Fabricação do Cimento Portland
|
|
|
- Lídia Leal Bacelar
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1 / 36.Fabricação do Matérias primas usadas : Calcário : 90 % da mistura Componente básico do cimento fornecendo o Óxido de Cálcio. Argila : 10 % da mistura Componente usada para fornecer Silicatos de Alumínio e Ferro. Areia : Usada para corrigir o teor de sílica SiO 2 da argila. Minério de ferro : Usado para corrigir o teor de óxido de ferro Fe 2 O 3 da argila. Exemplo de uma Composição Química das Matérias Primas usadas para fabricar um atual ( % em peso ) Calcário 90 % da mistura em peso CaCO 3 Argila 10 % da mistura em peso Areia para corrigir o teor de SiO 2 da argila Minério de ferro para corrigir o teor de Fe 2 O 3 da argila Ca O 51,29 % 0,70 % 0,63 % 2,09 % Si O 2 4,16 % 64,40 % 88,23 % 7,56 % Al 2 O 3 1,50 % 15,75 % 5,02 % 0,40 % Fe 2 O 3 0,90 % 8,92 % 1,30 % 83,13 % Mg O 0,36 % 0,80 % 0,11 % 0,43 % K 2 O --- 2,79 % 2,66 % 0,08 % Na 2 O --- 0,06 % 0,37 % 0,06 % Perda ao fogo 41,00 % gás CO 2 6,14 % 1,00 % 4,92 % CaO / CaCO3 = 56% ( em peso ) ; CO2/ CaCO3 = 44 % ( em peso )
2 2 / 36 Calcário britado :CaCO3 90% peso Argila : SiO 2, Al 2 O 3, Fe 2 O 3 10% peso Jazida de CaCO3 Gás quente Temperatura ambiente Grãos com ф 25mm Balanças dosadoras. Moagem Grãos com ф 80 µm Si O 2 : Areia Correções : Fe 2 O 3 : Minério de ferro Por que moer os grãos com ф 80 µm? Ver adiante Temperatura na Entrada 350 o C Pré-aquecedor do forno Calcinação Temperatura na entrada 950 o C Zona de queima : Fusão a 1450 o C Forno rotativo Formação do clinquer Fusão a 1450 o C? CaO = 2570 o C SiO 2 = 1713 o C Al 2 O 3 =2050 o C Resfriamento do clinquer Temperatura 150 o C Grãos 40mm Britagem Gesso: CaSO 4. 2H 2 O ( 3 a 8% ) Grãos 80µm Moagem Adições, se houver : escória de alto forno pozzolana sílica ativa ( microsílica) filer calcário cinza volante (fly ash) Cimentos I, II, III, IV, V
3 3 / 36 Um pouco de História 1818 Louis J.Vicat [15] sugeria para uma Cal Hidráulica Artificial ( Cimento): o Misturar (em peso) : 15 partes de argila partes de calcário Isso correspondia a misturar em peso ( % ): o 9,7 % argila + 90,3% calcário = 100% mistura Observação: Hoje em dia ( 2011) a mistura básica é idêntica. Ver [5] : o 10 % argila + 90% calcário = 100% mistura. A fábrica de cal hidráulica artificial ( cimento), em Paris, usava, no ano de 1818, a seguinte mistura, em peso : o 20 partes de argila partes de calcário + água + moagem o ( 12,5 % argila + 87,5 % de calcário ) + água + moagem lama o a moagem era feita em moinho semelhante aos moinhos onde se moia o trigo para fazer farinha. A lama era colocada a decantar e evaporar em grandes bacias escavadas no terreno, até adquirir uma consistência de pasta, que permitisse o seu manuseio. Eram preenchidos moldes com a pasta. Cada operário moldava 5000 moldes prismáticos, por dia, num total de 1,5 m3 de mistura. Cada prisma tinha 0,3 litros 7cm x 7cm x 7cm Os prismas eram colocados a secar ao ar livre, em prateleiras, e, depois de bem secos, eram colocados no forno para a calcinação. Para a calcinação, em Paris ( 1818 ), era usada uma mistura de carvão vegetal com coque de carvão mineral. Os fornos eram primitivos. Ver as figuras adiante. Não se tem informação sobre a temperatura alcançada nesses fornos
4 4 / 36 Um pouco de História Fornos utilizados nos primeiros cimentos 1818 [15] Louis J Vicat (trans JT Smith), A Practical and Scientific Treatise on Calcareous Mortars and Cements, London Published, May 1837 by John Weale, 59, High Holborn
5 5 / 36 [ 17 ] - PCA Portland Cement Association Cements for Use in Concrete Cement Production Key Characteristics - Hydration Chemistry Processos modernos - Fornos Rotativos Transporte Silos de estocagem Em outros tipos de forno a calcinação é feita dentro do forno rotatório Pré-aquecimento e Pré-calcinação Moagem Ф < 80µm Mistura e estocagem Piro-processamento no forno rotatório Resfriamento do clinquer Transporte Moagem final Ф < 80µm Estocagem do clinquer Britagem Ф <25mm Exploração de jazida No processo de fabricação molhada (wet), a mistura das matérias primas (c), a moagem (d) e a estocagem (k) são efetuadas com as matérias primas formando uma lama.
6 6 / 36 Moagem antes de entrar no Forno. Por que moer os grãos até que o Dmáx. 80 µm antes da mistura entrar no forno! Antes de tudo deve ser lembrado que não se deve imaginar a formação dos componentes do cimento por um processo de fusão. Deve ser usado um processo de difusão entre as partes sólidas. Figura a Figura b Para facilitar esse processo, os componentes básicos da mistura devem ser introduzidos no forno já finamente moídos (ф <80 µm). Isso permite um maior contato entre as partículas das matérias primas. A mistura das matérias primas, como mostrado na figura acima, aumentada muitas vezes, consiste de partículas A e de partículas B dos diversos óxidos em contato, CaO, SiO 2, Al 2 O 3, etc... Existem muitos vazios, mas existem também muitos contatos entre os vértices, as arestas e as faces dos grãos. Ver figura a acima. Ver [14]. A reação entre esses óxidos binários ocorre pela migração dos íons entre os óxidos puros através dessas interfaces. Formam-se novas estruturas de novos óxidos. Ver partículas C na figura b acima. Nas reações entre os óxidos, os íons mais móveis são os cátions, porque eles são menores que os íons óxidos. As reações no estado sólido envolvem a completa destruição da estrutura cristalina dos óxidos. Quanto mais alta a temperatura maior a mobilidade dos íons e mais rápida a reação entre os diversos óxidos. Esse processo é chamado de sinterização. Ver o detalhe no ANEXO 1 na página 33.
7 7 / 36 Forno rotativo
8 8 / 36 Forno rotativo [ 17 ] - PCA Portland Cement Association Cements for Use in Concrete Cement Production Key Characteristics - Hydration Chemistry
9 9 / 36 [ 21 ] - Figura KHD HUMBOLDT WEDAG, fabricante de equipamentos, fornos, moinhos,..., para produção de cimentos. Reproduzida no livro de Pierre Claude Aïtcin Binders for Durable and Sustainable Concrete - Modern Concrete Technology 16 - Taylor & Francis Calcário Massa Inicial Mo = 150 Cal livre C2S C3S Massa Final Mf = 100 Argila Liquid Chama
10 10 / 36 Fabricação do clinquer do Antes de tudo deve ser lembrado que não se deve imaginar a formação dos componentes C2S e C3S por um processo de fusão. Deve ser usado um processo de difusão entre as partes sólidas. Para facilitar esse processo, os componentes básicos da mistura devem ser introduzidos no forno já finamente moídos (ф <80 µm). À medida que os componentes da mistura avançam dentro do forno, a temperatura é maior e começam a ocorrer transformações químicas e mineralógicas. Finalmente quando toda a cal CaO e toda a sílica SiO2 tiverem sido transformadas em C2S e C3S, na zona de clinquerização, é necessário resfriar rapidamente o clinquer para manter o C2S e o C3S em suas formas altamente reativas. É necessário congelar o estado de alta energia do C2S e do C3S. Se for feito um resfriamento lento o C3S se transforma de volta em C2S e esse C2S se estabiliza em um estado de baixa energia, tornandose pouco reativo. Pode-se observar, na figura acima,. como essas reações ocorrem ao longo do forno. Essa figura foi desenvolvida pela firma KHD Humboldt Wedag, fabricante de fornos de cimento. Os componentes básicos da mistura são o calcário, a argila, quartzo β e Fe2O3. No eixo horizontal X está marcada a temperatura e no eixo vertical Y está marcada a quantidade ( massa) de cada material. Inicialmente deve-se lembrar que a clinquerização ocorre com uma perda acentuada de massa dos componentes da mistura inicial. Essa perda de massa é devida à perda de CO2 do calcário CaCO3 e da H2O da argila. Pode-se observar que para produzir 1,00 tonelada de clinquer deve-se introduzir no forno 1,50 toneladas de mistura inicial. Segundo Aïtcin [19], as reações e transformações que ocorrem dentro do forno são: A primeira transformação ocorre entre 500 o C e 600 o C. É a perda de água da argila. A segunda transformação ocorre a 565 o C, e tem poucas conseqüências, e corresponde à transformação do quartzo β (low quartz) em quartzo α ( high quartz). A transformação seguinte começa a 700 o C e termina a 900 o C, é a descarbonatação do calcário. CaCO3 CaO + CO2 ( gás) Na temperatura de 700 o C e seguintes, os primeiros grupos CaO liberados são muito ativos e começam a se combinar com Al 2 O 3 para produzir C12A7. Na temperatura de 700 o C e seguintes, os primeiros grupos CaO liberados são muito ativos e começam a se combinar também com alguns dos íons Fe 3+ e com Al 3+ para formar C2 (A.F) Na temperatura de 700 o C começa a se formar a belita C2S.
11 11 / 36 Na temperatura de 900 o C : o todo o calcário CaCO 3 já está descarbonatado CO 2 ; o alguma alumina A =Al 2 O 3 já reagiu com a cal C = CaO para formar C 12 A 7 ; o alguma cal CaO já reagiu com Al 3+ e Fe 3+ para formar C2 ( A,F) ; o alguma cal CaO já reagiu com a sílica e formou a belita C2S. Na temperatura de 900 o C existe ainda muita cal CaO não combinada e alguma sílica SiO2 na forma de quartzo. Acima de 900 o C, aparecem os primeiros cristais de C3A e C4AF. Acima de 900 o C, o quartzo α se transforma em cristobalita ( uma variedade mineral da sílica SiO2, estável à alta temperatura ). A 1100 o C a cristobalita funde e isso acelera sua combinação com a cal CaO. A 1200 o C não existe mais nenhuma sílica livre. A 1250 o C começam a se formar os primeiros cristais de C3S (alita). Esses cristais se formam através da reação do excesso de cal livre CaO com os cristais de Belita já formados. A 1300 o C a mistura de C3A e C4AF começa a fundir. A 1325 o C C4AF desaparece. A 1400 o C C3A desaparece. Durante esse período o material da fusão Cálcio Ferro Alumínio age como um catalisador da transformação da Belita em Alita pela facilitação da difusão dos íons de Ca 2+ nos cristais de Belita C2S. Acima de 1425 o C, praticamente, não existe mais cal em excesso. No clinquer formado temos, na figura, 64% de Alita C3S, 14% de Belita C2S e 21 % de fase intersticial. Após a formação do clinquer é necessário resfriar rapidamente esse clinquer para congelar o C3S e o C2S no seu estado de grande reatividade. Dependendo da velocidade do resfriamento do clinquer, a fase intersticial terá tempo ou não para cristalizar. A observação ao microscópio das fases intersticiais do cimento dá uma informação sobre a velocidade de resfriamento do clinquer do cimento. Cada uma dessas reações se dá em um local do forno, como se pode observar na figura abaixo, preparada pela firma KHD HUMBOLDT WEDAG [ 21], fabricante de fornos para produção de cimentos.
12 12 / 36 [21] - Figura de KHD HUMBOLDT WEDAG, fabricante de equipamentos, fornos, moinhos,..., para produção de cimentos. Reproduzida no livro de Pierre Claude Aïtcin Binders for Durable and Sustainable Concrete - Modern Concrete Technology 16 - Taylor & Francis Chama Calcinação de CaCO3 Sinterização Ver pág. 33
13 13 / 36 Queima do combustível no interior do forno. Parte mais quente do forno : T=1450 o C É a Zona de Sinterização Foto da firma KHD HUMBOLDT WEDAG [21], fabricante de fornos para fabricação de cimentos
14 14 / 36 Forno girando Mistura escorregando [ 17 ] - PCA Portland Cement Association Cements for Use in Concrete Cement Production Key Characteristics - Hydration Chemistry Interior do forno rotativo [ 17 ] - PCA Portland Cement Association Cements for Use in Concrete Cement Production Key Characteristics - Hydration Chemistry Interior do forno rotativo
15 15 / 36 Testando a mistura de dentro do forno. [ 17 ] - PCA Portland Cement Association Training Program on Cement and Concrete Technology
16 16 / 36 Moagem final : Clinquer com Gesso Clinquer + Gesso Moinho de Bolas Cimento Portland [17] - PCA Portland Cement Association CD of Training Program on Cement and Concrete Technology - Cements for Use in Concrete Cement Production Key Characteristics - Hydration Chemistry ASTM C ASTM C ASTM C
17 17 / 36 Composição e Diagramas de Fase do Clinquer. Óxido Composição do Clínquer dos Cimentos Portland Faixa de Exemplo composição de do Clínquer Abreviatura cimento Teor um dos cimentos Portland Portland médio atuais atual (%) (%) (%) Cal Ca O C 59 a 67 65,7 64,0 Sílica Si O 2 S 16 a 26 20,9 23,0 Alumina Al 2 O 3 A 4 a 8 4,8 10,8 Ferro Fe 2 O 3 F 2 a 5 3,0 1,9 Magnésio Mg O M 0,8 a 6,5 1,9 0,4 Potássio K 2 O K 0 a 1,5 0,6 Sódio Na 2 O N 0 a 1,5 0,6 Enxofre SO 3 S 0,5 a 1,2 2,5 Cais hidráulicas naturais de Vicat [15] Anos : 1812 a 1818 Cal com maior resistência 68,7 18,3 11,0 2,0 Cal com pega mais rápida Segundo Bogue, Robert Herman ( 1929 ) [3], os componentes do clinquer podem ser estimados pelas fórmulas. Componentes do Clinquer ( composição em % de peso ): C 3 S = 4,071 CaO 7,600 SiO 2 6,718 Al 2 O 3 1,430 Fe 2 O 3 2,852 SO 3 C 2 S = 2,867 SiO 2 0,7544 C 3 S C 3 A= 2,650 Al 2 O 3 1,692 Fe 2 O 3 C 4 AF = 3,043 Fe 2 O 3 Essas fórmulas ainda são adotadas pela Norma ASTM C C = CaO, A = Al 2 O 3, S = SiO 2, H = H 2 O, F = Fe 2 O 3, S = SO 3 50,9 36,8 11,2 1,1
18 18 / 36 Caso Geral - Diagrama de Fases no Clinquer do Sistema Binário A-B sem composição intermediária AB A mistura de dois elementos diminui o ponto de fusão. Caso Geral - Sistema Binário A-B contendo 2 fases binárias A2B e AB3
19 19 / 36 Diagrama de Fases no Clinquer do cimento Portland 2570 o C Eixo CaO SiO2 Ver [1] Lea s Chemistry of Cement
20 20 / 36 Diagrama de Fases no Clinquer do Eixo CaO Al2O3 Ver [1] Lea s Chemistry of Cement
21 21 / 36 Diagrama de Fases no Clinquer do Eixo SiO2 Al2O o C Ver [1] Lea s Chemistry of Cement
22 22 / 36 Diagrama 2D de Fases do Clinquer do, antes de misturar com o gesso. ( Composição X Temperatura ) Cimento IME Geopolímero Escória de alto forno Cimento branco Cimento Portland Cimento aluminoso + Fe 2 O 3 Sistema CaO Al 2 O 3 SiO 2 O sistema CaO Al2O3 SiO2 foi estudado e pesquisado pelo Geophysical Laboratory Carnegie Institute de Washington, de 1906 a Foram pesquisados 300 sistemas de minerais formadores de rochas. Pesquisa divulgada por Rankin, G.A. and Wright, F.E., American Journal of Science 39,1 (1915). Ver [3], Bogue, R.H Para locar o cimento Portland no sistema ternário acima, somam-se os teores de Al2O3 e de Fe2O3. Segundo Lea [2] essa aproximação é aceitável.
23 23 / 36 Diagrama 2D de Fases do Clinquer do, antes de misturar com o gesso. ( Composição com Temperatura =1500 o C ) C3S C2S Ponto C = Isoterma de 1500 o C da parte do sistema CaO Al 2 O 3 SiO 2, importante para a fabricação do cimento Portland. Ver Lea s Cement Chemistry [1] C3A Diagrama Sub-Sólidos da parte do sistema CaO Al 2 O 3 SiO 2, mostrado na figura anterior. Ver Lea s Cement Chemistry [1]
24 24 / 36 Diagrama 3D de Fases do clinquer do, antes da mistura com o gesso. ( Composição X Temperatura ) Perspectiva do modelo 3D
25 25 / 36 Componentes do, Ver [1]. Componente atual Teor mínimo Teor médio Teor máximo Vicat [15] Cais naturais Anos 1812 a 1818 Teor médio Cimento IME Geopolímero [25] Teor médio CaO 58,10 64,18 68,00 (64,2) 12,4 CaO = Cal livre 0,03 1,243 3, SiO2 18,4 21,02 24,5 (23,1) 44,9 Al 2 O3 3,1 5,04 7,56 (10,8) 22,5 Fe2O3 0,16 2,85 5,78 (1,9) 0,6 MgO 0,02 1,67 7, SO3 0 2,58 5, ,5 Na2O 0 0,24 0, K2O 0,04 0,70 1, ,2 0,3 8,2
26 26 / 36 Temperatura de fusão dos componentes do cimento Portland. Fases Reação Composição (%) CaO Al 2 O 3 SiO 2 Temperatura de fusão ( o C) CaO Fusão Al2O3 Fusão SiO2 Fusão C3S Dissociação 73,68 26, C2S Fusão 65,11 34, C2S α α 1425 C2S α - β 670 C2S β γ 525 C3S2 Dissociação 58,33 41, CS Fusão 48,27 51, C3A Dissociação 62,26 37, C12A7 Fusão 48,53 51, CA Fusão 35,48 64, CA2 Dissociação 21,57 78, CaO-C2S Eutético 67,5 32, C2S-C3S2 Reação 55,32 44, CaO-C3A Reação C3A-C12A7 Eutético CaO-C3S-C2S Reação 68,4 9,2 22, CaO-C3S-C3A Reação 59,7 32,8 7, C3S-C2S-C3A Reação 58,3 33,0 8, C2S-C3A-C12A7 Eutético 52,0 41,2 6,8 1335
27 27 / 36 Micrografias da microestrutura do clinquer do cimento. Petrografia do Clinquer do. Ver [13] - Donald. A. St John C 3 S C 2 S C 4 AF C 3 A Micrografia ótica do clínquer do cimento Portland (não hidratado). Largura do campo =0.60 mm Castanho C 3 S Alita Azul C 2 S Belita A matriz é composta de: o Cinza Claro C 3 A Tri-cálcio Aluminato o Branco C 4 AF Ferrita Cálcio Alumino-Ferrita Terminologia : C = CaO A = Al 2 O 3 S = SiO 2 H = H 2 O F = Fe 2 O 3 S = SO 3
28 28 / 36 Petrografia do Clinquer do. Ver [13] - Donald. A. St John C3S C4AF C2S C3A Vazio preenchido com Resina durante a preparação da amostra Micrografia ótica ( luz refletida ) do clínquer do cimento Portland não hidratado. Largura do campo =0.68 mm C = CaO ; A = Al 2 O 3 ; S = SiO 2 ; H = H 2 O ; F = Fe 2 O 3 ; S = SO 3 Segundo as fórmulas de Bogue, Robert Herman ( 1929), adotadas pela Norma ASTM C Ver [3]. Composição em peso : C 3 S = 4,071 CaO 7,600 SiO 2 6,718 Al 2 O 3 1,430 Fe 2 O 3 2,852 SO 3 C 2 S = 2,867 SiO 2 0,7544 C 3 S C 3 A= 2,650 Al 2 O 3 1,692 Fe 2 O 3 C 4 AF = 3,043 Fe 2 O 3
29 29 / 36 Textura do clinquer do cimento Portland Ver [1] - Lea s Chemistry of Cement. C2S Belita Circular Resina Resina C3S Alita Hexagonal Resina de impregnação da amostra Micrografia ótica, luz refletida, do clínquer do cimento Portland não hidratado. Largura do campo : 0,19 mm = 190 µm ( espessura de 2 folhas de papel ) Os cristais cor de bronze mostrando forma hexagonal são C3S ( Alita ). Os cristais escuros e arredondados são C2S ( Belita ). A massa entre os grãos de C3S e C2S é composta de ferrita C4AF e de C3A As bolhas são de resina epóxi usada na preparação da amostra.
30 30 / 36 Textura do clinquer do cimento Portland Ver [1] - Lea s Chemistry of Cement. Belita C2S Alita C3S Belita incrustada na Alita C4AF e C3A Micrografia ótica, com luz refletida, do clínquer do cimento Portland não hidratado. Largura do campo : 0,17 mm = 170 µm ( espessura de duas folhas de papel ). Os cristais com forma prismática, são C3S ( Alita ). Os cristais arredondados são C2S ( Belita ). A massa entre os grãos de C3S e C2S é composta de ferrita ( C4AF ) e de C3A.
31 31 / 36 Textura do clinquer do cimento Portland Ver [1] - Lea s Chemistry of Cement. C4AF = Ferrita ( branco ) C3S Alita C3A Dendrites Micrografia ótica, com luz refletida, do clínquer do cimento Portland não hidratado. Cristalização da fase intersticial.nessa micrografia a textura é dendritica. Largura do campo : 97 µm ( espessura de uma folha de papel ). Os cristais com forma prismática, são C3S ( Alita ). Os cristais escuros e arredondados são C2S ( Belita ). Fase intersticial em forma dendritica (forma de uma árvore com seus galhos ) As dendrites (em forma de galhos) são C3A, ou mistura de C3A com C2S. A massa clara é ferrita ( C4AF)
32 32 / 36 Textura do clinquer do cimento Portland Ver [1] - Lea s Chemistry of Cement. Belita C2S Alita C3S Micrografia ótica, luz refletida, do clínquer do cimento Portland não hidratado. Largura do campo: 97 µm ( espessura de uma folha de papel ). A belita ( C2S ) aparece em ninhos. Esses ninhos provavelmente se formaram a partir de grandes cristais de quartzo que reagiram com a cal e com a argila, formando belita e uma grande quantidade de material intersticial fundido. Os cristais de alita são fortemente agrupados em zonas. O ataque químico, feito na amostra, mostra diferenças de composição na alita (C3S ). Essa diferença aparece como diferença no sombreamento.
33 33 / 36 ANEXO 1 - SINTERIZAÇÃO Laboratório LMDM - CETEC-MG Exemplo : Sinterização de microesferas de vidro. Microesferas de vidro com 1mm de diâmetro, à temperatura ambiente. Microesferas de vidro aquecidas a 750 o C durante uma hora. As microesferas, com 1mm de diâmetro, coalecem e pode-se notar a formação dos pescoços nos pontos de contato das esferas As microesferas, com 1mm de diâmetro, sinterizam e apresentam os pescoços característicos do processo de sinterização.
34 34 / 36 Referências : 1. Lea s Chemistry of Cement and Concrete Fourth Edition Editor: Peter C. Hewwlett Editora Arnold F.M.Lea The Chemistry of Cement and Concrete First Edition 1935 Chemical Publishing Co., Inc. - Third edition Bogue, Robert Herman The Chemistry of Portland Cement Reinhold Publisshing Corporation J. Bensted and P. Barnes - Structure and Performance of Cements second edition 2002 Edited by J. Bensted and P. Barnes SPON PRESS 5. Holdercim José Eduardo Kattar Nilton Jorge Almeida Dale P. Bentz - Building and Fire Research Laboratory- NIST -National Institute of Standards and Technology J. Am. Ceram. Soc. 80 [1] 3-21 (1997) 7. V.S. Ramachandran & James J. Beaudoin TEM Studies of Cement Hydration " Noyes Publications G.W.Groves - Microstructural Development During Hydration of Cement Oxford University - Materials Research Society - Volume Dale P. Bentz - Three- Dimensional Computer Simulation of Portland Cement Hydration and Microstructure Development.- Building and Fire Research Laboratory NIST National Institute of Standards and Technology - J. Am. Ceram. Soc. 80 [1] 3-21 (1997 )
35 35 / Ivan Odler - Special Inorganic Cements Modern Concrete Technology Series Library Binding - (June 2000) 11. H. F. W. Taylor Cement Chemistry (2nd Edition) Thomas Telford Publishing Shondeep L. Sarkar - Scanning Electron Microscopy, X-Ray Microanalysis of Concretes - Handbook of Analytical Techniques in Concrete Science and Technology Principles, Techniques and Applications - V.S. Ramachandran & James J. Beaudoin Noyes Publications Donald. A. St John, Alan W. Poole & Ian Sims - Concrete Petrography A handbook of investigative techniques - John Wiley Mark T. Weller Inorganic Materials Chemistry Oxford Chemistry Primers Vicat, Louis Joseph - Mortiers et Ciments Calcaires 1ª edição ª edição (tradução para o inglês) 1837 (translation JT Smith), A Practical and Scientific Treatise on Calcareous Mortars and Cements, John Weale, London, reeditada em Vagn C. Johansen, Peter C. Taylor, Paul D. Tennis Effect of Cement Characteristics on Concrete Properties P.C.A. Concrete Thinking PCA Portland Cement Association CD of Training Program on Cement and Concrete Technology - Cements for Use in Concrete Cement Production Key Characteristics - Hydration Chemistry ASTM C ASTM C ASTM C Richard K. Meade - The Chemical and Physical Examination of Portland Cement - THE CHEMICAL PUBLISHING COMPANY EASTON, PA. USA Pierre Claude Aïtcin Binders for Durable and Sustainable Concrete - Modern Concrete Technology 16 - Taylor & Francis Pierre Claude Aïtcin High-performance concrete E&FN Spon KHD HUMBOLDT WEDAG, fabricante de fornos, moinhos,..., para produção de cimentos
36 36 / Portland Cement Association PCA - Cement Research Library DVD 025 : Cement Chemistry Properties Manufacture Environment Energy Safety 2008 edition 23. Kurt E. Peray The Rotary Cement Kiln Chemical Publishing Co., Inc. 24. Richard K. Meade Portland Cement Its composition, Raw Materials, Manufacture, Testing and Analysis - THE CHEMICAL PUBLISHING CO. EASTON, PA. USA Eduardo Thomaz Cimento geopolimérico Dissertação IME -2000
Ensaio criado por L. J. Vicat em 1818. Pega do Cimento
1 / 8 Solidificação e Endurecimento do Cimento Ensaio criado por L. J. Vicat em 1818. Pega do Cimento L. J. Vicat : Ano de implantação do ensaio = 1818 ASTM C191-1992 e NBR 11581 Aparelhagem para ensaio
ARGAMASSAS E CONCRETOS RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO
ARGAMASSAS E CONCRETOS RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO Definição: O cimento Portland é um pó fino com propriedades aglutinantes que endurece sob a ação da água, ou seja, é um aglomerante ativo hidráulico. Influência
Cimento Portland Fabricação Composição química Propriedades
Cimento Portland Fabricação Composição química Propriedades É um aglomerante hidráulico obtido pela moagem do clínquer Portland com adições de gesso e, eventualmente, escória básica de alto-forno, pozolana
Programa de Pós-Graduação em Engenharia Urbana. Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil.
Programa de Pós-Graduação em Engenharia Urbana Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil Aglomerantes Referência desta aula Mehta & Monteiro (1994), Capítulo
Hidratação do Cimento
1 / 4 Hidratação do cimento Portland Nomenclatura : C S Ca SiO CaO SiO = cálcio silicato alite, quando impuro 5 C S Ca SiO 4 CaO SiO = cálcio silicato belite, quando impuro C A Ca Al O CaO Al O = cálcio
LIGANTES HIDRÓFILOS. Hidráulicos. Aplicações argamassas e betões. resistem à água. - cal hidráulica - cimento. aéreos. não resistem à água
Aplicações argamassas e betões aéreos Hidráulicos não resistem à água resistem à água - cal hidráulica - cimento - cal aérea - gesso 1 CIMENTO Classificação Constituição Propriedades no desempenho Cimentos
Concretos com adições Zona de Transição na Interface.
Concretos com adições Zona de Transição na Interface. C. S. Thomaz 1 / 1 Zona de Transição na Interface Agregado X Pasta de cimento The ITZ in concrete a different view based on image analysis and SEM
Hidratação do Cimento
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Engenharia Civil Hidratação do Cimento Prof. Mayara Moraes Custódio Pega x Endurecimento Pega: período de fenômenos químicos em que ocorrem desprendimento de calor
ARGAMASSAS E CONCRETOS ADIÇÕES
ARGAMASSAS E CONCRETOS ADIÇÕES Adições Minerais CONCEITUAÇÃO Definição: São materiais adicionados ao concreto (com teores superiores a 5%) que tem a função de substituir o cimento ou se somar a ele devido
Materiais constituintes do Concreto. Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira
Materiais constituintes do Concreto Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira Cimento Portland Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira Fonte: Egydio Herve Neto Dario Dafico Silvia Selmo P.K. Mehta and P.J.M. Monteiro Eletrobras
Prof. Pierre Claude Aïtcin. Livro : Binders for Durable and Sustainable concrete Série : Modern Concrete Technology 15 Taylor & Francis -2008
1 / 10 Prof. Pierre Claude Aïtcin Livro : Binders for Durable and Sustainable concrete Série : Modern Concrete Technology 15 Taylor & Francis -2008 O Prof. Pierre Claude Aitcin, autor do livro High Performance
Prof. Pierre Claude Aïtcin. Livro : Binders for Durable and Sustainable concrete Série : Modern Concrete Technology 15 Taylor & Francis -2008
1 / 9 Prof. Pierre Claude Aïtcin Livro : Binders for Durable and Sustainable concrete Série : Modern Concrete Technology 15 Taylor & Francis -2008 O Prof. Pierre Claude Aitcin, autor do livro High Performance
Cimento Portland CIMENTO CLÍNQUER. Sumário CIMENTO PORTLAND
Universidade Paulista Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia Departamento de Engenharia Civil Materiais de Construção Civil Professora Moema Castro, MSc. TECNOLOGIA DO CONCRETO AULA 02 CAPITULO 2 NEVILLE,
ELEMENTOS CONSTITUINTES DO CONCRETO
ELEMENTOS CONSTITUINTES DO CONCRETO O concreto, de emprego usual nas estruturas, são constituídos de quatro materiais: 1. Cimento Portland 2. Água 3. Agregado fino 4. Agregado graúdo O cimento e a água
Instituto Federal da Bahia Campus Feira de Santana Materiais de Construção I Professora Moema Castro, MSc. T E C N O L O G I A D O C O N C R E T O
Instituto Federal da Bahia Campus Feira de Santana Materiais de Construção I Professora Moema Castro, MSc. T E C N O L O G I A D O C O N C R E T O CIMENTO A U L A 02 CAPITULO 2 NEVILLE, A. M. Tecnologia
ESTUDO DO USO DE COMBUSTÍVEIS ALTERNATIVOS NO FORNO DA INDÚSTRIA DO CIMENTO
ESTUDO DO USO DE COMBUSTÍVEIS ALTERNATIVOS NO FORNO DA INDÚSTRIA DO CIMENTO B. L. VÉRAS 1, J. I. SOLLETI 1, E.M.CARNEIRO FILHO², W.U.LEITE¹, T.A.F. ROCHA¹ 1 Universidade Federal de Alagoas, Curso de Engenharia
Aglomerantes para construção civil
Associação Educativa Evangélica UniEvangélica Curso de Engenharia Civil Professora Moema Castro, MSc. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL I AGLOMERANTES CAPÍTULOS 22 e23 Aglomerantes para construção civil Aglomerante
Sílica Ativa e Cinza Volante. Matheus Hornung de Souza Pedro Mozzer
Sílica Ativa e Cinza Volante Matheus Hornung de Souza Pedro Mozzer Materiais Pozolânicos Material Pozolânico: São materiais silicosos ou silico-aluminosos, finamente divididos que, na presença de água,
Sumário. Conceitos. Conceitos Produção e consumo Tipos e aplicações Composição química Características dos compostos Leitura obrigatória
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL TR Tecnologia dos Revestimentos Aula 3 Argamassas de revestimento: cimento Sumário Conceitos Produção e consumo Tipos e aplicações Composição química Características
Sumário. Conceitos. Conceitos Produção e consumo Tipos e aplicações Composição química Características dos compostos Leitura obrigatória
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL TR Tecnologia dos Revestimentos Aula 3 Argamassas de revestimento: cimento Sumário Conceitos Produção e consumo Tipos e aplicações Composição química Características
ARGAMASSAS E CONCRETOS CIMENTOS
ARGAMASSAS E CONCRETOS CIMENTOS DEFINIÇÃO O cimento Portland é um pó fino com propriedades aglutinantes que endurece sob a ação da água, ou seja, é um aglomerante ativo hidráulico. HISTÓRICO O material,
ADIÇÕES OU SUBSTITUTOS PARCIAIS DO CIMENTO PORTLAND
Adição material inorgânico, com finura à do cimento, adicionado ao betão o na amassadura para melhorar certas propriedades ou para adquirir propriedades especiais Tipos de adições Podem substituir parcialmente
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CAL
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CAL DEFINIÇÃO A cal é um aglomerante aéreo inorgânico ou mineral, produzido a partir de rochas calcárias, que reage em contato com o ar. A cal pode ser considerada o produto manufaturado
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Concreto translúcido M.Sc. Arq. Elena M. D. Oliveira Concreto Translúcido Uma empresa húngara desenvolveu um tipo de concreto que, misturado a uma pequena porcentagem de fibras
MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO DA REACTIVIDADE DE UMA POZOLANA
MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO DA REACTIVIDADE DE UMA POZOLANA Métodos baseados Na determinação da tensão de rotura de pastas ou argamassas Na determinação do grau de combinação do Ca(OH) 2 com a pozolana Ex:
PANORAMA DO COPROCESSAMENTO DE RESÍDUOS EM FORNOS DE CIMENTO NO BRASIL
60CBC0549 PANORAMA DO COPROCESSAMENTO DE RESÍDUOS EM FORNOS DE CIMENTO NO BRASIL Autores: Arnaldo Forti Battagin Fernando Dalbon Cardoso Associação Brasileira de Cimento Portland Panorama do coprocessamento
METALURGIA EXTRATIVA DOS NÃO FERROSOS
METALURGIA EXTRATIVA DOS NÃO FERROSOS PMT 2509 PMT 3409 Flávio Beneduce SEPARAÇÃO MAGNÉTICA SEPARAÇÃO MAGNÉTICA SEPARAÇÃO ELETROSTÁTICA Baseia-se nas diferenças de algumas de suas propriedades, tais como:
PRINCIPAIS COMPONENTES DO CRÚ E DO CLÍNQUER PORTLAND
PRINCIPAIS COMPONENTES DO CRÚ E DO CLÍNQUER PORTLAND 1 COMPONENTES DA MATÉRIA-PRIMA Inicial Após perder água e CO 2 no forno C S A F Principais _ S Outros H H 2 O 2 COMPONENTES DA MATÉRIA-PRIMA Objectivos:
Materiais Cerâmicos Formulação. Conceitos Gerais
Materiais Cerâmicos Formulação Conceitos Gerais Mulita - Síntese Objetivo : sintetizar mulita 3Al 2 O 3.2SiO 2 ou Al 6 Si 2 O 13 A mulita é uma fase cerâmica obtida pela reação entre alumina e sílica em
08:59 1. Ligantes de construção cimento, cal, gesso, betume, asfalto (hidrófobos)
Materiais de Construção I Ligantes: Tipos de Ligantes: 1) Ligantes aéreos (Cal aérea e Gesso) ) Ligantes Hidráulicos (Cal Hidráulica e Cimento). Cimento portland: Definição Composição da matéria-prima
INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS. Prof. Carlos Falcão Jr.
INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS Prof. Carlos Falcão Jr. Sucatas de ferro (componentes desgastados, quebrados) também servem como matériaprima. INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS 1) Matérias-primas
DECIV EM UFOP Aglomerantes Cimento Portland
MATERIAIS DE CONSTRUÇAO DECIV EM UFOP Aglomerantes Cimento Portland Cimento Portland Cimento Portland 3 Cimento Portland Aglomerante hidráulico produzido a partir da moagem do clínquer constituído por
Avaliação da Reatividade do Carvão Vegetal, Carvão Mineral Nacional e Mistura Visando a Injeção em Altos- Fornos
Avaliação da Reatividade do Carvão Vegetal, Carvão Mineral Nacional e Mistura Visando a Injeção em Altos- Fornos Janaína Machado, Eduardo Osório, Antônio C. F. Vilela Sumário Introdução Objetivo Parte
Elementos de Introdução ao Betão Estrutural
Mestrado em Engenharia Civil 2011 / 2012 Elementos de Introdução ao Betão Estrutural Eduardo S. Júlio 0/46 Sumário 1. Notas históricas sobre a Construção em Betão 2. O cimento Portland 3. O betão de cimento
PROCESSOS DE AGLOMERAÇÃO DE MINÉRIOS. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Depto. Eng. Metalúrgica e de Materiais
PROCESSOS DE AGLOMERAÇÃO DE MINÉRIOS Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Depto. Eng. Metalúrgica e de Materiais Mineração CORPO DE MINÉRIO Hematita + ganga Fe 2 O 3 SiO 2, Al 2 O 3, CaO, MgO,
MINÉRIOS DE FERRO E PROCESSOS DE AGLOMERAÇÃO. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Depto. Eng. Metalúrgica e de Materiais
MINÉRIOS DE FERRO E PROCESSOS DE AGLOMERAÇÃO Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Depto. Eng. Metalúrgica e de Materiais Mineração CORPO DE MINÉRIO Hematita + ganga Fe 2 O 3 SiO 2, Al 2 O 3,
APOSTILA - CIMENTOS. 1. História. 2. Empregos e Economia. 3 Definição
1 APOSTILA - CIMENTOS 1. História 2. Empregos e Economia 3 Definição Cimento é o nome dado a materiais pulverulentos que, ao serem misturados com água formam uma pasta que pode ser facilmente moldada,
Diego Eugênio Bulhões de Oliveira MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO
Diego Eugênio Bulhões de Oliveira MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO 1 AGREGADOS Classificação: mais prática do que geológica Elemento predominante na composição das rochas silicosas (sílica) calcárias (carbonato
CIMENTO PORTLAND F M C P R O F ª B Á R B A R A S I L V É R I A
AGLOMERANTES CIMENTO PORTLAND F M C P R O F ª B Á R B A R A S I L V É R I A COMPOSIÇÃO Cimento Portland é a denominação técnica do material usualmente conhecido na construção civil como CIMENTO; Foi criado
A interação entre dois componentes pode ser de mais de um tipo e consequentemente vários diagramas de equilíbrio podem ser obtidos, os quais podem
Diagramas Binários A interação entre dois componentes pode ser de mais de um tipo e consequentemente vários diagramas de equilíbrio podem ser obtidos, os quais podem ser divididos em 4 classes gerais:
HIDRATAÇÃO. Hidratação e microestrutura
LIGANTES HIDRÓFILOS CIMENTOS HIDRATAÇÃO Hidratação e microestrutura Cimento endurecimento lento Principalmente por causa da belite Por isso, NUNCA se considera que as reacções se completaram, mas sim que
Eng. Marcelo Cândido
CIMENTO Eng. Marcelo Cândido [email protected] Concreto é Um sistema heterogêneo de agregados minerais inorgânicos, sólidos, discretos, graduados em tamanho, usualmente plutônicos (feldspatho-silícios
MCC I Cal na Construção Civil
MCC I - AGLOMERANTES MCC I Aglomerantes Aglomerante Aéreo Cal na Construção Civil Definição: A cal é um aglomerante inorgânico, produzido a partir de rochas calcárias, composto basicamente de cálcio e
Adições Minerais ao Concreto Materiais de Construção II
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Engenharia Civil Adições Minerais ao Concreto Materiais de Construção II Professora: Mayara Moraes Adições Minerais ASTM C125 Aditivos/adições (Admixtures): Qualquer
Fornos tradicionais do Alentejo: processo de fabrico da cal. Maria Goreti Margalha
Fornos tradicionais do Alentejo: processo de fabrico da cal Maria Goreti Margalha [email protected] O processo de fabrico da cal poderá ter sido descoberto de forma ocasional quando, junto ao
Aglomerantes. Cimento Adições Cal Gesso
Aglomerantes Cimento Adições Cal Gesso Aglomerante Material ligante que tem por objetivo promover a união entre os grãos dos agregados. AGLOMERANTE + ÁGUA = PASTA AGLOMERANTE + AGREGADO MIÚDO + ÁGUA =
PROCESSOS DE AGLOMERAÇÃO DE MINÉRIOS
PROCESSOS DE AGLOMERAÇÃO DE MINÉRIOS Minérios Os minérios de ferro: hematíticos (Fe 2 O 3 ), magnetíticos (Fe 3 O 4 ), Ilmeníticos (FeTiO 3 ), limoníticos (óxido de ferro hidratado) Os minérios brasileiros:
Necessária onde a sinterização no estado sólido não é possível (Si 3
Líquido tem a função de cobrir as partículas dos pós e causar uma rápida densificação a temperaturas mais baixas que as necessárias para a sinterização no estado sólido Necessária onde a sinterização no
Linha de Produtos. para o Mercado de Refratários. Aluminas Calcinadas e Hidratos
Linha de Produtos para o Mercado de Refratários Aluminas Calcinadas e Hidratos FerSiN MgO Eletrofundido Bauxita Refratária ZrO2 Eletrofundido Zirconita Silício Metálico Microssílica base ZrO2 Microssílica
CAL AÉREA E CAL HIDRÁULICA
CAL AÉREA E Cozedura dos calcários (CaCO 3 ) 1 dos ligantes artificais mais antigos Calcário Calcário margoso Marga calcária CaCO 3 ( 100%) CaCO 3 + argila (< 50%) argila + CaCO 3 (< 50%) 800/900 ºC CaCO
Tecnol. Mecânica: Produção do Ferro
A história do homem é a história do domínio da tecnologia dos materiais. Não é à toa que alguns de seus períodos se confundem com os materiais mais usados neles: Idade da Pedra, Idade do Bronze, Idade
Endurecimento por dispersão de fases e diagramas de fases eutéticos
UNIVESIDADE DE SÃO PAULO EESC/IFSC/IQSC SCM5757 Ciência dos Materiais I Endurecimento por dispersão de fases e diagramas de fases eutéticos Prof. Dra. Lauralice Canale 1º semestre de 2017 1 Compostos intermetálicos
Processos Pré-Extrativos
Universidade Federal do Pará Instituto de Tecnologia Tecnologia Metalúrgica Prof. Dr. Jorge Teófilo de Barros Lopes Campus de Belém Curso de Engenharia Mecânica 12:03 TECNOLOGIA METALÚRGICA Processos Pré-Extrativos
Materiais de Construção. Prof. Aline Fernandes de Oliveira, Arquiteta Urbanista 2010
Materiais de Construção de Oliveira, Arquiteta Urbanista 2010 POZOLANAS POZOLANAS HISTÓRICO - Há mais de 2000 anos atrás, os Romanos utilizavam um material nas construções, chamado Pulvis Puteolonis, que
Tecnologia de aditivos e adições para conreto
[email protected] Tecnologia de Aditivos e adições para concreto Parte 01 Eng Geniclesio Santos Coordenador Técnico Salvador, 15 de setembro de 2014 1.1. Programa Parte 1 1.1. Apresentação
Hoje é praticamente impossível encontrar alguma área da atividade humana na qual o metal não esteja presente e intimamente ligado ao desenvolvimento.
Hoje é praticamente impossível encontrar alguma área da atividade humana na qual o metal não esteja presente e intimamente ligado ao desenvolvimento. Mas para isso, o homem percorreu um longo caminho.
24/11/2016. Cimento Aluminoso. Origem, um breve histórico. Origem, um breve histórico. Origem, um breve histórico. Origem, um breve histórico
N5 Cimento Aluminoso A palavra CIMENTO é originada do latim CAEMENTU Designava na velha Roma, espécie de pedra natural de rochedos e não esquadrejada A cerca de 4.500 anos, os imponentes monumentos do
Materiais constituintes do Concreto. Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira
Materiais constituintes do Concreto Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira Adições Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira Fonte: Egydio Herve Neto Dario Dafico Silvia Selmo Rubens Curti, 3/42 Adições Adições minerais são
ALTO FORNO E ACIARIA. Curso: Engenharia Mecânica Disciplina: Tecnologia Metalúrgica Período: Prof. Ms. Thayza Pacheco dos Santos Barros
ALTO FORNO E ACIARIA Curso: Engenharia Mecânica Disciplina: Tecnologia Metalúrgica Período: 2017.1 Prof. Ms. Thayza Pacheco dos Santos Barros 1 Alto forno Serve para produzir o ferro gusa, que é uma forma
ESTUDO DO EFEITO POZOLÂNICO DA CINZA VOLANTE NA PRODUÇÃO DE ARGAMASSAS MISTAS: CAL HIDRATADA, REJEITO DE CONSTRUÇÃO CIVIL E CIMENTO PORTLAND
ESTUDO DO EFEITO POZOLÂNICO DA CINZA VOLANTE NA PRODUÇÃO DE ARGAMASSAS MISTAS: CAL HIDRATADA, REJEITO DE CONSTRUÇÃO CIVIL E CIMENTO PORTLAND K.C. FERREIRA 1, D.N.P. CARDOSO 1, S.G. e GONÇALVES 1, J. A.
INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS. Prof. Carlos Falcão Jr.
INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS Prof. Carlos Falcão Jr. 2. PROCESSOS HIDROMETALÚRGICOS Ocorrem na interface entre as fases sólida e líquida Temperaturas entre 10 e 300ºC São divididos em diferentes
6 - Microestrutura Fases
24 6 - Microestrutura 6-1. Fases Um cubo de gelo flutuando na água e a atmosfera que os envolve são exemplos dos três estados da matéria, sem dúvida, mas também são exemplos de fases (Figura 6-1). Uma
Introdução. Palavras-Chave: Reaproveitamento. Resíduos. Potencial. Natureza. 1 Graduando Eng. Civil:
CARACTERIZAÇÃO DA CINZA DO EUCALIPTO E SEU USO EM MATERIAIS CERAMICOS Mateus Nogueira da Silva 1 Wendell Fernandes da Silva 2 Willian Cleber Almeida Pimentel 3 Gabriel Pinto da Silva Neto 4 Resumo: Nos
AVALIAÇÃO DE PARÂMETROS FÍSICOS E QUÍMICOS PARA A PRODUÇÃO DE ARGAMASSAS UTILIZANDO CINZA VOLANTE E RESÍDUO DA CONSTRUÇÃO CIVIL
AVALIAÇÃO DE PARÂMETROS FÍSICOS E QUÍMICOS PARA A PRODUÇÃO DE ARGAMASSAS UTILIZANDO CINZA VOLANTE E RESÍDUO DA CONSTRUÇÃO CIVIL K. C. FERREIRA 1, S. G. e GONÇALVES 1, D.N.P CARDOSO 1, J. A. da S. SOUZA
Diagramas de Fases. Universidade de São Paulo. Escola de Engenharia de São Carlos. Departamento de Engenharia de Materiais
Universidade de São Paulo Escola de Engenharia de São Carlos Departamento de Engenharia de Materiais Diagramas de Fases Engenharia e Ciência dos Materiais I Prof. Dr. Cassius O.F.T. Ruchert Revisão: Prof.
Equilíbrio entre fases condensadas
Equilíbrio entre fases condensadas Módulo III - Físico Química Avançada Profa. Kisla P. F. Siqueira Introdução Diagramas de fase; Sistemas simples; Regra das fases de Gibbs; Sistemas binários; Sistemas
Processos Pré-Extrativos
Universidade Federal do Pará Instituto de Tecnologia Tecnologia Metalúrgica Prof. Dr. Jorge Teófilo de Barros Lopes Campus de Belém Curso de Engenharia Mecânica 24/05/2018 08:16 TECNOLOGIA METALÚRGICA
USO E APLICAÇÕES. Módulo 2 O que é Vidro?
USO E APLICAÇÕES Módulo 2 O que é Vidro? O QUE É VIDRO? O VIDRO É Substância inorgânica Homogênea Amorfa (sem forma definida) Obtida através do resfriamento de uma massa em fusão entorno de 1500ºC QUALIDADES
Microestrutura (fases) Parte 5
Microestrutura (fases) Parte 5 DIGRM DE FSES DO SISTEM Fe - DIGRM DE FSES DO SISTEM Fe Ferros Família dos aços Família dos ferros fundidos Soluções sólidas: Ferro δ ustenita Ferrita omposto estequiométrico:
MATERIAIS DE CONSTRUÇAO. DECIV EM UFOP Aglomerantes Cimento Portland
MATERIAIS DE CONSTRUÇAO DECIV EM UFOP Aglomerantes Cimento Portland Cimento Portland Cimento Portland 3 Cimento Portland Aglomerante hidráulico produzido a partir da moagem do clínquer constituído por
Fundamentos da Pirometalurgia
Fundamentos da Pirometalurgia Prof. Luiz T. F. Eleno Departamento de Engenharia de Materiais Escola de Engenharia de Lorena Universidade de São Paulo 2016 LOM3027 (EEL-USP) Fundamentos da Pirometalurgia
Estudo do uso de carvão vegetal de resíduos de biomassa no sistema de aquecimento dos fornos de produção do clínquer de cimento portland.
Estudo do uso de carvão vegetal de resíduos de biomassa no sistema de aquecimento dos fornos de produção do clínquer de cimento portland. Aluno: Bruno Damacena de Souza Orientador: Francisco José Moura
Composição dos Solos
Composição dos Solos Composição do Solo Fragmentos de rocha Minerais primários Minerais secundários: Argilo-minerias Silicatos não cristalinos Óid Óxidos e hidróxidos hidóid de ferro e alumínio íi Carbonatos
PRODUÇÃO DE FERRO E AÇO FERROS FUNDIDOS. Ciência e Engenharia dos Materiais I Profa. Dra. Lauralice Canale
PRODUÇÃO DE FERRO E AÇO FERROS FUNDIDOS Ciência e Engenharia dos Materiais I Profa. Dra. Lauralice Canale Recursos - Minerais Recursos - Minerais Recursos - Minerais Recursos - Minerais Recursos - Minerais
Redução de minério de ferro em alto-forno
Redução de minério de ferro em alto-forno Prof. Luiz T. F. Eleno Departamento de Engenharia de Materiais Escola de Engenharia de Lorena Universidade de São Paulo 2016 LOM3027 (EEL-USP) Alto-forno Prof.
CAPÍTULO II - COMPOSTOS DO CLÍNQUER PORTLAND
4 CAPÍTULO II - COMPOSTOS DO CLÍNQUER PORTLAND 1. INTRODUÇÃO Industrialmente, o processo de fabricação do clínquer Portland consiste na mineração e britagem das matérias-primas, seguindo-se a preparação
Soldagem por Alta Frequência. Maire Portella Garcia -
Soldagem por Alta Frequência Maire Portella Garcia - E-mail: [email protected] Freqüência: 450KHZ Profundidade por aquecimento: Somente poucos centésimos de milímetros condutividade térmica provoca
Disciplina : Metalurgia Física- MFI Professores: Guilherme Ourique Verran - Dr. Eng. Metalúrgica. Aula 05 - Solidificação e Equilíbrio
Disciplina : - MFI Professores: Guilherme Ourique Verran - Dr. Eng. Metalúrgica Aula 05 - Solidificação e Equilíbrio Desenvolvimento das Microestruturas sob condições de Equilíbrio e de Não Equilíbrio
Noções de siderurgia. Materiais metálicos, processos de fabricação de ligas ferrosas
Noções de siderurgia Materiais metálicos, processos de fabricação de ligas ferrosas Resumo do processo MINÉRIO+ CARVÃO(Coque ou carvão vegetal) + FUNDENTE (calcário) são adicionados ao ALTO FORNO que produz
Reações químicas aplicas ao processamento de materiais cerâmicos
Reações químicas aplicas ao processamento de materiais cerâmicos Em vários casos, no processo de fabricação de peças cerâmicas, as reações entre os diferentes constituintes dos corpos cerâmicos são interrompidas
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I AULA 01: AGLOMERANTES
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I AULA 01: AGLOMERANTES UNIDADE 01 [2019/1] PROFESSORA: MOEMA CASTRO DISCIPLINA: MACO I IFBA FEIRA DE SANTANA MATERIAL DE APOIO BAUER, L FALCÃO MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO VOL 1 E 2
INTEMPERISMO QUÍMICO MUDANÇAS QUÍMICAS DE MINERAIS DA SUA FORMA MAIS INSTÁVEL PARA MAIS ESTÁVEL
INTEMPERISMO QUÍMICO MUDANÇAS QUÍMICAS DE MINERAIS DA SUA FORMA MAIS INSTÁVEL PARA MAIS ESTÁVEL PERDA DE ELEMENTOS QUÍMICOS PRIMÁRIOS TRASFORMAÇÃO DE ELEMENTOS PRIMÁRIOS DA ROCHA EM SECUNDÁRIOS ALTERAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E ENGENHARIAS DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO VEGETAL. DPV 053 Geologia e Pedologia
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E ENGENHARIAS DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO VEGETAL DPV 053 Geologia e Pedologia Rochas Ígneas Alegre - ES 2017 ROCHAS ÍGNEAS Etnologia termo
A cristalização desses minerais ocorre a temperaturas diferentes dados serem diferentes os seus pontos de SOLIDIFICAÇÃO
O magma é uma mistura complexa de vários tipos de substâncias minerais A cristalização desses minerais ocorre a temperaturas diferentes dados serem diferentes os seus pontos de SOLIDIFICAÇÃO Com o arrefecimento,
E.C.S. Thomaz - Susana L.S.Costa - Claudia A. Rocha MICROSÍLICA
E.C.S. - Susana L.S.Costa - Claudia A. Rocha 1 / MICROSÍLICA Microsilica (SiO 2 ) é um sub-produto da fabricação do silício metálico e das ligas de ferrosilício em fornos elétricos a temperaturas de 2000
DIAGRAMAS DE EQUILÍBRIO DIAGRAMAS DE EQUILÍBRIO
DIAGRAMAS DE EQUILÍBRIO Prof. M.Sc.: Anael Krelling 1 São mapas que permitem prever a microestrutura de um material em função da temperatura e composição de cada componente; Informações sobre fenômenos
