Pilhas Recarregáveis
|
|
|
- Yan Lisboa Domingos
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Projecto FEUP 2014/ Engenharia Electrotécnica e Computadores: Armando Sousa & Manuel Firmino J. N. Fidalgo Supervisor: Paulo Costa Equipa: 1MIEEC01_2 Monitor: Jorge Bessa Estudantes & Autores: Ana Quintanilha up @fe.up.pt Cátia Zoraiaup @fe.up.pt Hélder Martins up @fe.up.pt Tiago Borrego up @fe.up.pt
2 Resumo No âmbito da unidade curricular Projecto FEUP do curso Mestrado Integrado de Engenharia Electrotécnica e de Computadores, foi proposto a realização deste relatório técnico abordando a temática Capacidades das pilhas. Esta unidade curricular apresenta como principais objectivos o estímulo do trabalho de equipa assim como da importância deste, da comunicação e da capacidade de discussão científica de um dado tema. O inicio da história das pilhas, apesar de a primeira pilha apenas ter sido produzida no séc. XIX por Alessandro Volta, remonta a três séculos antes, no séc. XVI, onde o conceito no qual a pilha é baseada fora concebido por Otto VonGuericke. O conceito de funcionamento de uma pilha consiste na transformação de energia química em energia eléctrica, por meio de reacções oxidação-redução dos químicos presentes na pilha. Estes químicos variam conforme o tipo de pilha, os quais foram diversificando ao longo do tempo, tornando uns tipos de pilha mais apropriados para certos propósitos, e outros tipos de pilha para outros. Uma das revoluções nesta área foi a concepção de pilhas recarregáveis, pilhas cujas reacções poderiam ser invertidas de modo a recuperarem a sua carga, sendo possível de novo a sua utilização. Foram feitos 6 ensaios onde se descarregaram 2 pilhas de NhMI, e se registaram os valores da tensão ao longo do tempo. Após calcular a capacidade média de cada uma das pilhas, verificou-se que os valores obtidos não coincidiam com os valores fornecidos pela fábrica, sendo estes inferiores aos mesmos. Tal se pode justificar pelo facto de a capacidade média das respectivas pilhas decair com o uso das mesmas, estando as pilhas usadas nos ensaios ligeiramente gastas, sendo armazenadas em locais cujas temperaturas são pouco propícias ou ainda recarregadas a ritmos elevados. Palavras-Chave Pilhas; ; Energia Química; Recuperação de Carga; ReacçõesQuímicas; Voltagem. Energia Eléctrica; 2
3 Índice Lista de acrónimos... 4 Glossário Introdução Os primeiros passos das pilhas Sistema de funcionamento Como a pilha descarrega? Como a pilha carrega? Tipos de pilhas recarregáveis Carregadores de Pilhas Cálculos Pilha A (NiMH) Pilha B (NiMH) Conclusões Referências bibliográficas
4 Lista de acrónimos Equações E=P t E Energia P Potência t - Intervalo de tempo P=U I P Potencia U - Diferença de potencial I Intensidade Capacidade Média = Área do Grafico Voltagem/Tempo Tempo Voltagem(= 1.2) 4
5 Glossário Potencia De um modo abrangente, a potência é uma grandeza que indica a quantidade de energia cedida por uma fonte, por unidade de tempo. A unidade SI desta é o watt(w). Contudo, em sistemas elétricos a potencia que dois aparelhos desenvolvem é o produto da diferença de potencial, gerada entre dois terminais, com a corrente que atravessa o dispositivo. Intensidade A intensidade determina a variação do fluxo de energia, sendo que quanto maior a intensidade maior vai ser a energia no espaço. A sua unidade SI é em W/m². Quando se fala em cargas elétricas, que apenas se movem com um condutor, há que falar na diferença de potencial que determina a tendência de as cargas se moverem pelo condutor. Tensão elétrica (DDP - Diferença de Potencial) A tensão elétrica é caracterizada pela diferença de potencial entre dois pontos, sendo que o que cria esta diferença é a falta de eletrões numa extremidade e o excesso na outra extremidade. De uma forma mais simplificada, esta é a quantidade de energia gerada para movimentar uma carga elétrica. A sua unidade SI é o volt (V). Energia A energia elétrica permite estabelecer uma corrente elétrica entre dois pontos, através da diferença de potencial elétrico gerada entre esses. A energia química baseia-se nas atrações e repulsões das ligações químicas entre átomos. Capacidade Numa pilha a capacidade remete para a quanidade de energia que a pilha armazena durante o processo de carga, que é a enegia que está disponível para usar. 5
6 1. Introdução As pilhas e baterias são utilizadas no nosso dia a dia quer para o uso de comandos, portáteis, telemóveis, entre outros equipamentos eletrónicos. Assim percebemos a importância destes pequenos objetos, que fazem tantos aparelhos fulcrais funcionarem. Temos assim como objectivo descobrir como estes pequenos e poderosos objetos evoluíram, como funcionam e qual a sua rentabilidade. 2. Os primeiros passos das pilhas Antes da existência de alguma pilha esta pequena ciência de produzir electricidade tinha sido idealizada por Otto VonGuericke, em A primeira descoberta relevante foi feita por Luigi Galvani, quando percebeu que os nervos transferiam a energia armazenada nos músculos, e assim vários estudiosos investigaram a criação de eletricidade a partir da química. Alessandro Volta, por volta de 1800, criou um dispositivo com zinco e prata separados por outro material poroso sendo tudo imerso numa solução aquosa, produzindo assim corrente elétrica, sendo considerando o criador de pilhas. 3. Sistema de funcionamento As pilhas no seu interior contêm compartimentos interligados entre si por electrólitos contendo catiões e aniões. É a migração de aniões e catiões de uns compartimentos para outros que vem a constituir a reação de Oxidação-redução dos componentes da pilha, que por sua vez origina a corrente elétrica. Diferentes tipos de pilhas têm diferentes tipos de funcionamento. Pilhas não Recarregáveis apenas usam reações de Oxidação-redução para transformar a energia química em energia elétrica. Por outro lado usam reações de Oxidação-redução para descarregar e reações Redox (Redução-Oxidação) para recarregar, invertendo a reação de Oxidação-redução. 6
7 4. Como a pilha descarrega? A descarga da pilha resulta da reação de Oxidação-redução dos componentes químicos da Pilha, criando uma diferença de potencial entre os dois polos da pilha, denominado de Tensão. As pilhas Recarregáveis ao contrário das Pilhas não Recarregáveis até bem perto da sua total descarga mantém uma Tensão constante, sendo também por essa razão preferidas às não Recarregáveis. As pilhas denihm como todas as outras são afetadas por um fenómeno chamado de Auto descarga, onde de forma indesejada a pilha vai perdendo alguma da sua carga. A magnitude desta perda é influenciada por diversos fatores, como por exemplo a temperatura. Quanto mais alta for a temperatura mais alta é a perda de carga.a pilha quando não em utilização não está totalmente parada. Na verdade, uma pequena parte das partículas dos seus componentes continuam agitadas, fazendo com que electrões transitem de uns níveis de energia para outros e da nuvem electrónica de uns átomos para a de outros (o mesmo principio que é usado para acumular e descarregar energia). Atentendo à definição de temperatura, medida da energia cinética média das partículas, pode-se facilmente demonstrar que como o aumento da energia cinética, a agitação que as partículas já apresentam quando a pilha não está a ser utilizada é aumentada também.sendo a energia cinética a responsável pelo deslocamento das partículas, por sinal, o aumento desta provoca o aumento desse deslocamento.visto isto, a perda de carga devido à agitação das parcticulas não propositada, aumenta em conformidade. A Temperatura influencia igualmente a rentabilidade da pilha quando usada. Tal como na Auto descarga, quanto mais alta a temperatura aquando a utilização, menor a rentabilidade da pilha.temperaturas demasiado baixas também não são propícias às pilhas, pois dificultam a corrente natural das reacções, sendo difícil assim a transformação de energia química em energia eléctrica. 7
8 5. Como a pilha carrega? As pilhas recarregáveis apenas podem serecarregadas usando dispositivos próprios para tal (carregadores). Estes Invertem a ordem de reação da descarga das pilhas, promovendo reações redox nos componentes da pilha. Um dos problemas Gráfico 1 Tensão que se levanta em relação ao carregamento de pilhas recarregáveis é a questão da Sobre Carga, que leva a danos na pilha, que por sua vez reduz a sua capacidade máxima de armazenamento. Alguns carregadores possuem mecanismos para detetar quando a pilha está totalmente carregada, como por exemplo a variação da tensão, onde a tensão após a pilha estar totalmente carregada desce ligeiramente. O carregador mede essa diferença de tensão e termina o carregamento da pilha. 8
9 6. Tipos de pilhas recarregáveis Dentro das pilhas recarregáveis, existem as pilhas de Níquel Cádmio (NiCd) e as Níquel Metal Hidreto (NiMH), sendo estas as mais conhecidas. As primeiras foram as primeiras pilhas recarregáveis a surgir. São por norma de menor custo, pelo que também apresentam uma menor capacidade de carga e uma tempo de vida inferior. São também as menos utilizadas devido ao cádimo apresentar uma elevada toxicidade e ser prejudicial para o meio ambiente. Um dos problemas das pilhas de Níquel Cádimo é o chamado efeito de memória, pois a pilha dá-nos a informação de estar totalmente carregada quando na realidade isso não acontece. Para uma melhor compreensão, considere-se que o efeito de memória de uma pilha é de 20%, sendo que atingir os 80% de carga a pilha dá-nos a informação de estar 100% carregada, quando na realidade ainda falta 20%. As segundas são as pilhas mais utilizadas atualmente devido à sua maior capacidade e ao maior tempo de vida. Por analogia com as pilhas de Níquel Cádimo, as pilhas de Níquel Metal Hidreto aguentam mais as recargas, são menos poluentes e não possuem o efeito de memória, daí serem as mais utilizadas. Tanto as pilhas de NiMh e as pilhas de NiCd têm uma tensão de 1,2V, uma alta capacidade de fornecimento de corrente e uma alta auto descarga. Contudo, as pilhas de NiMh apresentam cerca de 1000 ciclos de recarga e as pilhas de de NiCd apresentam cerca de 500 ciclos de recarga. 7. Carregadores de Pilhas Os carregadores de pilhas são dispositivos, cuja função é (re)carregar pilhas. O método para recarregar as pilhas consiste na colocação de um ou dois pares de pilhas no aparelho e ligar o mesmo a uma tomada de rede elétrica. O processo baseia-se na transmissão de corrente elétrica para as pilhas de forma à energia ficar armazenada. Relativamente ao tempo de carga, este está diretamente relacionado com a corrente, sendo que quanto maior for a corrente, por consequente o tempo de carga irá ser menor. Já a velocidade de carga está relacionada com a geração de calor, daí a necessidade de uma carregador que nos informe que a pilha está totalmente carregada. É preciso tomar atenção à temperatura da pilha para que não ocorra um super aquecimento, pois este pode fazer com que a pilha vaze, ou mesmo, expluda. 9
10 8. Reciclagem de Pilhas A reciclagem de pilhas leva a uma diminuição do risco de deposição descontrolada das mesmas, pois desta forma são recolhidas à parte do resto dos resíduos, o que impede que por vezes sejam depositadas em aterros onde se decompõem e poluem o meio ambiente. Com esta recolha separada de pilhas e acumuladores, é possível decompor os mesmoseparando os seus constituintes. Estes podem assim ser reutilizados em outros processos produtivos, diminuindo assim a necessidade de recorrer a recursos naturais, como por exemplo recursos minerais utilizados na produção de novas pilhas. 10
11 9. Cálculos Pilha A -1100mAh (NiMH) Descarga a 300 mah - 0,27C Capacidade média= 1021,65 mah Tempo de descarga: 2h03 11
12 Descarga a 550 mah - 0,5C Capacidade média= 985,41 mah Tempo de descarga: 1h09 Descarga 1100 mah 1C Capacidade média=932,05 mah Tempo de descarga: 0h37 12
13 Pilha B -1100mAh (NiMH) Descarga a 300 mah - 0,27C Capacidade média= 1005,98 mah Tempo de descarga: 1h52 Descarga a 550 mah - 0,50C Capacidade média= 958,51 mah Tempo de descarga: 1h06 13
14 Descarga a 1100 mah - 1C Capacidade média= 866,87 mah Tempo de descarga: 0h37 14
15 10. Conclusões Comparando os valores obtidos com os valores defábrica (1100 mah), podemos concluir que as pilhasem questão encontram-se gastas, visto que apresentamvalores para a capacidade média inferiores aos defábrica. A pilha A encontra-se com 84,73% e a pilha 2 com 78,81% de rendimento em relação aos dados de fábrica. Podemos ainda concluir que aumentar o ritmo dedescarga diminui a capacidade média. 15
16 Referências bibliográficas [16/10/ :40] [16/10/ :43] [16/10/ :47] [16/10/ :56] [16/10/ :58] [16/10/ :15] _ comerciais_d.htm [16/10/ :17] [16/10/ :26] 16
PILHAS RECARREGÁVEIS 2014/2015 MIEEC02_3
PILHAS RECARREGÁVEIS 1 Tópicos abordados 1. História das pilhas( invenção da pilha elétrica e recarregável) 2. Funcionamento e composição 3. Principais caraterísticas de cada tipo de pilha 4. Diferenças
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Bruno Santo (up ) José Santos (up ) Vitor Batista (up )
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Estudo sobre as propriedades de pilhas recarregáveis Bruno Santo (up201506602) José Santos (up201505513) Vitor Batista (up201506348) Relatório de Projecto
Engenharia Eletrotécnica e de Computadores Grupo: MIEEC04_06
Pilhas Engenharia Eletrotécnica e de Computadores Grupo: MIEEC4_6 O que são pilhas? A invenção da pilha está obviamente relacionada com a descoberta da eletricidade. O que são pilhas? Sistemas em que a
Química 12º Ano. Uma reacção de oxidação-redução, ou reacção redox, é uma reacção em. variação dos números de oxidação de alguns elementos.
Química 12º Ano Uma reacção de oxidação-redução, ou reacção redox, é uma reacção em que há transferência total ou parcial de electrões, como se verifica pela variação dos números de oxidação de alguns
Introdução à Eletrónica. Gil Lopes
Introdução à Eletrónica Gil Lopes Índice O Processo de Soldadura Organização do Posto de Trabalho Procedimento na Soldadura Erros mais frequentes Reparação de uma soldadura Manutenção do ferro de soldar
Pilhas Recarregáveis Análise da capacidade
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Pilhas Recarregáveis Análise da capacidade Projeto FEUP 2014/2015 MIEEC Armando Sousa & Manuel Firmino J. N. Fidalgo 1MIEEC02_02 Supervisor: Paulo Costa
Capacidade de Pilhas Recarregáveis. Relatório Projeto FEUP
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Relatório Projeto FEUP Armando Sousa & Manuel Firmino Projeto FEUP 2014/2015 -- MIEEC: J.N.Fidalgo Equipa 3023: Supervisor: Paulo Costa Monitor: Manuel
pilha de Volta pilha Galvânica pilha voltaica rosário
Em 1786, o anatomista italiano Luigi Galvani (1737-1798) dissecou uma rã e observou contrações nos músculos do animal. As contrações ocorreram no momento em que seu assistente por acaso tocou com a ponta
Estudo da capacidade de pilhas recarregáveis
Estudo da capacidade de pilhas recarregáveis Projeto FEUP 215/216 Equipa MIEEC4_6: Supervisor: Paulo Costa Monitor: Gustavo Ferreira Trabalho realizado pelos alunos: João Gonçalves [email protected] Filipe
Conceitos Fundamentais de Circuitos Elétricos
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Conceitos Fundamentais de Circuitos Elétricos Associação de resistências Projeto FEUP: 2016/2017 Mestrado Integrado em Engenharia Eletrotécnica e Computadores
ESTUDO DA CAPACIDADE DISPONÍVEL EM PILHAS RECARREGÁVEIS MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA ELETROTÉCNICA E DE COMPUTADORES
2014/2015 ESTUDO DA CAPACIDADE DISPONÍVEL EM PILHAS RECARREGÁVEIS MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA ELETROTÉCNICA E DE COMPUTADORES AUTORES: Francisca Pereira [email protected] João Tavares [email protected]
NOÇÕES DE ELETRICIDADE BÁSICA PARA VENDEDORES DE BATERIAS
SISTEMAS E TECNOLOGIA APLICADA INDUSTRIA E COMÉRCIO LTDA Rua Matrix, 35 Cotia SP Tel: (5511) 46178530 Fax: (5511) 46178535 EMail: [email protected] Home Page: http://www.staeletronica.com.br NOÇÕES
MANUAL DO UTILIZADOR
MANUAL DO UTILIZADOR Recarga da bateria O aparelho tem uma bateria incorporada DC 3.7V, 330mAh Li-ion que deve ser recarregada como se indica: Inserir a pequena ficha do cabo de ligação fornecido na tomada
CORRENTE. Profº Almir Batista. ELÉTRICA Caderno 1 Frente 3 Módulos 1 e 2
CORRENTE ELÉTRICA Caderno 1 Frente 3 Módulos 1 e 2 CARGA ELÉTRICA A matéria é formada de pequenas partículas, os átomos. Cada átomo, por sua vez, é constituído de partículas ainda menores, no núcleo: os
Corrente Elétrica. Caderno 1 Frente 3 Módulos 1 e 2 Páginas 258 e 259. Profº Almir Batista
Corrente Elétrica Caderno 1 Frente 3 Módulos 1 e 2 Páginas 258 e 259 Carga Elétrica A matéria é formada de pequenas partículas, os átomos. Cada átomo, por sua vez, é constituído de partículas ainda menores,
Unidade 8. Eletricidade e Magnetismo
Unidade 8 Eletricidade e Magnetismo Eletrostática e Eletrodinâmica Os fenômenos elétricos estão associados aos elétrons. Cargas Elétricas As cargas elétricas podem ser positivas ou negativas Cargas opostas
ELETRÔNICA X ELETROTÉCNICA
ELETRÔNICA X ELETROTÉCNICA ELETRÔNICA É a ciência que estuda a forma de controlar a energia elétrica por meios elétricos nos quais os elétrons têm papel fundamental. Divide-se em analógica e em digital
Polímeros Condutores. POLIPIRROLE (PPy) Mestrado Integrado em Engenharia Química Grupo: 5 Monitor: António Carvalho Supervisor: José Martins
Polímeros Condutores POLIPIRROLE (PPy) Mestrado Integrado em Engenharia Química Grupo: 5 Monitor: António Carvalho Supervisor: José Martins Introdução Polímeros Condutores extrínsecos Condutores intrínsecos
ELETRODO OU SEMIPILHA:
ELETROQUÍMICA A eletroquímica estuda a corrente elétrica fornecida por reações espontâneas de oxirredução (pilhas) e as reações não espontâneas que ocorrem quando submetidas a uma corrente elétrica (eletrólise).
Química 12º Ano Unidade 1 APL 1- Construção de uma pilha com diferença de potencial determinada (1.1 V)
Química 12º Ano Unidade 1 APL 1- Construção de uma pilha com diferença de potencial determinada (1.1 V) 1ª Fase Planificação Data de entrega: 11/11/10 Grupo de trabalho: Carla Carmo nº7,flávia França nº13,
Energia É definida como tudo aquilo capaz de realizar ou produzir trabalho. Ela existe em diversas modalidades sob várias formas:
1. Instalações Elétricas de Baixa Tensão: 1.1. Introdução A energia elétrica está presente em inúmeras atividades do ser humano. Ela é sinônimo de desenvolvimento de um país e de padrão de vida de sua
1.2.1 Energia e correntes elétricas
1.2.1 Energia e correntes elétricas Adaptado pelo Prof. Luís Perna Energia A energia elétrica é necessária em inúmeras atividades: AQUECIMENTO ILUMINAÇÃO ENERGIA ELÉTRICA COMUNICAÇÕES TRANSPORTES O seu
Acumulador com visor LED, 5200 mah
Acumulador com visor LED, 5200 mah Manual 31890 ESPECIFICAÇÃO Capacidade: 5200 mah Bateria: lítio-ion Entrada: 5 V CC/1 A Saída: 5 V CC/2,1 A Tempo de carregamento: aproximadamente 6 horas Ciclo de vida:
Estudo e carateristicas de uma pilha alcalina
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Estudo e carateristicas de uma pilha alcalina Projeto FEUP 2016/2017 MIEEC Coordenadores Gerais: Manuel Firmino Sara Ferreira Coordenadores de Curso: José
Curso: E.M. TURMA: 2101 e 2102 DATA:
EXERCÍCIOS ON LINE 2º Bimestre DISCIPLINA: Física II PROFESSOR(A): Eduardo R Emmerick Curso: E.M. TURMA: 2101 e 2102 DATA: NOME: Nº.: 01) Vamos supor que temos uma partícula carregada com carga q = 4 μc
ANALOGIA ENTRE INTENSIDADE DE CORRENTE ELÉCRICA E CAUDAL DE UM LÍQUIDO
ANALOGA ENTRE NTENSDADE DE CORRENTE ELÉCRCA E CADAL DE M LÍQDO Exemplo de revisão do conceito de caudal: Para medir o caudal de uma torneira, podemos encher um balde com água e medir o tempo que o balde
Utilização da electricidade. Maria do Anjo Albuquerque
Utilização da electricidade C U I D A D O S A T E R A O M A N U S E A R A E L E T R I C I D A D E Cuidados a ter na instalação de circuitos elétricos Cuidados a ter para poupar eletricidade Qualquer instalação
Resistências dependentes da Luz e da Temperatura Teste e medição de resistências (LDR s e NTC s)
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Resistências dependentes da Luz e da Temperatura Teste e medição de resistências (LDR s e NTC s) Projeto FEUP 1ºano -- MIEEC : Equipa 03 Turma 07: Supervisor:
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Circuitos Elétricos. Elementos lineares e não-lineares. Projeto FEUP 2016/2017 MIEEC
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Circuitos Elétricos Elementos lineares e não-lineares Projeto FEUP 2016/2017 MIEEC Manuel Firmino José Nuno Fidalgo José Carlos Alves Equipa 1 Turma 3 Supervisor:
O que é um circuito eléctrico?
SISTEMAS ELÉCTRICOS E ELECTRÓNICOS A produção em larga escala é recente e revolucionou por completo o nosso dia-a-dia A electricidade é tão antiga como o Universo! O que é um circuito eléctrico? Éum conjunto
1.2. Tensão elétrica
1.2. Tensão elétrica 1.2 Tensão elétrica A corrente elétrica é um movimento orientado de partículas com carga elétrica através de um meio condutor. Para que as cargas elétricas tenham esse movimento orientado
RESISTOR É O ELEMENTO DE CIRCUITO CUJA ÚNICA FUNÇÃO É CONVERTER A ENERGIA ELÉTRICA EM CALOR.
Resistores A existência de uma estrutura cristalina nos condutores que a corrente elétrica percorre faz com que pelo menos uma parte da energia elétrica se transforme em energia na forma de calor, as partículas
O que é um circuito eléctrico?
SISTEMAS ELÉCTRICOS E ELECTRÓNICOS A produção em larga escala é recente e revolucionou por completo o nosso dia-a-dia A electricidade é tão antiga como o Universo! O que é um circuito eléctrico? Éum conjunto
Transmissão de Calor
Física Sumário Transmissão de calor; Termodinâmica; Som; Eletricidade; Processos de Eletrização; Corrente Elétrica; Efeitos da Corrente Elétrica; Elementos de um Circuito Elétrico; Potência Dissipada no
Conceitos Básicos de Eletricidade Visando as Instalações Elétricas. Professor: Ricardo Costa Alvares
Conceitos Básicos de Eletricidade Visando as Instalações Elétricas Professor: Ricardo Costa Alvares Composição da Matéria Todos os corpos são compostos de moléculas, e estas de átomos que são as menores
Eletrônica. Energia Elétrica, Corrente, Tensão e Circuito Elétrico. Conteúdo 10/05/2016. Geradores. Receptores
Eletrônica Energia Elétrica, Corrente, Tensão e Circuito Elétrico [email protected] Conteúdo Geradores Receptores Conversão de Energia Elétrica Condutores Circuito Elétrico Corrente Lâmpadas Incandescentes
Potencial Elétrico, Diferença de Potencial e Força Eletromotriz - Aula 3
Potencial Elétrico, Diferença de Potencial e Força Eletromotriz - Aula 3 Tal como estamos habituados a perceber, qualquer objeto ao ser solto no ar cai imediatamente por ação de uma força. Esta força de
ELETRODINÂMICA E ELETROMAGNETISMO
ELETRODINÂMICA E ELETROMAGNETISMO 20/10/2016 1 O QUE ESTUDAMOS AGORA? As causas e os efeitos das cargas elétricas em movimento, fundamentais nos dias de hoje pelo fato de possibilitarem o funcionamento
Circuitos elétricos e Grandezas elétricas
Energia AQUECIMENTO ILUMINAÇÃO ENERGIA ELÉTRICA COMUNICAÇÕES TRANSPORTES Energia e correntes elétricas Distribuição da energia elétrica As linhas de alta tensão permitem o transporte da energia elétrica
Aula: - Resistência elétrica e Resistores - Associação de Resistores
Aula: - Resistência elétrica e Resistores - Associação de Resistores A resistência elétrica Os metais são bons condutores de corrente elétrica, mas alguns são melhores condutores que outros. O metal mais
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Circuitos Elétricos. Circuitos elétricos: elementos lineares e não-lineares
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Circuitos Elétricos Circuitos elétricos: elementos lineares e não-lineares Projeto FEUP 1º ano -- MIEEC : Manuel Firmino José Carlos Alves José Nuno Fidalgo
Halliday Fundamentos de Física Volume 3
Halliday Fundamentos de Física Volume 3 www.grupogen.com.br http://gen-io.grupogen.com.br O GEN Grupo Editorial Nacional reúne as editoras Guanabara Koogan, Santos, Roca, AC Farmacêutica, LTC, Forense,
Curso Científico-Humanístico de Ciências e Tecnologias Disciplina de Física e Química A 10ºAno
Agrupamento de Escolas João da Silva Correia DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS NATURAIS E EXPERIMENTAIS Curso Científico-Humanístico de Ciências e Tecnologias Disciplina de Física e Química A 10ºAno FICHA DE TRABALHO
Curso Técnico em Eletrotécnica
ELETROELETRÔNICA Curso Técnico em Eletrotécnica Eletricidade em Regime de Corrente Contínua 02- TENSÃO ELETRICA Sumário Introdução 6 Tensão elétrica 7 Eletrização de um corpo 7 Eletrização por atrito 9
Colégio Pedro II Campus São Cristóvão II Disciplina: Ciências 3º Trimestre/ 9º ano ENERGIA MECÂNICA
Colégio Pedro II Campus São Cristóvão II Disciplina: Ciências 3º Trimestre/ 9º ano ENERGIA MECÂNICA ENERGIA MECÂNICA Forma de energia relacionada com o movimento dos corpos ou armazenada nos sistemas físicos.
R R R. 7. corrente contínua e circuitos os circuitos são constituídos por um gerador e cargas ligadas em: Série. resistências & lei de Ohm R A
resistências & lei de Ohm R A V R 7. corrente contínua e circuitos os circuitos são constituídos por um gerador e cargas ligadas em: Série Paralelo corrente Rsérie R R Rparalelo R R2 2 SÉREigual corrente
Potência e Energia Elétrica
Potência e Energia Elétrica Para qualquer máquina, em particular, para os aparelhos elétricos, definimos potência como a taxa de transformação ou conversão de energia na forma de calor outra forma de energia,
Eletroquímica. Eletroquímica: Pilhas Galvânicas. Potencial de redução. Força eletromotriz. Equação de Nernst. Electrólise.
Eletroquímica IX Eletroquímica: Pilhas Galvânicas. Potencial de redução. Força eletromotriz. Equação de Nernst. Electrólise. Eletroquímica A Eletroquímica estuda a relação entre a eletricidade e as reações
2 Eletrodinâmica. Corrente Elétrica. Lei de Ohm. Resistores Associação de Resistores Geradores Receptores. 4 Instrumento de Medidas Elétricas
2. Eletrodinâmica Conteúdo da Seção 2 1 Conceitos Básicos de Metrologia 4 Instrumento de Medidas Elétricas 2 Eletrodinâmica Corrente Elétrica Resistência Elétrica Lei de Ohm Potência Elétrica Resistores
Circuitos Electrónicos
1 ASSUNTO Continuação de: - circuitos electrónicos - aplicações electrónicas: - mais componentes electrónicos. 2 PALAVRAS CHAVE Indução Resistências não lineares; Termístor stor; LDR; Condensador; Díodo;
Baterias e pilhas para uso em robótica móvel
Fonte de energia de um robô móvel Baterias e pilhas para uso em robótica móvel Baterias Rede eléctrica Painéis solares Etc. FONTE DE ENERGIA Sistemas Robóticos Engenharia Informática 2003/2004 SENSORES
5.º Teste de Física e Química A 10.º A Abril minutos /
5.º Teste de Física e Química A 10.º A Abril 2013 90 minutos / Nome: n.º Classificação Professor.. GRUPO I As seis questões deste grupo são todas de escolha múltipla. Para cada uma delas são indicadas
ESTUDO DOS GASES. Energia cinética de um gás. Prof. Patricia Caldana
ESTUDO DOS GASES Prof. Patricia Caldana Gases são fluidos no estado gasoso, a característica que o difere dos fluidos líquidos é que, quando colocado em um recipiente, este tem a capacidade de ocupa-lo
Manual de instruções DENVER PBA-12000BLACK. Portuguese / Português
Manual de instruções DENVER PBA-12000BLACK Entrada (Micro USB) (Carga PBA-12000BLACK) Saída (Carga Telefone) Saída (Carga Telefone) Indicador de potência Botão 1. Carregar o DENVER PBA-12000BLACK com o
PR1 FÍSICA - Lucas 1 trimestre Ensino Médio 3º ano classe: Prof.LUCAS Nome: nº Sala de Estudos Corrente Elétrica e Leis de Ôhm
PR1 FÍSICA - Lucas 1 trimestre Ensino Médio 3º ano classe: Prof.LUCAS Nome: nº Sala de Estudos Corrente Elétrica e Leis de Ôhm 1. (Uerj 2016) Aceleradores de partículas são ambientes onde partículas eletricamente
Cap. 2 Princípios da Eletrodinâmica
Cap. 2 Princípios da Eletrodinâmica Instituto Federal Sul-rio-grandense Curso Técnico em Eletromecânica Disciplina de Eletricidade Básica Prof. Rodrigo Souza Conteúdos 2 Princípios da Eletrodinâmica 2.1
É a perda de elétrons. É o ganho de elétrons
1 É a perda de elétrons 2 É o ganho de elétrons 3 Na + Cl É o número que mede a carga real ou aparente de uma espécie química Nox = + 1 Nox = 1 4 Na + Cl É a perda de elétrons ou aumento do Nox 5 É o ganho
ELETRODINÂMICA. Prof. Patricia Caldana
ELETRODINÂMICA Prof. Patricia Caldana Ao se estudarem situações onde as partículas eletricamente carregadas deixam de estar em equilíbrio eletrostático passamos à situação onde há deslocamento destas cargas
Teixeira Ciê. Aplicada 2ª série - EM /05/16 2º 08. O estudo de uma reação de oxirredução (oxidação redução) 1ª parte A pilha.
Teixeira Ciê. Aplicada 2ª série - EM /05/16 2º 08 O estudo de uma reação de oxirredução (oxidação redução) 1ª parte A pilha. Introdução. Luigi Galvani, médico italiano, em 1786, ao dissecar uma rã, observou
Conceito de campo. É uma alteração produzida no espaço em torno de uma massa, um imã ou uma carga elétrica. Campo Elétrico
Conceito de campo É uma alteração produzida no espaço em torno de uma massa, um imã ou uma carga elétrica. Campo Gravitacional Campo Magnético Campo Elétrico Campo Elétrico Campo Elétrico Uma carga elétrica
RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS PROPOSTOS AULA 28 TURMA ANUAL
RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS PROPOSTOS AULA 28 TURMA ANUAL 01. Item [C] Análise das alternativas; a) Incorreta. Durante a descarga, o número de oxidação do cobalto passa de +4 para +3. ( + 4)( 4) + + + ( 1)(
Estudo e caracterização de um Painel Fotovoltaico
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Estudo e caracterização de um Painel Fotovoltaico Projeto FEUP 1º Ano Mestrado integrado de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores : Manuel Firmino
Apostila de Física 25 Corrente Elétrica
Apostila de Física 25 Corrente Elétrica 1.0 Definições Gerador elétrico: Mantém entre seus terminais (pólos) uma diferença de potencial elétrico. Pólo positivo Maior potencial. Pólo negativo Menor potencial.
RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS PROPOSTOS AULA 09 TURMA INTENSIVA
RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS PROPOSTOS AULA 9 TURMA INTENSIVA 1. Item [C] Q De acordo com a definição de corrente elétrica, temos: i =, em que 1 A = 1 C/s: Δt Cálculo da carga fornecida pela bateria. 1 C ----------
Resistências dependentes da Luz e da Temperatura
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Resistências dependentes da Luz e da Temperatura Projeto FEUP 2016/2017 Mestrado Integrado em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores: Coordenador Geral:
NOME: TURMA: 9º ano Nº PROFESSOR(A): Bárbara Nardelli Trabalho de Física: Física
NOME: TURMA: 9º ano Nº PROFESSOR(A): Bárbara Nardelli Trabalho de Física: Física NOTA: OBS: Todas as questões deverão ter justificativa referente a resposta correta e quando necessário deixar os cálculos.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE CAMPUS LUZERNA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE CAMPUS LUZERNA Curso Técnico de Nível Médio em Automação Industrial ELETRÔNICA BÁSICA Ricardo Kerschbaumer Luzerna,
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Circuitos Elétricos. Elementos lineares e não-lineares. Projeto FEUP 2016/ MIEEC :
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Circuitos Elétricos Elementos lineares e não-lineares Manuel Firmino e Sara Ferreira Projeto FEUP 2016/2017 -- MIEEC : José Nuno Fidalgo e José Carlos Alves
ELETRICIDADE BÁSICA TEORIA ATÔMICA
Matéria TEORIA ATÔMICA É tudo aquilo que ocupa lugar no espaço Molécula Núcleo: Prótons carga elétrica positiva Nêutrons carga elétrica nula Eletrosfera: Elétrons carga elétrica negativa Átomo É a menor
FORÇAS ELÉCTRICAS E CAMPOS
FÍSICA 12º ANO FORÇAS ELÉCTRICAS E CAMPOS - 2014 HISTÓRIA 2 1 HISTÓRIA Chineses Documentos sugerem que o magnetismo foi observado 200 a.c. Gregos Observaram fenómenos eléctricos com o âmbar (electron)
Resumo de Eletrodinâmica
Resumo de Eletrodinâmica i = Corrente Elétrica (A) Δq = quantidade de carga elétrica no fio em movimento (C = coulomb) milicoulomb: microcoulomb: nanocoulomb: n = número de elétrons e = carga elementar
DO SOL AO AQUECIMENTO A ENERGIA NO AQUECIMENTO/ ARREFECIMENTO DE SISTEMAS
DO SOL AO AQUECIMENTO A ENERGIA NO AQUECIMENTO/ ARREFECIMENTO DE SISTEMAS 01-03-2013 Dulce Campos 2 O que é de facto ENERGIA? ENERGIA Ainda não sabemos o que é energia " Ainda não sabemos o que é energia.
Circuitos Elétricos. É um movimento orientado de partículas com carga elétrica.
Governo da República Portuguesa O que é uma corrente elétrica? Circuitos Elétricos É um movimento orientado de partículas com carga elétrica. Condutores Elétricos Bons Condutores Elétricos são materiais
3ª Ficha. Corrente, resistência e circuitos de corrente contínua
3ª Ficha Corrente, resistência e circuitos de corrente contínua 1- Um condutor eléctrico projectado para transportar corrente elevadas possui um comprimento de 14.0 m e uma secção recta circular com diâmetro
Instituto Montessori - Ponte Nova
Instituto Montessori - Ponte Nova Estudos Orientados para a Avaliação II 1) No campo elétrico criado por uma carga Q puntiforme de 4x10-6 C, determine: a) o potencial elétrico situado a 1m da carga Q.
GERADORES E RECEPTORES:
COLÉGIO ESTADUAL JOSUÉ BRANDÃO 3º Ano de Formação Geral Física IV Unidade_2009. Professor Alfredo Coelho Resumo Teórico/Exercícios GERADORES E RECEPTORES: Anteriormente estudamos os circuitos sem considerar
Tema 6: O Mundo da Eletricidade. Semestre 2 de 2014
Tema 6: O Mundo da Eletricidade Semestre 2 de 2014 I ampere Q +q Coulomb Corrente Elétrica Finalmente, chegamos ao fenômeno fundamental da eletricidade: Quando há um movimento ordenado de eletrões livres
O QUE É ENERGIA? CONVERSÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA. É o princípio de tudo.
1 O QUE É ENERGIA? É o princípio de tudo. Energia é a força que movimenta todos os corpos do Universo. Esta afirmação contém em si mesma um erro; consegue identificá-lo? Energia é a capacidade de produzir
QUÍMICA. Transformações Químicas e Energia. Prof ª. Giselle Blois
QUÍMICA Transformações Químicas e Energia Eletroquímica: Oxirredução, Potenciais Padrão de Redução, - Parte 2 Prof ª. Giselle Blois REAÇÃO QUÍMICA PILHA (fenômeno espontâneo) ELETRÓLISE (fenômeno não-espontâneo)
Unidades. Coulomb segundo I = = Ampere. I = q /t. Volt Ampere R = = Ohm. Ohm m 2 m. r = [ r ] = ohm.m
Eletricidade Unidades I = Coulomb segundo = Ampere I = q /t R = Volt Ampere = Ohm r = Ohm m 2 m [ r ] = ohm.m Grandeza Corrente Resistência Resistividade Condutividade SI (kg, m, s) Ampere Ohm Ohm.metro
Aula II Lei de Ohm, ddp, corrente elétrica e força eletromotriz. Prof. Paulo Vitor de Morais
Aula II Lei de Ohm, ddp, corrente elétrica e força eletromotriz Prof. Paulo Vitor de Morais E-mail: [email protected] 1 Potencial elétrico Energia potencial elétrica Quando temos uma força
Colégio Paula Frassinetti
Colégio Paula Frassinetti Exercícios de Física - Eletrodinâmica 3º ano do Ensino Médio - / /2013 Prof. Luciano Soares Pedroso 1. O gráfico abaixo apresenta a medida da variação de potencial em função da
Corrente e resistência
Cap. 27 Corrente e resistência Prof. Oscar Rodrigues dos Santos [email protected] Circuito 1 Força eletromotriz Quando as cargas de movem em através de um material condutor, há diminuição da sua
TAQ-10172MK3 PORTUGUESE / PORTUGUÊS
TAQ-10172MK3 Informaçao de Segurança importante WAARSCHUWING: Leia toda a informação de segurança em baixo antes de usar este PC tablet. 1. Para o teste de descarga eletrostática (ESD) de EN55020, verificou-se
O que são pilhas? Pilhas são sistemas em que a energia química se transforma espontaneamente em energia elétrica.
O que são pilhas? Pilhas são sistemas em que a energia química se transforma espontaneamente em energia elétrica. Você sabe o que é um processo espontâneo? Para as pilhas, os processos espontâneos e nãoespontâneos,
DENVER BPB-100C. Manual de instruções
DENVER BPB-100C Manual de instruções MANUAL DO UTILIZADOR 1. Precauções de segurança 1) Não use nem guarde a unidade em locais perigosos ou com temperatura alta. 2) Não exponha a unidade à chuva. 3) Não
