Capítulo 6 Redes sem fio e Redes móveis
|
|
|
- Renata Freire de Santarém
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Redes de Computadores DCC/UFJF Capítulo 6 Redes sem fio e Redes móveis Material fortemente baseado nos slides do livro: Computer Networking: A Top-Down Approach Featuring the Internet. Os slides foram disponibilizados pelos autores James F. Kurose e Keith W. Ross All material copyright J.F Kurose and K.W. Ross, All Rights Reserved 6: Wireless and Mobile Networks 6-1
2 Capítulo Introdução Wireless 6.2 Enlaces sem fio, características 6.3 IEEE Redes locais sem fio( wi-fi ) 6.4 Acesso a Internet via Celular arquitetura padrões (e.g., GSM) Mobilidade 6.5 Princípios: endereçamento e roteamento de usuários móveis 6.6 IP Móvel 6.7 Gerenciamento de mobilidade em redes celulares 6.8 Mobilidade e o impacto nos protocolos das camadas superiores 6.9 Sumário 6: Wireless and Mobile Networks 6-2
3 O que é mobilidade? graus de mobilidade, do ponto de vista da rede: no mobility high mobility Usuário se movimenta apenas dentro da mesma rede de acesso sem fio Usuário se movimenta entre redes de acesso, encerrando conexões enquanto se movimenta entre redes Usuário se movimenta entre redes de acesso mantendo conexões em curso (como telefone celular) 6: Wireless and Mobile Networks 6-3
4 Mobilidade: Vocabulário rede nativa (home ): residência permanente de um nó móvel (e.g., /24) agente ativo (home agent): entidade dentro da rede nativa que executa o gerenciamento de funções de mobilidade em nome do nó móvel Endereço permanente : endereço na rede ativa, pode ser sempre usada para alcançar o nó móvel e.g., wide area correspondent 6: Wireless and Mobile Networks 6-4
5 Mobilidade:vocabulário endereço permanente: permanece constante (e.g., ) Care-of-address (endereço administrado): endereço na rede visitada (e.g., 79, ) rede visitada: rede na qual o nó está no momento atual (e.g., /24) correspondente: entidade que quer se comunicar com o nó móvel wide area agente externo (foreign agent): entidade dentro da rede externa que auxilia o nó móvel no gerenciamento das funções de mobilidade 6: Wireless and Mobile Networks 6-5
6 Como conectar um amigo móvel : Considere um amigo que mude frequentemente de endereço. Como encontrá-lo? Para onde Alice se mudou? procura por todas listas telefônicas? ligar para os seus pais? esperar que ele diga onde está? 6: Wireless and Mobile Networks 6-6
7 Mobilidade Roteamento se encarrega: roteadores avisam os endereços permanentes dos nós móveis em residência na rede, através de trocas usuais de tabelas de roteamento. tabelas de roteamento indicam onde cada nó móvel está localizado Sistema final se encarrega: roteamento indireto: comunicação entre o nó correspondente e o móvel é feita através do do agente ativo, e deste repassado ao agente externo roteamento direto: correspondente obtem o endereço externo do nó móvel e envia datagramas diretamente a ele 6: Wireless and Mobile Networks 6-7
8 Mobilidade: registro home visited Resultado: 2 wide area agente externo contacta o agente nativo: este nó móvel está residente na minha rede Agente externo reconhece presença do nó móvel Agente nativo sabe a localização do nó móvel 1 nó móvel contacta o agente externo quando entra na rede visitante 6: Wireless and Mobile Networks 6-8
9 Mobilidade via Roteamento Indireto home correspondent addresses packets using home address of mobile home agent intercepts packets, forwards to foreign agent 1 wide area 2 foreign agent receives packets, forwards to mobile 4 3 visited mobile replies directly to correspondent 6: Wireless and Mobile Networks 6-9
10 Roteamento Indireto: comentários Nó móvel usa dois endereços: endereço permanente: usado pelo nó correspondente (mobilidade é transparente para o nó correspondente) care-of-address: usado pelo agente ativo para repassar os datagramas ao nó móvel roteamento triangular: correspondente-rede nativarede-nó móvel ineficiente quando correspondente, nó móvel estão na mesma rede 6: Wireless and Mobile Networks 6-10
11 Roteamento indireto: mudança entre redes suponha que o nó movél mude para outra rede registra com o agente externo novo agente externo se registra com o agente nativo agente nativo muda o care-of-address do nó móvel pacotes continuam a serem repassados para o nó móvel (com novo care-of-address) transparência na mobilidade e mudança de redes : conexões em andamento são mantidas! 6: Wireless and Mobile Networks 6-11
12 Mobilidade usando Roteamento Direto home correspondent forwards to foreign agent foreign agent receives packets, forwards to mobile 4 visited correspondent requests, receives foreign address of mobile 2 1 wide area 3 4 mobile replies directly to correspondent 6: Wireless and Mobile Networks 6-12
13 Mobilidade usando roteamanto direto: comentários resolve o problema do roteamento triangular sem transparência para o correspondente: correspondente recebe, do agente nativo, o care-of-address o que acontece se o nó móvel muda de rede externa? 6: Wireless and Mobile Networks 6-13
14 Mobilidade e roteamento direto agente externo âncora: agente externo na primeira rede visitada Dados são sempre roteados primeiramente ao primeiro agente externo âncora quando nó móvel muda: novo agente externo recebe dados vindos do antigo agente externo (cadeia) correspondent wide area 1 correspondent agent anchor foreign agent new foreign agent foreign net visited at session start 2 new foreign 6: Wireless and Mobile Networks 6-14
15 Capítulo Introdução Wireless 6.2 Enlaces sem fio, características 6.3 IEEE Redes locais sem fio( wi-fi ) 6.4 Acesso a Internet via Celular arquitetura padrões (e.g., GSM) Mobilidade 6.5 Princípios: endereçamento e rotemanto de usuários móveis 6.6 IP Móvel 6.7 Gerenciamento de mobilidade em redes celulares 6.8 Mobilidade e o impacto nos protocolos das camadas superiores 6.9 Sumário 6: Wireless and Mobile Networks 6-15
16 IP móvel RFC 3344 suporta muitos modos de operação: agentes nativos, agentes externos, registros com agentes externo, care-of-addresses, encapsulamento três partes principais: roteamento indireto de datagramas descorbeta de agente registro junto ao agente nativo 6: Wireless and Mobile Networks 6-16
17 IP móvel: roteamento indireto foreign-agent-to-mobile packet packet sent by home agent to foreign agent: a packet within a packet dest: dest: dest: Permanent address: dest: packet sent by correspondent Care-of address: : Wireless and Mobile Networks 6-17
18 IP móvel: descorbeta de agente aviso ao agente: agentes externos/nativos envia avisos de serviço usando mensagens ICMP via broadcast (tipo = 9) H,F bits: home and/or foreign agent type = 9 code = 0 = 9 router address checksum = 9 standard ICMP fields R bit: registration required type = 16 registration lifetime length sequence # RBHFMGV bits 0 or more care-ofaddresses reserved mobility agent advertisement extension 6: Wireless and Mobile Networks 6-18
19 IP móvel: exemplo de registro home agent HA: foreign agent COA: ICMP agent adv. COA: visited : /24 Mobile agent MA: registration req. COA: HA: MA: Lifetime: 9999 identification: 714 encapsulation format. registration req. COA: HA: MA: Lifetime: 9999 identification:714. registration reply time HA: MA: Lifetime: 4999 Identification: 714 encapsulation format. registration reply HA: MA: Lifetime: 4999 Identification: : Wireless and Mobile Networks 6-19
20 Componentes da arquitetura de uma rede celular relembrando: wired public telephone correspondent MSC MSC MSC MSC MSC Diferente redes celulares operadas por diferentes operadoras 6: Wireless and Mobile Networks 6-20
21 Lidando com mobilidade em redes celulares rede nativa: operadora de rede celular na qual você tem assinatura (e.x.,vivo, Claro, Oi) registro nativo de localização (HLR): banco de dados na rede nativa que contém o número permanente do telefone celular e as informações do perfil do assinante para cada um dos assinantes (serviços, preferências, billing), informação sobre a posição corrente (pode ser uma outra rede) rede visitada: rede na qual o nó móvel reside atualmente registro de localização de visitantes(vlr): banco de dados com um registro para cada usuário móvel que está atualmente na porção de rede atendida pelo VLR 6: Wireless and Mobile Networks 6-21
22 GSM: roteamento indireto para o nó móvel home MSC consults HLR, gets roaming number of mobile in visited mobile user HLR 4 2 home home Mobile Switching Center VLR Mobile Switching Center visited 3 correspondent 1 call routed to home Public switched telephone home MSC sets up 2 nd leg of call to MSC in visited MSC in visited completes call through base station to mobile 6: Wireless and Mobile Networks 6-22
23 GSM: transferência (handoff) usando MSC old BSS VLR old routing Mobile Switching Center new routing new BSS objetivo do Handoff: rotear chamada para nova estação base (sem interrupção) razões para handoff: o sinal entre a estação-base corrente e o usuário móvel é mais forte (preserva conectividade, menor gasto de bateria) balanceamento de carga: uma célula pode ter ficado sobrecarregada, manipulando um grande número de chamadas handoff iniciado pela antiga BSS 6: Wireless and Mobile Networks 6-23
24 GSM: handoff usando MSC 1. BSs antigo informa ao MSC as tranferências iminentes, provendo a lista dos novos BSSs old BSS 1 VLR 8 Mobile Switching Center new BSS 2. MSC configura um caminho (aloca recursos) para novo BsS 3. novo BSS aloca o canal de rádios para ser usado pelo nó móvel 4. novo BSS sinaliza ao MSC, e antigo BSS que está pronto 5. antigo BSS diz ao nó móvel: fazer handoff para o novo BSS 6. nó móvel, novo BSS ativa novo canal 7.sinais do nó móvel são mandados via novo BSS: transferência completa. MSC roteia chamadas 8 recursos 6: do Wireless antigo and BSS Mobile são Networks liberados 6-24
25 GSM: transferência entre MSCs home Home MSC anchor MSC MSC correspondent PSTN MSC MSC MSC ancôra: primeiro MSC visitados durante a ligação Ligações são roteadas entre MSC âncoras Novos MSCs adicionados no final da cadeia no decorrer do movimento do nó móvel (a) before handoff 6: Wireless and Mobile Networks 6-25
26 GSM: transferência entre MSCs home Home MSC anchor MSC MSC correspondent PSTN MSC MSC MSC âncora: primeiro MSC visitados durante a ligação Ligações são roteadas entre MSC âncoras Novos MSCs adicionados no final da cadeia no decorrer do movimento do nó móvel (b) after handoff 6: Wireless and Mobile Networks 6-26
27 Mobility: GSM versus Mobile IP GSM element Comment on GSM element Mobile IP element Home system Network to which mobile user s permanent phone number belongs Home Gateway Mobile Switching Center, or home MSC. Home Location Register (HLR) Home MSC: point of contact to obtain routable address of mobile user. HLR: database in home system containing permanent phone number, profile information, current location of mobile user, subscription information Home agent Visited System Visited Mobile services Switching Center. Visitor Location Record (VLR) Network other than home system where mobile user is currently residing Visited MSC: responsible for setting up calls to/ from mobile nodes in cells associated with MSC. VLR: temporary database entry in visited system, containing subscription information for each visiting mobile user Visited Foreign agent Mobile Station Roaming Number (MSRN), or roaming number Routable address for telephone call segment between home MSC and visited MSC, visible to neither the mobile nor the correspondent. Care-ofaddress 6: Wireless and Mobile Networks 6-27
28 Redes sem fio, mobilidade: impacto nas camadas superiores impacto deve ser mínimo modelo do melhor esforço permanece sem mudanças TCP e UDP podem (e são) executados nas redes sem fio mas em termos de desempenho: Perda e atraso de pacotes em decorrência dos erros nos bits (pacotes descartados, atrasos para retransmissão), e handoff TCP interpreta erro como congestionamento, e diminui o tamanho da janela desnecessariamente atraso para aplicações de tempo real banda limitada dos enlaces sem fio 6: Wireless and Mobile Networks 6-28
29 Chapter 6 Summary Redes sem fio enlaces sem fio: capacidade, distância CDMA IEEE ( wi-fi ) CSMA/CA reflete as características do canal sem fio acesso celular arquitetura padrões (e.g., GSM, CDMA-2000, UMTS) Mobilidade princípios: endereçamento, roteamento para os usuários móveis redes nativas e visitadas roteamento direto e indireto care-of-addresses estudos de caso Mobilidade no GSM IP Móvel impacto nos protocolos das camadas superiores 6: Wireless and Mobile Networks 6-29
Redes sem fio e redes móveis. Redes Móveis. Prof. Jó Ueyama SSC0748
Redes sem fio e redes móveis Redes Móveis Prof. Jó Ueyama 1 Redes sem fio e redes móveis 6.1 Introdução Sem fio 6.2 Enlaces sem fio, características CDMA 6.3 IEEE 802.11 LANs sem fio ( wi-fi ) 6.4 Acesso
Mobilidade IP e Mobilidade em Rede Celular. slide 1
Mobilidade IP e Mobilidade em Rede Celular slide 1 Mobilidade: técnicas roteamento indireto: comunicação do correspondente ao nó movel passa por agente nativo, depois encaminhada ao remoto roteamento direto:
Gerenciamento de mobilidade em redes de celulares
Gerenciamento de mobilidade em redes de celulares Introdução Em um sentido amplo, um nó móvel é aquele que muda seu ponto de conexão com a rede ao longo do tempo. Nesse contexto, é que o termo mobilidade
IP Móvel 1. Mobilidade IP FEUP MPR
IP Móvel 1 Mobilidade IP FEUP MPR IP Móvel, v4 IP Móvel 2 IP Móvel 3 Motivação Encaminhamento de datagramas IP Baseado em endereço IP de destino Endereço de rede IP Rede física Mudança de rede mudança
Rede de Computadores II
Rede de Computadores II Slide 1 Mobilidade Rede de Computadores II Espectro da mobilidade, do ponto de vista da rede: Slide 2 Mobilidade - Jargão Rede Nativa (Home Network), residência permanente de um
Tipos de Comunicação entre Estações. Comunicação Multiponto ( de Grupo, Multicast, Multiway, Difusão seletiva) Comunicação Multiponto em Redes Locais
Tipos de Comunicação entre Estações Comunicação Multiponto ( de Grupo, Multicast, Multiway, Difusão seletiva) Unicast Broadcast Multicast Multicast: ação de enviar um datagrama para multiplos receptores
Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto
Telecomunicações Prof. André Y. Kusumoto [email protected] Rede de Telefonia Celular As redes de telefonia móvel são sistemas complexos e devem ser minuciosamente planejadas e projetadas. O
Redes Móveis. Redes sem fio e redes móveis Introdução. Prof. Jó Ueyama Agosto/2010 SSC
Redes Móveis Redes sem fio e redes móveis Introdução Prof. Jó Ueyama Agosto/2010 SSC0548 2010 1 Baseado no Capítulo 6 do 6.1 Introdução Redes Sem fio 6.2 Enlaces sem fio, características 6.3 IEEE 802.11
Parte 3: Camada de Rede
Parte 3: Camada de Rede Objetivos: Visão Geral: Entender os princípios dos serviços da Camada de Rede: Roteamento (seleção de caminho). Implementação na Internet. Serviços da Camada de Rede. Princípios
Roteamento e IP móvel
Roteamento e IP móvel Introdução Milhares de pessoas precisam utilizar seus notebooks, tablets e smartphones enquanto viajam ou se locomovem fora de suas residências, seja para trabalhar, se comunicar
IP Móvel 1. Mobilidade IP FEUP MPR. IP Móvel 2. IP Móvel, v4
IP Móvel 1 Mobilidade IP FEUP MPR IP Móvel 2 IP Móvel, v4 IP Móvel 3 Motivação Encaminhamento de datagramas IP Baseado em endereço IP de destino Endereço de rede IP Rede física Mudança de rede mudança
IP Móvel, v4 FEUP MPR. Encaminhamento tradicional de datagramas IP
MIPv4 1 IP Móvel, v4 FEUP MPR MIPv4 2 Motivação Encaminhamento tradicional de datagramas IP Baseado em endereço IP de destino, prefixo de rede Endereço de rede IP Rede física Mudança de rede mudança de
TECNOLOGIAS DE RASTREAMENTO DE VEÍCULOS. PTR5923 Prof. Flávio Vaz
TECNOLOGIAS DE RASTREAMENTO DE VEÍCULOS PTR5923 Prof. Flávio Vaz [email protected] 04/11/2015 PTR5923 - Tecnologias de Rastreamento de Veículos 2 Componentes do Sistema Sistemas Posicionamento Comunicação
Redes de Computadores. Técnico em Informática - Integrado Prof. Bruno C. Vani
Redes de Computadores Técnico em Informática - Integrado Prof. Bruno C. Vani Internet: aplicações diversas tostadeira Porta-retratos TV a cabo Refrigerador telefones Visão geral da Internet: PC servidor
Protocolo TCP/IP. Protocolo TCP/IP. Protocolo TCP/IP. Origem:
Protocolo TCP/IP Origem: Surgiu na década de 60 através da DARPA (para fins militares) - ARPANET. Em 1977 - Unix é projetado para ser o protocolo de comunicação da ARPANET. Em 1980 a ARPANET foi dividida
SSC Redes Móveis
- Redes Móveis Introdução Redes sem fio e redes móveis Prof. Jó Ueyama Agosto/2016 1 Capítulo 6 - Resumo 6.1 Introdução Redes Sem fio 6.2 Enlaces sem fio, características 6.3 IEEE 802.11 LANs sem fio (
Capítulo 6 Redes sem fio e redes móveis
Capítulo 6 Redes sem fio e redes móveis Nota sobre o uso destes slides ppt: Estamos disponibilizando estes slides gratuitamente a todos (professores, alunos, leitores). Eles estão em formato do PowerPoint
Arquitetura TCP/IP. Parte VII Mensagens de controle e erro (ICMP) Fabrízzio Alphonsus A. M. N. Soares
Arquitetura TCP/IP Parte VII Mensagens de controle e erro (ICMP) Fabrízzio Alphonsus A. M. N. Soares Tópicos Erros em redes de pacotes ICMP (Internet Control Message Protocol) Características Encapsulação
Redes Móveis e Sem Fio. Capítulo 6 Redes Móveis e Sem Fio. Elementos de uma rede sem fio. Elementos de uma rede sem fio
Redes Móveis e Sem Fio Elementos de uma sem fio Cenário: # de assinantes de telefones móveis (sem fio) em muitos lugares excede o número de assinantes de telefones fixos (com fio) Redes de computadores:
PTC Aula Roteamento intra-as na Internet: OSPF 5.4 Roteamento entre os ISPs: BGP. (Kurose, p ) (Peterson, p.
PTC 3450 - Aula 23 5.3 Roteamento intra-as na Internet: OSPF 5.4 Roteamento entre os ISPs: BGP (Kurose, p. 280-306) (Peterson, p. 147-163) 23/06/2017 Muitos slides adaptados com autorização de J.F Kurose
Funcionalidades da camada de rede
Camada de Rede Objetivo Conhecer as características, funcionalidades e protocolos da camada de rede, especialmente os protocolos IP e ICMP Entender as principais características e princípios operacionais
Long Term Evolution (LTE) Bruno William Wisintainer
Long Term Evolution (LTE) Bruno William Wisintainer [email protected] Comparação 2G x 3G x LTE Característica LTE 3G 2G Aparelho Elementos de Rádio Elementos Centrais de Circuito Elementos
R edes de computadores e a Internet. Capítulo 6. Redes sem fio e redes móveis
R edes de computadores e a Internet Capítulo Redes sem fio e redes móveis - 2 R edes sem fio e redes móveis Informações gerais: Número de telefones sem fio (móveis) excede atualmente o número de assinantes
PTC º semestre Redes de Comunicação. Prof. Marcio Eisencraft
PTC 3450 1º semestre 2017 Redes de Comunicação Prof. Marcio Eisencraft ([email protected]) PTC 3450 - Aula 01 1. Introdução às redes e à Internet 1.1 O que é a Internet? 1.2 A periferia da Internet
Capítulo 6 Redes sem fio e Redes móveis
Redes de Computadores DCC/UFJF Capítulo 6 Redes sem fio e Redes móveis Material fortemente baseado nos slides do livro: Computer Networking: A Top-Down Approach Featuring the Internet. Os slides foram
Licenciatura em Engenharia Multimédia Redes e Internet I Obrigatória X
CURSO UNIDADE CURRICULAR ÁREA CIENTÍFICA Licenciatura em Engenharia Multimédia Redes e Internet I Obrigatória X Opcional Engenharia Informática Ano: 1º Semestre: 1º ECTS: Horas de Contacto teórico práticas:
REDES DE COMPUTADORES
REDES DE COMPUTADORES Prof. Esp. Fabiano Taguchi [email protected] http://fabianotaguchi.wordpress.com BENEFÍCIOS MODELO OSI Menor complexidade; Interfaces padronizadas; Interoperabilidade entre
Redes de Computadores I Internet - Conceitos
Redes de Computadores I Internet - Conceitos Prof. Luís Rodrigo [email protected] http://lrodrigo.lncc.br 2009/1 v1-2009.03.11 Parte I: Introdução Visão Geral: O que é a Internet O que é um protocolo? Bordas
Capítulo 6 Redes sem fio e Redes móveis
Redes de Computadores DCC/UFJF Capítulo 6 Redes sem fio e Redes móveis Material fortemente baseado nos slides do livro: Computer Networking: A Top-Down Approach Featuring the Internet. Os slides foram
Módulo 6 Redes sem fios
Redes sem fios Redes de Computadores - LTIC António Casimiro 2º Semestre 2014/15 Adaptado a partir de: Computer Networking: A Top Down Approach, 6 th edition. Jim Kurose, Keith Ross, Addison Wesley, 2012.
INF-111 Redes Sem Fio Aula 06 Tecnologias para WMAN Prof. João Henrique Kleinschmidt
INF-111 Redes Sem Fio Aula 06 Tecnologias para WMAN Prof. João Henrique Kleinschmidt Santo André, março de 2016 Roteiro WMAN WiMAX Arquitetura Sistemas de Telefonia Celular Evolução dos Sistemas Celulares
Capítulo 5. A camada de rede
Capítulo 5 A camada de rede slide slide 1 1 slide 2 Questões de projeto da camada de rede Comutação de pacote: store-and-forward Serviços fornecidos à camada de transporte Implementação do serviço não
Redes de computadores e a Internet. Prof. Gustavo Wagner. A camada de rede
Redes de computadores e a Internet Prof. Gustavo Wagner Capitulo Capítulo 4 A camada de rede NAT: Network Address Translation resta da Internet 138.76.29.7 10.0.0.4 rede local (ex.: rede doméstica) 10.0.0/24
Jéfer Benedett Dörr
Redes de Computadores Jéfer Benedett Dörr [email protected] Conteúdo Camada 4 Camada de Transporte Objetivo Conhecer o funcionamento da camada de transporte; Apresentar os protocolos UDP e TCP; Aprender
CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA
1. A arquitetura TCP/IP possui diferentes protocolos organizados em uma estrutura hierárquica. Nessa arquitetura, exemplos de protocolos das camadas de Rede, Transporte e Aplicação, são, respectivamente,
PTC Aula O Protocolo da Internet (IP): Repasse e Endereçamento na Internet 4.4 Repasse generalizado e SDN
PTC 3450 - Aula 20 4.3 O Protocolo da Internet (): Repasse e Endereçamento na Internet 4.4 Repasse generalizado e SDN (Kurose, p. 263-274) (Peterson, p. 147-163) 09/06/2017 Muitos slides adaptados com
AULA 4 - REDES. Prof. Pedro Braconnot Velloso
AULA 4 - REDES Prof. Pedro Braconnot Velloso Resumo da última aula Camada aplicação Serviços Requisitos das aplicações Camada transporte Serviços TCP UDP Arquitetura TCP/IP APLICAÇÃO TRANSPORTE TH AH mensagem
Capítulo 5 Sumário. Formato das Mensagens ICMP. Tipos de Mensagens ICMP
1 Capítulo 5 Sumário Formato das Mensagens ICMP Tipos de Mensagens ICMP Solicitação de Eco / Resposta de Eco Destino Inatingível Tempo Esgotado (time-out) Source Quench Redirecionamento 2 Aplicação Telnet
Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP
Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP Modelo Arquitetural Prof. Sales Filho Agenda Motivação Objetivos Histórico Família de protocolos TCP/IP Modelo de Interconexão Arquitetura
INFO ARQ REDES. Prova 2 Bimestre. Obs: Questões RASURADAS são consideradas como ERRADAS GABARITO
INFO3 2018.1 ARQ REDES Prova 2 Bimestre Obs: Questões RASURADAS são consideradas como ERRADAS GABARITO NOME: MATRÍCULA: Q U E S T Õ E S O B J E T I V A S (Valor de cada questão: 0,7 pts) 1. [ExAEx] Não
Redes de Computadores e a Internet Kurose. Prof. Rone Ilídio da Silva DTECH-CAP-UFSJ
Redes de Computadores e a Internet Kurose Prof. Rone Ilídio da Silva DTECH-CAP-UFSJ Itens do Livro Capítulo 1 Redes de Computadores e a Internet 1.1 O que é a Internet? 1.1.1 Uma descrição dos componentes
Rede GSM: Conceitos. Este tutorial apresenta uma visão conceitual sobre as redes GSM e o procedimento para o estabelecimentos de chamadas nessa rede.
Rede GSM: Conceitos Este tutorial apresenta uma visão conceitual sobre as redes GSM e o procedimento para o estabelecimentos de chamadas nessa rede. Erick Fabiano Rezende Silva Formação pela Universidade
PTC Exercício Programa GABARITO
PTC-3450 - Exercício Programa 2-2017 GABARITO Nesse exercício, você vai obter estimativas do timeout utilizado pelo TCP em uma troca de pacotes. Documento da forma mais detalhada possível suas respostas.
Redes de Computadores e Aplicações. Aula 30 Endereçamento IP Endereços Especiais
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte Campus Currais Novos Redes de Computadores e Aplicações Aula 30 Endereçamento IP Endereços Especiais Prof. Diego Pereira
Redes de Computadores RES 12502
Instituto Federal de Santa Catarina Redes de Computadores Redes de Computadores RES 12502 2014 2 Área de Telecomunicações slide 1 O material para essas apresentações foi retirado das apresentações disponibilizadas
FUNDAMENTOS DE REDES DE COMPUTADORES - CCT0647
FUNDAMENTOS DE REDES DE COMPUTADORES - CCT0647 Goiânia - Goiás Estácio ADS Prof: Daniel Gomes de Oliveira [email protected] http://lattes.cnpq.br/1821285839509395 Questão 1 Preparação para a AV2 A camada
Redes de Computadores RES 12502
Instituto Federal de Santa Catarina Redes de Computadores Redes de Computadores RES 12502 2014 2 Área de Telecomunicações slide 1 O material para essas apresentações foi retirado das apresentações disponibilizadas
Redes de Computadores Nível de Rede
Comunicação de Dados por Fernando Luís Dotti [email protected] Redes de Computadores Nível de Rede Fontes Fontes principais: principais: Redes Redes de de Computadores Computadores -- das das LANs,
Redes de Computadores e Internet (RCI)
Redes de Computadores e Internet (RCI) Objetivo da disciplina Fornecer aos alunos uma visão completa dos mecanismos essenciais em redes de computadores tomando a arquitetura e os protocolos da Internet
Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto [email protected]
Telecomunicações Prof. André Y. Kusumoto [email protected] Tecnologias de telefonia celular GSM (Global System for Mobile Communications) Prof. André Y. Kusumoto [email protected]
Redes de Computadores e a Internet
Redes de Computadores e a Internet Magnos Martinello Universidade Federal do Espírito Santo - UFES Departamento de Informática - DI Laboratório de Pesquisas em Redes Multimidia - LPRM 2010 Capítulo 4:
Redes de Computadores
Redes de Computadores Prof. Macêdo Firmino Revisão do Modelo de Camadas de Internet (TCP/IP) Macêdo Firmino (IFRN) Redes de Computadores Março de 2011 1 / 15 Redes II - Conteúdo programático (Ementa) Aulas
Módulo 3 Nível Transporte
Nível Transporte Redes de Computadores - LTIC António Casimiro 2º Semestre 2014/15 Adaptado a partir de: Computer Networking: A Top Down Approach, 6 th edition. Jim Kurose, Keith Ross, Addison Wesley,
Sinalização. Sistemas Telefônicos - Prof.: Charles Casimiro. Charles Iury Oliveira Martins - Vinícius Colares do Vale. 3 de outubro de 2007
Sistemas Telefônicos - Prof.: Charles Casimiro 3 de outubro de 2007 Sumário 1 Introdução 2 CAS 3 CCS Sumário 1 Introdução 2 CAS 3 CCS Introdução Para uma rede de Telecomunicações operar de forma a responder
Protocolos de Rede. Protocolos em camadas
Protocolos de Rede Prof. Alexandre Beletti Protocolos em camadas Existem protocolos em diferentes camadas dos modelos de estudo (OSI e TCP/IP) Lembre-se de diferencias tipos de programas de tipos de protocolos
Redes de Computadores
Redes de Computadores Prof. Marcelo Gonçalves Rubinstein Programa de Pós-Graduação em Engenharia Eletrônica Faculdade de Engenharia Universidade do Estado do Rio de Janeiro Ementa Introdução a Redes de
Introdução. Sistemas de Comunicação Wireless. Sumário. Visão Geral de Redes Móveis "#$%%% Percentual da população com telefone celular
Sumário Sistemas de Comunicação Wireless! #$%%% & Visão Geral de Redes Móveis Introdução Percentual da população com telefone celular Brasil 19% 34% 2001 2005 Fonte: Global Mobile, Goldman Sachs, DiamondCluster
Direto ou Indireto Monolítico ou Estruturado Simétrico ou Assimétrico Padronizado ou Não-Padronizado
PROTOCOLOS Características dos Protocolos Funcionalidade dos Protocolos Protocolos OSI Protocolos TCP/IP Características dos Protocolos As principais caraterísticas de um protocolo são: Direto ou Indireto
Capítulo 4 A camada de REDE
Capítulo 4 A camada de REDE slide 1 Introdução A camada de rede slide 2 Repasse e roteamento O papel da camada de rede é transportar pacotes de um hospedeiro remetente a um hospedeiro destinatário. Repasse.
Arquiteturas de Redes de Computadores
Arquiteturas de Redes de Computadores Material de apoio Conceitos Básicos de Rede Cap.1 19/01/2012 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura da bibliografia
