Livro de reclamações
|
|
|
- Maria das Dores Santana Brezinski
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Livro de reclamações Todas as empresas têm de possuir livro de reclamações e de o disponibilizar quando os seus clientes o solicitam. Todos os fornecedores de bens e prestadores de serviços que se encontrem instalados em estabelecimentos fixos ou permanentes e neles exerçam a respectiva actividade, e tenham contacto com o público, designadamente, através de serviços de atendimento ao público destinado à oferta de produtos ou de serviços, são obrigados a possuir livro de reclamações. Ou seja, basta existir um estabelecimento físico, fixo ou permanente, haver contacto directo com o público e ser fornecido um bem ou prestado um serviço para ter de possuir o livro de reclamações e disponibilizá-lo quando solicitado. Obrigações Para além de terem de possuir o livro de reclamações nos respectivos estabelecimentos, os fornecedores de bens e os prestadores de serviços têm ainda de cumprir as seguintes obrigações: 1
2 facultar imediata e gratuitamente ao utente o livro de reclamações sempre que o mesmo for solicitado; afixar no seu estabelecimento, em local bem visível, um letreiro com a seguinte informação «Este estabelecimento dispõe de livro de reclamações»; preencher o letreiro com a entidade competente - que pode ser a entidade reguladora do sector ou a entidade de controlo de mercado - para receber as reclamações e a respectiva morada; manter, pelo menos por três anos, um arquivo organizado dos livros de reclamações; enviar, no prazo de dez dias úteis, o original da reclamação formulada pelo utente à entidade competente; entregar o duplicado da reclamação ao utente; comunicar à entidade competente reguladora a perda ou extravio do livro de reclamações; adquirir novo livro de reclamações em caso de perda, extravio ou encerramento do anterior livro de reclamações; informar o utente sobre a entidade competente junto da qual este pode apresentar a sua reclamação nos casos em que devido a perda ou extravio esteja impossibilitado de disponibilizar o livro de reclamações. Se o fornecedor de bens ou prestador de serviços recusar a disponibilização do livro de reclamações, ou condicionar de alguma forma, a sua apresentação ao utente, pratica uma contra-ordenação. 2
3 Os fornecedores de bens e os prestadores de serviços que tenham sites na Internet podem disponibilizar aí instrumentos que permitam aos consumidores reclamarem online. Gestão da reclamação O fornecedor de bens ou o prestador de serviços está obrigado a fornecer todos os elementos necessários ao correcto preenchimento dos campos relativos à sua identificação, devendo ainda confirmar que o utente os preencheu correctamente. Depois de ser preenchida a folha de reclamação, o fornecedor do bem, o prestador de serviços ou o funcionário do estabelecimento tem de destacar do livro de reclamações o original que, no prazo de 10 dias úteis, deve ser remetido à entidade de controlo de mercado ou à entidade reguladora do sector. A remessa do original da folha de reclamação pode ser acompanhada das alegações que o fornecedor de bens ou o prestador de serviço entendam dever prestar, bem como dos esclarecimentos dispensados ao reclamante em virtude da reclamação. Depois da folha de reclamação ser preenchida, o fornecedor do bem, o prestador de serviços ou o funcionário do estabelecimento tem ainda de entregar o duplicado da reclamação ao utente, conservando em seu poder o triplicado, que faz parte integrante do livro de reclamações e não pode ser retirado deste. Quando decidir não instaurar o procedimento adequado por considerar que os factos constantes da reclamação não indiciam a prática de contra-ordenação, a entidade de controlo de mercado competente ou a entidade reguladora deve notificar o fornecedor de bens ou prestador de serviços para que, no prazo de 10 dias úteis, apresente as suas alegações. Quando da folha de reclamação resultar a identificação suficiente do reclamante, a entidade de controlo de mercado competente ou a entidade reguladora do sector podem informar por escrito o reclamante sobre o procedimento ou as medidas que tenham sido ou venham a ser adoptadas na sequência da reclamação formulada. Se da reclamação resultar uma situação de litígio, a entidade de controlo de mercado competente ou a entidade reguladora do sector deve, por escrito e depois de concluídas todas as diligências necessárias à reposição legal da situação, informar o reclamante sobre o procedimento ou as medidas que tenham sido ou venham a ser adoptadas na sequência da reclamação formulada. 3
4 Reclamações por Internet A rede telemática de informação comum (RTIC), disponível através deste site, permite que empresas, prestadores de serviços e consumidores consultem as suas reclamações na Internet. Assim, os reclamantes e reclamados têm acesso à informação sobre o estado em que se encontra a sua reclamação. A informação sobre cada uma das reclamações efectuadas estará disponível a partir do momento em que cada uma das entidades receptoras de reclamações inicie a comunicação dos dados para a RTIC. Assim, as reclamações efectuadas nos estabelecimentos e enviadas à entidade de controlo de mercado competente ou à entidade reguladora, como por exemplo a ASAE - Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, a ANACOM - Autoridade Nacional de Comunicações, ou o ISP Instituto de Seguros de Portugal, podem ser consultadas neste site. Neste site está também disponível a lista que estabelece quais as entidades reguladoras e de controlo de mercado que são competentes para tratar das reclamações apresentadas em cada sector. As entidades reguladoras e de controlo de mercado competentes têm de registar e a tratar directamente as reclamações recebidas através do livro de reclamações na RTIC ou a providenciar ligações entre esta rede e a sua própria rede que permitam a comunicação de dados entre as duas redes. Sanções Constitui contra-ordenação, punida com coima entre os 250 a euros e de a euros, consoante o infractor for pessoa singular ou colectiva, a não afixação no seu estabelecimento, em local bem visível e com caracteres facilmente legíveis pelo utente, de um letreiro com a seguinte informação: «Este estabelecimento dispõe de livro de reclamações». Constitui também contra-ordenação, punida com coima entre os 250 a euros, e de 500 a euros, consoante o infractor for pessoa singular ou colectiva: não manter, por um período mínimo de três anos, um arquivo organizado dos livros de reclamações que tenha encerrado; o fornecedor de bens ou o prestador de serviços não fornecer todos os elementos necessários ao correcto preenchimento dos campos da folha de 4
5 reclamação relativos à sua identificação, e não confirmar que o utente os preencheu correctamente; o letreiro de afixação obrigatória no estabelecimento não conter em caracteres facilmente legíveis pelo utente, a identificação completa e a morada da entidade junto da qual o utente deve apresentar a reclamação. Se o fornecedor de bens ou o prestador de serviços tiver agido com negligência, o acto ou omissão também é punível, sendo os limites mínimos e máximos das coimas aplicáveis, e acima referidos, reduzidos a metade. Referências Decreto-Lei n.º 371/2007, de 6 de Novembro Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de Setembro Portaria n.º 866/2009, de 13 de Agosto Decreto-Lei n.º 118/2009, de 19 de Maio 5
LIVRO DE RECLAMAÇÕES
LIVRO DE RECLAMAÇÕES O Decreto-Lei nº 156/2005 de 15/9, instituiu a obrigatoriedade do livro de reclamações a partir do dia 01 de Janeiro de 2006. O Decreto-Lei nº 74/2017 de 21/6, que alterou e republicou
LIVRO DE RECLAMAÇÕES
LIVRO DE RECLAMAÇÕES O Decreto-Lei nº 156/2005 de 15/9, instituiu a obrigatoriedade do livro de reclamações a partir do dia 01 de Janeiro de 2006. O Decreto-Lei nº 74/2017 de 21/6, que alterou e republicou
- Livro de Reclamações -
- Livro de Reclamações - Regime Jurídico: Decreto-Lei nº156/2005 de 15 de Setembro, alterado pelo Decreto-Lei nº371/2007, de 6 de Novembro; Portarias 1288/2005, de 15 de Dezembro e 869/2008, de 18 de Agosto.
Em 15 de Setembro de 2005, foi publicado o Decreto-Lei n.º156/2005 de 15.09
Em 15 de Setembro de 2005, foi publicado o Decreto-Lei n.º156/2005 de 15.09 Este diploma veio estabelecer a obrigação de disponibilização do livro de reclamações a um conjunto alargado de estabelecimentos.
LIVRO DE RECLAMAÇÕES O que deve saber.
LIVRO DE RECLAMAÇÕES O que deve saber. Em 15 de Setembro de 2005, foi publicado o Decreto-Lei n.º156/2005, de 15 de Setembro Este diploma veio estabelecer a obrigação de disponibilização do livro de reclamações
LIVRO DE RECLAMAÇÕES
LIVRO DE RECLAMAÇÕES A partir de 1 de Janeiro de 2006, foi instituída a obrigatoriedade de existência e disponibilização do livro de reclamações em todos os estabelecimentos de fornecimento de bens ou
Deliberação ERC/2016/106 (OUT-I-PC)
Deliberação ERC/2016/106 (OUT-I-PC) Processo Contraordenacional ERC/10/2014/726 - Participação contra Jornal O Mirante por falta do livro de reclamações no jornal Lisboa 4 de maio de 2016 Conselho Regulador
CIRCULAR. Assunto: Folheto informativo - A DGC informa os operadores económicos sobre o livro de reclamações
CIRCULAR N/REFª: 68/17 DATA: 11/07/2017 Assunto: Folheto informativo - A DGC informa os operadores económicos sobre o livro de reclamações Exmos. Senhores, Junto se envia folheto informativo elaborado
Direção-Geral do Consumidor. Livro de Reclamações. Sónia Lapa de Passos
Direção-Geral do Consumidor Livro de Reclamações Sónia Lapa de Passos Direção-Geral do Consumidor Serviço central integrado no Ministério da Economia, dotado de autonomia administrativa. MISSÃO contribuir
DECRETO LEI N.º 134/2009, DE 2 DE JUNHO
Informação n.º 15/2009 DECRETO LEI N.º 134/2009, DE 2 DE JUNHO Define o regime jurídico aplicável à prestação de serviços de promoção, informação e apoio aos consumidores e utentes, através de call centers
I SÉRIE N O 21 «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE 9 DE JUNHO DE
I SÉRIE N O 21 «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE 9 DE JUNHO DE 2008 431 cessárias às licenças emitidas, ao abrigo do Decreto-Lei nº 2/2004, de 9 de Fevereiro, com dispensa da correspondente taxa, aos
Estabelece o regime contra-ordenacional do Regulamento de Segurança de Barragens aprovado pelo Decreto-Lei n.º 344/2007, de 15 de Outubro
DECRETO N.º 268/X Estabelece o regime contra-ordenacional do Regulamento de Segurança de Barragens aprovado pelo Decreto-Lei n.º 344/2007, de 15 de Outubro A Assembleia da República decreta, nos termos
Resolução Alternativa de Litígios
Resolução Alternativa de Litígios - PERGUNTAS FREQUENTES - 1. O QUE SÃO ENTIDADES DE RESOLUÇÃO ALTERNATIVA DE LITÍGIOS DE CONSUMO (ENTIDADES RAL)? São as entidades autorizadas a efetuar a mediação, conciliação
REGULAMENTO INTERNO DO PROVEDOR DO CLIENTE DO BCN CAPÍTULO I. Princípios Gerais
REGULAMENTO INTERNO DO PROVEDOR DO CLIENTE DO BCN CAPÍTULO I Princípios Gerais Artigo 1.º Funções 1. O Provedor do Cliente do BCN tem por função principal a defesa e promoção dos direitos, garantias e
DECRETO N.º 36/X. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea d) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.
DECRETO N.º 36/X AUTORIZA O GOVERNO A LEGISLAR EM MATÉRIA DE DIREITOS DOS CONSUMIDORES DE SERVIÇOS FINANCEIROS, COMUNICAÇÕES COMERCIAIS NÃO SOLICITADAS, ILÍCITOS DE MERA ORDENAÇÃO SOCIAL NO ÂMBITO DA COMERCIALIZAÇÃO
Legislação Farmacêutica Compilada. Decreto-Lei n.º 135/95, de 9 de Junho. INFARMED - Gabinete Jurídico e Contencioso 21
Regime jurídico da distribuição por grosso de medicamentos de uso humano (Revogado pelo Decreto-Lei n.º 176/2006, de 30 de Agosto) A distribuição por grosso de medicamentos de uso humano no mercado interno
TEXTO INTEGRAL. 1.º Âmbito
DATA: Quinta-feira, 23 de Outubro de 1997 NÚMERO: 246/97 SÉRIE I-B EMISSOR: Ministério da Economia DIPLOMA/ACTO: Portaria n.º 1069/97 SUMÁRIO: Aprova o modelo, preço, fornecimento, distribuição, utilização
REGULAMENTO DE MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO DE CONFLITOS DA ERSE
REGULAMENTO DE MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO DE CONFLITOS DA ERSE Outubro de 2002 Recentes Recomendações da Comissão Europeia interpelam as várias entidades com competências em matéria de resolução de conflitos
Decreto-Lei nº 195/2007, de 15 de Maio
Decreto-Lei nº 195/2007, de 15 de Maio O presente decreto-lei visa regular as operações de aferição da autenticidade e escolha de notas levadas a realizar fora do Banco de Portugal, tendo em vista garantir
GUIA PRÁTICO ATENDIMENTO PARA CONTRA-ORDENAÇÕES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P
GUIA PRÁTICO ATENDIMENTO PARA CONTRA-ORDENAÇÕES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Atendimento para Contra-Ordenações (CO1 v1.01) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social, I.P. AUTOR
Ministérios da Economia e da Inovação
Ministérios da Economia e da Inovação Decreto-Lei n.º 170/2005 de 10 de Outubro O presente decreto-lei tem por objectivo dar cumprimento à recomendação n.º 3/2004 da Autoridade da Concorrência no que à
DATA: Quinta-feira, 3 de Dezembro de 1992 NÚMERO: 279/92 SÉRIE I-A. EMISSOR: Ministério da Indústria e Energia. DIPLOMA/ACTO: Decreto-Lei n.
DATA: Quinta-feira, 3 de Dezembro de 1992 NÚMERO: 279/92 SÉRIE I-A EMISSOR: Ministério da Indústria e Energia DIPLOMA/ACTO: Decreto-Lei n.º 272/92 SUMÁRIO: Estabelece normas relativas às associações inspectoras
Ministério d. Foram ouvidos os órgãos de governo próprio das Regiões Autónomas. da Presidência do Conselho, em 3 de Março de 2008
Registado com o DL 98/2008 no livro de registo de diplomas da Presidência do Conselho, em 3 de Março de 2008 O -Lei 67/2003, de 8 de Abril, transpôs para o ordenamento jurídico interno a Directiva 1999/44/CE,
PROCEDIMENTOS PARA INÍCIO DA OFERTA DE REDES E SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS
PROCEDIMENTOS PARA INÍCIO DA OFERTA DE REDES E SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS Introdução A Lei nº 5/2004, de 10 de Fevereiro, estabelece o regime jurídico aplicável às redes e serviços de comunicações
A Informação Empresarial Simplificada (IES)
A Informação Empresarial Simplificada (IES) - 2011 Os novos formulários da Informação Empresarial Simplificada (IES) / Declaração Anual de Informação Contabilística e Fiscal só agora ficaram disponíveis
MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO
5672 Diário da República, 1.ª série N.º 158 18 de Agosto de 2008 MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO Portaria n.º 896/2008 de 18 de Agosto Na sequência da publicação
Portaria nº 1288/2005, de 15 de Dezembro
Portaria nº 1288/2005, de 15 de Dezembro O Decreto-Lei nº 156/2005, de 15 de Setembro, que institui a obrigatoriedade de existência e disponibilização do livro de reclamações a todos os fornecedores de
Protecção dos Utentes de Serviços Públicos Essenciais (Lei nº 23/96, de 23.7)
Protecção dos Utentes de Serviços Públicos Essenciais (Lei nº 23/96, de 23.7) ÍNDICE Artigo 1.º Objecto e âmbito Artigo 2.º Direito de participação Artigo 3.º Princípio geral Artigo 4.º Dever de informação
Portaria nº 1288/2005, de 15 de Dezembro
Diploma consolidado Portaria nº 1288/2005, de 15 de Dezembro O Decreto-Lei nº 156/2005, de 15 de Setembro, que institui a obrigatoriedade de existência e disponibilização do livro de reclamações a todos
MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO. Portaria n.º 1288/2005 de 15 de Dezembro
MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO Portaria n.º 1288/2005 de 15 de Dezembro O Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de Setembro, que institui a obrigatoriedade de
RELATÓRIO DE RECLAMAÇÕES 2015 GABINETE DE APOIO AO CONSUMIDOR
RELATÓRIO DE RECLAMAÇÕES 2015 GANETE DE APOIO AO CONSUMIDOR Banco de Cabo Verde Gabinete de Apoio ao Consumidor RELATÓRIO DE RECLAMAÇÕES 2015 Banco de Cabo Verde Praia 2016 Determina a NAP 2/2015, de 6
SugerIST. Sistema de Gestão das Reclamações, Sugestões e Elogios no IST
SugerIST Sistema de Gestão das Reclamações, Sugestões e Elogios no IST De forma a completar o ato de reclamação ou sugestão, efetuado pelo utente, é criado o SugerIST Sistema de Gestão de Reclamações,
Contratos Celebrados à Distância e Contratos Celebrados Fora do Estabelecimento Comercial
Contratos Celebrados à Distância e Contratos Celebrados Fora do Estabelecimento Comercial DOMINGOS ANTUNES ASAE - Inspetor Diretor da Unidade Nacional de Informações e Investigação Criminal Autoridade
CÓDIGO DE CONDUTA DA AGÊNCIA PARA O INVESTIMENTO E COMÉRCIO EXTERNO DE PORTUGAL, E.P.E. (AICEP) CAPÍTULO I - Âmbito e Objectivo. Artigo 1º (Âmbito)
CÓDIGO DE CONDUTA DA AGÊNCIA PARA O INVESTIMENTO E COMÉRCIO EXTERNO DE PORTUGAL, E.P.E. (AICEP) CAPÍTULO I - Âmbito e Objectivo Artigo 1º (Âmbito) 1. O presente Código de Conduta integra o conjunto das
Provedoria do Cliente. Regulamento de Funcionamento
Provedoria do Cliente Regulamento de Funcionamento Provedoria do Cliente da Abarca - Companhia de Seguros, SA Regulamento de Funcionamento Artigo 1.º - Objecto 1. O presente documento tem por objecto definir
Obrigação de Informação
Obrigação de Informação Nos termos do disposto no artigo 97º do Código do trabalho a entidade empregadora tem o dever de informar o trabalhador sobre aspectos relevantes do contrato de trabalho. Por outro
Decreto-Lei n.º 134/2005, de 16 de Agosto Estabelece o regime da venda de medicamentos não sujeitos a receita médica fora das farmácias
Estabelece o regime da venda de medicamentos não sujeitos a receita médica fora das farmácias O Governo considera que alguns medicamentos para uso humano, concretamente os que não necessitam de receita
REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSPECÇÃO E MANUTENÇÃO DE ASCENSORES, MONTA-CARGAS, ESCADAS MECÂNICAS E TAPETES ROLANTES Preâmbulo
REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSPECÇÃO E MANUTENÇÃO DE ASCENSORES, MONTA-CARGAS, ESCADAS MECÂNICAS E TAPETES ROLANTES Preâmbulo O Decreto Lei n.º 320/2002, de 28 de Dezembro, na esteira do estabelecido na
REGULAMENTO RESPEITANTE AO FUNCIONAMENTO DA EXPOSIÇÃO DE VELHARIAS E ANTIGUIDADES DE BRAGA. Artigo 1º. Lei Habilitante
REGULAMENTO RESPEITANTE AO FUNCIONAMENTO DA EXPOSIÇÃO DE VELHARIAS E ANTIGUIDADES DE BRAGA Artigo 1º Lei Habilitante O presente Regulamento é elaborado ao abrigo do disposto na alínea a) do n. 0 2 do art.
1. O que são serviços de valor acrescentado baseados no envio de mensagem?
PERGUNTAS FREQUENTES (FAQ) SERVIÇOS DE VALOR ACRESCENTADO BASEADOS NO ENVIO DE MENSAGEM 1. O que são serviços de valor acrescentado baseados no envio de mensagem? Os serviços de valor acrescentado baseados
Gabinete de Auditoria e Qualidade APROVADO PELA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE SINTRA EM 8 DE FEVEREIRO DE 2008
REGULAMENTO MUNICIPAL PARA O LICENCIAMENTO DAS ACTIVIDADES DE VENDA AMBULANTE DE LOTARIAS, DE VENDA DE BILHETES PARA ESPECTÁCULOS OU DIVERTIMENTOS PÚBLICOS EM AGÊNCIAS OU POSTOS DE VENDA E DE REALIZAÇÃO
CONDIÇÕES APLICÁVEIS AOS ADERENTES DE PEQUENA DIMENSÃO DE PILHAS E ACUMULADORES
CONDIÇÕES APLICÁVEIS AOS ADERENTES DE PEQUENA DIMENSÃO DE PILHAS E ACUMULADORES As presentes condições aplicam-se ao Aderente de Pequena Dimensão que as subscreve infra (adiante designado por ADERENTE
Atualizado a 25 de Maio de Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD)
Atualizado a 25 de Maio de 2018 - Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) Com a finalidade de cumprir a nova legislação sobre o novo Regulamento de Proteção de Dados, a aplicar no contexto das atividades
PDP.002 (0) Direitos dos Titulares de Dados Pessoais
PROCEDIMENTO PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS (0) Verificado por: Aprovado por: Margarida Novais Direção Jurídica José António Reis Costa Administração Data: Data: Página 2 de 6 Índice 1. OBJECTIVO... 3 2. ÂMBITO...
