PARTE 2 COMO E ONDE PUBLICAR
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- Jorge Alencastre Castelo
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1 PARTE 2 COMO E ONDE PUBLICAR * Avaliação da produção * A escolha da revista * O que é avaliado pelas revistas * Razões para rejeição dos artigos * Como fazer uma revisão
2 Produção científica avaliada por força bruta Brasil entre os 20 primeiros países do mundo Número de Artigos
3 Produção científica avaliada por força bruta Brasil entre os 20 primeiros do mundo Número de Citações
4 Eficiência da produção científica brasileira (Brasil: 55% da eficiência do 20º país Irlanda) Citações/Artigos
5 PRINCIPAIS QUALIDADES DE UM PERIÓDICO CIENTÍFICO Divulgar amplamente o conhecimento Adotar revisores anônimos. Preferência por estrangeiros Estar em formato eletrônico Permitir submissões on line Publicar novidades para a comunidade científica Adotar o idioma inglês nas publicações Indexado no Web of Science e Scopus, entre outros da área Artigos gratuitos na Internet Apresentar layout agradável Ser internacional artigos de várias regiões do mundo
6 CLASSIFICAÇÃO DAS REVISTA CIENTÍFICAS * Feita por meio do fator de impacto lista publicada anualmente pelo Journal Citation Reports (JCR) * No Brasil: Qualis (classifica as revistas pelo seu fator de impacto JCR, pelas bases em que estão indexada e também por motivações específicas de determinado Comitê de Avaliação). O FI é restrito ao JCR (um segmento de uma empresa norte americana): apenas revistas inseridas na base de dados desta empresa (ISI) tem o fator de impacto calculado Revistas do Comitê de Biodiversidade (CAPES): A1: FI > 2,58 A2: FI > 1,88 Revista B1: FI > 0,625. B2: indexada na base ISI e Scopus B3: Indexados no Scielo B4 e B5: periódicos próprios para área
7 CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL DAS REVISTAS CIENTÍFICAS Década de 60: JCR (Journal Citation Reports): Fator de Impacto das revistas indexadas no WoK (Web of Knowledge) pertente a ISI (Institute for Scientific Information) Gerenciado pela Empresa Thomson. 2004: SCOPUS base similar ao WoK (ISI), criado pela Elsevier. Processo seletivo menos concorrido que o do ISI. Possui cerca de 15 mil títulos SciELO: portal restrito as revistas da América Latina e do Caribe Science Edition ( revistas): Biológicas (Agronomia, Biologia, Ecologia, Esporte, Medicina, Paleontologia, Química, Veterinária); Exatas e Humanas Social Sciences Edition ( ): Administração, Antropologia, Ciências Sociais e Políticas, Comércio, Comunicação, Direito, Economia, Educação, História, Sociologia.
8 CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL DAS REVISTAS CIENTÍFICAS Cálculo do Fator de Impacto (ISI): FI = No. de citações em 2013 N o de artigos publicados em 2011 e 2012 Maior Fator de Impacto Conhecido: 80 (Exemplo: citações em 2013 se publicou 500 artigos entre 2011 e FI = 2 (a revista é duas vezes mais citada do que produz) Revista Nacional com maior FI (2011): Journal of Medical and Biological Research (FI 2011 = 1,12). Revista Nacional com JCR elevado (Área de Ecologia: Brazilian Journal of Biology 0,625) Críticas ao FI (ISI): (i) computa auto citações e (ii) restrito às revistas do ISI. O correto seria que o FI fosse aplicado a todas as revistas do mundo, independente de estarem vinculadas ao ISI.
9 INDICADORES: CURRÍCULO PLATAFORMA LATTES
10 ÍNDICE h (criado por Hirsch em 2005) Ponderar o número de publicações pela qualidade em termos de citação. Exemplo: h = 4 (possui 4 artigos, cada um recebendo 4 ou mais citações); os demais receberam menos que 4 citações Currículo Lattes
11 Índice de Internacionalização (hi) (Komulski, 2010) Indica quantos países citaram determinado autor, usando os referenciais do índice h Exemplo: hi = 15 (o autor foi citado pelo menos 15 vezes em 15 países) Fornece condições para distinguir a ciência internacional da ciência regional O hi ainda não é utilizado pelas instituições de fomento a pesquisa do Brasil.
12 CLASSIFICAÇÃO DAS REVISTAS DE FORMA LÓGICA 1. REVISTAS REGIONAIS: publicam apenas artigos de pesquisas nacionais e é citada por pesquisadores locais 1a. Baixo impacto: são regionais, mas são conhecidas e respeitadas no seu país de origem 1b. Sem impacto: restritas a uma região do país ou a uma instituição. Revistas iniciantes ou sem expressão 2. REVISTAS INTERNACIONAIS: publicam artigos de várias regiões do mundo e é citada por pesquisadores nacionais e internacionais 2a. Alto impacto: são conhecidas por várias especialidades. Publicam artigos de várias áreas e com temas de interesse geral. Ex: Nature, Science, Plos ONE 2b. Impacto: são conhecidas e respeitadas dentro de uma especialidade. Hydrobiologia, Aquaculture, Aquatic Botany
13 O QUE PUBLICAR? O conhecimento é pautado pelas CONCLUSÕES de nossos estudos A coleta de dados é apenas a fase de levantamento de evidências A publicação é o fim último da atividade de pesquisa? NÃO! A publicação é um meio O objetivo é que nossas conclusões sejam aceitas pelos cientistas de nossa área acadêmica. A publicação é um passo importante, mas não suficiente.
14 PLANEJAMENTO DA PESQUISA COM FOCO NA REVISTA 1º Escolha o nível da revista que pretende publicar (não escolha a revista). 2º Examine artigos de revistas deste nível, na área de sua pesquisa 3º Evite artigos de autores consagrados (têm mais facilidades). Analise artigos de brasileiros publicados nessas revistas (provavelmente passaram pelo mesmo crivo rígido que seu manuscrito vai passar). 4º Examine a novidade do objetivo e da conclusão destes artigos. Estado da arte em sua especialidade 5º Examine a robustez metodológica dos artigos. As técnicas são atuais? Qual o delineamento? Houve duplo cego? No. réplicas. 6º Agora escolha o projeto que desenvolverá para atingir o nível da revista pretendido. Evite fazer a pesquisa e depois escolher as revistas.
15 ESCOLHA DA REVISTA PARA PUBLICAR 1. Enfoque do artigo de acordo com o escopo da revista 3. Escolha uma das revistas citadas no seu artigo 5. Se a revista for paga, poderá arcar com os custos da publicação? 2. Leia artigos recentes publicados na revista 4. Avalie o fator de impacto da revista 6.Arrisque a submeter a revista um pouco acima do que você acha que caberia o seu artigo 7. Cuidado para não superestimar o seu artigo: falta de respeito com os revisores e editores
16 COMO OS REVISORES AVALIAM O ARTIGO Pré análise para envio dos revisores O tema da pesquisa faz parte do escopo da revista? As conclusões obtidas estão no nível de novidade esperado para a revista? O trabalho está apresentado nas normas da revista? A redação está aceitável (inglês de bom nível)?
17 COMO OS REVISORES AVALIAM O ARTIGO Revisores: análise de conteúdo O objetivo é relevante? A introdução contextualiza o problema investigado A metodologia é robusta e coerente com o objetivo da pesquisa? Os resultados são confiáveis e necessários para atingir os objetivos e a conclusão do estudo? A discussão fundamenta as conclusões obtidas? Há conclusões fracas ou especulações? Referências importantes foram consideradas?
18 COMO OS REVISORES AVALIAM O ARTIGO Revisores: análise de forma O título é atrativo e mostra a principal novidade do estudo? O resumo indica a novidade do estudo? As palavras-chave são condizentes com o estudo? Nos métodos a sequencia de apresentação é adequada? Os principais resultados são facilmente percebidos? Há repetição de informação (figura e tabelas e textos) A discussão segue uma sequencia lógica? Há excesso de citações? As citações de literatura estão todas referidas nas referências? As frases seguem o estilo científico?
19 MANUSCRITO FOI NEGADO. O QUE FAZER? Como responder aos revisores? A maioria dos revisores de revistas internacionais faz a crítica de forma sucinta, nem sempre didática. Entenda o âmago da crítica antes de elaborar a sua resposta. Nunca destrate o revisor, mas também não mostre fraqueza. No debate com os revisores, a decisão é sempre do editor. É o juiz do processo. Recorra diretamente quando achar que algo está emperrado. Em alguns casos, é possível solicitar outro revisor para o manuscrito. Dependerá do seu poder de argumentação IMPORTANTE: Inclua apenas aquilo que você concorda. Não venda a sua alma!
20 Rejeição de Artigos Razões para rejeição: a ciência Dados incompletos Metodologia Inapropriada Objetivo da pesquisa fraco Análises insuficientes Conclusões equivocadas
21 Rejeição de Artigos Razões para rejeição: o manuscrito Normas da revista não atendidas Citações inapropriadas ou incorretas Objetivos Escrita e gramática inapropriadas Apresentação inapropriada dos dados
22 Rejeição de Artigos Razões para rejeição: outros Revista selecionada inapropriada Momento inoportuno para o envio do artigo
23 CUIDADO COM A FALÁCIA DE QUE JOVENS PESQUISADORES DEVEM PUBLICAR PRIMEIRO EM REVISTAS REGIONAIS SEM IMPACTO PARA DEPOIS TENTAR PUBLICAR EM REVISTAS DE ALTO IMPACTO O que é aceitável nos periódicos regionais não é aceito em periódicos internacionais O jovem pesquisador corre o risco de aprender conceitos errados com pareceristas pouco experientes.
24 PAPEL DA REVISÃO DE LITERATURA 1. Coletar informações para o conjunto de conhecimentos do cientista, que possam auxiliar em novas ideias e conclusões 2. Testar o grau de originalidade da pesquisa. Mostrar se o cientista está reinventando a roda ou fazendo algo inovador 3. Construir conhecimento original: Os artigos de revisão não devem ser compilações de artigos publicados por outros autores. 4. Artigos de Revisão devem representar contribuição nova ao conhecimento vigente. Por meio da síntese, solucionar problemas gerais dentro de cada área. 5. DEVE APRESENTAR CONCLUSÕES ORIGINAIS.
25 EXEMPLO DE ARTIGO DE REVISÃO
26 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA Consultando os melhores periódicos de sua área:
27 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA Consultando os melhores periódicos de sua área:
28 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA Consultando os melhores periódicos de sua área:
29 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA Consultando os melhores periódicos de sua área:
30 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA WEB OF KNOWLEDGE - ISI
31 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA
32 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA
33 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA
34 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA
35 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA
36 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA SCOPUS
37 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA SCOPUS
38 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA SCOPUS
39 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA SCOPUS
40 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA SCOPUS
41 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA
42 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA
43 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA
44 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA
45 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA
46 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA
47 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA
48 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA
49 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA
50 COMO INICIAR A REVISÃO DE LITERATURA
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