Exploração de terminais portuários

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1 Exploração de terminais portuários 30º ENAEX Rio de Janeiro, 19 de agosto de 2011 Wilen Manteli Presidente da ABTP

2 Exploração de portos Decreto Imperial nº 1.746, de 1869 Art. 1º. Fica o Governo autorizado para contratar a construção, nos diferentes portos do Império, de docas e armazéns para carga, descarga, guarda e conservação das mercadorias de importação e exportação, sob as seguintes bases: 1º. Os empresários deverão sujeitar à aprovação do Governo Imperial as plantas e os projetos das obras que pretenderem executar.

3 Exploração de portos Decreto-Lei nº 5, de 1966 Art. 26. É permitido a embarcadores ou a terceiros, satisfeitas as exigências da legislação em vigor, construir ou explorar instalações portuárias, a que se refere o Decreto-lei nº 6.460, de 2 de maio de 1944, independentemente da movimentação anual de mercadorias desde que a construção seja realizada sem ônus para o Poder Público ou prejuízo para a segurança nacional e a exploração se faça para uso próprio.

4 Exploração de portos Decreto-Lei nº 83, de 1966 Art. 10. Os concessionários dos portos organizados deverão adotar medidas objetivas para a descentralização das operações estimulando a construção de piers e o aluguel ou arrendamento das instalações portuárias pelos usuários ou por terceiros, nos termos do art. 27 do Decretolei nº 5, de 4 de abril de 1966.

5 Lei dos Portos (nº 8.630) Art. 4º - Fica assegurado ao interessado o direito de construir, reformar, ampliar, melhorar, arrendar e explorar instalação portuária, dependendo: I - de contrato de arrendamento,... II - de autorização do ministério competente, quando se tratar de terminal de uso privativo,...

6 Lei dos Portos (nº 8.630) Art. 4º - 2 A exploração da instalação portuária de que trata este artigo far-se-á sob uma das seguintes modalidades: I - uso público; II - uso privativo: a) exclusivo, para movimentação de carga própria; b) misto, para movimentação de carga própria e de terceiros; c) de turismo, para movimentação de passageiros; (Incluído pela Lei nº de 2006) d) Estação de Transbordo de Cargas. (Incluído pela Lei nº , de 2007)

7 Avanços no setor portuário Em 2010: 834 MM de ton e 7 MM de TEUs Previsão para 2013: mais de um bilhão de ton. 315 áreas portuárias arrendadas 109 terminais privativos movimentam 70% das cargas 4 grupos de produtos respondem por 75% do volume do comércio exterior: petróleo, minériode-ferro, soja e complexo álcool-açucareiro

8 Decreto 6.620/2008 Definições : Carga Própria - aquela pertencente ao autorizado, a sua controladora ou a sua controlada, que justifique por si só, técnica e economicamente, a implantação e a operação da instalação portuária; Carga de Terceiros - aquela compatível com as características técnicas da infra-estrutura e da superestrutura do terminal autorizado, tendo as mesmas características de armazenamento e movimentação, e a mesma natureza da carga própria autorizada que justificou técnica e economicamente o pedido de instalação do terminal privativo, e cuja operação seja eventual e subsidiária.

9 O problema da taxação Portaria nº 24 da SPU (cobrança pela exploração de estruturas náuticas ) Terrenos de marinha já são tributados (foro e laudêmio) Taxação sem base legal estimula judicialização e eleva custos

10 Restrições trabalhistas Descaso dos governos Pressões para contratação compulsória do trabalho avulso Contingente avulso é reserva de mão-de-obra para atender flutuações de demanda

11 Segurança jurídica Estruturação do setor portuário (SEP, ANTAq, CAP, AP e OGMO) Defesa dos TPs industriais Contra a taxação abusiva imposta aos portos e terminais Reporto permanente A posição da ABTP Liberdade de contratar

12 Poder Executivo Funções políticas / governo (caráter discricionário, não arbitrário) Funções administrativas (critério da legalidade) Administração portuária regional

13 Governo Federal MT ANTAq Porto organizado CAP SEP Concessionária/Delegatária OP OGMO Terminais arrendados Terminais privativos TCU AGU MPOG/SPU MF/RFB MS/Anvisa MD/Marinha MTE MAPA/Vigiagro MPF MMA/Ibama

14 Lei nº ( ) Institui o Regime Especial de Tributação para a Plataforma de Exportação de Serviços de Tecnologia da Informação - REPES, o Regime Especial de Aquisição de Bens de Capital para Empresas Exportadoras - RECAP e o Programa de Inclusão Digital; dispõe sobre incentivos fiscais para a inovação tecnológica; altera o Decreto-Lei nº 288, de 28 de fevereiro de 1967, o Decreto nº , de 6 de março de 1972, o Decreto-Lei nº 2.287, de 23 de julho de 1986, as Leis nº 4.502, de 30 de novembro de 1964, 8.212, de 24 de julho de 1991, 8.245, de 18 de outubro de 1991, 8.387, de 30 de dezembro de 1991, 8.666, de 21 de junho de 1993, 8.981, de 20 de janeiro de 1995, 8.987, de 13 de fevereiro de 1995, 8.989, de 24 de fevereiro de 1995, 9.249, de 26 de dezembro de 1995, 9.250, de 26 de dezembro de 1995, 9.311, de 24 de outubro de 1996, 9.317, de 5 de dezembro de 1996, 9.430, de 27 de dezembro de 1996, 9.718, de 27 de novembro de 1998, , de 19 de dezembro de 2001, , de 26 de abril de 2002, , de 3 de julho de 2002, , de 30 de dezembro de 2002, , de 3 de novembro de 2003, , de 29 de dezembro de 2003, , de 30 de abril de 2004, , de 23 de julho de 2004, , de 2 de agosto de 2004, , de 21 de dezembro de 2004, , de 29 de dezembro de 2004, , de 29 de dezembro de 2004, , de 9 de fevereiro de 2005, , de 28 de junho de 2005, e a Medida Provisória nº , de 24 de agosto de 2001; revoga a Lei nº 8.661, de 2 de junho de 1993, e dispositivos das Leis nº 8.668, de 25 de junho de 1993, 8.981, de 20 de janeiro de 1995, , de 30 de dezembro de 2002, , de 3 de novembro de 2003, , de 30 de abril de 2004, , de 2 de agosto de 2004, e da Medida Provisória nº , de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências.

15 Qual a função do Porto? Serviço público? Elo da cadeia de transporte? Negócio gerador de resultados econômicos e sociais?

16 Obrigado. Wilen Manteli

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