EXTINÇÃO DO PROCESSO
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- Herman Bernardes Lopes
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1 EXTINÇÃO DO PROCESSO PROCESSO CIVIL Fred. Didier (aulas + livro) + Informativos do STF e STJ desde 2013 (Dizer o Direito) INTRODUÇÃO - Dentre as 7 possíveis manifestações do julgamento conforme o estado do processo, estão a extinção do processo SEM exame de mérito, COM exame de mérito e a DECISÃO PARCIAL (não extingue o processo). - Essas 3 espécies podem acontecer em outro momento do procedimento, não necessariamente após as providências preliminares. Ex.: o indeferimento da PI (extinção sem exame do mérito) ocorre antes da oitiva do réu. DECISÕES QUE NÃO EXAMINAM O MÉRITO (ART. 267) EXTINÇÃO SEM EXAME DO MÉRITO (art. 267) INVALIDADE I, IV, V, VI, VII REVOGAÇÃO II, III e VIII MORTE DO AUTOR IX CONFUSÃO X - Sentenças terminativas são as que contém uma das matérias previstas no art. 267 e que levam à extinção do procedimento em primeiro grau de jurisdição. Uma decisão que tenha como conteúdo uma das matérias dos incisos do art. 267, mas que não coloque fim ao procedimento de primeiro grau será uma decisão interlocutória, não uma sentença. 1) INDEFERIMENTO DA PETIÇÃO INICIAL essa modalidade de extinção do processo é liminar, sem a citação do réu. Cuidado com a hipótese de prescrição e decadência (há resolução do mérito). Info. 511 do STJ (2013): É POSSÍVEL A EXTINÇÃO DE AÇÃO RESCISÓRIA SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO NA HIPÓTESE DE INDEFERIMENTO DA PETIÇÃO INICIAL, EM FACE DA AUSÊNCIA DO RECOLHIMENTO DAS CUSTAS E DO DEPÓSITO PRÉVIO, SEM QUE TENHA HAVIDO INTIMAÇÃO PRÉVIA E PESSOAL DA PARTE PARA REGULARIZAR ESSA SITUAÇÃO. 2) ABANDONO PELAS PARTES por MAIS DE 1 ANO. - Antes de extinguir o processo, o juiz deve intimar as partes (intimação pessoal) para que, em 48 horas, demonstrem o interesse no prosseguimento do processo (art. 267, 1º). - O prazo de 48h não é peremptório: sendo pedido o andamento do processo depois de vencido o prazo, mas antes de o juiz ter extinguido o processo sem resolução de mérito, a provocação será admitida e o processo prosseguirá. O mesmo vale para o abandono pelo autor (abaixo). - As partes arcarão proporcionalmente com as custas processuais, cada uma pagando os honorários do seu advogado (art. 267, 2º). - Não importa o elemento subjetivo: o mero transcurso do prazo legal é razão suficiente para a extinção do processo. 3) ABANDONO PELO AUTOR por MAIS DE 30 DIAS. 1
2 - Aplica-se a exigência de intimação pessoal do autor (art. 267, 1º). - O autor será condenado ao pagamento das despesas processuais e honorários de advogado, esses apenas se o réu já tiver sido citado. - Aqui, o elemento subjetivo deve ser investigado ( abandono das partes), porque se o autor abandonar o processo 3x, não poderá intentar nova ação contra o réu com o mesmo objeto (perempção). - Se o réu já estiver no processo, cabe a ele pedir a extinção do processo, não podendo o juiz fazêlo ex officio. Súmula 240 do STJ: A EXTINÇÃO DO PROCESSO, POR ABANDONO DA CAUSA PELO AUTOR, DEPENDE DE REQUERIMENTO DO RÉU. Exceção: ANTES DA CITAÇÃO, A EXTINÇÃO PODERÁ SER REALIZADA DE OFÍCIO. - O processo só pode ser extinto se o ato for indispensável para o julgamento da causa. Se, por exemplo, o autor não depositar os honorários periciais, no máximo a perícia não será realizada. - Não se pode falar em abandono do autor em inventário, falência ou insolvência civil: a desídia do representante judicial (inventariante ou síndico) tem por consequência a sua destituição, com a nomeação de um substituto. ABANDONO PELAS PARTES ABANDONO PELO AUTOR A parte deve ser intimada pessoalmente para suprir a falta em 48 horas 1 ANO 30 DIAS Elemento subjetivo irrelevante Importa o elemento subjetivo (risco de perempção) As partes pagarão proporcionalmente as custas, cada uma pagando os honorários de seu advogado O autor será condenado ao pagamento das despesas e honorários de advogado Matérias que o juiz pode conhecer DE OFÍCIO, EM QUALQUER TEMPO E GRAU DE JURISDIÇÃO, enquanto não proferida a sentença de mérito. Todavia, o réu que não a alegar, na primeira oportunidade em que lhe caiba falar nos autos, responderá pelas custas de retardamento. PRESSUPOSTOS PROCESSUAIS PEREMPÇÃO LITISPENDÊNCIA COISA JULGADA CONDIÇÕES DA AÇÃO Info. 549 do STJ (2014): EM UMA EXECUÇÃO FISCAL, O JUIZ DETERMINOU A INTIMAÇÃO DA FAZENDA PÚBLICA PARA QUE SE MANIFESTASSE SE POSSUÍA AINDA INTERESSE NO PROSSEGUIMENTO DO PROCESSO, SOB PENA DE EXTINÇÃO DO FEITO. MESMO TENDO SIDO REGULARMENTE INTIMADA, A FAZENDA PÚBLICA PERMANECEU INERTE. NESSE CASO, SE O DEVEDOR NÃO TIVER APRESENTADO EMBARGOS À EXECUÇÃO, O MAGISTRADO PODERÁ, DE OFÍCIO, EXTINGUIR A EXECUÇÃO SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO POR ABANDONO DO AUTOR, NOS TERMOS DO ART. 267, III, DO CPC. NÃO SE APLICA O RACIOCÍNIO PRESENTE NA SÚMULA 240 DO STJ, OU SEJA, NÃO É NECESSÁRIO QUE HAJA REQUERIMENTO DO EXECUTADO PARA QUE O JUIZ EXTINGA A EXECUÇÃO. 4) PRESSUPOSTOS PROCESSUAIS nem sempre a falta de pressupostos processuais causa a extinção do processo. Normalmente, essa falta é sanável. Ex.: vícios de forma da petição inicial podem ser corrigidos; se o juízo é incompetente, não há extinção do processo, mas a remessa ao juízo competente; a suspeição e o impedimento não geram a extinção do processo, mas a remessa dos autos ao juiz substituto. - Não se deve declarar a nulidade se o juiz tiver condições de julgar o mérito em favor da parte, a qual aproveitaria a declaração de nulidade (art. 249, 2º). Ex.: a capacidade de estar em juízo dos incapazes por meio de representante processual é voltada para a proteção da parte, não sendo legítima a extinção do processo sem a resolução do mérito se o juiz perceber que a parte, mesmo sem a representação processual, será vitoriosa se o mérito for julgado. Esse entendimento contraria 2
3 a lição de que a análise dos pressupostos antecede a análise do mérito. Mas, transcorrendo todo o processo e percebendo-se no momento do julgamento a ausência de um pressuposto, parece legítima a conclusão de que pode ser desprezado pelo juiz o vício se o pressuposto processual violado for voltado à proteção da parte que no julgamento do mérito se sagrará vitoriosa. Info. 524 do STJ (2013): NA AÇÃO CIVIL PÚBLICA, RECONHECIDO O VÍCIO NA REPRESENTAÇÃO PROCESSUAL DA ASSOCIAÇÃO AUTORA, DEVE-SE, ANTES DE PROCEDER À EXTINÇÃO DO PROCESSO, CONFERIR OPORTUNIDADE AO MP PARA QUE ASSUMA A TITULARIDADE ATIVA DA DEMANDA. 5) PEREMPÇÃO, LITISPENDÊNCIA E COISA JULGADA são pressupostos processuais negativos. - Podem ocorrer em relação a apenas uma parcela da demanda, quando não haverá extinção do processo, mas somente o juízo de inadmissibilidade da parcela em que se verificou a perempção, litispendência ou coisa julgada. - Dá-se a perempção quando o autor abandonar o processo 3x. - Na perempção, o autor só perde o direito de pleitear sobre aquela mesma situação substancial. A pretensão material resta incólume: ele poderá deduzi-la como MATÉRIA DE DEFESA, como exceção substancial (art. 268, parágrafo único). A perempção é uma sanção que se aplica à prática de um ato ilícito, consistente em abuso do direito de demandar. - É possível cogitar de litispendência e coisa julgada sem a existência da tríplice identidade ( uma ação é idêntica à outra quando tem as mesmas partes, a mesma causa de pedir e o mesmo pedido ). Ex.: nas causas coletivas, basta a identidade de pedido e de causa de pedir (não precisa ter as mesmas partes, já que a titularidade pertence à coletividade). Nas causas individuais em que há litisconsórcio unitário facultativo ou legitimação concorrente, também basta a identidade de pedido e de causa de pedir. - Para o STF, há litispendência entre ação ordinária e mandado de segurança, ainda que no mandado de segurança figure no polo passivo a autoridade coatora e na ação ordinária a pessoa jurídica de direito público ao qual essa autoridade pertence. - A sentença terminativa que tenha como conteúdo perempção, litispendência e coisa julgada NÃO ADMITE A REPROPOSITURA DA MESMA DEMANDA EM OUTRO PROCESSO (art. 268). 6) CONDIÇÕES DA AÇÃO devem ser analisadas no momento de julgamento da demanda, e não no da sua propositura. Presentes as condições da ação no momento da propositura, se por fato superveniente desaparecer uma delas, será caso de extinção por carência superveniente de ação. Por outro lado, a ausência no momento da propositura não leva o processo à extinção pela carência no caso de estarem presentes as condições da ação no momento em que o juiz analisá-las. - A extinção do processo por carência de ação não impedirá a propositura de nova demanda. Ocorre que a mera repetição da demanda não vem sendo admitida, exigindo-se do autor que saneie o vício que levou à primeira extinção do processo. Ex.: se a parte é ilegítima, o vício só pode ser sanado com a substituição da parte, de forma que a segunda demanda já não será idêntica à primeira. - Exemplo em que o vício é saneado sem a mudança da parte: se a ACP foi extinta porque a associação ainda não completou um ano de existência, decorrido o prazo, a mesma associação poderá ingressar com demanda idêntica à primeira. 3
4 7) CONVENÇÃO DE ARBITRAGEM Daniel Amorim diz que a existência da cláusula compromissória ou do compromisso arbitral (espécies da convenção de arbitragem) leva à extinção do processo sem exame do mérito, porque se houve a opção pela arbitragem, a intervenção jurisdicional é indevida. - O art. 301, 4º, diz que a verificação dos pressupostos processuais pode ser feita a qualquer tempo pelo órgão jurisdicional, à exceção do compromisso arbitral. Assim, PARA QUE O JUIZ EXTINGA O PROCESSO EM RAZÃO DE COMPROMISSO ARBITRAL, DEVE HAVER PROVOCAÇÃO DA PARTE INTERESSADA. JÁ PARA A EXTINÇÃO EM RAZÃO DE CLÁUSULA COMPROMISSÓRIA, NÃO É NECESSÁRIO O REQUERIMENTO DA PARTE. - Ainda que exista uma convenção de arbitragem, nem sempre o processo será extinto pela sentença terminativa, porque se ambas as partes resolverem pela intervenção jurisdicional, a convenção de arbitragem torna-se ineficaz. 8) DESISTÊNCIA PELO AUTOR é ato unilateral do demandante. - É desistência do prosseguimento do PROCESSO, não da ação ou do direito material discutido. - Se for parcial, não haverá extinção do processo. - Se houver litisconsórcio passivo necessário, o autor não pode desistir do processo apenas em relação a um dos corréus. No litisconsórcio facultativo ativo, pode apenas um autor desistir. No facultativo passivo, pode haver desistência apenas quanto a um corréu. - Só produz efeito depois de HOMOLOGADA POR SENTENÇA (art. 158, parágrafo único) o juízo que homologou a desistência fica prevento para julgar a demanda, se eventualmente ela for reproposta (art. 253, II). - DEPOIS DE DECORRIDO O PRAZO PARA A RESPOSTA, O AUTOR NÃO PODERÁ, SEM O CONSENTIMENTO DO RÉU, DESISTIR DA AÇÃO (art. 267, 4º). Contudo, a EFETIVA APRESENTAÇÃO DE DEFESA que é o parâmetro. Às vezes, a primeira manifestação do réu no processo é a interposição de um recurso (ex.: agravo de instrumento). Nesse caso, mesmo sem a resposta, exigese o consentimento do réu. Em contrapartida, em algumas situações, mesmo com a resposta do réu o consentimento é desnecessário. Imagine que o réu, em sua defesa, requer a extinção do processo sem exame do mérito. Nesse caso, o réu não teria interesse em rejeitar a desistência. - NÃO SE ADMITE A DESISTÊNCIA APÓS A PROLAÇÃO DA SENTENÇA (STJ). - Desistência abandono: a desistência é expressa, o abandono é tácito. - Desistência do processo desistência do recurso: a do processo extingue-o sem exame do mérito, precisa ser homologada e depende de consentimento do réu se já houve resposta. A do recurso pode extinguir o processo com ou sem exame do mérito e também pode não extinguir, não precisa ser homologada e dispensa o consentimento do réu. - Desistência renúncia: a desistência não se refere ao direito, a renúncia diz respeito ao próprio direito (extinção do processo com julgamento do mérito). - A União, autarquias, fundações e empresas públicas federais só podem concordar com a desistência da causa se o autor renunciar ao direito sobre que se funda a demanda (art. 3º da Lei 9.469/97). - Na ACP, quando a associação autora desiste da demanda de forma infundada, autoriza-se que um outro colegitimado à propositura da demanda coletiva, inclusive o MP, a suceda, assumindo a posição ativa da causa (art. 5º da Lei 7.347/99). - Não se admite a desistência na ADI e na ADC (arts. 5º e 16 da Lei 9.868/99). 4
5 ALTERAÇÃO DO PEDIDO E DA CAUSA DE PEDIR ADITAMENTO (PEDIDO NOVO) TROCA DO RÉU DESISTÊNCIA ATÉ A CITAÇÃO (após, só com o CONSENTIMENTO DO RÉU e até o SANEAMENTO) ATÉ A CITAÇÃO ATÉ A CITAÇÃO ATÉ O FIM DO PRAZO PARA RESPOSTA (após, só com o CONSENTIMENTO DO RÉU e até a SENTENÇA) Info. 704 do STF (2013): O IMPETRANTE PODE DESISTIR DE MANDADO DE SEGURANÇA A QUALQUER TEMPO, AINDA QUE PROFERIDA DECISÃO DE MÉRITO A ELE FAVORÁVEL, E SEM ANUÊNCIA DA PARTE CONTRÁRIA. O MS, ENQUANTO AÇÃO CONSTITUCIONAL, COM BASE EM ALEGADO DIREITO LÍQUIDO E CERTO FRENTE A ATO ILEGAL OU ABUSIVO DE AUTORIDADE, NÃO SE REVESTE DE LIDE, EM SENTIDO MATERIAL. Por maioria de votos, o Plenário do STF decidiu que a desistência do MS é uma prerrogativa de quem o propõe e pode ocorrer A QUALQUER TEMPO, sem anuência da parte contrária e independentemente de já ter havido decisão de mérito, ainda que favorável ao autor da ação. O MS é uma ação conferida em benefício do cidadão contra o Estado e, portanto, não gera direito à autoridade pública coatora de ver o mérito da questão resolvido. Essa posição do STF representa uma mudança na jurisprudência, sendo até então majoritário o entendimento de que não seria possível a desistência do MS em momento posterior à prolação da sentença de mérito. O STJ, até então, entendia que não é possível a desistência do MS em momento posterior à prolação da sentença de mérito, ainda que favorável ao impetrante, sem anuência do impetrado. Contudo, no info. 533 (abaixo), passou a concordar com o STF. Info. 533 do STJ (2014): O IMPETRANTE PODE DESISTIR DE MS SEM A ANUÊNCIA DO IMPETRADO MESMO APÓS A PROLAÇÃO DA SENTENÇA DE MÉRITO. 9) MORTE DO AUTOR DE AÇÃO INTRANSMISSÍVEL na verdade, o direito que é intransmissível. Ex.: a morte do cônjuge que pede o divórcio durante a demanda exigirá a extinção do processo sem resolução do mérito. Info. 528 do STJ (2013): NO MANDADO DE SEGURANÇA, SE O IMPETRANTE MORRE, OS SEUS HERDEIROS NÃO PODEM SE HABILITAR PARA CONTINUAR O PROCESSO. ASSIM, FALECENDO O IMPETRANTE, O MS SERÁ EXTINTO SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO, AINDA QUE JÁ ESTEJA EM FASE DE RECURSO. ISSO OCORRE EM RAZÃO DO CARÁTER MANDAMENTAL E DA NATUREZA PERSONALÍSSIMA DO MS. 10) CONFUSÃO ENTRE AUTOR E RÉU a mesma pessoa assume as posições de autor e réu. É fato que extingue a própria obrigação. Ex.: havendo ação na qual o pai cobra dívida do filho, falecendo o primeiro e sendo o segundo o único herdeiro, haverá a confusão prevista no direito material. - Parte da doutrina entende que é caso de extinção do processo COM exame do mérito, inclusive com a produção de coisa julgada material. - A regra é que as sentenças terminativas, por não versarem sobre o mérito da causa, NÃO IMPEDEM A REPROPOSITURA DA DEMANDA, nos mesmos termos em que apresentada anteriormente. Exigese apenas o pagamento das custas e dos honorários (art. 268). Essa regra tem exceções: 1) Perempção, litispendência e coisa julgada (V) vedação expressa no art ) Existência de convenção de arbitragem (VII) identifica-se com a primeira exceção (analogia). 5
6 3) Morte do autor (IX) se o autor morre e o direito é intransmissível, é materialmente impossível repropor a demanda. 4) Confusão (X) a demanda não pode ser renovada porque a extinção em razão da confusão extingue a própria obrigação (art. 381 do CC). 5) Pressupostos processuais (IV) o autor só poderá postular em juízo novamente se comprovar que supriu o pressuposto que faltava. Note que, nesse caso, não se trataria de reproposição nos mesmos termos em que apresentada anteriormente, mas numa nova demanda. 6) Indeferimento da petição inicial (I) mesmo raciocínio: a demanda só pode ser renovada se o defeito for suprido. 7) Carência de ação (VI) mesmo raciocínio: só se o defeito for corrigido. - Com a interpretação extensiva do art. 268, percebe-se que só é permitida a renovação da causa, nos mesmos termos em que anteriormente formulada, nos casos de ABANDONO (II e III) e DESISTÊNCIA (VIII). Para que o autor volte a juízo, basta que pague as despesas do processo anteriormente extinto. DECISÕES QUE EXAMINAM O MÉRITO - O legislador acertou ao trocar a expressão julgamento de mérito por resolução de mérito. Julgamento é a verdadeira heterocomposição jurisdicional do litígio. A rigor, só há julgamento nos incisos I e IV do art A resolução de mérito engloba o julgamento e as situações em que há a simples constatação e certificação (o réu reconheceu a procedência do pedido, as partes transigiram, decadência ou prescrição, renúncia do direito pelo autor). Nessas hipóteses, a decisão que se profere é homologatória, não é propriamente um julgamento ( falsas sentenças de mérito). - Vamos às hipóteses de resolução de mérito: 1) JULGAMENTO DO PEDIDO quando o juiz acolhe (procedência) ou rejeita (improcedência) o pedido do autor. 2) AUTOCOMPOSIÇÃO a conciliação (gênero) tem como espécies a RENÚNCIA pelo autor, o RECONHECIMENTO do pedido pelo réu e a TRANSAÇÃO pelas partes (concessões mútuas). - A conciliação pode operar-se por documento elaborado extrajudicialmente, termo elaborado por escrivão ou durante a audiência. - Pode ser parcial: é uma decisão interlocutória, não extingue o processo. - Pode versar sobre aspecto que esteja fora dos limites do mérito (art. 475-N, III). - Pode ocorrer fora do âmbito do processo de conhecimento (em processo de execução ou cautelar). - Só pode haver conciliação se os direitos em jogo a permitirem. O juiz deve verificar se não há colusão das partes (art. 129) e se os advogados têm poder especial (art. 38). - Não esquecer que a autocomposição possibilita a formação de coisa julgada material. - A homologação pode dar-se já em fase recursal, quando deverá o requerimento ser dirigido ao juiz relator, por analogia com o disposto no art. 800, parágrafo único. 6
7 3) DECADÊNCIA E PRESCRIÇÃO referem-se à extinção de determinada eficácia jurídica. - Decadência é a perda do direito potestativo em razão do não exercício no prazo legal ou contratualmente estabelecido. Pode ser legal ou convencional. É fato que pode ser alegado e examinado a qualquer tempo e grau de jurisdição. - O prazo decadencial de 120 dias para impetrar MS extingue o processo sem julgamento de mérito. A decadência é do direito potestativo de escolha do procedimento especial. O que se perde é a opção de valer-se do procedimento do mandamus: o juiz constata a extinção do direito do autor de optar pela via procedimental do MS sem resolver o mérito, que fica intocado. - A prescrição encobre a eficácia de um direito a uma prestação. Pode ser reconhecida a qualquer tempo e grau de jurisdição. A decisão que reconhece a prescrição é de mérito porque diz respeito à impossibilidade de obtenção da eficácia jurídica pretendida. DECISÃO PARCIAL ( EXTINÇÃO IMPRÓPRIA ) - O legislador relaciona a extinção do processo sem (art. 267) ou com (art. 269) o julgamento de mérito à sentença: sentença é o ato do juiz que implica algumas das situações previstas nos arts. 267 e 269 (art. 162, 1º). - Esse artigo induz o entendimento de que toda decisão judicial que tenha por conteúdo uma das hipóteses previstas nesses artigos será uma sentença, mas não é bem assim. A redação do artigo tem o objetivo de ressaltar que a sentença não mais extingue o processo, tendo em vista que toda sentença de prestação, agora, dá ensejo à execução imediata, sem necessidade de outro processo para isso. O juiz não mais encerra sua atividade jurisdicional com a sentença, pois deve continuar a atuar na fase executiva. É preciso compreender a sentença como ato que encerra o procedimento na fase de conhecimento/execução e em primeira instância. O encerramento do procedimento fundar-se-á ora no art. 267, ora no art Mas a sentença nem sempre encerrará toda a fase de conhecimento/execução: pode haver recurso ou, se for competência originária do Tribunal, o ato que pode porá fim ao processo será acórdão ou decisão de relator. - Do mesmo modo, NEM TODA DECISÃO QUE TIVER POR CONTEÚDO UMA DAS HIPÓTESES DOS ARTS. 267 E 269 TERÁ POR EFEITO A EXTINÇÃO DA FASE DE CONHECIMENTO. Exemplos: a decisão que indefere parcialmente a PI; a decisão que reconhece a decadência de um dos pedidos cumulados; a decisão que exclui um litisconsorte por ilegitimidade. Nesses casos, não há uma sentença, a decisão tem base nos arts. 267 ou 269 mas não é uma sentença e não extingue o processo: é uma decisão interlocutória. - Conclusão: os arts. 267 e 269 não prevêem hipóteses em que necessariamente o processo será extinto nem estabelecem matérias que sejam exclusivas de sentença, a despeito da redação do art. 162, 1º. 7
8 SUSPENSÃO DO PROCESSO PROCESSO CIVIL Fred. Didier (aulas + livro) + Informativos do STF e STJ desde 2013 (Dizer o Direito) HIPÓTESES - A suspensão pode dizer respeito à prática de apenas alguns atos processuais. Ex.: a oposição de exceção de incompetência relativa suspende o curso do procedimento principal, mas haverá prática de outros atos processuais necessários à resolução do incidente que acabou de ser instaurado. - Art. 266: durante a suspensão é defeso praticar qualquer ato processual; poderá o juiz, todavia, determinar a realização de atos urgentes, a fim de evitar dano irreparável. - A suspensão depende de decisão judicial, a qual tem conteúdo declaratório (o processo já estaria suspenso desde a data da ocorrência do fato jurídico causador da suspensão). A suspensão com base nas hipóteses do art. 265, IV, contudo, tem conteúdo constitutivo. - São as hipóteses de suspensão: 1) MORTE OU PERDA DA CAPACIDADE PROCESSUAL DAS PARTES, DE SEU REPRESENTANTE LEGAL OU DE SEU ADVOGADO são partes o autor, o réu, o assistente, o denunciado, o opoente e as partes em um incidente. Por analogia, a extinção de uma pessoa jurídica também. - A morte pode dar ensejo à extinção do processo, se o direito objeto do litígio for intransmissível. Morte ou perda da capacidade das PARTES ou do REPRESENTANTE LEGAL ANTES do início da audiência de APÓS o início da audiência de instrução e julgamento instrução e julgamento O juiz SUSPENDERÁ O PROCESSO, O advogado CONTINUARÁ NO determinando o suprimento da PROCESSO ATÉ O FIM DA capacidade processual ou a AUDIÊNCIA, na condição de sucessão processual (art. 265, 1º). substituto processual. O processo só será SUSPENSO APÓS A PUBLICAÇÃO DA SENTENÇA OU DO ACÓRDÃO (art. 265, 1º). DO ADVOGADO O juiz marcará o prazo de 20 DIAS para que a parte constitua novo advogado. Se não o fizer no prazo, o juiz extinguirá o processo sem julgamento do mérito ou mandará prosseguir o processo à revelia do réu, tendo falecido o advogado deste (art. 265, 3º). 2) CONVENÇÃO DAS PARTES não poderá exceder 6 MESES. - Findo o prazo, o escrivão fará os autos conclusos ao juiz, que ordenará o prosseguimento do processo. - Se as partes não convencionaram expressamente o prazo, entende-se que optaram pelo prazo máximo. - Depende de aprovação do juiz, mas não há necessidade de motivação expressa. - Não é possível a suspensão com o objetivo de aumentar prazo peremptório, o que é vedado (art. 182). 3) EXCEÇÃO DE INCOMPETÊNCIA, IMPEDIMENTO E SUSPEIÇÃO vale lembrar que a exceção de impedimento/suspeição de membro do MP e auxiliar da justiça não suspende o processo. 8
9 4) PREJUDICIALIDADE OU PRELIMINARIDADE EXTERNA quando a sentença de mérito depender do julgamento de outra causa, ou da declaração de existência ou inexistência da relação jurídica, que constitua o objeto principal de outro processo pendente. - Deve-se interpretar sentença de mérito como qualquer decisão judicial. - A dependência entre as causas deve ser entendida como uma dependência lógica: a solução de uma causa depende logicamente da solução que se dê a uma outra. Essa relação de dependência pode ocorrer de 2 maneiras: uma causa é preliminar à outra (a solução que se der a uma pode impedir o exame da outra) ou prejudicial à outra (a solução que se der a uma causa pode interferir na solução que se der a outra). - Somente será suspenso o processo se não for possível a reunião das causas pendentes em um mesmo juízo. - PRAZO MÁXIMO DE 1 ANO. Info. 517 do STJ (2013): COMPETE À JUSTIÇA FEDERAL PROCESSAR E JULGAR DEMANDA PROPOSTA EM FACE DO INSS COM O OBJETIVO DE VER RECONHECIDO EXCLUSIVAMENTE O DIREITO DA AUTORA DE RECEBER PENSÃO DECORRENTE DA MORTE DO ALEGADO COMPANHEIRO, AINDA QUE SEJA NECESSÁRIO ENFRENTAR QUESTÃO PREJUDICIAL REFERENTE À EXISTÊNCIA, OU NÃO, DA UNIÃO ESTÁVEL. 5) DEPENDER DA VERIFICAÇÃO DE UM FATO OU DA PRODUÇÃO DE UMA PROVA trata-se de uma questão preliminar ao exame de mérito. O período de suspensão não pode exceder 1 ANO. - Art. 338: a carta precatória e a carta rogatória suspenderão o processo quando, tendo sido requeridas antes da decisão de saneamento, a prova nelas solicitada apresentar-se imprescindível. 6) JULGAMENTO DE QUESTÃO DE ESTADO OBJETO DE PEDIDO DE DECLARAÇÃO INCIDENTE; - Prazo máximo de 1 ANO. 7) FORÇA MAIOR conceito juridicamente indeterminado. 8) OUTROS CASOS arts. 13, 64, 72, 79, 110, 394, 881, Obs.: não esquecer a suspensão do processo em razão da concessão de medida liminar em ADC (art. 21 da Lei 9.868/99). 9
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