Conferência de Estocolmo 1972.
|
|
|
- Maria dos Santos Marinho Furtado
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Conferência de Estocolmo Conferência de Estocolmo (Suécia 1972):. Antecedentes: - Década de 1960: consciência da emergência do colapso ambiental provocado pela concentração industrial, urbanização, aumento da renda e do consumo; - Dessa forma, preservação ambiental e crescimento econômico passaram a ser visto como antagônicos;
2 Estocolmo -72 Nesse contexto destaca-se o Clube de Roma que publica em 1972 o relatório Meadows. Tal relatório: indicou um cenário catastrófico sobre impossibilidade de crescimento econômico devido à exaustão dos recursos ambientais; levantou a proposta de Crescimento Econômico Zero que promoveu dissenso entre países desenvolvidos e subdesenvolvidos.
3 Estocolmo -72 Nesse cenário foi realizada a Conferência Internacional para o Desenvolvimento do Meio Ambiente Humano: um marco político e histórico que passou a ver a problemática ambiental sob nova perspectiva. Dificuldades nas negociações: países desenvolvidos defendiam o crescimento zero e os subdesenvolvidos, o direito a crescer, isto é, crescimento a qualquer custo.
4 Estocolmo -72 Apesar dos conflitos, Estocolmo -72 obteve ganhos: Desencadeou outras conferências,relatórios e tratados ambientais; Criou o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente PNUMA; Incentivou a criação de ministérios ou órgãos ambientais em muitos países e de ONGs;
5 Relatório Nosso Futuro Comum. Relatório Brundtland Noruega com a proposta de desenvolvimento sustentável: as ações presentes não devem comprometer a capacidade das gerações futuras e satisfazer suas necessidades, com base em que o valor total dos bens disponíveis, tanto os produzidos pelo homem como aqueles encontrados na natureza devem permanecer constantes de uma geração para outra. O relatório enfatiza ainda que: a pobreza é evitável, devendo haver, para tanto, um desenvolvimento sustentável capaz de atender as necessidades básicas e de oferecer a oportunidade uma vida melhor para as pessoas.
6 Rio 92 Cúpula da Terra o PNUMA criou o IPCC Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas; a Assembléia Geral da ONU convocou a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (CNUMAD), que ficou conhecida como "Cúpula da Terra", e marcou sua realização para o mês de junho de 1992 na cidade do Rio de Janeiro.
7 Rio 92: Objetivos Objetivos principais da conferência: examinar a situação ambiental mundial desde 1972 e suas relações com o estilo de desenvolvimento vigente; estabelecer mecanismos de transferência de tecnologias não-poluentes aos países subdesenvolvidos; examinar estratégias nacionais e internacionais para incorporação de critérios ambientais ao processo de desenvolvimento; estabelecer um sistema de cooperação internacional para prever ameaças ambientais e prestar socorro em casos emergenciais; reavaliar o sistema de organismos da ONU, eventualmente criando novas instituições para implementar as decisões da conferência.
8 Rio 92: Documentos Documentos resultantes da conferência: Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Agenda 21 Princípios para a Administração Sustentável das Florestas Convenção da Biodiversidade Convenção sobre Mudança do Clima
9 Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Trata-se de uma carta contendo 27 princípios que visa estabelecer um novo estilo de vida, um novo tipo de presença do homem na Terra, através da proteção dos recursos naturais,da busca do desenvolvimento sustentável e de melhores condições de vida para todos os povos. É a Carta da Terra.
10 Agenda 21 Compreende um amplo programa dividido em 4 seções que abrangem os seguintes temas: Dimensões Econômicas e Sociais: trata das relações entre meio ambiente e pobreza, saúde, comércio, dívida externa, consumo e população; Conservação e Administração de Recursos: trata das maneiras de gerenciar recursos físicos para garantir o desenvolvimento sustentável; Fortalecimento dos Grupos Sociais: trata das formas de apoio a grupos sociais organizados e minoritários que colaboram para a sustentabilidade; Meios de Implementação: trata dos financiamentos e papel das atividades governamentais
11 Princípios para a Administração Sustentável das Florestas Trata-se de um consenso global sobre o manejo, conservação e desenvolvimento sustentável de todos os tipos de florestas. O fato deste tratado ter se transformado apenas numa declaração de princípios reflete as dificuldades que surgiram no período de negociação do texto. Apesar de controvertido, este foi o primeiro a tratar da questão florestal de maneira universal. A declaração visa a implantação da proteção ambiental de forma integral e integrada.
12 Convenção da Biodiversidade Objetivos: a conservação da biodiversidade; o uso sustentável da biodiversidade e a divisão dos benefícios gerados com a utilização de recursos genéticos; acesso apropriado aos recursos; transferência apropriada de tecnologias; financiamento para preservação da biodiversidade.
13 COP 10 da Convenção da Diversidade Biológica CDB. Somente em 2010 ocorreu a CDB para resolução das questões sobre biodiversidade. Protocolo de Nagoya (Japão), COP 10: Acordo sobre Biodiversidade definição dos pontos de ABS, uma sigla em inglês para acesso e repartição de benefícios. As nações concordaram em reconhecer o direito dos países sobre a sua biodiversidade. Isso significa que países que desejarem explorar a diversidade natural (como plantas, animais ou micro-organismos) em territórios que não sejam seus terão de pedir autorização para as nações donas dos recursos. Se o estudo da fauna e da flora alheia resultar em novos produtos, como fármacos ou cosméticos, os lucros terão de ser repartidos entre quem os desenvolveu e o país de origem do recurso, conforme contrato prévio. Se houver comunidades que utilizem os recursos genéticos tradicionalmente, como tribos indígenas, elas também terão direito de receber royalties pela exploração comercial da biodiversidade.
14 Convenção sobre Mudança do Clima A Convenção sobre Mudança do Clima possibilitou a criação da Convenção Quadro de Mudanças Climáticas da ONU, pelo IPCC.Foi assinada em 1992 no Rio de Janeiro, por 154 Estados. Possibilitou também a organização e realização das conferências das partes COP. objetivos: estabilizar a concentração de gases efeito estufa na atmosfera num nível que possa evitar uma interferência perigosa com o sistema climático; assegurar que a produção alimentar não seja ameaçada; possibilitar que o desenvolvimento econômico se dê de forma sustentável.
15 Principais Conferências das Partes COP (Berlim, Alemanha) (COP) iniciou o processo de negociação de metas e prazos específicos para a redução de emissões de gases de efeito estufa pelos países desenvolvidos; As nações em desenvolvimento não foram incluídas na discussão sobre metas, respeitando ao princípio da Convenção que fala sobre Responsabilidades comuns, porém diferenciadas ; Foi sugerida a criação de um protocolo a ser apresentado dois anos depois, em 1997, que viria a ser o Protocolo de Quioto. Iniciou os debates sobre a cooperação internacional entre nações ricas e países em desenvolvimento. Foram aprovadas as Atividades Implementadas Conjuntamente com o objetivo de ampliar a implantação de projetos de suporte financeiro e transferência de tecnologia
16 COP (Quioto, Japão) A terceira Conferência das Partes foi marcada pela adoção do Protocolo de Quioto, que estabelece metas de redução de gases de efeito estufa para os países desenvolvidos, chamados Países do Anexo I. As metas são de redução 5,2% das emissões de GEE, tendo como parâmetro as emissões de A entrada em vigor do acordo estava vinculada à ratificação por um número mínimo de países que somassem 55% das emissões globais de gases do efeito estufa, que aconteceu apenas em 16 de fevereiro de 2005, quando a Rússia decidiu se comprometer.
17 COP -6 COP (Haia, Holanda): Foi marcada por impasses maia acentuados entre as Partes e as negociações foram suspensas pela falta de acordo entre, especificamente, a União Européia e os Estados Unidos, em assuntos relacionados ao Mecanismo de Desenvolvimento Limpo(MDL), mercado de carbono e financiamento de países em desenvolvimento, além de discordância sobre o tema mudanças no uso do solo.
18 2001 (2ª fase da COP 6 ) e COP 7-Marrakech, Marrocos) Uma segunda fase da COP-6 foi então estabelecida em Bonn, na Alemanha, em julho de 2001: Ocorreu após a saída dos Estados Unidos do Protocolo de Quioto sob a alegação de que os custos para a redução de emissões seriam muito elevados para a economia americana. Os EUA também contestaram a inexistência de metas para os países em desenvolvimento. Discussões sobre os limites de emissão para países em desenvolvimento e a assistência financeira dos países desenvolvidos. COP 7: Acordos de Marrakesh definiram os mecanismos de flexibilização, a decisão de limitar o uso de créditos de carbono gerados de projetos florestais do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo e o estabelecimento de fundos de ajuda a países em desenvolvimento voltados a iniciativas de adaptação às mudanças climáticas.
19 COP -8 COP (Nova Delhi, Índia) O ano de 2002 também foi marcado pela Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio +10), na África do Sul; o estabelecimento de metas para uso de fontes renováveis na matriz energética dos países. Essa COP também marca a adesão da iniciativa privada e de organizações não-governamentais ao Protocolo de Quioto e apresenta projetos para a criação de mercados de créditos de carbono.
20 COP 13 Mandato de Bali Dezembro de 2008: foi criado o Bali Action Plan (Mapa do Caminho de Bali), no qual os países passam a ter prazo até dezembro de 2009 para elaborar os passos posteriores à expiração do primeiro período do Protocolo de Quioto (2012): Novas metas de redução das emissões de GEE; estabeleceu compromissos mensuráveis, verificáveis e reportáveis para a redução de emissões causadas por desmatamento das florestas tropicais. Criação do Fundo de Adaptação, para que países mais vulneráveis à mudança do clima possam enfrentar seus impactos. Diretrizes para financiamento e fornecimento de tecnologias limpas para países em desenvolvimento ; o combate ao desmatamento nos países em desenvolvimento e outras ações de mitigação.
21 COP (Copenhague, Dinamarca) A Conferência do Clima de Copenhague (COP 15) terminou sem grandes avanços em torno de um acordo climático global, porém: deixou abertos os caminhos de negociação e ainda conseguiu evoluir em temas de importância para os países em desenvolvimento, como a discussão sobre um mecanismo de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD). Reconheceu a necessidade de limitar o aumento da temperatura global para não subir mais de 2º C. Financiamento -os países desenvolvidos se comprometeram a fornecer US$ 30 bilhões entre 2010 e 2012 e que tem como objetivo mobilizar US$ 100 bilhões por ano em 2020, ambos os recursos para ações de mitigação e adaptação em países em desenvolvimento.
22 COP 16 Cancun, México Iniciada em 29 de novembro de 2010, a 16ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP 16) chegou ao seu último dia, 11 de dezembro, com uma série de acordos fechados. Um deles foi a criação do Fundo Verde do Clima, para administrar o dinheiro que os países desenvolvidos se comprometeram a contribuir para deter as mudanças climáticas. São previstos US$ 30 bilhões para o período e mais US$ 100 bilhões anuais a partir de Os participantes deixaram para decidir no encontro em Durban (África do Sul), no final de 2011, o futuro do Protocolo de Kyoto, documento que expira em 2012 e obriga 37 países ricos a reduzirem suas emissões de dióxido de carbono (CO2) e outros gases. Apenas a Bolívia, entre os 194 países presentes na COP 16, foi contra a aprovação dos acordos por considerá-los insuficientes.
23 COP 17 Durban África do Sul. Estabeleceu a Plataforma de Durban -nome do conjunto de acordos obtidos na 17ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-17), iniciada em 28 de novembro e finalizada em 11/12/2011 na cidade sul-africana de Durban. O documento determina: uma segunda fase para o Protocolo de Kyoto; estabelece o mecanismo que deve reger o Fundo Verde para o Clima; e traça um roteiro para um novo acordo global.
24 Plataforma de Durban O Protocolo de Kyoto expira em 31 de dezembro de 2012, porém: Durban fixa para 2013 a data de início do segundo período de compromissos, evitando um vazio na luta contra a mudança climática, mas deixando para reuniões posteriores sua data de finalização ou Canadá, Japão e Rússia, que já haviam antecipado sua intenção de não renovar Kyoto, ficam de fora do segundo período de compromissos. O aumento de metas de redução de emissões que devem ser realizadas pelos países desenvolvidos será postergado para 21 de junho de 2012 e será avaliado na COP-18 do Catar.
25 Plataforma de Durban. A COP-17 conseguiu traçar um roteiro para a adoção de um novo acordo global vinculante de redução de emissões de gases do efeito estufa, aplicável a todos os países, ao contrário de Kyoto, que só inclui os Estados desenvolvidos. o documento final decide iniciar as negociações para adotar, em 2015, um "resultado com força legal" para todos os países. O novo acordo global deverá estar pronto antes de 2020.
26 Rio + 20 A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (UNCSD ou, como é conhecida, Rio+20), que está sendo organizada conforme a Resolução 64/236 da Assembléia Geral (A/RES/64/236), ocorreu no Brasil de 20 a 22 de junho de O desafio era o de combinar crescimento econômico e desenvolvimento sustentável para uma população de 7 bilhões de habitantes, com redução da pobreza e manutenção do consumo dos mais ricos.
27 Minuta zero ou rascunho da Rio+20 É o documento que serve de base para as negociações Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável. Principais pontos da Minuta Zero: -Criação de taxa sobre transações no mercado financeiro internacional: A proposta defendida pela Alemanha atrela a aplicação dos recursos obtidos em programas de proteção socioambiental e de combate ao aquecimento global.
28 Minuta zero ou rascunho da Rio+20 Criação de um painel técnico-científico global sobre desenvolvimento sustentável: Seria um organismo de caráter permanente, amplo, com atribuições iniciais de orientar e apoiar os processos de desenvolvimento e adoção global de metas econômicas de progresso além do PIB. Outra atribuição desse painel seria o estabelecimento e a implementação dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.
29 Minuta zero ou rascunho da Rio+20 Criação de novas convenções internacionais sobre: Direito à Informação Ambiental e Acesso à Justiça, Responsabilidade Social de Empresas Multinacionais e Aplicação do Princípio da Precaução (estabelecendo diretrizes sobre áreas como bioengenharia, nanotecnologia, tecnologia da informação e comunicação, etc.). Produção e Consumo Sustentáveis: ações para fomentar a implantação de uma economia verde e de criar empregos verdes.
Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento; Fez um balanço tanto dos problemas existentes quanto dos progressos realizados;
MUDANÇAS CLIMÁTICAS 1 A Rio-92 Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento; Fez um balanço tanto dos problemas existentes quanto dos progressos realizados; O tema principal foi
"Hoje nos encontramos numa fase nova na humanidade. Todos estamos regressando à Casa Comum, à Terra: os povos, as sociedades, as culturas e as
"Hoje nos encontramos numa fase nova na humanidade. Todos estamos regressando à Casa Comum, à Terra: os povos, as sociedades, as culturas e as religiões. Todos trocamos experiências e valores. Todos nos
PRINCIPAIS IMPACTOS AMBIENTAIS
A QUESTÃO AMBIENTAL PRINCIPAIS IMPACTOS AMBIENTAIS Impacto Ambiental deve ser entendido como um desequilíbrio resultante da ação do homem(ligado ao modo de produção) sobre o meio ambiente. Alguns exemplos:
CONFERÊNCIAS INTERNACIONAIS SOBRE O MEIO AMBIENTE
A Questão Ambiental Meio Ambienta SUSTENTABILIDADE CONFERÊNCIAS INTERNACIONAIS SOBRE O MEIO AMBIENTE HISTÓRICO DO AMBIENTALISMO 1925 Protocolo de Genebra. 1964 Conferência das Nações Unidas sobre comercio
CONFERÊNCIAS SOBRE O MEIO AMBIENTE ESTOCOLMO
ESTOCOLMO - 1972 Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano Teve como objetivo discutir as consequências da degradação ambiental e os efeitos das atividades industriais. A Conferência foi
CAPÍTULO 1 PONTO DE PARTIDA
CAPÍTULO 1 PONTO DE PARTIDA Autores coordenadores: Eduardo Delgado Assad EMBRAPA e Antonio Rocha Magalhães - CGEE 7 ÍNDICE 1. PONTO DE PARTIDA 9 2. FUNDAMENTOS 12 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 19 8 VOLUME
Conferências ambientais e Sustentabilidade
Conferências ambientais e Sustentabilidade 1. (UNIRIO) A ideia de DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL tem sido cada vez mais discutida junto às questões que se referem ao crescimento econômico. De acordo com este
Responsabilidade Socioambiental. Prof. Especialista Leandro Borges de Lima Silva
1 Responsabilidade Socioambiental 2 ECO/RIO-92 A responsabilidade social e a preservação ambiental significa um compromisso com a vida - João Bosco da Silva Eco/Rio - 92 3 A preocupação com os problemas
05/11/2015. Responsabilidade ambiental: dilemas e perspectivas
Responsabilidade ambiental: dilemas e perspectivas 1 Qual a minha parcela de responsabilidade nisso? 2 Qual a nossa parcela de responsabilidade nisso? 3 A questão ambiental envolve... Escala Global Escala
Mercado de Carbono. Protocolo de Kyoto. MSc. AUGUSTO HEINE
Mercado de Carbono e Protocolo de Kyoto MSc. AUGUSTO HEINE Objetivo firmar acordos e discussões internacionais para conjuntamente estabelecer metas de redução na emissão de gases-estufa na atmosfera, principalmente
Introdução Crise Ambiental
PHA3334 Exploração de Recursos Naturais Universidade de São Paulo Escola Politécnica Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental Introdução Crise Ambiental Aula 1 Prof. Dr. Arisvaldo V. Méllo Jr.
Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas. Análise Desenvolvimento
Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas Análise Desenvolvimento Joana Laura M. Nogueira 09 de abril de 2007 Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas Análise Desenvolvimento
Floresta, Clima e Negociaçõ. ções Internacionais rumo a Copenhagen
Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Colóquio Mudanças Climáticas e Convenções Internacionais sobre o Meio Ambiente Floresta, Clima e Negociaçõ ções Internacionais rumo a Copenhagen Carlos Rittl
GESTÃO AMBIENTAL GLOBAL E REGIONAL
GESTÃO AMBIENTAL GLOBAL E REGIONAL Problemas ambientais globais exigem respostas globais: daí os tratados internacionais Ordem Ambiental Internacional. A Ordem Ambiental Internacional foi construída com
Brasil submete suas INDCs à Convenção do Clima
Edição nº 69 Outubro 215 submete suas INDCs à Convenção do Clima A vigésima Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 2) foi uma etapa essencial no processo negociador
A organização da ECO-92 foi solicitada pela resolução da Assembléia Geral das Nações Unidas (dezembro, 1989);
A organização da ECO-92 foi solicitada pela resolução da Assembléia Geral das Nações Unidas (dezembro, 1989); Essa reunião mundial (CNUMAD - 92) foi organizada para elaborar a estratégia para deter e reverter
Tratados internacionais sobre o meio ambiente
Tratados internacionais sobre o meio ambiente Conferência de Estocolmo 1972 Preservação ambiental X Crescimento econômico Desencadeou outras conferências e tratados Criou o Programa das Nações Unidas para
MUDANÇAS CLIMÁTICAS EM FOCO. Prof. Dr. Pedro Roberto Jacobi Dra. Sara Gurfinkel M. Godoy
MUDANÇAS CLIMÁTICAS EM FOCO Prof. Dr. Pedro Roberto Jacobi Dra. Sara Gurfinkel M. Godoy ATORES E EVENTOS RELEVANTES LIGADOS ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS Intergovernmental Panel of Climate Changes IPCC Estabelecido
HISTÓRICO DO AMBIENTALISMO
HISTÓRICO DO AMBIENTALISMO São vários os eventos relacionados ao meio ambiente, podendo destacar os principais: 1925 Protocolo de Genebra Proibição do emprego na Guerra de gases asfixiantes, tóxicos ou
PHA 3001 ENGENHARIA E MEIO AMBIENTE. Prof. Dr. Theo Syrto Octavio de Souza
PHA 3001 ENGENHARIA E MEIO AMBIENTE Prof. Dr. Theo Syrto Octavio de Souza ([email protected]) Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano (Conferência de Estocolmo) 1972, Estocolmo, Suécia 113
A população mundial está crescendo a uma taxa exponencial de 1,2% ao ano. Gera crescimento e Desenvolvimento Econômico
A população mundial está crescendo a uma taxa exponencial de 1,2% ao ano. Gera crescimento e Desenvolvimento Econômico O que é sustentabilidade? Um caminho para a sustentabilidade: Recursos Naturais Degradação
Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone : Fax :
AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone : 011 551 7700 Fax : 011 551 784 CONSELHO EXECUTIVO Décima-Quarta Sessão Ordinária 26 30 de Janeiro de 2009 Adis
CAPÍTULO 16 AGENDA 21
CAPÍTULO 16 AGENDA 21. Nunca duvide que um grupo de cidadãos comprometidos e preocupados, possa mudar o mundo, na verdade, esta é a única forma de mudança que pode dar certo. Margaret Mead. Discutido e
Acordo de Paris é aprovado
Acordo de Paris é aprovado Durante a COP 21, os 195 países membros da Convenção do Clima aprovaram, por consenso, o texto do novo acordo climático que substituirá o Protocolo de Quioto e passará a valer
Mercados de Carbono. Situação dos projetos florestais
Mercados de Carbono Situação dos projetos florestais F U N D A Ç Ã O B R A S I L E I R A P A R A O D E S E N V O L V I M E N T O S U S T E N T Á V E L Agenda Quioto e a floresta CCX e outros mercados voluntários
MOÇAMBIQUE. Adaptação
MOÇAMBIQUE Conforme estabelecido na Estratégia Nacional de Adaptação e Mitigação das Alterações Climáticas (ENAMMC), a prioridade nacional consiste em "aumentar a resiliência nas comunidades e na economia
Geografia. Claudio Hansen (Rhanna Leoncio) Problemas Ambientais
Problemas Ambientais Problemas Ambientais 1. A emissão de CO2 na atmosfera é uma das principais causas do aquecimento global. O mapa a seguir apresenta as emissões de dióxido de carbono per capita em alguns
ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS E SANEAMENTO. Prelector: Lionidio de Ceita 25 Julho 2016
ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS E SANEAMENTO Prelector: Lionidio de Ceita 25 Julho 2016 Alterações Climáticas: Mito ou Realidade? O assunto das alterações climáticas tem sido amplamente discutido em termos políticos,
OS DESAFIOS AMBIENTAIS DO SÉCULO XXI
OS DESAFIOS AMBIENTAIS DO SÉCULO XXI A poluição ambiental se torna um problema mundial com as empresas multinacionais explorando recursos naturais e produzindo substâncias tóxicas em toda parte do mundo;
Com base na leitura da charge e nos conhecimentos sobre a conjuntura econômica mundial, pode-se
Revisão ENEM 1. Observe a charge a seguir. Com base na leitura da charge e nos conhecimentos sobre a conjuntura econômica mundial, pode-se concluir que a) a revolução técnico-científica tem redefinido
Proposta de DECISÃO DO CONSELHO
COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 10.6.2016 COM(2016) 395 final 2016/0184 (NLE) Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à celebração, em nome da União Europeia, do Acordo de Paris adotado no âmbito da Convenção-Quadro
Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil
Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Programa ABC Plano Setorial de Mitigação e de Adaptação às Mudanças Climáticas visando à Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura
Degradação da Diversidade Biológica
Degradação da Diversidade Biológica Guilherme Antonio Ferrari Scudeller Jaqueline R. de Almeida Nijima Novello Rumenos Ricieri Cioci Thalita Moraes da Silva Tópicos Abordados Conceito de diversidade biológica;
A primeira grande Conferência Mundial da ONU que tratou de temas ambientais:
A primeira grande Conferência Mundial da ONU que tratou de temas ambientais: Estocolmo Suécia 1972 Meio Ambiente Humano Foi nessa conferência que surgiu o PNUMA Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente
Dec. nº 4.339, de 22/08/2002
POLÍTICA NACIONAL DA BIODIVERSIDADE Dec. nº 4.339, de 22/08/2002 Os princípios estabelecidos na PNBio (20 ao todo) derivam, basicamente, daqueles estabelecidos na Convenção sobre Diversidade Biológica
Recuperação de Geografia. Roteiro 9 ano
Roteiro de Geografia Prof. Arone Marrão da Disciplina: Data: / /15 3º TRIMESTRE Aluno (a): Nº: Nota: 9 º ano Ensino Período: Matutino Valor da avaliação: 10,0 Recuperação de Geografia Roteiro 9 ano A SOLUÇÃO
Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e os ODS
Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e os ODS Haroldo Machado-Filho Assessor Senior do PNUD no Brasil e Coordenador do Grupo Assessor do Sistema ONU Brasil para a Agenda 2030 1 Índice de Desenvolvimento
Responsabilidade Socioambiental como estratégia de Desenvolvimento Sustentável (I)
Responsabilidade Socioambiental como estratégia de Desenvolvimento Sustentável (I) Calendário Final de Aulas RSA como estratégia de DS 1. Desenvolvimento Sustentável; 2. DS e as Empresas; 3. Nós e a DS
25/03/2011. Prof. M.Sc. Maron Stanley Silva O. Gomes
Prof. M.Sc. Maron Stanley Silva O. Gomes IFMA - Campus Bacabal Prof.M.Sc. Maron Stanley S. O. Gomes 21 A Agenda 21 Global é um programa de ação que 179 países assumiram para cuidar do planeta. Ela tem
Salvaguardas ambientais e sociais REDD+ Abril de 2016, Quelimane
Salvaguardas ambientais e sociais REDD+ Abril de 2016, Quelimane O que significa REDD+? R: Redução de E: Emissões do D: Desmatamento e D: DegradaçãoFlorestal + : conservação, maneio sustentável de florestas
MEC, 4º ano, 2º sem, Desafios Ambientais e de Sustentabilidade em Engenharia. Alterações globais. 3ª aula Maria do Rosário Partidário
MEC, 4º ano, 2º sem, 2007-08 Desafios Ambientais e de Sustentabilidade em Engenharia Alterações globais 3ª aula Maria do Rosário Partidário Alterações Climáticas Mudança do clima (padrões de tempo, glaciares,
