR 10 SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE Texto base apresentado pelo MTE como proposta de atualização da Regulamentação Normativa atual em segurança e saúde no trabalho com atividades

Leia mais

Elétricas e Serviços com Eletricidade

Elétricas e Serviços com Eletricidade Segurança em Instalações Elétricas e Serviços com Eletricidade 1 NR 10 SEGURANÇA EM INSTALAÇOES E SERVIÇOS COM A ELETRICIDADE O curso é teórico e prático e tem carga horária de 40 horas. O curso será ministrado

Leia mais

SEGURANÇA EM ELETRICIDADE

SEGURANÇA EM ELETRICIDADE 1 SEGURANÇA EM ELETRICIDADE Eng. Vlamir Botelho Ferreira 1 INTRODUÇÃO Segundo a legislação brasileira, acidente de trabalho é todo aquele decorrente do exercício do profissional e que provoca, direta ou

Leia mais

A segurança do trabalhador na NBR5410 João Cunha CB 03

A segurança do trabalhador na NBR5410 João Cunha CB 03 A segurança do trabalhador na NBR5410 João Cunha CB 03 A segurança do trabalhador Medidas de proteção coletiva NR 6 A empresa é obrigada a fornecer EPI aos empregados, nas seguintes circunstâncias: a)

Leia mais

Diretor Executivo da ABRACOPEL Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade

Diretor Executivo da ABRACOPEL Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade Engenheiro Eletricista Edson Martinho Diretor Executivo da ABRACOPEL Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade [email protected] 11-99688-1148 PROXIMIDADE COM A

Leia mais

CHECK-LIST TRABALHO EM ALTURA - NR 35

CHECK-LIST TRABALHO EM ALTURA - NR 35 CHECK-LIST TRABALHO EM ALTURA - NR 35 LOCAL: INSPETOR: RESPONSÁVEL PELO LOCAL: TELEFONES DE EMERGÊNCIA: DESCRIÇÃO DO SERVIÇO: DADOS DA INSPEÇÃO DATA: TELEFONE: TELEFONE: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Condições

Leia mais

P R I N C I P A I S TREINAMENTOS OBRIGATÓRIOS DE SST

P R I N C I P A I S TREINAMENTOS OBRIGATÓRIOS DE SST P R I N C I P A I S TREINAMENTOS OBRIGATÓRIOS DE SST www.sstonline.com.br ESTE MATERIAL LISTA OS PRINCIPAIS TREINAMENTOS EXIGIDOS PELAS NORMAS REGULAMENTADORAS DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE

Leia mais

5) CEEE - Sobre a Norma Regulamentadora 10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade -, assinale a alternativa correta

5) CEEE - Sobre a Norma Regulamentadora 10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade -, assinale a alternativa correta 1) TRENSURB - Em serviços executados em instalações elétricas são previstas medidas de proteção coletiva, relacionadas a seguir. Assinale a alternativa que contém a medida coletiva prioritária: a) bloqueio

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DA NR-10 NAS OPERADORAS METROFERROVIÁRIAS IMPACTOS E OPORTUNIDADES

IMPLANTAÇÃO DA NR-10 NAS OPERADORAS METROFERROVIÁRIAS IMPACTOS E OPORTUNIDADES IMPLANTAÇÃO DA NR-10 NAS OPERADORAS METROFERROVIÁRIAS IMPACTOS E OPORTUNIDADES Engº Wilmar Fratini Comissão Metroferroviária - GT de Gestão Integrada São Paulo - 29.08.07 Norma Regulamentadora nº 10 SEGURANÇA

Leia mais

P R I N C I P A I S TREINAMENTOS OBRIGATÓRIOS DE SST

P R I N C I P A I S TREINAMENTOS OBRIGATÓRIOS DE SST P R I N C I P A I S TREINAMENTOS OBRIGATÓRIOS DE SST ESTE MATERIAL LISTA OS PRINCIPAIS TREINAMENTOS EXIGIDOS PELAS NORMAS REGULAMENTADORAS DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE Os treinamentos realizados

Leia mais

PORTFOLIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL PARA O SEGMENTO SEGURANÇA

PORTFOLIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL PARA O SEGMENTO SEGURANÇA PORTFOLIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL PARA O SEGMENTO SEGURANÇA Senac Rondônia APRESENTAÇÃO A concepção educacional do Senac visa atender à missão de "Educar para o trabalho em atividades do Comércio de Bens,

Leia mais

NR 10. Prof. Felipe A. Camargo

NR 10. Prof. Felipe A. Camargo QMASS NR 10 Prof. Felipe A. Camargo NR 10 SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE 01 10.1 - OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO 10.1.1 Esta NR estabelece os requisitos e condições mínimas objetivando

Leia mais

P A R E C E R T É C N I C O

P A R E C E R T É C N I C O P A R E C E R T É C N I C O Assunto: Treinamentos NR-12 e NR-10 modalidade EaD e Nota Técnica n 283/2016 I INTRODUÇÃO Refere-se sobre a legalidade de treinamentos na modalidade EaD, conforme requisitos

Leia mais

Segurança em instalações e projetos, conforme a nova NR-10

Segurança em instalações e projetos, conforme a nova NR-10 Segurança em instalações e projetos, conforme a nova João Cunha Algumas questões iniciais 2 Norma x Regulamento Regulamento Técnico: Documento aprovado por órgãos governamentais em que se estabelecem as

Leia mais

NR-10. Segurança em instalações e serviços em eletricidade. Antônio Fábio Dantas da Nóbrega

NR-10. Segurança em instalações e serviços em eletricidade. Antônio Fábio Dantas da Nóbrega NR-10 Segurança em instalações e serviços em eletricidade Sumário Riscos em instalações e serviços elétricos Visão geral sobre a NR-10 Medidas de Proteção Coletiva Equipamentos de Proteção Coletiva Medidas

Leia mais

NORMAS DE SEGURANÇA EM SITUAÇÕES DE RISCO QUE ENVOLVA ELETRICIDADE

NORMAS DE SEGURANÇA EM SITUAÇÕES DE RISCO QUE ENVOLVA ELETRICIDADE NORMAS DE SEGURANÇA EM SITUAÇÕES DE RISCO QUE ENVOLVA ELETRICIDADE Anderson Rocha Ramos¹, Bruna Neves de Andrade², Felipe Matos Lopes dos Santos 3, Phablo Cabral de Oliveira 4,Silvani Ramos de Oliveira

Leia mais

Entenda a nova Norma Regulamentadora NR-10

Entenda a nova Norma Regulamentadora NR-10 Entenda a nova Norma Regulamentadora NR-10 *Autor: Engº Jaques Sherique A nova NR-10 teve como base um texto técnico, elaborado por 53 empresas do setor energético. Esta norma que teve por base o tripartidarismo

Leia mais

PLANO DE AULA NR 35 TRABALHO EM ALTURA

PLANO DE AULA NR 35 TRABALHO EM ALTURA NR 35 TRABALHO EM ALTURA OBJETIVO: O treinamento da NR 35 TRABALHO EM ALTURA tem o objetivo de capacitar profi ssionais a exercerem sua função através dos conceitos e das práticas de segurança envolvendo

Leia mais

CURSO DE NR- 10 CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA EIXO PROFISSIONAL: CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS

CURSO DE NR- 10 CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA EIXO PROFISSIONAL: CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAMPUS ITAJAÍ CURSO DE NR- 10 CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA EIXO PROFISSIONAL: CONTROLE

Leia mais

11º ENTEC Encontro de Tecnologia: 16 de outubro a 30 de novembro de 2017

11º ENTEC Encontro de Tecnologia: 16 de outubro a 30 de novembro de 2017 A APLICABILIDADE DA NORMA OHSAS 18001 NO SETOR MINERAL: ÊNFASE NA GEOLOGIA DE LONGO PRAZO Cristiana Aparecida da Silva 1 ; Francisco de Assis da Silva Junior 2 1,2 Universidade de Uberaba [email protected]

Leia mais

PROGRAMA DE INSPEÇÕES SGI-SSMA POOLS REUNIÃO DOMAS-OPERAÇÕES

PROGRAMA DE INSPEÇÕES SGI-SSMA POOLS REUNIÃO DOMAS-OPERAÇÕES POOL DE MADRE DE DEUS (RAÍZEN, BR) 18-20 SET. 2012 POOL DE MADRE DE DEUS (RAÍZEN, BR) 18-20 SET. 2012 POOL DE MADRE DE DEUS (RAÍZEN, BR) 18-20 SET. 2012 POOL DE MADRE DE DEUS - PONTOS OBSERVADOS 14.932

Leia mais

SEGURANÇA NO TRABALHO E A NOVA NR-10 III ENCONTRO DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA ELÉTRICA UFRJ

SEGURANÇA NO TRABALHO E A NOVA NR-10 III ENCONTRO DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA ELÉTRICA UFRJ SEGURANÇA NO TRABALHO E A NOVA NR-10 III ENCONTRO DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA ELÉTRICA UFRJ - 2006 Integração CREA-RJ e Estudantes Preparando para o Mercado de Trabalho Os Desafios Globais Sustentabilidade,

Leia mais

CURSO COMPLEMENTAR SEGURANÇA NO SISTEMA ELÉTRICO DE POTÊNCIA (SEP) E EM SUAS PROXIMIDADES.

CURSO COMPLEMENTAR SEGURANÇA NO SISTEMA ELÉTRICO DE POTÊNCIA (SEP) E EM SUAS PROXIMIDADES. CURSO COMPLEMENTAR SEGURANÇA NO SISTEMA ELÉTRICO DE POTÊNCIA (SEP) E EM SUAS PROXIMIDADES. 7 a 11 de abril de 2008 OBJETIVO Capacitar profissionais que desenvolvam atividades no Sistema Elétrico de Potência

Leia mais

Rotinas de trabalho PROCEDIMENTOS. Instalações desenergizadas COMISSÃO TRIPARTITE PERMANENTE DE NEGOCIAÇÃO DO SETOR ELETRICO NO ESTADO DE SP - 1

Rotinas de trabalho PROCEDIMENTOS. Instalações desenergizadas COMISSÃO TRIPARTITE PERMANENTE DE NEGOCIAÇÃO DO SETOR ELETRICO NO ESTADO DE SP - 1 Rotinas de trabalho PROCEDIMENTOS Objetivo Definir procedimentos básicos para execução de atividades/trabalhos em sistema e instalações elétricas desenergizadas. Âmbito de aplicação Aplica-se às áreas

Leia mais

Todos os Nossos Combos São Ajustáveis às Necessidades de Sua Empresa.

Todos os Nossos Combos São Ajustáveis às Necessidades de Sua Empresa. Todos os Nossos Combos São Ajustáveis às Necessidades de Sua Empresa. A Bee Assessoria & Consultoria, fundada em julho de 2015, oferece soluções integradas e abrangentes de Gestão Responsável para Sustentabilidade,

Leia mais

UMA VIAGEM PELAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

UMA VIAGEM PELAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS UMA VIAGEM PELAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS A SEGURANÇA NA VIAGEM FOTO DO PALESTRANTE JOÃO JOSÉ BARRICO DE SOUZA A SEGURANÇA NA VIAGEM - PARADA SÃO PAULO A NBR 5410 NO AMBIENTE DE TRABALHO. NR-10 10.1.1 Esta

Leia mais

soluções para trabalho em altura e espaço confinado

soluções para trabalho em altura e espaço confinado soluções para trabalho em altura e espaço confinado ÍNDICE 3 EMPRESA 4 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE 5 TREINAMENTOS NR33 - TRABALHADORES AUTORIZADOS E VIGIAS 6 TREINAMENTOS NR33 - SUPERVISOR DE ENTRADA

Leia mais

Rotinas de trabalho PROCEDIMENTOS

Rotinas de trabalho PROCEDIMENTOS Rotinas de trabalho PROCEDIMENTOS Objetivo Definir procedimentos básicos para execução de atividades/trabalhos em sistema e instalações elétricas desenergizadas. Âmbito de aplicação Aplica-se às áreas

Leia mais

Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi. NR 8 e NR-10. Professora: Raquel Simas Pereira Teixeira

Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi. NR 8 e NR-10. Professora: Raquel Simas Pereira Teixeira Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi NR 8 e NR-10 Professora: Raquel Simas Pereira Teixeira NR-8 Edificações Dispõe sobre os requisitos técnicos mínimos que devem ser observados nas edificações

Leia mais

SERVICOS EM ALTURA TREINAMENTOS PARA TRABALHOS EM ALTURA, RESGATE E ESPAÇO CONFINADO.

SERVICOS EM ALTURA TREINAMENTOS PARA TRABALHOS EM ALTURA, RESGATE E ESPAÇO CONFINADO. TREINAMENTOS PARA TRABALHOS EM ALTURA, RESGATE E ESPAÇO CONFINADO [email protected] INOVAÇÃO - QUALIDADE - SERIEDADE SERVICOS EM ALTURA INDICE INTRODUÇÃO Pág. 03 TRABALHADORES AUTORIZADOS

Leia mais

CE: Segurança em eletricidade. Edson Martinho Abracopel

CE: Segurança em eletricidade. Edson Martinho Abracopel CE: 03.064-12 Segurança em eletricidade Edson Martinho Abracopel A idéia Durante a 4. Edição do ESW em Blumenau 2009 Porque? Necessidade de criar requisitos mínimos de segurança para trabalho e utilização

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Trata-se de proposta de texto para criação de Norma Regulamentadora sobre Trabalho em Altura

Leia mais

Disciplina de Segurança do Trabalho e Ergonomia. Aula Ordens de Serviço, Instruções de Trabalho e Procedimentos

Disciplina de Segurança do Trabalho e Ergonomia. Aula Ordens de Serviço, Instruções de Trabalho e Procedimentos Disciplina de Segurança do Trabalho e Ergonomia Aula 201 - Ordens de Serviço, Instruções de Trabalho e Procedimentos Estrutura Hierárquica de documentação de um Sistema de Qualidade, Segurança, Meio Ambiente

Leia mais

BRIEFING PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO E/OU FORNECIMENTO DE PRODUTO

BRIEFING PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO E/OU FORNECIMENTO DE PRODUTO FINALIDADE DA CONTRATAÇÃO O objetivo do presente é realizar treinamentos obrigatórios referente as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego: NR 10, NR 13, NR 33 e NR 35, por objetivo

Leia mais

CATÁLOGO DE FORMAÇÃO ESTRATEGOR

CATÁLOGO DE FORMAÇÃO ESTRATEGOR 2017 CATÁLOGO DE FORMAÇÃO ESTRATEGOR Segurança e Saúde no Trabalho EPI Equipamentos de Protecção Individual e Colectiva Primeiros Socorros Suporte Básico de Vida Condução Segura de Empilhadores Segurança

Leia mais

Parte 5 SHAN - Curso PPR 2018

Parte 5 SHAN - Curso PPR 2018 Parte 5 PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR) O QUE É??? É um conjunto de medidas práticas e administrativas, que devem ser adotadas por toda a empresa onde for necessário o uso de respirador. É obrigatório

Leia mais

NR35 Plano de Aula - 24 Aulas (Aulas de 1 Hora).

NR35 Plano de Aula - 24 Aulas (Aulas de 1 Hora). 6317 - NR35 Plano de Aula - 24 Aulas (Aulas de 1 Hora). Aula 1 Capítulo 1 e 2 - Introdução e Noções Básicas de Segurança do Trabalho 1.1. Riscos do Trabalho em Altura... 24 1.2. Segurança no Trabalho em

Leia mais

ASPECTOS DE SEGURANÇA EM ELETRICIDADE

ASPECTOS DE SEGURANÇA EM ELETRICIDADE ASPECTOS DE SEGURANÇA EM ELETRICIDADE Prof.: Luís M. Nodari [email protected] http://www.joinville.ifsc.edu.br/~luis.nodari/ Parte 3 1 2 PIE - PRONTUÁRIO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 3 O PIE é um conjunto

Leia mais

Dispositivos que ajudam no controle e gerenciamento dos riscos elétricos

Dispositivos que ajudam no controle e gerenciamento dos riscos elétricos Dispositivos que ajudam no controle e gerenciamento dos riscos elétricos Lambda Consultoria www.lambdaconsultoria.com.br - Qualidade de Energia - Laudos de instalações elétricas - Implantação de medidas

Leia mais

Formulário de Aprovação de Curso e Autorização da Oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO Formação Continuada em NR-35 Trabalho em Altura

Formulário de Aprovação de Curso e Autorização da Oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO Formação Continuada em NR-35 Trabalho em Altura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Formulário de Aprovação de Curso e Autorização da Oferta PROJETO

Leia mais

PREV FIRE TREINAMENTOS TV. AGRIPINA DE MATOS, 2090, SANTARÉM - PA SITE:

PREV FIRE TREINAMENTOS TV. AGRIPINA DE MATOS, 2090, SANTARÉM - PA SITE: PREV FIRE TREIMENTOS TV. AGRIPI DE MATOS, 2090, SANTARÉM - PA OBJETIVO DO CURSO Promover a formação da brigada de incêndio, com técnicas, competências, habilidades e valores visando oferecer capacitação

Leia mais

Medidas de controle do RISCO ELÉTRICO

Medidas de controle do RISCO ELÉTRICO Medidas de controle do RISCO ELÉTRICO Desenergização A desenergização é um conjunto de ações coordenadas, seqüenciadas e controladas. Somente serão consideradas desenergizadas as instalações elétricas

Leia mais

NR-10 SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE

NR-10 SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE Segurança e Saúde do Trabalho ao seu alcance! NR-10 SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE PREVENÇÃO Esta é a palavra do dia. TODOS OS DIAS! PRECAUÇÃO: Ato ou efeito de prevenir ou de se prevenir;

Leia mais

LEGISLAÇÃO DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO 6.514/77 -Portaria 3.214/78 de 08/06/1978.

LEGISLAÇÃO DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO 6.514/77 -Portaria 3.214/78 de 08/06/1978. ENG GLAUBER MAURIN LEGISLAÇÃO DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO 6.514/77 -Portaria 3.214/78 de 08/06/1978. Aprova as Normas Regulamentadoras NR do Capítulo V, título II, da CLT- Consolidação das Leis do

Leia mais

Medidas de controle do RISCO ELÉTRICO. Desenergização. Desenergização

Medidas de controle do RISCO ELÉTRICO. Desenergização. Desenergização Medidas de controle do RISCO ELÉTRICO Desenergização A desenergização é um conjunto de ações coordenadas, seqüenciadas e controladas. Somente serão consideradas desenergizadas as instalações elétricas

Leia mais

ESPAÇO CONFINADO NR 33

ESPAÇO CONFINADO NR 33 ESPAÇO CONFINADO NR 33 1 PERIGO PROIBIDA A ENTRADA RISCO DE MORTE ESPAÇO CONFINADO TRABALHADORES E VIGIAS 2 O programa de treinamento baseia-se NR 33 - Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde nos Trabalhos

Leia mais

Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança

Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança Aula Norma NR 12 Eletromecânica Módulo 1 Professor: Sergio Luis Brockveld Junior Objetivo da aula Informar, formar e orientar Engenheiros e técnicos no que diz

Leia mais

Anexo II da NDE nº 01/2018

Anexo II da NDE nº 01/2018 Anexo II da NDE nº 01/2018 Tabelas Versão 1.0 30/05/2018 CÓD. Anexo II da NDE nº 01/2018 - Tabelas - Versão 1.0 Tabela 29 - Treinamentos, Capacitações e Exercícios Simulados TREINAMENTO/CAPACITAÇÃO/EXERCÍCIO

Leia mais

Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. PORTARIA MTE Nº 143, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2005 Altera no Ementário - Elementos para lavratura de autos de infração as ementas referentes à Norma Regulamentadora Nº 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade

Leia mais

Guia de Mobilização Vale

Guia de Mobilização Vale Guia de Mobilização Vale Externo 3ª edição - Novembro 2016 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. APLICAÇÃO... 3 3. MACRO FLUXO DO PROCESSO DE MOBILIZAÇÃO... 3 3.1. CERTIFICAÇÃO... 3 3.2. CONTRATAÇÃO... 4 3.3.

Leia mais

Certificado de Registro (Averbação) Fundaçăo BIBLIOTECA NACIONAL MINISTÉRIO DA CULTURA

Certificado de Registro (Averbação) Fundaçăo BIBLIOTECA NACIONAL MINISTÉRIO DA CULTURA Certificado de Registro (Averbação) Fundaçăo BIBLIOTECA NACIONAL MINISTÉRIO DA CULTURA NORMA REGULAMENTADORA - NR 10 SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS DE ELETRICIDADE, Educação de Inclusão Social Todos

Leia mais

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DA NR-18 Estruturas Pré-moldadas e Pré-Fabricadas de Concreto Versão_CPN ITEM / TEXTO ATUAL TEXTO PROPOSTO OBSERVAÇÕES

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DA NR-18 Estruturas Pré-moldadas e Pré-Fabricadas de Concreto Versão_CPN ITEM / TEXTO ATUAL TEXTO PROPOSTO OBSERVAÇÕES PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DA NR-18 Estruturas Pré-moldadas e Pré-Fabricadas de Concreto Versão_CPN ITEM / TEXTO ATUAL TEXTO PROPOSTO OBSERVAÇÕES OBJETIVO Este anexo estabelece requisitos mínimos de segurança

Leia mais

TRABALHO EM ALTURA PROFESSOR AZEVEDO REVELA EXATAMENTE TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O ASSUNTO

TRABALHO EM ALTURA PROFESSOR AZEVEDO REVELA EXATAMENTE TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O ASSUNTO TRABALHO EM ALTURA PROFESSOR AZEVEDO REVELA EXATAMENTE TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O ASSUNTO NR 35 - TRABALHO EM ALTURA SEGURANÇA NAS ATIVIDADES COM TRABALHOS EM ALTURA TRABALHO EM ALTURA 35.1.1

Leia mais

DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 00 11/01/10 Emissão Inicial N/A

DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 00 11/01/10 Emissão Inicial N/A Página 1 de 9 DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 11/01/10 Emissão Inicial N/A Documento via original Assinada OBSERVAÇÃO: O USUÁRIO É RESPONSÁVEL PELA ELIMINAÇÃO DAS REVISÕES ULTRAPASSADAS

Leia mais

EHS Consultoria, Segurança do Trabalho e Meio Ambiente & EHSC Treinamentos profissionais

EHS Consultoria, Segurança do Trabalho e Meio Ambiente & EHSC Treinamentos profissionais EHS Consultoria, Segurança do Trabalho e Meio Ambiente & EHSC Treinamentos profissionais S E G U R A N Ç A D O T R A B A L H O E M E I O A M B I E N T E. Prezados, Campinas - São Paulo SP A EHS Consultoria

Leia mais

Isolamentos elétricos, eliminando a possibilidade de energização indesejada

Isolamentos elétricos, eliminando a possibilidade de energização indesejada CONCEITOS BÁSICOS Impedimento de equipamento Isolamentos elétricos, eliminando a possibilidade de energização indesejada Responsável pelo serviço Empregado ou empresa terceirizada que assume a coordenação

Leia mais

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS. Trabalhos de inspeção em redes de torçada de baixa tensão e iluminação pública.

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS. Trabalhos de inspeção em redes de torçada de baixa tensão e iluminação pública. PP. 1/7 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA MANUTENÇÃO EM REDES DE TORÇADA BT-IP (INSPEÇÕES) 2 DESCRIÇÃO Trabalhos de inspeção em redes de torçada de baixa tensão e iluminação pública.

Leia mais

Instalação de Sistema de Microgeração Solar Fotovoltaica

Instalação de Sistema de Microgeração Solar Fotovoltaica Instalação de Sistema de Microgeração Solar Fotovoltaica Segurança Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), quase meio milhão de pessoas morre anualmente no Brasil por causa de doenças e acidentes

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC: Monsenhor Antonio Magliano Código: 088 Município: Garça - SP Eixo Tecnológico: Indústria Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico

Leia mais

PALESTRA MINISTRADA EM EMPRESAS CLIENTES AOS RESPONSÁVEIS PELA SEGURANÇA E MANUTENÇÃO ELÉTRICA ENG GLAUBER MAURIN

PALESTRA MINISTRADA EM EMPRESAS CLIENTES AOS RESPONSÁVEIS PELA SEGURANÇA E MANUTENÇÃO ELÉTRICA ENG GLAUBER MAURIN PALESTRA MINISTRADA EM EMPRESAS CLIENTES AOS RESPONSÁVEIS PELA SEGURANÇA E MANUTENÇÃO ELÉTRICA ENG GLAUBER MAURIN NORMA REGULAMENTADORA Nº 05 - COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES NORMA REGULAMENTADORA

Leia mais

CAPÍTULO V. NR-10 - Norma Regulamentadora de Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade

CAPÍTULO V. NR-10 - Norma Regulamentadora de Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade CAPÍTULO V NR-10 - Norma Regulamentadora de Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade PROFESSOR: SÉRGIO QUEIROZ DE ALMEIDA 1 NR-10 - Norma Regulamentadora de Segurança em Instalações e Serviços

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA DE TRABALHO IT 001

INSTRUÇÃO TÉCNICA DE TRABALHO IT 001 PÁGINA 1 DE 6 1. Objetivo Promover a permanente melhoria e contínua compatibilização do trabalho com a prevenção da vida, integridade e patrimônio do SAAE Sorocaba e a promoção da saúde e segurança dos

Leia mais

NR-35 TRABALHO EM ALTURA.. Exceto Capítulo 3 (Capacitação e Treinamento) e item 6.4 que entram em vigor em 27/03/2013

NR-35 TRABALHO EM ALTURA.. Exceto Capítulo 3 (Capacitação e Treinamento) e item 6.4 que entram em vigor em 27/03/2013 Prazos:. Entra em vigor em 27/09/2012 NR-35 TRABALHO EM ALTURA Publicação D.O.U. Portaria SIT n.º 313, de 23 de março de 2012 27/03/12. Exceto Capítulo 3 (Capacitação e Treinamento) e item 6.4 que entram

Leia mais

RISCOS. Riscos de origem elétrica. Riscos de queda. Riscos no transporte e com equipamentos. Riscos de ataques de insetos

RISCOS. Riscos de origem elétrica. Riscos de queda. Riscos no transporte e com equipamentos. Riscos de ataques de insetos RISCOS Os riscos à segurança e saúde dos trabalhadores no setor de energia elétrica são, via de regra elevados, podendo levar a lesões de grande gravidade e são específicos a cada tipo de atividade. Contudo,

Leia mais

ELABORAÇÃO E GESTÃO DE DOCUMENTOS DA NR 35. Elaborado por: Rosemary F. Alvarenga

ELABORAÇÃO E GESTÃO DE DOCUMENTOS DA NR 35. Elaborado por: Rosemary F. Alvarenga ELABORAÇÃO E GESTÃO DE DOCUMENTOS DA NR 35 Elaborado por: Rosemary F. Alvarenga DOCUMENTAÇÃO POP PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS AR ANALISE DE RISCOS PT PERMISSÃO DE TRABALHO POP PROCEDIMENTO OPERACIONAL 35.2.1.

Leia mais

PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO

PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO CURSO: CAPACITAÇÃO PARA TRABALHO EM ALTURA NR 35-8 horas ÁREA: SEGURANÇA DO TRABALHO MODALIDADE: INICIAÇÃO PROFISSIONAL Plano de Curso Simplificado FP.EP.04.08 Revisão 1 20/08/2014

Leia mais

NR 33 Plano de Aula - 16 Aulas (Aulas de 1 Hora).

NR 33 Plano de Aula - 16 Aulas (Aulas de 1 Hora). 6155 - NR 33 Plano de Aula - 16 Aulas (Aulas de 1 Hora). Aula 1 Capítulo 1 - Introdução à NR 33 1.1. Espaço Confinado... 22 1.1.1. Principais Características... 22 1.1.2. Outras Definições... 22 1.1.3.

Leia mais

STS - SEGURANÇA DO TRABALHO E SERVIÇOS LTDA. Avenida Carlos Lindemberg - 801, Sala 103, Glória - Vila Velha / ES TEL: (27) / (27)

STS - SEGURANÇA DO TRABALHO E SERVIÇOS LTDA. Avenida Carlos Lindemberg - 801, Sala 103, Glória - Vila Velha / ES TEL: (27) / (27) Índice Empresa Contato...03 Estrutura da Empresa...03 Diferencial...03 Perfil da Empresa...04 Metodologia de Trabalho...04 Área de atuação...04 Consultorias......04 Empresa Razão Social: STS Segurança

Leia mais

E M AL A T L U T R U A

E M AL A T L U T R U A TRABALHO EM ALTURA - NR 35 - 30% dos acidentes de trabalhos ocorridos ao ano são decorrentes de quedas. Objetivos de uma Norma Regulamentadora para trabalhos em altura Orientar os trabalhadores no entendimento

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO DE BRIGADA DE INCÊNDIO

CURSO DE FORMAÇÃO DE BRIGADA DE INCÊNDIO ENSINDO A PREVENIR, SALVAR E COMBATER TV. AGRIPI DE MATOS, 2090, CARAZAL, CEP: 68040-410, SANTARÉM - PA OBJETIVO DO CURSO Promover a formação da brigada de incêndio, com técnicas, competências, habilidades

Leia mais

Projeto de extensão realizado no curso de Engenharia Elétrica da Unijuí. 2

Projeto de extensão realizado no curso de Engenharia Elétrica da Unijuí. 2 ELABORAÇÃO DE CENÁRIOS DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO 1 ELABORATION OF SCENARIOS OF ELECTRICAL INSTALLATIONS IN AN EDUCATIONAL INSTITUTION Caroline Denardi Commandeur 2, Mateus

Leia mais

SEGURANÇA COM ELETRICIDADE

SEGURANÇA COM ELETRICIDADE HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO SEGURANÇA COM ELETRICIDADE Curso de Especialização em Energias Renováveis Motivação e Treinamento Consciência de Segurança Conversação de Segurança Minuto de Segurança Manual

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO. PORTARIA Nº 313, DE 23 DE MARÇO DE 2012 (DOU de 27/03/2012 Seção I Pág.

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO. PORTARIA Nº 313, DE 23 DE MARÇO DE 2012 (DOU de 27/03/2012 Seção I Pág. MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO PORTARIA Nº 313, DE 23 DE MARÇO DE 2012 (DOU de 27/03/2012 Seção I Pág. 140) Aprova a Norma Regulamentadora n.º 35 (Trabalho em Altura).

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO: Curso FIC de Reciclagem em NR-10 PARTE 1 (SOLICITANTE)

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO: Curso FIC de Reciclagem em NR-10 PARTE 1 (SOLICITANTE) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA APROVAÇÃO DE CURSO E AUTORIZAÇÃO DA OFERTA PROJETO PEDAGÓGICO

Leia mais

É o trabalhador qualificado ou capacitado e o profissional habilitado, nos termos da legislação específica e com a anuência formal da empresa.

É o trabalhador qualificado ou capacitado e o profissional habilitado, nos termos da legislação específica e com a anuência formal da empresa. 1/6 1. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para a concessão do adicional de periculosidade pela execução de atividades de risco elétrico em áreas de risco elétrico, a empregados, requisitados e contratados

Leia mais

RISCOS ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO (APR) CHECK LIST

RISCOS ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO (APR) CHECK LIST 1 RISCOS ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO (APR) CHECK LIST RISCOS Os riscos à segurança e saúde dos trabalhadores no setor de energia elétrica são, via de regra elevados, podendo levar a lesões de grande gravidade

Leia mais

Caracterização do Curso TET/MT - Método Global

Caracterização do Curso TET/MT - Método Global 1 CARACTERIZAÇÃO RESUMIDA 1.1 Objetivos No final da ação, os formandos deverão ser capazes de: - Conhecer as condições de execução de trabalhos, processos operatórios, fichas técnicas correspondentes aos

Leia mais

REQUISITOS DE SST E MA PARA TERCEIROS N.º DO DOC.: PR-QSMS-29

REQUISITOS DE SST E MA PARA TERCEIROS N.º DO DOC.: PR-QSMS-29 André Monteiro 15/09/2017 08 1 / 8 1 OBJETIVO Estabelecer critérios e requisitos de Meio Ambiente, Saúde e Segurança do Trabalho para terceiros. 2 CAMPO DE APLICAÇÃO Este procedimento se aplica a todas

Leia mais

Programa de Gestão Econômica, Social e Ambiental da Soja Brasileira. Segurança e Saúde em Trabalhos em Altura

Programa de Gestão Econômica, Social e Ambiental da Soja Brasileira. Segurança e Saúde em Trabalhos em Altura Programa de Gestão Econômica, Social e Ambiental da Soja Brasileira Segurança e Saúde em Trabalhos em Altura Porque este assunto preocupa? Impacto dos Acidentes envolvendo Quedas - 40% das fatalidades

Leia mais