Código de conduta. Aristóteles Ética a Nicómaco
|
|
|
- Marta Fialho da Silva
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Código de conduta Toda a teoria da conduta tem de ser apenas um esquema, e não um sistema exacto ( ) os temas de conduta e comportamento não têm em si nada de fixo e invariável, tal como os temas de saúde. E se isto é verdade na teoria geral da Ética, a precisão exacta ainda é menos possível nos casos particulares de conduta; pois estes não caem sob nenhuma ciência ou tradição profissional, mas os próprios agentes têm de considerar o que é conveniente nas circunstâncias de cada ocasião, tal como na arte da medicina ou da navegação. Aristóteles Ética a Nicómaco 1
2 Apresentação A adopção pelo GMCS de um Código de Conduta constitui uma iniciativa da maior importância para a reflexão e afirmação de princípios enformadores da conduta de todos os, dado ser bem certo que são as pessoas a maior e mais decisiva riqueza de uma organização. Assim, assumir em forma de letra de código os valores e princípios que nos devem conduzir no desenvolvimento da nossa actividade profissional, assumindo preocupações relativas à integração, diversidade, conciliação, valorização pessoal e profissional e compromisso ambiental, entre outras, é o início institucional do percurso de responsabilidade social do GMCS. Com este documento formalizamos um compromisso que deve ser assumido por todos com vista a um caminho de melhoria contínua, numa atitude, porque não dizê-lo, pioneira nos serviços da Administração Central. 29 de Julho de 2010 Pedro Berhan da Costa Director 2
3 Principais objectivos do Código Ser uma referência formal e institucional, para a conduta pessoal e profissional de todas as colaboradoras e, tornando-se um modelo de relacionamento quer internamente quer com os públicos externos ao GMCS. Cimentar no GMCS a existência e partilha de valores e normas de conduta comuns, reforçando uma conduta comum. Reduzir a subjectividade das interpretações pessoais sobre princípios morais e éticos. 1. Âmbito de aplicação O presente Código de Conduta aplica-se a todas as colaboradoras e do GMCS independentemente do seu vínculo laboral e da posição hierárquica em que se encontrem. 2. Valores do GMCS e Princípios de Actuação 2.1. O GMCS tem como Valores Centrais: Espírito de Missão Responsabilidade Transparência Rigor, Isenção e Imparcialidade Credibilidade Honestidade Espírito de Equipa, Cooperação e partilha de informação Zelo e Dedicação Aprendizagem e Melhoria contínua Competência na gestão e no trabalho das colaboradoras e dos 2.2. E rege-se pelos seguintes Princípios: Respeito e protecção dos direitos humanos Respeito pelos direitos das colaboradoras e dos Erradicação de todas as formas de discriminação Erradicação de todas as formas de exploração Integração de pessoas com deficiência 3
4 Promoção da conciliação entre a vida profissional e familiar das colaboradoras e dos Respeito pela reserva da vida privada das colaboradoras e dos Valorização profissional e pessoal das colaboradoras e dos Valorização da maturidade das colaboradoras e dos Promoção do prolongamento da vida profissional Responsabilidade na defesa e protecção do meio ambiente Responsabilidade Social da organização Promoção dos deveres de cidadania Contribuição para o desenvolvimento sustentável 3. Normas de Conduta 3.1. Respeito pela Lei As colaboradoras e os do GMCS devem respeitar na íntegra todas as normas legais e regulamentares aplicáveis ao exercício da sua actividade Relacionamento com a Comunicação Social No relacionamento com a Comunicação Social o GMCS, através dos meios adequados e das colaboradoras e indigitados para o efeito, assegura informação completa, coerente, verdadeira e em tempo útil com total respeito pelo dever de informar Relacionamento Institucional com outras Entidades As colaboradoras e os do GMCS devem manter, nas relações institucionais com outras entidades ou organizações, nacionais e internacionais, uma postura cooperativa e participativa Comportamento Não - discriminatório O GMCS reprova qualquer forma de discriminação, seja em razão da raça, origem étnica, geográfica, nacional ou social, sexo, idade, deficiência, instrução, convicção religiosa, orientação sexual, opinião ou filiação política, condenando ainda qualquer forma de assédio sexual ou psicológico, de conduta verbal ou física de humilhação, de coacção ou ameaça. 4
5 3.5. Promoção da Igualdade de Género O GMCS promove a igualdade de género quer ao nível do funcionamento interno quer nas relações que mantém com o exterior, incentivando as suas colaboradoras e a apresentarem sugestões para o efeito Promoção da integração de pessoas com deficiência O GMCS promove as condições necessárias à integração de colaboradoras e com deficiência, proporcionando-lhes as ferramentas e o ambiente de trabalho adequados à sua cabal realização profissional Promoção da conciliação entre a vida profissional e familiar. O GMCS promove a busca de fórmulas de conciliação da vida familiar e profissional das suas colaboradoras e, designadamente através da implantação de um sistema periódico interno de recolha de ideias e sugestões Respeito pela reserva vida privada das colaboradoras e O GMCS respeita a vida privada e familiar das colaboradoras e, comprometendo-se a não interferir naquelas, reprovando qualquer iniciativa de obtenção indevida de informação Valorização profissional e pessoal das colaboradoras e dos O GMCS promove o planeamento de iniciativas, designadamente de formação e de aprendizagem ao longo da vida, que visem a valorização e enriquecimento de conhecimentos e de experiências Valorização da maturidade das colaboradoras e dos O GMCS reconhece a relevância da maturidade, experiência e sabedoria frequentemente inerentes às colaboradoras e com idades mais avançadas, valorizando e optimizando o seu papel enquanto transmissores de conhecimento e de conselheiros de bem fazer junto das colaboradoras e dos mais jovens. 5
6 3.11. Promoção do prolongamento da vida profissional O GMCS incentiva as colaboradoras e os a prolongarem a sua vida activa, comprometendo-se a criar as condições necessárias para que se sintam motivadas e motivados para o efeito Utilização de Recursos do GMCS Os recursos do GMCS devem ser usados de forma eficiente, com vista à prossecução dos objectivos definidos e não para fins pessoais ou outros, devendo as colaboradoras e os zelar pela protecção e bom estado de conservação do património do Gabinete procurando sempre maximizar a sua produtividade Relacionamento entre as colaboradoras e os As relações entre as colaboradoras e os do GMCS devem desenvolver-se: Num quadro de permanente cumprimento dos deveres de respeito mútuo, de solidariedade, de urbanidade, de lealdade e de observância das instruções emanadas dos superiores hierárquicos em matéria de serviço. Num ambiente de plena afirmação dos princípios do rigor, da discrição, da responsabilidade, da colaboração, da confiança, do primado da competência, da não discriminação e da valorização de todas as pessoas. No respeito pela identidade própria de cada pessoa, não podendo ninguém ser alvo de qualquer forma de discriminação Segurança e bem-estar no Trabalho O GMCS garante o cumprimento das normas de segurança, saúde, higiene e bem-estar no local de trabalho. O cumprimento das regras de segurança é uma obrigação de todos, sendo dever das colaboradoras e dos do GMCS informar atempadamente os seus superiores hierárquicos ou os serviços responsáveis, da ocorrência de qualquer situação irregular susceptível de poder comprometer a segurança das pessoas, instalações ou equipamentos do organismo Compromisso ambiental O GMCS procura, sistematicamente, contribuir, com a sua actuação, para o desenvolvimento sustentável e para a preservação do meio ambiente, privilegiando entre outros, a aplicação de técnicas não poluentes, de 6
7 reutilização, reaproveitamento e reciclagem de materiais, de monitorização ambiental e de racionalidade energética. 4. Adesão e Cumprimento As hierarquias asseguram o conhecimento geral do presente Código de Conduta, bem como a observância das suas regras. Será facultado a todas as colaboradoras e do GMCS um exemplar, devendo a sua recepção, conhecimento e adesão às normas dele constantes serem comprovados através da assinatura de um compromisso. Entrada em vigor e revisões O presente Código de Conduta entra em vigor no dia 1 de Agosto de Anualmente, será avaliada a necessidade de revisão ou aperfeiçoamento do presente Código. 7
CÓDIGO DE ÉTICA CENTRO COMUNITÁRIO IRMANDADE DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DA BATALHA
CÓDIGO DE ÉTICA CENTRO COMUNITÁRIO IRMANDADE DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DA BATALHA 02-05-2012 1 Introdução... 3 2 Principais objetivos do Código... 3 3 Âmbito de aplicação... 4 4 Legislação e Ética...
Código de Ética. APPDA - Viseu
Código de Ética APPDA - Viseu Índice 1. INTRODUÇÃO... 2 2. OBJETIVOS DO CÓDIGO DE ÉTICA... 3 3. ÂMBITO DE APLICAÇÃO... 4 4. PRINCÍPIOS... 4 5. INCUMPRIMENTO DO CÓDIGO... 9 1. INTRODUÇÃO O conceito de Ética
(Certificado NP 4427 nº 2012/GRH.009, desde 19/01/2012) CÓDIGO DE ÉTICA
CÓDIGO DE ÉTICA ENQUADRAMENTO Na sociedade contemporânea, melhor preparada e informada, o reconhecimento público de uma organização não se confina ao campo estrito do seu desempenho económico. A responsabilidade
Capital Estatuário: ,00 Euros - NUIMPC CÓDIGO DE ÉTICA
CÓDIGO DE ÉTICA 1 Índice 1. Introdução... 3 2. Âmbito de aplicação... 3 3. Princípios de actuação da SPMS, EPE... 4 3.1. Legalidade... 4 3.2. Não discriminação, igualdade de tratamento e imparcialidade...
TEATRO NACIONAL S. JOÃO
TEATRO NACIONAL S. JOÃO CÓDIGO DE ÉTICA E REGRAS DE CONDUTA MISSÃO O TNSJ como Entidade Pública Empresarial que é, tem como missão a prestação do serviço público área da criação e apresentação de espectáculos
CÓDIGO DE CONDUTA DA FUNDAÇÃO VISABEIRA INSTITUIÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL CÓDIGO DE CONDUTA
CÓDIGO DE CONDUTA DA FUNDAÇÃO VISABEIRA INSTITUIÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL (Aprovado em reunião do Conselho de Administração de 28 de Março de 2014) PREÂMBULO As fundações são instituições privadas sem
CÓDIGO DE CONDUTA DO GABINETE DE PLANEAMENTO E POLÍTICAS
CÓDIGO DE CONDUTA DO GABINETE DE PLANEAMENTO E POLÍTICAS ABRIL 2010 Código de Conduta do GPP 1. Enquadramento 2 2. Princípios gerais 2 2.1. Igualdade de tratamento e não discriminação 2 2.2. Diligência,
CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DO MUNICÍPIO DE SALVATERRA DE MAGOS
CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DO MUNICÍPIO DE SALVATERRA DE MAGOS 1 ÍNDICE Siglas... 3 1.Introdução... 4 2.Objeto... 4 3. Âmbito de aplicação... 4 4. Princípios gerais... 4 5. Princípios básicos.7 6. Disposições
CENTRO HOSPITALAR E UNIVERSITÁRIO DE COIMBRA, E.P"+ Código de Ética./t'.l./j L~ Preâmbulo ~ t~ ; C>
~o-jt1 CENTRO HOSPITALAR E UNIVERSITÁRIO DE COIMBRA, E.P"+ Código de Ética./t'.l./j L~ Preâmbulo ~ t~ ; C> o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, E.P.E., adiante designado por CHUC, EPE, criado
CÓDIGO DE CONDUTA Janeiro de
CÓDIGO DE CONDUTA Janeiro de 2010 1 1. ÂMBITO DE APLICAÇÃO O presente Código de Conduta (a seguir designado por «Código») estabelece linhas de orientação em matéria de ética profissional para todos os
Código de Ética CÓDIGO DE ÉTICA
Código de Ética No Código de Ética sistematizam-se, indicam-se e esclarecem-se as responsabilidades da EDIA e dos seus colaboradores. Tem ainda a função de ligar a Empresa aos vários grupos e indivíduos
CÓDIGO DE CONDUTA OLIVEIRA REGO E ASSOCIADOS
CÓDIGO DE CONDUTA DA OLIVEIRA REGO E ASSOCIADOS Página 1 de 7 1. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3 2. PRINCÍPIOS E NORMAS 2.1. Princípios de Actuação 3 2.2. Igualdade e Tratamento / Não discriminação 4 2.3. Lealdade
CÓDIGO DE ÉTICA 1. MENSAGEM DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
CÓDIGO DE ÉTICA 1. MENSAGEM DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO O ISQ sendo hoje uma grande organização, com larga implantação nacional e uma presença estabelecida internacionalmente, é fundamental que caracterizemos
FUNDAÇÃO SANTA MARIA DA SILVA CÓDIGO DE CONDUTA. As fundações são instituições privadas sem fins lucrativos que visam contribuir
FUNDAÇÃO SANTA MARIA DA SILVA CÓDIGO DE CONDUTA As fundações são instituições privadas sem fins lucrativos que visam contribuir para o bem comum, para o desenvolvimento sustentável e para a promoção de
CÓDIGO DE ÉTICA. Versão 1.0 Novembro de Centro de Educação Especial de Rio Maior. O Ninho SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE
Centro de Educação Especial de Rio Maior O Ninho SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE CÓDIGO DE ÉTICA Versão 1.0 Novembro de 2011 Aprovado em Reunião da Direção a: _22_ /_11_ /_2011_ Centro de Educação Especial
CÓDIGO DE CONDUTA. Para alcançar este objectivo, uma compilação dos princípios e das regras a seguir continuadamente quer internamente, quer
CÓDIGO DE CONDUTA No mundo actual dos negócios reveste-se de particular relevância a ética pessoal e profissional de todos quantos colaboram numa empresa, respeitando, mediante uma adequada conduta, a
CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA
CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA Preâmbulo Os princípios da prossecução do interesse público, da legalidade, da justiça e da imparcialidade, da igualdade, da proporcionalidade, da colaboração e boa fé, da informação
CÓDIGO DE CONDUTA DO MUNICÍPIO DE BARCELOS
CÓDIGO DE CONDUTA DO ÍNDICE Capítulo I Âmbito de Aplicação Capítulo II Princípios Gerais Capítulo III Relacionamento com o Exterior Capítulo IV Relações Internas Capítulo V - Aplicação CÓDIGO DE CONDUTA
CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA
CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA 1 Objetivos do Código de Ética A Câmara Municipal de Cascais está motivada em criar todas as condições necessárias para que os seus colaboradores desenvolvam as suas funções
RANSP. RÊNCIA Código de conduta da FPC
RANSP RÊNCIA Código de conduta da FPC Código de Conduta O Código de Conduta da Fundação Portuguesa das Comunicações (FPC) apresenta dois objetivos fundamentais: regular as obrigações de transparência,
CÓDIGO de CONDUTA. Operador da Rede Nacional de Transporte de Energia Eléctrica. Edição: 1 Data:
CÓDIGO de CONDUTA do Operador da Rede Nacional de Transporte de Energia Eléctrica O Operador da Rede Nacional de Transporte de Energia Eléctrica é a entidade concessionária da Rede Nacional de Transporte
CÓDIGO DE CONDUTA FUNDAÇÃO DR. AGOSTINHO ALBANO DE ALMEIDA
CÓDIGO DE CONDUTA FUNDAÇÃO DR. AGOSTINHO ALBANO DE ALMEIDA (Aprovado em reunião do Conselho de Administração de 25/06/2014) INTRODUÇÃO A Fundação Dr. Agostinho Albano de Almeida (doravante designada «Fundação»),
Carta de Direitos e. Deveres do Cliente
Carta de Direitos e Deveres do Cliente CONTROLO DAS REVISÕES DO DOCUMENTO Versão Data Descrição Página(s) Próxima revisão 01 15.12.2009 Elaboração da 1ª versão do documento ----- Dezembro/2011 02 12.04.2010
CÓDIGO DE CONDUTA DOS TRABALHADORES
CÓDIGO DE CONDUTA DOS TRABALHADORES DA SECRETARIA-GERAL DO MF Índice Introdução 2 I - Âmbito 3 II Objectivos 3 III - Princípios Gerais 4 IV - Relações Internas e Externas 6 V Vigência, Publicidade e Revisão
Código de Conduta Operador da Rede Nacional de Transporte de Gás Natural. Edição: 1 Data:
Código de Conduta Operador da Rede Nacional de Transporte de Gás Natural Edição: 1 Data: 20.04.2011 O Operador da Rede Nacional de Transporte de Gás Natural é a entidade concessionária da Rede Nacional
MUNICÍPIO DE FERREIRA DO ZÊZERE CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA
MUNICÍPIO DE FERREIRA DO ZÊZERE CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA 1 DO MUNICÍPIO DE FERREIRA DO ZÊZERE O presente Código de Ética e Conduta, a seguir designado abreviadamente por Código, estabelece o conjunto
CÓDIGO DE BOA CONDUTA FRMS C Ó D I G O DE B O A C O N D U T A FUNDAÇÃO RAQUEL E MARTIN SAIN
C Ó D I G O DE B O A C O N D U T A FUNDAÇÃO RAQUEL E MARTIN SAIN 1 Í N D I C E PREÂMBULO CAPÍTULO I DESTINATÁRIOS 1º Princípios e âmbito CAPÍTULO II OBJETIVO 2º Defesa da ética e da imagem da Instituição
Unidade de Recursos Humanos
2016 1 CODIGO DE ÉTICA E CONDUTA 2016 INTRODUÇÃO O presente tem como objectivo, não só estar em consonância com a alínea a) do ponto 3 da Recomendação do Conselho de Prevenção da Corrupção de 7 de Novembro
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE SEGURADORES CÓDIGO DE CONDUTA APS DEZEMBRO 2013 CONDUTA APS DOCUMENTOS A4 SUB TÍTULO DE INSTITUCIONAL
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE SEGURADORES CÓDIGO DE CONDUTA APS DEZEMBRO 2013 CÓDIGO LAYOUT GERAL DE INSTITUCIONAL CONDUTA APS DOCUMENTOS A4 SUB TÍTULO No mundo atual dos negócios reveste se de particular relevância
Resolução n.º 27/94, de 26 de Agosto
Resolução n.º 27/94, de 26 de Agosto Página 1 de 7 A Administração Pública, no desempenho da sua insubstituível função social, deve, através dos seus trabalhadores, pautar a sua conduta por princípios,
Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo. Código de Ética e Conduta Profissional da CCDR-LVT
Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo Código de Ética e Conduta Profissional Agosto 2009 Código de Ética e Conduta Profissional Um Código de Ética e Conduta Profissional
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DO DISTRITO FEDERAL CÓDIGO DE ÉTICA
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DO DISTRITO FEDERAL CÓDIGO DE ÉTICA SUMÁRIO 1. Introdução...3 2. VISÃO, MISSÃO, VALORES E TEMAS ESTRATÉGICOS... 4 2.1 Missão... 4 2.2 Visão...
CÓDIGO DE ÉTICA. Página 1 8
CÓDIGO DE ÉTICA Página 1 8 1. INTRODUÇÃO 3 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3 3. MISSÃO 3 4. LEGISLAÇÃO E ÉTICA 3 5. VALORES FUNDAMENTAIS 4 5.1 Serviço Público 4 5.2 Legalidade 4 5.3 Igualdade, Justiça, Imparcialidade
O Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa Pedro Santana Lopes CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS DOS TRABALHADORES 5
Os valores vertidos neste Código devem ser sentidos como princípios a serem incorporados e vividos com convicção por todos os colaboradores, sendo inseparáveis da sua identidade, da sua atividade e da
Código de Ética do Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco Gentil, E.P.E.
Código de Ética do Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco Gentil, E.P.E. Código de Ética do IPO do Porto Francisco Gentil, E.P.E. Página 1 Índice 1 Introdução 3 2 Âmbito de aplicação e Exigência
Autoria: Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) Edição: Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE)
CÓDIGO DE CONDUTA FICHA TÉCNICA Titulo: Código de Conduta Autoria: () Edição: () Morada: Praça de Alvalade, nº 12 Telefone.: 218 433 900 e-mail: [email protected] URL: https://www.dgeste.mec.pt
Código de Ética e Condita do PO CH. Agosto Programa Operacional Capital Humano
Código de Ética e Condita do PO CH Agosto 2015 CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DO PROGRAMA OPERACIONAL CAPITAL HUMANO 1. DEFINIÇÃO O Código de Ética do PO CH é o instrumento no qual se inscrevem os valores e
CÂMARA MUNICIPAL DO FUNDÃO. Código de Ética e Conduta
CÂMARA MUNICIPAL DO FUNDÃO Código de Ética e Conduta Índice 1. Introdução --------------------------------------------------------------------------------------------------2 2. Objeto--------------------------------------------------------------------------------------------------------3
CÓDIGO DE CONDUTA 2 ÍNDICE 3 1. OBJETIVO 2. ABRANGÊNCIA MISSÃO E VALORES 3.1. A Nossa Missão 3.2. Os Nossos Valores
CÓDIGO DE CONDUTA 2 ÍNDICE 3 1. OBJETIVO 2. ABRANGÊNCIA 4 3. MISSÃO E VALORES 3.1. A Nossa Missão 3.2. Os Nossos Valores 5 4. RELAÇÃO COM OS CLIENTES 5. RELAÇÃO COM OS FORNECEDORES 6. RELAÇÃO COM OS CONCORRENTES
CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA
CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA Introdução O Teatro Nacional D. Maria II é uma entidade pública empresarial, criada pelo Decreto-lei n.º 158/2007, de 27 de Abril, cuja missão é a prestação do serviço público
CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA
CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA SUMÁRIO O que é Código de Ética e Conduta?...04 Condutas esperadas...06 Condutas intoleráveis sujeitas a medidas disciplinares...10 Suas responsabilidades...12 Código de Ética
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL CORPORATIVA CARTA DE COMPROMETIMENTO
CARTA DE COMPROMETIMENTO O Grupo Cataratas acredita no efeito transformador que o ecoturismo pode ter na criação de experiências de sensibilização e conscientização em torno da causa do desenvolvimento
NP Sistema de gestão da responsabilidade social: Parte I: Requisitos e linhas de orientação para a sua utilização
NP 4469-1 Sistema de gestão da responsabilidade social: Parte I: Requisitos e linhas de orientação para a sua utilização Sonia Pires APEE [email protected] Relação com a ISO 26000 Segue o mesmo espírito:
acreditamos na sustentabilidade. Código de Ética LZ Ambiental Consultoria e Serviços
acreditamos na sustentabilidade. Código de Ética LZ Ambiental Consultoria e Serviços PRINCÍPIOS ÉTICOS A virtude moral é uma consequência do habito. Nós nos tornamos o que fazemos, ou seja, nós nos tornamos
CÓDIGO DE ÉTICA LIPOR
CÓDIGO DE ÉTICA LIPOR JUNHO DE 2008 Código de Ética da LIPOR 1 CÓDIGO DE ÉTICA DA LIPOR ÍNDICE: A - INTRODUÇÃO 1. Organização de Serviço Público * Organização * Missão * Visão * Valores 2. Razão justificativa
Código de Ética e Conduta Profissional da CCDR LVT
Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo Código de Ética e Conduta Profissional Elaborado em agosto 2009. Revisão agosto 2015. Código de Ética e Conduta Profissional
