IGREJA E PODER NO SÉCULO XV Dinastia de Avis e Liberdades Eclesiásticas ( )
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- Suzana Antas Cruz
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1 Margarida Garcez Ventura IGREJA E PODER NO SÉCULO XV Dinastia de Avis e Liberdades Eclesiásticas ( ) Edições Colibri
2 ÍNDICE PREFÁCIO Joaquim Veríssimo Serrão 13 PREFÁCIO Humberto Baquero Moreno 17 INTRODUÇÃO 19 SIGLAS 25 1" PARTE A QUESTÃO DAS LIBERDADES ECLESIÁSTICAS CAPÍTULO I OS PARÂMETROS DE DEFINIÇÃO DAS LIBERDADES ECLESIÁSTICAS 1. Diversidade de critérios de definição das liberdades eclesiásticas As liberdades eclesiásticas formuladas pelos clérigos As liberdades eclesiásticas formuladas pelo poder real O primeiro vector de compreensão: missão dos "oradores" e reforma da Igreja Algumas propostas de reforma exteriores ao poder real "Ecclesia primitiva" e "vida apostólica" As propostas dos príncipes de Avis para a reforma da Igreja O segundo vector de compreensão: o ofício de rei Origem e finalidade do poder régio O ofício de rei em Portugal Factores de reforço da autoridade régia 88 CAPÍTULO II AS "CHAVES DE DEUS E DA IGREJA" NAS MÃOS DO REI 1. A génese do Estado moderno Duas fases no reinado de D. João Quem já governava sobe ao trono O conselheiro de D. Duarte assume a regência 103
3 Margarida Garcez Ventura 2 a PARTE AS LIBERDADES E A JURISDIÇÃO ECLESIÁSTICAS NO QUOTIDIANO DO PODER RÉGIO REFLEXÕES PRÉVIAS 11 CAPÍTULO I JURISDIÇÃO SOBRE TODO O REINO E SOBRE TODOS OS BENS TEMPORAIS 1. A QUESTÃO DOS BENS DE RAIZ NA POSSE DO CLERO Problemática geral O direito constituído: leis e concordatas O direito aplicado: a infracção punida A dispensa régia Especificidade dos bens de raiz nos reguengos Impugnações Dispensas régias Restituições Doações Bens de doação régia Doações de bens de raiz Doações de dinheiro a. Doações amosteiros b. Doações pessoais Quitação de foros Doações de géneros Bens afectos a capelas, óbitos e aniversários Alguma casuística IGREJAS E MOSTEIROS DO PADROADO RÉGIO Pontos prévios Autoridade episcopal e padroado O rei como árbitro dos direitos de padroado O rei como padroeiro Afirmação dos seus direitos O rei como protector dos interesses das suas igrejas e mosteiros Direitos inerentes ao padroado Direito de aposentadoria Delimitação do tema Aposentadoria do rei; aposentadoria dos fidalgos O poder régio na restrição do direito de aposentadoria Queixas dos povos contra a aposentadoria exigida por clérigos 216
4 Igreja e Poder no Século XV 1 3. COUTOS ECLESIÁSTICOS Um tema em debate A legislação geral Conteúdo da jurisdição eclesiástica sobre os coutos Especificidade dos coutos situados em terras reguengas Relações de poder Relações de poder: com os oficiais régios Relações de poder: com os fidalgos Relações de poder: com os concelhos Um tema em aberto BENEFÍCIOS E BENS ECLESIÁTICOS VAGOS Benefícios vagos e autoridade régia Leigos na posse de benefícios eclesiásticos Homens do rei em benefícios eclesiásticos O rei como castigador dosfidalgosusurpadores Utilização justificada de benefícios vagos Benefícios sem provisão apostólica O DIREITO DE ASILO Formulação geral do direito de asilo Definição de local sagrado Pessoas abrangidas A listagem dos casus excepti : Alguma casuística Casos em que as justiças seculares podiam retirar o fugitivo do local de asilo Casos sujeitos a colaboração entre as justiças seculares e a autoridade eclesiástica do local de asilo Casos em que as justiças seculares intervêm violando o direito de asilo Casos em que o direito de asilo é respeitado Crimes desconhecidos A maneira de conclusão IMPOSTOS Impostos: problemática geral Questões prévias O estatuto de vizinhança A situação de "servidor" do clero Sisas, portagens e dízimas Fintas, talhas e peitas. Obras públicas e de defesa Serviço activo na defesa 297
5 8 Margarida Garcez Ventura 5. Pedidos e outorga de dízimas eclesiásticas Finalidade e contribuintes Oposição da clerezia ' Dízimas eclesiásticas e intervenções régias Cobrança de pedidos e de dízimas Alguns privilegiados Breve nota para um balanço TESTAMENTOS E RESÍDUOS "Coisas pias" e "feitos eclesiásticos" Testamentos e resíduos "Cair em resíduo" Oficiais de justiça encarregues dos resíduos Aplicação dos resíduos Alguma casuística da aplicação dos resíduos Clérigos abintestados ^ CAPELAS A polémica Princípios fundamentais da intervenção régia A vontade do fundador: os actos de culto A vontade do fundador: sucessão dentro da linhagem A extinção da linhagem do fundador A administração leiga Limite para os rendimentos das capelas Regime de bens." Licença régia Situação de bens em terras reguengas Bens confiscados a traidores Presença dos juizes e oficiais régios. Alguma jurisdição partilhada Organização dos processos Detecção de irregularidades Inquérito ejulgamento Beneficiários Bens vagos e "bens profanos" A execução de um direito régio HOSPITAIS E ALBERGARIAS : Hospitais e albergarias: sua função Motivo das queixas do clero Ambiguidade da instituição Irredutibilidade do direito canónico: alheamento da componente económica 360
6 Igreja e Poder no Século XV 9 3. Administração da provedoria de hospitais e albergarias Motivos de intervenção régia Apoio régio à autonomia administrativa de hospitais e albergarias Rei e concelhos nas administrações de hospitais e albergarias Oficiais envolvidos Os administradores nomeados Intervenções régias na administração de hospitais e albergarias: dever de ofício Algumas considerações sobre os bens de hospitais e albergarias Aposentadoria em hospitais e albergarias PEDIDO DE ESMOLAS Contestação e justificação da intervenção régia Algumas considerações sobre as esmolas Legalidades As cartas de licença Um tema abrangente, 386 CAPÍTULO II JURISDIÇÃO SOBRE TODOS OS SÚBDITOS 1. Definição do status clerical por oposição ao laical Prova do status clerical: hábito e tonsura Prova do status clerical: letras apostólicas Clérigos de ordens menores; clérigos de ordens sacras e beneficiados Uma multidão de minoritas Beneficiados sem ordens Tratamento jurídico dos clérigos de ordens menores e beneficiados Clérigos e leigos envolvidos entre si em procesos Situações especiais com jurisdições específicas Clérigos sob jurisdição régia Leigos sob jurisdição eclesiástica Clérigos submetidos à lei geral do reino 416 CAPÍTULO III ASSUNTOS AFECTOS À LEI GERAL DO REINO 1. Arrendamentos por ouro ou prata Rei, política e moeda Breve inventário da equivalência entre moeda antiga e moeda corrente 426
7 10 Margarida Garcez Ventura 3. Ouro ou prata e moeda estrangeira como modos de pagamento A casuística dos emprazamentos Pagamentos legais Pagamentos condicionais Formas de pagamento expressamente contra as ordenações Equivalências da moeda ao arbítrio dos cabidos Pagamento de prazos novos como se fossem prazos antigos Pagamentos expressamente por ouro ou prata Pagamento das penas Excepções e privilégios Proibição de andar em besta muar e sela e freio Legislação e reclamações Algumas cartas de licença Proibição do uso de armas r A lei geral contestada Excepções e cartas de armas Cartas de armas concedidas à clerezia 467 CAPÍTULO IV ASSUNTOS EM QUE O REI INTERVÉM EM CONSEQUÊNCIA DO SEU OFÍCIO 1. Judeus na corte e no reino Problemática geral dos judeus em reinos cristãos A regra do apartamento Morada As excepções Apartamento noutras formas de convívio A obrigatoriedade do uso do sinal A regra da proibição de autoridade sobre cristãos Médicos judeus Dispensa de certas proibições Excomunhões e interditos O núcleo do problema Cooperação entre as duas justiças: o rei como braço da Santa Igreja Queixas da clerezia. Respostas e leis régias Motivos de excomunhão: as razões da clerezia A operacionalidade das razões eclesiásticas Motivos de excomunhão: execução das ordens Motivos de excomunhão: ocupação de propriedades eclesiásticas Motivos de excomunhão: dano ou furto de bens eclesiásticos Motivos de excomunhão: dívidas ou pagamentos sonegados Outros motivos de excomunhão Uma proposta de conclusão 519
8 Igreja e Poder no Século XV Clérigos concubinários Castigo de clérigos concubinários: o rei intervirá como braço secular Castigo de clérigos concubinários: algumas propostas eclesiásticas A execução das leis régias que a clerezia solicitara Os agravos do clero A actuação das justiças como braço secular sobre clérigos e frades A actuação das justiças sobre as mulheres: castigos e perdões As excepções definidas e consentidas ou asseguradas. As cartas de licença Barregãs de clérigos e bens desses clérigos O beneplácito régio Questões prévias Conteúdo e função do beneplácito régio Beneplácito para decisões eclesiásticas internas As cartas de publicação que nos faltam Tabeliães e notários apostólicos Só e sempre tabeliães régios O tabelião enquanto presença do poder régio Estatuto laical dos tabeliães Os tabeliães como guardiães da lei O braço secular O apelo ao braço secular: fundamento e ambiguidade O conceito no seu contexto A actuação das justiças régias como braço secular Apoio a questões de disciplina interna da Igreja Apoio a medidas a favor da fé Querelas entre Ordens e bispos Defesa dos bens da Igreja 568 PARA UMA CONCLUSÃO 571 FONTES E BIBLIOGRAFIA Fontes manuscritas Fontes impressas Fontes impressas documentais Fontes impressas narrativas Estudos Obras de consulta Guias bibliográficos e arquivísticos Dicionários e enciclopédias Paleografia e cronologia 593
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SUMÁRIO AGRADECIMENTOS... 11 APRESENTAÇÃO... 13 1. INTRODUÇÃO... 25 1.1. Introdução às alternativas adequadas de resolução de disputas... 27 1.2. Breve histórico... 33 1.3. Bibliografia recomendada...
SUMÁRIO. Capítulo 2 JUSTIÇA DO TRABALHO E MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO 2.1 Organização da Justiça do Trabalho... 83
SUMÁRIO Capítulo 1 INTRODUÇÃO AO DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO 1.1 Evolução histórica... 19 1.2 Direito estrangeiro... 22 1.3 Denominação... 25 1.4 Conceito... 25 1.5 Abrangência... 25 1.6 Autonomia...
ADSE - BENEFICIÁRIOS
QUEM SE PODE INSCREVER NA ADSE? Podem ser inscritos na ADSE: Os trabalhadores com relação jurídica de emprego público da administração central, regional e local, desde que estejam inscritos na Caixa Geral
