Compiladores - Autômatos
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- Igor Orlando Guimarães Conceição
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1 Compiladores - Autômatos Fabio Mascarenhas
2 Especificação x Implementação Usamos expressões regulares para dar a especificação léxica da linguagem Mas como podemos fazer a implementação do analisador léxico a partir dessa especificação?
3 Especificação x Implementação Usamos expressões regulares para dar a especificação léxica da linguagem Mas como podemos fazer a implementação do analisador léxico a partir dessa especificação? Autômatos finitos! Algoritmos para converter expressões regulares são conhecidos e podem ser reaproveitados, e autômatos levam a um analisador léxico bastante eficiente
4 Autômatos Finitos Um autômato finito é formado por: Um alfabeto de entrada Um conjunto de estados Um estado inicial Um conjunto de estados finais rotulados Um conjunto de transições entre estados
5 Transições Uma transição s1 - a -> s2 quer dizer que se autômato está no estado s1 e o próximo símbolo da entrada é a então ele vai para o estado s2 Se não há mais caracteres na entrada e estamos em um estado final então o autômato aceitou a entrada Se em algum ponto não foi possível tomar nenhuma transição, ou a entrada acabou e não estamos em um estado final, o autômato rejeitou a entrada
6 Graficamente
7 Graficamente estado
8 Graficamente estado inicial estado
9 Graficamente estado inicial estado estado final
10 Graficamente estado inicial estado estado final transição
11 Graficamente estado inicial estado estado final a b c transição
12 Graficamente (0 1)*00
13 Transições Uma transição é uma transição que pode ser tomada espontaneamente pelo autômato, sem ler nenhum símbolo da entrada Podemos também construir um autômato que pode tomar mais de uma transição dado um estado e um símbolo Autômatos com transições e múltiplas transições saindo de um mesmo estado para um mesmo caractere são não-determinísticos
14 DFA vs NFA Um DFA é um autômato determinístico, um NFA é não-determinístico Um DFA, dada uma entrada, toma apenas um caminho através dos seus estados Um NFA toma todos os caminhos possíveis para aquela entrada, e aceita entrada se pelo menos um caminho termina em um estado final
15 Funcionamento de um NFA Entrada: Estados:
16 Funcionamento de um NFA Entrada: 1 Estados: { 0 }
17 Funcionamento de um NFA Entrada: 1 0 Estados: { 0 } { 0, 1 }
18 Funcionamento de um NFA Entrada: Estados: { 0 } { 0, 1 } { 0, 1, 2 }
19 Funcionamento de um NFA Entrada: Estados: { 0 } { 0, 1 } { 0, 1, 2 } Aceita!
20 Funcionamento de um NFA Entrada: 0 Estados: { 0, 1 }
21 Funcionamento de um NFA Entrada: 0 1 Estados: { 0, 1 } { 0 } Não aceita!
22 Autômatos e linguagens DFAs, NFAs e expressões regulares todos expressam a mesma classe de conjunto de símbolos Linguagens regulares Isso quer dizer que podemos converter de um para outro DFAs são mais rápidos para executar NFAs têm representação mais compacta Expressões regulares são mais fáceis de entender qual conjunto está sendo expresso
23 Autômatos e linguagens DFAs, NFAs e expressões regulares todos expressam a mesma classe de conjunto de símbolos Linguagens regulares Isso quer dizer que podemos converter de um para outro DFAs são mais rápidos para executar NFAs têm representação mais compacta Por isso usamos expressões regulares para a especificação, e DFAs (ou NFAs) para implementação! Expressões regulares são mais fáceis de entender qual conjunto está sendo expresso
24 DFA de análise léxica Um DFA de análise léxica tem os estados finais rotulados com tipos de token A ideia é executar o autômato até chegar no final da entrada, ou dar erro por não conseguir fazer uma transição, mantendo uma pilha de estados visitados e o token que está sendo lido Então voltamos atrás, botando símbolos de volta na entrada, até chegar em um estado final, que vai dar o tipo do token
25 Analisador léxico de tabela // reconhecer palavras estado = s 0 lexema = pilha.limpa() while (!eof && estado erro) do char = lechar() lexema = lexema + char push (estado) estado = trans(estado,char) end; // limpar estado final while (estado S F and!pilha.vazia()) do estado pilha.pop() lexema = lexema.truncaultimo() voltachar() end; if (estado S F ) // rótulo do estado é tipo do token then return <estado.rotulo, lexema> else return erro
26 Uma otimização Se visitamos um estado final então podemos limpar a pilha, já que vamos parar nele na volta // reconhecer palavras estado = s 0 lexema = pilha.limpa() while (!eof && estado erro) do char = lechar() lexema = lexema + char if estado S F then pilha.limpa() push (estado) estado = trans(estado,char) end; // limpar estado final while (estado S F and!pilha.vazia()) do estado pilha.pop() lexema = lexema.truncaultimo() voltachar() end; if (estado S F ) // rótulo do estado é tipo do token then return <estado.rotulo, lexema> else return erro
27 Construindo o DFA de análise léxica Passo 1: construir um NFA para cada regra, o estado final desse NFA é rotulado com o tipo do token Construção de Thompson Passo 2: combinar os NFAs em um NFA com um estado inicial que leva aos estados iniciais do NFA de cada regra via uma transição Passo 3: transformar esse NFA em um DFA, estados finais ficam com o rótulo da regra que aparece primeiro Algoritmo de construção de subconjuntos
28 DFA da linguagem de comandos simples
29 [+] vs [++]
30 Juntando ID e palavras reservadas
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