Plano. de Prevenção e Emergência CENFORFF
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- Dina Frade Tavares
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1 Plano de Prevenção e Emergência
2 [ ] só uma população informada pode ter um verdadeiro e indispensável protagonismo num sistema que visa, em última instância, a melhoria da qualidade de vida de todos os cidadãos. 2
3 INTRODUÇÃO Plano de prevenção e emergência: conceito, objectivos e etapas... 5 Razões para a elaboração de um plano... 5 Objectivos gerais... 6 Objectivos específicos... 6 Etapas de elaboração... 6 PLANO DE PREVENÇÃO Caracterização do espaço Identificação de riscos Levantamento de meios e recursos Regras de exploração e de comportamento Programas de conservação e manutenção Caderno de registo de segurança PLANO DE EMERGÊNCIA Organização de segurança Plano de Evacuação Plano de Actuação Instruções de Segurança EXERCÍCIOS E SIMULACROS APOIO TÉCNICO RECOMENDAÇÕES GERAIS ANEXOS REFERÊNCIAS LEGISLATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS
4 INTRODUÇÃO As preocupações sempre crescentes relativamente à segurança levaram-nos a elaborar um documento orientador do conhecimento dos riscos, meios, recursos e atitudes a ter numa situação de acidente grave, catástrofe ou calamidade que possam vir a ocorrer. Prevenimos quando criamos as condições para que os acidentes não ocorram, planeamos quando, antecipadamente, fornecemos informação sobre os procedimentos correctos a adoptar em situações de emergência. Face aos riscos a que todos nós estamos sujeitos, é urgente criar medidas de auto protecção e de minimização do risco de acidente contribuindo para a aquisição de hábitos de segurança. É importante o incremento de níveis de conhecimento, dado que uma população esclarecida é uma população mais protegida, fortalecida e interventiva. As medidas indicadas neste documento, visam atingir o universo de utilizadores do Centro de Formação, que em caso de acidente, este possa ser minimizado perante a operacionalidade da prestação das medidas preventivas e/ou de emergência. Assim, a implementação deste Plano de Prevenção e Emergência, pretende que o espaço escolar seja cada vez mais seguro num processo de interacção entre toda a comunidade escolar. 4
5 1. Plano de prevenção e emergência: conceito, objectivos e etapas Um plano de prevenção e emergência pode definir-se como a sistematização de um conjunto de normas e regras de procedimento, destinadas a evitar ou minimizar os efeitos das catástrofes que se prevê possam vir a ocorrer em determinadas áreas, gerindo, de uma forma optimizada, os recursos disponíveis. Assim, um plano de prevenção e emergência constitui um instrumento simultaneamente preventivo e de gestão operacional, uma vez que, ao identificar os riscos, estabelece os meios para fazer face ao incidente e, quando definida a composição das equipas de intervenção, lhes atribui missões. Razões para a elaboração de um plano - Identifica riscos e procurar minimizar os seus efeitos; - Estabelece cenários de acidentes para os riscos identificados; - Define princípios, normas e regras de actuação face aos cenários possíveis; - Organiza os meios e prevê missões para cada um dos intervenientes; - Permite desencadear acções oportunas, destinadas a limitar as consequências do sinistro; - Evita confusões, erros, atropelos e a duplicação de actuações; - Prevê e organiza antecipadamente a evacuação e a intervenção; - Permite rotinar procedimentos, os quais poderão ser testados, através de exercícios e simulacros. Um plano de prevenção e emergência deve, por isso, ter as seguintes características: - Simplicidade; - Flexibilidade; - Dinamismo; - Adequação; - Precisão. 5
6 Objectivos gerais - Dotar a escola de um nível de segurança eficaz; - Limitar as consequências de um acidente; - Sensibilizar para a necessidade de conhecer e rotinar procedimentos de autoprotecção e adoptar, por parte de professores, funcionários e alunos, em caso de acidente; - Co-responsabilizar toda a população escolar no cumprimento das normas de segurança; - Preparar e organizar os meios humanos e materiais existentes, para garantir a salvaguarda de pessoas e bens, em caso de ocorrência de uma situação perigosa. Objectivos específicos - Conhecimento real e pormenorizado das condições de segurança do estabelecimento escolar; - Correcção das situações disfuncionais detectadas; - Maximização das possibilidades de resposta dos meios de 1ª intervenção; - Organização dos meios humanos, tendo em vista a actuação em situações de emergência; - Elaboração de um plano de evacuação das instalações escolares; - Elaboração do plano de actuação. Etapas de elaboração A elaboração de um plano de prevenção e emergência deve incluir os aspectos de natureza preventiva que, em conjunto com a organização interna e as instruções de segurança, constituem etapas sistematizadas e sequencialmente elaboradas, indispensáveis à sua operacionalidade, em qualquer situação de emergência: 6
7 Plano de Prevenção - Caracterização do espaço - Identificação de riscos - Levantamento de meios e recursos - Regras de exploração e comportamento - Programas de conservação e manutenção - Caderno de registo de segurança Plano de Emergência - Organização de segurança - Estrutura interna de segurança - Plano de evacuação - Plano de actuação - Instruções de segurança - Instruções gerais - Instruções particulares - Instruções especiais 7
8 2.1 Caracterização do espaço PLANO DE PREVENÇÃO Aspectos Físicos: Localização geográfica O Centro de Formação Profissional da Figueira da Foz sito na Rua do Matadouro, nº14, localizase na zona este da cidade. O mesmo apresenta duas entradas de acesso: portão principal (sul) e portão secundário (oeste). Tem, como via de acesso a antiga estrada para Coimbra, não distando muito da rotunda da entrada principal da Figueira da Foz. Encontra-se em anexo a Planta de Localização, onde se identificam o estabelecimento escolar, os limites das suas instalações, a localização da Polícia de Segurança Pública, os Bombeiros Municipais, o Hospital, a Via de Acesso a Viaturas de Socorro e o Ponto de Reunião Externo (ANEXO A). Enquadramento de edifícios e espaços livres Além dos dois portões de acesso ao exterior, o Centro dispõe de duas portas laterais que também dão acesso ao exterior, uma na zona oeste e outra na zona este do estabelecimento (contemplam só a entrada e saída de pessoas). Para um melhor entendimento sobre este aspecto, encontra-se em anexo a Planta de Enquadramento que discrimina os limites do Centro de Formação, as Vias Internas para Viaturas de Socorro, o Ponto de Reunião Interno, o Depósito de Gás, o Quadro Geral da Electricidade e a Entrada Geral da Água (ANEXO B). Descrição das instalações O Centro apresenta dois pavilhões ou blocos (A e B), com dois pisos cada, que possuem uma ligação interna. Dispõe de vinte salas de aula, um laboratório de informática, um restaurante pedagógico, dez gabinetes, bar, refeitório, biblioteca, secretaria e papelaria/reprografia. Identificação das fontes de energia O quadro geral encontra-se numa pequena sala de arrumos do Bloco B, piso 1, atrás do elevador. Aí se encontra também um quadro do corte parcial de energia, sendo que no total existem sete quadros de corte parcial. Por sua vez, o depósito de gás encontra-se na cozinha e a válvula no exterior do Bloco A, lado este. 8
9 Localização de equipamentos de combate a incêndio O Centro tem à sua disposição vinte e seis extintores de CO2 dispostos maioritariamente pelos corredores. Existem também três extintores de água na cozinha. Existem, igualmente, oito bocas-de-incêndio. Aspectos Humanos: Inaugurado em Dezembro de 2006, este Centro abriu à comunidade para dar resposta à crescente população e às suas solicitações, apresentando uma estrutura curricular para cursos profissionais de níveis II e III. No presente ano lectivo, é frequentado por 338 alunos, distribuídos por 20 turmas, a saber: Número de Nível/Ano/Turma Alunos 1ºA 19 1ºB 21 1ºC 23 2ºA 18 2ºB 16 III 2ºC 18 2ºD 13 3ºA 18 3ºB 19 3ºC 16 3ºD 14 3ºE 15 07COZ-B03 15 II 08COZ-C MESA-C MESA-D ºA 20 III 1ºB 21 2ºA 19 3ºA 20 Total por Escola Escola INTEP 210 ESCOLA PROFISSIONAL 128 TOTAL 338 9
10 O Centro funciona em 5 dias lectivos, das 8h30 às 18h10, estando as tardes de Quarta e Sexta Feiras libertas para aulas de reposição, provas de recuperação, exames, apoio de PAP s e reuniões. O espaço físico é preenchido por dois blocos, onde decorrem todas as actividades, à excepção das aulas de Educação Física, que decorrem no Pavilhão Gimnodesportivo de Vila Verde. O corpo docente da escola é formado por 38 professores. O pessoal não docente é em número de 12, distribuído da seguinte forma pelos respectivos serviços: Psicologia e Educação Escolar (1 Psicóloga); Sector Administrativo e Reprografia (4 funcionários); Auxiliares de Acção Educativa (5 funcionárias) e Cozinha (com duas cozinheiras). Encontra-se em anexo a Ficha de Caracterização da Escola que complementa os dados supra mencionados (ANEXO F). 2.2 Identificação de riscos Relativamente a riscos internos (relativos a incêndios, fugas de gás, etc.), salientam-se a cozinha, o laboratório de informática, a caldeira que se encontra no sótão (Bloco A) e o aquecimento térmico nas traseiras da cozinha. Quanto a riscos externos, o Centro ainda dista cerca de 1km das Bombas de Combustível Repsol e das oficinas da CP, não havendo mais nada a assinalar. 2.3 Levantamento de meios e recursos Equipamentos de 1ª intervenção - Extintores O estabelecimento escolar dispõe de vinte de seis extintores de CO2 e três de água devidamente intervalados e inspeccionados. - Rede de incêndio armada Existem oito bocas-de-incêndio localizadas adequadamente, prontas para qualquer eventualidade. Sistemas de iluminação e sinalização - Iluminação de emergência O Centro está dotado de blocos autónomos de iluminação que garantem um nível luminoso suficiente. 10
11 - Sinalização de segurança - Itinerários de evacuação e saída, bem como instrumentos de combate a incêndio e outros relacionados com a segurança estão identificados com os sinais respectivos, obedecendo aos modelos normalizados (ANEXO E). - Meios de alarme e alerta - Campainha ou sirene - Para informar a população escolar da ocorrência de um sinistro, o Centro dispõe de campainha com som audível, de forma a garantir o aviso atempado de todos os alunos, professores e funcionários. Este pode ouvir-se de forma contínua ou intermitente, dependendo dos incidentes. - Telefone - Para informar o exterior, existe o telefone, incluído no sistema de alerta, que garante a fácil comunicação com os Bombeiros. - Meios automáticos de detecção e extinção de incêndio - Existe um sistema de detecção de incêndios, ligado à Prosegur, que permite o conhecimento precoce da ocorrência. 2.4 Regras de exploração e de comportamento Nos termos do nº2, alínea c) do Artigo 16º, anexo à Portaria nº 1444/2002 de 7 de Novembro, são preocupações constantes, dos chefes e delegados para a segurança, aspectos como: - As acessibilidades dos meios de socorro; - A desobstrução dos caminhos de evacuação e saídas; - A operacionalidade dos meios de 1ª intervenção e dos equipamentos de segurança em geral; - A funcionalidade dos meios de alarme e alerta; - O estado de conservação da sinalização de segurança e iluminação de emergência; - As condições de limpeza e de arrumação dos diferentes espaços; - A segurança na produção, na manipulação e no armazenamento de matérias e substâncias perigosas. 11
12 2.5 Programas de conservação e manutenção Ainda nos termos do nº3, alínea b) do Artigo 16º, anexo à Portaria nº 1444/2002 de 7 de Novembro, são preocupações os Programas de conservação e manutenção, com estipulação de calendários e listas de testes de verificação periódica de dispositivos, equipamentos e instalações 2.6 Caderno de registo de segurança De acordo com o nº3, alínea b) do Artigo 16º, anexo à Portaria nº 1444/2002 de 7 de Novembro, este estabelecimento possui um caderno de registos anexado ao plano de prevenção e emergência, destinado à inscrição de ocorrências relevantes e à guarda de relatórios relacionados com a segurança contra incêndio. Para sistematização dos dados relativos à segurança, encontram-se neste plano os Anexos G, H, I e J. 12
13 PLANO DE EMERGÊNCIA 3.1 Organização de segurança Esta refere-se a aspectos distintos, mas complementares da preparação interna para a actuação na emergência e visa garantir que, de imediato, se tomem as medidas necessárias à preservação da vida e dos bens. Estrutura interna de segurança Encontra-se em anexo o preenchimento da estrutura interna de segurança deste estabelecimento (ANEXO L). Professores e funcionários foram designados para assumirem funções operacionais específicas, acumuláveis com as funções do dia-a-dia. Durante o período de almoço, a funcionária da secretaria em serviço, em caso de incêndio, identifica o local na central de alarme, desloca-se ao local em questão para confirmar a existência ou não de incêndio e, contacta imediatamente os Bombeiros. Esta estrutura de dimensão e composição variável apresenta: Um Órgão de Comando, constituído por: - Chefe de segurança avalia eventuais situações de emergência e coordena as acções a desenvolver. - Coordenador de Bloco coordena e orienta a acção das equipas de intervenção. Equipas de intervenção - Alarme acciona o sistema de alarme acústico que denuncia a ocorrência; - Alerta avisa os Bombeiros; - 1ª Intervenção utiliza os extintores e/ou rede de incêndio armada; - Cortes de energia procede ao corte de energia eléctrica e gás; - Evacuação controla a evacuação e encaminha os ocupantes para as saídas; - Informação e Vigilância presta esclarecimentos aos socorros externos sobre o local do acidente e/ou sinistrados e regula a circulação de pessoas e viaturas; - Concentração e controlo reúne no ponto de reunião a população escolar e procede à sua conferência. 13
14 Plano de Evacuação A evacuação é decidida e ordenada, por norma, pela Direcção do Centro de Formação e/ou delegados para a segurança. No caso de nenhum dos responsáveis mencionados se encontrar nas instalações do Centro de Formação, tal evacuação é decidida pela funcionária em serviço na secretaria. A evacuação pode ser parcial, envolvendo só um bloco, já que uma evacuação geral poderá, não só ser desnecessária, como prejudicial ao desenvolvimento das operações. - Identificação de saídas Todas as saídas normais são também saídas de emergência e estão devidamente assinaladas. - Definição de caminhos de evacuação Está delineado um percurso dito normal (percurso a adoptar prioritariamente), havendo possibilidade de percursos alternativos, tendo em conta as portas de saída do estabelecimento e a impraticabilidade do itinerário normal. Todas as salas de aula indicam os percursos de evacuação respectivos. - Programação da evacuação Esta deve ser programada, isto é, deve ser definida a ordem de saída, tendo em conta o local de ocorrência do sinistro e a proximidade das saídas; - Cada turma tem um chefe de fila, nomeado atempadamente, que deve abrir a porta da sala ao soar o sinal de alarme e seguir à frente e um cerra-fila, neste caso o professor que fecha a porta e se certifica da saída de todos os alunos; - Para a orientação e evacuação de alunos portadores de deficiência, estão designados colegas de turma encarregues de auxiliar. - Identificação dos pontos críticos Estão nomeados sinaleiros para orientarem as pessoas nos percursos e saídas, nomeadamente em pontos críticos como escadas e cruzamento de vias, de forma a evitar grandes concentrações, habitualmente geradoras de pânico. - Selecção de locais de concentração Estão designados pontos de reunião para onde devem convergir todas as turmas e restante população escolar. No sentido de uma evacuação eficaz, estão afixadas plantas de emergência em pontos estratégicos. A Planta de Emergência encontra-se pois anexada a este plano (Anexo C). 14
15 Plano de Actuação O plano interno de actuação define os procedimentos a adoptar, de forma a combater o sinistro e minimizar as suas consequências, até à chegada dos socorros externos. Assim, os escalões de mobilização na eventualidade de um incêndio, por exemplo, devem incidir sobre as diferentes fases: - Reconhecimento, combate e alarme interno Qualquer pessoa que se aperceba de um foco de incêndio deve, de imediato, avisar a Direcção da Escola e/ou delegados da segurança. Deve-se verificar se existem pessoas em perigo, a fim de se lhes prestar apoio e utilizar os meios de extinção disponíveis. A Direcção da Escola e/ou delegados para a segurança devem certificar-se sobre a localização exacta, extensão do sinistro e se há vítimas a socorrer. De acordo com as características e dimensão da situação deve-se avisar os coordenadores de bloco, accionar o alarme interno e alertar os Bombeiros. Os Coordenadores de Bloco accionam as equipas de evacuação e 1ª intervenção que vão actuar em simultâneo, bem como as equipas de corte de energia e de concentração e controlo. Evacuação - Dada a ordem para abandono das instalações, a equipa de evacuação (constituída pelos chefes de fila, cerra-fila e sinaleiros) orienta os ocupantes para as saídas. Compete ao cerra-fila (professor) conferir os alunos no ponto de reunião. 1º Intervenção - Deve utilizar de imediato os extintores e/ou redes de incêndio mais próximos do local do sinistro; - Se não for possível controlar o foco de incêndio, informa o coordenador de bloco e abandona o local. Corte de energia - De acordo com as instruções do coordenador, as pessoas nomeadas procedem ao corte geral ou parcial da energia eléctrica e fecho das válvulas de gás. Concentração e Controlo - Esta equipa reúne as pessoas dispersas pela escola e procede à conferência de toda a população que abandonou o edifício; 15
16 - Caso se verifiquem desaparecidos, devem ser avisados os responsáveis pela segurança e os Bombeiros. Informação e Vigilância Ao ser accionado o sinal de alarme interno, esta equipa deve dirigir-se para as portas de acesso ao Centro de Formação, a fim de informar os socorros externos sobre a localização exacta do sinistro e pessoas em perigo. Deve ainda, controlar e orientar a movimentação de pessoas e veículos. Para além dos procedimentos acima referidos, compete à Direcção da Escola determinar, após indicação dos Bombeiros, o regresso às instalações. - Nas salas de aula encontram-se afixadas as Instruções de Segurança e Plantas de Emergência. 3.2 Instruções de Segurança Estas são imprescindíveis para uma prevenção eficaz em qualquer tipo de instalações e devem ser elaboradas de forma simples e clara, tendo como base os riscos de incêndio e pânico, uma vez que situações tais como fuga de gás, explosões, sismos, ameaças de bomba, ou outras, têm consequências semelhantes. Estas instruções devem incluir: Instruções gerais Destinam-se à totalidade dos ocupantes do estabelecimento e estão afixadas em pontos estratégicos, a fim de se assegurar a sua ampla divulgação (ANEXO M). Foram também distribuídas normas de evacuação que contemplam a situação de engenho explosivo (ANEXO N). Instruções especiais Dizem respeito ao pessoal encarregado de pôr em prática o plano de emergência até à chegada dos socorros externos, nomeadamente composição de equipas, nomes e tarefas, meios disponíveis e procedimentos a adoptar. (ANEXO M) Instruções particulares São relativas à segurança de locais que apresentem riscos específicos (cozinhas ) e devem definir de forma pormenorizada os procedimentos a adoptar em caso de emergência. Devem, por isso, ser afixadas junto da porta de acesso aos respectivos locais. O ANEXO M sistematiza algumas dessas instruções. 16
17 EXERCÍCIOS E SIMULACROS Por mais bem concebido e elaborado que seja, o plano de prevenção e emergência perde toda a sua eficácia se não forem realizados exercícios práticos, destinados a verificar periodicamente a sua operacionalidade e a rotinar procedimentos. Os exercícios devem ser executados em função dos cenários mais prováveis. Salienta-se, assim, a importância da realização semestral (1º e 2º períodos) de um exercício de evacuação das instalações, com a colaboração da Protecção Civil. De 3 em 3 anos devem ainda ser realizados simulacros com a colaboração dos Bombeiros e da Protecção Civil que, em conjunto com a Direcção do Centro, definem o cenário mais adequado. É aconselhável a realização de um simulacro logo após a elaboração do plano. Assim, após a aprovação deste plano, prevê-se a realização de um simulacro, tendo por objectivo, o treino dos alunos e de todo o pessoal afecto ao estabelecimento de ensino, bem como o controlo dos tempos de chegada de socorro externo, de evacuação e necessários às tarefas de intervenção. 17
18 APOIO TÉCNICO A elaboração do presente plano contou com o apoio técnico dos Serviços Municipais de Protecção Civil e dos Bombeiros, nomeadamente: - Na realização de vistorias ao estabelecimento de ensino, com vista a uma análise exaustiva das condições de segurança; - No esclarecimento sobre aspectos de natureza técnica referentes a sinalização de emergência, percursos de evacuação, pontos de concentração, equipamentos de 1ª intervenção e outros que, a seu tempo, sejam solicitados; - Na realização de acções de manuseamento e treino com equipamentos de combate a incêndios; - No apoio à organização e implementação de exercícios, simulacros e treinos. 18
19 RECOMENDAÇÕES GERAIS Nos termos do art.º 2º das Normas de Segurança contra incêndios a observar na exploração de estabelecimentos escolares, do Anexo à Portaria nº 1444/2002, de 7 de Novembro, e de acordo com as directrizes do Ministério da Educação, o responsável pela segurança de cada estabelecimento de educação ou de ensino é o respectivo órgão de gestão, podendo este delegar competências (Delegados para a Segurança). Deverá este ter à sua responsabilidade a formação do serviço de segurança (equipas), bem como a implementação do plano de prevenção e emergência e seu treino periódico. É fundamental que se proceda a uma ampla divulgação do plano de prevenção e emergência junto de toda a população escolar, incluindo a sensibilização para os diferentes riscos (incêndios, ameaça de bomba, sismos e outros). A formação contínua do pessoal que integra as equipas de intervenção é indispensável à garantia da sua eficiência. Será de toda a conveniência que todos os funcionários saibam utilizar de modo correcto os extintores e redes de incêndio, que devem estar sempre operacionais. Salienta-se a importância da realização de inspecções rigorosas e periódicas de todas as instalações e equipamentos, especialmente dos locais de maior risco. A revisão anual do plano de prevenção e emergência é condição indispensável à garantia da sua operacionalidade e eficácia. 19
20 ANEXOS ANEXO A Planta de Localização ANEXO B Planta de Enquadramento ANEXO C Planta de Emergência ANEXO D Simbologia a aplicar em plantas de emergência ANEXO E Sinalização de segurança ANEXO F Ficha de caracterização ANEXO G Ficha de registo de alterações nas instalações ANEXO H Ficha de verificação das instalações técnicas de segurança ANEXO I Ficha de Falsos Alarmes/Anomalias/Incidentes ANEXO J Ficha de registo de acções de instrução e formação ANEXO L Estrutura interna de segurança ANEXO M Instruções de Segurança ANEXO N Normas de Evacuação ANEXO O - Ficha de avaliação de exercícios e simulacro 20
21 Anexo A
22 Anexo A
23 Anexo A PLANO DE
24 Anexo B
25 PLANO DE Anexo C Planta de Emergência
26 PLANO DE Anexo C Planta de Emergência
27 ANEXO D Simbologia a aplicar em Plantas de Emergência - Você está aqui - Extintor - Boca-de-incêndio - Botão de Alarme - Telefone - Caminho de Evacuação - Corte de Electricidade - Corte de Gás - Local de Risco
28 ANEXO E
29 29
30 ANEXO F Ficha de Caracterização da Escola Cursos Profissionais de Níveis II e III (equivalente a 9º e 12ºanos) 1- IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO DE ENSINO Escola: Centro de Formação Profissional da Figueira da Foz (Instituto Tecnológico e Profissional e Escola Profissional da Figueira da Foz) Morada: Rua do Matadouro, nº14, Figueira da Foz Freguesia: São Julião Telefone: Fax: Chefes de Segurança Nome: Dr. João Gomes Nome: Alexandra Cruz Nome: Paulo Borén Cargo: Director Pedagógico Cargo: Professora Cargo: Professor 2 - CARACTERIZAÇÃO DO ESPAÇO 2.1 Aspectos Físicos Localização Geográfica Norte: Propriedade privada Sul: Estrada de Coimbra Este: Rua Oriental do Matadouro Oeste: Rua Ocidental do Matadouro Tipo de Estabelecimento Público Privado Tipo de Ocupação no Edifício Exclusivamente Escolar Outras Funções: Residencial Comércio Industrial Armazenagem Outros 30
31 2.1.4 Descrição das Instalações Edifício Único Nº de Pisos Pavilhões Nº de Pavilhões 2 Nº de Pisos Nº de Salas de Aula Nº de Gabinetes 20 Cozinha Refeitório Biblioteca Sala Informática Papelaria Outras: Restaurante Pedagógico Localização das Fontes de Energia Equipamento Bloco Piso Localização Observações Quadro Geral de Electricidade B 0 Atrás do elevador Quadro Parcial de Electricidade B 0 Atrás do elevador Depósito de Gás A 0 Cozinha Válvula de Segurança A 0 Cozinha Botijas de Gás A 0 Bar Entrada Geral de Água B 0 Lado Este Válvula de Segurança (contador) A 0 Lado Este 2.2 Aspectos Humanos Graus de Ensino Leccionados 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º Recenseamento da População Escolar Períodos de Funcionamento Manhã Tarde Noite Alunos Professores Funcionários IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS Internos (engloba edifícios e recinto envolvente) 31
32 Posto de Transformação Quadro Geral de Electricidade Quadro Parcial de Electricidade Cozinha Biblioteca Outros Laboratório de Informática, Caldeira no sótão (Bloco A) e o aquecimento térmico nas traseiras da cozinha 3.2 Externos Bomba de Gasolina A menos de 1 km do Centro Instalações Industriais Armazenagem de Combustíveis Outros Oficinas da CP, a menos de 1 km do Centro Observações: 4- Levantamento de Meios e Recursos 4.1 Equipamentos de 1ª Intervenção Bocas-de-incêndio Interiores Bloco Piso Localização Observações B 0 Corredor - Norte B 0 Corredor Norte B 0 Corredor - Este A 0 Hall de Entrada A 0 Cozinha B 1 Corredor - Norte B 1 Ao cimo das Escadas B 1 Corredor - Este Extintores Observações Bloco Piso Tipo Localização Peso Validade B 0 CO2 Corredor - Norte 5 Abril-09 32
33 B 0 CO2 Corredor - Norte 5 Abril-09 B 0 CO2 Corredor - Norte 5 Abril-09 B 0 CO2 Corredor - Norte 5 Abril-09 B 1 CO2 Ao cimo das Escadas 5 Abril-09 B 0 CO2 Corredor - Este 5 Abril-09 B 0 CO2 Corredor - Este 5 Abril-09 B 0 CO2 Corredor - Este 5 Abril-09 B 1 CO2 Sala 17 5 Abril-09 B 1 CO2 Lab. Informática sala 18 5 Abril-09 B 1 CO2 Corredor - Norte 5 Abril-09 B 1 CO2 Corredor - Norte 5 Abril-09 B 1 CO2 Corredor - Norte 5 Abril-09 B 1 CO2 Corredor - Norte 5 Abril-09 B 1 CO2 Corredor - Este 5 Abril-09 B 1 CO2 Corredor - Este 5 Abril-09 A 1 CO2 Restaurante Pedagógico 5 Abril-09 A 1 CO2 Restaurante Pedagógico 5 Abril-09 A 0 CO2 Biblioteca 5 Abril-09 A 0 CO2 Hall de Entrada 5 Abril-09 A 0 CO2 Bar 5 Abril-09 A 0 CO2 Refeitório 5 Abril-09 A 1 CO2 Sala 19 5 Abril-09 A 1 CO2 Arquivo Morto - Sótão 5 Abril-09 A 1 CO2 Arrumos 5 Abril-09 A 0 CO2 Cozinha 2 Abril-09 A 0 Água Cozinha 9 Abril-09 A 0 Água Cozinha 9 Abril-09 A 0 Água Cozinha 9 Abril Meios de Alarme e Alerta Alarme Campainha Megafone Outro 33
34 4.2.2 Alerta Telefone nº Vigilância Diurna Nocturna 5 Acesso a Viaturas de Socorro Normal Rua: Estrada de Coimbra Alternativo Rua: Ocidental do Matadouro 6 Organismos de Apoio Organismo Telefone PROTECÇÃO CIVIL MUNICIPAL BOMBEIROS MUNICIPAIS HOSPITAL POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA Figueira da Foz, de de 2008 (Assinatura) (Cargo) 34
35 ANEXO G Alterações nas Instalações Descrição dos Trabalhos Empreiteiro Técnico Responsável Data Anexo Eng.º 1 Gradeamento Louricalva Feliciano Set 2008 (Dossier da Segurança) 35
36 Anexo H Verificação da Instalações Técnicas e de Segurança Manutenção e Conservação Bocas de Incêndio Extintores Instalações e Equipamentos Gás Instalações e Equipamentos Eléctricos Ascensores Outras Entidade Inspectora Data Soluções Adoptadas Anexo
37 ANEXO I Falsos Alarmes / Anomalias / Incidentes Anomalias / Incidentes Soluções Adoptadas Instalações Humanas Data Instalações Humanas Data
38 ANEXO J Acções de Instrução e Formação Destinatários Resumo da Temática de Acção Entidade Data Anexo Professores e Funcionários Manuseamento de Extintores Bombeiros Municipais - Sr. João Nunes e Sr. Bruno Simões (Dossier da Segurança) 38
39 Anexo L Estrutura Interna de Segurança Chefe de Segurança - Qualquer um dos elementos da Direcção (Dr. João e/ou Dr.ª Margarida - Professores Paulo Borén e Alexandra Cruz Coordenador de Bloco - D. Antónia (Bloco B) - D. Almerinda (Bloco A) Alarme - Sr. Paulo - D. Irene - D. Rosa - D. Hélia Alerta 1ª Intervenção - Prof. Patrícia - Prof. Rui - Prof. Susana Corte de Energia - Sr. Paulo - D. Irene Evacuação - D. Antónia e D. Celeste (Bloco B) - D. Almerinda e D. Leonor (Bloco A) Concentração e Controlo - Prof. Paulo Borén - Prof. Alexandra Informação e Vigilância - D. Deolinda - Sr. Paulo
40 Anexo M INSTRUÇÕES GERAIS DE SEGURANÇA EM CASO DE SISMO Treina as atitudes de auto-protecção. Lembra-te sempre das 3 palavraschave: AGACHAR, PROTEGER E AGARRAR. Se não existirem mesas para te protegeres, senta-te junto a uma parede interior, longe de janelas e móveis. Conta com a ocorrência de possíveis réplicas.
41 Instruções Especiais CHEFE DE SEGURANÇA - Avalia a situação de emergência e decide se é necessário proceder à evacuação total ou parcial das instalações; - Dá ordem para accionar o alarme (só em situação de evacuação total das instalações); - Em caso de decisão de evacuação total ou parcial das instalações, avisa os coordenadores de piso; - Dá ordem para avisar os Bombeiros; - Dá ordem para que sejam efectuados os cortes de energia. COORDENADORES DE PISO OU BLOCO - Coordena a actuação das equipas de intervenção; - Dá ordem para que sejam efectuados os cortes parciais de corrente eléctrica e gás; - Verifica se alguém ficou retido nas instalações e informa os chefes da segurança de eventuais anomalias. EQUIPAS DE INTERVENÇÃO Alarme - Acciona o sistema de alarme convencionado. Alerta - Avisa os bombeiros, cujo número de telefone deverá constar em local bem visível e de fácil acesso. 1ª Intervenção - Utiliza os extintores e/ou bocas-deincêndio; - Caso não consiga dominar a situação, fecha as portas e janelas do compartimento e aguarda a chegada dos bombeiros, acautelando a sua segurança pessoal. Corte de Energia - Ao ouvir o sinal de alarme, desliga o quadro eléctrico geral e/ou quadros parciais e procede ao fecho das válvulas de gás. Evacuação - Coordena a evacuação de pessoas para o exterior, conforme definido nas instruções de segurança; - Certifica-se da saída de todos os ocupantes; - Dirige-se ao ponto de reunião e não permite o regresso ao local sinistrado. Informação e Vigilância - Dirige-se para o local de acesso a viaturas de socorro a fim de indicar aos Bombeiros o percurso para a zona acidentada e outras informações sobre eventuais sinistrados; - Regula a circulação interna de viaturas, mantendo livres os acessos. Concentração e Controlo - Desloca-se para o ponto de reunião de pessoas para recolha de informação sobre eventuais desaparecidos e informa o chefe da segurança e/ou os Bombeiros da situação. 41
42 Instruções Particulares COZINHAS Se ocorrer um incêndio - Avise a pessoa mais próxima; - Feche o gás na válvula de corte geral; - Utilize o extintor instalado, de acordo com as instruções de actuação; - Corte a corrente eléctrica no quadro parcial; - Caso não consiga dominar a situação, feche as portas e janelas e comunique imediatamente o acidente à Direcção da Escola; Se ocorrer uma fuga de gás - Desligue a válvula; Não faça lume; Não accione nenhum interruptor; - Abra as portas e janelas; - Abandone o local; - Comunique o acidente à Direcção da Escola; LABORATÓRIOS Se ocorrer um incêndio - Actue sobre o foco de incêndio com o meio de extinção adequado de acordo com o seguinte quadro: Caso não consiga dominar a situação - Feche as portas e janelas; - Comunique imediatamente o acidente à Direcção da Escola; - Abandone a sala. Se ocorrer uma fuga de gás - Feche as válvulas de segurança; - Areje a sala, abrindo as portas e janelas; - Não acenda fósforos ou isqueiros, nem accione interruptores; - Comunique imediatamente o acidente à Direcção da Escola; - Abandone o laboratório. Se ocorrer um derrame - Recolhe ou neutralize a substância derramada, de acordo com as recomendações presentes no Kit de Derrame ou Manual de Segurança;
43 - Abandone o laboratório; - Proceda à contenção do derrame e à recolha do produto, utilizando material absorvente adequado (por exemplo, areia). Cumpra as regras de 1ºs socorros, afixadas no laboratório. Comunique ao professor qualquer acidente que ocorra, mesmo que seja aparentemente de pequena importância. QUADRO ELÉCTRICO Medidas preventivas - Verificar regularmente o funcionamento, providenciando de imediato às reparações necessárias por pessoal habilitado; - Proceder à substituição das chapas de identificação dos disjuntores sempre que necessário; - Manter desobstruído o acesso aos quadros, não permitindo a acumulação de objectos combustíveis nas suas proximidades. Se ocorrer um incêndio - Ataque o incêndio com extintor adequado, sem correr riscos; - Nunca utilize água ou outros agentes à base de água (espumas); - Caso não consiga extinguir o incêndio, abandone o local, fechando as portas. TERMOACUMULADOR Normas de actuação - Corte a corrente antes de abrir as tampas dos termóstatos e não ligue novamente sem que as tampas estejam colocadas; - Se houver descarga na válvula de segurança ou a água sair demasiado quente, chame de imediato os serviços técnicos; - Corte a energia eléctrica quando o alarme tocar e chame os serviços técnicos; - Se o termóstato disparar, não o ligue de novo sem consultar os serviços técnicos. 43
44 Anexo N NORMAS GERAIS DE EVACUAÇÃO 1. O INTEP possui um sinal acústico de alarme que será accionado em caso de emergência: Incêndio: TOQUE CONTÍNUO de campainha. Engenho Explosivo: TOQUE INTERMITENTE de campainha. 2. É à equipa para a Segurança que compete decidir sobre a evacuação total ou parcial das instalações. 3. A coordenação de evacuação das turmas é feita pelo Professor e por um aluno, nomeado para o efeito e designado chefe de fila. Em caso de evacuação, este segue à frente da turma, enquanto que o Professor é o último a sair, por forma a certificar-se que não fica ninguém, para socorrer algum aluno que precise e verificar se as portas e janelas ficam fechadas, mas não trancadas (em caso de incêndio) e se ficam abertas (em caso de engenho explosivo). 4. O chefe de fila acima referido é nomeado numa aula com o Orientador Educativo / Director de Turma e tem a responsabilidade de, no início de cada aula, escrever no canto superior direito do quadro o número de alunos que se encontram na sala de aula permitindo assim a conferência dos alunos (conforme referido no Ponto 10). 5. A coordenação da evacuação da Secretaria, Cozinha, Refeitório, Bar, Papelaria e Biblioteca / Ludoteca é feita pelos responsáveis. 6. Ao ser determinada a evacuação das instalações não se preocupe com o material escolar (em caso de incêndio) e, em caso de engenho explosivo, leve todo o material escolar consigo. Siga rigorosamente estas normas de evacuação. 7. Os alunos devem sair das Salas de Aula, Refeitório, Bar e Biblioteca / Ludoteca em fila indiana, sem corridas mas com passo apressado, seguindo as instruções dos coordenadores de evacuação e dirigir-se para o Ponto de Encontro. 8. As restantes pessoas devem, igualmente, dirigir-se para o Ponto de Encontro. 9. Nunca pare nas portas de saída. Estas devem estar livres. Não volte atrás. Ao utilizar as escadas, encoste-se sempre ao lado da parede. 10. Compete ao Professor manter a ordem no Ponto de Encontro, dispondo em círculos os alunos e proceder à sua conferência, pelo que estes não devem abandonar o local sob qualquer pretexto e sem a devida autorização. 11. O regresso à normalidade é definido pelo sinal de alarme que será novamente accionado. 12. Se, numa situação de emergência, se encontrar isolado, verifique se não há perigo de deixar o local onde se encontra. Dirija-se para o Ponto de Encontro previamente definido. Caso não consiga sair, lembre-se que deve assinalar a sua presença. 44
45 Local: ANEXO O Avaliação de Exercícios e Simulacros Data:17/12/2008 Hora: 10:50H Tempo de Evacuação: 2,18m Modalidade de Organização Exercício Simulacro Entidades Intervenientes RSB BV PSP SMPC Outros: Observações: Aplicação das Instruções Gerais Sim Não Observações Todos ouviram o sinal de alarme? Foi dado o alerta? As instalações foram totalmente evacuadas? Foram utilizados os meios de 1ª intervenção? Foi feito o corte de energia? Os elevadores foram utilizados? Todos respeitaram o conselho de não voltar atrás? Apenas um. Compareceram todos no local de reunião? Foi feita a contagem das pessoas? A informação foi a adequada? A vigilância foi feita de forma correcta? Comportamento das Pessoas Evacuação imediata Feita de forma correcta Aplicação das Instruções particulares (laboratórios, cozinhas, etc. conforme o cenário) Foram aplicadas de forma correcta 45
46 Instalações Técnicas Sim Não Observações Os equipamentos de alarme ou de detecção À excepção do alarme, não se de incêndio funcionaram (portas automáticas, aplica às outras. desenfumagem, etc.)? Hidrantes (funcionamento) Marcos de Água Bocas-de-incêndio exteriores Não se aplica. Não se aplica. Aspectos a melhorar: - Duração do toque (pode durar menos tempo); - Maior rapidez na comunicação de emergência; - Ninguém mesmo tentar voltar para trás. Preenchido por: Alexandra Cruz 46
47 Anexo O PLANO DE PREVENÇÃO E EMERGÊNCIA Local: Avaliação de Exercícios e Simulacros Data: Hora: Tempo de Evacuação: m Modalidade de Organização Exercício Simulacro Entidades Intervenientes RSB BV PSP SMPC Outros: Observações: Aplicação das Instruções Gerais Sim Não Observações Todos ouviram o sinal de alarme? Foi dado o alerta? As instalações foram totalmente evacuadas? Foram utilizados os meios de 1ª intervenção? Foi feito o corte de energia? Os elevadores foram utilizados? Todos respeitaram o conselho de não voltar atrás? Compareceram todos no local de reunião? Foi feita a contagem das pessoas? A informação foi a adequada? A vigilância foi feita de forma correcta? Comportamento das Pessoas Evacuação imediata Feita de forma correcta Aplicação das Instruções particulares (laboratórios, cozinhas, etc. conforme o cenário) Foram aplicadas de forma correcta 47
48 Instalações Técnicas Sim Não Observações Os equipamentos de alarme ou de detecção de incêndio funcionaram (portas automáticas, desenfumagem, etc.)? Hidrantes (funcionamento) Marcos de Água Bocas-de-incêndio exteriores Aspectos a melhorar: Preenchido por: 48
49 REFERÊNCIAS LEGISLATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS - Decreto-Lei nº 414/98 de 31 de Dezembro Regulamento de segurança contra incêndio em edifícios escolares - Portaria nº 1444/2002, de 7 de Novembro Normas de segurança contra incêndio a observar na exploração de estabelecimentos escolares - Norma Portuguesa 4386/2001, Instituto Português da Qualidade Equipamentos de segurança e de combate a incêndio, símbolos gráficos para as plantas de emergência de segurança contra incêndio especificação - Caderno de Registo da Segurança, Ministério da Educação. Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil. Serviço Nacional de Protecção Civil. 49
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