Inspecção de Instalações

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1 Uma Rede de Tecnologia e Qualidade i Inspecção de Instalações EDIFICAÇÕES de Gás Certificamos o seu bem estar Instituto de Soldadura e Qualidade António Vilarinho de Abril de 2010

2 Gasoduto Ibérico

3 Cadeia de Distribuição

4 Cadeia de Distribuição Gasoduto 1º Escalão Alta Pressão, P 20 bar GRMS GRMS Gasoduto de 1º Escalão Média Pressão, 20 bar P 45 bar Gasoduto 2º Escalão, 4 bar P 20 bar REN Concessionárias Cliente Final PRM Centrais de cogeração Centrais térmicas Rede de Distribuição, P 4 bar Rede Interna Coluna montante, P 1.5 bar Rede a jusante do contador, P= 21 mbar Redutor Redutor Consumo doméstico

5 Distribuidoras de GN Duriensegás Edpgás; Lusitaniagás; Beiragás; Tagusgás Lisboagás; Setgás; Dianagás; Medigás;

6 Players do GÁS DGEG Entidades Distribuidoras Projectistas IPAC NP EN Entidades Instaladoras e Montadoras DL 263/89 Entidades Inspectoras Portaria 362/2000

7 Competências das EI Entidades Inspectoras procedem a: i. Apreciação dos projectos das instalações de gás; ii. Inspecção das redes e ramais de distribuição e instalações de gás; iii. Inspecção de equipamentos e outros sistemas de utilização de gases combustíveis em redes e ramais de distribuição e em instalações de gás; iv. Verificação das condições de funcionamento dos aparelhos de gás e das condições de ventilação e evacuação dos produtos da combustão.

8 Análise de Projecto Decreto Lei 521/99 de 10 de Dezembro Estabelece as normas relativas ao projecto, execução, abastecimento e manutenção das instalações de gás. Análise do Projecto de gás: Verificação da conformidade do projecto com a legislação em vigor e as normas técnicas aplicáveis; Emissão do Parecer Técnico.

9 Rede de Distribuição Portaria 386/94, de 16 de Junho, alterada pela Portaria 690/2001 de 10 de Julho Aprova o regulamento técnico relativo ao projecto, construção, exploração e manutenção de redes de distribuição de gases combustíveis.

10 Rede de Distribuição Inspecção durante a construção; Verificação da qualidade dos materiais e equipamentos; Verificação das habilitações dos instaladores e da qualidade das soldaduras; Realização dos ensaios de resistência mecânica e de estanquidade.

11 Rede de Utilização Portaria 361/98 de 26 de Junho, alterada pela Portaria 690/2001 de 10 de Julho Aprova o regulamento técnico relativo ao projecto, construção, exploração e manutenção das instalações de gás combustível canalizado em edifícios. Verificação das partes visíveis da instalação de acordo com o definido pela Legislação e Normas aplicáveis, em vigor; Realização do ensaio de Estanquidade, com equipamento adequado e devidamente calibrado, de acordo com o definido pela Legislação e Normas aplicáveis, em vigor;

12 Rede de Utilização Portaria 361/98 de 26 de Junho, alterada pela Portaria 690/2001 de 10 de Julho Análise das condições de ventilação e exaustão dos produtos da combustão Realização da medição do teor de Monóxido de Carbono (CO), quando aplicável Verificação das condições de funcionamento dos aparelhos a gás, quando aplicável

13 de actividade Análise de Projectos 40% 60% Projectos Não Conformes Projectos Conformes

14 de actividade Inspecções de Instalações de Gás 40% 60% Instalações Não Conformes Instalações Conformes 65% 35% Defeitos Críticos Defeitos Não Críticos

15 de actividade Inspecções de Instalações de Gás Fugas de Gás 20% 10% 40% 30% Excesso de concentração de CO Ligações Flexiveis não Conformes Restantes

16 de actividade Inspecções de Instalações de Gás Não Conformidades da Exaustão dos Produtos da Combustão 27% 13% 28% 32% Tubagens de Gás em lugares não permitidos ou que não satisfaçam o regulamento Aparelhos a gás com funcionamento deficiente Restantes

17 Inspecção das Redes de Distribuição efectuadas por iniciativa das Entidades Distribuidoras apenas 6 EI prestam este serviço; Para a emissão da licença de obras por parte das Câmaras Municipais, é legalmente obrigatório que o projecto tenha sido previamente alvo de um parecer emitido por uma EI; Para emissão da licença de utilização por parte das Câmaras Municipais, não sendo legalmente obrigatório, éprática corrente, a apresentação do Certificado de Inspecção, emitido por uma EI; Para abertura de Gás por parte da Entidades Distribuidora é legalmente obrigatório, que o mesmo apenas seja efectuado, após a emissão do competente Certificado de Inspecção por parte da EI;

18 Inspecções periódicas estão legalmente previstas, mas nenhuma Entidade garante o seu cumprimento legal; Inspecções são obrigatórias para todas as mudanças de titular de contrato; Os defeitos críticos encontrados no decurso de uma inspecção devem ser comunicados de imediato à Entidade Distribuidora e determinam o corte de Gás; Relativamente aos defeitos não críticos encontrados no decurso de uma inspecção, apesar de deverem ser eliminados no prazo de 3 meses, não existe qualquer acção estabelecida, para o seu controlo;

19 Existem actualmente 27 entidades inspectoras; Entidades Inspectoras dispõem de 1 ano para se Acreditarem junto do IPAC; Definido preço máximo, estabelecido por Despacho, com expectativa que o mercado funcione; Na realidade existe uma prática corrente de preço mínimo, sem qualquer controlo sobre o rigor das inspecções; Não existe qualquer controlo ou supervisão sobre a actividade das Entidades Inspectoras, salvo as que decorrem das auditorias do IPAC;

20 Actualizar a Legislação Criar um Organismo de Supervisão do Gás Ajustar o número de Entidades Inspectoras à realidade nacional Definir preço fixo,sobre procedimentos estabelecidos e controlados

21 Impacto da publicação do Decreto Lei nº 26 de 2010 ANÁLISE DE PROJECTO Fim da Análise de Projecto Obrigatória; Contradição frontal ao DL 521/99; Diminuição da qualidade técnica dos projectos; Diminuição da qualidade técnica das obras; Aumento do risco para pessoas e bens; Claro retrocesso legislativo que em nada simplifica o processo de licenciamento camarário; Confusão, dado que a Lei se contradiz;

22 Impacto da publicação do Decreto Lei nº 26 de 2010 INSPECÇÕES Nenhuma alteração no regime de inspecções obrigatórias, já antes não era legalmente necessário, existir o Certificado de Inspecção para a emissão da Licença de Utilização; Diminuição da qualidade técnica das obras; Aumento do risco para pessoas e bens; Confusão, porque os munícipes vão ter na sua posse a Licença de Utilização, mas correrão o risco que a sua habitação não tenha Certificado de Inspecção e como tal não possa ser abastecida; Diluição de responsabilidades.

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