Gessi Ceccon e Angelo Cesar Ajala Ximenes
|
|
|
- Raul Arantes Quintão
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 86 9º Seminário Nacional de Milho Safrinha. Rumo à estabilidade: anais. SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE MILHO SAFRINHA EM MATO GROSSO DO SUL (1) (2) Gessi Ceccon e Angelo Cesar Ajala Ximenes 1. Introdução Mato Grosso do Sul (MS) está localizado entre as latitudes 17º35' e 23º58' Sul e as longitudes 51º03' e 57º53' Oeste, com altitude média de 368 m.aeconomia do estado já foi sustentada pela extração da erva-mate e a criação de gado até por volta de 1950, quando surgiu a primeira estrada asfaltada, ligando o Sul do Estado a São Paulo. Nesse período foram cultivados os primeiros campos de soja na região de Maracaju, que só evoluíram com a introdução dos primeiros tratores, proporcionando melhorias nas lavouras de soja e nas pastagens degradadas (Guimarães, 1999). O aproveitamento da infra-estrutura, ociosa no outono-inverno, introduziu o trigo no cultivo após a soja (Tomasini, 1982). A instabilidade climática no outono-inverno e o modelo agrícola que contém a soja no verão como principal cultura econômica, são alguns dos fatores que interferem na área de milho safrinha, no entanto, a área cultivada tem evoluído nos últimos quinze anos,em detrimento à cultura do trigo (Figura 1) (ha) Milho safrinha Trigo Aveia branca, girassol e sorgo Figura 1. Evolução da área colhida das culturas de outono-inverno em Mato Grosso do Sul. Fonte: Levantamento..., (2007). (1) Embrapa Agropecuária Oeste, BR 163, km 253,6, Caixa Postal 661, CEP , Dourados, MS. [email protected] (2) Eng. Agrôn., M.Sc. Presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos da Grande Dourados - AEAGRAN, Dourados, MS. [email protected]
2 9º Seminário Nacional de Milho Safrinha. Rumo à estabilidade: anais. 87 Na década de 80, com a retirada dos incentivos federais da cultura do trigo, os agricultores iniciaram o cultivo do milho no outono-inverno. Sua evolução foi significativa, tanto em área colhida quanto em produtividade, iniciando com 125 ha em 1987 e atingindo ha, em A produtividade média foi de kg ha em 1987 e atingiu kg ha em 2003 (Levantamento..., 2005). Em MS, na safra verão de 2007 a soja foi cultivada em ha e o milho em ha. No outono-inverno foram cultivados ha com trigo, ha com aveia branca, ha com sorgo granífero, ha com girassol e ha com milho safrinha. As culturas econômicas cultivadas no outono-inverno ocuparam apenas 49,7% da área cultivada com soja e milho no verão. Considerando a área cultivada no outono-inverno, o milho safrinha ocupou 86% da área, com aumento significativo quando comparado com os anos anteriores, no entanto com rendimento de grãos de apenas kg ha (Levantamento..., 2007). Estima-se que as demais lavouras tenham sido cultivadas com aveia preta e nabo ou permaneceram em pousio, devido à estiagem ocorrida no ano que inviabilizou a semeadura tardia. O maior percentual de área cultivada no outono-inverno, em relação à área de soja e milho no verão, continua sendo de 51 %, em A sucessão de culturas com soja no verão e, milho safrinha, trigo e aveia no outono-inverno são predominantes. Essa sucessão é interrompida em pequenas áreas, por alguns agricultores mais tecnificados. O principal sistema de produção de palha e grãos na safrinha é o consórcio de milho safrinha com B. ruziziensis, predominando a implantação da B. ruziziensis na entre-linha do milho ou em linhas de 0,20 m, com o milho em espaçamento de 0,80 m entre linhas (Ceccon, 2007). O milho safrinha é cultivado em pequenas, médias e grandes propriedades, onde o nível de investimento (adubação, tratamento de sementes, controle de plantas daninhas e pragas) varia com o nível tecnológico do agricultor e com a época de semeadura, sendo maior nas semeaduras precoces e por agricultores com maior poder aquisitivo. E, os insumos constituem a maior parte do custo de produção, responsáveis pelo aumento no custo total (Richetti, 2007). O levantamento sistemático realizado por Richetti (2007), com profissionais da assistência técnica, visando estimar o custo de produção das principais culturas, fornece subsídios para avaliar o nível de tecnologia adotado pelos agricultores. Para melhor entender essas tecnologias, foram realizadas também, visitas em propriedades, com agricultores das principais regiões produtoras de milho safrinha. Foram diagnosticadas 64 lavouras, durante o mês de julho de 2007, entre os municípios de Itaquiraí, Naviraí, Ponta Porã, Dourados, Maracaju, Sidrolândia, Chapadão do Sul e São Gabriel do Oeste (Ceccon, 2007). A consulta com agricultores procurou identificar os sistemas e épocas de implantação, os principais híbridos e cultivares de milho e seu destino. Em cada lavoura foi marcada uma linha de cinco metros e anotado o número de plantas com espigas. Desta linha foram coletadas cinco espigas, representativas da lavoura, trilhadas em laboratório para quantificar o rendimento de grãos. Foi anotado o espaçamento entre linhas, a porcentagem de solo coberto com palha através de nota visual de 0 a 100%, e identificado as principais espécies de plantas infestantes.
3 88 9º Seminário Nacional de Milho Safrinha. Rumo à estabilidade: anais. 2. Implantação da lavoura A implantação da lavoura de milho safrinha é realizada exclusivamente em semeadura direta, sem revolvimento do solo, visto que essa cultura foi responsável pela evolução do sistema plantio direto (SPD) em Mato Grosso do Sul. No entanto, em função da presença de plantas invasoras após a colheita do milho safrinha, alguns agricultores retornam com o preparo mecânico do solo, com grades, para implantação da soja no verão. O milho safrinha é semeado imediatamente após a colheita da soja, de fevereiro a meados de março, diminuindo os riscos de perdas de lavouras pela falta de chuva (Figura 2) e baixas temperaturas que ocorrem em junho e julho (Figura 3). Alguns agricultores realizam a dessecação da soja para antecipação da colheita, mediante a aplicação de 1,0 a 1,5 L ha de paraquat, entre outros produtos. Em 2007, alguns agricultores semearam o milho safrinha durante o terceiro decêndio de abril, devido ao atraso na colheita da soja e por, terem apenas sementes de milho à disposição na propriedade. A semeadura tardia deve-se também à falta de estrutura que disponibilize sementes de culturas alternativas mais indicadas para cultivo nos meses de abril e maio, tais como o trigo, aveia branca e girassol. Devido ao planejamento inadequado, tanto do agricultor, quanto dos produtores de sementes e, também em função de mercado, a área com culturas alternativas não evolui em MS. Com isso, parte das lavouras cultivadas no verão, permanece sem o cultivo de uma cultura de retorno econômico, ou mesmo para cobertura de solo, no outono-inverno. 100 (%) Rendimento de grãos > que kg ha 80 Rendimento de grãos > que kg ha Fev.10 Fev.20 Fev.28 Mar.10 Mar.15 Marc.20 Mar.30 Abr.10 Abr.20 Épocas de semeadura Figura 2. Níveis de risco de cultivo do milho, em relação à falta de chuva s e em função da expectativa de duas produtividades de grãos, em Dourados, MS. Fonte: Lazzarotto (2002).
4 9º Seminário Nacional de Milho Safrinha. Rumo à estabilidade: anais Chuva(mm) Temperatura máxima(ºc) Temperatura mínima(ºc) Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Figura 3. Distribuição de chuva e temperaturas máximas e mínimas decendiais, durante o cultivo do milho safrinha, em Dourados, MS, Fonte: em 11/10/2007). A maioria dos agricultores utiliza três híbridos ou mais por safra em suas lavouras, com predominância de híbridos simples em solos mais argilosos. Nas semeaduras de fevereiro e março, há preferência pelos híbridos de ciclo precoce e super precoce. Os híbridos duplos são utilizados em regiões de solos mais arenosos e, em alguns casos nas semeaduras tardias, sendo a escolha do híbrido bastante influenciada pela empresa comercial representante. Porém, ainda existem algumas poucas lavouras sendo implantadas com sementes de menor potencial produtivo, comumente chamadas de milho de galpão. Em diagnóstico realizado por Ceccon (2007), em 64 lavouras de milho safrinha em MS, verificou-se que 10,9% das lavouras estavam com espaçamento entre 0,45 e 0,50 m, 7,8% das lavouras estavam com espaçamento entre 0,70 e 0,75 m, 37,5% das lavouras estavam com espaçamento de 0,80 m e, 43,8% das lavouras estavam com espaçamento entre 0,90 m. Apopulação de plantas mais utilizada está entre 47 e 52 mil plantas por hectare, com maiores populações nos menores espaçamentos entre linhas. O espaçamento de 0,45 m é utilizado por agricultores que possuem plataforma específica na colhedora. A justificativa de redução do espaçamento é atribuída ao maior aproveitamento do adubo, em alguns casos, que cultivam com maior investimento, obtém maior produtividade e, pelo maior controle de plantas daninhas. As sementes de milho safrinha semeadas em fevereiro e março recebem tratamento químico, na maioria das vezes com thiametoxan, imidacloprid ou tidicarb, nas doses indicadas pelos assistentes técnicos ou representantes comerciais.
5 90 9º Seminário Nacional de Milho Safrinha. Rumo à estabilidade: anais. 3. Solos e Adubação O milho safrinha predomina em solos com elevados teores de argila. No entanto, a cultura tem evoluído e vem sendo cultivada também em solos com baixos teores de argila, como nos municípios de Naviraí e Iguatemi, ao Sul, e em Chapadão do Sul, localizado ao Nordeste do Estado Ċom exceção de algumas lavouras na região de Maracaju (Richetti & Melo Filho, 2004), as adubações são realizadas exclusivamente na semeadura, com doses entre 100 a 300 kg ha das fórmulas , , 1255, entre outras. As doses são utilizadas em função da análise do solo, da época de semeadura e também da capacidade financeira do agricultor. As menores doses são verificadas, principalmente, em pequenas propriedades, que possuem solos argilosos e de maior fertilidade natural. 4. Controle de Plantas Daninhas A dessecação é realizada quando existem plantas daninhas remanescentes da soja, utilizando herbicida glyphosate, na dose de 1,5 a 2,5 L ha. Não obstante, é adicionado um inseticida para controle de insetos sobreviventes da soja, como os percevejos da parte aérea. Durante o cultivo do milho safrinha, as principais espécies de plantas daninhas encontradas são: capim colchão (Digitaria spp.), capim carrapinho (Cencrhus echinatus), picão preto (Bidens pilosa), corda de viola (Ipomoea purpurea), caruru (Amaranthus sp) e trapoeraba (Commelina sp), entre outras de menor importância. O controle das plantas daninhas é realizado mediante a aplicação de atrazine, na dose de 2,5 a 3,0 L ha. O herbicida 2,4-D também é 1 utilizado na dose de 0,2 a 0,4 L ha. Em algumas situações específicas é utilizado o herbicida nicosulfuron (Sanson) na dose de 0,30 a 0,5 L ha, sendo que nas lavouras de menor investimento, o controle de plantas daninhas nem sempre é realizado, o que facilita a multiplicação dessas plantas. A cobertura do solo, que poderia ser uma opção para diminuir a germinação de sementes de plantas daninhas, praticamente não existe, tendo sido observado cobertura média de 33% de solo em todas as lavouras, exceto onde foi realizado consórcio com Brachiaria ruziziensis, que apresentava cobertura de 70 a 90% (Ceccon, 2007). 5. Controle de Pragas e Doenças O percevejo castanho (Scaptocoris castanea), o coró-do-milho (Liogenys sp) e a larva alfinete (Diabrótica speciosa), são as principais pragas que vivem no solo e se alimentam das raízes do milho. O controle é realizado mediante o tratamento de sementes com inseticidas, imidacloprid, thiametoxam e tiodicarb. Este último é eficiente também no controle de lagarta do cartucho (Spodoptera frugiperda), que juntamente com o percevejo barriga-verde (Dichelops furcatus), são as principais pragas da parte aérea do milho safrinha. O controle é realizado com duas ou três aplicações de inseticidas, utilizando um ou dois dos produtos, normalmente alternando os princípios ativos, entre eles, os mais utilizados: piretróides (Karate) (0,05 L ha ), organofosforados (Clorpirifós) e carbamatos (Lanate), nas doses indicadas pelo fabricante.
6 9º Seminário Nacional de Milho Safrinha. Rumo à estabilidade: anais. 91 Em levantamento de ocorrência e controle de pragas em MS, Waquil et al. (2004) encontraram outras pragas, como larva angorá (Astylus variegatus), percevejo-verde-da-soja (Nezara viridula), tripes e insetos vetores de doenças, como as cigarrinhas e os pulgões, entre outras pragas. Quanto às doenças, destacam-se a pinta-branca (Phaeosphaeria maydis), a helmintosporiose (Exserohilum turcicum) e recentemente a cercosporiose (Cercospora zeae-maydis) e a podridão do colmo (Diplodia maydis). A indicação de cultivares específicas tem sido a principal estratégia de controle, visto que o milho é cultivado em sucessão com a soja. As empresas comercializadoras de sementes, que também prestam assistência técnica, têm interesse em divulgar os seus melhores genótipos. Alguns agricultores tem realizado a aplicação experimental de fungicida via foliar, principalmente por desafio técnico e pressão comercial. 6. Colheita e Comercialização Considerando que no outono-inverno a perda de umidade dos grãos é lenta, dificultando as condições de colheita, esse fator pode favorecer a quebra de colmos e tombamento de espigas. Isso interfere na produtividade e na qualidade da lavoura, trazendo maiores dificuldades para os agricultores que contratam a colheita com terceiros, pagando, em média, R$ 25,00 ha ( Richetti & Melo Filho, 2004). Nas propriedades de médio e grande porte a colheita é realizada com máquinas próprias. Os pequenos agricultores vendem o milho logo após a colheita, porém os grandes proprietários armazenam à espera de melhores preços, chegando a sobrepor uma safra sobre outra. A venda é realizada, na maioria das vezes, para fábricas de ração e criadores de aves e suínos do Estado e parte é vendida para Estados do Sul e Sudeste do Brasil. Em 2007 o custo total médio estimado foi de R$ 732,06 em Dourados, R$ 772,41 em Maracaju, e R$ 725,59 em Ponta Porã, para uma produtividade de à kg ha (Richetti 2007). Na hipótese de que o produto seja vendido ao preço de R$13,07 sc, seria necessário colher kg ha para o agricultor pagar o custo de produção. Nas 64 lavouras diagnosticadas por Ceccon (2007) foi encontrado rendimentos médios de à kg ha, demonstrando que é possível melhorar o desempenho da cultura em Mato Grosso do Sul. 7. Conclusões O sistema de produção de milho safrinha em MS necessita ser planejado em longo prazo, incluindo a cultura de verão e safrinha, visando adequar sistemas de rotação de culturas com espécies para semeadura em abril e maio, em especial o consórcio com braquiária e outras culturas de safrinha, com manejo integrado de pragas. Considerando a área cultivada com soja na safra de verão, podese afirmar que existe espaço para expandir a cultura do milho safrinha em Mato Grosso do Sul.
7 92 9º Seminário Nacional de Milho Safrinha. Rumo à estabilidade: anais. Referências CECCON, G. Estado da arte em produção de palha no Centro-Oeste Brasileiro. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, Relatório do projeto de pesquisa Fundação Agrisus 362/07, Projeto de pesquisa Fundação Agrisus 362/07: relatório. GUIMARÃES, A. V. Mato Grosso do Sul, sua evolução histórica. Campo Grande, MS: UCDB, p. LAZZAROTTO, C. Época de semeadura e riscos climáticos para o milho da safra outono-inverno, no Sul de Mato Grosso do Sul. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, p. (Embrapa Agropecuária Oeste. Comunicado técnico, 70). LEVANTAMENTO Sistemático da Produção Agrícola. Campo Grande, MS: IBGE, Unidade Estadual-MS, LEVANTAMENTO SISTEMÁTICO DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA. [Rio de Janeiro]: IBGE, Disponível em: < Acesso em: 31 set RICHETTI, A. Estimativa de custo de produção de milho safrinha para 2007, em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, p. (Embrapa Agropecuária Oeste. Comunicado técnico, 128). RICHETTI, A.; MELO FILHO, G. A. de. Estimativa de custo de produção de milho 2ª safra, 2005, em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, p. (Embrapa Agropecuária Oeste. Comunicado técnico, 94). TOMASINI, R. G. A. Evolução histórica e aspectos econômicos. In: OSÓRIO, E. A. (Coord.). Trigo no Brasil. Campinas: Fundação Cargill, v. 1 p WAQUIL, J. M. et al. Ocorrência e controle de pragas na cultura do milho no Mato Grosso do Sul safrinha. Sete Lagoas: Embrapa Milho e Sorgo; Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, (Embrapa Milho e Sorgo. Circular técnica, 46).
SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE MILHO SAFRINHA EM MATO GROSSO DO SUL
SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE MILHO SAFRINHA EM MATO GROSSO DO SUL Gessi Ceccon 1, Eduardo Martins Rocha 2 1. Introdução A economia de Mato Grosso do Sul (MS) sustentou-se através da extração da erva-mate e
EVOLUÇÃO DO CONSÓRCIO MILHO-BRAQUIÁRIA, EM DOURADOS, MATO GROSSO DO SUL
EVOLUÇÃO DO CONSÓRCIO MILHO-BRAQUIÁRIA, EM DOURADOS, MATO GROSSO DO SUL Gessí Ceccon (1), Neriane de Souza Padilha (2), Islaine Caren Fonseca (3), Rodrigo César Sereia (4) & Antonio Luiz Neto Neto (5)
CARACTERIZAÇÃO DE GRUPOS DE GENÓTIPOS DE MILHO SAFRINHA AVALIADOS EM DOURADOS, MS
CARACTERIZAÇÃO DE GRUPOS DE GENÓTIPOS DE MILHO SAFRINHA AVALIADOS EM DOURADOS, MS Luan Marlon Ribeiro (1), Priscilla Cunha Moreira dos Santos (1), Jorge Junior Theodoro Martins Prata (2), Gessí Ceccon
l«x Seminário Nacional
l«x Seminário Nacional Rio V~, goiá/v AVALIAÇÃO DE VARIEDADES E HÍBRIDOS ELITE DE MILHO EM DOURADOS, MATO GROSSO DO SUL Fábio Yomei Tanamati', Maximiliano Kawahata Pagliarini", Leandro Palombo', Paulo
NÍVEIS DE FERTILIDADE E ESPAÇAMENTO ENTRE LINHAS DE MILHO SAFRINHA, EM PLANTIO DIRETO, EM MS
NÍVEIS DE FERTILIDADE E ESPAÇAMENTO ENTRE LINHAS DE MILHO SAFRINHA, EM PLANTIO DIRETO, EM MS Luiz Alberto Staut 1, Gessi Ceccon 1 1. Introdução As alterações no sistema de manejo do solo, como a adoção
Gessi Ceccon, Luís Armando Zago Machado, (2) (2) (3) Luiz Alberto Staut, Edvaldo Sagrilo, Danieli Pieretti Nunes e (3) Josiane Aparecida Mariani
9º Seminário Nacional de Milho Safrinha. Rumo à estabilidade: anais. 455 CONSÓRCIO DE MILHO SAFRINHA COM ESPÉCIES FORRAGEIRAS E ADUBO VERDE EM MATO GROSSO DO SUL (1) (2) (2) Gessi Ceccon, Luís Armando
SISTEMAS DE CONSÓRCIO EM MILHO SAFRINHA. Gessi Ceccon 1 1.INTRODUÇÃO
SISTEMAS DE CONSÓRCIO EM MILHO SAFRINHA Gessi Ceccon 1 1.INTRODUÇÃO A sucessão da soja-milho safrinha sustenta a produção de grãos na região Centro-Oeste do Brasil. No entanto, de acordo com Brüggemann
INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS PRODUTIVOS PARA A CULTURA DO MILHO
INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS PRODUTIVOS PARA A CULTURA DO MILHO AVANÇOS E DESAFIOS NO MANEJO DO MILHO André Aguirre Ramos M.Sc. Eng Agrônomo [email protected] (62) 99992-2330 ÍNDICE 1) EVOLUÇÃO DOS
VIABILIDADE ECONÔMICA DO SISTEMA DE PRODUÇÃO SOJA- MILHO SAFRINHA 1.INTRODUÇÃO
VIABILIDADE ECONÔMICA DO SISTEMA DE PRODUÇÃO SOJA- MILHO SAFRINHA Alceu Richetti 1 1.INTRODUÇÃO No cenário nacional, o Estado de Mato Grosso do Sul é o terceiro maior produtor de milho safrinha e o quinto
DESEMPENHO DE MILHO SAFRINHA EM DUAS ÉPOCAS DE SEMEADURA E POPULAÇÕES DE PLANTAS, EM DOURADOS, MS
DESEMPENHO DE MILHO SAFRINHA EM DUAS ÉPOCAS DE SEMEADURA E POPULAÇÕES DE PLANTAS, EM DOURADOS, MS Leonardo Fernandes Leite (1), Elisa Pereira de Oliveira (1), Adriano do Santos (2), Gessí Ceccon (3) Introdução
PRODUTIVIDADE DE MILHO SAFRINHA COM POPULAÇÕES DE PLANTAS DE FORRAGEIRAS PERENES
PRODUTIVIDADE DE MILHO SAFRINHA COM POPULAÇÕES DE PLANTAS DE FORRAGEIRAS PERENES Gessí Ceccon (1), Liana Jank (2), Nágila Haick da Silveira (3), Rafael Tadeu dos Santos (3), Bruno Patrício Tsujigushi (4),
SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE MILHO SAFRINHA EM GOIÁS
SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE MILHO SAFRINHA EM GOIÁS Alessandro Guerra da Silva (1) e Ricardo Francischini (1) Introdução Nos últimos anos, o estado de Goiás vem se destacando como grande produtor de grãos
MILHO SAFRINHA EM CONSÓRCIO COM BRAQUIÁRIAS
Apresent MILHO SAFRINHA EM CONSÓRCIO COM BRAQUIÁRIAS Gessi Ceccon [email protected] Embrapa Agropecuária Oeste Fone: 67 3425 5122, Dourados, MS Chuva anos 300 (mm) DISTRIBUIÇÃO DE CHUVAS NO CENTRO
Dirceu Luiz Broch e Gessi Ceccon
9º Seminário Nacional de Milho Safrinha. Rumo à estabilidade: anais. 121 PRODUÇÃO DE MILHO SAFRINHA COM INTEGRAÇÃO LAVOURA E PECUÁRIA () () Dirceu Luiz Broch e Gessi Ceccon 1. Introdução O safrinha é uma
Consórcio de milho safrinha com Brachiaria ruziziensis. Julio Franchini Henrique Debiasi
Consórcio de milho safrinha com Brachiaria ruziziensis Julio Franchini Henrique Debiasi Premissas Por quê colocar uma espécie forrageira para competir com o milho na safrinha? Sucessão milho safrinha/soja
ANÁLISE ECONÔMICA DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE MILHO SAFRINHA EM CULTIVO CONSORCIADO
ANÁLISE ECONÔMICA DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE MILHO SAFRINHA EM CULTIVO CONSORCIADO Alceu Richetti 1, Gessi Ceccon 2 1. Introdução As condições de riscos e incertezas na agricultura são elevadas e, para
Consórcio Milho-Braquiária
Gessí Ceccon Consórcio Milho-Braquiária 1Oque é. É o cultivo simultâneo de milho safrinha com braquiária utilizando a semeadora de soja, ajustando-a para uma linha de milho safrinha e outra de braquiária.
RESPOSTA DE MILHO SAFRINHA CONSORCIADO COM Brachiaria ruziziensis À ADUBAÇÃO, EM DOURADOS, MATO GROSSO DO SUL
RESPOSTA DE MILHO SAFRINHA CONSORCIADO COM Brachiaria ruziziensis À ADUBAÇÃO, EM DOURADOS, MATO GROSSO DO SUL Carlos Hissao Kurihara (1), João Vitor de Souza Silva (2), Bruno Patrício Tsujigushi (3) Introdução
Influência da Safrinha na Eficiência de Produção do Milho no Brasil
XXX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO SALVADOR 5 DE AGOSTO DE 2014 Influência da Safrinha na Eficiência de Produção do Milho no Brasil Aildson Pereira Duarte Instituto Agronômico, Campinas (IAC) Influência
GASTOS COM INSETICIDAS, FUNGICIDAS E HERBICIDAS NA CULTURA DO MILHO SAFRINHA, BRASIL,
GASTOS COM INSETICIDAS, FUNGICIDAS E HERBICIDAS NA CULTURA DO MILHO SAFRINHA, BRASIL, 2008-2012 Maximiliano Miura (1), Alfredo Tsunechiro (2), Célia Regina Roncato Penteado Tavares Ferreira (1) Introdução
LEVANTAMENTO DE ÁREA CULTIVADA, SEMEADURA E ADUBAÇÃO NO MILHO SAFRINHA NA REGIÃO DE SORRISO MT
352 LEVANTAMENTO DE ÁREA CULTIVADA, SEMEADURA E ADUBAÇÃO NO MILHO SAFRINHA NA REGIÃO DE SORRISO MT Thiago Rodrigues Catapatti (1), Cassiano Spaziani Pereira (2) e André Carlesso (3) 1. Introdução O cultivo
Desempenho do Consórcio Milho-braquiária: Populações de Plantas e Modalidades de Semeadura de Urochloa brizantha cv. Piatã
XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 Desempenho do Consórcio Milho-braquiária: Populações de Plantas e Modalidades de Semeadura de Urochloa brizantha
PRODUTIVIDADE DE MILHO SAFRINHA, SOLTEIRO E CONSORCIADO COM Brachiaria ruziziensis em DOURADOS, MS 1.INTRODUÇÃO
PRODUTIVIDADE DE MILHO SAFRINHA, SOLTEIRO E CONSORCIADO COM Brachiaria ruziziensis em DOURADOS, MS Islaine Caren Fonseca (1), Gessí Ceccon (2), Valdecir Batista Alves (3), Neriane de Souza Padilha (4)
VIABILIDADE ECONÔMICA DE SISTEMAS DE CULTIVO DE MILHO SAFRINHA
VIABILIDADE ECONÔMICA DE SISTEMAS DE CULTIVO DE MILHO SAFRINHA Alceu Richetti 1 Introdução O milho safrinha é cultivado em pequenas, médias e grandes propriedades, onde o nível de investimento (adubação,
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS NA CULTURA DO MILHO
Biologia e Manejo de Plantas Daninhas MANEJO DE PLANTAS DANINHAS NA CULTURA DO MILHO Ac. Italo Pinho Ac. Marcelo Delião Ac. Marilia Ferreira Piracicaba - SP 13 de Setembro de 2017 TÓPICOS ü INTRODUÇÃO;
MILHO SAFRINHA CONSORCIADO COM BRAQUIÁRIAS EM ESPAÇAMENTO NORMAL E REDUZIDO
MILHO SAFRINHA CONSORCIADO COM BRAQUIÁRIAS EM ESPAÇAMENTO NORMAL E REDUZIDO Juslei Figueiredo da Silva (1), Priscila Akemi Makino (1), Luan Marlon Ribeiro (2), Gessí Ceccon (3) Introdução Em 2012, o milho
EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA EMBRAPA- PESCA E AQUICULTURA FUNDAÇÃO AGRISUS RELATÓRIO PARCIAL-01/10/2016
1 EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA EMBRAPA- PESCA E AQUICULTURA FUNDAÇÃO AGRISUS RELATÓRIO PARCIAL-01/10/2016 CONSÓRCIO DE MILHO COM BRAQUIÁRIA: COMPREENDENDO OS RISCOS DO ESTRESSE HÍDRICO NA
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE CULTIVARES DE MILHO EM FUNÇÃO DA DENSIDADE DE SEMEADURA, NO MUNÍCIPIO DE SINOP-MT
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE CULTIVARES DE MILHO EM FUNÇÃO DA DENSIDADE DE SEMEADURA, NO MUNÍCIPIO DE SINOP-MT Alexandre Ferreira da Silva (1), Miguel Marques Gontijo Neto (2),Marcella Monteiro de Souza
Dispêndios com Inseticidas, Fungicidas e Herbicidas na Cultura do Milho no Brasil,
Dispêndios com Inseticidas, Fungicidas e Herbicidas na Cultura do Milho no Brasil, 2000-20009 Alfredo Tsunechiro, Célia R. R. P. T. Ferreira e Maximiliano Miura Instituto de Economia Agrícola (IEA) Caixa
1.INTRODUÇÃO , Dourados, MS. 2 Acadêmico de Agronomia Universidade Federal da Grande Dourados - UFGD,
PERDA DE UMIDADE EM GRÃOS DE HÍBRIDOS DE MILHO SAFRINHA, EM DOURADOS MS Gessí Ceccon (1), Antonio Luiz Neto Neto (2), Rodrigo César Sereia (3), Valdecir Batista Alves (4) & Robson Benites Soares (5) 1.INTRODUÇÃO
PRODUTIVIDADE DE MILHO SAFRINHA EM AMBIENTES E POPULAÇÕES DE BRAQUIÁRIAS
PRODUTIVIDADE DE MILHO SAFRINHA EM AMBIENTES E POPULAÇÕES DE BRAQUIÁRIAS Priscila Akemi Makino (1), Juslei Figueiredo da Silva (1), Antonio Luiz Neto Neto (1), Neriane de Souza Padilha (2), Gessí Ceccon
CONSÓRCIO DE MILHO SAFRINHA COM Brachiaria ruziziensis EM DIFERENTES POPULAÇÕES DE PLANTAS
CONSÓRCIO DE MILHO SAFRINHA COM Brachiaria ruziziensis EM DIFERENTES POPULAÇÕES DE PLANTAS Gessí Ceccon (1), Valdecir Batista Alves (2), Neriane de Souza Padilha (3) & Leonardo Fernandes Leite (4) 1.INTRODUÇÃO
INTERAÇÃO ENTRE NICOSULFURON E ATRAZINE NO CONTROLE DE SOJA TIGUERA EM MILHO SAFRINHA CONSORCIADO COM BRAQUIÁRIA
INTERAÇÃO ENTRE NICOSULFURON E ATRAZINE NO CONTROLE DE SOJA TIGUERA EM MILHO SAFRINHA CONSORCIADO COM BRAQUIÁRIA José Fernando Jurca Grigolli (1), André Luis Faleiros Lourenção (2) Introdução A região
Sistema Plantio Direto e Integração Lavoura-Pecuária em Mato Grosso do Sul
Sistema Plantio Direto e Integração Lavoura-Pecuária em Mato Grosso do Sul Julio Cesar Salton Pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste Dourados/MS É consenso afirmar que o Sistema Plantio Direto (SPD)
EFEITO DE ADUBAÇÃO NITROGENADA EM MILHO SAFRINHA CULTIVADO EM ESPAÇAMENTO REDUZIDO, EM DOURADOS, MS
EFEITO DE ADUBAÇÃO NITROGENADA EM MILHO SAFRINHA CULTIVADO EM ESPAÇAMENTO REDUZIDO, EM DOURADOS, MS Carlos Hissao Kurihara (1), Bruno Patrício Tsujigushi (2) Introdução A adubação da cultura do milho safrinha
DIFERENTES PROGRAMAS DE MANEJO DE PRAGAS, DOENÇAS E PLANTAS DANINHAS NA CULTURA DO MILHO SAFRINHA (Zea mays L.), NA REGIÃO DO TRIÂNGULO MINEIRO.
DIFERENTES PROGRAMAS DE MANEJO DE PRAGAS, DOENÇAS E PLANTAS DANINHAS NA CULTURA DO MILHO SAFRINHA (Zea mays L.), NA REGIÃO DO TRIÂNGULO MINEIRO. Marco Aurélio de Oliveira Fagotti 1, Luiz Francisco Weber
CONTROLE DE SOJA TIGUERA COM DIFERENTES DOSES DE ATRAZINE EM MILHO SAFRINHA CONSORCIADO COM Brachiaria ruziziensis
CONTROLE DE SOJA TIGUERA COM DIFERENTES DOSES DE ATRAZINE EM MILHO SAFRINHA CONSORCIADO COM Brachiaria ruziziensis José Fernando Jurca Grigolli (1), André Luis Faleiros Lourenção (2) Introdução O consórcio
MILHO SAFRINHA EM CONSÓRCIO COM ALTERNATIVAS DE OUTONO- INVERNO PARA PRODUÇÃO DE PALHA E GRÃOS, EM MS, EM 2005
MILHO SAFRINHA EM CONSÓRCIO COM ALTERNATIVAS DE OUTONO- INVERNO PARA PRODUÇÃO DE PALHA E GRÃOS, EM MS, EM 2005 Gessi Ceccon (1), Luís Armando Zago Machado (2), Luiz Alberto Staut (3) Introdução As alterações
BPUFs para milho em Mato Grosso do Sul informações locais. Eng. Agr. M.Sc. Douglas de Castilho Gitti
BPUFs para milho em Mato Grosso do Sul informações locais Eng. Agr. M.Sc. Douglas de Castilho Gitti 1 PRODUÇÃO (1 t) ÁREA (1 ha) 18. 16. 15.465 14. 12. 1. 8.836 8. 6.629 6. 4. 2. 25 26 27 28 29 21 211
O manejo da matéria orgânica esta adequado visando a sustentabilidade dos sistemas de produção? Julio Franchini Henrique Debiasi
O manejo da matéria orgânica esta adequado visando a sustentabilidade dos sistemas de produção? Julio Franchini Henrique Debiasi 15/01/2009 15/01/2009 Comportamento da soja na safra 2008/2009 na região
Estimativa do Custo de Produção de Soja, Safra 2004/05, para Mato Grosso do Sul e Mato Grosso
90 ISSN 1679-0472 Setembro, 2004 Dourados, MS Fotos: Silvio Ferreira Estimativa do Custo de Produção de Soja, Safra 2004/05, para Mato Grosso do Sul e Mato Grosso 1 Geraldo Augusto de Melo Filho 2 Alceu
ÉPOCAS DE SEMEADURA DE MILHO SAFRINHA SOLTEIRO E CONSORCIADO COM Brachiaria ruziziensis
ÉPOCAS DE SEMEADURA DE MILHO SAFRINHA SOLTEIRO E CONSORCIADO COM Brachiaria ruziziensis Gessí Ceccon (1), Adriano dos Santos (2), Priscila Akemi Makino (2), Neriane de Souza Padilha (2), Leonardo Fernandes
CULTIVO SIMULTÂNEO DE MILHO COM CAPINS, NA SAFRINHA, PARA PRODUÇÃO DE GRÃOS E DE FORRAGEM
CULTIVO SIMULTÂNEO DE MILHO COM CAPINS, NA SAFRINHA, PARA PRODUÇÃO DE GRÃOS E DE FORRAGEM Armindo Neivo Kichel 1, José Alexandre Agiova da Costa 2, Roberto Giolo de Almeida 3 1. Introdução No Mato Grosso
Viabilidade Econômica da Cultura do Milho Safrinha 2018, em Mato Grosso do Sul
231 ISSN 1679-0472 Dezembro, 2017 Dourados, MS Foto: Alceu Richetti Viabilidade Econômica da Cultura do Milho Safrinha 2018, em Mato Grosso do Sul 1 Alceu Richetti Introdução As análises de viabilidade
VIABILIDADE ECONÔMICA DO MILHO SAFRINHA E DA BRAQUIÁRIA EM SISTEMAS INTEGRADOS. Alceu Richetti (1), Gessí Ceccon (2)
VIABILIDADE ECONÔMICA DO MILHO SAFRINHA E DA BRAQUIÁRIA EM SISTEMAS INTEGRADOS Alceu Richetti (1), Gessí Ceccon (2) Introdução O estudo de sistemas de produção alternativos e diversificados é de fundamental
PRODUTIVIDADE E COMPONENTES DO RENDIMENTO DE MILHO SAFRINHA SOLTEIRO E COM BRAQUIARIA, 2011, EM DOURADOS, MS
PRODUTIVIDADE E COMPONENTES DO RENDIMENTO DE MILHO SAFRINHA SOLTEIRO E COM BRAQUIARIA, 2011, EM DOURADOS, MS Lígia Maria Maraschi da Silva Piletti (1), Mirianny Elena de Freitas (2), Mateus Luiz Secretti
SEEDCORP HO UMA PLATAFORMA INTEGRADA DE SEMENTES
Folder de Milho SEEDCORP HO UMA PLATAFORMA INTEGRADA DE SEMENTES A SEEDCORP HO nasceu da fusão da SeedCorp e HO Sementes. Criada em 2013 com a estratégia de ser uma plataforma integrada de acesso ao mercado
6.4 CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS
6.4 CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS Prejuízos: -Competição por água; -Competição por luz; -Competição por nutrientes; -Hospedeiros de pragas e doenças; -Interferência na operação de colheita. Período de competição:
Estimativa de custos de produção de soja em Rondônia - safra 2001/2002
ISSN 0103-9458 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro de Pesquisa Agroflorestal de Rondônia Ministério da Agricultura e do Abastecimento COMUNICADO TÉCNICO Nº 191, jul./01, pag-1-4 Estimativa
Avaliação de Cultivares de Milho na Safra 2009/2010, em Dourados, MS
Avaliação de Cultivares de Milho na Safra 2009/2010, em Dourados, MS Gessi Ceccon 1, Leonardo M. P. Rocha 2, Islaine C. Fonseca 3, Antonio L. N. Neto 3 e Rodrigo C. Sereia 4 1 Embrapa Agropecuária Oeste,
IRGA 424 OPÇÃO DE PRODUTIVIDADE
IRGA 424 OPÇÃO DE PRODUTIVIDADE A IRGA 424 apresenta como diferencial o alto potencial produtivo, responde muito bem ao manejo e às altas adubações. Origem: cruzamento IRGA 370-42-1-1F-B5/BR IRGA 410//IRGA
DESEMPENHO AGRONÔMICO DE HÍBRIDOS DE MILHO SAFRINHA EM DUAS ÉPOCAS DE SEMEADURA EM AQUIDAUANA, MS.
DESEMPENHO AGRONÔMICO DE HÍBRIDOS DE MILHO SAFRINHA EM DUAS ÉPOCAS DE SEMEADURA EM AQUIDAUANA, MS. Elisa Pereira de Oliveira (1), Matheus Gustavo da Silva (2), Anne Mellisse Diaz Oliveira (3) Introdução
SISTEMAS DE PRODUÇÃO DO MILHO SAFRINHA NO MÉDIO VALE PARANAPANEMA, ESTADO DE SÃO PAULO
SISTEMAS DE PRODUÇÃO DO MILHO SAFRINHA NO MÉDIO VALE PARANAPANEMA, ESTADO DE SÃO PAULO José Roberto Gonçalves Massud 1 1. INTRODUÇÃO 1.1 Caracterização da região e histórico do milho safrinha A região
"Estratégias de manejo de plantas
1 "Estratégias de manejo de plantas daninhas para maximizar a produtividade na cultura do milho". Eng. Agr. Prof. Dr. Diecson Ruy Orsolin da Silva UFSM campus Frederico Westphalen "VI SIMPÓSIO DE ATUALIZAÇÃO
Milho safrinha se consagra e caracteriza um sistema peculiar de produção
m a n e j o d a c u lt u r a Evolução Milho safrinha se consagra e caracteriza um sistema peculiar de produção FREEIMAGES / ANDREAS KRAPPWEIS Aildson Pereira Duarte * Brasil cultiva, atualmente, cerca
1O que é. São culturas de inverno que podem ser utilizadas em
Cesar José da Silva Alceu Richetti Márcio Akira Ito Carmen Regina Pezarico Opções para Diversificação na Segunda Safra 1O que é. São culturas de inverno que podem ser utilizadas em alternativa ao tradicional
INTEGRAÇÃO LAVOURA- PECUÁRIA NO NORTE DO PARANÁ
III Reunião Paranaense de Ciência do Solo, Londrina-PR INTEGRAÇÃO LAVOURA- PECUÁRIA NO NORTE DO PARANÁ Alvadi Antonio Balbinot Junior Julio Franchini Henrique Debiasi Pesquisadores da Embrapa Soja Roteiro
CALAGEM, GESSAGEM E MANEJO DA ADUBAÇÃO EM MILHO SAFRINHA CONSORCIADO COM Brachiaria ruziziensis
CALAGEM, GESSAGEM E MANEJO DA ADUBAÇÃO EM MILHO SAFRINHA CONSORCIADO COM Brachiaria ruziziensis Bruno Patrício Tsujigushi, Carlos Hissao Kurihara (2), Laércio Alves de Carvalho (3) Introdução A adoção
INTEGRAÇÃO LAVOURA- Prof. Dr. Gelci Carlos Lupatini. UNESP Campus Experimental de Dracena 8200
INTEGRAÇÃO LAVOURA- PECUÁRIA Prof. Dr. Gelci Carlos Lupatini UNESP Campus Experimental de Dracena (18) 3821-8200 8200 [email protected] 1 INTRODUÇÃO Monocultivo de culturas e pastagens; Problemas
