Propriedades dos Materiais

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1 Propriedades dos Materiais

2 Principais propriedades dos Materiais Propriedades físicas densidade, calor específico, coeficiente de expansão térmica, condutividade térmica Propriedades mecânicas tensão de escoamento, resistência mecânica, ductibilidade e tenacidade

3 Aspecto econômico Física geral Mecânica Térmica Elétrica Interação ambiental Produção Estética Preço e disponibilidade Capacidade de reciclagem Densidade Módulo de elasticidade Resistência à deformação e a tração Dureza Tenacidade à fratura Limite de fadiga Limite de resistência à deformação a quente Característica de amortecimento Condutividade térmica Calor específico Coeficiente de expansão térmica Resistividade Constante dielétrica Permeabilidade manética Oxidação Corrosão Desgaste Facilidade no processamento União Acabamento Cor Textura Sensação táctil

4 Exemplos de seleção de materiais Chave de fenda típica Haste e ponta de aço carbono Alto módulo de elasticidade Alta resistência plástica Dureza Alta tenacidade a fratura Cabo da chave de fenda de PMMA Alto coeficiente de atrito Facilidade de fabricação Aparência Baixa densidade Preço razoável

5 Densidade (massa específica) É uma propriedade muito importante no contexto da previsão dos índices de mérito; Relaciona massa por volume (Kg/m 3 ); Está relacionado com tamanho e peso dos átomos e tipo de ligação química Métodos de determinação da densidade

6 Principais propriedades mecânicas Resistência mecânica Elasticidade Ductilidade Tenacidade

7 Tipos de tensões que uma estrutura esta sujeita

8 Como determinar as propriedades mecânicas? A determinação das propriedades mecânicas é feita através de ensaios mecânicos. Utiliza-se normalmente corpos de prova (amostra representativa do material) para o ensaio mecânico, já que por razões técnicas e econômicas não é praticável realizar o ensaio na própria peça, que seria o ideal. Geralmente, usa-se normas técnicas para o procedimento das medidas e confecção do corpo de prova para garantir que os resultados sejam comparáveis.

9 Ensaio de tração É medida submetendo-se o material à uma carga ou força de tração, gradativamente crescente, que promove uma deformação progressiva de aumento de comprimento Filme ensaio de tração polipropileno

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12 Resitência à tração tensão (σ) X deformação (ε) Tensão σ = F/Ao Kgf/cm 2 ou Kgf/mm 2 ou N/ mm 2 Área inicial da seção reta transversal Força ou carga Deformação(ε)= l f -l o /l o = Δl/l o l o = comprimento inicial l f = comprimento final

13 Comportamento dos metais quando submetidos à tração Resistência à tração Dentro de certos limites, a deformação é proporcional àtensão(a lei de Hooke é obedecida) Lei de Hooke: σ = E ε

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15 Deformação Elástica e Plástica DEFORMAÇÃO ELÁSTICA Prescede à deformação plástica É reversível Desaparece quando a tensão é removida É praticamente proporcional à tensão aplicada (obedece a lei de Hooke) DEFORMAÇÃO PLÁSTICA É provocada por tensões que ultrapassam o limite de elasticidade É irreversível porque é resultado do deslocamento permanente dos átomos e portanto não desaparece quando a tensão éremovida Elástica Plástica

16 Módulo de elasticidade ou Módulo de Young E= σ/ ε =Kgf/mm 2 Lei de Hooke: σ = E ε É o quociente entre a tensão aplicada e a deformação elástica resultante. Está relacionado com a rigidez do material ou à resist. à deformação elástica Está relacionado diretamente com as forças das ligações interatômicas P A lei de Hooke só é válida até este ponto

17 Módulo de Elasticidade para alguns metais MÓDULO DE ELASTICIDADE [E] GPa 10 6 Psi Magnésio AlumÍnio Latão Titânio Cobre Níquel Aço Tungstênio

18 Comportamento não-linear Alguns metais como ferro fundido cinzento, concreto e muitos polímeros apresentam um comportamento não linear na parte elástica da curva tensão x deformação

19 Considerações gerais sobre módulo de elasticidade Como consequência do módulo de elasticidade estar diretamente relacionado com as forças interatômicas: Os materiais cerâmicos tem alto módulo de elasticidade, enquanto os materiais poliméricos tem baixo Com o aumento da temperatura o módulo de elasticidade diminui

20 Módulo de elasticidade Se barras de seções transversais idênticas forem suportadas por dois apoios bem espaçados e então pesos idênticos forem aplicados a seus centros elas se curvarão elasticamente Grau de flexão pode ser muito diferente dependendo do material MÓDULO DE ELASTICIDADE

21 O fenômeno de escoamento Esse fenômeno é nitidamente observado em alguns metais de natureza dúctil, como aços baixo teor de carbono. Caracteriza-se por um grande alongamento sem acréscimo de carga.

22 Tensão de escoamento σy= tensão de escoamento (corresponde a tensão máxima relacionada com o fenômeno de escoamento) Escoamento De acordo com a curva a, onde não observase nitidamente o fenômeno de escoamento Alguns aços e outros materiais exibem o comportamento da curva b, ou seja, o limite de escoamento é bem definido (o material escoa- deforma-se plasticamente-sem praticamente aumento da tensão). Neste caso, geralmente a tensão de escoamento corresponde à tensão máxima verificada durante a fase de escoamento

23 Outras informações que podem ser obtidas das curvas tensãoxdeformação Resistência à Tração (Kgf/mm 2 ) Corresponde à tensão máxima aplicada ao material antes da ruptura É calculada dividindo-se a carga máxima suportada pelo material pela área de seção reta inicial

24 Outras informações que podem ser obtidas das curvas tensãoxdeformação Tensão de Ruptura Ruptura (Kgf/mm 2 ) Corresponde à tensão que promove a ruptura do material O limite de ruptura é geralmente inferior ao limite de resistência em virtude de que a área da seção reta para um material dúctil reduz-se antes da ruptura

25 Outras informações que podem ser obtidas das curvas tensãoxdeformação Ductibilidade - Corresponde ao alongamento total do material devido à deformação plástica %alongamento= (l f -l o /l o )x100 onde l o e l f correspondem ao comprimento inicial e final (após a ruptura), respectivamente ductilidade

26 Outras informações que podem ser obtidas das curvas tensãoxdeformação Resiliência Corresponde à capacidade do material de absorver energia quando este é deformado elasticamente A propriedade associada é dada pelo módulo de resiliência (U r ) U r = σ esc2 /2E Materiais resilientes são aqueles que têm alto limite de elasticidade e baixo módulo de elasticidade (como os materiais utilizados para molas) σ esc

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28 Propriedades mecânicas de polímeros Tensão x Deformação Tensão (MPa) Frágil Plástico Limite de resistência àtração Elastômero Tensão (10 3 psi) Deformação

29 Propriedades mecânicas de polímeros Tensão x Deformação Limite de resistência à tração Limite de escoamento Tensão Deformação

30 Deformação em polímeros plásticos e frágeis próximo à ruptura x ruptura frágil estrutura fibrilar próximo à ruptura Estrutura inicial Tensão (MPa) Carga/descarga ruptura plástica x estrutura linear estrutura em rede Deformação deslizamento das regiões cristalinas polímeros semicristalinos alongamento das regiões amorfas alinhamento das regiões cristalinas

31 Deformação em polímeros plásticos e frágeis Tensão Limite de escoamento Início da formação do pescoço Deformação A deformação é confinada ao pescoço!

32 Comportamento tensão-deformação materiais cerâmicos Não é avaliado por ensaio de tração: É difícil preparar e testar amostras que possuam a geometria exigida; É difícil prender e segurar materiais frágeis; As cerâmicas falham após uma deformação de apenas 0,1%, o que exige que os corpos de prova estejam perfeitamente alinhados.

33 Resistência à flexão F b d Filme do ensaio de flexão a a D X-Section L Flexão com 3 pontos

34 Comportamento elástico 300 Aluminum Oxide Bending Stress, MPa Soda-Lime Glass Bending Strain

35 Resistência ao impacto

36 Resistência aos Impacto A capacidade de um determinado material de absorver energia do impacto está ligada à sua tenacidade, que por sua vez está relacionada com a sua resistência e ductilidade O ensaio de resistência ao choque dá informações da capacidade do material absorver e dissipar essa energia Como resultado do ensaio de choque obtém-se a energia absorvida pelo material até sua fratura, caracterizando assim o comportamento dúctil-frágil

37 Ensaios de impacto Filme do ensaio de impacto (Izod e queda de dardo)

38 TÉCNICAS DE ENSAIO DE IMPACTO Técnica CHARPY; Técnica IZOD; Diferença principal, é a maneira que os corpos de prova estão sustentados na máquina e a aplicação da força; Ambos os corpos de prova são padronizados e providos de um entalhe para localizar a ruptura e o estado triaxial de tensões;

39 PROCEDIMENTOS O pêndulo é elevado a uma certa altura de onde é solto, ao se chocar com o corpo de prova ele segue até uma altura final. O mostrador da máquina simplesmente registra a diferença entre a altura inicial e a altura final, após o rompimento do corpo de prova, Esta diferença de altura é convertida em unidades de energia Quanto menor for a altura final, mais energia foi absorvida pelo corpo de prova evidenciando seu caráter mais dúctil.

40 NORMAS DOS ENSAIOS Os corpos de prova são especificados pela norma americana E- 23 da ASTM(17); Divisão dos corpos de forma com relação ao seu formato;

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42 Curva resposta do ensaio de choque O ensaio de resistência ao choque caracteriza o comportamento dos materiais quanto à transição do comportamento dúctil para frágil em função da temperatura

43 Polímeros São frágeis à baixas temperaturas porque a rotação dos átomos na molécula requer energia térmica A maioria dos polímeros apresentam transição dúctil-frágil que é geralmente abaixo da ambiente

44 Materiais cristalinos MATERIAIS CFC - Permanecem dúcteis (não apresenta transição dúctilfrágil) porque nesta estrutura há muitos planos de escorregamento disponíveis MATERIAIS CCC - Apresentam uma transição de frágil para dúctil em função da temperatura

45 Fratura

46 Fratura Consiste na separação do material em 2 ou mais partes devido à aplicação de uma carga estática à temperaturas relativamente baixas em relação ao ponto de fusão do material

47 Fratura Dúctil a deformação plástica continua até uma redução na área para posterior ruptura Frágil não ocorre deformação plástica, requerendo menos energia que a fratura dúctil que consome energia para o movimento de discordâncias e imperfeições no material

48 Fratura Fratura frágil Fraturas dúcteis

49 Fratura dúctil - aspecto macroscópico

50 Mecanismo da fratura dúctil a- formação do pescoço b- formação de cavidades c- coalescimento das cavidades para promover uma trinca ou fissura d- formação e propagação da trinca em um ângulo de 45 graus em relação à tensão aplicada e- rompimento do material por propagação da trinca

51 Fratura dúctil - aspecto microscópico

52 Fratura frágil - aspecto macroscópico A fratura frágil (por clivagem) ocorre com a formação e propagação de uma trinca que ocorre a uma direção perpendicular à aplicação da tensão

53 Fratura frágil - aspecto macroscópico Início da fratura por formação de trinca

54 Fratura transgranular e intergranular TRANSGRANULAR INTERGRANULAR A fratura passa através do grão A fratura se dá no contorno de grão

55 Fratura Frágil Mesmo um produto ou estrutura bem projetada que evite deflexão elástica excessiva pode sofrer uma falha catastrófica por fratura frágil, causada pelo crescimento (na velocidade do som) de uma trinca préexistente, que se tornou instável.

56 Tenacidade a fratura Modelo de Griffith: Todos os materiais contêm trincas ou defeitos. O fator de intensidade de tensão K pode ser calculado para vários casos particulares de configurações de trinca ou de cargas. A falha ocorre quando K excede o valor crítico do material K c ou K IC tenacidade à fratura (MN m -3/2 ) G c tenacidade (ás vezes, taxa de liberação de energia de deformação crítica) (kj m -2 )

57 K = σ πa = EG c c

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59 Fluência

60 Fluência (creep) Quando um metal é solicitado por uma carga, imediatamente sofre uma deformação elástica. Com a aplicação de uma carga constante, a deformação plástica progride lentamente com o tempo (fluência) até haver um estrangulamento e ruptura do material Velocidade de fluência (relação entre deformação plástica e tempo) aumenta com a temperatura Esta propriedade é de grande importância especialmente na escolha de materiais para operar a altas temperaturas

61 Fluência (Creep) Fluência é definida como a deformação permanente, dependente do tempo e da temperatura, quando o material é submetido à uma carga constante Este fator muitas vezes limita o tempo de vida de um determinado componente ou estrutura Este fenômeno é observado em todos os materiais, e torna-se importante à altas temperaturas ( 0,4TF)

62 Fatores que afetam a fluência Temperatura Módulo de elasticidade Tamanho de grão Em geral: Quanto maior o ponto de fusão, maior o módulo de elasticidade e maior é a resist. à fluência. Quanto maior o o tamanho de grão maior é a resist. à fluência.

63 Ensaio de fluência É executado pela aplicação de uma carga uniaxial constante a um corpo de prova de mesma geometria dos utilizados no ensaio de tração, a uma temperatura elevada e constante O tempo de aplicação de carga é estabelecido em função da vida útil esperada do componente Mede-se as deformações ocorridas em função do tempo (ε x t)

64 Curva ε x t

65 Fadiga

66 Fadiga É a forma de falha ou ruptura que ocorre nas estruturas sujeitas à forças dinâmicas e cíclicas Nessas situações o material rompe com tensões muito inferiores à correspondente à resistência à tração (determinada para cargas estáticas) É comum ocorrer em estruturas como pontes, aviões, componentes de máquinas A falha por fadiga é geralmente de natureza frágil mesmo em materiais dúcteis.

67 Fadiga A fratura ou rompimento do material por fadiga geralmente ocorre com a formação e propagação de uma trinca. A trinca inicia-se em pontos onde há imperfeição estrutural ou de composição e/ou de alta concentração de tensões (que ocorre geralmente na superfície) A superfície da fratura é geralmente perpendicular à direção da tensão à qual o material foi submetido

68 Fadiga Os esforços alternados que podem levar à fadiga podem ser: Tração Tração e compressão Flexão Torção,...

69 A curva σ-n representa a tensão versus número de ciclos para que ocorra a fratura. Normalmente para n utiliza-se escala logarítmica

70 Limite de resistência à fadiga (σ Rf ): em certos materiais (aços, titânio,...) abaixo de um determinado limite de tensão o material nunca sofrerá ruptura por fadiga. Para os aços o limite de resistência à fadiga (σ Rf ) está entre 35-65% do limite de resistência à tração.

71 Resistência à fadiga (σ f ): em alguns materiais a tensão na qual ocorrerá a falha decresce continuamente com o número de ciclos (ligas não ferrosas: Al, Mg, Cu,...). Nesse caso a fadiga é caracterizada por resistência à fadiga

72 Principais resultados do ensaio de fadiga Vida em fadiga (N f ): corresponde ao número de ciclos necessários para ocorrer a falha em um nível de tensão específico.

73 Fatores que influenciam a vida em fadiga Tensão Média: o aumento do nível médio de tensão leva a uma diminuição da vida útil Efeitos de Superfície: variáveis de projeto (cantos agudo e demais descontinuidades podem levar a concentração de tensões e então a formação de trincas) e tratamentos superficiais (polimento, jateamento, endurecimento superficial melhoram significativamente a vida em fadiga) Efeitos do ambiente: fadiga térmica (flutuações na temperatura) e fadiga por corrosão (ex. pites de corrosão podem atuar como concentradores de corrosão)

74 Dureza

75 Definição de dureza É a medida da resistência de um material a uma deformação localizada (por exemplo, uma pequena impressão ou um risco) Vantagens: São simples e barato ensaio é não destrutivo Outras propriedades mecânicas podem ser estimadas

76 Dureza Brinell Rockwell Meyer Vickers Knoop Shore Barcol IRHD Materiais Metais Metais Metais Metais, Cerâmicas Metais, Cerâmicas Polímeros, Elastômeros, Borrachas Alumínio, Borrachas, Couro, Resinas Borrachas

77 Método Brinell (HB) A dureza por penetração proposta por J.A. Brinell em 1900, denominada Dureza Brinell e simbolizada por HB, é o tipo de dureza mais usado até os dias de hoje na engenharia

78 O ensaio de dureza Brinell consiste em comprimir lentamente uma esfera de diâmetro D sobre uma superfície plana, polida e limpa de um metal, através de uma carga Q durante um tempo T. Ø da esfera HB π Força Q 2Q Cavidade permanente causado pela esfera

79 O diâmetro do penetrador de aço endurecido (ou carbeto de tungstênio) é de 10,00mm; As cargas variam entre 500 e 3000Kg Durante o ensaio a carga é mantida constante por um tempo específico (entre 10 e 30s)

80 G D h d D1 Símbolos Descrição Unidade D Diâmetro Nominal da Esfera mm F Força de Ensaio N D1 d Diâmetro da Impressão na Peça mm HB Dureza Brinell --- h Profundidade da Calota Esférica mm G Grau de Carga N/mm 2

81 Para alguns materiais, a resistência à tração pode ser estimada a partir da dureza Brinell pela relação σ t = k x HB A tabela abaixo dá alguns valores de k. Material Açocarbono Aço-liga Cobre, latão Bronze laminado Bronze fundido k 0,36 0,34 0,40 0,22 0,23 Material Liga Al Cu Mg Liga Al Mg Outras ligas Mg Alumínio fundido K 0,35 0,44 0,43 0,26

82 Para medir durezas muito elevadas (superiores a 400 HB) não nos podemos contentar com o método de Brinell; mesmo com uma esfera muito dura, a depressão é demasiado pequena e a esfera deforma-se. Recorre-se a outros métodos de ensaio: Vickers e Rockwell.

83 Método Rockwell (HR) É um ensaio no qual utiliza-se um durômetro Rockwell, aferido, aplicando-se forças de ensaios específicos, em duas operações, através de um penetrador esferocônico de diamante ou esférico de aço endurecido, medindo no material a ensaiar o incremento permanente da profundidade da impressão, sob uma força menor inicial, depois de aplicar e retirar uma força complementar

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86 Exemplo 54 HRC dureza Rockwell 54 escala C 64 HRA dureza Rockwell 64 escala A 92 HRB dureza Rockwell 92 escala B

87 Símbolo A B C D E F G H K Penetrador Cone de Diamante Esfera de 1/16" Cone de Diamante Cone de Diamante Esfera de 1/8" Esfera de 1/16" Esfera de 1/16" Esfera de 1/8" Esfera de 1/8" Carga Principal (kgf)

88 Dureza Vickers É um ensaio no qual se utiliza um Microdurômetro, aferido, aplicando-se forças de ensaio específicas, através de um penetrador cônico com ponta de diamante. O ensaio consiste em imprimir num corpo de prova um penetrador cônico, sob ação de uma força "F", e medir o comprimento da diagonal d produzida.

89 A dureza Vickers é o quociente da força de ensaio Q pela área A da diagonal "d" produzida, conforme a expressão: HV 136 2Q sen =0, d HV 1,8544Q = 2 d Onde: HV = Dureza Vickers Q = Força de Ensaio (N) d = Média aritmética do comprimento

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92 Dureza Shore A impressão Shore é pequena e serve para medir durezas de peças já acabadas ou usinadas. A máquina shore é leve, portátil e pode, portanto, ser adaptada em qualquer lugar, podendo com isso, medir a dureza de peças muito grandes, impossíveis de serem colocadas nas máquinas de dureza por penetração, como por exemplo cilindros de laminação.

93 DUROMETRO SHORE MANUAL (ANALÓGICO)

94 DUROMETRO SHORE MANUAL (DIGITAL)

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96 Propriedades Térmicas

97 Condutividade Térmica (k) é uma propriedade física dos materiais que descreve a habilidade dessa de conduzir calor. Equivale a quantidade de calor Q transmitida através de uma espessura L, numa direção normal a superfície de área A, devido ao gradiente de temperatura ΔT.

98 Material Prata Cobre Alumínio Tungsténio Ferro Vidro Água Tijolo Madeira (pinho) Fibra de vidro Espuma de poliestireno Ar Espuma de poliuretano Condutividade térmica (W/m C) ,3 0,72-0,86 0,61 0,4-0,8 0,11-0,14 0,046 0,033 0,026 0,020

99 Dilatação Térmica Dilatação térmica é o aumento do volume de um corpo ocasionado pelo seu aquecimento.

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102 Substância α (mín.) α (máx.) Gama de temperaturas Gálio 120,0 Índio 32,1 Zinco e suas ligas 35,0 19,0 100ºC-390 C Chumbo e suas ligas 29,0 26,0 100ºC-390 C Alumínio e suas ligas 25,0 21,0 100ºC-390 C Latão 18,0 21,0 100ºC-390 C Prata 20,0 100ºC-390 C Aço inoxidável 19,0 11,0 540ºC-980 C Cobre 18,0 14,0 100ºC-390 C Níquel e suas ligas 17,0 12,0 540ºC-980 C Ouro 14,0 100ºC-390 C Aço 14,0 10,0 540ºC-980 C Betão(concreto) [3] 6,8 11,9 Temp. ambiente Platina 9,0 100ºC-390 C Vidro(de janela) [4] 8,6 20ºC-300ºC Crómio 4,9 Tungsténio 4,5 Temp. ambiente Vidro Pyrex [5] 3,2 20ºC-300ºC Carbono e Grafite 3,0 2,0 100ºC-390 C Silício 2,6 Quartzo fundido [6] 0,6

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104 Determinação α Dilatômetro

105 Capacidade calorífica e Calor específico Capacidade calorífica - taxa de absorção de calor necessária para aumentar a temperatura

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