Camada de rede do modelo OSI Redes de Comunicação Módulo 3 Parte 3
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- Luiz Eduardo Cipriano Antunes
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1 Curso Profissional de Gestão de Programação de Sistemas Informáticos Ano Letivo 2015/2016 Camada de rede do modelo OSI Redes de Comunicação Módulo 3 Parte 3
2 CONVERSÃO DE IP S PARA BINÁRIO E VICE-VERSA Os IP s são, como já vimos, constituídos por 4 conjuntos de n.ºs decimais entre Para que a máquina compreenda estes valores, eles têm de ser convertidos para a linguagem binária. Como Converter os seguintes IP s para binário? IP IP IP
3 Conversão de IP s Exercício: Converter o seguinte IP de binário para decimal IP bin Resultado: IP
4 Subnetting As 3 classes de IP s existentes demonstram-se pouco eficientes por apenas se contar com redes de 254, ou hosts. A verdade é que a maior parte das redes tem menos que 245 pc s. Para controlarmos o número de hosts e de redes possíveis usam-se máscaras de rede. Desta forma, é possível controlar melhor os domínios de broadcast de uma rede e consequentemente, o congestionamento da rede.
5 Endereçamento Assim, as máscaras de rede são utilizadas para controlarmos o n.º de hosts e de redes possíveis. São também conhecidas como subnet mask ou netmask; - é um número de 32 bits (4 otetos); -usado num IP para separar a parte correspondente à rede pública, à sub-rede e aos hosts.
6 Subnetting Existem 3 tipos de máscaras: Classe A ou ou/8 (notação CIDR Classless Inter-Domain Routing) Classe B ou ou/16 (CIDR) Classe C ou ou/24 (CIDR)
7 Subnetting A parte da máscara que identifica a rede é representada com bits 1 e os hosts são representados pelos bits 0. Como podemos verificar, a máscara de classe A indica que a rede apenas é identificada no 1º octeto e os restantes 3 octetos servem para identificar os hosts. Até agora não parece existir nada de novo. Todavia, se consultarmos, por exemplo, a tabela de endereços IP privados mostrados anteriormente, verifica-se que as opções do n.º de redes são muito limitadas, senão vejamos:
8 em resumo o Subnetting - Classe A permite 1 rede; - Classe B, 16 redes; - Classe C, 256 redes. Recorrendo ao subnetting é possível: - mais bits para a rede; - menos bits para os hosts; - a máscara é que define a parte do IP que identifica a nova rede; - controlar o congestionamento da rede.
9 Subnetting Além do endereço IP propriamente dito, é necessário fornecer também a máscara de sub-rede, ou "subnet mask" na configuração da rede. Ao contrário do endereço IP, que é formado por valores entre 0 e 255, a máscara de sub-rede é normalmente formada por apenas dois valores: 0 e 255, como em ou , onde o valor 255 indica a parte endereço IP referente à rede, e o valor 0 indica a parte do endereço IP referente ao host. Ex. de endereço IP Classe de endereço Parte referente à rede Parte referente ao host Máscara de sub-rede padrão Classe A (rede.host.host.host) Classe B (rede.rede.host.host) Classe C (rede.rede.rede.host)
10 Endereçamento Subnetting Proposta de trabalho No pc, abra a linha de comandos do MS-DOS no Windows e digite o comando ipconfig. Qual a classe da máscara de rede aplicada ao seu IP?
11 Subnetting Como já foi referido, um endereço da classe B apenas conta com 16 redes disponíveis. Contudo, isso só é verdade se utilizarmos igualmente uma máscara da classe B. IP Classe B x.y xxxxxxxx.yyyyyyyy Bin Máscara Classe B N.º de hosts por rede= N.º de redes 1 X 16 = 16
12 Analisando o exemplo anterior: - verifica-se não ser possível alterar o valor do 1º octeto (172), já que dessa forma o IP deixaria de pertencer a uma rede privada. - Automaticamente, diz-se que apenas é possível uma rede naquele octeto. - No octeto seguinte, estão disponíveis os valores de 16 a 31 (ver tabela de endereços privados). Logo, temos 16 redes possíveis para este octeto. - Os restantes octetos indicam os hosts, visto termos aplicado uma máscara da classe B, pelo que o cálculo do n.º de redes termina aqui.
13 Subnetting Imagine-se agora, que é necessário criar 300 redes para um projeto de rede. Nenhuma classe de IP s privada permite obter um n.º de redes tão elevado mas com a ajuda de uma máscara da classe C e um endereço de classe B, consegue-se obter um valor que satisfaça esse pedido. Vamos ver Classe B x.y xxxxxxxx.yyyyyyyy Bin N.º de hosts por rede=254 Classe C N.º de redes 1 X 16 x 256 = 4096 Com esta classe, ganhamos o 3º octeto para identificar a rede.
14 Subnetting Com esta classe, ganhamos o 3º octeto para identificar a rede, ficando com mais 256 endereços para combinar com os restantes 16, totalizando 4096 redes. Por outro lado, o n.º de hosts possíveis por rede passa de para 254. A escolha de IP s e de máscaras de rede é um passo muito importante para a estruturação de uma rede. Pode-se verificar no exemplo anterior, o n.º de hosts (254). Como já foi referido, a razão pela qual o valor não é 256, deve-se ao facto de 2 desses valores seres reservados para o endereço de rede e de multicast.
15 Sub-redes VÍDEO SUB-REDES É possível aumentar a eficiência de uma rede através da divisão em sub-redes. Esta divisão, leva por sua vez à diminuição dos domínios de broadcast, e consequentemente, a um menor congestionamento da rede. Imagine que se dispõe de um endereço IP de classe C, No entanto, é necessário criar 2 sub-redes no último octeto. Pensa-se imediatamente numa máscara de classe C, embora esta não nos permita dividir o octeto. A solução passa por retirar bits que pertencem aos hosts e atribui-los à rede. Assim, retira-se o bit mais significativo do último octeto aos hosts e cede-se à rede. Para isso, terá de se acrescentar um bit à máscara de classe C normal.
16 Subnetting - Sub-redes Máscara de rede ou ou /24 Máscara de sub-rede ou ou /25 Como se pode verificar neste exemplo, a nova máscara irá atribuir, não 24 bits à rede (classe C), mas 25. Assim, a notação CIDR será /25 para este caso.
17 Subnetting Sub-redes Como se calcula o n.º de sub-redes e de hosts por sub-rede? O n.º de bits 1 acrescentados à classe de máscara normal representa o n.º de bits usados para a criação de sub-redes. Assim, no caso anterior, o n.º de redes será igual a 2 1 =2. Por outro lado, o n.º de hosts está associado ao n.º de bits 0. No caso anterior teríamos 2 7-2=128-2=126 Ao n.º de hosts retira-se sempre 2, visto serem necessários para representar a sub-rede e o endereço broadcast dessa mesma subrede.
18 Subnetting - Sub-redes Onde inicia e termina cada uma das sub-redes? Para este cálculo é necessário dividir o total de combinações de um octeto (256) pelo n.º de sub-redes. Para o caso anterior seria 256/2=128. O resultado indica sempre o primeiro endereço da segunda sub-rede. Ao n.º de hosts retira-se sempre 2, visto serem necessários para representar a sub-rede e o endereço broadcast dessa mesma subrede. Os endereços 0 e 255 continuam a ser endereços de sub-rede e broadcast, respectivamente. No entanto, cada sub-rede tem os seus próprios endereços de sub-rede e broadcast, pelo que os valores 0 e 255 não fazem agora parte da mesma sub-rede.
19 Subnetting Sub-redes Para a primeira sub-rede de x.x.x.0 até 127 o valor que representa a sub-rede é o 0, mas o endereço de broadcast é o 127 e não o 255. Para a segunda sub-rede de x.x.x.128 até 255, o valor que representa a sub-rede é o 128 e o endereço de broadcast é o 255.
20 Subnetting - Sub-redes Por exemplo, 2 pc s, cada um com os respectivos IP s /25 e /25, não se encontram na mesma sub-rede. Para isso se verificar, seria necessário que os valores do último octeto se encontrassem simultaneamente abaixo do valor 128 ou acima do valor 128. Mas como calcular se um certo n.º de IP s se encontra na mesma sub-rede? Exercício: Verificar se os dois IP s que se seguem se encontram na mesma sub-rede? / /28
21 Proposta de trabalho Um projeto de rede impõe a criação de 1500 redes privadas, cada uma com 50 computadores. Que classe de IP e máscara de rede escolheria para essa rede. Dê um exemplo.
22 Proposta de trabalho Complete a seguinte tabela: Decimal Binário CIDR /
23 Camada de Aplicação do Modelo OSI Utilitários de administração de redes
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