PLANO DE PREVENÇÃO E GESTÃO DE RESÍDUOS DE

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1 PLANO DE PREVENÇÃO E GESTÃO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E REVISÕES Rev. Preparação Verificação Aprovação Nome: Nome: Nome: 00 Rubrica: Rubrica: Rubrica: Data: Data: Data: DOC. 31 Páginas: 1/15

2 ÍNDICE 1. OBJECTIVO ÂMBITO DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA TERMINOLOGIA REGISTOS ASSOCIADOS RESPONSABILIDADES METODOLOGIA A IMPLEMENTAR Identificação / Classificação dos Resíduos Produzidos Medidas de Gestão dos Resíduos ESTRUTURA DO PLANO E GESTÃO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E RESÍDUOS DA ÁREA DA MANUTENÇÃO FORMAÇÃO Anexos... 1 Anexo I... 2 DOC. 31 Páginas: 2/15

3 1. OBJECTIVO O presente plano tem como objectivo fundamental a promoção de condições que permitam a correcta gestão dos resíduos de construção e demolição (RCD) que privilegiem a prevenção da produção e da perigosidade, o recurso à triagem na origem, à reciclagem e outras formas de valorização e definição de metodologias de reutilização em obra de materiais resultantes das actividades gerais da mesma. Pretende-se ainda definir as medidas estruturais e funcionais na implementação e exploração do estaleiro de obra, nomeadamente: Identificar os principais resíduos produzidos; Definir os locais e condições para armazenagem temporária de resíduos; Identificar as empresas licenciadas para a recolha e tratamento dos resíduos; Definir as acções de formação e sensibilização relacionada com a gestão de resíduos; Cumprir a legislação aplicável. 2. ÂMBITO O Plano de Gestão de Resíduos estabelece as linhas de actuação relacionadas com a identificação e gestão de resíduos produzidos na execução da empreitada, de modo a prevenir e minimizar potenciais impactes ambientais. Este Plano aplica-se a todas as actividades e serviços desenvolvidos no estaleiro e frentes de trabalho da empreitada denominada XXXXXX 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA Caderno de Encargos; Estudo de Impacte Ambiental; Plano de prevenção e gestão de resíduos de construção e demolição; Listagem de operadores de gestão de resíduos não urbanos; Legislação em vigor: - D. L 178/2006 de 5 de Setembro (Lei geral dos resíduos), - D.L 46/2008 de 12 de Março (Lei dos resíduos de construção de demolição), - Portaria 209/2004 de 3 de Março (lista europeia de resíduos), - Portaria 417/2008 de 11 de Junho (Guia de acompanhamento dos RCD) Norma NP EN ISO 14001:2004; Guias de acompanhamento dos resíduos. DOC. 31 Páginas: 3/15

4 4. TERMINOLOGIA L.E.R. - Lista Europeia de Resíduos RC&D Resíduos de construção e demolição R.S.U Resíduos sólidos urbanos R.I.B Resíduos Industriais Banais 5. REGISTOS ASSOCIADOS O modelo de registo associado aos dados de RCD, corresponde ao anexo II do decreto-lei 46/2008 de 12 de Março, cujo formato interno corresponde ao F389, o preenchimento é mantido conjuntamente com o Livro de Obra. Serão guardadas em obra as guias de acompanhamento de resíduos de acordo com a Portaria 417/2008, assim como o certificado de recepção dos RCD por parte do operador de gestão, que enviará o mesmo no prazo de 30 dias. Serão registados no SIRAPA, até 31 de Março, as quantidades de resíduos produzidos anualmente pela empresa. 6. RESPONSABILIDADES Director Técnico: É o responsável pelo cumprimento das acções descritas neste plano. Encarregado Geral: É o responsável por implementar as acções definidas de modo a cumprir com os dados do presente plano. É o responsável por criar em obra locais próprios de armazenamento de resíduos, assim como deverá verificar se os resíduos estão a ser separados e depositados nos locais adequados. Técnico do ambiente: É o responsável pela gestão dos resíduos provenientes da obra, por elaboração das instruções de trabalho, formação a todos os colaboradores e por assegurar todos os registos associados à gestão dos resíduos. É igualmente responsável pelo controlo dos resíduos gerados pelos subempreiteiros subcontratados. Responsável pelo S. G. A: É o responsável pela gestão dos resíduos provenientes da obra, incluindo os resíduos produzidos pelos Subempreiteiros. Preencher as Guias de Acompanhamento de Resíduos (Modelo n.º A) para o transporte dos mesmos. Assegurar que os operadores contratados são licenciados para o devido efeito. Garantir que o operador DOC. 31 Páginas: 4/15

5 ao fim de 30 dias nos faz chegar o certificado de recepção dos modelos de construção e demolição. Efectuar o registo no SIRAPA até dia 30 de Março. 7. METODOLOGIA A IMPLEMENTAR 7.1 Identificação / Classificação dos Resíduos Produzidos Na tabela 1 encontram-se identificados de acordo com a Portaria 209/2004 de 3 de Março de 2004, os diferentes tipos de resíduos que poderão ser produzidos ao longo da empreitada e respectiva origem, bem como a sua classificação segundo a L.E.R. (1). Resíduos produzidos Construção e Demolição Designação Código LER Betão Madeira Vidro Plástico Ferro e Aço Solos e rochas não contendo substâncias perigosas Balastro de linhas de caminho de ferro não contendo substâncias perigosas Mistura de resíduos de construção e demolição não contendo substâncias perigosas 7.2 Medidas de Gestão dos Resíduos MEDIDAS GERAIS A metodologia e práticas a adoptar ao logo da empreitada visam a: - Minimização da produção e da perigosidade dos RCD, designadamente por via da reutilização de materiais e da utilização de materiais não susceptíveis de originar RCD contendo substâncias perigosas; - Maximização da valorização de resíduos, designadamente por via da utilização de materiais reciclados e recicláveis; (1) Portaria n.º 209/2004, de 3 de Março de 2004 Transpõe para a legislação nacional a Decisão n.º 2000/532/CE que adopta a nova Lista Europeia de Resíduos. [*] Considerado Resíduo perigoso DOC. 31 Páginas: 5/15

6 - Preferência por métodos construtivos que facilitem a demolição orientada para a aplicação dos princípios da prevenção e redução e da hierarquia das operações de gestão de resíduos; - Reutilização de solos e rochas que não contenham substâncias perigosas provenientes das actividades de construção; Numa primeira fase serão aplicadas práticas que minimizem a produção de resíduos, de reutilização de materiais e de incorporação de reciclados de RCD na Obra. De modo a garantir a reutilização de materiais e a qualidade dos reciclados será criado em obra um sistema de acondicionamento adequado e devidamente assinalado que permita a gestão selectiva dos RCD, composto de contentores com capacidade suficiente para promover a triagem das principais fileiras de resíduos produzidos, nomeadamente ferros e madeiras. Os resíduos serão mantidos em obra o mínimo de tempo possível. Quando se verifique que a aplicação em Obra de uma metodologia de triagem de RCD ou, nos casos em que tal não seja possível, procede-se ao encaminhamento dos mesmos para operador de gestão licenciado. O transporte de resíduos, quando não perigosos, é efectuado pela obra, pelo destinatário, ou por empresas licenciadas para o transporte rodoviário de mercadorias por conta de outrem. Serão controlados todos os registos associados ao transporte. Resíduos de Construção e Demolição O processamento dos RCD pode ter lugar em centrais fixas ou móveis, e inclui habitualmente quatro operações principais: triagem, redução primária, britagem e peneiração. A operação de triagem destina-se a eliminar os componentes indesejáveis (por exemplo: gesso, plásticos, borrachas, madeiras, cartão e papel, metais e matéria orgânica), que prejudicam as características técnicas e ambientais do produto reciclado. Na operação de redução primária, os escombros sofrem uma redução das suas dimensões e procede-se à remoção dos materiais metálicos ainda existentes. A britagem pode desenvolver-se em duas fases com redução progressiva das dimensões dos resíduos. Com a peneiração obtêm-se um material classificado em diferentes granulometrias, de modo a contemplar as diferentes necessidades de aplicação. DOC. 31 Páginas: 6/15

7 Os RCD a reciclar serão armazenados separadamente em função da sua origem e dos seus constituintes principais. A utilização dos RCD em obra é feita em observância das normas técnicas nacionais e comunitárias aplicáveis. Na ausência de normas técnicas aplicáveis, são observadas as especificações técnicas definidas pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil e homologadas pelos membros do Governo responsáveis pelas áreas do ambiente e das obras públicas. Deste modo poderá aplicar-se os RCD, tendo em conta as seguintes especificações do LNEC: Agregados reciclados grossos em betões de ligantes hidráulicos Especificação do LNEC E Guia para a utilização de agregados reciclados grossos em betões de ligantes hidráulicos. Aterro e camada de leito de infra-estrutura de transporte Especificação do LNEC E Guia para a utilização de RCD em aterro e camada de leito de infraestruturas de transportes. Agregados reciclados em camadas não ligadas de pavimentos Especificação do LNEC E Guia para a utilização de agregados reciclados em camadas não ligadas de pavimentos. Misturas betuminosas a quente em central - Especificação do LNEC E Guia para a reciclagem de misturas betuminosas a quente em central. DOC. 31 Páginas: 7/15

8 8. ESTRUTURA DO PLANO E GESTÃO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E I Dados gerais da entidade responsável pela obra 1. Denominação Social: 2. Sede/Morada: 3. Telefone Fax: 4. NIPC: 5. CAE (Rer. 3): II Dados gerais da obra 1. Tipo de obra: 2. Código do CPV: 3. Nº de processo de avaliação de impacte ambiental: 4. Identificação do local de implantação: III. Resíduos de Construção e Demolição (RCD) 1. Caracterização da obra a) Caracterização sumária da obra a efectuar b) Descrição sucinta dos métodos construtivos a utilizar tendo em vista os princípios referidos no art.º 2º do DL 46/ Incorporação de reciclados a) Metodologia para a incorporação de reciclados de RCD b) Reciclados de RCD integrados na obra: Identificação dos reciclados Quantidade a integrar em obra (t ou m 3 ) Quantidade a integrar relativamente ao total de materiais usados (%) Valor Total - - DOC. 31 Páginas: 8/15

9 3. Prevenção de resíduos a) Metodologia de prevenção de RCD b) Materiais a reutilizar em obra Identificação dos materiais (código LER) Quantidade a reutilizar (tou m3) Quantidade a reutilizar relativamente ao total de materiais usados (%) Valor total 4. Acondicionamento e triagem a) Acondicionamento e triagem de RCD na obra ou em local afecto à mesma b) Caso a triagem não esteja prevista, apresentação da fundamentação para a sua impossibilidade. 5. Produção de RCD Código LER TOTAL Quantidade Produzida (ton) Quantidade para reciclagem (%) Quantidade para valorização (%) Operação de reciclagem/ valorização Quantidade para eliminação (%) Operação de eliminação DOC. 31 Páginas: 9/15

10 9. RESÍDUOS DA ÁREA DA MANUTENÇÃO A manutenção de máquinas e equipamentos de apoio à obra é assegurada por carros de manutenção, que estão equipados para o efeito. Os carros estão equipados com contentores para recolha de resíduos banais, contaminados e não contaminados, sendo a sua gestão feita na sede. Possuem um Kit anti-derrame que deverá ser utilizado aquando a existência de grandes derrames. Os colaboradores que manuseiam os respectivos carros tiveram formação específica na área do ambiente. Fig.1 Interior do carro de manutenção Fig.2 Sucção por bomba do óleo retirado durante uma manutenção. DOC. 31 Páginas: 10/15

11 Fig.3 Colaborador a proceder a uma mudança de óleo Seguidamente apresenta-se o quadro resumo dos resíduos produzidos na Lena Engenharia e Construções pela Área da Manutenção, e respectivas entidades gestoras: DOC. 31 Páginas: 11/15

12 Designação do Resíduo Cód. LER Operador Licença Óleos de motores, transmissões e lubrificações usados * AUTO-VILA, SA / SISAV SISAV N.º 42/2006 N.º 17/2008/DOGR Resíduos de solventes e misturas de solventes * CODISA, SA N.º48/2006/INR Resíduos de remoção de tintas e vernizes contendo solventes orgânicos ou outras substâncias perigosas * CODISA, SA N.º48/2006/INR Equipamento eléctrico e electrónico fora de uso RECICHUMBO, SA N.º 85/2005/INR Lâmpadas fluorescentes RECICHUMBO, SA N.º 85/2005/INR Filtros de ar CORREIA & CORREIA, LDA 13/2004/IA Filtros de óleo CODISA, SA N.º48/2006/INR RVO 54/2007/CCDR-LVT Ferro e Aço Activelabor J.F. Ascenção &Filhos 20/2008/CCDR-LVT 18/2007/CCDR Metalplatinium LDA N.º135/2007/INR Residuos do tratamento mecânico de residuos- Metais ferrosos Absorventes contaminados * Resisperfil 037/2007/CCDR - LVT Activelabor 20/2008/CCDR-LVT CORREIA & CORREIA, LDA 13/2004/IA Absorventes, Materiais filtrantes, panos de limpeza e vestuário de protecção não abrangidos em CORREIA & CORREIA, LDA 13/2004/IA Pastilhas de travões não abragidas em CORREIA & CORREIA, LDA 13/2004/IA Fluidos anticongelantes contendo substâncias perigosas * CORREIA & CORREIA, LDA 13/2004/IA Componentes perigosos não abrangidos em * CORREIA & CORREIA, LDA 13/2004/IA Embalagens de metal, incluindo recipientes vazios sob pressão, com uma matriz porosa sólida perigosa (ex. amianto) * CORREIA & CORREIA, LDA 13/2004/IA DOC. 31 Páginas: 12/15

13 10. FORMAÇÃO No âmbito das acções definidas a aplicar na empreita para cumprimento no mencionado no Plano de prevenção e gestão de resíduos de construção e demolição, serão programadas acções de formação e sensibilização a todos os colaboradores da empreitada e a terceiros, nomeadamente: Apresentação do Plano de Gestão Ambiental da Empreitada; Apresentação do Plano Integrado de Resíduos de Construção e Demolição; Preenchimento das guias de acompanhamento dos resíduos; Impactes ambientais das actividades da empreitada. As acções enunciadas de seguida, são expressamente proibidas, tanto no estaleiro, como nas frentes de trabalho: Queima de resíduos a céu aberto; Abandono de resíduos. DOC. 31 Páginas: 13/15

14 Anexos DOC. 31 Páginas: 1/15

15 Anexo I F389 Modelo de preenchimento dos RC& D DOC. 31 Páginas: 2/15

Em caso de impossibilidade de determinação do produtor do resíduo, a responsabilidade pela respectiva gestão recai sobre o seu detentor.

Em caso de impossibilidade de determinação do produtor do resíduo, a responsabilidade pela respectiva gestão recai sobre o seu detentor. Resíduos de construção e demolição O D.L. n.º 46/2008, de 12 de Março, alterado pelo D.L. n.º 73/2011, de 17 Junho, estabelece o regime das operações de gestão de resíduos resultantes de obras ou demolições

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