REGULAMENTO DA SALA DE ESTUDO
|
|
|
- Eugénio Ribas Nunes
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 REGULAMENTO DA SALA DE ESTUDO I. Disposições Gerais: Artigo 1º Objeto 1. O presente documento regulamenta a organização e o funcionamento da Sala de Estudo (SE) da Escola Secundária Leal da Câmara. Artigo 2º Âmbito 1. Este documento aplica-se a todos os elementos do Agrupamento de Escolas de Rio de Mouro que frequentam este espaço. Artigo 3º Definição 1. A SE é um espaço educativo que apoia os alunos em diferentes situações: a) Com dificuldades nas aprendizagens. b) Com dúvidas pontuais. c) Que pretendam desenvolver trabalho individual ou em grupo, num espaço com recursos diversificados. d) Que pretendam desenvolver e melhorar técnicas e métodos de estudo. e) Que necessitem de realizar exercícios escritos ou fichas de avaliação extra-aula. f) Alunos a quem foi dada ordem de saída de sala de aula, que sejam encaminhados por um funcionário, com vista à realização de uma tarefa específica proposta pelo professor da disciplina. g) Alunos ao abrigo da escolaridade obrigatória, reprovados por excesso de faltas, com plano de recuperação. a) Estimular o gosto pelos estudos. Artigo 4º Objetivos b) Promover o desenvolvimento de hábitos de trabalho autónomo. c) Contribuir para o sucesso educativo dos alunos. 1
2 d) Constituir-se como um espaço de partilha de saberes. e) Desenvolver competências que facilitem as aprendizagens dos alunos. f) Auxiliar os alunos na resolução de dúvidas curriculares. g) Apoiar os alunos na preparação de exames, exercícios escritos, trabalhos, etc. h) Ajudar os alunos na aquisição de hábitos e técnicas de estudo específicos. i) Desenvolver competências de consulta e de utilização de diversas fontes de informação. j) Apoiar os professores no desenvolvimento do seu trabalho na aula e extra-aula. k) Desenvolver competências sociais como o respeito pelos outros, a cooperação entre alunos e a comunicação. l) Proporcionar orientação e apoio geral na realização de trabalhos escolares individuais ou em grupo, nomeadamente trabalhos de casa, exercícios de aplicação e consolidação das matérias lecionadas. Artigo 5º Público-alvo A SE destina-se, prioritariamente, a apoiar alunos e professores da Escola Secundária Leal da Câmara. Não obstante, por solicitação à coordenação - ou por iniciativa deste órgão - a SE poderá ser disponibilizada a todos os alunos, professores e funcionários do Agrupamento de Escolas de Rio de Mouro, a pais e encarregados de educação. Artigo 6º Localização A SE situa-se na Escola Secundária Leal da Câmara descentralizada nos seguintes espaços: - Sala de Estudo - Pavilhão B - Gabinete de inglês - Pavilhão B (Apoios de Inglês) - Oficina de Ciências - Pavilhão C (Apoios das ciências experimentais) - Auditório - Pavilhão B - Gabinete anexo à Sala E6 Pavilhão E - Entra na Zona - Ginásio - Oficina de eletrotecnia (Pavilhão D) - Outros espaços adequados para o efeito (por exemplo: salas de aula e biblioteca). 2
3 II Organização e Funcionamento Artigo 7º Coordenação (competências) A SE é coordenada por uma equipa, nomeada anualmente pelo diretor, a quem compete: a) Divulgar, junto da comunidade escolar, informação relativa à SE. b) Promover, organizar e coordenar as atividades promotoras do sucesso escolar dos alunos. c) Dar resposta às solicitações dos alunos. d) Organizar o processo de registo dos alunos. e) Organizar o inventário do material existente e zelar pela sua conservação. f) Apresentar relatório anual de avaliação ao diretor do Agrupamento. g) Apoiar os professores do Agrupamento. h) Promover a cooperação entre os professores que constituem a equipa da Sala de Estudo SE. i) Instruir os funcionários e acompanhar a sua atividade. j) Assegurar a articulação entre a SE e as restantes estruturas de desenvolvimento educativo do Agrupamento. k) Avaliar as atividades. l) Apreciar e considerar todas as sugestões e críticas relativamente ao funcionamento da SE apresentadas por alunos, professores e funcionários. Artigo 8º Professores da SE (Competências) Compete aos professores que desempenham funções SE: a) Conhecer integralmente o projeto que se pretende implementar, bem como os recursos disponíveis e metodologias a seguir. b) Realizar um trabalho de equipa (de modo a que a rotatividade ou alternância de professores não provoque roturas ou quebras de continuidade no trabalho dos alunos). c) Participar, em todos os momentos previstos, na planificação e avaliação das atividades e, sempre que os resultados o justifiquem, apresentar sugestões para a reformulação do projeto; d) Mostrar disponibilidade face às solicitações e necessidades dos alunos. 3
4 e) Apoiar os alunos nas suas tarefas escolares (trabalhos de casa, trabalhos de grupo, pesquisas, preparação para testes, outros) tendo sempre em conta as indicações e perspetivas adotadas nas disciplinas curriculares. f) Apoiar os alunos ao nível de técnicas e métodos de estudo, pesquisa e consulta bibliográfica. g) Encaminhar os alunos para o CRE sempre que os trabalhos em curso requeiram recursos daquele setor (responsabilizando os alunos pela requisição e devolução dos materiais utilizados). h) Prestar apoio aos alunos sempre que estes necessitem de utilizar computadores e outros materiais de informática. i) Colaborar, sempre que necessário, na atualização dos recursos existentes, bem como na conceção de novos instrumentos de trabalho. j) Elaborar uma listagem de materiais mais solicitados pelos alunos para eventual aquisição. k) Fomentar um ambiente propício ao trabalho educativo. l) Acolher os alunos a quem é dada ordem de saída da sala de aula, assegurando, sempre que possível, o cumprimento da tarefa indicada pelo professor. m) Responsabilizar os alunos pelo cumprimento das regras de funcionamento dos espaços escolares. n) Zelar pela manutenção dos equipamentos e materiais. o) Registar, em documento próprio, o sumário das atividades desenvolvidas. p) Registar, em documento próprio, as presenças dos alunos. q) Estar presente nos espaços da SE durante o seu horário estabelecido. r) Fazer cumprir este regulamento. 1.Compete ao funcionário da SE: a) Zelar pela ambiente de trabalho da SE. Artigo 9º (Competências do funcionário) b) Facultar aos alunos os recursos que lhe forem solicitados, mediante requisição escrita. c) Zelar pelo bom estado de conservação dos materiais. d) Marcar com o aluno uma hora em que esteja presente um professor da equipa da Sala de Estudo SE, sempre que confrontado com situações às quais não possa dar resposta. 4
5 e) Encaminhar os alunos para a biblioteca sempre que os trabalhos em curso requeiram materiais daquele setor (advertindo os alunos de que deverão requisitar o material e devolvêlo antes da saída). 1. O alunos tem o direito de: Artigo 10º Direitos dos alunos a) Conhecer o regulamento da SE e ser esclarecido quanto ao seu conteúdo. b) Usufruir de um ambiente de trabalho sereno e agradável. c) Ser apoiado nas tarefas escolares de acordo com o calendário da SE afixado. d) Utilizar todos os materiais didáticos que se encontrem ao seu dispor na SE. e) Apresentar sugestões e críticas relativas ao funcionamento da SE. 1. O aluno deve: Artigo 11º Deveres dos alunos a) Conhecer e respeitar todas as normas de funcionamento da Sala de Estudo. b) Acatar as chamadas de atenção e instruções dadas pelos professores e funcionários. c) Entrar de forma ordeira e educada, evitando perturbar as atividades a decorrer na SE. d) Manter silêncio durante a utilização da SE. e) Em caso da realização de trabalhos em grupo, o diálogo e discussão entre os alunos deverá centrar-se no tema e assuntos relativos às tarefas a realizar, sem perturbar o bom ambiente da sala e o trabalho de todos os presentes. f) Manter em bom estado de conservação o mobiliário e os materiais disponibilizados (livros, documentos, computador, etc.). g) Responsabilizar-se pela devolução de todos os materiais utilizados. h) Sair da sala de forma ordeira e disciplinada. i) Cumprir as normas presentes no RI do Agrupamento, que possam estar omissas neste documento. Artigo 12º Assiduidade e justificação de faltas Os alunos referenciados para Apoio ao Estudo devem justificar as faltas, cumprindo os procedimentos e os prazos estipulados no Regulamento Interno. À terceira falta injustificada, perderá o direito a este benefício dando lugar a outro aluno. 5
6 1. Na SE não é permitido: Artigo 13º Interdições a) Falar alto. b) Fazer barulho. c) Consumir alimentos e/ ou bebidas (excetuando água). e) Danificar o mobiliário. f) Anotar, dobrar, riscar ou danificar de qualquer outra forma os documentos. g) Permanecer na sala de estudo faltando deliberadamente a atividades letivas. h) Utilizar aparelhos electrónicos alheios ao trabalho escolar. i) Anotar, dobrar, riscar ou danificar os livros. j) Desenvolver qualquer atividade contrária ao espírito da SE e ao seu bom funcionamento. Artigo 14º Incumprimentos das Normas Ao incumprimento das normas acima descritas, serão aplicadas as seguintes penalizações: a) Advertência verbal. b) Ordem de saída. c) Interdição temporária da utilização dos serviços e instalações da SE a decidir pelos coordenadores. Artigo 15º Suspensão da frequência da Sala de Estudo Os alunos poderão ser suspensos da frequência da SE durante o ano letivo, se reincidirem no incumprimento dos deveres deste regulamento. Artigo 16º Horário 1. A SE funciona de segunda a sexta-feira, em horário a definir no início de cada ano letivo. 2. As atividades da SE serão interrompidas durante as pausas letivas, salvo em situações excecionais por decisão do coordenador da SE ou da direção do Agrupamento. 6
7 Artigo 17º Funcionamento 1. A SE funciona sob supervisão de um ou mais professores. 2. A SE deverá funcionar, diariamente, de acordo com o horário estipulado. 3. As atividades decorrerão em salas próprias (consultar mapa da SE). 4. Por cada tempo letivo poderão permanecer na SE (sala principal) um número máximo de 4 alunos por mesa. Nos demais espaços, esta decisão caberá ao professor responsável. Sempre que a sala principal se encontre lotada, deverão ser privilegiados os alunos que pretendam realizar atividades escolares ou esclarecer dúvidas com um professor. 5. Os alunos que pretendam resolver dúvidas pontuais devem procurar no horário de funcionamento da SE o dia da semana e a hora mais adequados, comparecer na SE e solicitar o apoio ao respetivo professor. 6. Os alunos que frequentem a SE, individualmente ou em grupo, devem registar a sua presença em impresso próprio para o efeito, disponibilizado na SE. 7. Os alunos que necessitem de apoio continuado devem ser encaminhados para a SE pelo professor proponente da disciplina, de preferência pessoalmente. 8. O professor proponente de apoio continuado deverá entregar ao professor da SE um relatório sucinto de apoio (documento disponível na SE). 9. Na SE existem manuais escolares e materiais de apoio que podem ser utilizados fora da SE pelos alunos mediante requisição, em impresso próprio, apresentada a um professor responsável ou a um funcionário do pavilhão B. A requisição de recursos da SE tem a duração máxima de 5 dias úteis e pode ser renovada, no máximo por 3 idênticos períodos. 10. Os recursos que se encontram em estantes abertas, estão disponíveis para utilização livre na SE. No final da utilização, o aluno deve recolocar o livro no local respetivo. 11. Nos vários espaços das SE existem computadores destinados ao trabalho escolar dos alunos, individualmente ou em grupo, e ao apoio nas diversas disciplinas. 12. A utilização dos computadores exige a introdução de um login e password atribuídos, no início do ano letivo, a todos os elementos da comunidade escolar. No final da cada sessão, o utilizador deverá terminar a sessão. 13. Os utilizadores do equipamento informático não podem: a) Alterar as configurações do computador ou manipular os cabos de ligação. b) Fazer downloads para o computador. c) Instalar programas. 7
8 d) Copiar qualquer tipo de ficheiros pessoais para o computador e)consultar ou guardar imagens ou informação cujo conteúdo possa ser considerado moralmente ofensivo. f) Utilizar o computador para atividades estranhas ao âmbito da SE. g) Em caso de se verificar uma anomalia, o aluno não deve tentar resolve-la, mas informar um professor presente ou um funcionário do pavilhão onde se verificou a ocorrência. 14. Durante os intervalos, a vigilância da SE deverá ser assegurada por um funcionário, sempre que possível. 15. A divulgação das atividades da SE será efetuada através da página eletrónica do Agrupamento de escolas de Rio de Mouro e painéis usados para o efeito. III. Disposições finais. Artigo 18º Avaliação 1. O funcionamento da SE será objeto de avaliação através de um relatório final no terceiro período, a apresentar à direção do Agrupamento e de um inquérito, por amostra, aos utilizadores da SE. Artigo 19 Duração e divulgação 1. Este regulamento entra em vigor após a sua aprovação e assim permanecerá até nova revisão e aprovação em reunião do Conselho Pedagógico. 2. O presente Regulamento deve ser divulgado a toda a comunidade escolar, no início de cada ano letivo. Artigo 20 Contradições 2. Em caso de contradição deste regulamento com o RI do Agrupamento, ou a legislação aplicável, prevalecem estes últimos. Artigo 21 Omissões Todas as omissões do presente regulamento serão resolvidas pelo Diretor do Agrupamento, depois de ouvido o Coordenador da Sala de Estudo e o Conselho Pedagógico. 8
REGULAMENTO DA SALA DE ESTUDO
REGULAMENTO DA SALA DE ESTUDO I. Disposições Gerais: Artigo 1º Objeto 1. O presente documento regulamenta a organização e o funcionamento da Sala de Estudo (SE) do Colégio São Filipe (CSF). Artigo 2º Âmbito
Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos José Maria dos Santos
Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos José Maria dos Santos Aprovado a 19/02/2014 ÍNDICE Artigo nº1 Objeto---------------------------------------------------------------------------------------------3 Artigo
REGULAMENTO DA SALA DE OCORRÊNCIA DISCIPLINAR
REGULAMENTO DA SALA DE OCORRÊNCIA DISCIPLINAR I. Disposições Gerais: Artigo 1º Objeto 1. O presente documento regulamenta a organização e o funcionamento da Sala de Ocorrência Disciplinar do Agrupamento
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOSÉ MARIA DOS SANTOS ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS JOSÉ MARIA DOS SANTOS
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOSÉ MARIA DOS SANTOS ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS JOSÉ MARIA DOS SANTOS ÍNDICE Artigo nº 1 Objeto ---------------------------------------------------------------------------------------------
ESCOLA BÁSICA PADRE JOSÉ ROTA
ESCOLA BÁSICA PADRE JOSÉ ROTA ANO LETIVO 2013/2014 Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender. Paulo Freire 2 Escola Básica Padre José Rota Ano letivo 2013 / 2014 ÍNDICE Págs. Introdução...
Biblioteca Escolar. Agrupamento de Escolas de Gualtar. da E.B. de Gualtar
Biblioteca Escolar Agrupamento de Escolas de Gualtar da E.B. de Gualtar 1. Objetivos da Biblioteca Preparar os alunos para a utilização e frequência de Bibliotecas. Proporcionar aos utilizadores um espaço
REGULAMENTO BIBLIOTECA ESCOLAR
REGULAMENTO BIBLIOTECA ESCOLAR PARTE I PARTE GERAL ARTIGO 1º (DEFINIÇÃO) A Biblioteca Escolar da Academia de Música de Costa Cabral (BE) faz parte integrante do processo educativo, um polo dinamizador
ENQUADRAMENTO ESPAÇO ALUNO
Setembro 2017 ESPAÇO ALUNO ENQUADRAMENTO As escolas são espaços de sã convivência entre todos e organizações profundamente comprometidas com o sucesso escolar, pessoal e profissional dos alunos e com o
REGULAMENTO DO FUNCIONAMENTO DAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR NO 1º CICLO (AEC) (Anexo do Regulamento Interno)
REGULAMENTO DO FUNCIONAMENTO DAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR NO 1º CICLO (AEC) (Anexo do Regulamento Interno) Novembro/2015 Capítulo I Introdução Considerando a importância do desenvolvimento
REGULAMENTO DO FUNCIONAMENTO DAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR NO 1º CICLO(AEC)
DIREÇÃO DE SERVIÇOS REGIÃO ALENTEJO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO CONCELHO DE MARVÃO CÓDIGO 13564 ANO LETIVO 2017/2018 REGULAMENTO DO FUNCIONAMENTO DAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR NO 1º CICLO(AEC)
Normas de Funcionamento - ATL 1º Ciclo BRINCAR A APRENDER
Normas de Funcionamento - ATL 1º Ciclo BRINCAR A APRENDER 1. Objetivos Específicos a) Organizar e promover atividades destinadas a crianças que frequentam o 1.º ciclo do ensino básico, com a finalidade
Escola Secundária Frei Heitor Pinto Escola Básica 2/3 de Tortosendo. Escola Básica N.º 2 de Paul EB1 Montes Hermínios. EB1 Largo da Feira
Escola Secundária Frei Heitor Pinto Escola Básica 2/3 de Tortosendo Escola Básica N.º 2 de Paul EB1 Montes Hermínios EB1 Largo da Feira Ano letivo: 2015/2017 Regulamento das Bibliotecas Escolares / Centro
Escola Superior de Educação Almeida Garrett
Escola Superior de Educação Almeida Garrett Regulamento Interno do Gabinete de Formação Contínua Preâmbulo O Gabinete de Formação Contínua (adiante designado por GFC) da Escola Superior de Educação Almeida
Regimento da Biblioteca Escolar
Escolar Nota: A definição da BE, objectivos, espaço, horário e equipa constam do Regulamento interno. 1. Utilização 1.1. A Biblioteca Escolar deve ser utilizada para os seguintes fins: Actividades relacionadas
REGULAMENTO INTERNO DE CAMPOS DE FÉRIAS. Nota Justificativa
REGULAMENTO INTERNO DE CAMPOS DE FÉRIAS Nota Justificativa A organização de campos de férias destinados a crianças e jovens é uma das atividades centrais da política do município da Moita na área da juventude
REGULAMENTO INTERNO DA FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO 2018/19
REGULAMENTO INTERNO DA FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO 2018/19 1 Artigo 1º (Âmbito e Definição) O presente regulamento tem por base a Portaria nº74-a/2013, de 15 de Fevereiro (artigos 3º e 4º), na sua
RI Anexo V. Agrupamento de Escolas Dr. José Leite de Vasconcelos. Av. Dr. Francisco Sá Carneiro Tarouca
Agrupamento de Escolas Dr. José Leite de Vasconcelos Av. Dr. Francisco Sá Carneiro - 3610 134 Tarouca RI Anexo V AEDJLV - Tarouca (Código 151944) Sede: Escola Básica e Secundária Dr. José Leite de Vasconcelos
BEM-VINDOS À EPROMAT
BEM-VINDOS À EPROMAT UMA ESCOLA COM 26 ANOS DE HISTÓRIA INOVADORA DINÂMICA CULTURAL ATIVA SOLIDÁRIA HORÁRIO Tolerâncias Excecionais 8:30 9:30 13:00 14:00 (10 minutos) CÓDIGO DE VESTUÁRIO REGULAMENTO INTERNO
REGULAMENTO ESPECÍFICO DA PRÁTICA SIMULADA DOS CURSOS VOCACIONAIS (9º ANO)
Escola Profissional de Tecnologia e Eletrónica ESPECÍFICO DA PRÁTICA SIMULADA DOS CURSOS VOCACIONAIS (9º ANO) Rua António Silva Marinho, 117. 4100-064. PORTO Tel. 22 610 6 1 94 / 5. Fax: 22 610 61 96 E-mail:
REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO DA ESEL
REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO DA ESEL ESEL 2014 Aprovado pelo Conselho Directivo em 30 de Abril de 2008 2ª revisão: 30 de Setembro de 2011 3ª revisão 13 de setembro de 2012 4ª revisão:
ANEXO 18 A Regulamento Interno
ANEXO 18 A Regulamento Interno REGIME DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS CIENTÍFICO- HUMANÍSTICOS DE NÍVEL SECUNDÁRIO DE EDUCAÇÃO, NA MODALIDADE DE ENSINO RECORRENTE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS IBN MUCANA 2011/2014
REGIMENTO DOS LABORATÓRIOS DE FÍSICA E DE QUÍMICA
Agrupamento de Escolas de Vagos 161070 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VAGOS REGIMENTO DOS LABORATÓRIOS DE FÍSICA E DE QUÍMICA abrill2014 Índice Página Introdução... 2 SECÇÃO I - Disposições gerais... 2 Artigo
REGULAMENTO. atividades de enriquecimento curricular. agrupamento de escolas da abelheira VIANA DO CASTELO
De acordo com o disposto no artigo 7.º do Despacho n.º 9265-B/2013, de 15 de junho, Consideram-se AEC no 1.º ciclo do ensino básico as atividades educativas e formativas que incidam na aprendizagem da
Escola Básica e Secundária de Vale de Ovil. Regimento do Departamento de Ciências Experimentais
Escola Básica e Secundária de Vale de Ovil Regimento do Departamento de Ciências Experimentais 2013/2016 CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Identificação 1. Este Departamento Curricular adota a
estgf escola superior de tecnologia e gestão de Felgueiras REGULAMENTO DO USO DOS RECURSOS INFORMÁTICOS DA ESTGF
estgf escola superior de tecnologia e gestão de Felgueiras REGULAMENTO DO USO DOS RECURSOS INFORMÁTICOS DA ESTGF estgf escola superior de tecnologia e gestão de Felgueiras ARTIGO 1º (DEFINIÇÕES) Para efeitos
Regulamento de Funcionamento
ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR 1º Ciclo Regulamento de Funcionamento A portaria nº 644-A/2015, de 24 de agosto, define as regras a observar no funcionamento das atividades de enriquecimento curricular
MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA
Página 1 de 11 NOTA JUSTIFICATIVA O presente regulamento tem por objetivo definir e clarificar procedimentos no âmbito dos transportes escolares, nomeadamente, no que concerne aos apoios contemplados pela
ESCOLA SECUNDÁRIA DE LEAL DA CÂMARA REGULAMENTO DO CENTRO DE RECURSOS EDUCATIVOS. Serviços Técnico-Pedagógicos
ESCOLA SECUNDÁRIA DE LEAL DA CÂMARA REGULAMENTO DO CENTRO DE RECURSOS EDUCATIVOS Serviços Técnico-Pedagógicos Centro de Recursos Educativo Objecto e âmbito 1. O Centro de Recursos Educativos (a seguir
agrupamento de escolas da abelheira VIANA DO CASTELO REGIMENTO INTERNO departamento curricular do 1.º ciclo
agrupamento de escolas da abelheira VIANA DO CASTELO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ----------------------------------------------------------------------------------------- 2 Artigo 1.º Definição e âmbito
Agrupamento de Escolas Amadeo de Souza-Cardoso. Referencial para organização das Atividades de Enriquecimento Curricular
Agrupamento de Escolas Amadeo de Souza-Cardoso Referencial para organização das Atividades de Enriquecimento Curricular 2015 / 2016 1 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AMADEO DE SOUZA-CARDOSO ENSINO DO INGLÊS AAA
Agrupamento Vertical de Escolas Santos Simões
Agrupamento Vertical de Escolas Santos Simões 2012-2013 1 I. PRINCÍPIOS O Despacho Normativo n.º 13-A/2012, de 5 de junho, na alínea e) do ponto 2º do artigo 3.º prevê a organização de um conjunto de atividades
REGIMENTO DE DEPARTAMENTOS CURRICULARES E RESPETIVAS ÁREAS DISCIPLINARES
Agrupamento de Escolas de Vagos 161070 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VAGOS REGIMENTO DE DEPARTAMENTOS CURRICULARES E RESPETIVAS ÁREAS DISCIPLINARES marçol2014 Índice Página SECÇÃO I- Composição, Competências
EXTERNATO COOPERATIVO DA BENEDITA REGIMENTO DA SALA DE ESTUDO (SE)
EXTERNATO COOPERATIVO DA BENEDITA REGIMENTO DA SALA DE ESTUDO (SE) 2014/2015 Regimento da Sala de Estudo - 2014/2015 2/6 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 I DISPOSIÇÕES GERAIS... 4 ARTIGO 1.º... 4 Âmbito... 4 ARTIGO
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MARTIM DE FREITAS
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MARTIM DE FREITAS MEDIDAS DE PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR ANO LETIVO 2015/2016 INDÍCE 1. Introdução.. 3 2. Medidas de promoção do sucesso escolar.....3 3. Apoio ao estudo no 1.º
ÍNDICE INTRODUÇÃO Definição da Biblioteca da Escola ETG Missão da Biblioteca Escolar da ETG... 3
2015 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 1. Definição da Biblioteca da Escola ETG... 3 2. Missão da Biblioteca Escolar da ETG.... 3 3. Responsabilidade da Biblioteca.... 3 I Condições de Acesso... 3 II Direitos dos
REGULAMENTO DA LUDOBIBLIOTECA DA EB1 LI AREIA GUINCHO
Ludobiblioteca Escolar e Comunitária da EB1 JI Areia Guincho Setembro REGULAMENTO DA LUDOBIBLIOTECA DA EB1 LI AREIA GUINCHO Artigo 1.º DEFINIÇÃO A Ludobiblioteca de EB1 de Areia-Guincho é uma biblioteca
Agrupamento de Escolas da Moita Sede Escola Secundária da Moita E S C O L A S E C U N D Á R I A D A M O I TA REGULAMENTO
Agrupamento de Escolas da Moita 171311 Sede Escola Secundária da Moita E S C O L A S E C U N D Á R I A D A M O I TA REGULAMENTO CURSOS VOCACIONAIS DO ENSINO BÁSICO Regulamento dos Cursos Vocacionais do
REGULAMENTO FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO (CURSOS PROFISSIONAIS)
REGULAMENTO FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO (CURSOS PROFISSIONAIS) O presente documento regula a Formação em Contexto de Trabalho (FCT) dos Cursos Profissionais criados ao abrigo do Decreto Lei n.º 74/2004,
DOCUMENTO do ALUNO ENSINO SECUNDÁRIO 2015 / 2016
DOCUMENTO do ALUNO ENSINO SECUNDÁRIO 2015 / 2016 Página do Agrupamento: http://agrupcadaval.com/aec/ Telefone: 262 699 230 Cadaval, 16 de setembro 2015 1 CALENDÁRIO ESCOLAR 1.ºPeríodo: 16 de setembro a
REGULAMENTO ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR (AEC) ATIVIDADES DE ANIMAÇÃO E APOIO À FAMÍLIA (AAAF)
REGULAMENTO ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR (AEC) ATIVIDADES DE ANIMAÇÃO E APOIO À FAMÍLIA (AAAF) ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR (AEC) Artigo 1.º Âmbito O presente Regulamento aplica-se
Departamento de Matemática e Ciências Experimentais. Regimento Interno
Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Regimento Interno O Departamento Curricular é uma estrutura de gestão intermédia com o Conselho Pedagógico e com a Direção, que promove a articulação
REGULAMENTO DA PRÁTICA SIMULADA
Agrupamento de Escolas da Moita 171311 Sede Escola Secundária da Moita E S C O L A S E C U N D Á R I A D A M O I TA REGULAMENTO DA PRÁTICA SIMULADA CURSOS VOCACIONAIS DO ENSINO BÁSICO Regulamento da Prática
Regimento do Departamento de Educação Especial
Regimento do Departamento de Educação Especial Ano Letivo: 2017/2018 Preâmbulo O presente regimento estabelece de acordo com os normativos legais e o Regulamento Interno do Agrupamento de Escolas de Freixo
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS HENRIQUES NOGUEIRA
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS HENRIQUES NOGUEIRA REGULAMENTO DA FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO DOS CURSOS PROFISSIONAIS (Aprovado em Conselho Geral a 28 de julho de 2015) Índice Artigo 1.º - Âmbito e Definição...
Regimento do Conselho Pedagógico
Regimento do Conselho Pedagógico CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Âmbito 1. O Conselho Pedagógico é o órgão de coordenação e supervisão pedagógica, bem como de orientação educativa do Agrupamento,
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MOGADOURO
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA DO 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO (GRUPO 110) 2012/2013 REGIMENTO DO CONSELHO DE DOCENTES DO 1º CICLO REGIMENTO DO DEPARTAMENTO CURRICULAR DO 1º CICLO REGIMENTO DO CONSELHO DE ANO 1º
Raul Dória Escola Profissional do Comércio, Escritórios e Serviços do Porto. Regulamento das. Atividades/Visitas de Estudo
Raul Dória Escola Profissional do Comércio, Escritórios e Serviços do Porto Regulamento das Atividades/Visitas de Estudo 10 de outubro 2015 Regulamento das Atividades/Visitas de Estudo Artigo 1º Definição
RF-PR09-01/V04 REGULAMENTO DA BIBLIOTECA
As Bibliotecas não se fazem: CRESCEM Augustine Birrel 1. DEFINIÇÃO A Biblioteca/Centro de Recursos é um meio de promover o desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem dos seus utilizadores, proporcionando-lhes
