PLANO TRIENAL 2008/2010
|
|
|
- Carlos Eduardo Tavares de Figueiredo
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Tribunal de Contas PLANO TRIENAL 2008/2010 (EXTRACTO) Departamento de Consultadoria e Planeamento LISBOA / 2007
2 ÍNDICE 1 Missão do Tribunal de Contas Valores Visão OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS E LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA
3 1. MISSÃO DO TRIBUNAL DE CONTAS O Tribunal de Contas tem por missão, nos termos da Constituição e da Lei, fiscalizar a legalidade e regularidade das receitas e das despesas públicas, julgar as contas que a lei manda submeter-lhe, dar parecer sobre a Conta Geral do Estado e sobre as das Regiões Autónomas, apreciar a boa gestão financeira e efectivar responsabilidades por infracções financeiras. 2. OS VALORES Os princípios éticos que norteiam a conduta dos Juízes, Dirigentes e Colaboradores do Tribunal são essencialmente os seguintes: - Independência, - Integridade, - Responsabilidade, - Transparência, - Objectividade, - Imparcialidade. 3. VISÃO Identificados os ambientes externo e interno, a VISÃO projectada, ou seja, o que queremos que o Tribunal seja no futuro e como queremos que seja reconhecido, é a seguinte: Ser uma instituição ao serviço dos cidadãos e em que estes confiam, promovendo uma gestão mais eficaz e eficiente dos recursos públicos disponíveis e fomentando uma cultura de integridade, competência, responsabilidade e transparência. 3
4 4. OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS E LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA Estabelecida a visão almejada do Tribunal no futuro, importa definir o que deve ser feito para que a organização cumpra a sua missão e alcance essa visão, ou seja, há que identificar os Objectivos Estratégicos (OE) que traduzem os desafios a ser enfrentados e as Linhas de Orientação Estratégica (LOE) que têm a ver com os caminhos a seguir para os atingir. Os OE, de nível superior e mais geral, são clarificados/detalhados pelas Linhas de Orientação Estratégica (às quais deverão ser agregados indicadores para que se possa avaliar se foram atingidos). Os objectivos estratégicos e as linhas de orientação estratégica associadas são as seguintes: Objectivos Estratégicos e Linhas de Orientação Estratégica Objectivos Estratégicos Linhas de Orientação Estratégica 1.1. Continuar a aperfeiçoar os pareceres sobre a CGE, incluindo a Segurança Social, e sobre as contas das Regiões Autónomas, designadamente em matéria de sustentabilidade das finanças públicas, da articulação entre a Contabilidade Pública e a Contabilidade Nacional; 1.2. Desenvolver acções de controlo com incidência na avaliação do impacto nos défice e endividamento público; 1.3. Aperfeiçoar o acompanhamento da execução orçamental; 1.4. Aperfeiçoar o controlo sobre os sistemas de informação financeira, designadamente sobre a fiabilidade, fidedignidade e integralidade das demonstrações financeiras do sector público, incluindo a avaliação da aplicação dos POC s; 1 Reforçar a qualidade, a actualidade e a eficácia do controlo financeiro técnico e jurisdicional do Tribunal 1.5. Melhorar o acesso directo aos sistemas de informação dos serviços auditados e alargar a prestação de contas por via electrónica; 1.6. Criar as condições para a operacionalização da fiscalização prévia e concomitante em consonância com as alterações introduzidas pela Lei n.º 48/2006, de 29 de Agosto; 1.7. Reforçar os instrumentos de revisão e controlo dos produtos do Tribunal; 1.8. Reforçar a elaboração e harmonização de manuais de procedimentos e instrumentos metodológicos e a correspondente formação; 1.9. Desenvolver e aprofundar a organização e o funcionamento internos do Tribunal e dos seus Serviços de Apoio; Afirmar e projectar a imagem do Tribunal como ISC a nível nacional, comunitário e internacional, nomeadamente nos países de língua portuguesa; Reforçar o acompanhamento do acolhimento das recomendações, mediante a realização de auditorias de seguimento que avaliem as acções correctivas postas em prática e permitam a responsabilização pelo seu não acatamento; Consolidar o aperfeiçoamento dos procedimentos internos na sequência 4
5 das alterações à Lei de Organização e Processo do TC; Elaborar linhas orientadoras, designadamente no domínio dos diferentes regimes de contratação pública aplicáveis às entidades sob jurisdição do Tribunal; Acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos de elaboração, de entre outras, das normas de auditoria financeira e de conformidade pelo Comité de Normas de Auditoria da INTOSAI e a sua adopção pelas ISC Intensificar as acções de controlo nas áreas de maior risco e inovação, incluindo a ambiental; 2 Intensificar o controlo financeiro centrandoo nos grandes fluxos, domínios de maior risco e áreas de inovação da gestão pública, e reforçar a acção pedagógica e a efectivação de responsabilidades financeiras Acompanhar, de forma sistemática, a execução do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN); 2.3. Realizar, com carácter preventivo, relatórios de análise de risco relativamente a grande investimentos públicos; 2.4. Avaliar, através da realização de auditorias orientadas, os processos de fusão, reestruturação e extinção dos serviços; 2.5. Intensificar a auditoria de gestão aos sectores empresariais públicos e avaliar o desempenho das novas Entidades Públicas Empresariais criadas na área dos serviços partilhados, das compras electrónicas e da construção escolar; 2.6. Intensificar o controlo das fundações, das entidades reguladoras e das parcerias público-privadas; 2.7. Intensificar o controlo da receita, designadamente no que respeita ao combate à fraude e evasão fiscais; 2.8. Promover o aumento do grau de acolhimento das recomendações do TC, nomeadamente reforçando a articulação com a AR, com as AL das Regiões Autónomas e com o sistema de controlo interno; 2.9. Aperfeiçoar os mecanismos e os procedimentos conducentes à efectivação de responsabilidades financeiras, nomeadamente potenciando o papel das recomendações e o seu controlo; Aperfeiçoar e intensificar a articulação entre a 1.ª e a 2.ª Secções e Secções Regionais do Tribunal de Contas e o Ministério Público com vista à melhoria na efectivação de responsabilidades financeiras. 3 Promover, de forma sistemática e gradual, a avaliação do impacto das acções de controlo do Tribunal Introduzir mecanismos de programação e avaliação em função do impacto financeiro e outros das acções de controlo e criar os respectivos instrumentos de apoio; 3.2. Desenvolver um processo de medição dos impactos financeiros decorrentes da implementação das recomendações do TC; 3.3. Formar pessoal em medição dos impactos financeiros decorrentes da implementação das recomendações do TC; 3.4. Proceder à avaliação do impacto da acção do Tribunal na opinião pública e nas entidades auditadas. 5
MISSÃO VISÃO VALORES 1/5
A Administração Central do Sistema de Saúde, I.P. (ACSS, IP) é um Instituto Público, criado em 2007, integrado na administração indireta do Estado, dotado de autonomia administrativa, financeira e patrimonial
IV ASSEMBLEIA GERAL DA ORGANIZAÇÃO DAS ISC DA CPLP AS RECOMENDAÇÕES DAS INSTITUIÇÕES SUPERIORES DE CONTROLO E O ACOMPANHAMENTO DO SEU ACATAMENTO
IV ASSEMBLEIA GERAL DA ORGANIZAÇÃO DAS ISC DA CPLP Maputo, 18-22 Julho 2006 AS RECOMENDAÇÕES DAS INSTITUIÇÕES SUPERIORES DE CONTROLO E O ACOMPANHAMENTO DO SEU ACATAMENTO Praia, Junho 2006 AS RECOMENDAÇÕES
Tribunal de Contas. Nota Introdutória
Nota Introdutória NOTA INTRODUTÓRIA O presente Volume, cuja estrutura reflecte o conteúdo genérico previsto no artigo 41.º da Lei n.º 98/97, de 26 de Agosto, contém os resultados das acções de verificação
A EXPERIÊNCIA DE MOÇAMBIQUE EM AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS
A EXPERIÊNCIA DE MOÇAMBIQUE EM AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS COMPETÊNCIA DO TRIBUNAL ADMINISTRATIVO Art. 228 Constituição da República O controlo da legalidade dos actos administrativos e da aplicação das
REGULAMENTO DO CONSELHO DE AUDITORIA DO BANCO CENTRAL DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (BCSTP)
REGULAMENTO DO CONSELHO DE AUDITORIA DO BANCO CENTRAL DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (BCSTP) Considerando a necessidade de se definir políticas, regras e procedimentos para o funcionamento do Conselho de Auditoria
Regulamento Interno e Orgânico da Entidade Reguladora para a Comunicação Social
Regulamento Interno e Orgânico da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Capitulo I Disposições Introdutórias Secção I Natureza e Âmbito de Intervenção Artigo 1º O presente regulamento tem por base
Plano de prevenção de riscos de gestão, incluindo os de corrupção e infrações conexas da Câmara Municipal de Chaves.
Plano de prevenção de riscos de gestão, incluindo os de corrupção e infrações conexas da Câmara Municipal de Chaves. Página 1 de 10 ÍNDICE 1. Enquadramento 2. Estrutura do Plano I. Compromisso Ético II.
O Parecer do Tribunal de Contas sobre a Conta Geral do Estado no Âmbito da Prestação de Contas
Transparência Orçamental e os principais documentos orçamentais na fase de Auditoria das Contas Públicas O Parecer do Tribunal de Contas sobre a Conta Geral do Estado no Âmbito da Prestação de Contas Luanda,
Ministério da Defesa Nacional. Secretaria-Geral do Ministério da Defesa Nacional. Cargo e Titular: Secretário-geral do Ministério da Defesa Nacional
CARTA DE MISSÃO Ministério da Defesa Nacional Secretaria-Geral do Ministério da Defesa Nacional Cargo e Titular: Secretário-geral do Ministério da Defesa Nacional 1. Missão do organismo As atribuições
ARTIGO 1. O artigo 4 do decreto n 23/01, de 12 de Abril passa a ter a seguinte redacção: Artigo 4. (Direcção dos Serviços de Auditoria e Fiscalização)
ARTIGO 1 O artigo 4 do decreto n 23/01, de 12 de Abril passa a ter a seguinte redacção: Artigo 4 (Direcção dos Serviços de Auditoria e Fiscalização) 1. A direcção dos serviços de Auditoria e Fiscalização
CENTRO HOSPITALAR E UNIVERSITÁRIO DE COIMBRA, E.P"+ Código de Ética./t'.l./j L~ Preâmbulo ~ t~ ; C>
~o-jt1 CENTRO HOSPITALAR E UNIVERSITÁRIO DE COIMBRA, E.P"+ Código de Ética./t'.l./j L~ Preâmbulo ~ t~ ; C> o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, E.P.E., adiante designado por CHUC, EPE, criado
Com vista à concretização deste desiderato e à prossecução plena das suas atribuições, a SPMS dispõe das seguintes áreas de intervenção:
Identificação da Empresa A Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, E.P.E. (SPMS) tem a natureza de pessoa coletiva de direito público de natureza empresarial, dotada de personalidade jurídica, autonomia
MS - Gabinete do Ministro - Despacho n.º 6447/2012 Grupo Coordenador de Controlo Interno GCCI
MINISTÉRIO DA SAÚDE Gabinete do Ministro - Despacho n.º 6447/2012 Grupo Coordenador do Sistema de Controlo Interno Integrado do Ministério da Saúde () O Programa do Governo estatui ser fundamental levar
nº de Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTSP) em projeto piloto 1-100,0
QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO - 2014 Ministério da Educação e Ciência Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) MISSÃO: A qualificação de alto nível dos cidadãos, a produção e difusão do
SIADAP LEI N.º 66-B/2007 de 28 de Dezembro
Âmbito de aplicação (art.º 2.º) SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO E DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA SIADAP Âmbito genérico de aplicação: - Administração directa do Estado; - Administração
Objetivos operacionais
QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO - 2016 Ultima Actualização: 2016-06-09 Organismo: Camões, Instituto da Cooperação e da Língua Missão: Propor e executar a política de cooperação portuguesa e coordenar
Carta de Missão. Secretário-Geral Adjunto do Ministério da Defesa Nacional
Carta de Missão Secretário-Geral Adjunto do Ministério da Defesa Nacional CARACTERIZAÇÃO GERAL Ministério: Defesa Nacional Serviço/Organismo: Secretaria-Geral do Ministério da Defesa Nacional Cargo: Secretário-Geral
AVAL DESEMP - INMETRO
AVAL DESEMP - INMETRO 1 Contextualização Societal da Avaliação Globalização Competitividade global Eficiência Qualidade Inovação Redução défices orçamentais Economia Eficiência Complexidade governação
Objetivos operacionais
QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO - 2017 Ultima Actualização: 2017-05-16 Organismo: Camões, Instituto da Cooperação e da Língua Missão: Propor e executar a política de cooperação portuguesa e coordenar
Controlo das Administrações Públicas Novo Paradigma
das Administrações Públicas Novo Paradigma Pressupostos: Reforço da base de acréscimo na nova Lei de Enquadramento Orçamental (LEO) Introdução da adaptação das normas internacionais de contabilidade para
PERFIL DE EXCELÊNCIA ACTIVIDADE PROFISSIONAL DO FORMADOR
PERFIL DE EXCELÊNCIA ACTIVIDADE PROFISSIONAL DO FORMADOR Junho de 2011 Para mais informação consulte o site do Projecto ROQET em www.self-assessment-in-vet.eu Organizações de excelência alcançam e preservam
Caracterização. Serve de base à preparação dos planos, das intervenções e do complemento de programação, nos quais está integrada.
6. AVALIAÇÃO Quadro regulamentar da avaliação do QCAIII De acordo com o Regulamento (CE) n.º 1260/1999 do Conselho, de 21 de Junho de 1999, que estabelece disposições gerais sobre os Fundos estruturais,
PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS
PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 3 2. CARACTERIZAÇÃO DA ENTIDADE 3 3. IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS 5 4. CONTROLO E ACOMPANHAMENTO
e Avaliação de Desempenho com SAS/SPM
Complementaridade e Integração da Gestão e Avaliação de Desempenho com SAS/SPM 28 de Outubro Centro de Congressos de Lisboa Eng. Rui Marques (INA), Dra. Sara Araújo (Maternidade Júlio Dinis) 1 Agenda 1
Identificação da empresa
Identificação da empresa UNIDADE LOCAL DE SAÚDE DO BAIXO ALENTEJO, E.P.E RUA DR. ANTÓNIO FERNANDO COVAS LIMA 7800-309 BEJA PESSOA COLECTIVA Nº. 508754275 Missão A Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo,
ESTATUTO ORGÂNICO DA ACADEMIA PORTUÁRIA DE LUANDA
ESTATUTO ORGÂNICO DA ACADEMIA PORTUÁRIA DE LUANDA LUANDA/2017 Índice Artigo 1.º... 3 (Noção)... 3 Artigo 2.º... 3 (Sede e Âmbito)... 3 Artigo 3.º... 3 (Natureza Jurídica)... 3 Artigo 4.º... 4 (Capital
1. Introdução Avaliação ex-ante como ponto de partida Principais objectivos Avaliação de natureza operacional 3
1. Introdução 2 2. Avaliação ex-ante como ponto de partida 2 3. Principais objectivos 3 3.1. Avaliação de natureza operacional 3 3.2. Avaliação de natureza estratégica 4 4. Implementação 4 4.1. Avaliação
RESOLUÇÃO N o 02/2006, DE 08 DE JUNHO DE Aprova o Regimento da Auditoria-Geral da UFMG, e revoga a Resolução n o 08/85, de 14 de junho de 1985
RESOLUÇÃO N o 02/2006, DE 08 DE JUNHO DE 2006 Aprova o Regimento da Auditoria-Geral da UFMG, e revoga a Resolução n o 08/85, de 14 de junho de 1985 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS
META 2017 Tolerância Valor crítico PESO Mês RESULTADO TAXA REALIZAÇÃO CLASSIFICAÇÃO 80% 80% 80% 10% 100% 20% 90% 90% 90% 0% 100% 50%
ANO: 2017 Ministério da Justiça Direção-Geral da Política de Justiça MISSÃO: A DGPJ tem por missão prestar apoio técnico, acompanhar e monitorizar políticas, organizar e fomentar o recurso aos tribunais
Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa
QUAR - QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO - 28-06- Ministério: Organismo: Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa Missão:
ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA
ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA Este documento visa dar corpo á orgânica dos serviços da Santa Casa, ou seja, definir competências, hierarquias e formas de actuação. Como a Santa Casa da Póvoa de Santo
Anabela Santiago Paulo Diegues Dezembro de 2007
Avaliação do Plano Estratégico dos Resíduos Hospitalares 1999-2005 Anabela Santiago Paulo Diegues Dezembro de 2007 Avaliação do Plano Estratégico dos Resíduos Hospitalares 1999-2005 Plano Estratégico dos
CARTA DE MISSÃO. c) Colaborar na elaboração do Plano Nacional de Saúde e acompanhar a respetiva execução a nível regional;
CARTA DE MISSÃO Ministério da Saúde Serviço/Organismo: Administração Regional de Saúde do Algarve, IP Cargo: Vogal do Conselho Diretivo Período da Comissão de Serviço: Período de 5 anos a contar da data
REGULAMENTO DA COMISSÃO DE GOVERNO DA SOCIEDADE E DE RESPONSABILIDADE CORPORATIVA. Jerónimo Martins SGPS, S.A.
REGULAMENTO DA COMISSÃO DE GOVERNO DA SOCIEDADE E DE RESPONSABILIDADE CORPORATIVA Jerónimo Martins SGPS, S.A. ARTIGO 1.º (Atribuições) 1. A Comissão de Governo da Sociedade e de Responsabilidade Corporativa
ELABORADO VERIFICADO APROVADO
Pág. n.º 1/5 LISTA DE ALTERAÇÕES Descrição da alteração Páginas Edição Data Definição da metodologia de registo da periodicidade de acompanhamento dos objectivos e definição da periodicidade das reuniões
Plano Regional de Saúde Lisboa e
Plano Regional de Saúde Lisboa e Vale do Tejo Um Futuro para as Nossas Crianças Plano Regional de Saúde Lisboa e Vale do Tejo 2010 2012 Rui Portugal Presidente da ARSLVT António Tavares Director do Departamento
Entrevista ao Presidente do Tribunal Administrativo de Moçambique- Juiz- Conselheiro Machatine Paulo Marrengane Munguambe
Entrevista ao Presidente do Tribunal Administrativo de Moçambique- Juiz- Conselheiro Machatine Paulo Marrengane Munguambe Panorâmica e apreciação sobre o ambiente institucional do Tribunal Administrativo,
TERMOS DE REFERÊNCIA. Assistente Técnico Especialista em Finanças Públicas para o Parlamento Nacional de Timor-Leste (média duração)
TERMOS DE REFERÊNCIA POSIÇÃO Assistente Técnico Especialista em Finanças Públicas para o Parlamento Nacional de Timor-Leste (média duração) CATEGORIA Perito PROJETO Programa da UE de Parceria para a Melhoria
1.2- Breves Considerações sobre a Implementação do SISTAFE
I INTRODUÇÃO 1.1 Enquadramento Legal A Constituição da República de Moçambique estabelece, na alínea l) do n.º 2 do artigo 179, que é da exclusiva competência da Assembleia da República deliberar sobre
RELATÓRIO V.E.C. Nº 01/2009 2ª S. PROCESSO Nº 768/2008
RELATÓRIO V.E.C. Nº 01/2009 2ª S. PROCESSO Nº 768/2008 VERIFICAÇÃO EXTERNA DAS CONTAS DO COFRE (SEDE) DO TRIBUNAL DE CONTAS RELATIVAS À GERÊNCIA DE 2008 Lisboa, 2009 Mod. TC 1999.001 ÍNDICE PONTOS INTRODUÇÃO
