ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES COMUNICAÇÕES ESPACIAIS
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- Giuliana Coradelli Campos
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1 ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES
2 Evolução dos Satélites
3 Evolução dos Satélites A historia das comunicações por satélite já é longo, podendo destacar-se alguns saltos qualitativos que conduziram aos sistemas mais modernos atualmente em operação. Ao longo do nosso estudo, serão abordados muitos outros aspectos, realçando-se a perspectiva evolutiva.
4 Evolução dos Satélites
5 Evolução dos Satélites
6 Evolução dos Satélites O exemplo da série de satélites operados pela Intelsat mostra avanços nesta área, que resultaram numa enorme capacidade das gerações mais recentes, com variadas aplicações em termos de serviços. O início da geração seguinte de satélites Intelsat 10 foi concretizado com o lançamento que ocorreu no ano de 2003.
7 Evolução dos Satélites
8 Evolução dos Satélites O modelo de exploração dos sistemas de comunicação por satélite assume duas formas: 1 - Os serviços de satélite são disponibilizados aos usuários finais diretamente pelos operadores dos próprios satélites, ou seja, nas redes privativas, difusão direta de TV por satélite e comunicações móveis; 2 - Os serviços de satélite são disponibilizados a operadores genéricos de serviços de telecomunicações, os quais alugam capacidade em satélites aos operadores dos satélites - é o caso da utilização de satélites no transporte da rede fixa ou em aplicações de difusão de televisão, onde a rede terrestre é responsável pela distribuição (recebimento de notícias, troca de programas, etc.).
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10 Classificação dos Satélites Nas aplicações de telecomunicações, concorrentes com sistemas terrestres, os satélites ainda encontram justificação pela sua capacidade de disponibilizar rapidamente imensas áreas de cobertura, o que é particularmente interessante nos seguintes casos: Acesso a zonas do globo com baixas densidades populacionais ou níveis baixos de desenvolvimento, que não justificam meios terrestres; Difusão de um elevado número de programas para um universo muito grande de usuários individuais.
11 Radiação Solar e Terrestre
12 Radiação Solar e Terrestre Para que se entenda a natureza e as interações da radiação solar com atmosfera terrestre e o princípio de funcionamento dos satélites é necessário uma revisão em alguns conceitos básicos de radiação.
13 Onda eletromagnética
14 Radiação Eletromagnética É a energia emitida em forma de onda por toda a substância que não esteja na temperatura de zero absoluto. Esta energia em forma de onda propaga-se com velocidades de aproximadamente Km/s. As ondas são caracterizadas por sua: - freqüência (f) (Hz) - comprimento de onda (λ) (m) - velocidade de propagação (c) (m.s -1 )
15 Radiação Eletromagnética Freqüência(f) é o nº de ondas que passa por um determinado ponto em um dado período de tempo. c= λ.f Se a onda é curta, mais ondas passam num mesmo ponto dentro de um mesmo período. Ondas curtas Alta freqüência Ondas longas Baixa freqüência
16 Espectro Eletromagnético O Espectro Eletromagnético é um conjunto de Radiações Eletromagnéticas ordenadas de acordo com suas freqüências e comprimentos de onda. A luz visível, os raios gamas e as microondas são todas manifestação do mesmo fenômeno de radiação eletromagnética, apenas possuem diferentes comprimentos de onda.
17 Espectro Visível O espectro visível pode ser subdividido de acordo com a cor, com vermelho nos comprimentos de onda longos e violeta para os comprimentos de onda mais curtos, conforme, a figura abaixo.
18 Espectro Eletromagnético Região Comp. Onda Comp. Onda Frequência (Angstroms) (centímetros) (Hz) Rádio > 10 9 > 10 < 3 x 10 9 Micro-ondas x x Infra-vermelho x x x Visível x x x x Ultravioleta x x x Raios-X x x 10 19
19 Emissão de Radiação Eletromagnética A Terra emite IR termal (satélites que operam nesta banda estudam propriedades térmicas da superfície terrestre) O Sol emite radiação Maior parte no visível Os satélites que recebem no visível e tem IR termal, entre 0,7 e 4,0 μm, podem diferenciar o quanto da radiação é refletida ou irradiada da superfície terrestre.
20 Radiação que chega à superfície terrestre A Radiação superfície é opaca (ou reflete ou absorve) Albedo Relação entre a radiação recebida e refletida. Albedo fração da rad. visível refletida pela superfície. Neve, nuvens espessas têm albedo elevado apresentam muito brilho visto do espaço. A maioria das superfícies têm valores de albedo conhecido.
21 Atenuação da Radiação Absorção A Radiação é Transformada em outro tipo de energia (geralmente calor). Espalhamento Radiação é desviada sem perda de energia. (Processo Seletivo-natureza, dimensão e concentração das partículas. A radiação visível pode ser absorvida, transmitida, refletida por móleculas, aerossóis, cristais de gelo e gotículas. Estas partículas podem também espalhar a luz e decompô-la em várias cores. (o comprimento de onda azul predomina) A radiação IR pode ser absorvida, transmitida, refletida e espalhada
22 Bandas de Frequência Frequência: Razão com que uma onda eletromagnética altera a sua polarização a qual oscila em ciclos por segundos ou Hertz (Hz). Comprimento de onda: Distância em que a onda se desloca no espaço livre. Dado em metros: λ= c/f Onde:c = velocidade da luz (3x108 m/s no vazio) f = frequência em Hertz Banda de Frequência: Intervalo de Frequência. Largura de Banda: Tamanho ou largura (em Hz) de uma banda de frequências. Espectro eletromagnético: Conjunto completo de frequências que vai de 0 até infinito
23 Regulação do espectro de frequências ITU (International Telecommunication Union) Uniformidade na regulamentação - Aloca as bandas de frequências no planeta para diferentes finalidades - Define regras de forma a limitar as interferências de RF entre os diversos países ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) - Aloca as bandas de frequências no Brasil para diferentes finalidades - Define regras de forma a limitar as interferências de RF entre as diversas empresas localizadas no Brasil
24 Bandas de Frequência Bandas mais usadas
25 Bandas de Frequência
26 Bandas de Frequência As bandas de frequências utilizadas em sistemas de comunicação por satélite estão nas faixas de UHF (Ultra High Frequency: 300 MHz - 3 GHz) e SHF (Super High Frequency: 3 GHz 30 GHz), tendo designações específicas herdadas das bandas dos sistemas de radar e das bandas dos sistemas de recepção de TV por satélite.
27 Bandas de Frequência Banda C: freqüências de microondas situada entre 3,7 GHz e 4,2 GHz no Brasil (em alguns países ela vai de 3,4 GHz à 4,2 GHz) é utilizada na comunicação por satélites para transmissões de TV e também em links terrestres. Banda Ka: freqüências entre 18 e 31 GHz, utilizada por satélites para transmissões regionais de TV, devido à pequena cobertura, ou para serviços de dados. Banda Ku: freqüências de microondas, de 10,95 GHz a 12,2 GHz (em alguns países ela vai de 10,95 GHz à 12,7 GHz), utilizada para transmissões de dados e imagens pelos satélites (principalmente em serviços de DTH e de Internet). Banda L: freqüências na qual se encaixam os canais recebidos de satélites após sua passagem pelo LNBf. Elas variam de acordo com a freqüência do sinal original e do oscilador local do LNBf. Banda X: freqüências exclusivas para uso militar que vão de 7,9 GHz à 8,4GHz.
28 Aspectos críticos de engenharia Lançamento dos satélites veículos de transporte para as órbitas altas posicionamento inicial do satélite na órbita correta Problemas da órbita do satélite controle permanente de trajetória e altitude do satélite acompanhamento do satélite pelas antenas das estações terrestres Condicionantes do sub-sistema do satélite dimensão física peso total em órbita alimentação primária apenas por painéis solares operação num meio ambiente agressivo ciclo térmico severo durante eclipses radiação solar elevada exposição a micro-partículas e meteoritos elevada fiabilidade (sem manutenção)
29 Aspectos críticos de engenharia A área das comunicações por satélite envolve um conjunto muito vasto de características tecnológicas Nesta disciplina, vamos nos limitar a identificar os principais desafios em termos de engenharia e o impacto nos sistemas de comunicações
30 Aspectos críticos de engenharia Condicionantes do trajeto perdas elevadas em espaço livre efeitos de propagação acentuados (sobretudo acima de 10 GHz ou com baixas elevações) Necessidade de otimização da relação portadora-ruído ligação terra-satélite EIRP elevados das estações terrestres ligação satélite-terra EIRP do satélite configurado para a cobertura pretendida receptores terrestres de muito baixo ruído
31 EIRP Potência Efetiva Isotropicamente Irradiada Trata-se de um parâmetro de transmissão aplicado à estação terrena transmissora para o enlace de subida e ao satélite para o enlace de descida definida por: Onde: EIRP(dBw) = P T (dbw) + G T (dbi) A L/T P T : Potência de transmissão (antes do alimentador) G T : Ganho da antena transmissora A L/T : Atenuação do alimentador da antena transmissora
32 Aspectos críticos de engenharia Requisitos especiais de processamento de sinal modulações complexas esquemas de detecção e correção de erros Requisitos especiais de operação do sistema suporte de acesso múltiplo ao satélite por parte de diversas estações terrestres reconfiguração dos recursos radioelétricos do satélite
33 Aspectos críticos de engenharia As ligações terra-satélite e satélite-terra operam em condições diversas, resultante de diferenças no ruído captado pelas antenas de recepção e de diversas limitações a bordo do satélite. Além disso, e ao contrário dos feixes hertzianos terrestres, a maioria dos sistemas por satélite possibilita que vários usuários compartilharem os mesmos recursos do satélite É o caso do acesso múltiplo, cujas técnicas serão abordadas mais adiante
34 Órbita dos Satélites
35 Órbita dos Satélites Estas órbitas têm como principais vantagens:. GEO: o satélite mantém-se fixo em relação à Terra;. LEO: o satélite está a uma distância relativamente curta;. MEO: o satélite está a uma distância intermédia entre GEO e LEO, permanecendo em visibilidade durante mais tempo do que em LEO;. HEO: em baixas latitudes, o satélite apresenta-se próximo do zénite durante um período de tempo apreciável.
36 O que é Zênite Em astronomia, zênite é o ponto superior da esfera celeste, segundo a perspectiva de um observador estacionado num plano sobre a Terra, o ponto acima de sua cabeça projetado na abóboda celeste, ou a interseção da vertical superior do lugar com a esfera celeste. O zênite é um marco referencial de localização da rosa dos ventos em relação a posição do observador e os objetos celestes a sua volta. O zênite também denominado auge, apogeu, culminância opõe-se a nadir outro importante referencial de orientação. Este termo foi criado pelos gregos na antiguidade.
37 Órbita dos Satélites
38 Órbita dos Satélites
39 Órbita dos Satélites Em virtude das altitudes que os satélites atingem nas diversas órbitas, teremos coberturas variáveis: entre relativamente reduzidas para a órbita LEO, até cerca de meio globo para a órbita GEO e igualmente para a órbita HEO, quando o satélite se encontra no apogeu. Na figura, as cruzes que assinalam os satélites indicam o ponto sub-satélite, isto é, a intersecção com a superfície da Terra do segmento que une o centro da Terra e o satélite.
40 Órbita dos Satélites
41 Órbita dos Satélites A trajetória terrestre de um satélite define-se pelo lugar geométrico dos pontos sub-satélite, ao longo do tempo. No caso da órbita Molniya, a trajetória permanece cerca de 8 horas numa área relativamente reduzida na maior parte do período de 12 horas da órbita. Contudo, a mesma área do globo só tem a referida cobertura de 8 horas em cada 24 horas.
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43 Órbita dos Satélites A tabela caracteriza os principais parâmetros que permitem comparar as diversas órbitas de satélite, justificando as suas principais aplicações: GEO: comunicações fixas, difusão, meteorologia; LEO: comunicações móveis, radioamadorismo, observação da Terra e atmosfera; MEO: comunicações móveis, navegação; GEO: comunicações fixas.
44 Órbita dos Satélites
45 Órbita dos Satélites Os elementos orbitais, ou keplerianos, exprimem as seguintes características da órbita:. i e Ω orientação do plano da elipse no sistema de eixos;. ω orientação da elipse no plano da elipse;. a e e geometria da elipse. tp referência temporal da passagem do satélite num ponto prédefinido
46 Órbita dos Satélites
47 Órbita dos Satélites Numa estação terrestre, a elevação e o azimute são os parâmetros necessários para definir a visada entre as antenas emissoras e receptoras.
48 Órbita dos Satélites
49 Órbita dos Satélites Os elementos orbitais, em conjunto com a latitude e longitude de um lugar, são correntemente utilizados para calcular os parâmetros de visibilidade nesse lugar. Contudo, estes cálculos são relativamente complexos, recorrendo-se normalmente a programas de computador, como os já referidos Nova e Lyngsat, utilizando valores atualizados dos elementos orbitais disponibilizados pelos operadores dos satélites, ou por organizações que têm a missão genérica de seguir satélites (operacionais ou não, destroços de lançadores e outro "lixo" espacial). A operação inversa que permite determinar os elementos orbitais a partir de duas ou três medidas de parâmetros de visibilidade é normalmente efetuada pelas organizações que efetuam o seguimento de satélites, exigindo equipamentos mais ou menos sofisticados para medir os parâmetros de visibilidade com a precisão necessária.
50 Órbita dos Satélites
51 Órbita dos Satélites Num satélite geoestacionário, a latitude e longitude da estação terrestre e a longitude do ponto sub-satélite, são suficientes para determinar os parâmetros de visibilidade, se o satélite se mantiver na sua órbita nominal. Neste caso, a visada das antenas é fixa, sendo determinada pela elevação e azimute calculados pelas expressões indicadas. Se ocorrerem desvios da órbita nominal, e especialmente no caso de serem utilizadas antenas com larguras de feixe muito pequenas, poderá ser necessário utilizar os elementos orbitais, devidamente atualizados, para determinar, ao longo do tempo, a elevação e o azimute corretos. Em alternativa, o sistema de recepção poderá utilizar um sistema de controle de visada em malha fechada, que maximiza o nível do sinal recebido para obter a orientação da antena desejada.
52 Órbita dos Satélites
53 Órbita dos Satélites Na maioria das aplicações, principalmente na área das comunicações por satélite, os elementos orbitais, regularmente atualizados, permitem determinar a órbita de um satélite no presente e no futuro próximo. Mas, em aplicações que exijam grande precisão, poderá recorrer-se a cálculos em que os elementos orbitais são extrapolados para o futuro com correções de 1ª ordem. Em casos ainda mais excepcionais, terá que se efetuar um cálculo teórico muito complexo, envolvendo múltiplos efeitos sobre a órbita.
54 Órbita dos Satélites
55 Órbita dos Satélites A inclinação do plano da órbita de um satélite geoestacionário provoca nas estações terrestres uma variação de ciclo diário da direção de visibilidade do satélite, essencialmente em termos de variação da elevação (no caso de uma estação terrestre com a mesma longitude do ponto sub-satélite, apenas variará a elevação; em outros casos, o azimute também irá variar, mas muito menos do que a elevação). As manobras de correção da órbita só podem ser executadas por motores que expelem gás numa direção, de modo a criar um impulso no satélite de sentido contrário (princípio da conservação da quantidade de movimento).
56 Órbita dos Satélites
57 Órbita dos Satélites Os pontos a 75ºE e 105ºW são pontos de menor energia potencial, pelo que constituem pontos de "atração" dos satélites da órbita geoestacionários. A necessidade de efetuar correções permanentes ao longo da vida útil dos satélites conduz, no tempo, ao esgotamento do combustível, e, consequentemente, à incapacidade de controlar a órbita.
58 Órbita dos Satélites
59 Órbita dos Satélites A variação da distância Terra-satélite induz ao efeito Doppler, devido o fato do satélite apresentar uma componente radial da velocidade em relação à estação terrestre. Além disso, a variação da distância implica ainda uma variação no atraso de propagação que conduz a que, em comunicações digitais, o número de bits "armazenados" no percurso varie ao longo do tempo. Para restabelecer uma taxa constante na recepção, será então necessário utilizar memórias temporárias que compensarão as variações ocorridas no trajeto (mais bits armazenados na memória, quando o satélite se aproxima e vice-versa).
60 Órbita dos Satélites
61 Órbita dos Satélites Os períodos de eclipse são os mesmos para todas as estações terrestres, competindo ao operador do satélite tomar as medidas necessárias para reduzir o seu impacto nas comunicações. Um dos maiores problemas dos eclipses é o efeito do choque térmico resultante do período em que o satélite está na sombra da Terra, durante o qual a temperatura decresce muito (na Terra, a redução noturna de temperatura é fortemente atenuada pelo efeito moderador da própria Terra e da atmosfera). Grande parte das falhas dos equipamentos eletrônicos ocorre nestes períodos. Os períodos de ofuscação dependem da localização da estação terrestre e provocam perdas de comunicação pontuais (sun outage). Os operadores de cada estação terrestre deverão, por isso, conhecer em que alturas ocorre a ofuscação - nos satélites de serviço fixo, esta informação é normalmente disponibilizada pelos próprios operadores de satélite.
62 Órbita dos Satélites Estes gráficos permitem determinar facilmente a duração do eclipse total. Fora destes intervalos, haverá ainda períodos em que o satélite permanece na zona de penumbra.
63 Ligações por Satélites
64 Desvanecimento Ao se propagar as ondas de rádio estão sujeitas a reflexões no solo e na atmosfera que provocam alterações na sua amplitude e caminho percorrido ocasionando variações na potência do sinal recebido. Estas variações são chamadas de desvanecimento (fading). O desvanecimento pode ser causado também por obstáculos na linha de visada direta, ou por atenuação devido a chuvas.
65 Ligações por Satélites Os desvanecimentos que ocorrem em ligações por satélite apresentam algumas particularidades em relação aos feixes hertzianos terrestre. Por requererem abordagens diferentes, analisaremos apenas a absorção pelos gases atmosféricos e a atenuação pela precipitação.
66 Ligações por Satélites
67 Ligações por Satélites A expressão permite calcular a atenuação num trajeto inclinado, presumindo uma terra plana e uma atmosfera com absorção variável apenas com a altitude. No entanto, para baixas elevações, a curvatura da Terra conduz a desvios da expressão, por excesso.
68 Ligações por Satélites Atenuação total (db) A figura mostra os valores da absorção para um feixe apontado para o zénite, sendo evidentes os picos correspondentes às frequências de ressonância da água (22 GHz) e do oxigénio (60 GHz).
69 Ligações por Satélites
70 Ligações por Satélites O cálculo da atenuação da ligação Terra-satélite tem que considerar a estrutura vertical e horizontal da precipitação. No primeiro caso, considera-se que a atenuação específica é constante em função da altitude, o que se justifica admitindo, como aproximação, que as gotas caem verticalmente desde a camada isotérmica de 0ºC, mantendo as suas dimensões. O segundo caso corresponde à estrutura já analisada nos feixes terrestres, adotando-se os mesmos modelos de cálculo.
71 Ligações por Satélites
72 Ligações por Satélites Mais uma vez, a análise do ruído térmico efetuada para os feixes hertzianos terrestres é aplicável, com algumas adaptações. A principal diferença ocorre na ligação satélite-terra, em que o ruído do céu pode ser muito baixo. Em sistemas por satélite que usam acesso múltiplo por divisão nas frequências (FDMA), a intermodulação entre canais terá de ser especialmente considerada. Note-se que, no caso de existir uma única portadora por canal, como acontece nos feixes hertzianos terrestres, ocorrem em produtos de intermodulação entre as várias componentes espectrais do sinal. Contudo, como há um único sinal no canal, é possível utilizar equalizadores para reduzir este tipo de ruído.
73 Ligações por Satélites
74 Ligações por Satélites Esta figura reflete o aumento da temperatura de ruído do céu resultante da absorção nos gases atmosféricos. Como a temperatura de ruído cósmico de fundo Tcosm é muito baixa (cerca de 3 K), a temperatura de ruído do céu Tcéu pode ser calculada usando a expressão em que L é a perda introduzida pelos gases atmosféricos e Tm é a temperatura de absorção do meio
75 Ligações por Satélites
76 Ligações por Satélites Podemos observar no gráfico da esquerda, admitindo o caso de duas portadores, se pretender uma relação C/I de 24 db, deverá ser assegurada uma margem de saturação à entrada de 7dB (input backoff) - ou seja, a potência à entrada tem de estar 7dB abaixo da potência de saturação. Por outro lado, no gráfico da direita pode verificar-se que resulta uma margem de saturação à saída (output backoff) de cerca de 3dB - logo, a potência de saída está 3dB abaixo da potência máxima de saturação. Obviamente que a introdução da margem de saturação reduz o EIRP na ligação descendente, degradando por sua vez a relação C/N. Estes efeitos contraditórios terão que ser pesados numa perspectiva de compromisso entre os efeitos em jogo.
77 Ligações por Satélites
78 Ligações por Satélites A análise de interferência entre canais baseia-se na capacidade das antenas discriminarem direcionalmente e na polarização ortogonal, tendo em conta ainda efeitos de propagação que criam despolarização. Esta análise permite concluir qual o grau permitido de reutilização de frequências e de separação entre satélites, de modo a otimizar a capacidade global dos sistemas por satélite.
79 Ligações por Satélites
80 Ligações por Satélites A única particularidade da aplicação da relação portadora-ruído aos sistemas por satélite é a identificação da figura de mérito da estação terrestre (G/T), que, tal como o nome indica, traduz, num único parâmetro, o desempenho global do sistema de recepção, por combinar o ganho de recepção e a temperatura de ruído de sistema. Como já tínhamos visto, do lado da emissão, o parâmetro equivalente que traduz o desempenho do sistema de emissão é a potência isotrópica radiada efetiva (EIRP), uma vez que combina a potência emitida e o ganho de emissão.
81 Ligações por Satélites
82 Ligações por Satélites A equação presume ruído aditivo, sendo por isso aplicável apenas no caso de não haver regeneração a bordo do satélite. Se este for o caso, teremos de calcular separadamente a relação C/N na ligação ascendente e na ligação descendente. Em seguida, exemplifica-se o cálculo de ligações em situações típicas de satélites de serviço fixo, de serviço de difusão e de serviço móvel.
83 SATÉLITE DE SERVIÇO FIXO (FSS)
84 SATÉLITE DE SERVIÇO FIXO (FSS)
85 SATÉLITE DE SERVIÇO FIXO (FSS)
86 SATÉLITE DE SERVIÇO DE DIFUSÃO (BSS)
87 SATÉLITE DE SERVIÇO DE DIFUSÃO (BSS)
88 SATÉLITE DE SERVIÇO MÓVEL (MSS)
89 SATÉLITE DE SERVIÇO MÓVEL (MSS)
90 LIGAÇÕES POR SATÉLITE
91 LIGAÇÕES POR SATÉLITE Para o multiplex telefônico e televisão, as técnicas de processamento utilizadas em banda base são idênticas às utilizadas em feixes hertzianos, a acentuação (ênfase), de que resulta uma melhoria objetiva da relação sinal ruído (parâmetro a das equações). Da mesma forma, é habitual considerar uma ponderação, que se traduz numa melhoria subjetiva da relação sinal ruído (parâmetro p das equações). No caso do monocanal telefônico, além da acentuação e ponderação, aplica-se a compressão do sinal analógico. Esta técnica consiste no seguinte:. antes da modulação, reduz-se a gama dinâmica do sinal, isto é, amplificase o sinal tanto mais quanto menor for a sua potência - por exemplo, se o sinal original à entrada do compressor cobrir uma gama dinâmica entre -50 dbm e o 0 dbm, à saída poderá variar entre -25 dbm e 0 dbm;. à saída do demodulador efetua-se a operação inversa.
92 LIGAÇÕES POR SATÉLITE Sabemos que os sinais de baixo nível são os mais afetados pelo ruído. A vantagem desta técnica decorre precisamente do fato de, nesta situação, os sinais sofrerem uma atenuação à saída do demodulador, e, consequentemente, o ruído ser atenuado do mesmo valor. O resultado é uma melhoria associada à ausência de ruído percebido, por exemplo, durante silêncios da conversação. Considera-se um aumento equivalente da relação sinal-ruído, de um valor típico de 16 db. Outra técnica utilizada frequentemente em telefonia monocanal é a ativação de voz, que consiste na ativação da portadora apenas durante o período de conversação. Durante os períodos de silêncio, a portadora é suprimida, resultando uma redução efetiva da potência média de transmissão.
93 LIGAÇÕES POR SATÉLITE
94 LIGAÇÕES POR SATÉLITE Em relação aos feixes hertzianos digitais terrestres, os sistemas por satélite apresentam as seguintes particularidades ao nível dos moduladores:. modulações com poucos estados, mais eficientes em potência;. utilização mais frequente de códigos de correção de erros de tipo FEC;. adoção de métodos de criptografia de dados, devido à maior possibilidade de invasão de estranhos na recepção dos sinais.
95 LIGAÇÕES POR SATÉLITE
96 LIGAÇÕES POR SATÉLITE A designação MCPC é normalmente utilizada em serviços de distribuição de televisão, sendo naturalmente uma forma de multiplexagem temporal TDM. Discutiremos mais adiante, vários exemplos de configurações de comunicação por satélite, adequadas ao suporte deste tipo de serviço.
97 ACESSO A SATÉLITES
98 ACESSO A SATÉLITES As configurações de acesso simples permitem ligações ponto-a-ponto em tudo, semelhantes às disponibilizadas por feixes hertzianos terrestres. Acrescente ainda a configuração de difusão direta de televisão, uma das áreas de maior expansão dos sistemas por satélite.
99 ACESSO A SATÉLITES
100 ACESSO A SATÉLITES Referem-se dois exemplos desta configuração, no contexto de satélites Intelsat: 1. sistema analógico FDM/FM (muito usado no passado, atualmente obsoleto) multiplex FDM N=972 canais; banda base [12, 4028] khz modulação FM B= 36 MHz 2. sistema digital TDM/PSK multiplex TDM Rb = 55 Mbit/s modulação QPSK B= 36 MHz
101 ACESSO A SATÉLITES
102 ACESSO A SATÉLITES A transmissão de televisão analógica permite apenas um programa por canal (SCPC). Para um sinal PAL modulado em FM, a largura de banda típica dos transponder é de 27 MHz. No caso de televisão digital, a configuração mais frequente é MCPC. Exemplo típico de difusão digital de TV, em modo MCPC:. 8 programas de TV ou 6 programas de TV + 10 programas de áudio. taxa de informação MPEG-2: 38,02 Mbit/s. taxa binária após codificação de blocos Reed-Solomon (16 octetos por pacote MPEG de 188 octetos): 38,02 x 204/188 = 41,25 Mbit/s. taxa binária após codificação convolucional de Viterbi (eficiência 3/4): Rb = 41,25/(3/4) = 55 Mbit/s. taxa de símbolos com modulação QPSK: Rs = Rb/2 = 27,5 Mbaud. largura de banda mínima do transponder: BFI = 33 MHz. largura de banda efetiva do transponder: B = 36 MHz
103 ACESSO A SATÉLITES
104 ACESSO A SATÉLITES A técnica de acesso FDMA usa a dimensão frequência para assegurar o compartilhamento de recursos. A técnica TDMA utiliza a dimensão tempo. A técnica CDMA, a separação dos canais é assegurada pela introdução de uma nova dimensão, o código: a transmissão de todas as estações é feita na mesma banda, ao mesmo tempo, com sinais codificados, de tal forma que apenas o receptor que detém o código igual ao usado na emissão, num certo canal, irá recuperar os respectivos dados.
105 ACESSO A SATÉLITES
106 ACESSO A SATÉLITES Os protocolos de atribuição de canais são variantes de protocolos genericamente utilizados em redes centralizadas ou distribuídas. Um protocolo Aloha de tipo CSMA/CD poderá operar, fazendo intervenção em uma estação de controle que recebe os sinais de um transponder de satélite, que, por sua vez, os recebe das estações dispersas da rede:. a transmissão é efetuada em intervalos de tempo pré-definidos (slotted Aloha);. uma estação terrestre só envia pacotes de informação quando detecta um canal livre (a estação de controle pode fornecer esta indicação continuamente a todas as estações participantes na rede);. se mais do que um terminal começar a transmitir ao mesmo tempo, existirão colisões;. as colisões são reconhecidas na estação de controle e sinalizadas aos terminais;. estes suspendem a transmissão e tentam de novo após um tempo aleatório.
107 ACESSO A SATÉLITES
108 ACESSO A SATÉLITES A reconfiguração de recursos exigiria a alteração da largura de banda dos canais na emissão e na recepção, o que se tornaria muito complexo. Por esta razão, os sistemas FDM/FM/FDMA, já obsoletos, operavam, de um modo geral, em acesso fixo.
109 ACESSO A SATÉLITES
110 ACESSO A SATÉLITES Do ponto de vista da interconexão entre estações terrestre, este sistema pode ser visto como uma matriz de comutação de acesso total, isto é, qualquer estação de origem pode enviar qualquer parcela do tráfego total para qualquer estação de destino.
111 ACESSO A SATÉLITES
112 ACESSO A SATÉLITES Os sistemas SCPC/FDMA permitem configurações de acesso de muito baixa capacidade, exclusivamente individuais, com estações terrestres de reduzido custo e de pequena potência, especialmente a partir da altura em que se passou a utilizar satélites de órbita LEO ou MEO. O acesso pode ser fixo ou a pedido, neste último caso correspondendo a atribuir, ou não, a banda de um canal a cada estação terminal.
113 ACESSO A SATÉLITES
114 ACESSO A SATÉLITES Nesta configuração, o acesso das estações terrestres ao satélite faz-se em SCPC, nos sistemas mais recentes com portadoras com modulação digital. A ligação estação central-satélite pode ser feita do mesmo modo, isto é, em SCPC (como mostra a figura), ou, em alternativa, usando uma única portadora modulada com um sinal TDM, cabendo então, às estações terrestres identificar neste sinal TDM o canal que lhes diz respeito.
115 ACESSO A SATÉLITES
116 ACESSO A SATÉLITES As estações VSAT nos dá a possibilidade de se utilizarem antenas de pequenas dimensões para permitir o acesso de terminais a redes de comunicação em aplicações empresariais. Em certos cenários, as estações terrestres apenas precisam receber sinais difundidos pelo satélite, usando-se neste caso antenas de menores dimensões do que no caso de estações de emissão recepção.
117 ACESSO A SATÉLITES
118 ACESSO A SATÉLITES A configuração TDM/PSK/FDMA é utilizada em ligações ponto-aponto do serviço fixo, de média capacidade, permitindo custos mais baixos do que os sistemas TDMA. O acesso fixo é uma solução adequada a aplicações em que a capacidade é atribuída de forma semipermanente. Neste sistema, por se basear em FDMA, não se faz normalmente a atribuição dinâmica de capacidade, pois iria exigir ajustes da largura de banda, o que se tornaria complexo. Note-se que esta complexidade não existe no caso já referido de SCPC/FDMA, em que é relativamente simples efetuar uma atribuição dinâmica de recursos, sem haver ajustes na largura de banda dos canais (a banda de um canal é unicamente atribuída ou não).
Estudo de desvanecimentos
Estudo de desvanecimentos Ligação por satélite 19-12-2003 Carlos Rocha e Rui Botelho 1 Desvanecimentos:variações de amplitude do sinal em torno do seu valor médio Tipos de desvanecimentos: quase constantes(ex:.absorção
Computação Móvel: Teoria da Informação e Modulação
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