Como funciona a ampola de Vácuo
|
|
|
- Benedicta Valgueiro Deluca
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Como funciona a ampola de Vácuo Artigo 004/15 31/05/2015 As ampolas de vácuo como são conhecidos os interruptores de vácuo no Brasil, são contatos elétricos imersos em um ambiente confinado de baixíssima pressão atmosférica, praticamente vácuo mesmo. Os contatos ficam dentro de uma camara de vidro temperado ou cerâmica que promove o isolamento final dos polos do lado externo e o vácuo fica na parte interna. Tal conjunto construído desta forma permite interromper correntes elétricas relativamente elevadas, mesmo quando submetidas a tensões altas como as faixas da media tensão. Seu desenvolvimento permitiu a construção dos modernos disjuntores a vácuo que vem substituindo os antigos disjuntores de pequeno volume de óleo. A principal vantagem e que o arco uma vez interrompido não gera subproduto no meio extintor, assim não há necessidade de manutenção como ocorre no óleo e no SF6. Ademais a confiabilidade e grande uma vez que a ampola e hermeticamente fechada e não permite a possibilidade de vazamentos e explosão da camara. Modernamente a interrupção com sublimissao parcial do material do contato, permite um ambiente de baixa condutividade, onde se consegue arcos com tensão de no Maximo 200 a 250V. Assim a potencia dissipada no arco e baixa e uma ampola relativamente pequena consegue interromper grandes correntes de falta. Constrututivamente faltando, a ampola de vácuo e bem simples, um contato fixo e um contato móvel no lado oposto ao eixo longitudinal de ambos. A ampola isolante de vidro temperado ou cerâmica isola os polos e cria o ambiente para manter o vácuo. Para permitir a movimentação do contato, um fole metálico permite a movimentação do contato móvel, ao mesmo tempo que isola a o ambiente interno e externo da ampola. Este fole e soldado entre o contato e a tampa externa. Não há nenhum contato entre os ambientes. Não há vedação, nem válvula ou bico para extrair o ar. A ampola já e construída em uma camara de vácuo com sua pressão de trabalho e portanto uma vez fechada não pode mais ser aberta. Alem do vácuo, uma outra parte fundamental e a liga do contato. Atualmente uma liga de Cu-Cr e usada, alem da propriedade da condutividade elétrica, deve ter uma boa resistência a abrasão uma vez que o arco estabelecido atinge facilmente temperaturas de sublimação o que permitiria a erosão muito rápida do contato. Essa sublimação e importante para manter a tensão de arco baixa e para evitar os picos de tensão causados pela interrupção precoce e abrupta da corrente, chamadas de correntes de chopping. Esse controle e feito pela dosagem correta da liga Cu-Cr e pela geometria do polo que permite a movimentação do arco por todo o polo, promovendo um desgaste por igual.
2 Abaixo temos um corte da ampola e a identificação de seus componentes.
3 As blindagens tem função secundaria de receber os impactos de íons de cobre e dos elétrons disparados na direção do isolante e também de confinar a emissão de radiação que costumam ocorrer nas interrupções, pois arco Eletrico a ser interrompido e um fio de plasma, que pode estar condensado ou não. A ideia por trás da ampola de vácuo esta na curva de Paschen onde verificamos que a rigidez dielétrica do gás sobe com a pressão do mesmo, porem, para pressões próximas do vácuo a rigidez passa a subir novamente e praticamente estabiliza em 390kV/cm. A explicação decorre do fato de que deve haver ionização em avalanche do meio para ocorrer um arco elétrico.
4 No vácuo as partículas são muito poucas e a probabilidade de um efeito em avalanche ocorrer e bem remota, dada a separação entre os átomos, assim a rigidez dielétrica cresce muito e por isso o vácuo funciona bem como isolante. Um arco elétrico no vácuo somente e possível por meio de altas correntes que aquecem o contato ao ponto de vaporizar partículas do mesmo formando uma nuvem de material condutivo. Isto explica a baixa de tensão de arco das ampolas de vácuo. Basicamente e necessário apenas aguardar a corrente ir a zero naturalmente, pois a corrente zera, o material resublima sobre o polo e a rigidez dielétrica e quase que instantaneamente alcançada. O gráfico abaixo ilustra a interrupção da corrente fase a fase. Arco elétrico também e possível desde que a tensão seja alta o suficiente para vencer a função de trabalho do metal do contato e arrancar elétrons do mesmo permitindo o surgimento de uma carga espacial que viajaria no vácuo tal qual uma carga elétrica obtida por efeito termoionico. Isto pode ocorrer em tensões impulsivas. Esta segunda forma de interrupção difere da primeira por não impor danos significativos ao contato da ampola, pois praticamente não há material erodido. Assim ela afeta bem menos a vida útil da ampola.
5 Praticamente a vida útil da ampola e determinada pelo numero de correntes interrompida e de sua intensidade. Quanto maior a intensidade da corrente, maior a sublimação do material do contato. Assim o numero de correntes interrompidas de alta intensidade são menores que as de pequena intensidade. Praticamente correntes de menos de 700 amperes causam dano similar na ampola por não permitirem a estabilização de arco elétrico e portanto, tem praticamente a mesma vida útil. Para assegurar desgastes por igual no contato, a geometria do mesmo e feita de forma tal a favorecer o deslocamento do arco por todo o polo, usando o próprio campo magnético da corrente de falta. As figuras abaixo ilustram isto. Dessa forma o fio de plasma rodopia pelo polo, causando desgate por igual e prolongando a sua vida útil. A tecnologia do vácuo em interrupção de correntes elétricas esta em desenvolvimento, a ampliação dos limites de uso do vácuo nestas aplicações com certeza ocorrerão com o desenvolvimentos de novas ligas, métodos de operaco que deverão levar a um novo estado da arte nesta área do conhecimento. Referencias Bibliograficas Eletronic Cahier Techiniques numero 198 Schneider Electric Vacuum Interrupters - Falkingham, Dr Leslie T Falkingham
Instituto SENAI de Tecnologia em Energia Gestão e Economia de Energia no Programa Indústria Paulista + Competitiva
Instituto SENAI de Tecnologia em Energia Gestão e Economia de Energia no Programa Indústria Paulista + Competitiva Técnicas e Procedimentos para Manutenção de Cabines Primárias Renato Barbosa MANUTENÇÃO
5. ISOLANTES OU DIELÉTRICOS
5. ISOLANTES OU DIELÉTRICOS 5.1 Definição Material Isolante (Dielétricos): materiais isolantes são substâncias em que os elétrons e íons não podem se mover em distâncias macroscópicas como os condutores
USINAGEM POR ELETROEROSÃO
USINAGEM POR ELETROEROSÃO Teoria e Prática da Usinagem Usinagem de geometria não definida Janaina Fracaro A eletroerosão baseia -se na destruição de partículas metálicas por meio de descargas elétricas,
Unidades. Coulomb segundo I = = Ampere. I = q /t. Volt Ampere R = = Ohm. Ohm m 2 m. r = [ r ] = ohm.m
Eletricidade Unidades I = Coulomb segundo = Ampere I = q /t R = Volt Ampere = Ohm r = Ohm m 2 m [ r ] = ohm.m Grandeza Corrente Resistência Resistividade Condutividade SI (kg, m, s) Ampere Ohm Ohm.metro
DIELÉTRICOS GASOSOS APLICADOS EM ELETROTÉCNICA
DIELÉTRICOS GASOSOS APLICADOS EM ELETROTÉCNICA Lídia Ana Araújo de França [Voluntária] 1, Marco Antonio Ferreira Finocchio [Orientador] 2, Marcio Mendonça [Colaborador] 3 1 Acadêmica do Curso Técnico em
Ciência e Tecnologia dos Materiais Elétricos. Aula 1. Prof.ª Letícia chaves Fonseca
Ciência e Tecnologia dos Materiais Elétricos Aula 1 Prof.ª Letícia chaves Fonseca Capítulo 1 PROPRIEDADES DOS MATERIAIS USADOS EM ENGENHARIA 2 1.1 Introdução Distinguir e recomendar os materiais Correlacionar:
ENERGIA, CARGA E DESCARGA DE CAPACITOR
UNIVERSIDADE TENOLÓGIA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO AADÊMIO DE ELETROTÉNIA ELETRIIDADE E MAGNESTISMO - ET72F Profª Elisabete N Moraes ENERGIA, ARGA E DESARGA DE APAITOR E ASSUNTOS OMPLEMENTARES Energia
Corrente elétricas. i= Δ Q Δ t [ A ]
Corrente elétricas A partir do modelo atômico de Bohr, que o define pela junção de prótons, nêutrons e elétrons, é possível explicar a alta condutividade dos metais, devida à presença dos elétrons livres.
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE. Técnico Integrado em Informática
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE 3ª Lista de Exercícios Eletricidade Instrumental Técnico Integrado em Informática Aluno (a): Ano/Série: Matrícula: Professor:
DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO & CONDUTORES DE BT
DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO & CONDUTORES DE BT INTRODUÇÃO Finalidade: São utilizados com o objetivo de desenergizar a parte da instalação com risco de danos sobrecarga; curto-circuitos circuitos. Falha: INCÊNDIO!!!
Materiais Elétricos. Isolantes. Prof. Msc. Getúlio Teruo Tateoki
Prof. Msc. Getúlio Teruo Tateoki Definições Dielétricos -Dielétricos ou materiais isolantes caracterizam-se por oferecerem considerável resistência à passagem da corrente, comparativamente aos materiais
WEBINAR Diferenciais e Vantagens da Tecnologia Ultravioleta
WEBINAR Diferenciais e Vantagens da Tecnologia Ultravioleta Definição Efeito Corona é um fenômeno fotoquímico oriundo da ionização em torno de um campo elétrico por motivo geralmente ligado a mudança da
Raios-x. Proteção e higiene das Radiações Profª: Marina de Carvalho CETEA
Raios-x Proteção e higiene das Radiações Profª: Marina de Carvalho CETEA Materiais Radioativos 1896 o físico Francês Becquerel descobriu que sais de Urânio emitia radiação capaz de produzir sombras de
Prof. Fábio de Oliveira Borges
Corrente Elétrica Prof. Fábio de Oliveira Borges Curso de Física II Instituto de Física, Universidade Federal Fluminense Niterói, Rio de Janeiro, Brasil https://cursos.if.uff.br/!fisica2-0117/doku.php
ISOLANTES. Disciplina: Materiais Elétricos Prof a : Sheila Santisi Travessa
ISOLANTES Disciplina: Materiais Elétricos Prof a : Sheila Santisi Travessa Introdução Quando se trata de campos eletrostáticos, o meio no qual eles existem deve ter resistividade muito alta. Deverá opor-se
FONTES DE ENERGIA FONTES DE ENERGIA
FONTES DE ENERGIA A soldagem por fusão é realizada pela aplicação de energia localizada em uma parte da junta de forma a conseguir a sua fusão localizada, de preferência afetando termicamente ao mínimo
Prof. Renato M. Pugliese. EME Prof. Vicente Bastos SESI Vila Carrão - CE379. Física 3º ano Aula 1. Apresentação
Aula 1 Apresentação 1. Recepção à escola. 2. Pessoal Nome, Formação, Profissão, Residência... 3. Disciplina (Levantamento / Classificação) Física 1º ano 2º ano 3º ano Mecânica / Astronomia / Gravitação
MÓDULO II SELEÇÃO DE CONDUTORES NAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
MÓDULO II SELEÇÃO DE CONDUTORES NAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Versão 2.0 Ditreitos Reservados PROCOBRE 2009 CONTEÚDO Condutores elétricos Normalização e parâmetros elétricos para a seleção de condutores Seleção
Disjuntor Tripolar a Vácuo de MT Série HAF
Disjuntor Tripolar a Vácuo de MT Série HAF Tensão Nominal (kv) 7,2 12 15 24 Capacidade de interrupção nominal ka Capacidade de estabelecimento ka 80 100 1 80 100 1 80 100 12,5 16 20 0A HAF10414 HAF10514
Eletrodinâmica REVISÃO ENEM CORRENTE ELÉTRICA
REVISÃO ENEM Eletrodinâmica CORRENTE ELÉTRICA Corrente elétrica em um condutor é o movimento ordenado de suas cargas livres devido a ação de um campo elétrico estabelecido no seu interior pela aplicação
Equipamentos de Manobra Prof. Vilmair E. Wirmond Ano 2010
Equipamentos de Manobra Prof. Vilmair E. Wirmond Ano 2010 Seccionadores primários e secundários Definições Iniciais Segundo a NBR 6935, chave é um dispositivo mecânico de manobra que na posição aberta
Prof. Renato. ETEC de Vila Formosa ETEC Prof. Camargo Aranha SESI Carrão. Física 1ª. Série. Aula 1
Aula 1 1. Apresentação (Conhecimento / Reconhecimento) 1.1 Pessoal Nome, Formação, Profissão, Residência... 1.2 Disciplina (Levantamento / Classificação) Física 1ª. Série 2ª. Série 3ª. Série Mecânica /
SOLDAGEM. Engenharia Mecânica Prof. Luis Fernando Maffeis Martins
02 SOLDAGEM Engenharia Mecânica Prof. Luis Fernando Maffeis Martins Transferência metálica em soldagem com arco elétrico Tabela periódica Modelo atômico Elétrons Partículas carregadas negativamente que
AULA 07 CORRENTE ELÉTRICA E LEI DE OHM. Eletromagnetismo - Instituto de Pesquisas Científicas
ELETROMAGNETISMO AULA 07 CORRENTE ELÉTRICA E LEI DE OHM A corrente elétrica pode ser definida como o movimento ordenado de cargas elétricas. O caminho feito pelas cargas elétricas é chamado de circuito.
Processos de corte. Figura 2. Corte via plasma e maçarico.
Processos de corte Mecânicos: corte por cisalhamento através de guilhotinas, tesouras ou similares e por remoção de cavacos através de serras ou usinagem. Figura 1. Guilhotina, serra automática e corte
Neste capítulo você vai estudar um dos componentes de proteção utilizado em comandos elétricos, os fusíveis industriais.
Fusíveis industriais M uitas vezes ouvimos dizer que um curto-circuito provocou um incêndio num prédio, indústria ou residência. Isso poderia ser evitado se os circuitos elétricos desses lugares estivessem
GRUPO VIII GRUPO DE ESTUDO DE SUBESTAÇÕES E EQUIPAMENTOS ELETRICOS ( GSE )
GSE/ 09 17 à 22 de outubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil GRUPO VIII GRUPO DE ESTUDO DE SUBESTAÇÕES E EQUIPAMENTOS ELETRICOS ( GSE ) TRANSFORMADORES DE CORRENTE E DE POTENCIAL, A GAS SF6, PARA SUBESTAÇÕES
Cabos de Ignição Aula 6
Cabos de Ignição Aula 6 Os cabos que conectam os sistemas de ignição são divididos em duas classes: Baixa Voltagem Alta Voltagem Cabos de alta voltagem devem ser capazes de isolar eletricamente sinais
Física III. Capítulo 02 Eletrostática. Técnico em Edificações (PROEJA) Prof. Márcio T. de Castro 18/05/2017
Física III Capítulo 02 Eletrostática Técnico em Edificações (PROEJA) 18/05/2017 Prof. Márcio T. de Castro Parte I 2 Átomo Átomo: sistema energético estável, eletricamente neutro, que consiste em um núcleo
Aula 01 Propriedades Gerais dos Materiais
Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Elétrica Materiais Elétricos - Teoria Aula 01 Propriedades Gerais dos Materiais Clóvis Antônio Petry, professor. Florianópolis, setembro
Estudo da Física. Prof. Railander Borges
Estudo da Física Prof. Railander Borges Fale com o Professor: Email: [email protected] Instagram: @rayllanderborges Facebook: Raylander Borges ASSUNTO: CORRENTE ELÉTRICA + LEIS DE OHM 1.
MATERIAIS USADOS EM DISJUNTORES DE ALTA E BAIXA TENSÃO, INCLUSIVE CHAVES ESTÁTICAS
MATERIAIS USADOS EM DISJUNTORES DE ALTA E BAIXA TENSÃO, INCLUSIVE CHAVES ESTÁTICAS Disjuntor de baixa tensão Disparo térmico (1): lâmina bimetálica de diferentes coeficientes de dilatação. Ex: Níquel e
Medium Voltage Products. UniSec DY803 - Ed. 6 Novo quadro de média tensão de 24 kv isolado a ar segundo as especificações e-distribuzione
Medium Voltage Products UniSec DY803 - Ed. 6 Novo quadro de média tensão de 24 kv isolado a ar segundo as especificações e-distribuzione UniSec DY803 Características Compartimentos disponíveis Especificações
NR-10 ELETRICIDADE. Tópicos de. Prof. Pedro Armando da Silva Jr. Engenheiro Eletricista, Dr.
NR-10 Tópicos de ELETRICIDADE Prof. Pedro Armando da Silva Jr. Engenheiro Eletricista, Dr. [email protected] Matéria É tudo aquilo que possui massa e ocupa lugar no espaço. Os átomos são formados
CORRENTE. Profº Almir Batista. ELÉTRICA Caderno 1 Frente 3 Módulos 1 e 2
CORRENTE ELÉTRICA Caderno 1 Frente 3 Módulos 1 e 2 CARGA ELÉTRICA A matéria é formada de pequenas partículas, os átomos. Cada átomo, por sua vez, é constituído de partículas ainda menores, no núcleo: os
Corrente Elétrica. Caderno 1 Frente 3 Módulos 1 e 2 Páginas 258 e 259. Profº Almir Batista
Corrente Elétrica Caderno 1 Frente 3 Módulos 1 e 2 Páginas 258 e 259 Carga Elétrica A matéria é formada de pequenas partículas, os átomos. Cada átomo, por sua vez, é constituído de partículas ainda menores,
CARGA ELÉTRICA E CORRENTE ELÉTRICA
CARGA ELÉTRICA E CORRENTE ELÉTRICA 1- CARGA ELÉTRICA AULA 20 Como sabemos, os átomos são constituídos por várias partículas elementares e, para o nosso estudo, interessa o elétron o próton e o nêutron.
Distribuição MT Disjuntores para 1 a 36 kv
Distribuição MT Disjuntores para 1 a 36 kv Guia de Escolha O domínio das técnicas de interrupção SF 6 Técnica da autocompressão em disjuntores a gás SF 6 Considerando inicialmente os contatos principais
Aula 05 Materiais Magnéticos
Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Elétrica Materiais Elétricos - Teoria Aula 05 Materiais Magnéticos Clóvis Antônio Petry, professor. Florianópolis, outubro de 2006. Bibliografia
Soldagem por fricção. Daniel Augusto Cabral -
Soldagem por fricção Daniel Augusto Cabral - E-mail: [email protected] 1. Princípios do processo A norma DVS 2909 declara a soldagem de fricção um grupo de procedimentos de soldagem a pressão.
Definição de campo elétrico Relações matemáticas Experimento de Millikan Representação do campo elétrico (de acordo com a carga de prova)
1 Definição de campo elétrico 2 Relações matemáticas 3 Experimento de Millikan 4 Representação do campo elétrico (de acordo com a carga de prova) 5 Linhas de Força 6 Linhas de Força (intensidade do campo
Teoria dos dispositivos Semicondutores
Teoria dos dispositivos Semicondutores Capítulo 6 Dispositivo semicondutores Universidade de Pernambuco Escola Politécnica de Pernambuco Professor: Gustavo Oliveira Cavalcanti Editado por: Arysson Silva
Potencial Elétrico, Dielétricos e Capacitores. Eletricidade e magnetismo - potencial elétrico, dielétricos e capacitores 1
Potencial Elétrico, Dielétricos e Capacitores Eletricidade e magnetismo - potencial elétrico, dielétricos e capacitores 1 Potencial elétrico O campo elétrico é um campo de forças conservativo: Se, por
Eletrodinâmica. CORRENTE ELÉTRICA é o movimento ordenado dos portadores de cargas elétricas, ou seja, um fluxo de cargas elétricas.
Corrente Elétrica Eletrodinâmica Nos condutores metálicos, existe, movimentando-se desordenadamente uma verdadeira nuvem de elétrons, os elétrons livres. Em certas condições, esses elétrons podem ser colocados
Prof. Fábio de Oliveira Borges
Corrente Elétrica Prof. Fábio de Oliveira Borges Curso de Física II Instituto de Física, Universidade Federal Fluminense Niterói, Rio de Janeiro, Brasil http://cursos.if.uff.br/fisica2-0116/ Corrente elétrica
BOMBA PRESSURIZADORA MANUAL DE SERVIÇO PB-088MA, 088JA PB-135MA, 135JA PB-S250MA, S250JA PB-350MA, 350JA MODELO
BOMBA PRESSURIZADORA MANUAL DE SERVIÇO MODELO PB-088MA, 088JA PB-135MA, 135JA PB-S250MA, S250JA PB-350MA, 350JA Leia atentamente este manual antes de instalar ou operar o equipamento para assegurar uma
Proteção contra efeito corona na cadeia de isoladores
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO FACULDADE DE ENGENHARIA ÊNFASE EM SISTEMAS DE POTÊNCIA Disciplina: Transmissão de Energia Elétrica II Proteção contra efeito corona na cadeia de isoladores Alunos:
Riscos Adicionais conforme NR-10
1 DDS Riscos Adicionais Condições Atmosféricas Riscos Adicionais conforme NR-10 a) altura; b) ambientes confinados; c) áreas classificadas; d) umidade; e) condições atmosféricas. Riscos Adicionais : todos
Unidade 8. Eletricidade e Magnetismo
Unidade 8 Eletricidade e Magnetismo Eletrostática e Eletrodinâmica Os fenômenos elétricos estão associados aos elétrons. Cargas Elétricas As cargas elétricas podem ser positivas ou negativas Cargas opostas
Fundamentos da Lubrificação e Lubrificantes Aula 5
Fundamentos da Lubrificação e Lubrificantes Aula 5 PROF. DENILSON J. VIANA Classificação do Tipo de Lubrificação A lubrificação pode ser classificada em três tipos básicos de acordo com a película lubrificante.
Avaliação do isolamento em transformadores de potência
56 Apoio Manutenção de transformadores Capítulo VI Avaliação do isolamento em transformadores de potência Por Marcelo Paulino* Qualquer máquina ou equipamento elétrico deverá suportar campos elétricos,
CAMPO ELÉTRICO. Uma carga elétrica Q produz ao seu redor uma região afetada por sua presença denominada campo elétrico. Criado por cargas elétricas.
CAMPO ELÉTRICO Uma carga elétrica Q produz ao seu redor uma região afetada por sua presença denominada campo elétrico. Campo Elétrico Criado por cargas elétricas. Representado por linhas de campo. Grandeza
Física do Estado Sólido: Sólidos Condutores
Física do Estado Sólido: Sólidos Condutores Trabalho de Física Moderna II Professor Marcelo Gameiro Munhoz 7 de maio de 2012 André E. Zaidan Cristiane Calil Kores Rebeca Bayeh Física do Estado Sólido -
CONDUTORES E ISOLANTES
ELETRICIDADE CONDUTORES E ISOLANTES O FÍSICO INGLÊS STEPHEN GRAY PERCEBEU QUE ALGUNS FIOS CONDUZIAM BEM A ELETRICIDADE E CHAMOU-OS DE CONDUTORES E, AOS QUE NÃO CONDUZIAM OU CONDUZIAM MAL A ELETRICIDADE,
DETECTORES DE RADIAÇÃO
DETECTORES DE RADIAÇÃO PARTE 1 PAULO R. COSTA Detectores de radiação Transdutores Produção de sinal elétrico Aumento da temperatura Mudança de cor Surgimento de danos nos cromossomos Identificar Presença
Conceitos Básicos de Eletricidade Visando as Instalações Elétricas. Professor: Ricardo Costa Alvares
Conceitos Básicos de Eletricidade Visando as Instalações Elétricas Professor: Ricardo Costa Alvares Composição da Matéria Todos os corpos são compostos de moléculas, e estas de átomos que são as menores
Tópico 01: Estudo de circuitos em corrente contínua (CC) Profa.: Ana Vitória de Almeida Macêdo
Disciplina Eletrotécnica Tópico 01: Estudo de circuitos em corrente contínua (CC) Profa.: Ana Vitória de Almeida Macêdo Conceitos básicos Eletricidade Eletrostática Eletrodinâmica Cargas elétricas em repouso
Prof. Willyan Machado Giufrida Curso de Engenharia Química. Ciências dos Materiais. Comportamento Elétrico
Prof. Willyan Machado Giufrida Curso de Engenharia Química Ciências dos Materiais Comportamento Elétrico Portadores de cargas e condução A condução de eletricidade nos materiais ocorre por meio de espécies
1.1 Corrente elétrica: o que é e como se utiliza.
1.1 Corrente elétrica: o que é e como se utiliza. A eletricidade e o dia a dia A energia elétrica é hoje um bem essencial. A sua falta impede-nos de realizar praticamente todas as tarefas diárias. Fig.
/augustofisicamelo. Menu
1 Efeito Joule 2 Potência e Energia 3 Horse-power e Cavalo Vapor 4 A máquina de James Watt 5 Valores Nominais 6 Fusível 7 Disjuntor 8 Como funciona um disjuntor 9 Potência e Efeito Joule Menu /augustofisicamelo
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE CAMPUS LUZERNA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE CAMPUS LUZERNA Curso Técnico de Nível Médio em Automação Industrial ELETRÔNICA BÁSICA Ricardo Kerschbaumer Luzerna,
Propriedades Elétricas
Propriedades Elétricas Lei de Ohm V RI J E V - voltagem entre terminais separados por distância l R - resistência elétrica I - corrente elétrica que atravessa uma seção transversal de área A R onde l
Unidade 2 ELETRICIDADE. Físico químicas - 9º ano de escolaridade
Físico químicas - 9º ano de escolaridade Unidade 2 ELETRICIDADE Compreender o que é a corrente elétrica. Conhecer as regras de segurança elétrica. Identificar os principais componentes de um circuito e
Eletrodinânica - Exercícios
Eletrodinânica - Exercícios Professor Walescko 13 de outubro de 2005 Sumário 1 Exercícios 1 2 Vestibulares UFRGS 7 3. O gráfico representa a corrente elétrica i em função da diferença de potencial V aplicada
Eletricidade Aula 8. Componentes Reativos
Eletricidade Aula 8 Componentes Reativos Campo Elétrico Consideremos uma diferença de potencial V entre duas chapas condutoras. Em todo ponto entre essas duas chapas, passa uma linha invisível chamada
MATERIAIS UTILIZADOS EM FUSÍVEIS. Anderson V. Silva Rodrigo A. Aguiar 541
MATERIAIS UTILIZADOS EM FUSÍVEIS Anderson V. Silva Rodrigo A. Aguiar 541 ÍNDICE O que são fusíveis Partes Como funcionam Tipos Materiais dos Condutores - Propriedades Materiais dos Isolantes - Propriedades
CABEAMENTO. Instrutor: Vinicius Barbosa Lima
CABEAMENTO Instrutor: Vinicius Barbosa Lima Objetivos da disciplina Conceitos fundamentais Conhecer os tipos de cabos Análise das especificações Estudo dos conectores Análise dos materiais Geometria e
Origens históricas dos raios-x. Tubos de Crookes
Origens históricas dos raios-x Tubos de Crookes http://www.answers.com/topic/crookes-tube Origens históricas dos raios-x Tubo de Raios-X http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/energianuclear/imagens/energia-nuclear99.jpg
Aula 2 Tensão, Corrente e Resistência Elétrica
Imagine um corpo netro. Instituto Federal de São Paulo - IFSP Tensão Elétrica nº prótons = nº de elétrons Quando as cargas são separadas em duas regiões, tem-se, regiões com carga positiva e com carga
Elementos básicos de um circuito eléctrico. Receptores recebem a energia eléctrica e transformam-na noutro tipo de energia.
Elementos básicos de um circuito eléctrico Fonte de Energia Fornece energia ao circuito. Fios Condutores conduzem a corrente eléctrica. Receptores recebem a energia eléctrica e transformam-na noutro tipo
C O L É G I O K E N N E D Y / R E D E P I T Á G O R A S PLANO DE ESTUDO TRIMESTRE:2º
C O L É G I O K E N N E D Y / R E D E P I T Á G O R A S PLANO DE ESTUDO TRIMESTRE:2º PLANO DE ESTUDO DISCIPLINA: FÍSICA PROFESSOR:MARCÃO ANO/SÉRIE: 3º ANO EM DATA DA AVALIAÇÃO: 08/08/17 CONTEÚDO(S) A SER(EM)
Curso: E.M. TURMA: 2101 e 2102 DATA:
EXERCÍCIOS ON LINE 2º Bimestre DISCIPLINA: Física II PROFESSOR(A): Eduardo R Emmerick Curso: E.M. TURMA: 2101 e 2102 DATA: NOME: Nº.: 01) Vamos supor que temos uma partícula carregada com carga q = 4 μc
Eletrônica. Energia Elétrica, Corrente, Tensão e Circuito Elétrico. Conteúdo 10/05/2016. Geradores. Receptores
Eletrônica Energia Elétrica, Corrente, Tensão e Circuito Elétrico [email protected] Conteúdo Geradores Receptores Conversão de Energia Elétrica Condutores Circuito Elétrico Corrente Lâmpadas Incandescentes
Lista de Exercícios de Corrente
Disciplina: Física F Professor: Joniel Alves Lista de Exercícios de Corrente 1) Um capacitor de placas paralelos, preenchido com ar, tem uma capacitância de 1 pf. A separação de placa é então duplicada
Módulo I Corrente Elétrica
Módulo Corrente Elétrica Corrente Elétrica: Todos os dispositivos elétricos (lâmpadas, liuidificadores, chuveiros, TVs, etc.) só funcionam se percorridos por corrente elétrica, ue uer dizer movimento de
Espectrometria de emissão atômica
Espectrometria de emissão atômica Técnica analítica que se baseia na emissão de radiação eletromagnética das regiões visível e ultravioleta do espectro eletromagnético por átomos neutros ou átomos ionizados
Física Unidade VI Série 2
01 A força magnética F é perpendicular, simultaneamente, ao campo indução B e a velocidade v. No entanto v e B não são, necessariamente, perpendiculares entre si. Resposta: B 1 02 Como a velocidade é paralelo
Energia envolvida na passagem de corrente elétrica
Eletricidade Supercondutividade Baixando-se a temperatura dos metais a sua resistividade vai diminuindo Em alguns a resistividade vai diminuindo com a temperatura, mas não se anula Noutros a resistividade
Descargas Luminescentes e Sputtering
Descargas Luminescentes e Sputtering (Disciplina CTFF Prof. Humberto. Adaptado de Smith, Caps. 8 e 9) 8.5.4 Sputtering O sputtering é um tipo de bombardeamento iônico o qual afeta a superfície de um material
Física Teórica II. Prova 2 1º. semestre de /05/2018
Física Teórica II Prova 2 1º. semestre de 2018 26/05/2018 1- Assine seu nome de forma LEGÍVEL na folha do cartão de respostas 2- Analise sua resposta. Ela faz sentido? Isso poderá ajudá-lo a encontrar
Ligações Químicas Foz do Iguaçu, 2017
Ligações Químicas Foz do Iguaçu, 2017 Ligação Química As forças que mantêm os átomos unidos são fundamentalmente de natureza elétrica e são responsáveis por ligações químicas Os átomos, ao se unirem, procuram
Motores Térmicos. 9º Semestre 5º ano
Motores Térmicos 9º Semestre 5º ano 21. Sistema de Ignição - Tópicos Introdução Componentes Básicos Bobine De Ignição Condensador Distribuidor Rotor Platinado Vela De Ignição Desvantagens Do Sistema De
SOLUÇÃO PRATIQUE EM CASA
SOLUÇÃO PRATIQUE EM CASA SOLUÇÃO PC1. [D] Primeiramente é necessário encontrar o sentido da força magnética. Para tal, é direto verificar, utilizando a regra da mão esquerda, que o sentido desta força
MATERIAIS PARA ENGENHARIA DE PETRÓLEO - EPET069 - Propriedades Elétricas Propriedades Térmicas
MATERIAIS PARA ENGENHARIA DE PETRÓLEO - EPET069 - Propriedades Elétricas Propriedades Térmicas Condutividade Elétrica 1820 Físicos podiam produzir e detectar correntes elétricas; Medir diferenças de potenciais;
4 Recomendações. Instalações Elétricas Prediais - Geraldo Cavalin e Severino Cervelin - Ed. Érica 1
4 Recomendações 1. Remover a isolação do condutor, de tal forma que seja o suficiente para que, no ato de emendá-los, não ocorra falta nem sobra. 2. Após remover a isolação, o condutor de cobre deve estar
Eletrônica I. Prof. Cláudio Henrique A. Rodrigues
Eletrônica I 1 2 Qual o significado de um corpo eletricamentecarregado? A Carga Elétrica é positiva (+) ou negativa(-)? 3 Um corpo apresenta-se eletricamente neutro quando o número total de prótons e de
Aula 3 - Eletrodinâmica Prof. Marcio Kimpara
ELETRICIDADE Aula 3 - Eletrodinâmica Prof. Marcio Kimpara Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Prof. Marcio Kimpara 2 Eletrodinâmica Na eletrodinâmica, estudaremos o movimento das cargas elétricas
3 Material com gradação funcional
Vibrações livres não lineares de cascas cilíndricas com gradação funcional 44 3 Material com gradação funcional O capítulo contém uma breve descrição sobre materiais compósitos e Materiais com Gradação
2 - Circuitos Basicos
2 - Circuitos Basicos Carlos Marcelo Pedroso 18 de março de 2010 1 Introdução A matéria é constituída por átomos, que por sua vez são compostos por 3 partículas fundamentais. Estas partículas são os prótons,
Lei de Coulomb. Interação entre Duas Cargas Elétricas Puntiformes
Lei de Coulomb Interação entre Duas Cargas Elétricas Puntiformes A intensidade F da força de interação eletrostática entre duas cargas elétricas puntiformes q 1 e q 2, é diretamente proporcional ao produto
Operação, Manutenção e Ensaios em Subestações. João Carlos Bezerra Sanches Diretor da LPEng Engenharia
Operação, Manutenção e Ensaios em Subestações João Carlos Bezerra Sanches Diretor da LPEng Engenharia Formação Engenheiro Eletricista Pós Graduação em Administração Experiências ABB LPEng Empresa de Engenharia
Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações
Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações A segurança das Pessoas através de Painéis de Baixa Tensão resistentes Arco-Interno Eng. Carlos Leopoldo Castro A segurança das Pessoas através
Soldagem por Resistência II. Rodrigo A. L Satyro
Soldagem por Resistência II Rodrigo A. L Satyro E-mail: [email protected] Rogério Veiga E-mail: [email protected] Santiago Moreira E-mail: [email protected] Moacir Santos E-mail:
Corrente elétrica e leis de Ohm Módulo FE.05 (página 46 à 49) Apostila 2
Aula 05 Corrente elétrica e leis de Ohm Módulo FE.05 (página 46 à 49) Apostila 2 Eletrodinâmica Sentido convencional da corrente elétrica Intensidade da corrente elétrica Leis de Ohm Resistor Condutividade
