QUADRO DE CARREIRA DOCENTE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "QUADRO DE CARREIRA DOCENTE"

Transcrição

1 QUADRO DE CARREIRA Publicado no DOU em 29/07/2014 sob No / / 21

2 ÍNDICE MODELO DE PLANO FOCADO NA CAPACITAÇÃO E DESEMPENHO DO PROFESSOR Capítulos Tópicos Artigos Pg. I DA NATUREZA E FINALIDADE 1 3 II DOS OBJETIVOS 2 3 III DA ABRANGÊNCIA IV DA GESTÃO DO QUADRO DE CARREIRA 5 4 V DOS CONCEITOS VI DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS 7 5 VII DA CONTRATAÇÃO DE NOVOS PROFESSORES - SALÁRIO DE ADMISSÃO E INGRESSO NA CARREIRA 8 6 VIII DOS SALÁRIOS 9 6 IX DO REGIME DE TRABALHO X DO QUADRO DE CARREIRA - CATEGORIAS FUNCIONAIS XI REQUISITOS PARA OCUPAÇÃO NAS CATEGORIAS FUNCIONAIS 13 8 XII DA TABELA SALARIAL XIII DAS PROGRESSÕES SALARIAIS XIV DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO XV DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO XVI DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO XVII DO CRITÉRIO DE DESEMPATE XVIII DA COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE PROFESSORES XIX DO EXERCÍCIO DE FUNÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO NA UNIVERSIDADE XX DAS RESPONSABILIDADES XXI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS ANEXOS - INSTRUMENTOS DE GESTÃO - PARTE INTEGRANTE DO PCD Anexo 1: Tabela - Faixas Salariais / Categorias Funcionais - Faixa de Pontuação Anexos 2, 3, 4 e 5: Instrumento de Avaliação de Desenvolvimento Anexos 6 e 7: Instrumento de Avaliação de Desempenho 2 / 21

3 CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º. O presente documento contempla a política Institucional da Gestão do Quadro de Carreira para Professores da UnP - Universidade Potiguar, Instituição de Ensino Superior mantida pela Sociedade Potiguar de Educação e Cultura Ltda. - APEC. 1º. A política do Quadro de Carreira para Professores, doravante designado PCD - Plano de Carreira Docente estabelece objetivos, abrangência, premissas, conceitos, critérios e procedimentos para as progressões dentro da carreira dos professores, constituindo-se em um instrumento essencial para a organização e para valorização do corpo de professor da Instituição. 2º. O PCD tem como principal finalidade assegurar a qualidade do ensino de nível superior, através de incentivos aos professores, reconhecendo e valorizando o seu nível de desenvolvimento profissional e o seu desempenho na função de docência. CAPÍTULO II DOS OBJETIVOS Art. 2º. São objetivos fundamentais do PCD: a) Estabelecer diretrizes e critérios para a progressão no Quadro de Carreira dos Professores; b) Estimular o aprimoramento profissional dos professores de modo a assegurar um corpo de professores capacitados, produtivos e em constante atualização, com vistas a atingir o mais alto nível de desenvolvimento profissional e pessoal; c) Assegurar um quadro de professores integrado, altamente qualificado e comprometido com os objetivos acadêmicos da Instituição e com a qualidade do ensino; d) Atrair, reter e desenvolver o corpo de professores, atrelando a sua remuneração ao seu nível de desenvolvimento e ao bom desempenho na função. CAPÍTULO III DA ABRANGÊNCIA Art. 3º. O PCD abrange exclusivamente os professores que integram o quadro efetivo da Instituição, regidos pelo regime jurídico da CLT, dos cursos do ensino superior, desenvolvendo atividades acadêmicas, nas unidades mantidas pela Sociedade Potiguar de Educação e Cultura Ltda. - APEC. Art. 4º. O PCD não abrange os professores contratados nas seguintes condições: 1. Professor Visitante - professor admitido temporariamente, na forma da legislação trabalhista, com competência especifica para atuar em programa especial de ensino, pesquisa ou extensão. 2. Professor Convidado - professor chamado a prestar serviços em programa especial de ensino, pesquisa ou extensão, por tempo determinado. 3 / 21

4 Art. 5º. O PCD deve ser entendido como: CAPÍTULO IV DA GESTÃO DO QUADRO DE CARREIRA 1º. Instrumento de gestão acadêmica e de gestão de pessoas que sistematiza o planejamento da carreira dos professores da Instituição, apoiada em 2 vetores (vetor desenvolvimento e vetor desempenho do professor). 2º. O Instrumento privilegia, prioriza e valoriza a formação e a qualificação do professor e o seu desempenho nas atividades de ensino, pesquisa e extensão. 3º. O Instrumento define critérios para as progressões na carreira (promoção, mérito alternadamente por antiguidade); avaliações e critérios de desempate e discriminação ocupacional do cargo. 4º. O instrumento observa os dispositivos legais vigentes da legislação específica do Ministério do Trabalho e Emprego para sua homologação. (Portaria nº.2 de 25 de maio de 2006 que estabelece critérios para homologação dos quadros de carreira e o artigo 461 da CLT que trata da isonomia salarial). 5º. Fica criada a Comissão de Enquadramento e Avaliação Docente - CEAD, constituída por membros das áreas Acadêmica e Administrativa, designados pela Reitoria juntamente com a área de Recursos Humanos, cujas atribuições estão definidas no art.33, tendo como finalidade: a) Analisar o resultado das avaliações de desenvolvimento e de desempenho dos professores, identificando os Elegíveis, visando a sua progressão horizontal e vertical de acordo com os critérios estabelecidos no PCD; e b) Propor enquadramento dos professores nas categorias funcionais previstos no PCD. CAPÍTULO V DOS CONCEITOS Art. 6º. O PCD da UnP adota os seguintes conceitos: Magistério - é o exercício da docência, através do desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão, e das demais atribuições específicas previstas no Regimento Geral da Universidade e na legislação em vigor. Corpo Docente grupo constituído por todos os professores regidos pelo regime jurídico da CLT, por meio de contrato de trabalho, atendidas as condições legais, regimentais e as relativas a este PCD, devidamente habilitados para o exercício da sua função. Quadro de Carreira - compreendem as vagas / posições previstas, preenchidas por professores habilitados para atender às necessidades da Instituição. Categorias Funcionais de Professores - correspondem aos níveis de desenvolvimento (ND - I, II, III, IV, V) na carreira pelo qual o professor é avaliado e enquadrado de acordo com os critérios estabelecidos no PCD. 4 / 21

5 Nível de Desenvolvimento (ND) - determina o nível de desenvolvimento, através de pontuação alcançada pelo professor no processo de avaliação de desenvolvimento. Nível de Desempenho - determina o nível de desempenho, através de nota alcançada pelo professor no processo de avaliação de desempenho. Fatores de Avaliação de Desenvolvimento e de Desempenho índices utilizados nos processos de avaliação dos professores para determinar parâmetros que subsidiarão no enquadramento e progressão no quadro de carreira dos professores. Elegibilidade - condição que o professor adquire quando alcança as exigências mínimas para as progressões horizontais e verticais na carreira, de acordo com os critérios estabelecidos no PCD. Enquadramento posicionamento do professor elegível para uma determinada categoria funcional, observados os critérios estabelecidos no PCD. Faixa salarial - valores definidos na tabela salarial da APEC para cada uma das categorias funcionais previstas no PCD. Promoção (progressão vertical) - passagem do professor de uma categoria funcional para outra categoria funcional superior, observados todos os critérios definidos no PCD. Mérito (progressão horizontal) - movimentação do professor na faixa salarial da respectiva categoria funcional em que está enquadrado, observados todos os critérios definidos no PCD. Antiguidade critério de movimentação adotado para o professor em razão do tempo de serviço na função docente, considerando um intervalo de tempo a partir da data da implantação do PCD, observados a condição de alternância com a progressão por mérito CAPÍTULO VI DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS Art. 7º. O cargo de Professor para fins do PCD tem como atividades acadêmicas básicas: I - as atividades pertinentes ao ensino presencial ou a distância, à pesquisa e à extensão, que visem à produção, à transmissão e à difusão do conhecimento. II - as atividades que se estendem à comunidade, sob a forma de eventos, publicações e serviços especiais. III - as atividades inerentes às funções de direção e coordenação de cursos ou programas. 5 / 21

6 CAPÍTULO VII DA CONTRATAÇÃO DE NOVOS PROFESSORES - SALÁRIO DE ADMISSÃO E INGRESSO NA CARREIRA Art. 8º. O ingresso no quadro de carreira dos professores da UnP ocorre com a admissão, sob o regime exclusivo da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, e obedece aos critérios estabelecidos no PCD. 1º. A contratação de novos professores dar-se-á mediante a abertura de vagas de reposição ou aumento de quadro. 2º. O preenchimento das vagas, principalmente nas categorias funcionais II, III e IV, dará preferência ao quadro interno de professores, já avaliados e elegíveis com base nos critérios definidos no PCD. 3º. Quando não for possível preencher a vaga com o quadro interno, poderá ocorrer a contratação por meio de seleção de candidatos externos. 4º. O processo de seleção para ingresso na carreira do magistério na UnP é conduzido pela área de Recursos Humanos em parceria com a área Acadêmica. 5º. O ingresso de professor em qualquer das categorias funcionais previstas no PCD, far-se-á no início da faixa salarial (nível A da tabela salarial). 6º. O professor ingressante no quadro de carreira da Instituição cumprirá estágio probatório por dois semestres letivos, sendo, no período, submetido à avaliação do desempenho docente. CAPÍTULO VIII DOS SALÁRIOS Art. 9º. O salário nominal (valor hora) dos professores da UnP é definida em conformidade com o PCD e com a tabela salarial aprovada pela Mantenedora. 1º. A progressão salarial no quadro de carreira é estruturada, dentro das faixas salariais estabelecidas para cada categoria funcional. 2º. A estrutura das faixas salariais de que trata o parágrafo anterior poderá ser ajustada, de acordo com as necessidades de alinhamento e adequação frente às tendências de mercado, para o equilíbrio e sustentabilidade do plano do quadro de carreira dos professores. CAPÍTULO IX DO REGIME DE TRABALHO Art. 10. O planejamento quanto ao dimensionamento do quadro Docente deverá observar o sistema de regime de trabalho, conforme as exigências da legislação específica vigente, Consolidação das Leis do Trabalho e Acordo Coletivo da Categoria Profissional. 1º. - O sistema de jornada de trabalho poderá contemplar os seguintes regimes de tempo: 6 / 21

7 RTI RTP Regime de Tempo Integral Regime de Tempo Parcial Composição do Tempo de Regime Integral - São considerados Docentes de Tempo Integral aqueles que cumprem 40 h semanais*, sendo 50% das horas em atividades de ensino, e as demais horas, em outras atividades. (*) Exceto disposição legal contrária. Composição do Tempo de Regime Parcial - São considerados Docentes de Tempo Parcial aqueles que cumprem 12 h ou mais horas semanais (desde que não se enquadrem na previsão de RTI), sendo que dessas horas, pelo menos 25% são reservadas a outras atividades. HOR Horista Docentes Horistas - Docentes contratados pela Instituição, exclusivamente para atividades de ensino, nos cursos presenciais ou na modalidade a distância, independentemente da carga horária contratada ou dos limites de tempo definidos para os outros dois regimes. 2º. O contrato da carga horária dos Docentes por Tempo Integral ou Tempo Parcial tem duração semestral, de acordo com as necessidades dos cursos aos quais os mesmos estão vinculados. CAPÍTULO X DO QUADRO DE CARREIRA CATEGORIAS FUNCIONAIS Art. 11. O PCD é composto em 05 (cinco) categorias funcionais que correspondem aos níveis de desenvolvimento (ND) na carreira. Art. 12. A lotação nas categorias funcionais é determinada de acordo com a distribuição de vagas no quadro de professores da UnP, visando suprir às suas demandas nos cursos. Carreira / Nível de Desenvolvimento Cargo / Categoria Funcional Distribuição das Vagas no Quadro Nível V Professor DNS V Até 15 % Nível IV Professor DNS IV Até 20 % Professor Nível III Professor DNS III Até 35 % Nível II Professor DNS II Até 30 % Nível I Professor DNS I 0 Parágrafo único - A Reitoria regulamentará, anualmente, a distribuição das vagas a serem fixadas no quadro de lotação, considerando para isso a distribuição dos percentuais definidos no caput deste artigo, de acordo com as suas necessidades institucionais e observância das exigências de titularidade do quadro de professores. 7 / 21

8 CAPÍTULO XI REQUISITOS PARA OCUPAÇÃO NAS CATEGORIAS FUNCIONAIS Art. 13. O PCD é constituído por categorias funcionais que levam em conta os seguintes requisitos para enquadramento e condições para progressão do professor: Requisitos para Enquadramento I - Titularidade mínima exigida para o professor para cada categoria funcional. II - Pontuação mínima exigida para o professor para cada categoria funcional, resultante do processo de avaliação de desenvolvimento. Condições para efetivação Existência de vagas prevista no Quadro de Professores Categoria Funcional V IV III II Formação mínima (Titularidade) Os professores portadores do título de Doutor ou Pós Doutor, obtido em cursos credenciados e reconhecidos na forma da lei, com perfil de pesquisador, experiência profissional comprovada, relevante e aplicável às atividades acadêmicas sob sua responsabilidade que atendam exclusivamente à docência de cursos de mestrado ou doutorado. Os professores portadores do título de Doutor ou Pós Doutor, obtido em cursos credenciados e reconhecidos na forma da lei, com experiência profissional comprovada, relevante e aplicável às atividades acadêmicas sob sua responsabilidade. Os professores portadores do título de Mestre, Doutor ou Pós Doutor, obtido em cursos credenciados e reconhecidos na forma da lei, com experiência profissional comprovada, relevante e aplicável às atividades acadêmicas sob sua responsabilidade. Os professores portadores do título de Especialista, Mestre, Doutor ou Pós Doutor, obtido em cursos credenciados e reconhecidos na forma da lei, com experiência profissional comprovada, relevante e aplicável às atividades acadêmicas sob sua responsabilidade. Mín. Faixa de Pontuação Nível de Desenvolvimento Pto. Médio Máx I Os professores portadores do título de Graduado, obtido em cursos credenciados e reconhecidos na forma da lei º. Somente serão aceitas as titulações acadêmicas com apresentação do respectivo Certificado e/ou Diploma, inclusive as obtidas no exterior (quando permitido pela legislação brasileira), sendo as submetidas ao reconhecimento por instituições nacionais reconhecidas pelo Ministério da Educação. A validação da titularidade acadêmica é de inteira responsabilidade do professor. 8 / 21

9 CAPÍTULO XII DA TABELA SALARIAL Art. 14. O PCD contempla uma tabela com faixas salariais para as respectivas categorias funcionais para as progressões horizontais e verticais na carreira. (Anexo 1). Parágrafo único - Os valores da tabela salarial são atualizados de acordo com o reajuste salarial negociado junto ao sindicato da categoria dos professores. Art. 15. A progressão nas faixas salariais e respectivas categorias funcionais tem como base o resultado das avaliações de Desenvolvimento e de Desempenho, conferindo ao professor a condição de elegibilidade, desde que tenha alcançado os requisitos mínimos definidos no PCD. Parágrafo único - A efetivação da progressão do professor elegível, seja horizontal ou vertical, está condicionada a existência da vaga e verba orçada para as movimentações no quadro de carreira. CAPÍTULO XIII DAS PROGRESSÕES SALARIAIS Art. 16. As progressões salariais no quadro de carreira priorizarão o aproveitamento interno dos professores da Instituição conforme quadro demonstrativo abaixo I Progressões Horizontais TIPOS DE PROGRESSÕES - MOVIMENTAÇÕES NA CARREIRA Promoção por Merecimento Promoção por Antiguidade Movimentações horizontais nas faixas salariais concedidas necessariamente de forma alternada a cada 2 (dois) anos. II Progressões Verticais Promoção para as categorias funcionais superiores. Parágrafo único - As progressões acima relacionadas estão condicionais aos critérios definidos no parágrafo único do art. 15 do PCD. Art. 17. PROGRESSÕES HORIZONTAIS 1º. Critérios para a Progressão por Merecimento e Antiguidade: a) O primeiro ciclo do processo de progressão horizontal, será por mérito e ocorrerá após completarem 2 (dois) anos da implantação do plano. A partir daí, as demais progressões por mérito ocorrerão num intervalo a cada 2 (dois) anos, observada a alternância com a progressão por antiguidade; b) Para os professores contratados após a implantação do plano, o primeiro ciclo do processo de progressão por mérito se dará após completar 2 (dois) anos da data da admissão. A partir, daí as demais progressões ocorrerão num intervalo a cada 2 (dois), observada a alternância com a progressão por antiguidade; 9 / 21

10 c) As progressões por mérito ocorrerão para os professores elegíveis e que obtiveram a melhor classificação quanto ao resultado da avaliação de desempenho, a partir da nota mínima exigida para a promoção por mérito; d) A progressão por mérito deverá ser no nível salarial da respectiva faixa salarial da categoria funcional em que está enquadrado; e) As progressões por mérito ocorrerão com base na verba prevista em orçamento para este fim e rateada proporcionalmente entre as categorias funcionais entre os elegíveis de acordo com a sua classificação da nota da avaliação de desempenho; f) Quando houver empate, serão aplicados os critérios constantes no art.23 do PCD; g) O percentual de antiguidade não está vinculado ao mesmo percentual de movimentação entre os níveis salarias das faixas da tabela salarial (anexo 1), portanto não se dá o enquadramento nos níveis, podendo ser um valor intermediário na respectiva faixa salarial; h) O percentual de antiguidade definido é de 0,25% (vinte e cinco centésimos). 2º. Suspensão das Progressões Horizontais: Parágrafo único - Será interrompida e desconsiderada a contagem do intervalo de tempo para as progressões horizontais quando houver a suspensão do exercício do magistério por motivo de licença, afastamento ou mudança de função. Art. 18. PROGRESSÕES VERTICAIS de professores. 1º. A progressão vertical poderá ocorrer semestralmente caso existam vagas no quadro 2º. Critérios para as Progressões Verticais: a) Ocorrerá para os professores elegíveis que obtiveram na sua avaliação de desenvolvimento a pontuação correspondente à categoria funcional e ter a formação acadêmica mínima exigida; b) Quando houver empate, serão aplicados os critérios constantes no art.25 do PCD; c) A promoção vertical sempre se dará para o início da faixa salarial da categoria funcional correspondente. 10 / 21

11 CAPÍTULO XIV DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO Art. 19. O PCD contempla dois processos de avaliação que têm a finalidade de avaliar o professor quanto ao seu nível de desenvolvimento e o seu nível de desempenho, cujo resultado confere ao professor a condição de elegibilidade para as progressões no quadro de carreira: Processo de Avaliação Período Resultado Progressão na Carreira Quanto ao Desenvolvimento Anualmente Pontuação obtida Vertical nas categorias funcionais Quanto ao Desempenho Semestralmente Nota obtida Horizontal nas faixas salariais Observação: A periodicidade dos processos de avaliação não está atrelada ao ciclo de progressão salarial, citado nos artigos 16 a 18. Art. 20. Os processos de avaliação de desenvolvimento e de desempenho, serão conduzidos conforme o estatuto da Instituição, cujas atribuições para fins de Plano do Quadro de Carreira estão definidas no artigo 33 deste PCD. CAPÍTULO XV DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO Art. 21. A avaliação de desenvolvimento é realizada anualmente com todos os professores pertencentes ao quadro efetivo da UnP, com objetivo de acompanhar e avaliar o nível de desenvolvimento. 1º. O processo de avaliação de desenvolvimento é composto dos seguintes instrumentos: 1. Quadro dos fatores de avaliação (Anexo 2); 2. Manual de avaliação (Anexo 3); 3. Questionário para avaliação (Anexo 4); 4. Planilha com o resultado da avaliação final (Anexo 5). 2º. Anualmente, todos os professores da Instituição deverão preencher os questionários de avaliação de desenvolvimento e anexar os documentos comprobatórios, dentro do prazo estabelecido pela Instituição para o seu processo de avaliação anual. Os professores que não se submeterem a avaliação, não terão direito a progressão nas demais categorias funcionais do Quadro de Carreira para aquele ciclo. 3º. Caso não seja apresentada a referida documentação ou entregue fora do prazo não serão creditados os pontos aos fatores de avaliação e, consequentemente, não pontuados para fins de avaliação do nível de desenvolvimento no Plano de Carreira para aquele ciclo. 4º. Os prazos para a realização das avaliações de desenvolvimento serão comunicados pela área de Recursos Humanos e / ou área Acadêmica (Pró Reitoria). 11 / 21

12 5º. As informações e toda a documentação comprobatória serão analisadas por uma comissão designada para apurar a pontuação, de acordo com os critérios estabelecidos no PCD, resultando na pontuação geral alcançada pelos professores. 6º. No final do processo de avaliação de desenvolvimento, os professores serão informados da sua pontuação. 7º. A efetivação da condição de elegibilidade dos professores para a progressão vertical (enquadramento por promoção à respectiva categoria funcional) está atrelada à condição da existência de vagas no quadro de professores. 8º. O processo de efetivação das progressões verticais deverá ser aprovado e homologado pela Reitoria da UnP e pela sua Mantenedora. CAPÍTULO XVI DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Art. 22. A avaliação de desempenho é realizada semestralmente com todos os professores pertencentes ao quadro efetivo da UnP, com objetivo de acompanhar, avaliar e dar feedback ao professor quanto ao seu desempenho na função de docência, identificando pontos fortes e pontos tidos como oportunidades de melhoria. 1º. O processo de avaliação de desempenho é composto dos seguintes instrumentos: 1. Formulário de avaliação, (Anexo 6) em papel ou em meio eletrônico; 2. Escala de Pontuação - Conceitos da nota de avaliação (Anexo 7); 2º. Semestralmente, todos os professores da Instituição deverão ser avaliados pela CPA - Comissão Própria de Avaliação. 3º. O resultado da avaliação será a média ponderada dos dois últimos semestres, avaliado por uma comissão designada, de acordo com os critérios estabelecidos no PCD. 4º. No final do processo de avaliação de desempenho, os professores serão informados da nota da sua avaliação. 5º. A efetivação da condição de elegibilidade dos professores para a progressão horizontal (enquadramento por mérito) será efetivada de acordo com a previsão orçamentária aprovada para este tipo de progressão no plano. 6º. A cada novo período de avaliação será reavaliada a necessidade de proceder com ajustes quanto aos fatores de avaliação, pesos e escala de conceitos da avaliação e determinação do conceito mínimo para movimentações horizontais. 7º. O processo de efetivação das progressões horizontais deverá ser aprovado e homologado pela Reitoria da UnP e pela sua Mantenedora. 12 / 21

13 CAPÍTULO XVII DO CRITÉRIO DE DESEMPATE Art. 23. Nos casos dos professores que obtiverem a mesma pontuação na avaliação de desenvolvimento ou o mesmo conceito (nota) na avaliação de desempenho, será adotado o seguinte critério de desempate para a progressão vertical ou horizontal na carreira: Nos casos de progressões verticais na carreira (Mudança de Categoria Funcional): 1º. Critério Maior conceito (nota) obtido na última avaliação de desempenho 2º. Critério Tempo (carga horária) de dedicação na instituição na função de professor 3º. Critério Maior tempo de experiência como professor na área de Ensino Superior. Nos casos de progressões horizontais na carreira (Movimentação nos níveis salariais na respectiva faixa salarial da Categoria Funcional): 1º. Critério Maior pontuação na avaliação de desenvolvimento 2º. Critério Tempo (carga horária) de dedicação na instituição na função de professor 3º. Critério Maior tempo de experiência como professor na área de Ensino Superior. CAPÍTULO XVIII DA COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE PROFESSORES Art. 24. O quadro é constituído por professores em regime jurídico da CLT, habilitados para o exercício da sua função, enquadrados em categorias funcionais, de acordo com os critérios estabelecidos no PCD. Art. 25. O dimensionamento do quadro é da responsabilidade da Reitoria da Instituição, com base nas demandas e atendimento às exigências do MEC e na avaliação das capacidades financeira e orçamentária da Instituição, considerando, entre outros, a sua estrutura de custos, resultados, investimentos, necessidade quanto à demanda, e, ainda, da conjuntura econômica e do mercado concorrente. 1º. O planejamento anual do dimensionamento do quadro de professores da UnP deverá prever as contratações e movimentações dentro do plano de carreira. 13 / 21

14 CAPÍTULO XIX DO EXERCÍCIO DE FUNÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO NA UNIVERSIDADE Art. 26. Do Exercício - Aos professores integrantes do PCD é assegurado o exercício das demais funções previstas no artigo 7, inciso III do PCD. Art. 27. Da Estrutura De Funções - A estrutura e organização são estabelecidas conforme o Estatuto da Universidade. Art. 28. Dos Critérios Para Designação - A forma de designação de docente para o provimento de funções dar-se-á de acordo com o Estatuto da Universidade. Art. 29. Da Gratificação Da Função - Pelo exercício de funções administrativas na UnP haverá a percepção de gratificação de função, que integrará temporariamente a remuneração do docente. Art. 30. A atribuição de valores para a gratificação de função deverá considerar: I - o grau de complexidade das decisões a serem tomadas e sua influência nas estratégias e nos resultados da Universidade; a sua liderança; II - a responsabilidade inerente à função no que diz respeito ao desempenho de pessoas sob III - a utilização de recursos técnicos e a gestão do patrimônio da Universidade. Art. 31. A gratificação percebida pelo docente durante o exercício de função administrativa, em qualquer nível, não se incorpora, para nenhum efeito, à remuneração de seu cargo na carreira. Art. 32. O docente exonerado das funções administrativas, poderá, a critério da Instituição, exercer o cargo de professor com base nos critérios estabelecidos no PCD. CAPÍTULO XX DAS RESPONSABILIDADES Art. 33. Definem-se as responsabilidades para a boa gestão do PCD. 1. Da Reitoria: Responsável em garantir o planejamento, dimensionamento e a movimentação do quadro de docentes, observando as exigências do MEC e PCD. a. Assegurar a aplicação correta do PCD; b. Assegurar a aplicação dos instrumentos de avaliação e validar os resultados; c. Analisar e aprovar as progressões salariais no PCD, em conjunto com a área de Recursos Humanos; e d. Definir o dimensionamento do quadro docente e rateio do valor previsto em orçamento para as movimentações. 14 / 21

15 2. Da Comissão Própria de Avaliação CPA: Responsável pelos processos de avaliação de desempenho e geração de informações pertinentes ao quadro docente com relação aos resultados apurados. a. Divulgar prazos para a realização das avaliações institucionais; b. Garantir a aplicação e funcionalidade dos instrumentos de avaliação de desempenho; c. Comunicar a Coordenação de Curso o resultado das avaliações para feedback para dos avaliados; e d. Fornecer dados necessárias para o CEAD e PROACAD para fins de aplicação do PCD. 3. Da Pro-Reitoria Acadêmica - PROACAD: Responsável pela condução dos processos de avaliação de desenvolvimento e geração de informações pertinentes ao quadro docente para fins de PCD. a. Divulgar prazos para a realização das avaliações de desenvolvimento; b. Garantir a aplicação e funcionalidade dos instrumentos de avaliação de desenvolvimento; c. Recepcionar documentação comprobatória exigida; d. Validar as informações prestadas no formulário e documentação comprobatória anexa referente ao processo de avaliação de desenvolvimento; e. Apurar pontuação com base nas informações fornecidas pelos professores; f. Gerar relatório consolidado com os resultados das avaliações de desempenho e desenvolvimento; g. Comunicar a Coordenação de Curso o resultado das avaliações para feedback dos avaliados; h. Fornecer o resultado das avaliações para o CEAD para fins de PCD; e i. Avaliar necessidades de ajuste no PCD junto com a área de RH e Reitoria. 4. Da Comissão de Enquadramento e Avaliação de Docente CEAD: Responsável pela análise do resultado das avaliações de desempenho e desenvolvimento para fins de progressões no PCD e propor as movimentações com base no dimensionamento do quadro definido. a. Divulgar o calendário do processo de enquadramento no PCD, previamente acordado com a área da PROACAD e RH; b. Analisar os resultados da Avaliação de Desempenho e Desenvolvimento fornecidos pela PROACAD; c. Identificar os docentes elegíveis às progressões; d. Auditar as informações e documentos dos docentes elegíveis; e. Propor as movimentações no PCD, de acordo com o dimensionamento do quadro de professores definidos para aquele exercício, e submeter à aprovação da Reitoria; f. Comunicar a PROACAD, o resultado dos enquadramentos e encaminhar a área de Recursos Humanos-Remuneração e Benefícios, as movimentações aprovadas para processamento em folha; e g. Propor a PROACAD necessidades de ajustes nos instrumentos e avaliações quando se fizer necessário. 15 / 21

16 5. Do Docente: Responsável em prestar as informações solicitadas dentro dos prazos, bem como participar das avaliações institucionais. a. Atualizar semestralmente o curriculum lattes; b. Participar do processo de avaliação de desenvolvimento para fins do PCD; e c. Prestar informações solicitadas para fins de avaliação e apresentar os documentos comprobatórios, dentro dos prazos estabelecidos para a realização de sua avaliação anual quanto ao seu nível de desenvolvimento. 6. Do Coordenador de Curso: Responsável por acompanhar os processos e resultados das avaliações, fornecendo feedback e orientando os professores no seu desenvolvimento profissional. a. Realizar as avaliações de desempenho dos Docentes; b. Divulgar e estimular os estudantes/ alunos a realizar a avaliação de desempenho dos Docentes; c. Acompanhar os resultados das avaliações de desenvolvimento e desempenho dos Docentes; d. Dar feedback ao Docente quanto ao resultado de suas avaliações; e e. Propor em conjunto com área de Recursos Humanos Desenvolvimento Organizacional um plano de ação de desenvolvimento dos docente, com base nos resultados das avaliações. 7. Da Área de Recursos Humanos: Responsável por apoiar, sugerir, acompanhar e orientar a CEAD, as demais áreas envolvidas quanto à aplicação da política e instrumentos do PCD e juntamente com a Reitoria analisar as movimentações propostas. a. Assegurar que os critérios e procedimentos deste plano sejam aplicados corretamente; b. Orientar às áreas quanto à aplicação do PCD; c. Receber requisições de pessoal e movimentações funcionais com as aprovações para processamento das alterações funcionais dos Docentes; e d. Realizar a manutenção, atualização e propor ajustes quando se fizerem necessários para a manutenção do PCD. 16 / 21

17 CAPÍTULO XXI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS - TRANSITÓRIAS Art. 34. Quando da Implantação do Plano 1º. Os professores que tenham sido admitidos antes da vigência do PCD da Universidade Potiguar serão enquadrados nas respectivas categorias funcionais correspondentes à sua titulação atual pela qual foi contratado no plano anterior, assegurando assim a manutenção do seu status quo sem nenhum tipo de prejuízo à sua condição anterior. 2º. Os professores na condição prevista no parágrafo anterior e que na primeira avaliação de desenvolvimento apresentarem pontuação abaixo do mínimo estabelecido para cada categoria funcional, deverão buscar a regularização da sua situação para estabelecer a condição de elegibilidade e possibilitar o a promoção para as demais categorias funcionais com base nos critérios estabelecidos no PCD. 3º. Os professores referidos nos parágrafos anteriores, em caráter de transição para o novo Plano de Quadro de Carreira, não servirão de referência ou como paradigma para os professores admitidos após a vigência do plano. Art. 35. Os casos omissos serão avaliados pela Comissão de Avaliação e Enquadramento - CEAD e dirimidos pela Reitoria e, quando necessário, submetidos à prévia manifestação de anuência da Sociedade Potiguar de Educação e Cultura Ltda. - APEC. Art. 36. Caso ocorram alterações no PCD, posteriores à publicação do despacho no diário Oficial da União, deverão ser submetidos ao órgão regional do Ministério do Trabalho e Emprego para análise e homologação. Art. 37. O presente Plano de Carreira / Cargos e Salários dos Docentes atende ao disposto nos artigos 317 a 327 da CLT Consolidação das Leis do Trabalho que tratam especificamente sobre a atividade docente, bem como ao disposto no Acordo Coletivo de Trabalho da Categoria pelo qual estão enquadrados os professores da Universidade Potiguar. Art. 38. O presente PCD entra em vigor na data de sua aprovação, revogadas as disposições em contrário e após a sua homologação. Sociedade Potiguar de Educação e Cultura Ltda. - APEC Universidade Potiguar - UnP 17 / 21

18 ANEXOS Parte integrante do PCD Tabela - Faixas Salariais Anexo 1 Artigo 14 Tabela Salarial / Categorias Funcionais Instrumento de Avaliação de Desenvolvimento Anexo 2 Anexo 3 Anexo 4 Anexo 5 Artigo 23 Quadro dos Fatores de Avaliação - Pesos Manual de Avaliação e Faixas de Pontuação Questionário de Avaliação Planilha de Resultado Instrumento de Avaliação de Desempenho Anexo 6 Anexo 7 Artigo 24 Formulário de Avaliação Escala de Pontuação Conceitos da nota de avaliação 18 / 21

19 Anexo 1: Tabela - Faixas Salariais Categorias Funcionais 19 / 21

20 Anexos 2, 3, 4 e 5: Instrumento de Avaliação de Desenvolvimento Progressão no Eixo Vertical da Carreira 20 / 21

21 Anexos 6 e 7: Instrumento de Avaliação de Desempenho Progressão no Eixo Horizontal da Carreira 21 / 21

DESENVOLVIMENTO DO PLANO DE QUADRO DE CARREIRA DOS PROFESSORES

DESENVOLVIMENTO DO PLANO DE QUADRO DE CARREIRA DOS PROFESSORES 1 DESENVOLVIMENTO DO PLANO DE QUADRO DE CARREIRA DOS PROFESSORES Gestão da Progressão na Carreira apoiada nos eixos do DESENVOLVIMENTO e do DESEMPENHO atavés do Sistema de Meritocracia em bases Sustentáveis.

Leia mais

PLANO DE CARREIRA DOCENTE

PLANO DE CARREIRA DOCENTE PLANO DE CARREIRA DOCENTE Boa árvore, bons frutos. ÍNDICE 1. Objetivos 5 2. Abrangência...5 3. Categorias Funcionais...6 4. Progressão na Carreira...7 4.1. Mobilidade no Plano de Carreira...9 4.2. Progressão

Leia mais

REGULAMENTO DE PROGRESSÃO FUNCIONAL DE DOCENTES CAPÍTULO I DO CORPO DOCENTE

REGULAMENTO DE PROGRESSÃO FUNCIONAL DE DOCENTES CAPÍTULO I DO CORPO DOCENTE REGULAMENTO DE PROGRESSÃO FUNCIONAL DE DOCENTES CAPÍTULO I DO CORPO DOCENTE Art. 1º - As atividades docentes, para efeito deste regulamento, compreendem: I- As relacionadas com a preservação, elaboração

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N 18/2014

UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N 18/2014 RESOLUÇÃO N 18/2014 Aprova as normas para avaliação de desempenho funcional dos docentes da Universidade Federal do Vale do São Francisco para fins de desenvolvimento na carreira. O DA UNIVERSIDADE FEDERAL

Leia mais

PLANO DE CARREIRA, CARGOS E SALÁRIOS

PLANO DE CARREIRA, CARGOS E SALÁRIOS CAPITULO I 1 - Da Natureza e Constituição Art. 1º O Plano de Carreira exclusivo da instituição privada IFASC - Faculdade Santa Rita de Cássia e do ISESC Instituto Superior de Educação Santa Rita de Cássia,

Leia mais

PLANO DE EMPREGOS, SALÁRIOS E CARREIRA DO PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO DA UNOESC CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

PLANO DE EMPREGOS, SALÁRIOS E CARREIRA DO PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO DA UNOESC CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES PLANO DE EMPREGOS, SALÁRIOS E CARREIRA DO PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO DA UNOESC CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. O presente instrumento tem por finalidade reestruturar o Sistema de Remuneração,

Leia mais

Lei Complementar Nº 124 de 01/07/2009. Faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei Complementar:

Lei Complementar Nº 124 de 01/07/2009. Faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei Complementar: Lei Complementar Nº 124 de 01/07/2009 Altera a Lei Complementar nº 61, de 20 de dezembro de 2005, que dispõe sobre o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração do Magistério Superior da Universidade Estadual

Leia mais

PLANO DE CARGOS, SALÁRIOS E DE CARREIRA DOS EMPREGADOS DOCENTES DE ENSINO SUPERIOR DA UNOESC (Alterado pela Resolução nº 030/Cons.

PLANO DE CARGOS, SALÁRIOS E DE CARREIRA DOS EMPREGADOS DOCENTES DE ENSINO SUPERIOR DA UNOESC (Alterado pela Resolução nº 030/Cons. PLANO DE CARGOS, SALÁRIOS E DE CARREIRA DOS EMPREGADOS DOCENTES DE ENSINO SUPERIOR DA UNOESC (Alterado pela Resolução nº 030/Cons.Adm/Funoesc/ 2011) CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. O presente

Leia mais

LEI Nº 1.275/2013. CNPJ. nº / Praça Padre Francisco Pedro da Silva, nº 145- Centro CEP: OURICURI-PERNAMBUCO

LEI Nº 1.275/2013. CNPJ. nº / Praça Padre Francisco Pedro da Silva, nº 145- Centro CEP: OURICURI-PERNAMBUCO LEI Nº 1.275/2013 Ementa:Dispõe sobre o Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos dos Servidores da Prefeitura Municipal de Ouricuri, Estado de Pernambuco e dá outras providências. O PREFEITO DO MUNICÍPIO

Leia mais

REGIMENTO GERAL do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo Ifes

REGIMENTO GERAL do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo Ifes Anexo I Resolução CS nº 1/2017 REGIMENTO GERAL do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo Ifes Vitória Janeiro de 2017 SUMÁRIO TÍTULO I DO REGIMENTO E DE SEU OBJETIVOS......04

Leia mais

PLANO DE CARREIRA DO CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

PLANO DE CARREIRA DO CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS PLANO DE CARREIRA DO CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º. O Plano de Carreira Técnico-Administrativo, adiante apenas Plano, destina-se aos membros do corpo técnico-administrativo

Leia mais

Art. 2º Revogar a Resolução CEPG Nº 2, de 15 de dezembro de Art. 3º Determinar a entrada em vigor desta Resolução na data de sua publicação.

Art. 2º Revogar a Resolução CEPG Nº 2, de 15 de dezembro de Art. 3º Determinar a entrada em vigor desta Resolução na data de sua publicação. RESOLUÇÃO CEPG Nº 3, de 11 de dezembro de 2009 Dispõe sobre a criação, a composição e as atribuições das comissões de pós-graduação e pesquisa no tocante à pósgraduação stricto sensu e sobre a constituição,

Leia mais

1. DO REGULAMENTO 3. DO QUADRO DE CARREIRA

1. DO REGULAMENTO 3. DO QUADRO DE CARREIRA 1. DO REGULAMENTO A Faculdade de Ciências da Saúde IGESP organiza a carreira de seus docentes por meio de Plano de Carreira em que se articulam critérios relacionados ao tempo de atuação na Instituição

Leia mais

FACULDADE ESAMC SOROCABA PLANO DE CARREIRA DOCENTE

FACULDADE ESAMC SOROCABA PLANO DE CARREIRA DOCENTE FACULDADE ESAMC SOROCABA PLANO DE CARREIRA DOCENTE SOROCABA, AGOSTO DE 2016 1 SUMÁRIO CAPÍTULO I DA NATUREZA... 3 CAPÍTULO II- DO OBJETIVO... 3 CAPÍTULO III - DAS ATIVIDADES DO MAGISTÉRIO SUPERIOR... 3

Leia mais

Art. 1º Aprovar o Estatuto do Pessoal Técnico Administrativo, conforme cópia anexa a esta Resolução.

Art. 1º Aprovar o Estatuto do Pessoal Técnico Administrativo, conforme cópia anexa a esta Resolução. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 36/07/Administração RESOLUÇÃO Nº 36/07/Universitário Aprova o Estatuto do Pessoal Técnico Administrativo. O Conselho e Administração da Fundação

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA FACULDADE DE INHUMAS

REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA FACULDADE DE INHUMAS FACULDADE DE INHUMAS REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA FACULDADE DE INHUMAS INHUMAS, JANEIRO DE 2015. SUMÁRIO CAPÍTULO I - DA NATUREZA E DAS FINALIDADES... 3 CAPÍTULO II - DA

Leia mais

Plano de Cargos e Salários

Plano de Cargos e Salários Plano de Cargos e Salários Introdução O Plano foi elaborado com a finalidade de normatizar os procedimentos do Plano de Cargos e Salários da Organização que envolve remuneração fixa, gestão por competências

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO Lato sensu

REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO Lato sensu REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO Lato sensu COP - UNIG 1 Sumário Título I Dos Cursos de Pós-Graduação e suas finalidades...3 Título II Dos Cursos de Pós-Graduação em Sentido Lato...3 Título

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 0042 DE 15 DE MARÇO DE 2016.

LEI COMPLEMENTAR Nº 0042 DE 15 DE MARÇO DE 2016. LEI COMPLEMENTAR Nº 0042 DE 15 DE MARÇO DE 2016. INSTITUI O PLANO DE CARREIRA, CARGOS E VENCIMENTOS DA GUARDA CIVIL MUNICIPAL. O PREFEITO MUNICIPAL DE CACHOEIRAS DE MACACU, Estado do Rio de Janeiro, faz

Leia mais

4 Perfil do Quadro de Servidores

4 Perfil do Quadro de Servidores 4 Perfil do Quadro de Servidores 4.1 Servidores Docentes O quadro de servidores docentes do IFRO é composto por Professores do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico regidos pela Lei nº 8.112/90 e Lei nº

Leia mais

Credenciamento/Descredenciamento de Docentes Permanentes e Colaboradores e definição de Orientadores no âmbito do PPG-Odontologia UFU.

Credenciamento/Descredenciamento de Docentes Permanentes e Colaboradores e definição de Orientadores no âmbito do PPG-Odontologia UFU. Credenciamento/Descredenciamento de Docentes Permanentes e Colaboradores e definição de Orientadores no âmbito do PPG-Odontologia UFU. Resolução do COPOD Nº 01/2015 Credenciamento/Descredenciamento de

Leia mais

LEI Nº A CÂMARA MUNICIPAL DE IRATI, Estado do Paraná, APROVOU e eu PREFEITA MUNICIPAL, SANCIONO a seguinte Lei:

LEI Nº A CÂMARA MUNICIPAL DE IRATI, Estado do Paraná, APROVOU e eu PREFEITA MUNICIPAL, SANCIONO a seguinte Lei: LEI Nº 2806 Súmula: Dá nova denominação ao cargo de Monitor de Creche, inclui seus ocupantes no Plano de Carreira do Magistério Municipal e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE IRATI, Estado do

Leia mais

Aprova o Regulamento de Recursos Humanos e o Plano de Cargos e Salários do ITCBio

Aprova o Regulamento de Recursos Humanos e o Plano de Cargos e Salários do ITCBio RESOLUÇÃO N 02/2016, DE 10 DE AGOSTO DE 2016. Aprova o Regulamento de Recursos Humanos e o Plano de Cargos e Salários do ITCBio O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO, reunido em de 2016, no exercício de suas competências

Leia mais

Procedimento Operacional. Cargos, Salários e Benefícios Versão: 3 Vigência: 12/06/2018

Procedimento Operacional. Cargos, Salários e Benefícios Versão: 3 Vigência: 12/06/2018 1 APRESENTAÇÃO O Centro de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento do Desporto Não Profissional de São José dos Campos - SÃO JOSÉ DESPORTIVO, estabelece este Procedimento para Cargos, Salários e Benefícios com

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº. 547, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2012

PROJETO DE LEI Nº. 547, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2012 PROJETO DE LEI Nº. 547, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2012 Dispõe sobre a instituição do Plano de Carreira, Cargos e Vencimentos do Magistério Público do Município de Capela do Alto Alegre e dá outras providências.

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA

REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA I - DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Art. 1º. O presente regulamento interno disciplina a organização, o funcionamento e as atribuições da Comissão Própria

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 418, DE 31 DE MARÇO DE 2010.

LEI COMPLEMENTAR Nº 418, DE 31 DE MARÇO DE 2010. Governo do Estado do Rio Grande do Norte Gabinete Civil Coordenadoria de Controle dos Atos Governamentais LEI COMPLEMENTAR Nº 418, DE 31 DE MARÇO DE 2010. Institui o Plano de Cargos e Remuneração para

Leia mais

POLÍTICA CARGOS E REMUNERAÇÃO

POLÍTICA CARGOS E REMUNERAÇÃO 1 / 9 1. OBJETIVO 1.1 Geral Estabelecer uma política eficaz para a ascensão profissional dos seus colaboradores, de acordo com suas aptidões e desempenho; assim como subsidiar o desenvolvimento no plano

Leia mais

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA PROFESSOR VISITANTE E VISITANTE ESTRANGEIRO EDITAL N o 002/2017-PROGESP

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA PROFESSOR VISITANTE E VISITANTE ESTRANGEIRO EDITAL N o 002/2017-PROGESP UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA PROFESSOR VISITANTE E VISITANTE ESTRANGEIRO EDITAL N o 002/2017-PROGESP A Universidade

Leia mais

RESOLUÇÃO N 02/2015. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO no uso de suas atribuições legais e estatutárias;

RESOLUÇÃO N 02/2015. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO no uso de suas atribuições legais e estatutárias; RESOLUÇÃO N 02/2015 Estabelece os critérios de avaliação do desempenho acadêmico dos docentes, para fins de promoção funcional à Classe de Professor Associado e progressão entre os níveis dessa Classe,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA (UNILA) CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO CONSUN N 07 DE 27 DE MARÇO DE 2017

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA (UNILA) CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO CONSUN N 07 DE 27 DE MARÇO DE 2017 RESOLUÇÃO CONSUN N 07 DE 27 DE MARÇO DE 2017 Estabelece procedimentos de concurso para o cargo de Professor Titular-Livre da Carreira do Magistério Superior. O DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA

Leia mais

COPERGÁS - COMPANHIA PERNAMBUCANA DE GÁS PLANO DE CARGOS, CARREIRAS E SALÁRIOS -PCCS- Página 1 de 14

COPERGÁS - COMPANHIA PERNAMBUCANA DE GÁS PLANO DE CARGOS, CARREIRAS E SALÁRIOS -PCCS- Página 1 de 14 COPERGÁS - COMPANHIA PERNAMBUCANA DE GÁS PLANO DE CARGOS, CARREIRAS E SALÁRIOS -PCCS- Página 1 de 14 Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. PRINCIPIOS BÁSICOS... 3 3. CONCEITOS... 3 4. QUADRO DE PESSOAL... 5

Leia mais

RESOLUÇÃO CoCEx Nº 5072, DE 16 DE SETEMBRO DE 2003 (D.O.E ) RESOLUÇÃO:

RESOLUÇÃO CoCEx Nº 5072, DE 16 DE SETEMBRO DE 2003 (D.O.E ) RESOLUÇÃO: RESOLUÇÃO CoCEx Nº 5072, DE 16 DE SETEMBRO DE 2003 (D.O.E. - 18.09.2003) Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo e dá outras providências.

Leia mais

MUNICÍPIO DE VITÓRIA DA CONQUISTA

MUNICÍPIO DE VITÓRIA DA CONQUISTA DESCRIÇÃO DO CARGO DE PROFESSOR E DAS FUNÇÕES DE CONFIANÇA DENOMINAÇÃO DO CARGO: Professor FORMA DE PROVIMENTO: Ingresso por concurso público de provas e títulos. REQUISITOS PARA PROVIMENTO Para ingresso

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL DECRETO Nº 85.487, DE 11 DE DEZEMBRO DE 1980 Dispõe sobre a carreira do magistério nas instituição federais autárquicas e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe

Leia mais

NORMA PARA ALTERAÇÃO DE REGIME DE TRABALHO DO DOCENTE PERTENCENTE À CARREIRA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR NA UNIFEI

NORMA PARA ALTERAÇÃO DE REGIME DE TRABALHO DO DOCENTE PERTENCENTE À CARREIRA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR NA UNIFEI NORMA PARA ALTERAÇÃO DE REGIME DE TRABALHO DO DOCENTE PERTENCENTE À CARREIRA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR NA UNIFEI 1 Norma para alteração de regime de trabalho do docente pertencente à carreira de Magistério

Leia mais

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA PROFESSOR VISITANTE E VISITANTE ESTRANGEIRO EDITAL N o 007/2015-PROGESP

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA PROFESSOR VISITANTE E VISITANTE ESTRANGEIRO EDITAL N o 007/2015-PROGESP UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA PROFESSOR VISITANTE E VISITANTE ESTRANGEIRO EDITAL N o 007/2015-PROGESP A Universidade

Leia mais

LEI MUNICIPAL N.º 768/05 Novo Tiradentes(RS), 27 de Outubro de 2.005

LEI MUNICIPAL N.º 768/05 Novo Tiradentes(RS), 27 de Outubro de 2.005 LEI MUNICIPAL N.º 768/05 Novo Tiradentes(RS), 27 de Outubro de 2.005 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DO MUNICÍPIO DE NOVO TIRADENTES/RS, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. GILBERTO MORI, PREFEITO

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA PARA O ENSINO PRESENCIAL

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA PARA O ENSINO PRESENCIAL REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA PARA O ENSINO PRESENCIAL Rio de Janeiro 2018 2 CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS Art. 1º. O Programa de Monitoria, instituído pela Lei nº 5.540/68 e complementada

Leia mais

PROGRAMA ASSOCIADO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA UFPB/UFRN

PROGRAMA ASSOCIADO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA UFPB/UFRN RESOLUÇÃO Nº 04 - PPGFON, 16 de fevereiro de 2017 Dispõe sobre as atribuições do coordenador, vice-coordenador e secretário do Programa Associado de Pós-Graduação em Fonoaudiologia RESOLVE: O COLEGIADO

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO CPA FACULDADE ESTÁCIO DO AMAPÁ ESTÁCIO AMAPÁ

REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO CPA FACULDADE ESTÁCIO DO AMAPÁ ESTÁCIO AMAPÁ REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO CPA FACULDADE ESTÁCIO DO AMAPÁ ESTÁCIO AMAPÁ MACAPÁ-AP MARÇO DE 2015 0 CAPÍTULO I DA IDENTIFICAÇÃO Art. 1º A COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO da Faculdade Estácio

Leia mais

PROCESSO SELETIVO DE MONITORIA VOLUNTÁRIA

PROCESSO SELETIVO DE MONITORIA VOLUNTÁRIA PROCESSO SELETIVO DE MONITORIA VOLUNTÁRIA A Faculdade Metropolitana de Manaus FAMETRO, através da Unidade de Saúde, torna público que no período de 28/08/17 a 01/09/17, estarão abertas as inscrições para

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS DELIBERAÇÃO Nº 085/2014 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Lei nº 815 de 20 de fevereiro de 2017.

Lei nº 815 de 20 de fevereiro de 2017. Lei nº 815 de 20 de fevereiro de 2017. Dispõe sobre contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público, nos termos do inciso IX do Art. 37 da Constituição

Leia mais

CAPÍTLULO I OBJETIVOS DO PAIC

CAPÍTLULO I OBJETIVOS DO PAIC RESOLUÇÃO CEPE N 02/2017 O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão CEPE, no uso da atribuição que lhe confere o inciso X do artigo 13 do Estatuto, conforme Processo CEPE 02/2017, baixa a

Leia mais

POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO

POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO 1-OBJETIVO: Disponibilizar um plano de remuneração internamente consistente e externamente competitivo, que assegure a atração, retenção e desenvolvimento profissional dos funcionários

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE ALTOS ESTUDOS AMAZÔNICOS PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE ALTOS ESTUDOS AMAZÔNICOS PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE ALTOS ESTUDOS AMAZÔNICOS PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA RESOLUÇÃO Nº 01, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2016 Regulamenta o credenciamento,

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA Agosto de 2015 INTRODUÇÃO O Ministério de Educação (MEC) através do Sistema Nacional

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 99/CUn/2017, DE 30 DE MAIO DE 2017

RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 99/CUn/2017, DE 30 DE MAIO DE 2017 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA ÓRGÃOS DELIBERATIVOS CENTRAIS Campus Universitário Reitor João David Ferreira Lima - Trindade CEP: 88040-900 - Florianópolis - SC Telefone:

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO CURSO DE MEDICINA DA FCM - UFMT

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO CURSO DE MEDICINA DA FCM - UFMT REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO CURSO DE MEDICINA DA FCM - UFMT Fixa normas para o funcionamento das Atividades Complementares no âmbito da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Federal

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 588, de 21 de fevereiro de 2017.

LEI COMPLEMENTAR Nº 588, de 21 de fevereiro de 2017. RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 588, de 21 de fevereiro de 2017. Estabelece normas de finanças públicas complementares à Lei Complementar Federal nº 101, de 04 de maio de 2000, e à Lei Federal

Leia mais