- 1 - Pº C. Bm. 47/2008 SJC-CT
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- Rosa Domingos Lancastre
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1 Pº C. Bm. 47/2008 SJC-CT Consulente: Conservatória do Registo Predial, Comercial e Automóvel de... Objecto da Consulta: Termo final do contrato de locação financeira/vigência do registo. Relatório 1. Por despacho de 20 de Agosto de 2008 o Ex.mo Vice-Presidente homologou proposta do Sector Jurídico e de Contencioso (SJC), de remessa ao Conselho Técnico da consulta formulada pela Ex.ma Conservadora da Conservatória do Registo Predial, Comercial e Automóvel de.. 2. A pergunta concretamente enunciada pela consulente é: O registo do contrato de locação financeira termina decorrido o prazo que consta da inscrição?. 2.1 Num primeiro ponto, a consulente dá a conhecer a razão de ser da sua iniciativa, que afirma estar no facto de os utentes questionarem a bondade da interpretação da lei por si defendida, confrontando-a com a que é aplicada nas grandes Conservatórias do Registo Automóvel De seguida, partindo da definição legal do contrato de locação financeira constante do art. 1º do D.L. nº 149/95, de 24 de Junho, procura fundamentar a sua tese de que o registo não caduca com o termo do prazo nele mencionado para a duração do contrato, dando por assente que: a) o registo do contrato de locação financeira visa, entre outras coisas, garantir o direito do locatário; b) findo o contrato pelo decurso do prazo e se o locatário não quiser comprar, o direito extingue-se, devendo o registo ser cancelado; c) tendo havido opção de compra, o registo não deve ser cancelado até que o locatário venha pedir o registo em seu nome; d) o registo não tem prazo e, portanto, não caduca; e) o prazo que consta do registo até pode ter sido alterado e a alteração não ter sido registada; f) nem no Código de Registo Automóvel nem no respectivo Regulamento está previsto que o registo caduque com o decurso do prazo nele mencionado; g) nos termos do art. 21º do dito D.L. nº 149/95 o contrato extingue-se ou por resolução ou pelo decurso do prazo sem exercício de opção de compra e a extinção de um direito dá lugar a cancelamento e não a caducidade. 1 É de supor que nesta referência vaga se tenham em vista algumas ou todas as Conservatórias de Registo Automóvel existentes à data da reforma introduzida pelo D.L. nº 178-A/2005, de 28 de Outubro
2 2.3 Deixando apenas implícito que as ditas grandes Conservatórias seguem uma interpretação oposta à sua, isto é, que vai no sentido da caducidade do registo, a consulente acaba por fazer referência concreta ao facto de as mesmas conservatórias dispensarem o registo, intermédio, de propriedade em nome do locatário que exerceu a opção de compra, o que levanta uma questão que sai do âmbito da caducidade e se situa no plano do trato sucessivo. 3. Na informação prestada pelo dito SJC é referido que a prática generalizada vai no sentido de permitir a aquisição do veículo onerado com uma locação financeira a favor de um terceiro que não o locatário, desde que decorrido o prazo previsto no contrato de locação, considerando-se a inscrição de locação financeira caduca e passando-a o sistema informático automaticamente para histórico. 4. Já depois de nos ter sido distribuído o presente processo, foi determinado que no mesmo fosse integrada uma exposição da senhora Conservadora de Registo de Veículos do. Nessa exposição, justificada com o facto de ter tido conhecimento do teor da consulta e da sua remessa para Conselho Técnico, é feita a defesa da tese da caducidade do registo de locação financeira pelo decurso do prazo do contrato, com base na seguinte argumentação: a) As disposições do Código Civil respeitantes ao contrato de locação são subsidiariamente aplicáveis à locação financeira, entre as quais se encontra o art. 1051º, nº 1, a), nos termos do qual o contrato de locação caduca findo o prazo; b) O art. 11º do C.R.P. prevê a caducidade por decurso do prazo de duração do negócio e manda anotar a caducidade; c) O prazo do contrato de locação financeira é requisito da inscrição, beneficiando de publicidade e oponibilidade registral; d) O art. 7º do regime da locação financeira dispõe que, findo o contrato, o locador pode dispor do bem. Depois de percorrido o itinerário interpretativo antes sintetizado, a senhora conservadora deixa formuladas as seguintes questões: 1) Prevendo a lei a possibilidade de anotação de caducidade após o decurso do prazo de caducidade, será legítimo exigir aos interessados a promoção e o pagamento do cancelamento do respectivo registo? 2) A ser necessário esse cancelamento, qual o documento necessário para o efeito, considerando que o nº 2 do art. 28º do RRA só se aplica aos registos de reserva e de hipoteca? Acordo de resolução ou comunicação por incumprimento? 3) A admitir-se o pedido de registo sem prova documental, quem tem legitimidade para o requerer? O locador, considerando o requerimento melhor prova de que o locatário não optou por comprar do que a declaração de venda a favor de terceiro? Ou o locatário, presumindo-se que não optou por comprar? Mas, a ser assim, donde lhe - 2 -
3 vem a legitimidade? 4) Findo o contrato pelo decurso do prazo, até quando e sob que efeitos permanece em vigor o registo de locação financeira? É legítimo ao locatário continuar a usar o veículo nessa qualidade e poderão as autoridades deixar de apreender o veículo e documentos, por falta de regularização de propriedade (artigos 161º e 162º do Código da Estrada)? Poderá invocar a qualidade de locatário para promover actos de registo? 5) Findo o prazo e submetida a registo a venda feita pelo locador a um terceiro, compete ao sistema registral equacionar o incumprimento das obrigações pelo locador? 6) Será determinante para a interpretação da lei o facto de os artigos 17º e 21º do regime de locação financeira falarem em cancelamento? 5. Enriquecida a consulta com o conhecimento autêntico da fundamentação que está na base da interpretação que suporta a prática de uma das ditas grandes Conservatórias, impõe-se que, em caso de resposta negativa à pergunta formulada, seja apreciada uma outra questão: se o locatário optar por não comprar, que documento háde comprovar esse facto e como deve o registo acolhê-lo? Pronúncia A posição deste Conselho vai expressa na seguinte Deliberação 1. Decorre da definição legal de contrato de locação financeira (cfr. art. 1º do D.L. nº 149/95, de 24 de Junho) que a situação jurídica do bem (v.g. do veículo automóvel), publicitada pelo correspondente registo 2, se traduz, inter 2 Para lá de genericamente consagrada no diploma respeitante ao regime do contrato ( art. 3º, nº 2 do dito D.L. nº 149/95 ), a específica sujeição a registo da locação financeira de veículos automóveis consta do art. 5º, nº 1, d) D.L. nº 54/75, de 12 de Fevereiro. O direito de opção do locatário, que a lei dá como elemento essencial do contrato de locação financeira assumese como decisivo para a qualificação da sua natureza jurídica, em si mesma e na sua comparação com a de outros contratos nominados, maxime com a locação e a venda a prestações com reserva de propriedade - cfr. Tratamento dado ao tema por, entre outros, Fernando de Gravato Morais, in Manual da Locação Financeira, págs. 42 a 55 e 251 a 264 e por Rui Pinto Duarte, in Escritos Sobre Leasing e Factoring, pág.s 62 a 84. O fulcro da questão objecto da presente consulta reside em saber se o conteúdo e natureza daquele direito do locatário fazem alguma diferença para a interpretação da expressão decurso do prazo de duração do negócio constante do art. 11º, nº 1, 2º segmento, do C.R.P., aplicável em abstracto ao registo automóvel ex vi o art. 29º do D.L. nº 54/75, de 12 de Fevereiro, isto é, se sendo a locação financeira um contrato sujeito a termo - 3 -
4 allia, no facto de a posição jurídica do locatário incluir o direito potestativo à aquisição, por compra ao locador, em alternativa à sua restituição após o decurso do prazo de duração do contrato. 2. O decurso do prazo do contrato não opera, assim, por si, a extinção da relação contratual, a qual se encontra pendente da verificação de um dos seguintes factos: ou da co-verificação da extinção do direito potestativo do locatário a comprar ou, no caso contrário, da produção de efeitos da aquisição da propriedade pelo locatário, não podendo, decorrentemente, darse a locação financeira por incluída na facti species do art. 11º, nº 1, 2º segmento, do C.R.P., aplicável em abstracto ao registo automóvel, ex vi o art. 29º do D.L. nº 54/75, de 12 de Fevereiro 3. final( o qual figura no registo), é possível afirmar-se, apesar daquele direito, que o negócio termina com a verificação desse termo e que a situação cabe, assim, naquela previsão legal. Antes de mais, há que tornar presente que o registo automóvel tem por finalidade a publicitação da situação jurídica das coisas dele objecto mediato( Cfr. art. 1º, nº 1 do dito D.L. nº 54/75 ), em resultado da publicitação dos direitos, tal como definidos pelos factos que a lei manda inscrever, como é o caso a locação financeira. A afirmação anterior serve apenas para sinalizar um ponto de partida (pois em si mesma limita-se a reproduzir, numa expressão breve, o que tem sido predominantemente entendido na doutrinaespecificamente no âmbito do registo predial - quanto ao que deve ter-se por objecto do registo Cfr. por exemplo Oliveira Ascensão, in Direito Civil Reais, 4ª Ed., pág.s 334 e 335 ) no sentido de que, na dúvida, será o conteúdo dos direitos e não o nome do facto registado que há-de prevalecer, quando se visa saber se o decurso do prazo do contrato constante do registo significa ou não o fim do negócio e dos efeitos do seu registo. Quando a lei, desenvolvendo o sentido da sua própria definição da locação financeira, concretiza o conteúdo das posições jurídicas de locador e locatário, expressamente atribui ao locador a obrigação de vender o bem ao locatário, caso este queira, findo o contrato ( art. 9º,nº 1, c)) e ao locatário o direito de adquirir o bem locado, findo o contrato, pelo preço estipulado ( art. 10º, nº 2, e)) e, referindo-se ao destino do bem em caso de não exercício do direito à aquisição(por compra) por parte do locatário, determina que o locador pode dispor do bem. Num outro plano desse mesmo conteúdo temos a obrigação do locador de Conceder o gozo do bem para os fins a que se destina (alínea b) do nº 1 do mesmo art. 9º) e o direito do locatário de Usar e fruir o bem locado ( alínea a) do nº 1 do mesmo art. 10º). 3 Na relação contratual resultante da celebração de um contrato de locação financeira são identificáveis, como vimos já, dois planos de vinculação entre locador e locatário, o primeiro situado no âmbito do gozo do bem durante o período de vigência do contrato e o segundo no âmbito da propriedade do bem, que ou continuará na titularidade do locador após o decurso daquele período, mas já não amputada do gozo, ou passará para o locatário, por compra
5 3.Decorrentemente, o registo de locação financeira mantém-se em vigor, apesar do decurso do prazo dele constante ( cfr. artigos 10º e 13º do C.R.P. ex vi o dito art. 29º do D.L. nº 54/75), até que: a) Os seus efeitos sejam transferidos para o registo de propriedade do veículo a favor do locatário, não havendo assim, nesta hipótese, lugar à sua extinção, nem por caducidade nem por cancelamento, mas apenas à passagem a histórico 4 ; b) seja cancelada 5, mediante prova da extinção do direito potestativo de aquisição - a qual pode (também) ser obtida pelo recurso ao disposto no art. 118º, nº 1 do C.R.P. ex vi o dito art. 29º do D.L. nº 54/75 - ou mediante consentimento do locatário 6. O direito potestativo do locatário faz indiscutivelmente parte da posição jurídica publicitada pelo registo, - do lado passivo a doutrina inclina-se maioritariamente, parece-nos, para qualificar a prestação como correspondendo a uma promessa unilateral de venda ( cfr. Rui Pinto Duarte, ob. cit., pág. 70 e 71 e João Calvão da Silva, in Direito Bancário, pág. 419), embora haja que prefira considerá-la como um dever ex lege ( Cfr. Fernando de Gravato Morais, ob. Cit., pág. 236) - mas o prazo a que fica sujeito o contrato ( e que é elemento obrigatório do registo) não tem, segundo a definição legal, a natureza de termo final para proceder à celebração e ao registo do futuro contrato de compra e venda, que eventualmente surgirá no desenvolvimento da mesma posição jurídica. Assim sendo, os efeitos do registo ficam directa e necessariamente dependentes da extinção ou do exercício daquele direito. Sob um ponto de vista, temos que o decurso do prazo não significa que não tenha sido exercido oportunamente o direito, podendo até acontecer que a compra já tenha tido lugar e que apenas falte o seu registo; sob outro, assume-se com este entendimento o sistema registral como coerente, já que assegura o efeito da oponibilidade entre o momento do ingresso do direito potestativo à aquisição e o momento do registo da própria aquisição, sem existência de qualquer hiato, com transferência de efeitos de um para o outro. 4 Sendo entretanto transmitido o veículo pelo locatário, sem que tenha previamente procedido ao registo em sem nome, não vemos como possa vir a dispensar-se este registo, dado o princípio do trato sucessivo - Cfr. artigos 34º, nº 4 e 35º do C.R.P. ex vi o artigo 29º do dito D.L. nº 54/75 - ao contrário da prática que, segundo refere a consulente, estará a ser seguida por algumas conservatórias. 5 À transmissão do veículo pela locadora após o decurso do prazo do contrato não atribui a lei qualquer presunção de extinção do direito potestativo de aquisição pelo locatário, que permita dar a locadora por dispensada de fazer prova desse facto ( art. 350º do Código Civil). Além disso, ainda que atribuísse essa presunção, falta disposição legal a dispensar o cancelamento do registo de locação financeira, ou a impor que seja efectuado oficiosamente, na dependência do registo a favor do terceiro adquirente. 6 Entendemos que o locatário tem legitimidade para pedir o registo e que é de aplicar analogicamente o regime previsto no nº 2 do art. 28º do Regulamento do Registo Automóvel ( D.L. nº 55/75, de 12 de Fevereiro), ao dispensar a prova da extinção, nos casos de hipoteca e de reserva de propriedade
6 Deliberação aprovada em sessão do Conselho Técnico de 27 de Fevereiro de Luís Manuel Nunes Martins, relator. Esta deliberação foi homologada pelo Exmo. Senhor Presidente em Pretendendo o locador pedir o cancelamento, vê-se confrontado com a dificuldade de prova do não exercício, isto é, de um facto negativo, que admitimos poder ser ultrapassada ou com a assinatura do requerimento também pelo locatário ou pela apresentação de consentimento prestado em separado. Antes da alteração introduzida ao art. 21º do dito D.L. 149/95 pelo D.L. nº 30/2008, de 25 de Fevereiro, estava previsto que a providência cautelar consistente na entrega imediata abrangesse o cancelamento e até se admitia a possibilidade da utilização da mesma providência só para o cancelamento, no caso em que, tendo havido restituição do bem pelo facto de o contrato ter cessado por resolução, o locatário se opunha a reconhecê-la e/ou ao cancelamento - Cfr. os Ac. do Relação de Lisboa de Lisboa, de e in ). Actualmente a providência cautelar é restrita à restituição e depende de se mostrar pedido o cancelamento da inscrição de locação financeira. Importa referir que quer antes ( o cancelamento incluído na providência cautelar), quer agora ( pedido de registo de cancelamento anterior à providência cautelar), resulta expressamente da lei( dito art. 21º ) que não ocorre a extinção dos efeitos do registo da locação financeira com o decurso do prazo do contrato, mesmo no caso de não exercício do direito de compra pois, se assim não fosse, não havia razão para falar do registo de cancelamento. O registo já teria caducado. Esta constatação vai ao encontro, parece-nos, do que supra procurámos defender. Esperamos ter conseguido responder cabalmente, explicita ou implicitamente, a todas as questões levantadas, embora sem ter reportado os vários pontos da apreciação que acabámos de fazer directamente aos vários argumentos e dúvidas apontados pela consulente e pela autora da exposição integrada no processo de consulta
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