Barramento compartilhado
|
|
|
- Rubens Klettenberg Salvado
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Barramento compartilhado A organização de rede de barramento compartilhado usa um único caminho de comunicação entre todos os processadores e módulos de memória: a rota pela qual as mensagens transitam. As interfaces de barramento dos componentes manipulam operações de transferência. O barramento é passivo, e os componentes arbitram entre eles mesmos para utilizar o barramento. Um problema dos barramentos compartilhados (contenção) surge quando vários componentes querem usar o barramento ao mesmo tempo. Para reduzir a contenção e o tráfego no barramento, cada processador mantém seu próprio cache local. Quando o sistema puder atender a uma requisição de memória por meio do cache de um processador, este não precisará se comunicar com um módulo de memória através do barramento. Outra opção é montar uma arquitetura de barramentos múltiplos compartilhados que reduz a contenção, fornecendo vários barramentos que atendem às requisições de comunicação. Contudo, esse esquema requer uma lógica complexa de arbitragem de barramento e enlaces adicionais, o que aumenta o custo do sistema. O barramento compartilhado é um esquema simples e barato para conectar um número pequeno de processadores. Novos componentes podem ser adicionados ao sistema, ligando-os ao barramento, e o software manipula a detecção e a identificação dos componentes do barramento. Entretanto, devido à contenção pelo único caminho de comunicação, as organizações de barramento compartilhado não podem ser escaladas para mais do que um pequeno número de processadores. 1
2 Um barramento compartilhado com diversos processadores é rápido e barato, mas não particularmente tolerante à falha se o barramento compartilhado falhar, os componentes não poderão se comunicar. Como exemplo de sistema que usa a arquitetura de barramento compartilhado, podemos citar a maioria dos sistemas multiprocessadores com um pequeno número de processadores, como os sistemas de dois processadores Pentium, da Intel. Veja, a seguir, uma figura que representa o esquema de barramento compartilhado: CPU CPU CPU Barramento Memória Memória Memória Matriz de comutação de barras cruzadas Uma matriz de comutação de barras cruzadas (crossbar switch) fornece um caminho separado de cada processador para cada módulo de memória. Por exemplo, se houver N processadores e M módulos de memória, haverá um total de N x M comutadores, que conectam cada processador a cada módulo de memória. Uma matriz de comutação de barras cruzadas pode suportar transmissões de dados para todos os nós ao mesmo tempo, mas cada nó pode aceitar, no máximo, uma mensagem por vez. Um comutador usa um algoritmo de arbitragem do tipo atenda o processador requisitante que tiver sido atendido menos recentemente neste comutador para resolver requisições múltiplas. 2
3 O projeto de comutação de barras cruzadas fornece alto desempenho. Todos os nós estão ligados aos outros nós e à transmissão através de nós de comutação, o que representa um custo de desempenho trivial. Em função disso, o diâmetro da rede mede, essencialmente, um. Cada processador está conectado a cada módulo de memória. Portanto, para dividir uma matriz de comutação de barras cruzadas em duas metades iguais, é preciso que metade dos enlaces seja cortada entre processadores e módulos de memória. O número de enlaces da matriz é o produto de N por M. Portanto, a largura de bisseção é (N x M)/2, o que resulta em forte tolerância à falha. Há muitos caminhos que uma comunicação pode tomar para chegar a seu destino. Uma desvantagem das matrizes de comutação de barras cruzadas é seu custo, que aumenta proporcionalmente ao produto N x M, o que torna inviáveis os sistemas de grande escala. Por essa razão, essas matrizes normalmente são empregadas em sistemas multiprocessadores menores (por exemplo, com 16 processadores). Contudo, à medida que o custo do hardware diminui, tais matrizes vão sendo usadas mais frequentemente em sistemas maiores. Como exemplo de sistemas que usam comutadores de barras cruzadas para compartilhar memória, podemos citar o UltraSPARC-III da Sun e o Primepower 2500 da Fujitsu. Veja, a seguir, figuras que representam uma matriz de comutação de barras cruzadas (crossbar switch): 3
4 Fonte: 4
5 Legenda: (a) Chave de interseção 8 x 8 (b) Interseção aberta (c) Interseção fechada Fonte: TANENBAUM, Redes em malha 2 D Em um esquema de interconexão por rede em malha 2-D, cada nó consiste em um ou mais processadores e um módulo de memória. No caso mais simples, os nós de uma rede em malha são organizados em um retângulo de N filas e M 5
6 colunas, e cada nó é conectado aos nós diretamente ao norte, sul, leste e oeste dele. Esse arranjo é denominado rede em malha 2-D de 4 conexões. Esse projeto mantém pequeno o grau de cada nó, independentemente do número de processadores de um sistema os nós dos vértices têm grau dois, os nós das arestas têm grau três e os nós internos, grau quatro. Onde N = 4 e M = 5, a rede em malha 2-D pode ser dividida em duas metades iguais, cortando os cinco enlaces entre a segunda e a terceira linha de nós. Embora não seja tão tolerante à falha como uma matriz de comutação de barras cruzadas, uma rede em malha 2-D é mais tolerante do que outros projetos simples, como um barramento compartilhado. Como o grau máximo de um nó é quatro, o diâmetro de uma rede em malha 2- D será demasiadamente substancial para sistemas de grande escala. Entretanto, redes em malha têm sido usadas em grandes sistemas nos quais a comunicação ocorre, principalmente, entre nós vizinhos. Como exemplo de sistema que usa uma rede em malha 2-D, podemos citar o multiprocessador Intel Paragon. Hipercubo Um hipercubo n-dimensional consiste em 2 N nós, cada um ligado a N nós vizinhos. Portanto, um hipercubo bidimensional é uma rede em malha 2 x 2, e um hipercubo tridimensional é, conceitualmente, um cubo. Um hipercubo tridimensional é, na verdade, um par de cubos bidimensionais, no qual os nós correspondentes de cada cubo bidimensional estão conectados. Similarmente, um hipercubo tetradimensional é, na realidade, um par de hipercubos tridimensionais, no qual os nós correspondentes de cada hipercubo tridimensional estão conectados. 6
7 O desempenho de um hipercubo escala melhor do que o de uma rede em malha 2-D, pois cada nó está conectado a outros nós por n enlaces, o que reduz o diâmetro relativo da rede a uma rede em malha 2-D. Por exemplo, considere um multiprocessador de 16 nós implementado como uma rede em malha 4 x 4 ou como um hipercubo tetradimensional. O diâmetro de uma rede em malha 4 x 4 é 6, enquanto que o de um cubo tetradimensional é 4. Em alguns hipercubos, os projetistas adicionam enlaces de comunicação entre nós não vizinhos para reduzir ainda mais o diâmetro da rede. A tolerância à falha do hipercubo também se compara favoravelmente com a de outros projetos. Entretanto, o maior número de enlaces por nó aumenta o custo de um hipercubo em relação ao de uma rede em malha. O esquema de interconexão por hipercubo é eficiente para conectar um número modesto de processadores e é mais econômico do que uma matriz de comutação de barras cruzadas. Como exemplo de sistema que usa o hipercubo, podemos citar o sistema ncube, usado para sistemas de mídia de tempo real e de propaganda digital. Esse sistema emprega hipercubos de até 13 dimensões (8.192 nós). Veja, a seguir, uma figura que representa um hipercubo: Fonte: 7
8 Redes multiestágios Um esquema alternativo de interconexão de processadores é uma rede multiestágio. Como acontece no projeto de matriz de comutação de barras cruzadas, alguns nós são comutadores, e não nós processadores com memória local. Os nós de comutação são menores, mais simples e podem ser mais bem compactados, o que melhora seu desempenho. Há muitos esquemas para construir uma rede multiestágio. Uma rede multiestágio popular é denominada rede de linha básica, na qual cada nó da esquerda é igual ao nó da direita. Quando um processador quer se comunicar com outro, a mensagem viaja por uma série de comutadores. O comutador mais à esquerda corresponde ao bit menos significativo (o mais à direita) do identificador (1D) do processador destinatário; o comutador do meio corresponde ao bit do meio; e o comutador mais à direita corresponde ao bit mais significativo (o mais à esquerda). Só há um caminho possível para a mensagem, e o endereço de destino define a rota. Veja, a seguir, uma figura que representa uma rede multiestágio Ômega com chaves 2 x 2: 8
9 0 indica saída superior 1 indica saída inferior Fonte: TANENBAUM, Redes multiestágios representam uma solução que busca uma relação entre custo e desempenho. Esse projeto emprega hardware simples para conectar grandes números de processadores. Qualquer processador pode-se comunicar com qualquer outro sem rotear a mensagem por processadores intermediários. Contudo, o diâmetro de uma rede multiestágio é maior. Portanto, a comunicação é mais lenta do que na matriz de comutação de barras cruzadas cada mensagem tem de passar por vários comutadores. Além disso, pode-se desenvolver contenção nos elementos de comutação, o que pode degradar o desempenho. Como exemplo de sistema que usa uma rede multiestágio para conectar seus processadores, podemos citar o multiprocessador série SP da IBM, que evoluiu para o POWER4. O ASCI-White da IBM, que pode executar mais de 100 trilhões de operações por segundo, é baseado no multiprocessador POWER3-1. 9
Topologias de Arquiteturas de Comunicação
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES Topologias de Arquiteturas de Comunicação Alexandre Amory Edson Moreno 2 / 31 Índice 1. Introdução 2. Topologias 3. Exercícios 3 / 31 Topologias de Infra-estruturas
Aula 3 Redes de Interconexão
Aula 3 Redes de Interconexão As redes de interconexão são de fundamental importância nas arquiteturas paralelas Não importa o tipo da arquitetura, todo computador paralelo necessita de uma rede de interconexão
Caracterização de Sistemas Distribuídos
Caracterização de Sistemas Distribuídos Roteiro Conceitos de Hardware Conceitos de Software Classificação de Flynn Classificação baseada no acesso a memória 2 Conceitos de HW Múltiplas CPUs Diferentes
AULA 03: PROCESSAMENTO PARALELO: MULTIPROCESSADORES
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES II AULA 03: PROCESSAMENTO PARALELO: MULTIPROCESSADORES Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação MULTIPROCESSADORES
Introdução. Redes de Interconexão - Prof a Luiza Mourelle 1
Introdução Redes de interconexão são utilizadas em diferentes aplicações: barramentos backplane e redes de sistemas; chaves de telefonia; redes internas para modo de transferência assíncrona (ATM) e protocolo
SSC0641 Redes de Computadores
SSC0641 Redes de Computadores Capítulo 4 Camada de Rede 4.1 a 4.3 Prof. J ó Ueyama Abril/2011 SSC0641-2011 1 Objetivos do Capítulo 4 Camada de Rede Entender os princípios dos serviços da camada de rede:
Arranjo de Processadores
Um arranjo síncrono de processadores paralelos é chamado arranjo de processadores, consistindo de múltiplos elementos processadores (EPs) sob a supervisão de uma unidade de controle (UC) Arranjo de processadores
Definição Rede Computadores
Definição Rede Computadores Uma rede de computadores consiste na interconexão entre dois ou mais computadores e dispositivos complementares acoplados através de recursos de comunicação, geograficamente
Capítulo 4: Camada de rede
Capítulo 4: Camada de Objetivos do capítulo: entender os princípios por trás dos serviços da camada de : modelos de serviço da camada de repasse versus roteamento como funciona um roteador roteamento (seleção
FUNDAMENTOS DE REDES DE COMPUTADORES AULA 5: REDE DE ACESSO CAMADA ENLACE. Prof. LUIZ LEÃO
AULA 5: REDE DE ACESSO CAMADA ENLACE Prof. LUIZ LEÃO Conteúdo Desta Aula FLUXO DE TRANSMISSÃO TOPOLOGIA FÍSICA PROTOCOLOS DE CONTROLO DE ACESSO 1 2 3 4 5 LINHAS DE COMUNICAÇÃO MÉTODOS DE CONTROLE DE ACESSO
BARRAMENTOS DO SISTEMA FELIPE G. TORRES
BARRAMENTOS DO SISTEMA FELIPE G. TORRES BARRAMENTOS DO SISTEMA Um computador consiste em CPU, memória e componentes de E/S, com um ou mais módulos de cada tipo. Esses componentes são interconectados de
Organização de Computadores
Organização de Computadores Aula 19 Barramentos: Estruturas de Interconexão Rodrigo Hausen 14 de outubro de 2011 http://cuco.pro.br/ach2034 1/40 Apresentação 1. Bases Teóricas 2. Organização de computadores
TOPOLOGIAS. A avaliação das topologias são baseadas em critérios que objetivam fornecer parâmetros de eficiência e praticidade.
TOPOLOGIAS Uma organização de processadores ou topologia ou modelo de organização de computadores pode ser representada por um grafo, onde os nós representam processadores (também conhecidos como elementos
Organização e Arquitetura de Computadores I
Organização e Arquitetura de Computadores I BARRAMENTO Slide 1 Sumário Introdução Componentes de Computador Funções dos Computadores Estruturas de Interconexão Interconexão de Barramentos Slide 2 Introdução
Redes de Computadores
Redes de Computadores Prof. Marcelo Gonçalves Rubinstein Programa de Pós-Graduação em Engenharia Eletrônica Faculdade de Engenharia Universidade do Estado do Rio de Janeiro Ementa Introdução a Redes de
CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO/ PROCESSAMENTO DE DADOS DISCIPLINA: ADM e PROJETO DE REDES PROFESSOR: Msc Walter Augusto Varella
CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO/ PROCESSAMENTO DE DADOS DISCIPLINA: ADM e PROJETO DE REDES PROFESSOR: Msc Walter Augusto Varella Lista de Exercícios 1 1. Diga com suas palavras o que vem a ser uma rede
ROTEAMENTO REDES E SR1 ETER-FAETEC. Rio de Janeiro - RJ ETER-FAETEC
ROTEAMENTO REDES E SR1 Rio de Janeiro - RJ INTRODUÇÃO A comunicação entre nós de uma rede local é realizada a partir da comutação (seja por circuito, seja por pacotes). Quem realiza essa função é o switch
Barramento CoreConnect
Barramento CoreConnect MO801 1º semestre de 2006 Prof. Rodolfo Jardim de Azevedo Fabiana Bellette Gil - RA 028671 CoreConnect Agenda Conceitos básicos Introdução ao CoreConnect Arquitetura Referências
Organização Básica de Computadores. Organização Básica de Computadores. Organização Básica de Computadores. Organização Básica de Computadores
Ciência da Computação Arq. e Org. de Computadores Processadores Prof. Sergio Ribeiro Composição básica de um computador eletrônico digital: Processador Memória Memória Principal Memória Secundária Dispositivos
speedup aprimorado aprimorado Fração aprimorada speedup aprimorado Fração aprimorada speedup aprimorado Tempo original Fração aprimorada aprimorado
Multiprocessadores - A evolução tecnológica dos processadores iria diminuir drasticamente. 2- O caminho para o aumento de desempenho é de unir mais de um processador para realizar a mesma tarefa em menos
INFORMÁTICA BÁSICA HARDWARE: COMPONENTES BÁSICOS E FUNCIONAMENTO.
INFORMÁTICA BÁSICA HARDWARE: COMPONENTES BÁSICOS E FUNCIONAMENTO [email protected] Componentes de um Sistema de Computador HARDWARE: unidade responsável pelo processamento dos dados, ou seja, o
Introdução à Computação
Introdução à Computação Jordana Sarmenghi Salamon [email protected] [email protected] http://inf.ufes.br/~jssalamon Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda
Organização e Arquitetura de Computadores I
Organização e Arquitetura de Computadores I Memória Cache Slide 1 Introdução Tamanho Função de Mapeamento Política de Escrita Tamanho da Linha Número de Memórias Cache Cache em Níveis Slide 2 Introdução
INTRODUÇÃO À ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES. Função e Estrutura. Introdução Organização e Arquitetura. Organização e Arquitetura
Introdução Organização e Arquitetura INTRODUÇÃO À ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Eduardo Max Amaro Amaral Arquitetura são os atributos visíveis ao programador. Conjunto de instruções, número
SSC0611 Arquitetura de Computadores
SSC0611 Arquitetura de Computadores 6ª Aula Entrada e Saída Profa. Sarita Mazzini Bruschi [email protected] Estrutura da máquina de von Neumann Dispositivos Periféricos Interface com o mundo exterior
Barramento. Prof. Leonardo Barreto Campos 1
Barramento Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Componentes do Computador; Funções dos Computadores; Estrutura de Interconexão; Interconexão de Barramentos Elementos de projeto de barramento;
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Prof. Emerson Ribeiro de Mello Instituto Federal de Santa Catarina IFSC campus São José [email protected] 29 de julho de 2015 1/21 Apresentação da disciplina Objetivo da disciplina
Organização de Computadores II. Arquiteturas MIMD
Organização de Computadores II Arquiteturas MIMD Arquiteturas UMA Arquiteturas com memória única global. Tempo de acesso uniforme para todos os nós de processamento. Nós de processamento e memória interconectados
Parte 05. Camada 1 - Repetidores e domínios de colisão
INTERCONEXÃO Parte 05 Camada 1 - Repetidores e domínios de colisão Dispositivos de Interconexão NIC Hub/Repeater Bridge/Switch Router Gateways NIC (Network Interface Card) Depende do tipo de tecnologia
Topologias de redes de computadores
Topologias de redes de computadores Objetivos Apresentar as principais topologias de redes e suas classificações. Caracterizar as topologias e sua formação. Conhecer as topologias em sua essência. Apresentar
16/8/2010. A arquitetura de um sistema computacional representa o modelo da organização e funcionamento de um sistema de processamento
Arquitetura de es Organização de um Sistema Computacional Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense P.U.R.O. Introdução A arquitetura de um sistema computacional representa o modelo da organização
Introdução à Informática. Aula 05. Redes de Computadores. Prof. Fábio Nelson
Aula 05 Redes de Computadores Sistemas de Comunicação de Dados Sistemas computadorizados que transmitem dados por meio de linhas de comunicação, como, por exemplo, linhas telefônicas ou cabos. História:
Técnicas de comutação
Técnicas de comutação Abordagens para a montagem de um núcleo de rede [Kurose] Comutação Alocação de recursos da rede (meio de transmissão, nós intermediários etc.) para transmissão [Soares] Técnicas de
Sistemas Operacionais. Tipos de SO
Sistemas Operacionais Tipos de SO Tipos de Sistemas Operacionais Tipos de Sistemas Operacionais Sistemas Monoprogramáveis/ Monotarefas Sistemas Multiprogramáveis/ Multitarefas Sistemas com Múltiplos Processadores
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 3 Visão de alto nível da função e interconexão do computador slide 1 Conceito de programa Sistemas hardwired são inflexíveis.
Organização de Computadores Sistema de Interconexão. Professor: Francisco Ary
Organização de Computadores Sistema de Interconexão Professor: Francisco Ary Como já sabemos, um computador é constituído basicamente por: processador; memória; e dispositivo de entrada e de saída. O comportamento
Comunicação de Dados II
Comunicação de Dados II Tecnologia em Redes de Computadores IFSULDEMINAS Campus Inconfidentes Prof. Kleber Rezende [email protected] Interligação em Redes Acomoda distintas tecnologias
Sistemas Operacionais Distribuídos
Sistemas Operacionais Distribuídos Introdução O uso de redes locais e da Internet está amplamente difundido mesmo para uso doméstico. Mas para que tais recursos físicos sejam aproveitados da melhor forma
Hardware: Componentes Básicos. Sistema de Computador Pessoal. Anatomia de um Teclado. Estrutura do Computador. Arquitetura e Organização
Hardware: Componentes Básicos Arquitetura dos Computadores Dispositivos de Entrada Processamento Dispositivos de Saída Armazenamento Marco Antonio Montebello Júnior [email protected] Sistema de
Arquiteturas de Sistemas de Processamento Paralelo. Arquiteturas SIMD
Universidade Federal do Rio de Janeiro Pós-Graduação em Informática DCC/IM - NCE/UFRJ Arquiteturas de Sistemas de Processamento Paralelo Arquiteturas SIMD Arquiteturas SIMD Processadores Vetoriais Arquiteturas
18/10/2010. Unidade de Controle Controle. UC Microprogramada
Arquitetura de Computadores Unidade de Controle Controle Microprogramado Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO UC Microprogramada
Introdução à Ciência da Computação
1 Universidade Federal Fluminense Campus de Rio das Ostras Curso de Ciência da Computação Introdução à Ciência da Computação Professor: Leandro Soares de Sousa e-mail: [email protected] site:
Arquitetura de Computadores. Processamento Paralelo
Arquitetura de Computadores Processamento Paralelo 1 Multiprogramação e Multiprocessamento Múltiplas organizações de computadores Single instruction, single data stream - SISD Single instruction, multiple
Introdução ao roteamento e encaminhamento de pacotes
CCNA Exploration (Protocolos e Conceitos de Roteamento) Introdução ao roteamento e encaminhamento de pacotes Cronograma Introdução Roteadores são computadores Processo de inicialização Interface de um
Processamento Paralelo
Processamento Paralelo por Helcio Wagner da Silva Introdução Tradicionalmente, o computador tem sido visto como uma máquina seqüencial Esta visão nunca foi completamente verdadeira No nível das µo, vários
Redes de Computadores. Disciplina: Informática Prof. Higor Morais
Redes de Computadores Disciplina: Informática Prof. Higor Morais 1 Agenda Sistemas de Comunicação Histórico das Redes de Comunicação de Dados Mídias de Comunicação Meios de Transmissão Padrões e Protocolos
Trabalho realizado por: Carina Carvalho Nº2 10º13
Curso Profissional-Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Disciplina- Redes de Comunicação Módulo1-Comunicação de Dados Trabalho realizado por: Carina Carvalho Nº2 10º13 Este trabalho
Organização de Computadores I
Organização de Computadores I Aula 2 Material: Diego Passos http://www.ic.uff.br/~debora/orgcomp/pdf/parte2.pdf Organização de Computadores I Aula 2 1/29 Tópicos de Computação. de um Sistema de Computação..
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES II AULA 04: PROCESSAMENTO PARALELO: MULTICOMPUTADOR
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES II AULA 04: PROCESSAMENTO PARALELO: MULTICOMPUTADOR Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação MULTICOMPUTADORES
Sistemas Operacionais. Sistema de entrada e Saída
Sistemas Operacionais Sistema de entrada e Saída Sistema de Entrada e Saída I/O É uma das principais tarefas de um sistema computacional Como máquina abstrata o S.O. deve oferecer uma visão padronizada
Universidade Federal do Rio de Janeiro Informática DCC/IM. Arquitetura de Computadores II. Arquiteturas MIMD. Arquiteturas MIMD
Universidade Federal do Rio de Janeiro Informática DCC/IM Arquitetura de Computadores II Arquiteturas MIMD Arquiteturas MIMD As arquiteturas MIMD dividem-se em dois grandes modelos: Arquiteturas MIMD de
Capítulo 13: Sistemas de E/S. Operating System Concepts with Java 7th Edition, Nov 15, 2006
Capítulo 13: Sistemas de E/S Capítulo 13: Sistemas de E/S Hardware de E/S Interface de E/S da aplicação Subsistema de E/S do kernel Transformando requisições de E/S em operações de hardware Fluxos Desempenho
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 3 Visão de Nível Superior das Funções e Interconexões do Computador Parte 3 Barramentos Conectando Todas as unidades devem
Arquitetura de Computadores
Arquitetura de Computadores Prof. Eduardo Simões de Albuquerque Instituto de Informática UFG 1o. Semestre / 2006 Adaptado do material do prof. Fábio Moreira Costa Programa e Introdução Assunto do curso
Refere-se à alocação dos recursos da rede para a transmissão pelos diversos dispositivos conectados.
COMUTAÇÃO Comutação Refere-se à alocação dos recursos da rede para a transmissão pelos diversos dispositivos conectados. Tipos de Comutação: Comutação de Circuitos Comutação de Mensagens Comutação de Pacotes
Topologias de Redes. Professor Leonardo Larback
Topologias de Redes Professor Leonardo Larback Topologias de Redes A topologia de rede descreve o modo como todos os dispositivos estão ligados entre si e a forma como se processa a troca de informação
AULA 04 CONCEITOS DA CAMADA 02 PARTE 02
AULA 04 CONCEITOS DA CAMADA 02 PARTE 02 UNICAST Um endereço MAC unicast (ponto-a-ponto) é o endereço exclusivo utilizado quando um quadro é enviado de um único dispositivo transmissor para um único dispositivo
Barramentos. Alguns sistemas reutilizam linhas de barramento para múltiplas funções; Dados Endereços Controle
Aula 07 BARRAMENTOS Barramentos Para que as placas de expansão possam ser utilizados em qualquer micro, independentemente do processador instalado, utiliza-se diversos modelos de barramentos de expansão.
Capítulo 2 Livro do Mário Monteiro Componentes Representação das informações. Medidas de desempenho
Capítulo 2 Livro do Mário Monteiro Componentes Representação das informações Bit, Caractere, Byte e Palavra Conceito de Arquivos e Registros Medidas de desempenho http://www.ic.uff.br/~debora/fac! 1 2
Arquiteturas Paralelas
Arquiteturas Paralelas Arquiteturas Paralelas Graduação em Ciência da Computação Universidade do Vale do Rio dos Sinos Prof. Gerson Cavalheiro Programação Paralela e Distribuída 2006 CC / UNISINOS Classificação
FUNDAMENTOS DE REDES DE COMPUTADORES AULA 2: MODELO OSI. Professor: LUIZ LEÃO
FUNDAMENTOS DE REDES DE COMPUTADORES Professor: LUIZ LEÃO Conteúdo Desta Aula HISTÓRICO DAS REDES MODELO EM CAMADAS FUNÇÕES DAS CAMADAS OSI 1 2 3 4 5 CLASSIFICAÇÃO DAS REDES MODELO DE REFERÊNCIA OSI PRÓXIMOS
STD29006 Sistemas Distribuídos
STD29006 Sistemas Distribuídos Prof. Emerson Ribeiro de Mello Instituto Federal de Santa Catarina IFSC campus São José [email protected] http://docente.ifsc.edu.br/mello/std 28 de julho de 2017 1/22 Apresentação
Capítulo 6: Roteamento Estático. Protocolos de roteamento
Capítulo 6: Roteamento Estático Protocolos de roteamento 1 Capítulo 6 6.1 Implementação de roteamento estático 6.2 Configurar rotas estáticas e padrão 6.3 Revisão de CIDR e de VLSM 6.4 Configurar rotas
Processos ca 3 pítulo
Processos capítulo 3 Introdução: Threads Para executar um programa, o sistema operacional cria um determinado números de processos virtuais. O sistema operacional mantém uma tabela de processos que contém
BARRAMENTO DO SISTEMA. Adão de Melo Neto
BARRAMENTO DO SISTEMA Adão de Melo Neto 1 BARRAMENTOS DO SISTEMA O mecanismo mais comum de interconexão dos componentes de um computador (processador, memória principal e módulos de E/S) usa um barramento
Princípio da Localidade Apenas uma parte relativamente pequena do espaço de endereçamento dos programas é acessada em um instante qualquer Localidade
Memória Cache Princípio da Localidade Apenas uma parte relativamente pequena do espaço de endereçamento dos programas é acessada em um instante qualquer Localidade Temporal Um item referenciado tende a
Teoria dos Grafos Aula 3
Teoria dos Grafos Aula 3 Aula passada Exemplo (mapas) Definições Algumas propriedades Aula de hoje Representando grafos Matriz e lista Comparando tempos de acesso Grafo G=(V, E) Grafo V = conjunto de vértices
Redes de Computadores
Instituto Superior Politécnico de Ciências e Tecnologia Redes de Computadores Prof Pedro Vunge I Semestre de 2017 SUMÁRIO Capítulo2 Topologias de redes de computadores 2.1 Considerações iniciais ; 2.2
DISCIPLINA: TELEPROCESSAMENTO E REDES CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 6. SEMESTRE PROFESSOR: ANTONIO P. NASCIMENTO FILHO
DISCIPLINA: TELEPROCESSAMENTO E REDES CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 6. SEMESTRE PROFESSOR: ANTONIO P. NASCIMENTO FILHO Nome: LISTA 3 Máscara de sub-rede 1 Objetivos: Este exercício se concentra nas máscaras
ARQUITETURA DE COMPUTADORES. Nível da Lógica Digital. Prof.: Agostinho S. Riofrio
ARQUITETURA DE COMPUTADORES Nível da Lógica Digital Prof.: Agostinho S. Riofrio Agenda 1. Portas Lógicas 2. Algebra de Boole 3. Equivalencia de circuitos 4. Circuitos Lógicos Digitais 5. Relógio 6. Memória
Hierarquia de Memória
No projeto de um sistema digital, deve-se ter em mente que hardware menor geralmente é mais rápido do que hardware maior. A propagação do sinal é uma das principais causas de atrasos. No caso da memória,
Aula 12: Memória: Barramentos e Registradores
Aula 12: Memória: Barramentos e Registradores Diego Passos Universidade Federal Fluminense Fundamentos de Arquiteturas de Computadores Diego Passos (UFF) Memória: Barramentos e Registradores FAC 1 / 34
Modelo de Camadas. Redes de Computadores
Modelo de Camadas Redes de Computadores Sumário Visão Geral de uma Rede de Computadores Protocolos Modelo de Camadas Porque utilizar Tipos de Modelos de Referência Modelo de Referência ISO/OSI Histórico
