Superior Tribunal de Justiça
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- Edson Amarante Rodrigues
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1 RECURSO ESPECIAL Nº BA (2014/ ) RELATORA : MINISTRA NANCY ANDRIGHI RECORRENTE : MARIA EMÍLIA ALBUQUERQUE PIRES DA SILVA ADVOGADOS : MARIA QUITÉRIA ANDRADE RAMOS - BA THALMA MIDLEJ - BA RECORRIDO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL ADVOGADOS : ADRIANA SOUSA DE OLIVEIRA - DF MAURO JOSÉ GARCIA PEREIRA E OUTRO(S) - DF AGRAVANTE : CAIXA SEGURADORA S/A ADVOGADOS : MILENA GILA FONTES - BA THÁCIO FORTUNATO MOREIRA E OUTRO(S) - BA AGRAVADO : MARIA EMÍLIA ALBUQUERQUE PIRES DA SILVA ADVOGADO : MARIA QUITÉRIA ANDRADE RAMOS - BA RELATÓRIO A EXMA. SRA. MINISTRA NANCY ANDRIGHI (Relatora): Cuida-se de recurso especial interposto por MARIA EMÍLIA ALBUQUERQUE PIRES DA SILVA (recorrente) e de agravo em recurso especial interposto por CAIXA SEGURADORA S/A (agravante). Ação: de obrigação de fazer c/c pedido de repetição do indébito, ajuizada por MARIA EMÍLIA ALBUQUERQUE PIRES DA SILVA em face da CAIXA SEGURADORA S/A (antiga denominação: SASSE CIA NACIONAL DE SEGUROS) e CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. Pretende a autora que a primeira ré seja compelida a efetivar a cobertura de sinistro (morte de seu pai), para que seja declarado quitado o contrato de financiamento imobiliário firmado pelo de cujus com a segunda ré. Em consequência, pleiteia que a segunda ré seja condenada a restituir todas as prestações pagas após o óbito do mutuário (e-stj fls. 4/8). Sentença: julgou procedentes os pedidos, para determinar à CAIXA SEGURADORA S/A que efetive a cobertura do sinistro e para condenar a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL à devolução das parcelas pagas após o falecimento do mutuário, fixando os honorários advocatícios em R$ 360,00 Documento: RELATÓRIO E VOTO - Site certificado Página 1 de 7
2 (e-stj fls. 215/220). Acórdão: negou provimento às apelações interpostas pelas partes (e-stj fls. 321/327). Embargos de declaração: interpostos pela CAIXA SEGURADORA S/A e por MARIA EMÍLIA ALBUQUERQUE PIRES DA SILVA, foram rejeitados (e-stj fls. 343/347). Recurso especial da CAIXA SEGURADORA S/A: alega violação dos arts. 757 e 760 do CC/02, bem como dissídio jurisprudencial. Sustenta, em síntese, que no momento de assinatura do contrato o mutuário foi silente quanto a patologias à época já diagnosticadas e que, posteriormente, deram causa à sua morte, situação que exclui a cobertura securitária na hipótese (e-stj fls. 350/368). Recurso especial de MARIA EMÍLIA ALBUQUERQUE PIRES DA SILVA: alega violação do art. 20, 3º, do CPC/73, bem como dissídio jurisprudencial. Sustenta que os honorários advocatícios devem ser fixados entre 10% a 20% sobre o valor da condenação, que abrange o saldo devedor do contrato a ser declarado quitado pelas rés, acrescido do montante relativo às prestações pagas indevidamente. Aduz, ademais, que a quantia fixada no Tribunal de origem, de R$ 360,00, é irrisória, posto que corresponde a apenas 0,1% do valor da condenação (e-stj fls. 373/376). Prévio exame de admissibilidade: o TRF1 admitiu o recurso especial interposto por MARIA EMÍLIA ALBUQUERQUE PIRES DA SILVA (e-stj fls. 409/410) e negou seguimento ao recurso da CAIXA SEGURADORA S/A (e-stj fls. 413/414). Agravo em recurso especial: interposto pela CAIXA SEGURADORA S/A, sustenta, resumidamente, o preenchimento dos requisitos de admissibilidade do recurso especial (e-stj fls. 417/450). É o relatório. Documento: RELATÓRIO E VOTO - Site certificado Página 2 de 7
3 RECURSO ESPECIAL Nº BA (2014/ ) RELATORA : MINISTRA NANCY ANDRIGHI RECORRENTE : MARIA EMÍLIA ALBUQUERQUE PIRES DA SILVA ADVOGADOS : MARIA QUITÉRIA ANDRADE RAMOS - BA THALMA MIDLEJ - BA RECORRIDO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL ADVOGADOS : ADRIANA SOUSA DE OLIVEIRA - DF MAURO JOSÉ GARCIA PEREIRA E OUTRO(S) - DF AGRAVANTE : CAIXA SEGURADORA S/A ADVOGADOS : MILENA GILA FONTES - BA THÁCIO FORTUNATO MOREIRA E OUTRO(S) - BA AGRAVADO : MARIA EMÍLIA ALBUQUERQUE PIRES DA SILVA ADVOGADO : MARIA QUITÉRIA ANDRADE RAMOS - BA VOTO A EXMA. SRA. MINISTRA NANCY ANDRIGHI (Relatora): Cinge-se a controvérsia a definir se é adequada a fixação dos honorários advocatícios por apreciação equitativa do juiz, com base no art. 20, 4º, do CPC/73. Preliminarmente, todavia, faz-se necessário examinar se o recurso especial interposto pela CAIXA SEGURADORA S/A reúne os requisitos de admissibilidade. 2/STJ. Aplicação do CPC/73, conforme o Enunciado Administrativo n. I RECURSO ESPECIAL INTERPOSTO PELA CAIXA SEGURADORA S/A 1. A CAIXA SEGURADORA S/A sustenta que, no momento de assinatura do contrato de seguro adjeto ao contrato de financiamento imobiliário, o mutuário omitiu doença preexistente que, anos depois, ocasionou sua morte, situação que exclui a cobertura securitária, a teor do disposto nos arts. 757 e 760 do CC/02. Documento: RELATÓRIO E VOTO - Site certificado Página 3 de 7
4 2. O Tribunal de origem afirmou que a alegação de preexistência da doença causadora da morte do segurado não havia sido comprovada (e-stj fl. 324), conclusão essa que, para ser revista por esta Corte, demandaria a incursão na seara fático-probatória dos autos, procedimento que é vedado pela Súmula 7/STJ. 3. Assim, mostra-se inviável a análise do recurso especial interposto pela CAIXA SEGURADORA S/A. II RECURSO ESPECIAL INTERPOSTO POR MARIA EMÍLIA ALBUQUERQUE PIRES DA SILVA 4. Insurge-se a recorrente quanto à forma de fixação dos honorários advocatícios, que foram arbitrados com base na equidade, no valor de R$ 360,00, nos termos do art. 20, 4º, do CPC/73, e não em percentual sobre o valor da condenação, como determina o parágrafo terceiro desse mesmo dispositivo legal. 5. O STJ consolidou orientação no sentido de que a verba honorária pode ser excepcionalmente revista, pois a apreciação da efetiva observância, pelo acórdão recorrido, dos critérios legais previstos no art. 20 do CPC afasta o óbice da Súmula 7/STJ. Confira-se, nesse sentido, o seguinte precedente: AgRg nos EREsp /SC, Corte Especial, DJe de Examinando-se os autos, observa-se que a sentença mantida integralmente pelo TRF1 julgou procedentes ambos os pedidos formulados na petição inicial, para o fim de: (i) condenar a SASSE CIA NACIONAL DE SEGUROS GERAIS (antiga denominação da CAIXA SEGURADORA S/A) a efetivar a cobertura do sinistro, qual seja, o falecimento do pai da recorrente e; (ii) em consequência, implementada a cobertura securitária, condenar a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL a restituir as parcelas do financiamento pagas após a morte do mutuário (e-stj fls. 215/220). Documento: RELATÓRIO E VOTO - Site certificado Página 4 de 7
5 7. Vê-se, assim, que a sentença concedeu à parte autora dois provimentos jurisdicionais: o primeiro voltado ao cumprimento de uma obrigação de fazer, imputado à seguradora-ré, e o segundo consistente em uma obrigação de pagar, atribuído à entidade financeira. 8. A dúvida, então, consiste em definir qual a forma adequada para o arbitramento dos honorários advocatícios: se em percentual sobre o valor da condenação ( 3º do art. 20), tendo em vista a quantia a ser restituída à recorrente, ou em valor específico, por apreciação equitativa ( 4º), considerando a ausência de conteúdo patrimonial determinado da obrigação de implementar a cobertura securitária. 9. Ab initio, registre-se que não é plausível desmembrar o cálculo dos honorários sucumbenciais, fixando parte da verba com base no 3º e parte com base no 4º, em razão da regra prevista no art. 23 do CPC/ Como já decidiu a 3ª Turma, a cumulação de pedidos não acarreta a imposição de dupla sucumbência, na medida em que o processo é um só e os ônus referem-se ao processo, não aos pedidos considerados isoladamente (REsp /SP, Rel. Min. Carlos Alberto Menezes Direito, DJ de 29/11/1999). 11. Em situações como a presente, é razoável que os honorários sejam fixados tendo por parâmetro o objeto central da demanda, isto é, o pedido e a causa de pedir que assumirem maior relevância para a ação. 12. Na hipótese dos autos, é inegável que a controvérsia das partes gravitou em torno do direito ou não à cobertura do sinistro, de modo que a devolução das parcelas pagas após a morte do mutuário assumiu caráter secundário, dependente do reconhecimento do pedido principal. De fato, não se mostra possível conceber a condenação da entidade financeira à repetição das parcelas sem a prévia declaração do direito do de cujus à cobertura do seguro. 13. Assim, despontando como principal a condenação em obrigação Documento: RELATÓRIO E VOTO - Site certificado Página 5 de 7
6 de fazer a qual, conforme reiterada jurisprudência do STJ, não possui conteúdo econômico imediato a verba honorária deve ser fixada com fundamento no art. 20, 4º, do CPC/73, devendo, então, ser mantido o acórdão recorrido quanto ao ponto. 14. Estabelecida essa premissa, passa-se ao exame da razoabilidade do valor fixado na instância ordinária. 15. É firme a orientação desta Corte no sentido de que, mesmo quando os honorários são arbitrados equitativamente, devem ser observados os parâmetros estabelecidos no art. 20, 3º, do CPC, quais sejam: a) o grau de zelo do profissional; b) o lugar de prestação do serviço; c) a natureza e importância da causa, o trabalho realizado pelo advogado e o tempo exigido para o seu serviço. 16. Na espécie, o Tribunal de origem limitou-se a afirmar que não se trata de uma causa de alta complexidade e manteve o valor de R$ 360,00 fixado na sentença, deixando, todavia, de fazer menção aos critérios legais (e-stj fl. 321). 17. Não obstante essa lacuna, depreende-se dos autos que, apesar da pouca complexidade da demanda, o processo tramita desde o ano de 1999, tendo havido a interposição de apelação (e-stj fls. 224/228), embargos de declaração (e-stj fls. 340/341), e recursos especial (e-stj fls. 373/376) e extraordinário (e-stj fls. 379/383). 18. Ademais, o valor da causa, no longínquo ano de 1999, foi estabelecido em R$ 8.630,28 (e-stj fl. 8), de modo que os honorários advocatícios, como arbitrados nas instâncias ordinárias, correspondem a apenas 4,17% da expressão econômica atribuída à ação àquela época. 19. Sendo assim, evidenciada a irrisoriedade da quantia fixada na instância ordinária, entendo razoável o arbitramento dos honorários advocatícios em R$ ,00 (dez mil reais). Documento: RELATÓRIO E VOTO - Site certificado Página 6 de 7
7 Forte nessas razões: (i) NÃO CONHEÇO do recurso especial interposto pela CAIXA SEGURADORA S/A; (ii) DOU PARCIAL PROVIMENTO ao recurso especial interposto por MARIA EMILIA ALBUQUERQUE PIRES DA SILVA, para o fim de fixar os honorários advocatícios em R$ ,00 (dez mil reais), a serem suportados na proporção de 50% por cada uma das rés. Documento: RELATÓRIO E VOTO - Site certificado Página 7 de 7
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