Aula 5 - Integridade e Criptografia autenticada. 9 de Maio de 2016
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- Linda Veiga Bugalho
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1 GBC083 Segurança da Informação Aula 5 - Integridade e Criptografia autenticada 9 de Maio de 2016
2 Integridade de mensagens Sigilo vs. Integridade Até agora, preocupados com garantia de sigilo da comunicação E sobre integridade? Garantir que uma mensagem recebida é originada da pessoa certa e que não foi modificada Mesmo se o atacante controla o canal Técnicas padrões de detecção e correção de erros não são suficientes Ferramenta certa é um código de autenticação de mensagens
3 k m,t m, t k m t Mac k (m) Vrfy k (m, t ) = 1 Esquema de autenticação de mensagens
4 k m,t m Garantir a identidade em operações
5 k... preço =10... cookie,t cookie,t k Comunicações em diferentes momentos: a ordem é autêntica
6 Sigilo e integridade Sigilo e integridade são preocupações ortogonais Possível ter um sem o outro Encriptação não provê, em geral, qualquer integridade Relacionado ao problema da maleabilidade
7 Código de autenticação de mensagens Message authentication code (MAC) Um MAC é definido por 3 algoritmos (Gen, Mac, Vrfy): Gen: recebe entrada 1 n, produz chave uniforme k, k = n. Mac: recebe como chave de entrada k e mensagem m {0, 1} ; produz etiqueta t {0, 1} t Mac k (m) Vrfy: recebe chave k, mensagem m, e etiqueta t como entrada; produz 1: aceita ou 0:rejeita Para toda m e todo k produzido por Gen, Vrfy k (m, Mac k (m)) = 1
8 Segurança? Apenas uma definição padrão Modelo de ameaça Ataque de escolha de mensagem adaptativa Supor que o atacante pode induzir o transmissor a autenticar mensagens da escolha do atacante Meta de segurança Inforjabilidade existencial Atacante não deve ser capaz de forjar uma etiqueta válida em qualquer mensagem não autenticada pelo transmissor
9 k m 1,t 1 m 2,t 2... m, t m i,t i Vrfy k (m, t )??? t 1 Mac k (m 1 ) t 2 Mac k (m 2 )... t t Mac k (m t )
10 Definição formal Fixar A, Π Definir experimento aleatório Forge A,Π (n): k Gen(1 n ) A interage com um oráculo Mack ( ); seja M o conjunto de mensagens enviado a esse oráculo A produz (m, t) A é bem sucedido e o experimento produz 1 se Vrfy k (m, t) = 1 e m / M
11 Segurança para MACs Π é seguro se para todos atacantes em tempo polinomial A, existe uma função negligível ɛ tal que P(Forge A,Π (n) = 1) ɛ(n)
12 Ataques replay Note que ataques replay não prevenidos Nenhum mecanismo sem estado pode previr ataques replay Ataques replay podem ser uma preocupação real Necessário proteção contra ataques replay em um nível mais alto
13 Intuição para desenvolvimento de método seguro para integridade Necessária uma função chaveada Mac tal que: dados Mack (m 1 ) e Mac k (m 2 ),..., deve ser inviável predizer o valor Mack (m) para qualquer m {m 1,..., } Podemos usar uma função pseudo-aleatória como sendo o Mac
14 Construção de segurança para integridade: primeira versão Seja F uma função pseudo-aleatória que preserva comprimento da entrada Construir o seguinte esquema Π MAC: Gen escolher uma chave uniforme k para F Mack (m) computar F k (m) Vrfyk (m, t) produzir 1 se e só se F k (m) = t Teorema: esquema Π é um MAC seguro.
15 Prova por redução PRF/aleatório m 1 t 1 t 1. m i t i m 1 t 1. m i t i m t se (t = t ) produzir 1 m, t D Supor existência de um diferenciador entre PRF ou aleatório que usa o atacante do tipo Forge
16 Análise Duas opções: Quando D interage com Fk para uma chave uniforme k, a visão do adversário é idêntica à visão do atacante no experimento MAC real P(D F k produz 1) = P(Forge Adv,Π (n) = 1) Quando D interage com f uniforme, então sendo f (m 1 ),..., f (m i ) não ajuda predizer f (m) para qualquer m / {m 1,..., m i } P(D f produz 1) = 2 n
17 Análise Com F é uma função pseudo-aleatória P(D F k produz 1) P(D f produz 1) < ɛ(n) Portanto, P(Forge Adv,Π (n) = 1) = P(D F k produz 1) 2 n + ɛ(n)
18 Desvantagens deste primeiro método basedo em cifra de 1 bloco Na prática, cifra de blocos (aka funções pseudo-aleatórias) tem tamanho pequeno e fixo Exemplo, AES tem bloco de 128 bits Então a construção prévia é limitada à autenticação de mensagens curtas (comprimento fixo)
19 Até agora Mostramos como construir um MAC seguro para mensagens curtas de tamanho fixo baseado em qualquer cifra de blocos (função pseudo-aleatória) Queremos obter um MAC seguro para mensagens de tamanho arbitrário Aqui será o CBC-MAC
20 Modo CBC-MAC básico m 1 m 2 m t F k F k... F k t
21 Modo CBC-MAC vs. Modo CBC CBC-MAC é determinístico (sem IV) Em CBC-MAC, somente o valor final é mostrado Verificação é realizada por recomputação do resultado Ambos são essenciais para segurança
22 Segurança do CBC-MAC básico Se F é uma função pseudo-aleatória que preserva comprimento, então para qualquer l fixo, o CBC-MAC é um MAC seguro para mensagens de comprimento l n O transmissor e o receptor devem concordar com o parâmetro de comprimento l antecipadamente CBC-MAC básico não é seguro se isto não é feito Sejam (m, t) e (m, t ) conhecidos Atacante consegue gerar: m = m [(m 1 t) m 2...] CBC-MAC(m ) = m pois o m 1 t elimina contribuição da primeira parte
23 Extensões CBC-MAC Várias maneiras de manipular mensagens de tamanho variável Uma simples: transmitir tamanho inicial antes de aplicar CBC-MAC básico Também pode ser adaptado para mensagens que não tem tamanho múltiplo do comprimento do bloco Outra forma: usar outra chave e encriptar último bloco (Encrypt Last Block): CBC-MAC-ELB(m, (k 1, k 2 )) = E(k 2,CBC-MAC(k 1, m))
24 Modo CBC-MAC: prepend length l m 1 m 2 m t F k F k F k F k... t
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