PROJETO SUPERMOUSE - PARTE 1
|
|
|
- Maria das Neves Brás Rosa
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PROJETO SUPERMOUSE - PARTE 1 Transmissor de AM classe E modulado por fonte chaveada Para quem não é dessa época, o personagem aí é de um antigo desenho animado, um ratinho pequeno mas forte pra caramba que dava surras homéricas em enormes gatos. Dado o recente interesse que o pessoal tem demonstrado por montagens AM baseadas em transistores MOSFET baratos, e mesmo já existindo alguns bons projetos na Internet, resolvi dar minha contribuição propondo um transmissor de AM pequeno e leve mas com uns 100W de portadora, porque a vida é muito curta para QRP! A ideia é ter um bloco de potência contendo amplificador de RF e fonte, em torno do qual os colegas possam montar seu transmissor anexando VFO, dial, sintonia de antena, medidores, tratamento de áudio, gabinete e até construir um multibanda. A descrição a seguir não entra na parte construtiva, porque o protótipo ainda está no estágio de aranha, montado ponto-a-ponto sobre uma placa de circuito impresso. Assim que estiver pronta a placa final, publicarei as instruções de montagem, e depois, caso haja interesse, uma descrição dos cálculos e programas de computador utilizados. O projeto parte das seguintes premissas: 1- Bom desempenho: Cobertura da parte AM das faixas, com 100% de modulação e sem distorções e espúrios, em conformidade com as exigências da Anatel. 2- Disponibilidade de peças: Nada de peças difíceis de obter ou de construir, sempre que possível acháveis na Santa Ifigênia ou pela Internet. 3- Facilidade de montagem: Circuito impresso, componentes normais, caixa padrão, sem ajustes que necessitem instrumentos sofisticados ou grandes conhecimentos de eletrônica. 4- Alta eficiência: além de ecologicamente correto, este item permite a dispensa de dissipadores e ventiladores, diminuindo tamanho e peso e contribuindo para o item seguinte; 5- Baixo custo: Ninguém gosta de meter a mão no bolso; Super Mouse Parte 2 Saulo Quaggio PY2KO - mar/2013 Página 1 de 10
2 6- Opção para 80, 40 e talvez 20 metros. O estágio de potência RF poderá ser replicado para cobrir mais bandas, sendo comutado por inteiro. Mas o aparelho monobanda pode ser botado no ar sem mais nada além de um cristal de quartzo, microfone e antena. Alguns desses itens demandam solução de compromisso: Não se pode ter simplicidade extrema, custo baixo, desempenho ótimo e um monte de recursos, tudo ao mesmo tempo. Escolhi um meio termo, e procurei manter as premissas acima utilizando um número razoável de peças e circuitos, inicialmente apenas para a faixa de 40 metros. A CONFIGURAÇÃO EM CLASSE E Patenteada em 1975 por Nathan Sokal, um engenheiro e professor do MIT que também é radioamador, é mais um modo de sintonizar amplificadores do que propriamente uma configuração, já que o circuito é o mesmo empregado em outras classes de funcionamento. O objetivo da sintonia em classe E é obter as formas de onda que resultem na maior eficiência possível (ou rendimento, que é a relação entre potência de saída RF e a potência DC consumida), utilizando um dispositivo que opere como chave e circuitos ressonantes. A corrente e a tensão no dispositivo nunca devem ocorrer simultaneamente, ou seja, quando o transistor está saturado não há tensão através dele e quando está aberto não há corrente, e a transição entre um estado e outro deve ser feita de modo a manter a dissipação mínima. O circuito é ressonante série numa frequência acima da frequência de trabalho, de forma que o pulso semi-senoidal de tensão ocorre inteiramente durante o período de corte do transistor: quando começa a conduzir a tensão sobre ele já é zero. Outras classes de funcionamento também procuram obter esse efeito, mas a grande sacada da classe E é que as capacitâncias e indutâncias parasitas inerentes aos circuitos e transistores são absorvidas e aproveitadas em benefício do rendimento, ajudando em vez de atrapalhar. Teoricamente seria possível obter eficiência de 100%, mas sempre existe a resistência de condução do transistor e outras perdas que acabam limitando a eficiência real entre 85 e 95%, mesmo assim bastante alta. Neste link tem um artigo do próprio Nathan para quem quiser ir a fundo: Super Mouse Parte 2 Saulo Quaggio PY2KO - mar/2013 Página 2 de 10
3 Simulação do estágio de RF : Observe a tensão e a corrente não simultâneas. Um amplificador classe E não é linear, significando que a sua saída não varia proporcionalmente com a entrada. Portanto, se você quiser manter a alta eficiência e obter boa qualidade de áudio, há que modulá-lo em alto nível, variando a tensão de alimentação. Descartei o modulador mais fonte convencional com transformadores, devido ao custo e o peso. Para obter a tensão modulada necessária e manter a eficiência global do projeto, optei por retificar diretamente a rede de 110v e aplicar a tensão DC num regula- Super Mouse Parte 2 Saulo Quaggio PY2KO - mar/2013 Página 3 de 10
4 dor/modulador chaveado do tipo série, que é mais simples e eficiente do que os switchers em ponte ou push pull usando transformadores. Diagrama simplificado Embora não exista aí nada de novo, foram adotadas algumas soluções meio incomuns que merecem uma explicação mais detalhada. O diagrama acima mostra apenas os componentes principais para facilitar o entendimento: A tensão da rede é retificada por D9 a D12, produzindo cerca de 150Vdc sobre o capacitor C3. O controlador U3 produz um sinal retangular de 50KHz cujo duty cycle (proporção entre o tempo ligado e a duração total do pulso) varia conforme o áudio proveniente do microfone e amplificado por U1, e o aplica ao gate do FET Q3. Q3 chaveia a tensão de 150vdc da rede retificada sobre o filtro formado por L1, C3, L3 e L4. O filtro elimina a componente de 50KHz e seus harmônicos, deixando passar apenas o DC e o áudio. Como é a tensão negativa que é comutada, a saída do modulador é negativa em relação a +150V. O estágio de potência é modulado pelo source do FET, que recebe através do choque L4 a tensão modulada variando entre 0 e - 120V em relação ao +150V. Quando sem áudio, a tensão permanece em -60v. O valor da tensão de modulação independe de flutuações da rede elétrica, como veremos depois. A desvantagem do regulador série é que não dá para isolar a saída em relação à rede elétrica, mas isso foi resolvido isolando-se o circuitos por meio do acoplador optico U2, capacitores C30 e C43 e o transformador T1. Desta forma o modulador e o estágio de potência ficam no potencial da rede, enquanto o chassi, as entradas de microfone e VFO e a saída de RF permanecem isoladas para não haver risco de choques ou curtocircuitos. O estágio de saída em classe E tem o sinal de RF retirado do source ao invés do dreno, parecendo a primeira vista um seguidor de emissor mas não é (digo, seguidor de source, essa nomenclatura de FET é um problema), porque o sinal de excitação continua a ser aplicado entre o gate e o source como no circuito convencional, configuração somente possível graças à isolação proporcionada por T1. Super Mouse Parte 2 Saulo Quaggio PY2KO - mar/2013 Página 4 de 10
5 Essas inversões em relação ao convencional complicam um pouco o conceito mas simplificam bastante o circuito, ao evitar fontes isoladas e transformadores adicionais. O oscilador U6 aciona o FET Q6, o qual garante sinal suficiente no gate de Q5 para manter a saturação ou corte do mesmo a cada meio ciclo, essencial para o funcionamento em classe E. As tensões presentes nos enrolamentos secundários de L1 são retificadas para produzir alimentação DC ao CI controlador da fonte, driver de RF e áudio, e neste caso L1 funciona como transformador. DESCRIÇÃO DETALHADA DOS CIRCUITOS O esquema completo é analisado a seguir. Ao longo do projeto alguns problemas e melhorias foram surgindo e o circuito final ficou um tanto complicado e fora do padrão, mas creio que a desvantagem disso é na análise do funcionamento, porque o custo de resistores, capacitores e transistores pequenos é irrelevante. E o trabalho de montálos em placa impressa é até divertido! Se você não se interessar em entender exatamente como funciona a coisa, não há problema, pule os parágrafos mais enrolados e poderá montar, testar e aproveitar o Supermouse do mesmo modo. Para os mais fanáticos, aqui vai: Oscilador/pré amplificador de RF: O circuito integrado digital U6 é polarizado na região linear e funciona como amplificador do VFO externo ou como oscilador a cristal, quando este é ligado no conector CN1, e também fornece a excitação para o FET Q6. O conector CN4 permite dirigir o pré ao módulo de potência local ou externo, no caso de montagens multibanda. O pré não é sintonizado e pode ser usado para qualquer banda. Driver de RF: O FET Q6 funciona em classe C dissipando apenas uns 5 watts, e impõe 25Vpp de RF através do transformador T1 no gate de Q5 para garantir a saturação e corte do mesmo. T1 também provê a isolação entre o estágio final e o driver. A sintonia é ajustada no centro da faixa esticando ou comprimindo a bobina L5. A entrada de PTT em CN2 controla a alimentação do pré e a polarização de Q6, assegurando o corte total do amplificador quando não está aterrado, mesmo com a fonte ligada e a tensão Vmod presente. Estágio final: Este estágio fornece 100 watts contínuos de portadora, atingindo 400W nos picos de modulação. A sintonia classe E resultou em rendimento da ordem de 90% com o FET IRFP450LC. Para manter a potência razoavelmente constante na faixa de 7100 a Super Mouse Parte 2 Saulo Quaggio PY2KO - mar/2013 Página 5 de 10
6 7300kHz, foi utilizado um valor Q do circuito acoplador bastante baixo, igual a 5, mas que ainda garante uma boa atenuação de harmônicos. O chassi metálico e a saída de RF são isoladas em relação ao estágio final por meio de C36 e C43, que conduzem bem a RF mas tem alta impedância para a frequência da rede elétrica. Como já vimos, a saída de RF é retirada do source ao invés do dreno, aproveitando-se da isolação conseguida pelo secundário flutuante de T1. Com isso evita-se que o capacitor de isolação C36 acople o áudio ao chassi, e de quebra cancela a RF no dreno, facilitando a sua isolação com o dissipador. A sintonia correta deve ser ajustada por meio da extensão ou compressão da bobina L6 para compensar as variações dos componentes ou quando a antena apresenta SWR maior que 1. Um poste de conexão com aperto manual permite que a bobina seja esticada sem dessoldar, e será mantido na versão final. Tenha em mente que em classe E não se sintoniza para potência máxima e sim para eficiência máxima! Melhor não tentar tirar o sangue do aparelho e manter a potência nominal para a qual foi projetado. Além de perder a eficiência, o classe E fora de sintonia pode gerar harmônicos que distorcem o sinal de modo a indicar potência errada no wattímetro, dando medição de uma potência maior que a real, e ainda transmitir sujeira fora da faixa. Nem todo circuito com um indutor e três capacitores pode ser chamado de classe E. Os valores são críticos, e variam conforme o transistor. A principal característica da classe E é a eficiência, e um amplificador de 100 watts deverá dissipar apenas uns 10, sendo possível resfriá-lo só com a caixa metálica. Se esquentar, desconfie! Amplificador de áudio: O operacional U1B fornece o ganho de microfone, ajustado por R7, e U1A funciona como fonte de corrente para o acionamento linear do LED do acoplador óptico U2, que isola o chassi e conectores de entrada/saída em relação ao modulador e estágio final de RF. O resistor R1 é conectado na entrada do mike para suprir a polarização de microfone de eletreto, e deve ser removido para microfones a cristal ou dinâmicos. Os capacitores C13, C8 e C10 compõem juntamente com R14, R16, R6 e R13 o filtro passa altos que elimina o excesso de graves, comuns em moduladores que não tem a limitação de graves inerente do transformador de áudio. Também faz parte do tratamento de áudio o amplificador operacional interno de U3, onde é feita a sobreposição da componente DC da portadora (ajustada por R8) e o áudio proveniente de U2. Mais detalhes de funcionamento do controlador UC3823A podem ser vistos no data sheet em Fonte moduladora: A rede de 110v retificada fornece tensão DC em torno de 150 volts, entre +150v e o terra do modulador, representado pelo triângulo vazado. O toroide L2, juntamente com C22 e C27 formam um filtro EMI (eletromagnetic interference) para a fonte não provocar ruídos na recepção. Como já vimos e embora não pareça à primeira vista no esquema, o FET Q3, o indutor L1 e os capacitores C3 e C7 em paralelo com a carga formam um chaveador série, também chamado step down ou buck, bastante comum nos conversores DC- Super Mouse Parte 2 Saulo Quaggio PY2KO - mar/2013 Página 6 de 10
7 DC de baixa tensão. A diferença é que a tensão negativa é chaveada e não a positiva, de forma que a carga (o estágio de potência de RF) é ligada entre o +150v e Vmod, e a fonte modula o estágio final variando a tensão do source desse estágio. Em relação aos +150v, a tensão do modulador sem áudio é -60v, variando durante os picos de modulação entre zero e -120v. Para simplificar e evitar instabilidades, não foi utilizada nenhum tipo de realimentação negativa. Em vez disso, Q2, C23 e R19 funcionam como feedforward, ou realimentação para a frente, que compensa as flutuações de tensão da rede e elimina completamente o ripple de 120Hz, alterando a largura do pulso inversamente às essas variações. Desta forma a tensão de portadora ajustada mantém-se constante independente da rede. Também não convém aumentar esse ajuste além dos 60V para obter mais potência, porque pode reduzir a taxa de modulação e distorcer o áudio. O circuito dispõe de um limitador de pico de modulação: o diodo D4 conduz zerando o ganho do amplificador interno de U3 e limitando o duty cycle quando a tensão de modulação atinge -120V. Este circuito previne a destruição do FET Q5 por excesso de tensão: deve-se lembrar que os picos de RF atingem 4 a 5 vezes a tensão de alimentação nos estágios em classe E. Para atenuar a presença da frequência de chaveamento e seus harmônicos no sinal modulado, temos o filtro passa baixas L-C-L composto por L1, C3 em paralelo com C7 e L3 em série com L4, calculados para banda passante de 8kHz. Note que L4 além de fazer parte do filtro também funciona como choque de RF para o estágio final. A fonte é auto-alimentada como é padrão nas fontes chaveadas ligadas direto à rede. Os +150V da rede carregam o capacitor C20 por meio de R10 até o controlador U3 começar a chavear. A tensão no secundário de L1 tem seu valor pico-a-pico igual a +150v dividido pela relação de espiras, independente do duty cycle. A tensões de pico positiva e negativa são retificadas e somadas, gerando a alimentação para o controlador U3, que contém o gerador de PWM, o driver do FET e circuitos de proteção. No caso, L1 funciona como transformador, alimentando também a fonte isolada de +10v para os circuitos de driver de RF e áudio. Estas fontes não são reguladas e variam conforme a rede, daí os reguladores lineares U4 e U5. O enrosco Esta configuração no entanto apresentou um grave problema: A fonte não dá a partida! A razão é que no regulador chaveado série (ver figura abaixo) quando não há carga, a corrente no indutor L1 é zero. Como esse indutor funciona como transformador para gerar a tensão utilizada pelo o driver de RF, no instante da ligada o estágio final não consome corrente por não haver driver, e não tendo corrente em L1 não há tensão no secundário e assim permanece indefinidamente, C3 carregado com 150v, sem chaveamento nem corrente em L1. A solução foi acrescentar o transistor Q1, que satura quando Q3 corta mantendo assim os pulsos de 50kHz em L1 e garantindo a alimentação para o driver de RF mesmo sem carga, e aí a fonte parte normalmente. Um benefício extra deste truque é que a fonte permanece operacional todo o tempo e a tensão de +10v poderá ser utilizada externamente para alimentar o VFO e outros acessórios, com a ressalva de que não é regulada. Super Mouse Parte 2 Saulo Quaggio PY2KO - mar/2013 Página 7 de 10
8 Regulador chaveado série modificado O protótipo aranha: O método de montar as peças em cima de uma placa de CI com as perninhas pra cima fica feio e dá um trabalhão, mas é ótimo para modificar durante os testes e melhor ainda no desempenho, porque a placa é um perfeito plano de terra, difícil de conseguir com qualquer outro tipo de montagem provisória. A gambiarra aí na foto não se parece nem um pouco com o transmissor final, que será mais compacto e prático, em caixa fechada e com os conectores no lugar certo. Houve necessidade de blindagem para os circuitos de áudio, que talvez possa ser dispensada no modelo final, devido à melhor distribuição no layout e menor interferência elétrica nas montagens SMD. Utilizei nos testes um gerador de sinais HP8640B como VFO, mas poderia ser qualquer cristal na faixa de AM ou um VFO externo, sintetizado ou não. O microfone é um handmike de eletreto que vem com o rádio IC746pro, sem nenhum tratamento de áudio. Depois de meia hora ligado com portadora, a temperatura do chassi não ultrapassa 50 graus, sem nenhum tipo de ventilação. A capacidade de dissipação (área de metal exposta) do protótipo é bem inferior a da caixa final, o que dá a garantia de que funcionando com essa, funcionará melhor com a outra. Se alguém se dispuser a encarar já a montagem, pode mandar bala, mas aconselho esperar a placa final. O formato do protótipo aranha é muito ruim para o uso no shack, e qualquer outro tipo de montagem provavelmente não funcionará a contento. Super Mouse Parte 2 Saulo Quaggio PY2KO - mar/2013 Página 8 de 10
9 Conclusão: É ainda um pouco cedo para concluir, mas o Supermouse promete ser uma opção interessante para quem não quer ter muito trabalho e também para quem gosta de fazer montagens bonitas e sofisticadas, nesse caso usando o projeto como bloco básico. A alta eficiência, resultando em pequeno tamanho e peso é a principal qualidade do bichinho, que apresenta também força considerável e um bom áudio, de acordo com o monitoramento local e pelas reportagens dos colegas. As medições demonstram estar tudo de acordo com o figurino, conforme as especificações abaixo. É interessante que mesmo sem ter realimentação, a linearidade do modulador é muito boa: os produtos de intermodulação para áudio senoidal de 1kHz ficaram abaixo de -30dB em relação a portadora e laterais. E mesmo forçando o ganho de microfone (como de hábito no AM), o filtro do modulador impede o espalhamento e arredonda o áudio, atuando como compressor. Creio que ainda pode melhorar com uma boa equalização, já que a resposta é plana. Mas isso depende também do microfone e deve ser resolvido externamente. Futuras versões, além das bandas de 80 e 20m, poderão ter mais potência, empregando transistores melhores. É possível também se pensar numa versão para rede elétrica de 220V. Para as montagens multibanda, uma boa seria produzir outro módulo contendo os estágios finais para 80 e 20 metros, trabalhando em conjunto e utilizando a mesma fonte, áudio e pré de RF do módulo de 40m. Super Mouse Parte 2 Saulo Quaggio PY2KO - mar/2013 Página 9 de 10
10 Especificações do protótipo: Cobertura: 7100 a 7300kHz Impedância de saída nominal: 50ohm SWR: 1,5:1 para + - 3dB de RF Potência de portadora: 100w PEP: 400w Entrada RF: 0 dbm (1mW) Rendimento do estágio final de RF: 90% Alimentação: 110vAC, -10% +30% Resposta de áudio -3dB: Hz Atenuação de 2º harmônico: -30dB Atenuação de 50kHz: -50dB IMD: -30dB Dimensões: 27x12x6cm Peso: 0,8kg Próximo passo: A montagem final O Supermouse será montado em uma caixa padrão de alumínio medindo 18 x 12 x 8cm vendida na Internet pela Radiolar, utilizando placa de circuito impresso, componentes SMD e também do tipo convencional, segundo a conveniência de layout e montagem versus facilidade de obtenção. A placa poderá ser fabricada pelo processo do ferro de passar roupa, transferindo-se uma impressão a laser do papel para o cobre depois corroído em percloreto, ou talvez produzida industrialmente e vendida a preço de custo para os colegas. Externamente à caixa haverá apenas a entrada de força, chave geral e os conectores de entrada/saída de RF e de microfone. Espero que caiba! Se não der, vamos para uma caixa um pouco maior. Qualquer dúvida ou sugestão estou no [email protected] Super Mouse Parte 2 Saulo Quaggio PY2KO - mar/2013 Página 10 de 10
OM SISTEMAS MOD: AMD3000SS
TRANSMISSOR DE ESTADO SÓLIDO DE 3000W. OM SISTEMAS MOD: AMD3000SS Características Gerais: O transmissor de radiodifusão AMD3000SS foi projetado para operar em qualquer freqüência dentro da faixa de AM,
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA EFA110F15-C/00
Histórico N. Doc. Revisão Data Descrição Aprovado 606124 A 03/10/13 Inicial Faria Executado: Edson N. da cópia: 01 Página 1 de 8 SUMÁRIO 1- INTRODUÇÃO 2- CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS E MECÂNICAS 2.1- Entrada
TRANSMISSOR 130 WATTS 40m / AM
BURRANGO-II TRANSMISSOR 130 WATTS 40m / AM (Sistema de modulação através da fonte de alimentação) Primeiramente, quero agradecer aos nossos amigos e colegas, PY2KO (Saulo), PY5VB (Villas Boas) e PY2JPP
MANUAL DE INSTRUÇÕES EFA110F05-B/01
Histórico N. Doc. Revisão Data Descrição Aprovado 604501 A 13/02/14 Inicial Faria Executado: Edson N. da cópia: 01 Página 1 de 6 SUMÁRIO 1- INTRODUÇÃO 2- CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS E MECÂNICAS 2.1- Entrada
Tecnologia em Automação Industrial 2016 ELETRÔNICA II
Tecnologia em Automação Industrial 2016 ELETRÔNICA II Aula 22 Fonte chaveada Prof. Dra. Giovana Tripoloni Tangerino https://giovanatangerino.wordpress.com [email protected] [email protected]
EFA110F25-A-00. Histórico N. Doc. Revisão Data Descrição Aprovado A 27/06/03 Inicial. Industria Eletro Eletrônica.
Histórico N. Doc. Revisão Data Descrição Aprovado 605509 A 27/06/03 Inicial Executado: João Faria N. da cópia: Página 1 de 6 1- INTRODUÇÃO 2- CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS E MECÂNICAS 2.1- Entrada 2.2- Saída
OM SISTEMAS MOD: AMD5000SS
TRANSMISSOR DE ESTADO SÓLIDO DE 50000W. OM SISTEMAS MOD: AMD5000SS Características Gerais: O transmissor de radiodifusão AMD5000SS foi projetado para operar em qualquer freqüência dentro da faixa de AM,
EFA110F10-A-00. Histórico N. Doc. Revisão Data Descrição Aprovado A 18/05/07 Inicial. Industria Eletro Eletrônica.
Histórico N. Doc. Revisão Data Descrição Aprovado 606273 A 18/05/07 Inicial Executado: João Faria N. da cópia: Página 1 de 7 SUMÁRIO 1- INTRODUÇÃO 2- CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS E MECÂNICAS 2.1- Entrada
Tecnologia em Automação Industrial ELETRÔNICA II. Fonte chaveada. Prof. Dra. Giovana Tripoloni Tangerino
Tecnologia em Automação Industrial ELETRÔNICA II Fonte chaveada Prof. Dra. Giovana Tripoloni Tangerino https://giovanatangerino.wordpress.com [email protected] [email protected] DISPOSITIVOS
CIRCUITOS DOS RADIOS AM/FM
1 CIRCUITOS DOS RADIOS AM/FM A função de um rádio é receber os sinais das emissoras na sua antena, selecionar um deles, amplificar e reproduzir no alto falante (ou alto falantes). Nesta parte mostrarei
Amplificador de áudio 50 watts
Amplificador de áudio 50 watts Projeto de um amplificador de áudio de 50 watts de baixo custo e ótimo desempenho. O presente projeto inclui o módulo de potência, módulo de fonte de alimentação e módulo
TRANSMISSOR FM T-300. apel
TRANSMISSOR FM T-300 apel Índice 1 Introdução... 3 2 Descrição do Sistema... 3 3 Modulação... 5 4 Medidores... 5 5 Fontes de alimentação... 6 6 Especificações Técnicas... 6 7 Instalação... 8 8 Descrições
EFA110F25-A-01. Histórico N. Doc. Revisão Data Descrição Aprovado A 21/07/03 Inicial. Industria Eletro Eletrônica.
Histórico N. Doc. Revisão Data Descrição Aprovado 605621 A 21/07/03 Inicial Executado: João Faria N. da cópia: Página 1 de 6 SUMÁRIO 1- INTRODUÇÃO 2- CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS E MECÂNICAS 2.1- Entrada
EFA110F50-A-04. Histórico N. Doc. Revisão Data Descrição Aprovado A 16/01/07 Inicial. Industria Eletro Eletrônica.
Histórico N. Doc. Revisão Data Descrição Aprovado 607719 A 16/01/07 Inicial Executado: João Faria N. da cópia: Página 1 de 7 SUMÁRIO 1- INTRODUÇÃO 2- CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS E MECÂNICAS 2.1 - Entrada
MANUAL DE INSTRUÇÕES EFA48C250-F/00
Histórico N. Doc. Revisão Data Descrição Aprovado 600551 A 24/01/14 Inicial Faria Executado: Edson N. da cópia: 01 Página 1 de 8 SUMÁRIO 1- INTRODUÇÃO 2- CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS E MECÂNICAS 2.1 - Entrada
EFA110F360-A-00. Histórico N. Doc. Revisão Data Descrição Aprovado A 11/05/01 Inicial. Industria Eletro Eletrônica.
Histórico N. Doc. Revisão Data Descrição Aprovado 603480 A 11/05/01 Inicial Executado: João Faria N. da cópia: Página 1 de 6 SUMÁRIO 1- INTRODUÇÃO 2- CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS E MECÂNICAS 2.1- Entrada
Projeto Semestral Eletrônica Industrial INVERSOR DE TENSÃO COM MODULAÇÃO PWM SENOIDAL. Dados Gerais do Projeto
Projeto Semestral Eletrônica Industrial INVERSOR DE TENSÃO COM MODULAÇÃO PWM SENOIDAL Dados Gerais do Projeto Objetivo: Desenvolver os conceitos básicos da Eletrônica de Potência, estudados nas aulas teóricas,
MANUAL DO USUÁRIO PLACA MODULADORA FM 1 WATT PLL(4046) PRO
MANUAL DO USUÁRIO PLACA MODULADORA FM 1 WATT PLL(4046) PRO * A placa moduladora FM de 1 Watt fornecido pela RAA Electronic utiliza em seu sistema PLL o famoso circuito integrado CD4046, que aliado a outros
MÓDULO FI 75MHz. Descrição do circuito:
MÓDULO FI 75MHz. O módulo FI 75MHz é uma placa de 9 pol x 3,5 pol conectado a placa-mãe em J6 e localizado no quarto nicho (slot) da direita do rádio. É utilizado na recepção e transmissão. A Figura 5-19
MANUAL DO USUÁRIO PLACA MODULADORA FM 1 WATT PLL(MC145151P2) PRO
MANUAL DO USUÁRIO PLACA MODULADORA FM 1 WATT PLL(MC145151P2) PRO * A placa moduladora FM de 1 Watt fornecido pela RAA Electronic utiliza em seu sistema PLL o famoso circuito integrado MC145151P2 da Motorola,
ELETRONICA ANALÓGICA By W. L. Miranda. Fontes de alimentação CA/CC.
ELETRONICA ANALÓGICA By W. L. Miranda Fontes de alimentação CA/CC. 1 - Considerações de projeto: a) 1º Caso: Isolamento entre rede domiciliar CA e a carga. Neste caso, a fase, o neutro ou o aterramento
CAPITULO 1- RESISTORES
CONTEÚDO CAPITULO 1- RESISTORES 1.1 INTRODUÇÃO... 1.1 1.2 TAMANHO E POTÊNCIA... 1.1 1.3 TIPOS DE RESISTORES... 1.1 1.4 VALORES PADRÕES E TOLERÂNCIAS... 1.1 1.5 SÍMBOLOS GRÁFICOS... 1.2 1.6 ASSOCIAÇÃO DE
5 EQUIPAMENTOS DE MEDIDAS
5 EQUIPAMENTOS DE MEDIDAS 5.1 INTRODUÇÃO Os resultados numéricos obtidos a partir do software desenvolvido anteriormente serão comparados com dados experimentais provenientes de medidas, tendo como principais
Fontes de Alimentação. Lineares Chaveadas
Fontes de Alimentação Lineares Chaveadas Fontes Lineares Fontes Chaveadas Topologias de Fontes Chaveadas Conversores DC-DC Boost Buck Buck-Boost Flyback O desenvolvimento de fontes chaveadas teve início
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA ELETRÔNICA 1 - ET74C Prof.ª Elisabete Nakoneczny Moraes
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA ELETRÔNICA 1 - ET74C Prof.ª Elisabete Nakoneczny Moraes Aula 10 TIPOS DE ESTABILIZAÇÃO EM FONTES DE ALIMENTAÇÃO Curitiba,
ELETRÔNICA DE POTÊNCIA I
ELETRÔNICA DE POTÊNCIA I Conversor Buck Módulo de Potência APARATO UTILIZADO: Você recebeu uma placa com de circuito com o circuito cujo esquema é mostrado na figura 1. O circuito é composto por um retificador
Escola Secundária com 3 o Ciclo do Ensino Básico de Adolfo Portela, Águeda
Escola Secundária com 3 o Ciclo do Ensino Básico de Adolfo Portela, Águeda Módulo 4 - Apontamentos sobre fontes de alimentação Prof. Eduardo Martins Janeiro de 2010 Conteúdo I Fontes de alimentação 3 1
MANUAL DE INSTRUÇÕES EFA28C200-A/00
Histórico N. Doc. Revisão Data Descrição Aprovado 603061 A 24/01/14 Inicial Faria Executado: Edson N. da cópia: 01 Página 1 de 6 SUMÁRIO 1- INTRODUÇÃO 2- CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS E MECÂNICAS 2.1 - Entrada
Manutenção Eletrônica. Prof. Arnaldo I. I. C. A. & I. T. Tech. Consultant
Manutenção Eletrônica Prof. Arnaldo I. I. C. A. & I. T. Tech. Consultant Fontes Alimentação Definições Básicas Fontes Alimentação E. E. Muitos São os Tipos de Sistemas, Máquinas, Equipamentos, Dispositivos,
Cap. 6 Conversores DC-DC
Cap. 6 Conversores DC-DC CONVERSORES DC-DC Regulador Linear de Tensão Conversores Chaveados Conversor Buck (abaixador) Conversor Boost (elevador) Conversor Buck-Boost Conversores Cuk Outros REGULADOR LINEAR
CIRCUITOS RETIFICADORES
CIRCUITOS RETIFICADORES Basicamente, um retificador tem a finalidade de converter uma tensão alternada em uma tensão contínua. Classificam-se em: retificadores de meia onda e retificadores de onda completa.
Unidade III. Conversores CC-CC (Choppers) Eletrônica de Potência 1
Unidade III Conversores CC-CC (Choppers) Eletrônica de Potência 1 Introdução Conversores CC-CC são circuitos eletrônicos de potência que convertem a tensão contínua a um nível de tensão CC diferente, idealmente
Fontes Chaveadas. José Antenor Pomilio
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação Departamento de Sistemas e Controle de Energia Fontes Chaveadas José Antenor Pomilio Publicação FEE 13/95 Revisão Janeiro
Circuitos com Diodos
Circuitos com Diodos Professor: Cláudio Kitano Setembro - 2017 01 - Circuitos Limitadores (clipper): limitador negativo Diodos podem ser usados para ceifar porções de um sinal de tensão (acima ou abaixo
Capítulo 2 - Diodos para Microondas. Diodo P-I-N
Diodo P-I-N É composto por um bloco de cristal intrínseco que separa uma fina camada de cristal P + de uma fina camada de cristal N +. Como é impossível obter um cristal intrínseco 100% livre de impurezas,
Sumário. Volume II. Capítulo 14 Efeitos de frequência 568. Capítulo 15 Amplificadores diferenciais 624. Capítulo 16 Amplificadores operacionais 666
Volume II Capítulo 14 Efeitos de frequência 568 14-1 Resposta em frequência de um amplificador 570 14-2 Ganho de potência em decibel 575 14-3 Ganho de tensão em decibel 579 14-4 Casamento de impedância
Guias de Telecomunicações
Guias de Telecomunicações Wander Rodrigues CEFET MG 2005 Sumário Apresentação do Laboratório de Telecomunicações... 04 Circuitos ressonantes... 28 Circuitos osciladores de onda senoidal oscilador Hartley...
28/10/2010 IFBA. CELET Coordenação do Curso Técnico em Eletrônica Professor: Edvaldo Moraes Ruas, EE. Vitória da Conquista, 2010.
IFBA CELET Coordenação do Curso Técnico em Eletrônica Professor: Edvaldo Moraes Ruas, EE Vitória da Conquista, 2010 2 a Parte Introdução Amplificador Operacional 1 Amp-Ops A maioria são dispositivos de
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA LISTA DE EXERCICIOS #8 (1) FONTE DE CORRENTE COM CARGA ATERRADA (A) Encontre
Sumário. 1-1 Os três tipos de fórmula Aproximações Fontes de tensão Fontes de corrente 10
Volume I Capítulo 1 Introdução 2 1-1 Os três tipos de fórmula 4 1-2 Aproximações 6 1-3 Fontes de tensão 7 1-4 Fontes de corrente 10 1-5 Teorema de Thevenin 13 1-6 Teorema de Norton 16 1-7 Análise de defeito
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA LISTA DE EXERCICIOS #6 (1) COMPARADOR JANELA Determine a faixa de valores
6. Classes de Operação
56 6. Classes de Operação 6.1.Introdução Amplificadores de potência são classificados de acordo com sua classe de operação. As classes são definidas conforme o ponto de polarização, topologias do circuito
Guias de Telecomunicações
Guias de Telecomunicações Wander Rodrigues CEFET MG 2005 Sumário Apresentação do Laboratório de Telecomunicações... 04 Circuitos ressonantes... 28 Circuitos osciladores de onda senoidal oscilador Hartley...
Inversores. Alexandre A. Kida, Msc.
Inversores Alexandre A. Kida, Msc. [email protected] 1 Plano de aula Inversor de ponte completa Inversor meia ponte Técnicas de controle Inversor trifásico 2 Introdução Os inversores são conversores
Guias de Telecomunicações
Guias de Telecomunicações Wander Rodrigues CEFET MG 2005 Sumário Apresentação do Laboratório de Telecomunicações... 04 Circuitos ressonantes... 28 Circuitos osciladores de onda senoidal oscilador Hartley...
Aplicações de conversores
Unidade V Aplicações de conversores 1. Fontes de alimentação CC 2. Correção de FP 3. Condicionadores de energia e UPS 4. Acionamento de motores Eletrônica de Potência 2 Introdução No início do curso, algumas
MULTITIMER. 1 previamente desligado e após certo tempo ligado. 2 previamente ligado e após certo tempo desligado
MULTITIMER O multitimer é um aparelho controlador de tempo programável, para qualquer tipo de aparelho que funcione em 110 ou 220V CA e consuma até 6 ampères. A faixa de operação básica é de 5 minutos
Unidade II - Modulação em Amplitude
Unidade II - Modulação em Amplitude 1. Modulação em amplitude é definida como um sistema de modulação no qual a amplitude do sinal portadora é feita proporcional aos valores instantâneos de amplitude da
MANUAL DE INSTRUÇÕES EFA28C60-A/00
Histórico N. Doc. Revisão Data Descrição Aprovado 607102 A 24/01/14 Inicial Faria Executado: Edson N. da cópia: 01 Página 1 de 6 SUMÁRIO 1- INTRODUÇÃO 2- CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS E MECÂNICAS 2.1- Entrada
Considere as figuras 1 e 2 para responder as questões 26 e 27.
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS - CÓDIGO 04 UCs de Eletrônica Analógica e/ou de Eletrônica Digital Considere as figuras 1 e 2 para responder as questões 26 e 27. Na figura 1, vê-se o circuito de uma fonte estabilizada
Guias de Telecomunicações
Guias de Telecomunicações Wander Rodrigues CEFET MG 2005 Sumário Apresentação do Laboratório de Telecomunicações... 04 Circuitos ressonantes... 28 Circuitos osciladores de onda senoidal oscilador Hartley...
ELETRÔNICA II. Aula 09 CONFIGURAÇÕES COMPOSTAS PAR DIFERENCIAL. Claretiano 2015 Mecatrônica Prof. Dra. Giovana Tripoloni Tangerino
ELETRÔNICA II Aula 09 CONFIGURAÇÕES COMPOSTAS PAR DIFERENCIAL Claretiano 2015 Mecatrônica Prof. Dra. Giovana Tripoloni Tangerino CONFIGURAÇÕES COMPOSTAS Conexão em cascata Conexão cascode Conexão Darlington
FILTRO PASSA BANDA PARA A FAIXA DE 6 METROS
FILTRO PASSA ANDA PARA A FAIXA DE 6 METROS PU2XEA por Lúcio A. Magalhães Filho 1. INTRODUÇÃO A necessidade de se usar um filtro para a banda de 6 metros ficou evidente quando percebi que certos transceptores
Lista de Exercícios GQ1
1 a QUESTÃO: Determine a Transformada Inversa de Fourier da função G(f) definida pelo espectro de amplitude e fase, mostrado na figura abaixo: 2 a QUESTÃO: Calcule a Transformadaa de Fourier do Sinal abaixo:
Curso Técnico em Eletroeletrônica Eletrônica Analógica II
Curso Técnico em Eletroeletrônica Eletrônica Analógica II Aula 08 Classes de amplificadores Prof. Dra. Giovana Tripoloni Tangerino 2016 CIRCUITO AMPLIFICADOR 1 I B I C 169,80µA 27,49mA V CE 0,16V CIRCUITO
Parte I Introdução... 1
SUMÁRIO VIII Parte I Introdução... 1 Capítulo 1 Unidades de Medida... 3 Introdução...3 Grandezas Físicas...3 Múltiplos e Submúltiplos...4 Arredondamentos...6 Exercícios...7 Capítulo 2 Simbologia... 9 Introdução...9
ELE 1090 PRINCÍPIOS DE COMUNICAÇÕES QUINTA EXPERIÊNCIA ROTEIRO EXPERIMENTAL CIRCUITOS SSB / COM 3 PARTE 1
ELE 1090 PRINCÍPIOS DE COMUNICAÇÕES QUINTA EXPERIÊNCIA ROTEIRO EXPERIMENTAL CIRCUITOS SSB / COM 3 PARTE 1 OBJETIVOS: Examinar o circuito de anel balanceado como misturador e detector de AM. 1 INTRODUÇÃO
Robô segue luz. Vanderlei Alves S. da Silva. Introdução
Robô segue luz Vanderlei Alves S. da Silva Introdução O mundo da robótica é algo realmente fascinante e podemos encontrar uma série de robôs capazes de fazer coisas incríveis. Alguns bem complexos de serem
DICAS TÉCNICAS PARA TELEVISOR CRT; CHASSIS SL11\91 e SK11\91. Segue abaixo relação das principais dicas de reparo do televisor CRT CHASSIS SL11\91.
INFORMATIVO TÉCNICO DEPARTAMENTO DATA ABRANGÊNCIA NÚMERO REVISÃO DAT 27/12/10 DAT TEC 028/10 0 A Rede Autorizada: DICAS TÉCNICAS PARA TELEVISOR CRT; CHASSIS SL11\91 e SK11\91 Segue abaixo relação das principais
Universidade Federal de São João del-rei. Material Teórico de Suporte para as Práticas
Universidade Federal de São João del-rei Material Teórico de Suporte para as Práticas 1 Amplificador Operacional Um Amplificador Operacional, ou Amp Op, é um amplificador diferencial de ganho muito alto,
NBESTA00713SA Eletrônica Analógica Aplicada AULA 18. Osciladores. Prof. Rodrigo Reina Muñoz T2 de 2018
AULA 8 Osciladores Prof. odrigo eina Muñoz [email protected] T2 de 208 Conteúdo Estabilidade Critério de Barkhausen Diferentes tipos de oscildores 2 Osciladores São circuitos que produzem um sinal
Modulação em amplitude é definida como um sistema de. modulação no qual a amplitude do sinal portadora é feita
Modulação em amplitude é definida como um sistema de modulação no qual a amplitude do sinal portadora é feita proporcional aos valores instantâneos de amplitude da tensão modulante ou sinal de informação.
AUTOR(ES): JOSE RICARDO LISECKI, KAUANE ANDRADE KIEL, MARCELO SUTIL FERREIRA
TÍTULO: PROJETO DE UM RECEPTOR DE AMPLITUDE MODULADA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE TECNOLOGIA DE CURITIBA AUTOR(ES): JOSE RICARDO LISECKI,
ATENÇÃO: A partir da amostra da aula, terá uma idéia de onde o treinamento de eletroeletrônica poderá lhe levar.
ATENÇÃO: O material a seguir é parte de uma das aulas da apostila de MÓDULO 3 que por sua vez, faz parte do CURSO de ELETRO ANALÓGICA -DIGITAL que vai do MÓDULO 1 ao 4. A partir da amostra da aula, terá
Analisador de Espectros
Analisador de Espectros O analisador de espectros é um instrumento utilizado para a análise de sinais alternados no domínio da freqüência. Possui certa semelhança com um osciloscópio, uma vez que o resultado
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA SÉRIE DE EXERCÍCIO ESCOLAR #3 2018_1 PARTE I (Série de Exercício) PARTE
CIRCUITOS NÃO LINEARES COM AMP OP CIRCUITOS NÃO LINEARES COM
IFBA CIRCUITOS NÃO LINEARES COM AMP OP CELET Coordenação do Curso Técnico em Eletrônica Professor: Edvaldo Moraes Ruas, EE Vitória da Conquista - 2009 CIRCUITOS NÃO LINEARES COM AMP OP Amps Op são componentes
Aula 04 Conversores c.c./c.c. Conversores c.c./c.a.
Aula 04 Conversores c.c./c.c. Conversores c.c./c.a. Prof. Heverton Augusto Pereira Universidade Federal de Viçosa -UFV Departamento de Engenharia Elétrica -DEL Gerência de Especialistas em Sistemas Elétricos
Fonte Bivolt 24 Vdc / 5 A
Descrição do Produto A fonte de alimentação é uma solução para aplicações de uso geral no que se refere a alimentação de controladores programáveis, sensores e comando de quadro elétricos. Tem uma saída
Itautec DATA SHEET OBJETO: FONTE BABY 350W AUTO
Itautec DATA SHEET OBJETO: FONTE BABY 350W AUTO CÓDIGO DO DOCUMENTO 04ROM2397000-022 PÁGINA 1 PROJETO: PART NUMBER: CONFORME O SISTEMA OCO650 OBS: EM ANEXO O DATA-SHEET DO FABRICANTE. FABRICANTE: PHB 00
Aula 10 Conversores CC/CA Part I
Aula 10 Conversores CC/CA Part I Prof. Heverton Augusto Pereira Universidade Federal de Viçosa - UFV Departamento de Engenharia Elétrica - DEL Gerência de Especialistas em Sistemas Elétricos de Potência
Modulação Analógica. Modulação AM (Amplitude Modulation)
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS SÃO JOSÉ Componente Curricular: Cabeamento estruturado Professora: Ramon Mayor Martins Aluno: João Pedro Menegali Salvan Bitencourt;
CAPÍTULO 8 AMPLIFICADORES TRANSISTORIZADOS
CAPÍTULO 8 AMPLIFICADORES TRANSISTORIZADOS CLASSIFICAÇÃO GERAL DOS AMPLIFI- CADORES Os amplificadores podem ser classificados de acordo com: A frequência de operação: Amplificadores de áudiofrequência(af)
01 - ( ) A informação ou sinal modulante está presente nas faixas laterais, modificando a amplitude e a freqüência destas componentes.
MODULAÇÃO EM AMPLITUDE 1 QUESTIONÁRIO DA UNIDADE II ASSUNTO: Modulação em Amplitude Nome: N o : Turma: Para cada período abaixo mencionado, analise seu conteúdo e marque F para uma situação FALSA ou V
TELECOMUNICAÇÕES 2. Demodulador
TELECOMUNICAÇÕES 2 3 Demodulação: a Detecção por amplitude: Detetor de envoltória. AM b Detecção por freqüência: Demodulação de quadratura. FM c Detecção por fase: Demodulação por desvio de fase. Demodulador
Guias de Telecomunicações
Guias de Telecomunicações Wander Rodrigues CEFET MG 2005 Sumário Apresentação do Laboratório de Telecomunicações... 04 Circuitos ressonantes... 28 Circuitos osciladores de onda senoidal oscilador Hartley...
Aula 2. Profa. Luiza Maria Romeiro Codá
Aula 2 Profa. Luiza Maria Romeiro Codá Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação Sistemas digitais: as variáveis estão limitadas a um número finito de valores (variação discreta) Sistemas analógicos:
Guias de Telecomunicações
Guias de Telecomunicações Wander Rodrigues CEFET MG 2005 Sumário Apresentação do Laboratório de Telecomunicações... 04 Circuitos ressonantes... 31 Circuitos osciladores de onda senoidal oscilador Hartley...
ALFAKITS A-30
KIT PLACA AMPLIFICADOR 30 W RMS MONO C/ PRÉ-AMPLIFICADOR Primeiramente queremos agradecer a aquisição do KIT PLACA AMPLIFICADOR 30W RMS MONO com pré-amplificador Mod.A30 da ALFAKITS. Este manual procura
01 - ( ) Um sinal de SSB na freqüência de transmissão é obtido pelo emprego do método do deslocamento de fase.
TÉCNICAS DE FAIXAL LATERAL - SSB 1 QUESTIONÁRIO DA UNIDADE III ASSUNTO: Técnicas de Faixa Lateral - SSB. Nome: N o : Turma: Para cada período abaixo mencionado, analise seu conteúdo e marque F para uma
A modulação em frequência do Delta 310
A modulação em frequência do Delta 310 Por Décio, PY4DBU Olá pessoal, tempos atrás reformei um Delta 310 e fiquei incomodado com o espalhamento espectral e modulação em frequência. É claro que não podemos
Motores de Onda Trapezoidal
Máquinas Elétricas Especiais Motores de Onda Trapezoidal (Motores Brushless DC, BLDC ou Motores CC sem escovas) Prof. Sebastião Lauro Nau, Dr. Eng. Set 2017 Introdução Brushless sem escovas, sem comutador
Fonte Full Range Vac/Vdc 24 Vdc/ 3A
Descrição do Produto A fonte de alimentação é uma solução para aplicações de uso geral no que se refere a alimentação de controladores programáveis, sensores e comando de quadro elétricos. Tem duas saídas
Cap. 4 Retificadores de onda completa
Cap. 4 Retificadores de onda completa Retificadores de onda completa - Introdução Principal Vantagem Menos Ripple (em relação a retificadores de meia onda) Retificadores de onda completa de uma fase Retificadores
TÉCNICO DE LABORATÓRIO/ELETRÔNICA
A B R A S O M E N T E Q U A N D O A U T O R I Z A D O Concurso Público Edital PROAD 74/2016 TÉCNICO DE LABORATÓRIO/ELETRÔNICA Leia atentamente as instruções abaixo: 1. Aguarde permissão para iniciar a
VU DE LEDs COM O CI COMERCIAL LM3915
VU DE LEDs COM O CI COMERCIAL LM3915 O circuito integrado comercial LM3915 detecta níveis de tensão analógicos e aciona 10 saídas. Normalmente nessas saídas são conectados LEDs (de qualquer cor), podendo
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA LISTA DE EXERCÍCIO ESCOLAR #3 2017_2 PARTE I (Lista) PARTE II (Projeto)
FONTE DE ALIMENTAÇÃO REGULÁVEL
FONTE DE ALIMENTAÇÃO REGULÁVEL A fonte apresentada é de fácil montagem e baixo custo, sendo muito útil para o desenvolvimento de experimentos na bancada de eletrônica. O esquema apresentado permite uma
Eletrônica de Potência
Eletrônica de Potência A eletrônica de potência trata das aplicações de dispositivos semicondutores de potência, como tiristores e transistores, na conversão e no controle de energia elétrica em níveis
PEA2502 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA
EXPERIÊNCIA N O 3 PEA2502 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA RETIFICADOR MONOFÁSICO EM PONTE CONTROLADO W. KAISER 03/2009 1. OBJETIVOS Estudo do funcionamento de uma ponte monofásica controlada utilizando
Guias de Telecomunicações
Guias de Telecomunicações Wander Rodrigues CEFET MG 2005 Sumário Apresentação do Laboratório de Telecomunicações... 04 Circuitos ressonantes... 28 Circuitos osciladores de onda senoidal oscilador Hartley...
LABORATÓRIO DE DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS Guia de Experimentos
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA LABORATÓRIO DE DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS Experimento 4 Transistor Bipolar Amplificador
PCE Projeto de Conversores Estáticos. Aula 2
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA PCE Projeto de Conversores Estáticos Aula 2 Tópicos Introdução Estágio de entrada Retificadores
