Workshop 1ª CPP. Workshop Externo para a 1ª Chamada Pública de Projetos do PEE da Light
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- Juliana Sabala das Neves
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1 Workshop 1ª CPP APOIO Workshop Externo para a 1ª Chamada Pública de Projetos do PEE da Light Raymundo Aragão, Agenor Garcia e José Rocha Rio de Janeiro, 19/08/2014
2 Painel 1 - Novas Oportunidades de Negócio com Eficiência Energética Raymundo Aragão 2
3 Qual é o mais eficiente? 3
4 Diferentes conceitos... Para o conjunto da sociedade: o mais eficiente é o que requer menor quantidade de energia primária. Para um engenheiro: o mais eficiente é o que apresenta maior rendimento da conversão de energia (eletricidade, gás natural, radiação solar) para aquecimento da água. Para o consumidor final? Sem comprometimento do serviço energético, e respeitando legislação, o que oferece menor custo! 4
5 Noticiário Crise se espalha por todo setor elétrico Estado de São Paulo, 20/07/2014 BC prevê 14% de alta nos preços da energia elétrica neste ano No início deste ano, BC previa que eletricidade teria alta bem menor: 7,5%. G1, 24/07/2014 Geradoras devem ter custo extra de R$ 15 bilhões para comprar energia no mercado O Globo, 04/08/2014 A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nova rodada de reajuste de tarifas para distribuidoras com altas nos preços da energia próximos 30%. Valor Econômico, 12/08/2014 5
6 O peso da energia: indústria Participação nos custos totais (R$ bilhão) IBGE, PIA
7 Olhando com mais cuidado... Segmento Custos totais Custos diretos Margem (receitas / custos totais) Energia / margem Indústria - total 2,6% 37,1% 5,1% 0,5 Indústria extrativa 4,1% 26,6% 14,7% 0,3 Indústria de transformação 2,5% 38,4% 4,6% 0,5 Produtos alimenticios 1,8% 39,9% 0,5% 3,4 Bebidas 2,0% 51,6% 27,8% 0,1 Têxteis 5,3% 53,2% 3,7% 1,4 Celulose e papel 5,2% 52,0% 2,6% 2,0 Produtos químicos 3,1% 54,0% 3,5% 0,9 Vidro 10,7% 68,3% 3,6% 3,0 Cimento 16,0% 59,5% 14,3% 1,1 Produtos cerâmicos 14,3% 71,3% 3,0% 4,7 Siderurgia 4,3% 35,0% -4,4% -1,0 Alumínio 16,3% 77,6% -5,9% -2,8 Fundição 5,7% 44,6% -1,4% -4,1 Veículos 1,0% 30,2% 4,9% 0,2 IBGE, PIA
8 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA OPORTUNIDADES DE NEGÓCIO 8
9 Como a conjuntura pode ser vista? Consumidores: Futura elevação dos custos Pressão em margens Competitividade Sobrevivência Prestadores de serviço Oportunidade Investidores Oportunidade 9
10 Potenciais técnicos MME, Balanço de Energia Útil (2004) 10
11 Potenciais técnicos CNI, Estudos Setoriais (2006) 11
12 Modelos de negócio CONSULTORIA E PROJETOS EMPREITADA CONTRATOS DE DESEMPENHO CONTRATOS DE FORNECIMENTO FACILITY MANAGEMENT 12
13 Consultoria e projetos Serviços técnicos especializados, voltados à identificação de oportunidades para aumento da eficiência energética de consumidores. Detalhamento das soluções cuja viabilidade foi previamente identificada. Remuneração normalmente baseada no custo dos serviços. 13
14 Empreitada Implantação das soluções projetadas. Escopo e especificações previamente definidos. Remuneração baseada no custo do empreendimento. Remuneração não vinculada ao resultado (economia). 14
15 Contratos de desempenho Remuneração do prestado de serviços é vinculada aos resultados (=economias) efetivamente verificados, ao final da etapa de implantação. Principais questões: Origem dos recursos financeiros Apuração dos resultados Manutenção dos resultados 15
16 Contratos de desempenho Objetivo prioritário: reduzir o consumo (quantidade de energia) Objetivos secundários: Otimizar o fator de carga Reduzir o custo unitário com energia 16
17 Contratos de desempenho Principal dificuldade: definição de um modelo contratual Responsabilidades do prestador de serviço Responsabilidades do cliente (consumidor) Determinação de uma linha de base 17
18 Contrato de fornecimento de energia Objetivo: reduzir o custo unitário com utilidades Eletricidade Água gelada Vapor Ar comprimido... Principais questões: Tributação Propriedade dos equipamentos Custos de operação 18
19 Gestão de instalações (facilities) Objetivo principal: reduzir custos operacionais totais com instalações Manutenção Operação Energia é um dos elementos de custos a ser reduzido Simplifica responsabilidades sobre a instalação Questão: custos das utilidades 19
20 Outras fontes de energia 450,00 400,00 350,00 300,00 250,00 200,00 150,00 100,00 50,00 0, Óleo combustível Gás natural Eletricidade Carvão vegetal Linear (Óleo combustível) Linear (Gás natural) Linear (Eletricidade) Linear (Carvão vegetal) R$/MWh, deflacionados pelo IPCA MME (2013) e IBGE (2014) 20
21 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA FONTES DE FINANCIAMENTO 21
22 Financiamento Superadas as questões técnicas e contratuais, resta A questão: quem financia? Fontes de financiamento usuais no Brasil: Recursos do cliente Recursos do prestador de serviço Financiamento bancário (geral) Fontes de financiamento (específicas) Fundos de investimento Concessionárias de energia 22
23 Recursos próprios Seja do consumidor (cliente) ou do prestador de serviços, o uso de recursos próprios é limitado por: Disponibilidade Competição com outras aplicações Taxas de retorno desejadas Por outro lado, é uma forma mais simples pois depende exclusivamente de critérios dos interessados diretos. 23
24 Financiamento bancário Investimentos em eficiência energética são, no mínimo, considerados como investimentos convencionais de capital, podendo ser bancados por linhas de financiamento bancário acessíveis pelo cliente ou prestador de serviço. Principais questões: Capacidade de endividamento Garantias reais Limita uso dos itens financiados Competição com outros investimentos de capital 24
25 BNDES PROESCO: Financia prestadores de serviço e usuários finais de energia. São financiáveis estudos e projetos, obras e instalações, máquinas e equipamentos, serviços técnicos especializados, sistemas de monitoramento. BNDES AUTOMÁTICO: Financiamento de até R$ 10 milhões para projetos de implantação, expansão e modernização de empresas, incluindo a aquisição de máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional. FINAME: Financiamentos, sem limite de valor, para aquisição isolada de máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional. FINAME Leasing: Financiamentos a sociedades arrendadoras para a aquisição de máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional, credenciados pelo BNDES, os quais serão simultaneamente arrendados à empresa usuária. Cartão BNDES: equipamentos para micro, pequenas e médias empresas, incluindo diagnósticos energéticos. 25
26 Fundos de investimento Podem participar de: Capital de prestadores de serviço Negociação com proprietários Prazo de entrada/saída Taxas de retorno Financiamento direto do projeto Porte Complexidade Recebíveis 26
27 Concessionárias Financiamento regulado pelo poder concedente Principal fonte de financiamento no Brasil Limitação quanto à fonte energética a ser otimizada. PEE ANEEL De 2009 a 2014: projetos Investimento: R$ 3,8 bilhões Economia: 3,5 TWh/ano 27
28 28 28
29 Mensagens finais Há tecnologias disponíveis para redução do consumo de energia, qualquer que seja a fonte energética considerada. A maior dificuldade não é técnica, mas gerencial. Tomar a decisão de reduzir os custos com energia e definir um arranjo contratual permanece como o grande desafio. A competição entre diferentes investimentos, inclusive os destinados a eficiência energética, é um fato. No entanto, há fontes que de forma individual ou combinadas podem permitir uma solução financeiramente atrativa para redução do consumo. A eficiência energética deve ser vista num contexto empresarial como forma de reduzir custos, aumentar margens e garantir crescimento sustentável (em todos os sentidos) da empresa. 29
30 Alternativa inovadora de conversão fotovoltaica em comunidades Muito obrigado! ANIMA CONSULTORIA E PROJETOS LTDA Raymundo Aragão [email protected] Tels: (21) / Skype: raragaoneto 30
31 Painel 2 - A nova regulamentação do PEE e a importância da Medição & Verificação Agenor Gomes Pinto Garcia 31
32 Tópicos PROPEE: principais mudanças A questão da eficiência energética Terminologia Exemplo rápido de M&V O PIMVP, a EVO e o CMVP Situação no Brasil A M&V e o PEE 32
33 PROPEE 33
34 Linha do tempo Estudos padronização M&V PEE ABRADEE ICF, PUC-RIO e outros Consultoria para avaliação dos resultados do PEE Prof. Jannuzzi e outros (GIZ) Elaboração do PROPEE SPE/ANEEL, Agenor (GIZ) ABRADEE Aprovação do PROPEE Audiência pública Diretoria ANEEL Elaboração do Guia de M&V SPE/ANEEL, Agenor (GIZ), distribuidoras Treinamento no Guia 34
35 Tipologia Investimentos PEE Projetos Demanda Retirada de Ponta (MW) Economia de Energia (GWh/ano) Investimento R$ Milhões % s/ Total R$/kW R$/MWh Aquecimento Solar 30 19,05 25,94 96,67 3,50% Baixa Renda , , ,81 62,60% Cogeração 5 8,75 70,23 59,37 2,10% Comércio e Serviços ,34 58,85 59,5 2,10% Educacional 45 1,6 5,54 99,58 3,60% Gestão Energética ,73 0,20% - - Industrial 27 3,87 60,44 68,57 2,50% Pela Oferta 1 0,32 0,48 2,88 0,10% Poder Público ,85 333,01 403,82 14,40% Piloto 11 9,36 38,32 29,97 1,10% Residencial 40 91,31 292,38 85,48 3,10% Rural 51 14,21 29,41 9,57 0,30% Serviços Públicos ,84 118,04 124,83 4,50% TOTAL , , ,77 100%
36 Principais conclusões consultoria Não existência de investimentos significativos nos setores industrial e comercial (contratos de desempenho) Limitação do alcance em benefícios energéticos Pouca compreensão da M&V Necessidade de alavancar recursos adicionais da sociedade Necessidade de avaliação permanente... 36
37 2 Gestão do Programa Módulos do PROPEE 1 Introdução 3 Seleção e Implantação de Projetos 4 Tipologias de Projeto 5 Projetos Especiais 6 Projetos com Fontes Incentivadas 7 Cálculo da Viabilidade 8 Medição e Verificação dos Resultados 9 Avaliação de Projetos e Programa 10 Controle e Fiscalização 37
38 Principais alterações do PROPEE Chamada Pública de Projetos Contrapartida Contratos de desempenho energético Mais ênfase na M&V Geração distribuída Avaliação permanente 38
39 A QUESTÃO DA M&V 39
40 A questão da M&V = Eficiência energética 40
41 Energia Noção básica da M&V Consumo da linha de base + ajustes Economia de energia Período da linha de base AEE Período de determinação da economia Energia medida 41
42 Terminologia (conceitos) Variáveis independentes Fatores estáticos Fronteira de medição Períodos de medição: linha de base e determinação da economia Efeitos interativos Plano de M&V Opções de medição 42
43 Opções do PIMVP Medição isolada Toda a instalação A B C D Medição e estimativa Medição total Dados de ambos períodos de medição disponíveis Faltam dados de período de medição separar AEEs 43
44 Exemplos de M&V AEE: troca do sistema de ar condicionado temperatura externa ocupação Eletricidade Método de toda a instalação 44
45 Exemplos de M&V (2) AEE: troca de chiller Eletricidade carga térmica da água gelada fronteira de medição Método de medição isolada temperatura externa Ocupação 45
46 jul-09 ago-09 set-09 out-09 nov-09 dez-09 jan-10 fev-10 mar-10 abr-10 mai-10 jun-10 jul-10 ago-10 [kwh/mês] [GDR 21oC] Hotel no Rio de Janeiro kwh GDR (21oC) 46
47 [kwh/mês] Hotel y = 183,18 x R 2 = 0, [GDR 21oC] 47
48 Hotel LB LB ajustada Det 48
49 amostras Tamanho da Amostra Tudo depende da variabilidade das medidas (CV) Cálculo inicial n 0 = z2 CV 2 e % 20% 40% 60% 80% CV 49
50 O PIMVP, A EVO E O CMVP 50
51 Evolução da M&V Anos 70s choques do petróleo Anos 80s ESCos (Energy Service Companies) Contratos de desempenho energético Anos 90s protocolos DoE Anos 2000s EVO Efficiency Valuation Organization e o PIMVP Protocolo Internacional de Medição e Verificação 51
52 PIMVP Protocolo Internacional de Medição e Verificação de Performance Conceitos e Opções para a Determinação de Economias de Energia e de Água Volume 1 Preparado pela Efficiency Valuation Organization (Organização para a Avaliação de Eficiência) Janeiro de 2012 Média de 500 downloads mensais. Traduzido para mais de 10 línguas. 52
53 CMVP Certified Measurement and Verification Professional Resumo Introdução Conceitos chave Períodos adjacentes de medição Opção D Mais exemplos 3 - M 1 - M Breves exemplos Detalhes da Opção C Detalhes da medição isolada 2 - T Questões críticas 2 - M 1 - T Planejamento de M&V 53
54 Cursos CMVP no Brasil Mai.2011 São Paulo Jun.2011 Rio de Janeiro Nov.2011 Curitiba Set.2012 Belo Horizonte Abr.2013 Florianópolis Jul.2013 Campinas Mai.2014 São Paulo 54
55 Fundamentos de M&V 3 - T Avaliação Outras situações 1 - M Introdução Terminologi a 3 - M Exemplos detalhados Questões específicas de M&V Exemplos iniciais 1 - T 2 - T 2 - M 55
56 M&V no PEE Ano Evento Obrigação de avaliação de M&V em todos os projetos segundo o PIMPV Elaboração do estudo da ICF, PUC-Rio e Jordão (acompanhamento UNIFEI) para o Instituto ABRADEE com critérios mínimos de M&V para o PEE Publicação do PROPEE com o Módulo 8 Medição e Verificação e do Guia de M&V 2014 Revisão do Guia de M&V (com apêndices) 201? Estudos de longo prazo das ações do PEE, com definição de índices de consumo e de resultados de ações 56
57 Documentos para a M&V no PEE PIMVP (EVO, 2012) PROPEE (Módulo 8, ANEEL, 2013) Guia de M&V Documento base Planilhas de M&V Planos de M&V Relatórios de M&V Formulários de coleta de dados de M&V 8 AEEs 57
58 Treinamento no Guia de M&V Ago/set.2014 Cursos 20 h ANEEL 1 por distribuidora ESCOs ABESCO 58
59 OBRIGADO! 59
60 Painel 3 - Chamada Pública de Projetos José Eduardo Rocha 60
61 Agenda LEGISLAÇÃO MODELOS DE CONTRATAÇÃO O EDITAL DA CPP Documentos Componentes Proponentes Elegíveis Tipologia e Recursos Disponíveis Fases da CPP Características Técnicas Etapas Obrigatórias para a Execução dos Projetos Critérios de Seleção Pontos de Destaque da CPP Cronograma LINHAS DE FINANCIAMENTO PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA 61
62 Legislação 62
63 PROPEE RES. 556/
64 PROPEE RES. 556/2013 Durante o período transitório de 24 meses (a partir de julho 2013) As concessionárias de distribuição de energia elétrica deverão fazer pelo menos uma Chamada Pública de Projetos. A adoção de critérios de seleção é flexível, podendo as distribuidoras acrescentar itens e modificar a pontuação. Os projetos qualificados deverão ser selecionados por um sistema de qualidade e preço, com notas atribuídas a diversos itens. Os critérios de seleção dos projetos serão consolidados através de Chamadas Públicas a serem realizadas no período transitório de 24 meses. 65
65 Modelos de Contratação 66
66 Modelos de Contratação CLIENTES COM FINS LUCRATIVOS Aplicação de Contrato de Desempenho Investimento do PEE remunerado com parte da economia financeira obtida com as medidas de eficiência energética. CLIENTES SEM FINS LUCRATIVOS Termo de Cooperação Técnica Investimento do PEE não reembolsável 67
67 Edital 69
68 Edital da CPP 2014 Light - Produtos Documentos Edital CPP Anexos Edital para a Chamada Pública de Projetos de Eficiência Energética Light/ANEEL, em plena consonância com o PROPEE (Resolução nº 556/2013 da ANEEL), publicado dia 31/07/14. Especificação dos critérios para eliminação, seleção e aprovação de projetos Modelo de relatório a ser apresentado para os projetos nas fases de prédiagnóstico e diagnóstico energético Termo de cooperação técnica para clientes sem fins lucrativos. Contrato de desempenho para clientes com fins lucrativos Serão divulgados até 12/09/14 70
69 Proponentes Elegíveis Clientes atendidos na área de concessão da LIGHT que estejam em dia com suas obrigações legais Representando o Cliente: Empresas legalmente habilitadas para a execução de serviços de conservação de energia (ESCO) Representando o Cliente: Fabricantes e comerciantes de equipamentos elétricos 71
70 Tipologias e Recursos Disponíveis PROJETOS POSSÍVEIS TIPOLOGIA RECURSOS Melhoria de instalação Melhoria de instalação: São ações de eficiência energética realizadas em instalações de uso final de energia elétrica, envolvendo a troca ou melhoramento do desempenho energético de equipamentos e sistemas de uso da energia elétrica Comércio e serviços Residencial Industrial Poder público Rural Serviços públicos Iluminação Pública R$ ,00 R$ ,00 Valor Mínimo dos Projetos para a CPP R$ ,00 Valor Mínimo para Micro e Pequenas Empresas R$ ,00 72
71 Fases da CPP 1ª Fase Pré-Diagnóstico Energético Estimativa do investimento em ações de eficiência energética, economia de energia, redução de demanda na ponta. A estratégia preliminar de M&V. Proponentes apresentarão Propostas de Projetos pela internet via Websupply. Critérios de Seleção Análise classificatória e eliminatória das Propostas de Projetos segundo os critérios estabelecidos no Edital. 2ª Fase Diagnóstico Energético Descrição detalhada de cada ação de EE, o valor do investimento e análise de viabilidade. Economia de energia e/ou redução de demanda na ponta relacionada. Estratégia de medição e verificação (M&V). 73
72 Características Técnicas Especificações Regulatórias da ANEEL Procedimentos do Programa de Eficiência Energética - PROPEE Especificações Adicionais da LIGHT Limites de Valores Aplicáveis; Materiais e Equipamentos; Requisitos de custo e orçamento; Fatores Técnicos; M&V; Marketing e Treinamento Critérios de Seleção Critérios Eliminatórios Critérios Classificatórios 74
73 Especificações Regulatórias PROPEE Não serão aceitas substituição de equipamentos que foram instalados com recursos do PEE e que ainda estejam dentro da sua vida útil. Possuir o selo de economia de energia do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica - PROCEL OU Etiqueta A de desempenho energético (Etiqueta Nacional de Conservação de Energia - ENCE), do Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE, do INMETRO Materiais e Equipamentos Condições Gerais OU Laudo de laboratório acreditado pelo INMETRO para o equipamento que atenda ao serviço requerido, no uso final considerado. 76
74 Especificações Adicionais da LIGHT Custo do M&V 5% do custo total relativo aos recursos do PEE Light/ANEEL da PROPOSTA DE PROJETO Custo do item acessórios (fita isolante, soquetes, parafusos, etc.) 2% do custo total do item material e equipamentos (relativos aos recursos do PEE) A soma dos custos totais com administração própria LIGHT e marketing 5% do custo total da PROPOSTA DE PROJETO Limites de Valores Aplicáveis por Rubrica Custo com treinamento e capacitação 5% do custo total da PROPOSTA DE PROJETO 77
75 Etapas Obrigatórias para Execução do Projeto 78
76 Critérios para CPP PEE ANEEL A) Relação Custo-benefício. 40% A1) RCB proporcional. 30% A2) RCB ordenada. 10% B) Economia de escala. 5% Participação do custo fixo no custo total do projeto. C) Peso do investimento em equipamentos no custo total do projeto. 5% D) Impacto direto na economia de energia e redução de demanda na ponta. 5% E) Qualidade da apresentação do projeto. 10% 79
77 Critérios para CPP PEE ANEEL F) Capacidade para superar barreiras de mercado e efeito multiplicador. 3% G) Experiência em projetos semelhantes. 10% H) Contrapartida. 10% Participação do PEE no investimento total do projeto. I) Diversidade de usos finais. 7% J) Ações educacionais (treinamento e capacitação). 5% 80
78 1 2 3 Pontos de Destaque da CPP As micro e pequenas empresas terão o benefício de redução de 20% do seu saldo devedor decorrente do investimento nos projetos de eficiência energética. Como a seleção dos projetos se fará por meio de critérios de qualidade e preço, quanto maior a contrapartida oferecida, maiores as chances de seleção do projeto. Há a possibilidade de projetos que contemplam inserção de fontes incentivadas, em conjunto com ações de eficiência energética no uso final. 81
79 Primeira Fase: Pré-Diagnóstico Energético Publicação do Edital da CHAMADA PÚBLICA DE PROJETOS Até (17h00) Período para solicitação de esclarecimentos Início do recebimento dos PROJETOS E PRÉ- DIAGNÓSTICOS Até (17h00) Prazo limite para o recebimento dos PROJETOS E PRÉ-DIAGNÓSTICOS Fim da CHAMADA PÚBLICA Início do processo de avaliação dos projetos com base nos critérios definidos na CHAMADA PÚBLICA Divulgação da pontuação e qualificação dos PROJETOS 82
80 Segunda Fase: Diagnóstico Energético Divulgação dos projetos qualificados na primeira fase Início do período para a interposição de recursos Até (17h00) Fim do prazo limite para a interposição de recursos Divulgação dos resultados da interposição de recursos Início do recebimento dos DIAGNÓSTICOS ENERGÉTICOS Até (17h00) Prazo limite para o recebimento dos DIAGNÓSTICOS ENERGÉTICOS Divulgação dos projetos qualificados na segunda fase - DIAGNÓSTICO ENERGÉTICO 83
81 Linhas de Financiamento para EE 84
82 Linhas de Financiamento para EE BNDES PROESCO tem como foco de atuação: iluminação, motores, otimização de processos, bombeamento, ar condicionado e ventilação, refrigeração e resfriamento, produção e distribuição de vapor, aquecimento, automação e controle, distribuição de energia e gerenciamento energético. FINEM - financia projetos de implantação, expansão e modernização, incluída a aquisição de máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional, bem como a importação de maquinários. FINEP O FUNDO SETORIAL DE ENERGIA (CTENERG) destina-se a financiar programas e projetos na área de energia, especialmente na área de eficiência energética para uso final. BANCOS PÚBLICOS E PRIVADOS O BANCO DO BRASIL dispõe de um programa específico para estimular a realização de negócios com empresas que forneçam, desenvolvam ou necessitem de produtos e serviços voltados para a racionalização e a otimização do uso de energia. SANTANDER CDC EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE EQUIPAMENTOS financia a compra de equipamentos e serviços que utilizem energias renováveis ou energias convencionais de forma eficiente. CAIXA ECOEFICIÊNCIA EMPRESARIAL - financiamento para aquisição de máquinas e equipamentos que reduzam a geração de resíduos e emissões, bem como aumentem a eficiência no uso de matérias-primas e insumos, em especial, água e energia. AGERIO ECOEFICIÊNCIA apoia investimentos em micro e pequenas empresas do estado do RJ que promovam a eficiência energética, a redução de impactos ambientais e que incluem a sustentabilidade no processo de produção. 85
83 Alternativa inovadora de conversão fotovoltaica em comunidades Obrigado! José Eduardo Rocha 86
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