Arq.º Jorge Graça Costa
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- Heitor Lobo Silva
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1 Dia 28 de Maio Construir com Sustentabilidade Arq.º Jorge Graça Costa Casa DT JORGE GRAÇA COSTA ARQUITECTO Casa DT ARQUITECTURA SUSTENTÁVEL PARA 1
2 0. Estrutura de apresentação 1. Introdução 2. Mudança do paradigma 3. Panorama Nacional 4. Uma abordagem sustentável 1. Introdução 2
3 1. Introdução Até recentemente o Homem encarou os recursos naturais do planeta como ilimitados, 1. Introdução a explosão demográfica... 3
4 1. Introdução a expansão descontrolada do território 1. Introdução o consumo desmesurado dos recursos 4
5 1. Introdução vieram provar que estávamos errados. 1. Introdução As alterações climáticas e as suas consequências estão à vista de todos. Circulo polar Arctico, 1.Janeiro.1990 Circulo polar Arctico, 1.Janeiro.1999 Fonte: Nasa 5
6 1. Introdução O combate ao aquecimento global e suas consequências tornou-se uma preocupação efectiva 2. Mudança de Paradigma 6
7 2. Sustentabilidade O Homem e o Clima ARQUITECTURA VERNACULAR Sociedade rural Gestão Racional dos recursos Arquitectura em diálogo com o ambiente Até meados do século XX o homem foi de certo modo obrigado a considerar as condições climáticas. 2. Sustentabilidade O Homem e o Clima ARQUITECTURA VERNACULAR Sociedade rural Gestão Racional dos recursos Arquitectura em diálogo com o ambiente ARQUITECTURA PÓS-INDUSTRIAL Movimento de urbanização Novos materiais (aço, betão armado) A revolução industrial permitiu a descoberta de novos materiais e tecnologias. Os novos materiais como o aço e o betão permitiram desafiar a arquitectura tradicional em pedra. O que implicou grandes transformações técnicas no domínio da arquitectura. 7
8 2. Sustentabilidade O Homem e o Clima ARQUITECTURA VERNACULAR Sociedade rural Gestão Racional dos recursos Arquitectura em diálogo com o ambiente ARQUITECTURA PÓS-INDUSTRIAL Movimento de urbanização Novos materiais (aço, betão armado) ARQUITECTURA MODERNA Revolução no modo de projectar (terraço-jardim, planta livre, pilotis, etc.) Intensificação do uso de sistemas de climatização Divórcio da arquitectura e ambiente natural Crise energética Os sistemas de ar condicionado então desenvolvem-se e o estilo internacional tornou-se um paradigma mundial indiferente ao Clima e à Cultura local. Com a crise energética do anos 70 surgem os primeiros problemas com os recursos energéticos. 2. Sustentabilidade O Homem e o Clima ARQUITECTURA VERNACULAR ARQUITECTURA PÓS-INDUSTRIAL ARQUITECTURA MODERNA ARQUITECTURA CONTEMPORÂNEA Sociedade rural Gestão Racional dos recursos Arquitectura em diálogo com o ambiente Movimento de urbanização Novos materiais (aço, betão armado) Revolução no modo de projectar (terraço-jardim, planta livre, pilotis, etc.) Intensificação do uso de sistemas de climatização Divórcio da arquitectura e ambiente natural Crise energética Explosão da urbanização Pessoas vivem 90% do tempo em espaços fechados Problemas de qualidade do ar interior ( Sick Building Syndrome ) Problemas energético-ambientais (efeito estufa, alterações climáticas) Regulamentação energética e ambiental performance based (RCCTE, RSECE, certificação energética e QAI) Sistemas de avaliação da sustentabilidade ambiental (LiderA, LEED, BREEAM) Descobre-se então que os gases de efeito de estufa são os grandes responsáveis pelo aquecimento global. Faz-se uma tentativa para minorar o impacto negativo dos edifícios através de vários propostas a nível internacional para a regulamentação térmica, Sistemas de avaliação ambiental e certificação energética dos edifícios. 8
9 2. Sustentabilidade Conceito O Mundo então preocupa-se E surge em 1987 pela primeira vez o conceito de Sustentabilidade: Satisfazer as necessidades actuais sem comprometer a possibilidade das futuras gerações satisfazerem as suas. Bruntland Report 2. Sustentabilidade Conceito Preocupações Económicos Preocupações Ecológicos Preocupações Sociais Até então a visão dos actores do sector da construção era puramente economicista remetendo para segundo plano as preocupações ambientais e sociais. 9
10 2. Sustentabilidade Conceito Preocupações Económicas Preocupações Ecológicas Preocupações Sociais As actuais preocupações com a sustentabilidade permitem ter uma abordagem mais equilibrada 2. Sustentabilidade Conceito Victor Olgyay,1973 A arquitectura Sustentável responde com o estudo e a interligação de quatro variáveis: Climática, Biológica, Arquitectónica e Tecnológica e promovendo o equilíbrio entre elas. 10
11 2. Mudança de paradigma Desafio Desafio da Arquitectura contemporânea é a mudança do paradigma Edifício convencional *Estética *Funcionalidade 2. Mudança de paradigma Desafio Desafio da Arquitectura contemporânea é a mudança do paradigma Edifício energeticamente eficiente Edifício convencional *Estética *Funcionalidade *Eficiência energética *Conforto 11
12 2. Mudança de paradigma Desafio Desafio da Arquitectura contemporânea é a mudança do paradigma Edifício saudável Edifício energeticamente eficiente Edifício convencional *Estética *Funcionalidade *Eficiência energética *Conforto *Higiene 2. Mudança de paradigma Desafio Desafio da Arquitectura contemporânea é a mudança do paradigma Edifício sustentável Edifício saudável Edifício energeticamente eficiente Edifício convencional *Estética *Funcionalidade *Eficiência energética *Conforto *Higiene *Gestão racional dos recursos 12
13 2. Mudança de paradigma Arquitectura Bioclimática Recuperam-se valores até então esquecidos Surge então a designada Arquitectura Bioclimática (arquitectura da alta eficiência energética) pressupondo a satisfação de exigências de conforto térmico e sustentabilidade, isto é, moderação na utilização de recursos naturais e contenção na degradação ambiental. 2. Mudança do Paradigma CUSTO / BENEFICIO 13
14 2. Mudança do Paradigma 100 % Custos de Demolição 3% 90 in: Detail Custos de exploração 80% Custos de Demolição 3% (Aquecimento, Arrefecimento, Iluminação, Aquecimento de água, Consumo de água Potável, Outros) Custos de exploração 40% (Aquecimento, Arrefecimento, Iluminação, Aquecimento de água, Consumo de água Potável, Outros) 10 0 Custo da Construção 15% Custo de Projecto 2% Edifício Convencional Custo da Construção 17% Custo de Projecto 2% Edifício Sustentável 2. Mudança do Paradigma 100 % Custos de Demolição 3% 90 in: Detail Custos de exploração 80% Custos de Demolição 3% (Aquecimento, Arrefecimento, Iluminação, Aquecimento de água, Consumo de água Potável, Outros) Custos de exploração 40% (Aquecimento, Arrefecimento, Iluminação, Aquecimento de água, Consumo de água Potável, Outros) 10 0 Custo da Construção 15% Custo de Projecto 2% Edifício Convencional Custo da Construção 17% Custo de Projecto 2% Edifício Sustentável 14
15 2. Mudança do Paradigma 100 % Custos de Demolição 3% 90 in: Detail Custos de exploração 80% Custos de Demolição 3% (Aquecimento, Arrefecimento, Iluminação, Aquecimento de água, Consumo de água Potável, Outros) Custos de exploração 40% (Aquecimento, Arrefecimento, Iluminação, Aquecimento de água, Consumo de água Potável, Outros) 10 0 Custo da Construção 15% Custo de Projecto 2% Edifício Convencional Custo da Construção 17% Custo de Projecto 2% Edifício Sustentável 2. Mudança do Paradigma 100 % Custos de Demolição 3% 90 in: Detail Custos de exploração 80% Custos de Demolição 3% (Aquecimento, Arrefecimento, Iluminação, Aquecimento de água, Consumo de água Potável, Outros) Custos de exploração 40% (Aquecimento, Arrefecimento, Iluminação, Aquecimento de água, Consumo de água Potável, Outros) 10 0 Custo da Construção 15% Custo de Projecto 2% Edifício Convencional Custo da Construção 17% Custo de Projecto 2% Edifício Sustentável 15
16 2. Mudança do Paradigma 100 % Custos de Demolição 3% 90 in: Detail Custos de exploração 80% - 38% Custos de Demolição 3% (Aquecimento, Arrefecimento, Iluminação, Aquecimento de água, Consumo de água Potável, Outros) Custos de exploração 40% (Aquecimento, Arrefecimento, Iluminação, Aquecimento de água, Consumo de água Potável, Outros) 10 0 Custo da Construção 15% Custo de Projecto 2% Edifício Convencional Custo da Construção 17% Custo de Projecto 2% Edifício Sustentável 3. Panorama Nacional 16
17 3. Panorama Nacional SITUAÇÃO ACTUAL 3. Panorama Nacional Os edifícios consomem 33% da energia nacional 17
18 3. Panorama Nacional Os edifícios utilizam 65% de toda a electricidade consumida em Portugal 3. Panorama Nacional CONSUMO DESAGREGADO DA ELECTRICIDADE 18
19 3. Panorama Nacional Consumos de electricidade no sector residencial 3. Panorama Nacional Consumos de electricidade no sector residencial 19
20 3. Panorama Nacional Consumos de electricidade no sector residencial Outros, 12% Climatização, 39% Stand By, 4% Conf. de alimentos, 4% Iluminação, 5% Frigorifico, 9% Agua quente, 27% 3. Panorama Nacional Consumos de electricidade no sector residencial RCCTE 2006 Outros, 12% Climatização, 39% Stand By, 4% Conf. de alimentos, 4% Iluminação, 5% Frigorifico, 9% Agua quente, 27% RCCTE
21 3. Panorama Nacional CONSUMO DESAGREGADO DE ÁGUA 3. Panorama Nacional Consumos de água no sector residencial Maq lavar loiça, 3% Torneira de lavatório, 6% Duches/Banhos, 32% Torneira lava-loiças, 13% Maq lavar roupa, 16% Desc. de autoclismo, 30% 21
22 3. Panorama Nacional Consumos de água no sector residencial 3. Panorama Nacional Consumos de água no sector residencial Maq lavar loiça, 3% Torneira de lavatório, 6% Duches/Banhos, 32% Torneira lava-loiças, 13% Maq lavar roupa, 16% Desc. de autoclismo, 30% 22
23 3. Panorama Nacional Consumos de água no sector residencial Maq lavar loiça, 3% Torneira de lavatório, 6% Duches/Banhos, 32% Torneira lava-loiças, 13% Maq lavar roupa, 16% Desc. de autoclismo, 30% Repensar a Sustentabilidade Uma abordagem Sustentável Casa DT ARQUITECTURA SUSTENTÁVEL PARA 23
24 4. Caso de Estudo 4. Caso de Estudo Localização: Oeiras Área do lote: 420 m 2 Área de Implantação: 100 m 2 Área Bruta de Construção: 210 m 2. 24
25 4. Caso de Estudo 4. Caso de Estudo Plantas Piso 0 Zona Social Piso 1 Zona Piso Privada 0 Zona Social 25
26 4. Caso de Estudo Perspectiva Quadrante Sul 4. Caso de Estudo Perspectiva Quadrante Norte 26
27 Simulação da performance ambiental 4. Caso de Estudo Estratégias Bioclimáticas INVERNO 27
28 4. Caso de Estudo Estratégias Bioclimáticas Exposição Solar Inverno Ganho Directo 4. Caso de Estudo Estratégias Bioclimáticas VERÃO 28
29 4. Caso de Estudo Estratégias Bioclimáticas Exposição Solar Verão - Sombreamento 4. Caso de Estudo Estratégias Bioclimáticas Ventilação Natural + Arrefecimento Evaporativo 29
30 4. Caso de Estudo Necessidades Nominais de Energia (aquecimento e arrefecimento) Regulamento Casa DT Inverno Verão Necessidades Nominais de Energia Inverno Verão Máximo admissível (RCCTE) 89.0 kwh/m 2.ano 22.0 kwh/m 2.ano Casa DT 29.5 kwh/m 2.ano 5.5 kwh/m 2.ano Esta situação traduz-se numa redução de 66% em relação ao limite máximo admissível estipulado pelo RCCTE para o Inverno e 75% para o Verão. 4. Caso de Estudo Total das emissões de CO2 evitadas anualmente Necessidades Nominais de Energia + Iluminação + Aquecimento de água Casa Regulamentar Casa DT Poupança = kg/ano > 8 ton CO2/ano 30
31 4. Caso de Estudo Conclusão Efeito cumulativo de emissões de gases com efeito de estufa (CO 2 ) até Casa DT Casa Regulamentar Poupança em 50 anos > 550 ton CO2 Programa: Terra Alerta (7 de Junho de 2007) Repórter: Carla Castelo Canal: SIC / SIC NOTÍCIAS 31
32 CONSTRUÇÃO 32
33 Laje Com Caixa de Ar 33
34 Laje Com Caixa de Ar Correcção das ponte térmicas 34
35 Correcção das ponte térmicas Correcção das ponte térmicas 35
36 Isolamento adequado METAMORFOSE 36
37 37
38 38
39 39
40 EDIFÍCIO FOTOGRAFIAS DE: FG + SG Fotografia de Arquitectura 40
41 41
42 42
43 43
44 44
45 45
46 46
47 O futuro do planeta está nas nossas mãos. Obrigado. 47
48 RUA PATRÃO JOAQUIM LOPES, 10 A Tel.: PAÇO D`ARCOS PORTUGAL Tm: [email protected] Site: [email protected] 48
ÍNDICE GERAL. CAPÍTULO 1 ENQUADRAMENTO E MOTIVAÇÃO DA DISSERTAÇÃO Enquadramento Objectivos Organização...
ÍNDICE GERAL CAPÍTULO 1 ENQUADRAMENTO E MOTIVAÇÃO DA DISSERTAÇÃO.... 1 1.1. Enquadramento... 1 1.2. Objectivos... 3 1.3. Organização... 4 CAPÍTULO 2 SUSTENTABILIDADE... 6 2.1. Desenvolvimento sustentável...
Agradecimentos... I Resumo... III Abstract... IV Índice... V Índice de figuras... X Índice de gráficos... XXII Abreviaturas... XXIII Glossário...
ÍNDICE Agradecimentos... I Resumo... III Abstract... IV Índice... V Índice de figuras... X Índice de gráficos... XXII Abreviaturas... XXIII Glossário... XXIV CAPÍTULO 1 1.1. - Introdução... 1 1.2. - Metodologia
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