Cooperação Policial e Segurança
|
|
|
- Maria Laura Figueiredo Paranhos
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Cooperação Policial e Segurança A cooperação entre os serviços policiais e as autoridades aduaneiras dos Estados-membros, foi inserido pela primeira vez no Tratado de Maastricht de O seu artigo K mencionava a cooperação aduaneira e policial entre as questões de interesse comum ( ) para a realização dos objectivos da União. O Tratado da União Europeia, com a redação que lhe foi dada pelo Tratado de Amesterdão, entrado em vigor em 1 de maio de 1999, alargou as possibilidades de cooperação no domínio da Justiça e dos Assuntos Internos. O Tratado UE especificou os objectivos e as ações a desenvolver no domínio da cooperação policial e aduaneira. Além disso, reforçou o quadro institucional e desenvolveu o processo de decisão neste domínio. O Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia (Tratado de Lisboa) veio facilitar a ação a nível europeu através da utilização, em quase todas as circunstâncias, do «método comunitário», ou seja da tomada de decisão por maioria qualificada com base em propostas da Comissão, com uma maior participação do Parlamento Europeu, um controlo democrático reforçado dos parlamentos nacionais e sob a fiscalização do Tribunal de Justiça. Com grande relevância para a cooperação policial não pode deixar de referir-se a previsão de um novo comité, o Comité Permanente para a Cooperação Operacional em matéria de Segurança Interna. Atualmente, as obrigações jurídicas e os compromissos políticos específicos à cooperação policial e aduaneira em matéria penal na UE são enunciados no Tratado de Lisboa, na Convenção de Aplicação do Acordo de Schengen e nas conclusões do Conselho Europeu de Estocolmo de O Tratado de Lisboa e a cooperação policial O artigo 67. do Tratado de Lisboa estabelece que "A União envida esforços para garantir um elevado nível de segurança, através de medidas de prevenção da criminalidade, do racismo e da xenofobia e de combate contra estes fenómenos, através de medidas de coordenação e de cooperação entre autoridades policiais e judiciárias e outras autoridades competentes ( ). Este objetivo será atingido prevenindo e combatendo a criminalidade, organizada ou não, através de, nomeadamente, uma cooperação mais estreita entre forças policiais, autoridades aduaneiras e outras autoridades competentes nos Estados-membros, tanto diretamente como através da Europol. O artigo 87.º estabelece que a União desenvolve uma cooperação policial que associa todas as autoridades competentes dos Estados-membros, incluindo os serviços de polícia, das alfândegas e outros serviços responsáveis pela aplicação da lei especializados nos domínios da prevenção ou detecção de infracções penais e das investigações nessa matéria ( ). Para o efeito podem ser adotadas medidas sobre: - Recolha, armazenamento, tratamento, análise e intercâmbio de informações pertinentes; - Apoio à formação de pessoal, bem como em matéria de cooperação relativa ao intercâmbio de pessoal, ao equipamento e à investigação em criminalística; e - Técnicas comuns de investigação relativas à deteção de formas graves de criminalidade organizada.
2 O Tratado prevê, igualmente, a possibilidade de as autoridades policiais dos Estados-membros poderem intervir no território de outro Estado-membro, em articulação e de acordo com as autoridades desse Estado. Para além dos artigos 67 e 87 do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, estão previstas outras obrigações que resultam da integração da Convenção de Aplicação do Acordo Schengen (CAAS), de 1990, no quadro jurídico-institucional da UE (por via do Tratado de Amesterdão). Esta Convenção prevê a supressão dos controlos nas fronteiras entre Estados-membros (fronteiras internas do Espaço Schengen), com o reforço simultâneo das medidas de controlo nas fronteiras externas comuns. Obrigações novas no domínio da cooperação policial foram introduzidas, para compensar eventuais lacunas a nível da segurança suscetíveis de resultar da supressão dos controlos nas fronteiras internas. Para além destas obrigações jurídicas, outros documentos importantes compreendem o compromisso, assumido ao mais alto nível político, de realizar progressos concretos em matéria de cooperação policial: as conclusões do Conselho Europeu de Estocolmo de 2009 e a Estratégia da Segurança Interna da União Europeia - "Rumo a um modelo europeu de segurança". Vertente policial na cooperação Schengen O Tratado de Amesterdão de 1997 integrou a Convenção de Aplicação do Acordo de Schengen (CAAS), de 1990, no âmbito da União Europeia. Schengen tinha por objetivo a supressão dos controlos nas fronteiras comuns no que diz respeito à circulação das pessoas. A cooperação policial era considerada uma das medidas complementares de protecção da segurança interna. A Convenção impõe um determinado número de obrigações aos Estados-membros em matéria de cooperação policial nas suas fronteiras internas comuns, nas fronteiras externas (fronteiras terrestres, aeroportos internacionais, fronteiras marítimas) e no interior do Espaço Schengen em geral, a fim de compensar eventuais deficiências de segurança resultantes da supressão dos controlos nas fronteiras internas. Neste contexto, Schengen reveste uma importância fundamental, pois constitui um sustentáculo deste Espaço, proporcionando a livre circulação e prevendo, paralelamente, um mínimo de medidas necessárias para compensar os défices de segurança, garantindo que o sistema judiciário possa enfrentar as consequências desta mobilidade acrescida. A Convenção de Aplicação do Acordo Schengen estabelece, assim, o quadro legislativo para a supressão dos controlos nas fronteiras internas, a introdução de controlos nas fronteiras externas com base em normas comuns, e as correspondentes regras de aplicação obrigatórias tendo em vista intensificar a cooperação dos serviços responsáveis pela aplicação da lei. As obrigações criadas pela Convenção, seguidamente descritas, são das mais importantes em matéria de cooperação policial:
3 O artigo 39 estabelece que os Estados-membros comprometem-se a que os serviços de polícia se prestem assistência para efeitos da prevenção e da investigação de factos puníveis. Os pedidos de assistência podem ser trocados entre órgãos centrais encarregados da cooperação policial, salvo se a urgência do caso justificar que os pedidos sejam trocados diretamente entre autoridades policiais competentes. O n. 2 do artigo 39. da Convenção de Schengen prevê que as informações só podem ser utilizadas pelo Estado-membro requerente para efeitos de obtenção de prova em procedimento penal com o consentimento das autoridades judiciárias competentes do Estado-membro requerido. Este artigo, conjugado com o artigo 46, constitui a base para numerosos acordos bilaterais entre os Estados Schengen. Os acordos mais completos são os que instauraram estruturas de intercâmbio de informações e uma cooperação permanentes, sob a forma de comissariados comuns de polícia e de centros de cooperação policial e aduaneira (CCPA) nas fronteiras internas. O artigo 44 compreende a obrigação a curto prazo, bem como o compromisso, a longo prazo, de melhorar as redes de comunicação, em especial nas zonas fronteiriças. As radiocomunicações diretas são especialmente destinadas às operações transfronteiriças. Nos outros casos, o intercâmbio de informações a título dos artigos 39 ou 46 da Convenção de Schengen e, com maior frequência, a comunicação direta (via rádio) com o comissariado comum de polícia ou o centro de cooperação policial e aduaneira, é normalmente suficiente para cobrir as necessidades de comunicação. Para além da interoperabilidade dos sistemas de comunicação, o intercâmbio de números de telefone e de bandas de frequência, bem como o conhecimento da língua do outro Estado-membro, são igualmente necessários a uma comunicação eficaz. O artigo 45 estabelece que os Estados-membros comprometem-se a tomar as medidas necessárias" para garantir que os estrangeiros preencham e assinem os boletins de alojamento dos estabelecimentos hoteleiros e comprovem a sua identidade mediante a apresentação de um documento de identidade válido, bem como que estes boletins sejam conservados pelas autoridades competentes ou a estas enviados. Estas informações podem ser importantes para a polícia, como o testemunham os resultados positivos no âmbito da luta contra o terrorismo. Os dados objeto de intercâmbio devem ser protegidos em conformidade com o artigo 129., bem como com os artigos 126. e 127. da Convenção de Aplicação do Acordo de Schengen, que impõem, nomeadamente, o respeito obrigatório da Recomendação n R(87)15 de 17 de Setembro de 1987 do Comité de Ministros do Conselho da Europa, visando regulamentar a utilização dos dados pessoais no sector da polícia. Para além das obrigações acima mencionadas, a Convenção instituiu instrumentos de cooperação ou normas de habilitação que facilitam o cumprimento dos seus objetivos: o primeiro instrumento diz respeito à vigilância discreta de um suspeito (artigo 40. ); e o segundo, o caso em que uma pessoa é apanhada em flagrante delito e escapa à prisão atravessando as fronteiras internacionais (a perseguição na aceção dos artigos 41. a 43. ). Sendo esta autorização de intervenção fora do território nacional considerada uma exceção, preveem-se garantias jurídicas e limitações.
4 O artigo 46 da Convenção de Schengen confere às autoridades policiais o direito de comunicar informações que se possam revelar importantes com vista à prevenção de crimes ou à prevenção de ameaças para a ordem e segurança públicas com outro Estado-membro por sua própria iniciativa e sem que tal lhe seja solicitado. Um meio eficaz de obter e proceder ao intercâmbio de informações consiste no destacamento de oficiais de ligação, referido no artigo 47.. Os artigos relativos ao Sistema de Informação de Schengen (SIS) instauram a obrigação de criar e manter um sistema de informação comum, descrevendo as medidas a tomar no caso de uma identificação positiva efetuada com base nos artigos 95. a 100. da CAAS e definem o regime de proteção dos dados. Estes artigos dão a possibilidade de integrar e de procurar determinados dados, segundo as condições especificadas nos referidos artigos 95. a A ligação entre o Estado-membro que integra os dados no SIS e os agentes que identificam uma pessoa procurada ou um objeto é assegurada pelos Gabinetes SIRENE de cada Estado-membro. Na maioria dos Estados-Membros, o sistema SIRENE é igualmente o órgão central mencionado nos artigos 39. e 46.. O SIS tem correspondido às elevadas expectativas dos serviços responsáveis pela aplicação da lei e prepara-se actualmente para uma evolução determinante (SIS II) que proporcionará mais funcionalidades. A longo prazo, funções mais sofisticadas poderão gradualmente transformá-lo numa ferramenta susceptível de outras utilizações, a fim de melhor corresponder às realidades associadas à gestão partilhada de um espaço de segurança comum. As informações relativas ao acervo de Schengen, de grande utilidade prática para a cooperação transfronteiriça, antes coligidas no Manual Schengen de Cooperação Transfronteiriça, encontram-se agora no Manual de Operações Policiais Transfronteiriças. Comité Permanente para a Cooperação Operacional em matéria de Segurança Interna (COSI) O Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia (TFUE) prevê no seu artigo 71.º a criação de um Comité Permanente com o objetivo de assegurar na União a promoção e o reforço da cooperação operacional em matéria de segurança interna. Este Comité Permanente, ainda por força do mesmo artigo, deve fomentar a coordenação da ação das autoridades competentes dos Estados-membros. Os representantes dos órgãos e organismos pertinentes da União podem, nos termos do Tratado, ser associados aos trabalhos do Comité. O Parlamento Europeu e os Parlamentos nacionais são periodicamente informados desses trabalhos. O COSI viria a ser criado pela Decisão do Conselho 2010/131 de 25 de fevereiro de Esta Decisão do Conselho, estabelece os seus objetivos e fixa algumas regras de funcionamento. As funções primordiais do COSI:
5 - Facilitar e assegurar uma cooperação operacional e coordenação eficazes ao abrigo do Título V da Parte III do TFUE (Espaço de Liberdade, Segurança e Justiça): cooperação policial e aduaneira, entre as autoridades responsáveis pelo controlo e proteção das fronteiras externas e cooperação judiciária em matéria penal nos casos pertinentes para a cooperação operacional no domínio da segurança interna, bem como, a cooperação no combate ao terrorismo. - Avaliar a direção e a eficiência da cooperação operacional; - Recomendar medidas ao Conselho; e - Desenvolver, monitorizar e implementar a Estratégia Europeia de Segurança Interna. O COSI não está associado à condução das operações, tarefa esta que continuará a incumbir aos Estados-membros nem, tão-pouco, participa na preparação de atos legislativos. Troca de Informações Policiais Dois instrumentos jurídicos constituem os marcos em matéria de troca de informações policiais: - Decisão-Quadro 2006/960/JAI do Conselho, de 18 de dezembro de 2006, relativa à simplificação do intercâmbio de dados e informações entre as autoridades de aplicação da lei dos Estados-membros da União Europeia. Foi adotada na sequência dos atentados de Madrid, tendo instaurado um novo regime jurídico que permite melhorar a transmissão das informações, por exemplo, estabelecendo um prazo de resposta a respeitar pela autoridade competente de aplicação da lei requerida para dar a sua resposta. - Decisão 2008/615/JAI do Conselho, de 23 de junho de 2008 («Decisão Prüm»), relativa ao aprofundamento da cooperação transfronteiras, em particular no domínio da luta contra o terrorismo e a criminalidade transfronteiras. Esta segunda decisão tem como objetivo intensificar a cooperação policial ou judicial transfronteiriça entre Estados-membros em matéria penal, com especial enfoque para a melhoria do intercâmbio de informação entre as autoridades encarregadas da prevenção e investigação criminais. A Decisão é composta por disposições relativas, nomeadamente, ao acesso a ficheiros automatizados de análise de dados ADN, sistemas automatizados de identificação dactiloscópica, a dados de registo de matrícula de veículos nacionais, à troca de dados relativos a grandes acontecimentos e informação destinada a evitar atos terroristas e a outras medidas para reforçar a cooperação policial transfronteiriça. Cooperação entre unidades especiais de intervenção A referida Decisão 2008/615/JAI do Conselho, de 23 de junho de 2008, relativa ao aprofundamento da cooperação transfronteiras, em particular no domínio da luta contra o terrorismo e da criminalidade transfronteiras («Decisão Prüm»), em especial o artigo 18.º, regula as formas de assistência policial
6 entre Estados-membros por ocasião de manifestações de massa e outros eventos de grande envergadura e de catástrofes e acidentes graves. A Decisão 2008/617/JAI do Conselho de 23 de junho de 2008 relativa à melhoria da cooperação entre as unidades especiais de intervenção dos Estados-membros da União Europeia em situações de crise não abrange manifestações de massa, as catástrofes (naturais) nem os acidentes graves na acepção do artigo 18.º da Decisão Prüm, mas completa esta Decisão ao prever formas de assistência policial entre Estados-membros por meio de unidades especiais de intervenção noutras situações, ou seja, em situações de crise provocadas pela ação humana que representem uma ameaça física grave e directa para pessoas, bens patrimoniais, infraestruturas ou instituições, nomeadamente a tomada de reféns, o desvio de aviões e atos semelhantes. Esta Decisão 2008/617 estabelece, assim, as regras e condições gerais que permitem às unidades especiais de intervenção de um Estado-membro prestar assistência e/ou actuar no território de outro Estado-membro, a pedido deste último, e caso aquelas unidades tenham aceite intervir para fazer face a uma situação de crise. Proteção de personalidades O número crescente de deslocações efetuadas por personalidades na União Europeia levou o Conselho a adotar a Decisão 2002/956/JAI relativa à criação de uma Rede Europeia de Proteção de Personalidades Oficiais que constitui o meio oficial de comunicação e consulta entre autoridades nacionais. Esta Decisão foi alterada pela Decisão 2009/796/JAI do Conselho de 4 de junho de Segurança nos jogos de futebol Especialmente no intuito de prevenir e combater a violência relacionada com o futebol, o intercâmbio de informações assume uma importância crucial ao contribuir para que os serviços de polícia e as autoridades competentes dos Estados-membros se preparem adequadamente para reagir de maneira apropriada. Para proceder ao intercâmbio de informações relacionadas com os eventos futebolísticos e atendendo à necessidade de uma cooperação policial internacional por ocasião de jogos de futebol com dimensão internacional, o Conselho adotou a Decisão 2007/412/JAI do Conselho, de 12 de junho de 2007, que altera a Decisão 2002/348/JAI, relativa à segurança por ocasião de jogos de futebol com dimensão internacional, onde se prevê a criação, em cada Estado-membro, de um ponto nacional permanente de informações policiais sobre futebol.
7 O acesso ao Sistema de Informação sobre Vistos para fins policiais A Decisão 2004/512/CE do Conselho, de 8 de junho de 2004, que estabelece o Sistema de Informação sobre Vistos (VIS), criou o VIS, um sistema de intercâmbio de dados sobre vistos entre Estadosmembros. A criação do VIS representa uma das iniciativas fundamentais das políticas da União Europeia destinadas a criar um espaço de liberdade, de segurança e de justiça. O VIS deverá ter por objetivo melhorar a aplicação da política comum de vistos e contribuir para reforçar a segurança interna e a luta contra o terrorismo em condições claramente definidas e controladas. A União Europeia reconheceu, porém, que em matéria de luta contra o terrorismo, e outras infrações graves, é essencial que os serviços competentes disponham das mais completas e atualizadas informações nos seus respectivos domínios. Os serviços nacionais competentes dos Estados-membros necessitam de informações para poderem desempenhar as suas funções. Assim, por considerar que as informações incluídas no VIS podem ser necessárias para efeitos de prevenção e luta contra o terrorismo e formas graves de criminalidade, devendo, por conseguinte, estar disponíveis, sob reserva de determinadas condições, para poderem ser consultadas pelas autoridades designadas, o Conselho adotou a Decisão 2008/633/JAI, de 23 de junho de 2008, relativa ao acesso para consulta ao Sistema de Informação sobre Vistos (VIS) por parte das autoridades designadas dos Estados-Membros e por parte da Europol para efeitos de prevenção, deteção e investigação de infrações terroristas e outras infrações penais graves. Europol A Europol, Serviço Europeu de Polícia, é a agência da União Europeia, responsável pela execução da lei, que presta apoio aos órgãos de polícia dos Estados-membros da União Europeia na sua luta contra todas as formas graves de criminalidade e terrorismo internacional. Uma vez que os agentes da Europol não têm qualquer poder direto de interpelação, a sua missão consiste em prestar apoio aos colegas responsáveis pela execução da lei na recolha, análise e divulgação de informações e de coordenação das operações. Os peritos e analistas da Europol integram as equipas de investigação conjuntas com o intuito de ajudar a resolver os casos de polícia nos Estados-membros da UE. O pessoal da Europol é proveniente de vários tipos de órgãos policiais, nomeadamente a polícia tradicional, a polícia de fronteiras, e os serviços aduaneiros e de segurança. Esta abordagem multiagências ajuda a colmatar as lacunas em matéria de informação e a minimizar o espaço de atuação dos criminais. De forma a proporcionar aos órgãos de polícia dos Estados-membros um conhecimento mais profundo dos problemas criminais com os quais são confrontados, a Europol elabora regularmente avaliações que fornecem análises exaustivas e previsíveis em matéria de criminalidade e terrorismo na União Europeia.
8 A Avaliação da Ameaça da Criminalidade Organizada na União Europeia (OCTA) identifica e avalia as ameaças emergentes. A OCTA descreve a estrutura dos grupos de criminalidade organizada e a sua forma de atuação, bem como os principais tipos de crime que afetam a União Europeia. CEPOL A Academia Europeia de Polícia (CEPOL), criada pela Decisão 2000/820/JAI do Conselho, é constituída em rede, agrupando os institutos nacionais de formação de altos funcionários dos serviços de polícia dos Estados-membros, que para o efeito devem manter uma estreita cooperação. A sua função consiste em executar os programas e as iniciativas decididas pelo Conselho de Administração que é constituído pelos diretores dos institutos nacionais de formação de altos funcionários dos serviços de polícia. Objetivos: - Aprofundar o conhecimento mútuo dos sistemas e estruturas nacionais de polícia dos outros Estados- Membros, da Europol e da cooperação policial transfronteiras na União Europeia; - Melhorar o conhecimento dos instrumentos internacionais, nomeadamente dos que já existem a nível da União Europeia em matéria de cooperação na luta contra a criminalidade; - Assegurar uma formação adequada quanto ao respeito das garantias democráticas, designadamente dos direitos da defesa; e - Favorecer a cooperação entre a AEP e os demais institutos de formação policial; Para cumprir os objetivos, a CEPOL pode realizar, nomeadamente, as seguintes ações: - Realizar sessões de formação, com base em normas comuns, para altos funcionários dos serviços de polícia; - Participar na elaboração dos programas harmonizados de formação de agentes de patente intermédia, de agentes operacionais de patente intermédia e de agentes operacionais, sobre a cooperação transfronteiriça entre as forças policiais na Europa e contribuir para a elaboração dos programas adequados de formação avançada, bem como desenvolver e assegurar a formação de formadores; - Prestar uma formação especializada a agentes de polícia com postos-chave na luta contra a criminalidade transfronteiriça, dando especial atenção à criminalidade organizada; - Divulgar as melhores práticas e os resultados da investigação; - Desenvolver e assegurar uma formação destinada a preparar as forças policiais dos Estados-membros da União Europeia para a sua participação na gestão não militar de crises;
9 - Desenvolver e assegurar a formação de autoridades policiais dos países candidatos, nomeadamente a formação de agentes de polícia com postos-chave; - Facilitar o intercâmbio e destacamentos pertinentes de agentes de polícia no quadro da formação; - Criar uma rede eletrónica destinada a prestar apoio à CEPOL no desempenho das suas funções, assegurando que sejam tomadas as medidas de segurança necessárias; e - Permitir aos agentes de polícia de alto nível dos Estados-membros a aquisição de conhecimentos linguísticos adequados. Em 2005 a Decisão 2000/820/JAI foi alterada pela Decisão 2005/681/JAI do Conselho. O propósito prendeu-se com a necessidade de introduzir um certo número de alterações técnicas, por forma colocar a estrutura da CEPOL em conformidade com os procedimentos a seguir no quadro do orçamento geral da União Europeia, do Estatuto dos Funcionários das Comunidades Europeias e do regime aplicável aos outros agentes das Comunidades Europeias. As alterações técnicas incluíram igualmente alterações às disposições relativas às relações com os países terceiros, ao funcionamento do Conselho de Administração, às funções do diretor, ao pessoal do Secretariado, aos requisitos financeiros, ao acesso aos documentos e à avaliação. Em 27 de março de 2013, a Comissão apresentou uma nova proposta de regulamento que atualiza o quadro jurídico da Europol, que após pronúncia do Parlamento Europeu e do Conselho decidiram não fundir a CEPOL com a Europol. Em vez disso, em 15 de maio de 2014, foi adotado um regulamento (proposto pelos Estados-membros nos termos do artigo 76.º do TFUE e baseado no artigo 87.º, n.º 2, alínea b), do TFUE) que transferiu a sede da CEPOL, como uma agência independente, para Budapeste na Hungria. O objetivo geral da proposta de regulamento pretende, pois, melhorar a segurança da UE através da aplicação, pela CEPOL, de uma nova abordagem da UE em matéria de formação para agentes das autoridades com funções coercivas, em consonância com a evolução das prioridades para a cooperação operacional policial. A nova abordagem em matéria de formação está prevista no programa europeu de formação policial (LETS), que visa dotar os agentes das autoridades com funções coercivas de todas as patentes, com os conhecimentos e competências necessários para prevenir e combater eficazmente a criminalidade transnacional através de uma cooperação eficiente com os seus parceiros de outros Estados-membros, agências UE, países terceiros e organizações internacionais.
Sistema de Informação Schengen - acesso pelos serviços de emissão de certificados de matrícula dos veículos ***II
P6_TA(2005)044 Sistema de Informação Schengen - acesso pelos serviços de emissão de certificados de matrícula dos veículos ***II Resolução legislativa do Parlamento Europeu referente à posição comum adoptada
em nada nem constitui um aviso de qualquer posição da Comissão sobre as questões em causa.
DOCUMENTO DE CONSULTA: COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EUROPEIA SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA (2011-2014) 1 Direitos da Criança Em conformidade com o artigo 3.º do Tratado da União Europeia, a União promoverá os
(Atos não legislativos) REGULAMENTOS
L 115/12 Jornal Oficial da União Europeia 27.4.2012 II (Atos não legislativos) REGULAMENTOS REGULAMENTO DELEGADO (UE) N. o 363/2012 DA COMISSÃO de 23 de fevereiro de 2012 respeitante às normas processuais
Instrumento que cria uma Rede de Cooperação Jurídica e Judiciária Internacional dos Países de Língua Portuguesa
Instrumento que cria uma Rede de Cooperação Jurídica e Judiciária Internacional dos Países de Língua Portuguesa TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Criação 1. A Conferência dos Ministros da Justiça
PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 121/XII/1.ª
PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 121/XII/1.ª Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera o Regulamento (CE) n.º 562/2006 para estabelecer regras comuns sobre a reintrodução temporária
L 68/44 Jornal Oficial da União Europeia 15.3.2005. (Actos adoptados em aplicação do título VI do Tratado da União Europeia)
L 68/44 Jornal Oficial da União Europeia 15.3.2005 (Actos adoptados em aplicação do título VI do Tratado da União Europeia) DECISÃO 2005/211/JAI DO CONSELHO de 24 de Fevereiro de 2005 relativa à introdução
L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010
L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010 Projecto DECISÃO N. o / DO CONSELHO DE ASSOCIAÇÃO instituído pelo Acordo Euro-Mediterrânico que cria uma associação entre as Comunidades Europeias e
AUTORIZA O GOVERNO A ALTERAR A ESTRUTURA ORGÂNICA E AS ATRIBUIÇÕES DO SERVIÇO DE ESTRANGEIROS E FRONTEIRAS, REVOGANDO O DECRETO-LEI N
DECRETO N.º 36/VIII AUTORIZA O GOVERNO A ALTERAR A ESTRUTURA ORGÂNICA E AS ATRIBUIÇÕES DO SERVIÇO DE ESTRANGEIROS E FRONTEIRAS, REVOGANDO O DECRETO-LEI N.º 440/86, DE 31 DE DEZEMBRO, ESPECIALMENTE PARA
Diretiva (UE) 2016/97 do Parlamento Europeu e do Conselho de 20 de janeiro de 2016 sobre a distribuição de seguros (reformulação) ( 1 )...
Jornal Oficial da União Europeia L 26 Edição em língua portuguesa Legislação 59. o ano 2 de fevereiro de 2016 Índice I Atos legislativos REGULAMENTOS Regulamento (UE) 2016/93 do Parlamento Europeu e do
CARTA DE AUDITORIA INTERNA GABINETE DE AUDITORIA INTERNA (GAI)
CARTA DE AUDITORIA INTERNA GABINETE DE AUDITORIA INTERNA (GAI) «Para um serviço de excelência» 2015 1. OBJETIVO Pelo Despacho n.º 9/2014, de 21 de novembro, do Diretor-Geral da Administração da Justiça
PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020. DESCRIÇÃO DA MEDIDA Versão:1 Data:28/10/2013
PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020 DESCRIÇÃO DA MEDIDA Versão:1 Data:28/10/2013 REDE RURAL NACIONAL NOTA INTRODUTÓRIA O desenvolvimento das fichas de medida/ação está condicionado, nomeadamente,
Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO
COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30.8.2011 COM(2011) 516 final 2011/0223 (COD) Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera o Regulamento (CE) n.º 810/2009, de 13 de Julho de 2009,
Guia prático. Rede Judiciária Europeia em matéria civil e comercial
Utilização da videoconferência para obtenção de provas em matéria civil e comercial, ao abrigo do Regulamento (CE) n.º 1206/2001 do Conselho, de 28 de Maio de 2001 Guia prático Rede Judiciária Europeia
Lei n.º 133/99 de 28 de Agosto
Mediação Familiar Lei n.º 133/99 de 28 de Agosto Altera a Organização Tutelar de Menores, nomeadamente através da introdução de novos artigos de que destacamos aquele que se refere à mediação Artigo 147.º
COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO
COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 18.10.2007 COM(2007) 619 final 2007/0216 (COD) Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera o Regulamento (CE) n. 2252/2004 do Conselho
CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 27 de Abril de 2007 (02.05) (OR. en) 9032/07 SCH-EVAL 90 SIRIS 79 COMIX 427
CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 27 de Abril de 2007 (02.05) (OR. en) 9032/07 SCH-EVAL 90 SIRIS 79 COMIX 427 NOTA de: para: Assunto: Presidência Grupo de Avaliação de Schengen Projecto de decisão do
O Ministério da Justiça da República Portuguesa e o Ministério da Justiça da República democrática de Timor - Leste:
Protocolo de Cooperação Relativo ao Desenvolvimento do Centro de Formação do Ministério da Justiça de Timor-Leste entre os Ministérios da Justiça da República Democrática de Timor-Leste e da República
C 326/266 Jornal Oficial da União Europeia 26.10.2012. PROTOCOLO (N. o 7) RELATIVO AOS PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES DA UNIÃO EUROPEIA CAPÍTULO I
C 326/266 Jornal Oficial da União Europeia 26.10.2012 PROTOCOLO (N. o 7) RELATIVO AOS PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES DA UNIÃO EUROPEIA AS ALTAS PARTES CONTRATANTES, CONSIDERANDO que, nos termos do artigo 343.
NEGOCIAÇÕES DE ADESÃO DA BULGÁRIA E DA ROMÉNIA À UNIÃO EUROPEIA
NEGOCIAÇÕES DE ADESÃO DA BULGÁRIA E DA ROMÉNIA À UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 31 de Março de 2005 (OR. en) AA 15/2/05 REV 2 TRATADO DE ADESÃO: ACTO DE ADESÃO, ANEXO II PROJECTO DE ACTOS LEGISLATIVOS E OUTROS
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS PARECER JOIN(2012}39 a Proposta Conjunta de DECISÃO DO CONSELHO relativa às regras de execução pela União da Cláusula de solidariedade 1 ASSEMBLEIA
Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08)
20.12.2011 Jornal Oficial da União Europeia C 372/31 Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08) O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, TENDO EM CONTA
Serviços de Acção Social do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Regulamento de Atribuição de Bolsa de Apoio Social
Serviços de Acção Social do Instituto Politécnico de Viana do Castelo Regulamento de Atribuição de Bolsa de Apoio Social O Conselho de Ação Social do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, atento à
COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO
COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 3.8.2005 COM(2005) 361 final 2005/0147 (COD) Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que revoga a Directiva 90/544/CEE do Conselho relativa
Orientações para o tratamento de dados pessoais com finalidade da propaganda na eleição
Orientações para o tratamento de dados pessoais com finalidade da propaganda na eleição As presentes orientações aplicam-se ao tratamento de dados pessoais pelos candidatos a deputado da Assembleia Legislativa
ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL
ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL Diretor Geral O Diretor Geral supervisiona e coordena o funcionamento das unidades orgânicas do Comité Olímpico de Portugal, assegurando o regular desenvolvimento das suas
Celebrado em Brasília, aos 20 dias do mês de março de 1996, em dois originais, nos idiomas português e alemão, ambos igualmente válidos.
ACORDO-QUADRO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERAL DA ALEMANHA SOBRE COOPERAÇÃO EM PESQUISA CIENTÍFICA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO O Governo da República
CAPÍTULO I- Recomendação da Comissão aos mediadores de seguros REQUISITOS PROFISSIONAIS E REGISTO DOS MEDIADORES DE SEGUROS
ÍNDICE CAPÍTULO I- Recomendação da Comissão aos mediadores de seguros ANEXO REQUISITOS PROFISSIONAIS E REGISTO DOS MEDIADORES DE SEGUROS Artigo 1º.- Definições Artigo 2º.- Âmbito de aplicação Artigo 3º.-
circular ifdr Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública SÍNTESE: ÍNDICE
N.º 01/2008 Data: 2008/07/16 Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública Elaborada por: Núcleo de Apoio Jurídico e Contencioso e Unidade de Certificação SÍNTESE: A
Proposta de DIRETIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO
COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 11.2.2014 COM(2014) 4 final 2014/0033 (COD) Proposta de DIRETIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera as Diretivas 89/608/CEE, 90/425/CEE e 91/496/CEE no que diz respeito
DIRECTIVA 93/109/CE, 6 DEZEMBRO 1993
DIRECTIVA 93/109/CE, 6 DEZEMBRO 1993 SISTEMA DE EXERCÍCIO DO DIREITO DE VOTO E DE ELEGIBILIDADE NAS ELEIÇÕES PARA O PARLAMENTO EUROPEU DOS CIDADÃOS DA UNIÃO EUROPEIA RESIDENTES NUM ESTADO-MEMBRO DE QUE
PROTEÇÃO DOS DADOS PESSOAIS
PROTEÇÃO DOS DADOS PESSOAIS A proteção dos dados pessoais e o respeito pela vida privada são direitos fundamentais importantes. O Parlamento Europeu insiste na necessidade de alcançar um equilíbrio entre
PLANOS DE CONTINGÊNCIAS
PLANOS DE CONTINGÊNCIAS ARAÚJO GOMES Capitão SC PMSC ARAÚJO GOMES [email protected] PLANO DE CONTINGÊNCIA O planejamento para emergências é complexo por suas características intrínsecas. Como
PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE. PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE)
PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE VERSION FINALE PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE) 1. INTRODUÇÃO As actividades da União
Convenção 187 Convenção sobre o Quadro Promocional para a Segurança e Saúde no Trabalho. A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho,
Convenção 187 Convenção sobre o Quadro Promocional para a Segurança e Saúde no Trabalho A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho, Convocada em Genebra pelo Conselho de Administração
Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção
IP/03/716 Bruxelas, 21 de Maio de 2003 Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção O reforço dos direitos dos accionistas e da protecção dos trabalhadores e
A Importância dos Sistemas de Informação e da partilha de dados para o Controlo Alimentar
A Importância dos Sistemas de Informação e da partilha de dados para o Controlo Alimentar Seminário de Lançamento da Plataforma GRIA Lisboa, 20 de Abril de 2009 Luís Souto Barreiros Introdução O GPP O
JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE REABILITAÇÃO URBANA DE SANTA CATARINA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA
JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE REABILITAÇÃO URBANA DE SANTA CATARINA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA CÂMARA MUNICIPAL DE SINES DEPARTAMENTO DE GESTÃO TERRITORIAL DIVISÃO DE
DECRETO N.º 418/XII. Cria o Inventário Nacional dos Profissionais de Saúde
DECRETO N.º 418/XII Cria o Inventário Nacional dos Profissionais de Saúde A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.º Objeto 1 - A
Segurança e Defesa em Portugal e na Europa
Palestra para a divulgação no Dia de Defesa Nacional sobre Segurança e Defesa em Portugal e na Europa Carlos R. Rodolfo, Calm (Ref.) Presidente da AFCEA Portugal Proferida no MDN em 02 Set 2011 1 AGENDA
ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000
ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário Gestão da Qualidade 2005 1 As Normas da família ISO 9000 ISO 9000 descreve os fundamentos de sistemas de gestão da qualidade e especifica
*** PROJETO DE RECOMENDAÇÃO
PARLAMENTO EUROPEU 2014-2019 Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais 2013/0285(NLE) 5.2.2015 *** PROJETO DE RECOMENDAÇÃO sobre o projeto de decisão do Conselho que autoriza os Estados-Membros a tornarem-se
Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais. Procedimentos
Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais EQUASS Assurance Procedimentos 2008 - European Quality in Social Services (EQUASS) Reservados todos os direitos. É proibida a reprodução total ou parcial
C I R C U L A R D E I N F O R M A Ç Ã O A E R O N Á U T I C A PORTUGAL
C I R C U L A R D E I N F O R M A Ç Ã O A E R O N Á U T I C A PORTUGAL INFORMAÇÃO AERONÁUTICA Aeroporto da Portela / 1749-034 Lisboa Telefone.: 21 842 35 02 / Fax: 21 841 06 12 E-mail: [email protected] Telex:
directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de
Regulamento (CEE) nº 1768/92 do Conselho, de 18 de Junho de 1992, relativo à criação de um certificado complementar de protecção para os medicamentos Jornal Oficial nº L 182 de 02/07/1992 p. 0001-0005
DESPACHO. ASSUNTO: - Regulamento do Gabinete de Apoio ao Estudante e ao Diplomado- GAED
DESPACHO Nº. 17/2015 Data: 2015/05/22 Para conhecimento de: Pessoal docente, discente e não docente ASSUNTO: - Regulamento do Gabinete de Apoio ao Estudante e ao Diplomado- GAED Com o intuito de normalizar
REGULAMENTO DO PROGRAMA ADMINISTRAÇÃO ELETRÓNICA E INTEROPERABILIDADE SEMÂNTICA
REGULAMENTO DO PROGRAMA ADMINISTRAÇÃO ELETRÓNICA E INTEROPERABILIDADE SEMÂNTICA I. Objetivos 1. O Programa tem como objectivo geral contribuir para o desenvolvimento da Administração Eletrónica através
JC 2014 43 27 May 2014. Joint Committee Orientações sobre tratamento de reclamações para os setores dos valores mobiliários (ESMA) e bancário (EBA)
JC 2014 43 27 May 2014 Joint Committee Orientações sobre tratamento de reclamações para os setores dos valores mobiliários (ESMA) e bancário (EBA) 1 Índice Orientações sobre tratamento de reclamações para
SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO
SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO Desde a década de 1980 que a melhoria da segurança e da saúde no trabalho é uma questão importante para a UE. Com a introdução de legislação a nível europeu, foram fixadas
SERVIÇO DE ESTRANGEIROS E FRONTEIRAS
SERVIÇO DE ESTRANGEIROS E FRONTEIRAS O SEF pretende dar execução à política de imigração e asilo de Portugal, de acordo com as disposições da Constituição e da Lei e as orientações do Governo. O Serviço
União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde
União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde Legislação da União Europeia Legislação nacional Jurisprudência TJUE Diretiva 2011/24 Proposta de Lei 206/XII Direitos e deveres
COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS PARECER DA COMISSÃO
COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 22.2.2007 COM(2007)80 final 2004/0048 (COD) PARECER DA COMISSÃO nos termos do n. 2, terceiro parágrafo, alínea c), do artigo 251. do Tratado CE, sobre as alterações
7. PROTOCOLO RELATIVO AOS PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES DA UNIÃO EUROPEIA
16.12.2004 PT Jornal Oficial da União Europeia C 310/261 7. PROTOCOLO RELATIVO AOS PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES DA UNIÃO EUROPEIA AS ALTAS PARTES CONTRATANTES, CONSIDERANDO QUE, ao abrigo do artigo III 434.
Prevenção de Acidentes do Trabalho dos Marítimos
1 CONVENÇÃO N. 134 Prevenção de Acidentes do Trabalho dos Marítimos I Aprovada na 55ª reunião da Conferência Internacional do Trabalho (Genebra 1970), entrou em vigor no plano internacional em 17 de fevereiro
Orientações sobre o tratamento de dados dos documentos de identificação dos titulares de cartão de pagamento por parte das firmas comerciais
Orientações sobre o tratamento de dados dos documentos de identificação dos titulares de cartão de pagamento por parte das firmas comerciais Muitas firmas comerciais de Macau solicitam o fornecimento de
Luxemburgo-Luxemburgo: Serviços de tradução AMI14/AR-RU 2014/S 059-098331. Convite à manifestação de interesse
1/5 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:98331-2014:text:pt:html Luxemburgo-Luxemburgo: Serviços de tradução AMI14/AR-RU 2014/S 059-098331 Convite à manifestação
ESTATUTO DA CIDADANIA DO MERCOSUL PLANO DE AÇÃO
MERCOSUL/CMC/DEC. N 64/10 ESTATUTO DA CIDADANIA DO MERCOSUL PLANO DE AÇÃO TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e a Decisão N 63/10 do Conselho do Mercado Comum. CONSIDERANDO:
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS
Parecer COM(2013)462 Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO relativo a fundos europeus de investimento a longo prazo 1 PARTE I - NOTA INTRODUTÓRIA Nos termos do artigo 7.º da Lei n.º
Tarefas de manutenção críticas
Tarefas de manutenção críticas NPA/CRD 2012-04 RMT.0222 (MDM.020) 10/06/2013 Sumário executivo O presente parecer analisa um problema de segurança relacionado com o risco de ocorrência de erros durante
PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE GESTÃO, INCLUINDO OS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS
PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE GESTÃO, INCLUINDO OS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS I. Compromisso ético A Autarquia da Batalha vincula-se a um Compromisso Ético de assegurar a gestão operacional e
MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS
MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS Objectivo do presente documento O presente documento descreve a actual situação no que se refere ao comércio electrónico e serviços
O Quadro Nacional de Qualificações e a sua articulação com o Quadro Europeu de Qualificações
O Quadro Nacional de Qualificações e a sua articulação com o Quadro Europeu de Qualificações CENFIC 13 de Novembro de 2009 Elsa Caramujo Agência Nacional para a Qualificação 1 Quadro Europeu de Qualificações
ACORDO DE RECIFE ACORDO PARA A APLICAÇÃO DOS CONTROLES INTEGRADOS EM FRONTEIRA ENTRE OS PAÍSES DO MERCOSUL
MERCOSUL/CMC/DEC N 5/93 ACORDO DE RECIFE ACORDO PARA A APLICAÇÃO DOS CONTROLES INTEGRADOS EM FRONTEIRA ENTRE OS PAÍSES DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: o Art. 13 do Tratado de Assunção, o Art. 10 da Decisão
49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL
ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 28 de setembro a 2 de outubro de 2009 CD49.R10 (Port.) ORIGINAL:
Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020
Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Medida 1 INOVAÇÃO Ação 1.1 GRUPOS OPERACIONAIS Enquadramento Regulamentar Artigos do Regulamento (UE) n.º 1305/2013, do Conselho e do Parlamento
ACORDO DE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA DEFESA ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DE ANGOLA
ACORDO DE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA DEFESA ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DE ANGOLA A República Portuguesa e a República de Angola: Animadas pela vontade de estreitar os laços de amizade e de
Câmara Municipal de São Pedro do Sul
Regulamento A elaboração do presente regulamento resulta da necessidade de definir regras e harmonizar os procedimentos relacionados com a duração e organização do tempo de trabalho, conforme impõe o definido
Inventário 2010. I. Introdução
Inventário 2010 I. Introdução Aqui se apresenta o quarto inventário público da AEPD na sua qualidade de consultora a respeito de propostas de legislação e documentos conexos. Devido à publicação do Programa
Perguntas Frequentes sobre o Certificado Sucessório Europeu
Perguntas Frequentes sobre o Certificado Sucessório Europeu 1- O que é o Certificado Sucessório Europeu (CSE)? 2- Que instrumento jurídico criou o CSE? 3- Quem pode pedir o CSE? 4- Um credor pode pedir
C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010
C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010 COMISSÃO ADMINISTRATIVA PARA A COORDENAÇÃO DOS SISTEMAS DE SEGURANÇA SOCIAL Estatutos da Comissão Administrativa para a Coordenação dos Sistemas de Segurança
ESTATUTOS DOS SERVIÇOS DE AÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
ESTATUTOS DOS SERVIÇOS DE AÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE DE LISBOA Artigo 1.º Natureza Os Serviços de Ação Social da Universidade de Lisboa, adiante designados por SASULisboa, são uma pessoa coletiva de direito
EIOPA(BoS(13/164 PT. Orientações relativas ao tratamento de reclamações por mediadores de seguros
EIOPA(BoS(13/164 PT Orientações relativas ao tratamento de reclamações por mediadores de seguros EIOPA WesthafenTower Westhafenplatz 1 60327 Frankfurt Germany Phone: +49 69 951119(20 Fax: +49 69 951119(19
NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952
NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952 Bureau Internacional do Trabalho 1 Ratificação Como são utilizadas as Normas Internacionais do Trabalho?
Saúde Aviso de Abertura de Concurso para Apresentação de Candidaturas S/1/2007
Saúde Aviso de Abertura de Concurso para Apresentação de Candidaturas S/1/2007 Saúde Aviso de Abertura de Concurso para Apresentação de Candidaturas S/1/2007 Nos termos do Regulamento Específico Saúde
MINISTÉRIO DO COMÉRCIO
MINISTÉRIO DO COMÉRCIO REGULAMENTO INTERNO DAS REPRESENTAÇÕES COMERCIAIS DA REPÚBLICA DE ANGOLA NO ESTRANGEIRO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º (Natureza) As representações são órgãos de execução
PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO. entre COMITÉ OLÍMPICO DE PORTUGAL E A FACULDADE DE MOTRICIDADE HUMANA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
Comité Olímpico de Portugal Faculdade de Motricidade Humana PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO entre COMITÉ OLÍMPICO DE PORTUGAL E A FACULDADE DE MOTRICIDADE HUMANA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA 1 Considerando que: PROTOCOLO
