2005 by Pearson Education. Capítulo 09
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- Henrique Aleixo Figueiredo
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1 QUÍMICA A Ciência Central 9ª Edição Geometria molecular e teorias de ligação David P. White
2 Forma molecular e polaridade molecular Os dipolos de ligação no CO2 cancelam-se porque o CO2 é linear.
3 Forma molecular e polaridade molecular Na água, a molécula não é linear e os dipolos de ligação não se cancelam. Conseqüentemente, a água é uma molécula polar.
4 Forma molecular e polaridade molecular A polaridade como um todo de uma molécula depende de sua geometria molecular.
5 Ligação covalente e Superposição de orbitais As estruturas de Lewis e o modelo RPENV não explicam porque uma ligação se forma. Como devemos considerar a forma em termos da mecância quântica? Quais são os orbitais envolvidos nas ligações? Usamos a teoria de ligação de valência: As ligações formam quando os orbitais nos átomos se superpõem. Existem dois elétrons de spins contrários na superposição de orbitais.
6 Ligação covalente e Superposição de orbitais
7 Ligação covalente e Superposição de orbitais À medida que dois núcleos se aproximam, seus orbitais atômicos se superpõem. À medida que a superposição aumenta, a energia de interação diminui. A uma determinada distância, a energia mínima é alcançada. A energia mínima corresponde à distância de ligação (ou comprimento de ligação). Quando os dois átomos ficam mais próximos, seus núcleos começam a se repelir e a energia aumenta.
8 Ligação covalente e Superposição de orbitais À distância de ligação, as forças de atração entre os núcleos e os elétrons equilibram exatamente as forças repulsivas (núcleonúcleo, elétron-elétron).
9 Orbitais híbridos Os orbitais atômicos podem se misturar ou se hibridizar para adotarem uma geometria adequada para a ligação. A hibridização é determinada pelo arranjo. Orbitais híbridos sp Considere a molécula de BeF 2 (sabe-se experimentalmente que ela existe):
10 Orbitais híbridos Orbitais híbridos sp O Be tem uma configuração eletrônica 1s 2 2s 2. Não existem elétrons desemparelhados disponíveis para ligações. Concluímos que os orbitais atômicos não são adequados para descreverem os orbitais nas moléculas. Sabemos que o ângulo de ligação F-Be-F é de 180 (teoria de RPENV). Sabemos também que um elétron de Be é compartilhado com cada um dos elétrons desemparelhados do F.
11 Orbitais híbridos Orbitais híbridos sp Admitimos que os orbitais do Be na ligação Be-F estão distantes de 180. Poderíamos promover um elétron do orbital 2s no Be para o orbital 2p para obtermos dois elétrons desemparelhados para a ligação. Mas a geometria ainda não está explicada. Podemos solucionar o problema admitindo que o orbital 2s e um orbital 2p no Be misturam-se ou formam um orbital híbrido. O orbital híbrido surge de um orbital s e de um orbital p e é chamado de orbital híbrido sp.
12 Orbitais híbridos sp Os lóbulos dos orbitais híbridos sp estão a 180º de distância entre si. Orbitais híbridos
13 Orbitais híbridos Orbitais híbridos sp 2 e sp 3 Importante: quando misturamos n orbitais atômicos, devemos obter n orbitais híbridos. Os orbitais híbridos sp 2 são formados com um orbital s e dois orbitais p. (Conseqüentemente, resta um orbital p nãohibridizado.) Os grandes lóbulos dos híbridos sp 2 encontram-se em um plano trigonal. Todas as moléculas com arranjos trigonais planos têm orbitais sp 2 no átomo central.
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15 Orbitais híbridos Orbitais híbridos sp 2 e sp 3 Os orbitais híbridos sp 3 são formados a partir de um orbital s e três orbitais p. Conseqüentemente, há quatro lóbulos grandes. Cada lóbulo aponta em direção ao vértice de um tetraedro. O ângulo entre os grandes lóbulos é de 109,5. Todas as moléculas com arranjos tetraédricos são hibridizadas sp 3.
16 Orbitais híbridos sp 2 e sp 3
17 Orbitais híbridos Orbitais híbridos sp 2 e sp 3 Exercício em casa H2O
18 Orbitais híbridos Resumo 1. Desenhe a estrutura de Lewis para a molécula ou íon. 2. Determine o arranjo usando o modelo RPENV. 3. Especifique os orbitais híbridos necessários para acomodar os pares de elétrons com base em seu arranjo geométrico.
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