SSC Redes Móveis
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- Matheus Casqueira Neto
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1 - Redes Móveis Introdução Redes sem fio e redes móveis Prof. Jó Ueyama Agosto/2016 1
2 Capítulo 6 - Resumo 6.1 Introdução Redes Sem fio 6.2 Enlaces sem fio, características 6.3 IEEE LANs sem fio ( wi-fi ) 6.4 Acesso celular à Internet Mobilidade 6.5 Princípios: endereçamento e roteamento para usuários móveis 6.6 IP móvel 6.7 Tratando mobilidade em redes celulares 6.8 Mobilidade e protocolos de alto nível 6.9 Resumo 2
3 Redes sem fio e redes móveis Número de telefones celulares é maior que o número de habitante no Brasil Acesso generalizado à Internet: Internet cafés / LAN houses; celular;... Dois desafios importantes e diferentes: comunicação sobre enlaces sem fio; tratamento de usuários móveis que mudam seu ponto de ligação com a rede. 3
4 Elementos de uma rede sem fio O fato de um dispositivo ser 'sem fio' implica que ele seja móvel? 4
5 Características de alguns enlaces de redes sem fio 5
6 Redes sem fio Modos de Operação l l Modo Infra-estrutura: - estação-base conecta hospedeiros móveis na rede cabeada; - handoff: hospedeiro móvel muda de uma estaçãobase para a outra. Modo ad hoc: - não há estações-base; - nós podem transmitir somente para outros nós dentro do alcance; - nós se organizam numa rede, efetuando roteamemto de pacotes entre eles. 6
7 Características do enlace sem fio Diferenças do enlace cabeado: Redução da força do sinal: os sinais de rádio se atenuam à medida que eles se propagam. Interferência de outras fontes: as freqüências padronizadas para redes sem fio são compartilhadas por outros equipamentos, e.g. telefone sem fio. Propagação multivias: o sinal de rádio se reflete no solo e em objetos. O sinal principal e os refletidos chegam ao destino em instantes ligeiramente diferentes. 7
8 Características do enlace sem fio Múltiplos remetentes sem fio e receptores criam problemas adicionais (além do acesso múltiplo): Problema do terminal oculto; Desvanecimento (fading). 8
9 LAN sem fio: IEEE Padrão Faixa de freqüência Taxa de dados b Ghz até 11 Mbps a Ghz até 54 Mbps g Ghz até 54 Mbps n taxa de dados de até 600Mb/s Usam CSMA/CA para acesso múltiplo. Operam em dois modos: infra-estrutura; ad hoc. 9
10 LAN sem fio: IEEE ac novo padrão IEEE este foi aprovado para uso em Janeiro de 2014 Esperado para ser comum nos EUA em meados de 2015 Características Opera na banda de 5GHz Throughput na ordem de 1Gbs MIMO com oito streams simultâneos (802.11n suportava no máximo quatro) 10
11 Arquitetura da LAN Hospedeiro sem fio se comunica com a estaçãobase. Estação-base = ponto de acesso (AP). Basic Service Set (BSS) (ou célula ) no modo infraestrutura contém: hospedeiros sem fio; ponto de acesso (AP): estação-base. 11
12 Rede Modo ad hoc 12
13 Canais b: o espectro de 2,4 GHz-2,485 GHz é dividido em 11 canais: administrador do AP escolhe a freqüência; possível interferência: canal pode ser o mesmo que aquele escolhido por um AP vizinho! 13
14 Associação Hospedeiro: deve se associar com um AP. Percorre canais, buscando quadros beacon que contêm o nome do AP (SSID) e o endereço MAC. Escolhe um AP para se associar. Pode realizar autenticação. Usa tipicamente DHCP para obter um endereço IP na sub-rede do AP. 14
15 Acesso Múltiplo CSMA escuta antes de transmitir - Não colide com transmissões em curso de outros nós : não faz detecção de colisão! - Difícil de receber (sentir as colisões) quando transmitindo devido ao fraco sinal recebido (desvanecimento). - Pode não perceber as colisões devido ao terminal oculto ou desvanecimento. Meta: evitar colisões: CSMA/CA 15
16 CSMA Transmissor Se o canal é percebido quieto (idle) por DIFS, então: transmite o quadro inteiro. 2. Se o canal é percebido ocupado, então: inicia um tempo de backoff aleatório; temporizador decrementado enquanto o canal está quieto; transmite quando temporizador expira. Se não vem ACK, aumenta o intervalo de backoff aleatório, repete 2. 16
17 Como evitar as colisões? Idéia: permitir ao transmissor reservar o canal em vez de acessar aleatoriamente ao enviar quadros de dados: Transmissor envia primeiro um pequeno quadro chamado request to send (RTS). RTSs podem ainda colidir uns com os outros, mas são pequenos. Receptor envia em broadcast clear to send CTS em resposta ao RTS. Transmissor envia o quadro de dados. Outras estações deferem suas transmissões. 17
18 RTS/CTS resolve a colisão de terminal oculto? 18
19 Evitando colisões 19
20 CSMA/CA - funcionamento l l Applet sem terminal oculto: media.pearsoncmg.com/aw/ aw_kurose_network_2/applets/csma-ca/ withouthidden.html Applet com terminal oculto: media.pearsoncmg.com/aw/ aw_kurose_network_2/applets/csma-ca/ withhidden.html 20
21 Quadro Endereços Endereço 1: endereço MAC do Hospedeiro sem fio ou AP que deve receber o quadro Endereço 2: endereço MAC do hospedeiro sem fio ou AP transmitindo este quadro Endereço 3: endereço MAC da interface do roteador à qual o AP é ligado. Importante para interconexão com LAN cabeada. Endereço 4: usado apenas no modo ad hoc 21
22 22
23 E o 4o. Endereço? WDS l l l l Address 1 RA Address 2 TA Address 3 DA Address 4 SA 23
24 Quadro Duração do tempo de transmissão reservada (RTS/CTS) # seg do quadro (para ARQ confiável) Tipo de quadro (RTS, CTS, ACK, dados) 24
25 802.11: Mobilidade na mesma sub-rede H1 permanece na mesma sub-rede IP; endereço pode ficar o mesmo. Switch: qual AP está associado com H1? Aprendizado: switch vê quadro de H1 e lembra qual porta do switch deve ser usada para chegar a H1. 25
26 IEEE e Bluetooth WPAN: Wireless Personal Area Network Diâmetro inferior a 10m. Substituição de cabos (mouse, teclado, fones). Ad hoc: sem infra-estrutura. Mestre/escravo: Escravo solicita permissão para enviar (ao mestre). Mestre atende a pedidos : evolução da especificação do Bluetooth Faixa de 2,4-2,5 GHz. Até 721 kbps. 26
27 Piconet
28 Acesso Celular a Internet 28
29 Arquitetura básica da rede MSC (Mobile Switching Center): q conecta a célula na rede WAN; q gerencia call setup; q trata mobilidade. Célula: q cobre uma região geográfica; q estação-base (BS) análoga ao AP; q usuários móveis ligam-se à rede através do BS; q interface aérea: protocolo de camada física e de enlace entre o usuário móvel e o BS. 29
30 Redes celulares: acesso Duas técnicas para compartilhamento do espectro na interface aérea: FDMA/TDMA combinado: divide o espectro em canais de freqüência, divide cada canal em compartimentos temporais. CDMA: acesso múltiplo com divisão por códigos. Faixas de freqüência Compartimentos (time slots) 30
31 Padrões celulares: resumo Sistemas 2G: canais de voz IS-136 TDMA: FDMA/TDMA combinado; uma evolução do 1G GSM (global system for mobile communications): FDMA/TDMA combinado Empregado de forma mais ampla. IS-95 CDMA: acesso múltiplo por divisão de códigos (mais nos EUA e na KR). 31
32 Padrões celulares: resumo Sistemas 2,5 G: canais de dados e de voz Para aqueles que não podem esperar por serviços 3G: 2G extensões. General packet radio service (GPRS): Evolução do GSM; Pacotes TCP/IP em redes GSM Taxa na faixa de 40 kbps a 60 kbps 32
33 Padrões celulares: resumo Sistemas 2,5 G: Enhanced data rates for global evolution (EDGE): Também evolução do GSM, usa modulação mais potente para alcançar taxas mais altas; O objetivo é alcançar uma transmissão de dados melhor Taxa de dados até 384 K. CDMA-2000 (fase 1): Taxa de dados até 144 K; Veio antes da 3G que usa CDMA (fase 2). 33
34 CDMA Como funciona? 34
35 CDMA Padrões celulares: resumo Vantagens do CDMA Aumento da segurança nas comunicações do celular Mais chamadas simultaneas (depende do chipping code) Aumento da eficiência -> pode servir mais assinantes. Baixo consumo de energia 35
36 Padrões celulares: resumo CDMA Desvantagens do CDMA Aumento da complexidade no receptor Necessidade do transmissor de sincronizar com o receptor Os sinais devem chegar com a mesma força no transmissor A estação-base deve produzir os chip codes para estabelecer a comunicação O objetivo dos chip codes não é prover segurança, mas dividir o canal 36
37 Padrões celulares: resumo Sistemas 3G: voz e dados Universal Mobile Telecommunications Service (UMTS). - Evolução dos sistemas 2,5 mas usando CDMA. CDMA-2000 (fase 2). 144 kbps em velocidades de automóveis 384 kbps estacionário ou outdoor a pé 37
38 Padrões celulares: resumo Sistemas 4G: Long Term Evolution Aplicações atuais não iriam conviver bem com o 3G Mudança na interface aérea - Mudança para a modulação OFDM - Segue o modelo da comutação de pacotes Criado para suportar: 100Mbits/s para downlink 50Mbits/s para uplink No Brasil opera na freq. 2,5GHz Claro e Vivo possuem as maiores bandas 4G 38
39 Padrões celulares: resumo 39
40 Então... l Vimos hj até a Seção
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