Modus operandi do Trabalho Geoarqueológico 41
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- Jessica Amarante Antunes
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1 ÍNDICE NOTA DE ABERTURA 11 Fernando Real PREFÁCIO 15 João Zilhão INTRODUÇÃO 1. ARQUEOLOGIA AMBIENTAL SOB A TUTELA DA CULTURA UMA EXPERIÊNCIA COM 20 ANOS, UM DESAFIO PARA A NOSSA ARQUEOLOGIA José Eduardo Mateus Um Património mais Pleno de Sentidos 21 O Laboratório de Paleoecologia um dos Antecedentes do Programa CIPA 22 Novos Desafios do Programa Paleoecologia Humana e Arqueociências do IPA 23 Colecções de Referência 26 Redes de Cooperação na Arqueologia Portuguesa 26 Um Papel Importante na Formação, Divulgação, e na Promoção Disciplinar 28 Uma Articulação Aberta e Abrangente com a Comunidade Fonte de Criatividade, Intervenção Pública, e Financiamento 31 LABORATÓRIO DE GEOARQUEOLOGIA 2. A PARTIR DA TERRA: A CONTRIBUIÇÃO DA GEOARQUEOLOGIA Diego E. Angelucci (com um contributo de Vera Aldeias) Geoarqueologia: o que é? 36 Introdução ao Conceito de Geoarqueologia 36 Anotações para uma Definição de Geoarqueologia 37 Modus operandi do Trabalho Geoarqueológico 41 Conceitos Básicos 41 A Investigação Geoarqueológica 43
2 Geoarqueologia, Paisagens e Territórios 45 Geoarqueologia e Depósitos Arqueológicos 54 Processos de Formação em Âmbito Arqueológico: Sedimentação, Erosão e Pedogénese 56 O Papel da Pedogénese nas Estratificações Arqueológicas 59 A Definição das Unidades de Escavação 66 A Descrição 68 Reconstituir Sequências de Eventos e Correlações 68 A Área de Geoarqueologia do CIPA 76 Conclusão (do Capítulo) ou Início (da Geoarqueologia Portuguesa)? 79 Agradecimentos 80 Bibliografia Mencionada 80 Outros Textos Geoarqueológicos de Referência não Mencionados no Capítulo INTRODUÇÃO À MICROMORFOLOGIA DOS SEDIMENTOS E DOS SOLOS ARQUEOLÓGICOS Diego E. Angelucci Introdução 85 Recolher Amostras para a Micromorfologia 87 Propriedades da Amostra Micromorfológica 87 Extracção da Amostra 88 Identificação da Amostra, Registo e Tratamento Sucessivo 89 A Descrição das Lâminas Finas Micromorfológicas: algumas Anotações 91 A Micromorfologia em Arqueologia: alguns Exemplos 93 O Reconhecimento dos Artefactos Líticos em Pedra Lascada e das Áreas de Debitagem 93 A Função das Paleosuperfícies de Ocupação Antrópica: o Caso do Riparo Dalmeri (Trento, Itália) 95 A Visibilidade das Mudanças Climáticas Abruptas: o Dryas Recente de la Cativera (Tarragona, Espanha) 98 O Impacte Antrópico na Paisagem: o Sítio Neolítico de Lugo di Grezzana (Verona, Itália) 99 Elementos Arquitectónicos em Terra de Cronologia Romana: o vicus de Bedriacum (Cremona, Itália) 100 Micromorfologia em Portugal 102 Bibliografia 102
3 LABORATÓRIO DE PALEOECOLOGIA E ARQUEOBOTÂNICA 4. O LABORATÓRIO DE PALEOECOLOGIA E ARQUEOBOTÂNICA UMA VISITA GUIADA AOS SEUS PROGRAMAS, LINHAS DE TRABALHO E PERSPECTIVAS José Eduardo Mateus Paula Fernanda Queiroz Wim van Leeuwaarden Introdução 106 O Território Antigo 106 As Unidades de Paisagem e os seus Registos 108 Os Fósseis Vegetais (Diásporas e Fitoclastos) 108 Sete Linhas de Trabalho 113 Momentos da Progressão da Pesquisa 114 Linha 1 - Arquivos Naturais da Memória Ecológica (Turfeiras e Lagos) 116 Linha 2 - Arquivos Orgânicos do Espaço Doméstico e Adjacente 140 Linha 3 - Palinologia de Argilas Arqueológicas 146 Linha 4 - Antracologia Arqueológica 149 Linha 5 - Eco-fisiografia dos Territórios Históricos de Hoje 156 Linha 6 - Paleoecologia Experimental 162 Linha 7 - Arqueologia Virtual 170 Anexo I Estruturas Documentais 175 Anexo II Lista de Trabalhos e Publicações do Laboratório de Paleoecologia e Arqueobotânica 181 Bibliografia 188 LABORATÓRIO DE ARQUEOZOOLOGIA 5. ARQUEOZOOLOGIA: ESTUDO DA FAUNA NO PASSADO Marta Moreno-García Simon Davis Carlos M. Pimenta O que é a Arqueozoologia 192 O Laboratório de Arqueozoologia do IPA 193 A Arqueozoologia no Campo: Factores Condicionantes do Estudo Arqueofaunístico 196 Aspectos Limitantes 197 Informações Necessárias 199
4 Arqueozoologia no Laboratório: Perspectivas de Abordagem 202 Ponto de Partida 202 Caracterização Morfo-osteométrica de Espécies Semelhantes 203 Observações de Carácter Tafonómico 203 Interpretação Paleoecológica 211 Estratégias de Exploração 217 Inferências Socio-culturais 225 Ponto Final 229 Agradecimentos 229 Bibliografia A OSTEOTECA: UMA FERRAMENTA DE TRABALHO Marta Moreno-García Carlos M. Pimenta Simon Davis Sónia Gabriel Introdução 235 Contactos com Instituições Nacionais e Internacionais 236 A Osteoteca 241 Método de Preparação 241 Composição 246 Organização 257 Divulgação 259 Conclusão 260 Agradecimentos 260 Bibliografia 261 NÚCLEO DE PALEOBIOLOGIA HUMANA 7. BIOANTROPOLOGIA Cidália Duarte Introdução 263 O Comportamento Funerário e a Arqueologia 264 Contextos Funerários Arqueológicos Terminologia 266 Contextos Funerários Arqueológicos Diferenças Cronológicas 268 Metodologia e Legislação em Arqueologia Funerária 276 Enquadramento da Legislação Portuguesa 276 Metodologia de Campo 278 Tratamento Laboratorial 282
5 Os Dados Osteológicos Quantitativos 283 Paleonutrição e Paleopatologia 283 Abordagens Arqueométricas e Paleodietas 284 Abordagens Populacionais e Evolução Humana 285 Equipa de trabalho 288 Anexo I Ficha de Escavação de Ossos Humanos em Contextos Arqueológicos 289 Anexo II Dados Osteométricos de Campo 292 Bibliografia 293 NÚCLEO DE PALEOTECNOLOGIA 8. PALEOTECNOLOGIA LÍTICA: DOS OBJECTOS AOS COMPORTAMENTOS Francisco Almeida Ana Cristina Araújo Thierry Aubry O que é a Paleotecnologia 299 Matérias-primas, Aprovisionamento e Mobilidade 301 Tipos e Variedades de Rochas Utilizadas 301 Métodos de Avaliação e de Caracterização dos Recursos Líticos 303 Um Meio de Reconstrução dos Territórios Explorados 306 A Transformação e a Utilização das Matérias-primas Líticas 308 O Reconhecimento das Técnicas de Debitagem, Afeiçoamento e Retoque 309 Do Objecto à Cadeia Operatória 310 Modalidades de Abandono e Deslocação Pós-deposicional dos Vestígios Líticos 316 Exemplos de Análise à Escala do Sítio 317 Exemplos de Análise à Escala do Território 336 Paleotecnologia e Paleoetnografia. A Mais que Necessária Multidisciplinaridade 343 Equipa de Trabalho 345 Agradecimento 346 Bibliografia 346 AUTORES E COLABORADORES DESTE VOLUME 351
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