Sistemas Operacionais
|
|
|
- Silvana de Almada de Sousa
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Escalonadores preemptivos p Inst tituto de Info ormátic ca - UF FRGS Sistemas Operacionais i Gerência do processador Escalonamento preemptivo Aula 07 O escalonador retira o processador de um processo* para entregá-lo a outro (preempção). Preempção pode ser por: Tempo: um processo esgotou um tempo máximo de ciclo de processador Prioridade: um processo de mais alta prioridade ficou pronto para executar O ue cutuca o escalonador são: Interrupções de exceção Interrupções de software, isso é, as chamadas de sistema (e.g : exit(), yield(); read(); write(); send(); recv(); lock(), unlock(), wait()...) Interrupções de hardware: relógio e conclusão de E/S *Vale para threads também! Sistemas Operacionais 2 Algoritmos de escalonamento preemptivos p Round Robin (RR) Por tempo Round-Robin (RR) Baseado em prioridades Shortest Remaining Time Next (SRTN) Múltiplas filas Prioridades dinâmicas (múltiplas filas com realimentação) Similar ao algoritmo FIFO, só ue: Cada processo recebe um tempo limite máximo (time-slice, uantum) para executar um ciclo de processador Um processo fica em execução até ue Complete sua execução (término exit ou kill) Libere voluntariamente o processador (chamada yield) Realize uma operação bloueante (E/S ou sincronização bloueantes) Esgote o tempo máximo de uso da CPU (uantum) Sistemas Operacionais 3 Sistemas Operacionais 4
2 Round Robin : implementação e funcionamento Problemas com Round Robin Fila de processos aptos é uma fila circular Necessidade de um relógio para delimitar as fatias de tempo Interrupção de tempo Se uantum obtém-se o comportamento de um escalonador FIFO A B C D Tempos de execução A = 12 B = 8 C = 15 D = 5 Sistemas Operacionais 5 Problema 1: Dimensionamento do uantum Compromisso entre o sobrecusto e o tempo de resposta em função do número N de usuários Compromisso entre tempos de chaveamento e ciclo de processador (uantum) Traduz a uestão da eficiência versus conveniência Eficiência >> e Conveniência e (só um exemplo) N *( + e)... e e e N *( + e)... e Solução: uantum variável e e e Sistemas Operacionais 6 Problemas com Round Robin (cont.) Noção de prioridades Problema 2: Processos I/O bound são prejudicados Esperam da mesma forma ue processos CPU bound, porém uando ganham a CPU, muito provavelmente, não utilizam todo o seu uantum c Podia executar por, mas executa só c (c << p) Modo usuário Modo núcleo e e : uantum e: escalonamento (inclui salvamento e troca de contexto) Solução: privilegiar os processos I/O bound como forma de compensação Prioridades!!! Critério para selecionar processos/threads Prioridade pode ser definida de forma Estática: no momento da criação (ou alterada via chamada de sistema) Dinâmica: durante a execução do processo em função de condições de utilização (carga e recursos) do sistema e.g: Processo ue detém recurso importante pode ter prioridade aumentada, processo ue executa demais pode ter prioridade reduzida etc Pode ser incluído em políticas preemptivas e não preemptivas: Preemptiva: poder de retirar processo de menor prioridade da CPU Não-preemptiva: A prioridade é considerada apenas no momento da selecionar um dos processos ue está no estado de apto para passar a executando. Sistemas Operacionais 7 Sistemas Operacionais 8
3 Escalonamento preemptivo p por prioridade Implementação: Escalonador preemptivo p por prioridades Um processo fica em execução até ue Complete sua execução (término exit ou kill) Libere voluntariamente t o processador (chamada yield) Realize uma operação bloueante (E/S ou sincronização bloueantes) Um processo de mais alta prioridade entre no estado apto Se houver mais de um processo com a mesma prioridade é necessário efetuar um tie brake Pode ser o uso de uma política FIFO, SJF, Round-Robin entre eles Múltiplas filas associadas ao estado apto Cada fila tem uma prioridade associada e uma política para selecionar os processos nessa fila (FIFO, SJF, Round-Robin, Robin...) Funcionamento: executando Fila apto 0 Término Dispatch 1. Quando um processo de p CPU maior prioridade ue o Prioridade 0 processo em execução entrar Fila apto 1 no estado apto deve ocorrer uma preempção Prioridade 1 2. Varre as filas de prioridades, Fila apto n da mais alta a mais baixa, até encontrar a primeira fila não Prioridade n vazia. Preempção. Idea é dar aos processos I/O Fila de bloueados bound uma prioridade maior. Evento Espera por evento Sistemas Operacionais 9 Sistemas Operacionais 10 Problemas com escalonamento por prioridades Múltiplas filas com realimentação Um processo de baixa prioridade pode não ser executado Postergação indefinida (starvation) Processo com prioridade estática pode ficar mal classificado e ser penalizado ou favorecido em relação aos demais Típico de processos ue durante sua execução trocam de padrão de comportamento (CPU bound a I/O bound e vice-versa) Solução: Múltiplas filas com realimentação Baseado em prioridades dinâmicas Em função do tempo de uso da CPU a prioridade do processo aumenta e diminui Sistema de envelhecimento (agging) evita postergação indefinida id Possibilidade de trocar de fila (migração) Prioridade 0 executando Fila apto 0 Término Dispatch CPU Fila apto 1 Prioridade 1 Fila apto n Prioridade n Evento Preempção Fila de bloueados Espera por evento Sistemas Operacionais 11 Sistemas Operacionais 12
4 Shortest Remaining Time Next (SRTN) Escalonamento por fração justa (fair share) ) Versão preemptiva do Shortest Job/Process First (SJF-SPF) Uma solução para problema dos processos I/O bound no Round-Robin Princípio: Escolhe o processo apto cujo tempo de execução no próximo ciclo seja o menor Quando o processo entra no estado apto seu tempo é comparado com auele ue está em executando Se for menor, preempta o ue está executando O problema de como saber o futuro : tempo é uma estimativa Privilegia tarefas curtas ou auelas ue tem o menor ciclo de CPU Forma de priorizar processos I/O bound Um escalonador deve ser justo com os usuários do sistema Tomar decisões baseados só em processos leva a injustiças Ex: usuário 1 com 9 processos e usuário 2 com 1 processo. O usuário 1 potencialmente usaria 90% do processador. Solução: Considerar o proprietário do processo como parte do procedimento da política de escalonamento Dois usuários devem receber 50% do processador independente do número de processos ue cada um deles detém Sistemas Operacionais 13 Sistemas Operacionais 14 Escalonamento em múltiplos processadores Processadores multicore e com hyperthreading Duas categorias Assimétricos: uma CPU executa o sistema operacional, as demais executam aplicações de usuários Simétricos: todas CPUs executam o sistema operacional e aplicações usuário Estratégias: Fila de aptos única para todas CPUs ou uma fila por CPU Noção de afinidade Tentativa de manter o processo/thread executando na mesma CPU Pode ser afinidade rígida ou flexível Objetivo é reaproveitar informação já presente nos níveis de cache Balanceamento de carga O objetivo é manter todas as CPUs ocupadas Migração entre filas de aptos se opõe a noção de afinidade São vistos pelo sistema operacional como multiprocessadores Hyperthreading define processadores lógicos em processadores físicos O sistema operacional enxerga os processadores lógicos para efeitos de escalonamento Ex.: Intel i3 (dual core com HT): cada core tem dois lógicos (HT), então, para o SO, há como uatro processadores (lógicos) disponíveis lógico Com HT físico Sistema operacional Sem HT lógico físico Sistema operacional Sistemas Operacionais 15 Sistemas Operacionais 16
5 Estudo de casos Estudo de caso: Escalonamento windows UFRGS rmática - U Escalonamento Windows Escalonamento Linux Unidade de escalonamento é a thread Modelo de threads é 1:1 Real time Preempção por tempo e por prioridade Define duas classes: Tempo real: prioridade estática (níveis 16-31) user Variável: prioridade dinâmica (níveis 0-15) Cada classe possui 16 níveis de prioridades Cada nível é implementado por uma fila em uma política round-robin Mais prio 0 Menos prio Múltiplas filas: classe de tempo real Múltiplas filas com realimentação: classe de tempo variável Threads da classe tempo real tem precedência sobre as da classe variável Sistemas Operacionais 17 Sistemas Operacionais 18 Escalonamento windows (classe variável) Estudo de caso: escalonamento Linux até Dois parâmetros definem a prioridade de uma thread: Valor de prioridade de base do processo Prioridade id d inicial i i ue indica sua prioridade id d relativa dentro do processo Prioridade da thread varia de acordo com uso do processador Preempção por esgotar o uantum: prioridade reduzida Preempção por operação de E/S: prioridade aumentada Nunca assume valor inferior a sua prioridade de base, nem superior a 15 Fator adicional em máuina multiprocessadoras: afinidade! Tentativa de escalonar uma thread no processador ue ela executou mais recentemente Unidade de escalonamento é thread Modelo de threads 1:1 0 Define duas classes Real time User: Processos interativos e batch (regular) 99 RT: Processos de tempo real níveis diferentes de prioridade user Escalona sempre o processo (thread) de maior prioridade Cada nível possui um valor de uantum associado 139 Maior a prioridade, maior o uantum Quantum é o número de ciclos ue um processo pode continuar em execução Unidade de ciclo é 1ms (denominado jiffy) Mais prio Menos prio Sistemas Operacionais 19 Sistemas Operacionais 20
6 Escalonamento Linux (classe tempo real) ) Escalonamento Linux (classe usuário) Prioridades entre 0 e 99 Esuema de prioridade fixa Definida por usuário com privilégios especiais Seleciona o processo de maior prioridade para executar Múltiplas filas sem realimentação Políticas de escalonamento (padrão POSIX) SCHED_FIFO: escalonador FIFO com prioridade id d estática SCHED_RR: escalonador Round-robin com prioridade estática Na verdade NÃO são escalonadores de tempo real Não garantem prazo!! São simplesmente mais prioritários ue a classe USER Prioridades de 100 a 139 Associa tempos de uantum a cada nível Fator nice Valor a ser somado na prioridade da thread (-20 a +19) Default é zero Chamada de sistema nice(), mas ue só pode ser usada para baixar a prioridade Estrutura t de dadosd Fila de execução (runueue) = corresponde ao estado de apto Fila de espera (waitueue) = corresponde ao estado bloueado Threads ue esperam por evento de E/S ou sincronização Uma fila para cada evento ue uma thread pode esperar Sistemas Operacionais 21 Sistemas Operacionais 22 Fila de execução (Runueue) Esuema da estrutura runueue Uma por processador/core Possui ponteiros para dois vetores e uma função (migração) Vetores Ativo e Expirado (140 elementos cada) Cada elemento do vetor é o cabeça de uma lista encadeada Processos de prioridade i estão encadeados a partir do elemento i Princípio de funcionamento Seleciona o processo de mais alta prioridade do vetor de ativos Se uantum do processo esgotar, é movido para o vetor de expirados Se FIFO não há uantum Evita a inanição Classe usuário pode ser colocado em um nível de prioridade diferente Quando não houver mais processos na lista de ativos, inverte o valor dos ponteiros ativo e expirados 15 ssimi -19-août-1 A. Caris Runueue Ponteiro ativo Ponteiro 139 expirado Migração Serve garantir balanceamento entre as runueues dos diferentes processadores/cores (verificação periódica) 139 Listas duplamente encadeadas Sistemas Operacionais 23 Sistemas Operacionais 24
7 Prioridades Detalhes gerais sobre escalonador Linux Quanto mais prioritário, maior o uantum Nível 100 (800ms) a Nível 139 (5 ms) Prioridade dinâmica Baseada em uanto tempo usou a CPU e uanto tempo ficou bloueado Recompensa padrão I/O bound com até -5 Pune padrão CPU/bound com até +5 Recalculada ao mover de ativo para expirado Evoluiu bastante nos últimos anos Considera a presença de vários processadores/cores Afinidade id d e balanceamento Redução do tempo de execução Justiça A partir da versão o escalonador é baseado em uma política Completely Fair Scheduling Complexidade O(n log n) Baseado em árvores rubro-negras com o tempo de processamento usado como chave de pesuisa Sistemas Operacionais 25 Sistemas Operacionais 26 Leituras complementares A. Tanenbaum. Sistemas Operacionais Modernos (3 a edição), Pearson Brasil, Capítulo 2: seções a A. Silberchatz, P. Galvin; Sistemas Operacionais. (7 a edição). Campus, Capítulo 5 (seções 5.1, 5.2 e 5.3) R. Oliveira, A. Carissimi, S. Toscani; Sistemas Operacionais. Editora Bookman 4 a edição, 2010 Capítulo 4 (seções 4.4 e 4.5) Sistemas Operacionais 27
Sistemas Operacionais
Introdução Sistemas Operacionais Gerência do processador (Escalonamento na prática) Aula 06 Sistemas atuais tem uma série de particularidades Multiprocessadores e multicore Existência de memória cache
Sistemas Operacionais
Introdução Sistemas Operacionais Gerência do processador (Escalonamento) Aula 05 Objetivos de um sistema operacional são: Eficiência: relação entre o uso efetivo de um recurso e a quantidade desse recurso
Sistemas Operacionais. Escalonamento de processos
Sistemas Operacionais Escalonamento de processos 1 Escalonamento de Processos Sistemas Interativos Algoritmos para Sistemas Interativos: First-Come-First-Served (FIFO) Round-Robin; Prioridade; Múltiplas
Infra-estrutura de Software. Escalonamento. Decidindo qual processo vai executar
Escalonamento Decidindo qual processo vai executar Escalonamento de processos Quando um ou mais processos estão prontos para serem executados, o sistema operacional deve decidir qual deles vai ser executado
Escalonamento de Processos
Escalonamento de Processos Escalonamento de processos Multiprogramação visa maximizar uso da CPU Sempre que processos estão prontos disputam CPU Algoritmo de escalonamento: maneira de escolher o processo
Escalonamento. Decidindo qual processo vai executar. Infra-estrutura de Software
Escalonamento Decidindo qual processo vai executar Escalonamento de processos Quando um ou mais processos estão prontos para serem executados, o sistema operacional deve decidir qual deles vai ser executado
SOP - TADS Escalonamento de Processos
SOP - TADS Escalonamento de Processos Prof. Ricardo José Pfitscher [email protected] Material cedido por: Prof. Rafael Rodrigues Obelheiro Prof. Maurício Aronne Pillon Cronograma Conceito de Escalonamento
Processos. Escalonamento de Processos
Processos Escalonamento de Processos Objetivos do Escalonamento Maximizar a taxa de utilização da UCP. Maximizar a vazão ( throughput ) do sistema. Minimizar o tempo de execução ( turnaround ). Turnaround:
Definição. ? Algoritmo de Escalonamento de CPU. ? Algoritmo do S.O. que determina qual o próximo processo a ocupar a CPU
Definição? Algoritmo de Escalonamento de CPU 6 Terminado? Algoritmo do S.O. que determina qual o próximo processo a ocupar a CPU? Executado quando ocorre estouro de Quantum ou interrupção do processo (I/O,
Processos. Aula Passada. Aula Passada (2) Ciclos de CPU e de I/O (1)
Aula Passada Processos (Aula 6) Escalonamento de Processos O SO gerencia os recursos do sistema de computação em benefício dos processos Para isso, mantem estruturas de controles Tabelas (memória, I/O,
Processos. Escalonamento de Processos
Processos Escalonamento de Processos Objetivos do Escalonamento Maximizar a taxa de utilização da UCP. Maximizar a vazão ( throughput ) do sistema. Minimizar o tempo de execução ( turnaround ). Turnaround:
Processos. Objetivos do Escalonamento. Políticas de Escalonamento. Algoritmos de Escalonamento. Maximizar a taxa de utilização da UCP.
Objetivos do Escalonamento Maximizar a taxa de utilização da UCP. Processos Maximizar a vazão ( throughput ) do sistema. Minimizar o tempo de execução ( turnaround ). Turnaround: tempo total para executar
Algoritmos de escalonamento
Algoritmos de escalonamento Escalonamento de Processos Sistemas Interativos Algoritmos para Sistemas Interativos: First-Come-First-Served (FIFO) Round-Robin; Prioridade; Múltiplas Filas; Utilizam escalonamento
Sistemas Operacionais Aula 7
Sistemas Operacionais Aula 7 Anderson L. S. Moreira [email protected] http://dase.ifpe.edu.br/~alsm Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas de Informação Recife - PE O que fazer
Gerência de Recursos. Gerência do Processador
Gerência de Recursos Gerência do Processador Escalonamento Não-Preemptivos e Preemptivos Preempção - possibilidade de o SO interromper um processo em execução e substituí-lo por um outro. O Escalonamento
Redes de Computadores. Fundamentos de Sistemas Operacionais - 2º Período
Redes de Computadores Fundamentos de Sistemas Operacionais - 2º Período PARTE III: GERÊNCIA DE RECURSOS SUMÁRIO 8. GERÊNCIA DO PROCESSADOR: 8.1 Introdução; 8.2 Funções Básicas; 8.3 Critérios de Escalonamento;
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Aula 10 Escalonamento Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Baseado no material disponibilizado por: Prof. SO José - Prof. Juan Edilberto Espantoso Silva Sumário Introdução
Davidson Rodrigo Boccardo
Gerenciamento de processos Davidson Rodrigo Boccardo [email protected] Revisão Critérios de alocação: Utilização da CPU Produtividade (Throughput) Número de processos finalizados por unidade de tempo
Sistemas Operacionais Aula 07: Scheduling da CPU. Ezequiel R. Zorzal
Sistemas Operacionais Aula 07: Scheduling da CPU Ezequiel R. Zorzal [email protected] www.ezequielzorzal.com Objetivos Introduzir o Scheduling da CPU, que é a base dos sistemas operacionais multiprogramados
Processos. Escalonamento de Processos
Processos Escalonamento de Processos Objetivos do Escalonamento Maximizar a taxa de utilização da UCP. Maximizar a vazão ( throughput ) do sistema. Minimizar o tempo de execução ( turnaround ). Turnaround:
Infra-Estrutura de Software. Escalonamento
Infra-Estrutura de Software Escalonamento Processos Concorrentes O Modelo de Multiprogramação Multiprogramação de quatro programas Modelo conceitual de 4 processos sequenciais, independentes Somente um
Escalonamento de Processos Uniprocessador
Sistemas Operacionais Escalonamento de Processos Uniprocessador Capítulo 9 IC - UFF 1 Objetivos do Escalonamento É a chave de multiprogramação eficiente deve ser transparente ao usuário Esolher processos
Sistemas Operacionais Gerenciamento de Processos
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Licenciatura em Computação Sistemas Operacionais Gerenciamento de Processos Prof. José Gonçalves Dias Neto [email protected] Introdução Devido
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Prof. Jó Ueyama Apresentação baseada nos slides da Profa. Dra. Kalinka Castelo Branco, do Prof. Dr. Antônio Carlos Sementille e da Profa. Dra. Luciana A. F. Martimiano e nas transparências
Sistemas Operacionais. Gerência de Processador
Sistemas Operacionais Gerência de Processador Sumário 1. Introdução 2. Funções Básicas do Escalonamento 3. Critérios de Escalonamento 4. Escalonamento 1. Não-Preemptivo 2. Preemptivo 5. Políticas de Escalonamento
Sistemas Operacionais: Escalonamento de processos
Sistemas Operacionais: Escalonamento de processos Escalonamento Critérios de escalonamento Algoritmos de escalonamento Escalonamento em multiprocessadores Escalonamento tempo real Características de processos
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Processos - Parte 3 Prof. Dr. Fábio Rodrigues de la Rocha (Processos - Parte 3) 1 / 19 Algoritmos de Escalonamento Nas aulas anterior vimos o ESCALONADOR, que é uma parte do SO responsável
Escalonamento de Processos
Escalonamento de Processos Prof. Dr. André Carvalho [email protected] Agenda n Contextualização Classificação de tarefas n Métricas de Escalonamento n Escalonamento de Processos n Exemplos 2 Contextualização
Gerência do Processador. Adão de Melo Neto
Gerência do Processador Adão de Melo Neto 1 Introdução Sistemas Multiprogramáveis: Múltiplos processos podem permanecer na memória principal compartilhando o uso da CPU. POLÍTICA DE ESCALONAMENTO Como
Notas da Aula 10 - Fundamentos de Sistemas Operacionais
Notas da Aula 10 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Escalonadores preemptivos Escalonadores preemptivos são aqueles que têm a capacidade de interromper a execução de um processo para realizar alterações
Na Aula Anterior... Escalonamento de Processos. Nesta Aula. Escalonamento. Comportamento de um Processo. Historicamente...
GSI018 Sistemas Operacionais 05/09/2016 Escalonamento de Processos Na Aula Anterior... Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Computação Prof. Dr. rer. nat. Daniel D. Abdala Utilização de Processos
Sistemas de Computação. Processos e escalonamento
Processos e escalonamento Sistema operacional Programa que age como intermediário entre o usuário de um computador e o hardware Objetivos: Executar programas do usuário e facilitar a resolução de problemas
Estratégias de Escalonamento de Processos
Estratégias de Escalonamento de Processos Rossano Pablo Pinto, MSc. FATEC - Americana 15/02/2008 Prof. Ms. Rossano Pablo Pinto - FATEC Ame 1 O que é um sistema multiprogramável? compartilha a CPU entre
Escalonamento de Processos Estratégias de Escalonamento de Processos
Estratégias de Escalonamento de s Rossano Pablo Pinto, MSc. FATEC - Americana 15/0/008 O que é um sistema multiprogramável? compartilha a CPU entre diversos processos é desejável que os processos obtenham
Sistemas Operacionais. Universidade Federal de Minas Gerais. Aula 3. Escalonamento
Aula 3 Escalonamento Escalonamento Porque? Quando? Como? Critérios? Políticas de escalonamento Como avaliar? Referências: Capítulo 5: 5.1 a 5.3, 5.6 Porque Escalonar? Escalonamento controla compartilhamento
Escalonamento de Processos. Estratégia de atribuição do Processador aos Processos
Escalonamento de Processos Estratégia de atribuição do Processador aos Processos 1. Introdução 2. Políticas de Escalonamento 3. Critérios para um bom escalonador 4. Caracterização dos escalonadores 5.
Sistemas Operacionais. Capítulo 8 Gerência do Processador
Sistemas Operacionais Capítulo 8 Gerência do Processador Baseado no Livro e Material de Apoio de Arquitetura de Sistemas Operacionais 3ª edição - LTC - 2004 Francis Berenger Machado Luiz Paulo Maia 1 Sumário
Escalonamento da CPU
Escalonamento da CPU Sistemas Operacionais Charles Tim Batista Garrocho Instituto Federal de Minas Gerais IFMG Campus Ouro Branco https://garrocho.github.io [email protected] Sistemas de Informação
Escalonamento da CPU
Escalonamento da CPU Sistemas Operacionais Charles Tim Batista Garrocho Instituto Federal de São Paulo IFSP Campus Campos do Jordão garrocho.ifspcjo.edu.br/oso [email protected] Técnico em Informática
Sistemas de Informação. Sistemas Operacionais
Sistemas de Informação Sistemas Operacionais PROCESSOS E THREADS PARTE III SUMÁRIO 4. GERÊNCIA DO PROCESSADOR: 4.1 Introdução; 4.2 Funções Básicas; 4.3 Critérios de Escalonamento; 4.4 Escalonamentos Não-Preemptivos
Capítulo 5: Escalonamento da CPU. Operating System Concepts 8th Edition
Capítulo 5: Escalonamento da CPU Capítulo 5: Escalonamento de CPU Conceitos Básicos Critérios de Escalonamento Algoritmos de Escalonamento Escalonamento de Threads Escalonamento de Multiprocessadores Exemplos
BC1518-Sistemas Operacionais. Prof. Marcelo Z. do Nascimento
BC1518-Sistemas Operacionais Escalonamento de CPU 3 Quadrimestre de 2010 Prof. Marcelo Z. do Nascimento [email protected] Roteiro Conceito Despachante Critérios de escalonamento Algoritmos
Escalonamento de processos
de processos Carlos Gustavo A. da Rocha Nos computadores atuais frequentemente temos vários processos (threads) competindo por um pequeno número de CPUs Nestes casos uma escolha deve ser feita de qual
Notas da Aula 11 - Fundamentos de Sistemas Operacionais
Notas da Aula 11 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Escalonamento de Tempo Real Em sistemas de tempo real, o objetivo principal do escalonador é garantir que todos os processos sejam executados
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais ESCALONAMENTO DE PROCESSOS Processos e Recursos Conceito de Escalonamento O S.O. gerencia recursos computacionais em benefício dos diversos processos que executam no sistema. A questão
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Prof. Jó Ueyama Apresentação baseada nos slides da Profa. Kalinka Castelo Branco, do Prof. Dr. Antônio Carlos Sementille e da Profa. Dra. Luciana A. F. Martimiano e nas transparências
SO: Escalonamento. Sistemas Operacionais Flavio Figueiredo (http://flaviovdf.github.io)
SO: Escalonamento Sistemas Operacionais 2017-1 Flavio Figueiredo (http://flaviovdf.github.io) 1 Aonde Estamos Processos Chapt 3 Threads Chapt 4 Vamos pular o Chapt 5 brevemente Sincronização e comunicação
1 Porque o estado de um processo deve ser salvo quando ele deixa a CPU?
1 Porque o estado de um processo deve ser salvo quando ele deixa a CPU? 2 O que é ambiente de execução? 3 Qual a finalidade da PCB? 4 Quais os componentes básicos da PCB? 5 Quais os 3 grupos de elemento
Lista de Exercícios Escalonamento de CPU. 1. Considere o seguinte conjunto de processos, com o tamanho do tempo de burst de CPU dado em milissegundos:
Lista de Exercícios Escalonamento de CPU 1. Considere o seguinte conjunto de processos, com o tamanho do tempo de burst de CPU dado em milissegundos: Tempo de Serviço Prioridade 10 3 1 1 P3 2 3 P4 1 4
Escalonamento de Tarefas
Escalonamento de Tarefas Rômulo Silva de Oliveira ebook Kindle, 2018 www.romulosilvadeoliveira.eng.br/livrotemporeal Outubro/2018 1 Escalonamento de Tarefas Sistemas de tempo real são organizados em torno
Multiprocessamento. Escalonamento de Processos: Algoritmos. Escalonamento em POSIX. Escalonamento de Threads. Padrão de Execução dum Processo
Sumário Multiprocessamento. Escalonamento de Processos: Algoritmos. Escalonamento em POSIX. Escalonamento de Threads. 1 Padrão de Execução dum Processo Processos (e threads) alternam: execução de instruções;
Bacharelado em Ciência da Computação Sistemas Operacionais
Bacharelado em Ciência da Computação Sistemas Operacionais Prof. Diego Mello da Silva Instituto Federal de Minas Gerais - Campus Formiga 13 de fevereiro de 2014 [email protected] (IFMG) Sistemas
Escalonamento do CPU
Paulo Sérgio Almeida Grupo de Sistemas Distribuídos Departamento de Informática Universidade do Minho Função: escolher qual o processo pronto que corre em seguida Invocado possivelmente aquando: interrupções
Técnicas Avançadas de Programação
Sumário Técnicas Avançadas de Programação Prof. João Marcos M. da Silva Departamento de Engenharia de Telecomunicações Escola de Engenharia Universidade Federal Fluminense Agosto de 2011 Prof. João Marcos
Sistemas Operativos. Sumário. Escalonador da CPU. Por Prioridades Round Robin. ! Algoritmos de escalonamento
Escalonador da CPU Sumário! Algoritmos de escalonamento Por Prioridades Round Robin Por Prioridades! A cada processo é associada uma prioridade Geralmente um número inteiro (vamos considerar que os números
Resumo: Sistemas Operacionais Abertos
Resumo: Sistemas Operacionais Abertos Prof. Michael A. Pontes Processos Um processo é um programa em execução. Enquanto um processo é executado, ele muda de estado. O estado de um processo é definido pela
Questões de Provas de Períodos Anteriores
Sistemas Operacionais 2010/1 Questões de Provas de Períodos Anteriores 1) Dois importantes conceitos encontrados no sistema operacional Unix são: (i) modo de execução ( execution mode ); e (ii) contexto
LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO. Resenha Livro Sistemas Operacionais 4ª edição Capítulo quatro: Gerencia do processador
LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO Resenha Livro Sistemas Operacionais 4ª edição Capítulo quatro: Gerencia do processador SANTO AMARO 2012 JEANDERVAL SANTOS DO CARMO RESENHA Resenha do quarto capítulo: Gerencia
Características Linux - CentOS
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS Sistemas Operacionais Leandro Soares, Rodrigo Mascarenhas, Pedro Henrique, Jonatas Edward Características Linux - CentOS Lucília Ribeiro GOIÂNIA, 2015 Leandro Soares,
Fundamentos de Sistemas Operacionais
Fundamentos de Sistemas Operacionais Aula 9: Escalonadores Não- Preemptivos Diego Passos Última Aula Escalonamento O que é escalonamento. Objetivos dos escalonadores. Vazão. Eficiência. Tempo de resposta...
Escalonamento de Processos
Porque é necessário escalonar? Escalonamento de s s precisam ser executados s concorrem a PU Escalonador: omponente (implementação) do sistema operacional etermina a ordem de dos baseado num algoritmo
INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS OPERACIONAIS
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIADO RIO GRANDE DO NORTE IFRN Disciplina: Fundamentos de Sistemas Operacionais e Sistemas Operacionais de Rede Professor: Msc. Rodrigo Ronner T. da Silva
Sistemas Operacionais
ANHANGUERA Sistemas Operacionais Prof. Esp. Rafael Gross Processos Sumário Introdução Conceito de processo Estrutura do processo Estados do processo Mudanças de estado do processo Criação e eliminação
Escalonamento. Pedro Cruz. EEL770 Sistemas Operacionais
Escalonamento Pedro Cruz EEL770 Sistemas Operacionais Avisos Propostas de trabalho já foram revisadas Todos os grupos foram comunicados 2 Jantar dos filósofos - Dijkstra Filósofos estão jantando em uma
SISTEMAS OPERACIONAIS. TÁSSIO JOSÉ GONÇALVES GOMES
SISTEMAS OPERACIONAIS TÁSSIO JOSÉ GONÇALVES GOMES www.tassiogoncalves.com.br [email protected] CONTEÚDO PROCESSOS Fundamentos O Núcleo do Sistema Operacional Escalonamento de Processos Comunicação
Aula 10: Escalonamento da CPU
Aula 10: Escalonamento da CPU O escalonamento da CPU é a base dos sistemas operacionais multiprogramados. A partir da redistribuição da CPU entre processos, o sistema operacional pode tornar o computador
Escalonamento de Processos. Ciclo 3 AT1. Prof. Hermes Senger
Escalonamento de Processos Ciclo 3 AT1 Prof. Hermes Senger Objetivos No ciclo anterior aprendemos que existe uma fila de processos. Mas afinal, quem decide em que ordem os processos são executados? Todos
Prof. Kleber R. Rovai
Prof. Kleber R. Rovai Msn: [email protected] E-mail: [email protected] Skype: klrovai Prof. Kleber R. Rovai [email protected] 2 1 Algoritmos dos Sistemas Interativos também ser usados
Sistemas Operativos: Escalonamento de Processos
Sistemas Operativos: Escalonamento de Processos Pedro F. Souto ([email protected]) March 29, 2011 Sumário Escalonamento de Processos O Problema Algoritmos de Escalonamento de Processos Leitura Adicional Padrão
SISTEMAS OPERACIONAIS. 1ª. Lista de Exercícios
SISTEMAS OPERACIONAIS Prof a. Roberta Lima Gomes ([email protected]) 1ª. Lista de Exercícios Data de Entrega: não há. O objetivo da lista é ajudar no estudo individual dos alunos. Soluções de questões específicas
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais 04 Processos Introdução Um sistema de computação quase sempre tem mais atividades a executar que o número de processadores disponíveis. Diferentes tarefas têm necessidades distintas
Sistemas Operativos: Implementação de Processos
Sistemas Operativos: Implementação de Processos Pedro F. Souto ([email protected]) March 8, 2012 Sumário: Implementação de Processos Contexto (Estado) dum Processo Comutação de Processos Escalonamento de Processos
Agendador. Agendador de Processos (Escalonador de Processos) Critérios de Agendamento. Agendador
Agendador Agendador de Processos (Escalonador de Processos) Prof. Alexandre Beletti Ferreira Quando mais de um processo é executável O SO deve decidir a ordem de execução dos mesmos Quem decide isso é
