ACIDENTES DE TRABALHO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ACIDENTES DE TRABALHO"

Transcrição

1 José Alvarez Quintero 22 de maio de 2013 Mod.APS.G.001.V1

2 101 anos de história

3

4 Agenda Um pouco de história Onde nos encontramos Algumas propostas

5 Primeiras leis para compensar as vitimas de acidentes de trabalho 1884 Alemanha 1898 França 1900 Espanha 1903 Bélgica 1913 Portugal

6 Primeiras leis do seguro obrigatório automóvel em Europa 1929 Suécia 1930 Reino Unido 1939 Alemanha 1958 França 1968 Espanha 1979 Portugal

7 1913 Institui a responsabilidade dos empregadores: O acidente sucedido durante a execução do trabalho será considerado, até prova em contrario, como proveniente de essa execução. Transferência facultativa de responsabilidade: As entidades responsáveis pelas pensões e tratamento clínico poderão passar a sua responsabilidade para sociedades mútuas de patrões ou companhias de seguros autorizadas. Estabelece prestações em espécie: a assistência medica até a cura clinica Lei 83 de 24 de Julho

8 1913 E prestações pecuniárias: Em caso de morte pensões anuais para os cônjuges e filhos. Em caso de incapacidade permanente absoluta: pensão vitalícia de 2/3 do salario. Em caso de incapacidade permanente parcial: pensão vitalícia de valor igual à metade da perda salarial efectiva. Em caso de incapacidade temporária 2/3 do salario diário. Salario indemnizável plafonado Lei 83 de 24 de Julho

9 1913 Responsabilidade pelo risco. Indemnizações pecuniárias baseadas na perda salarial efectiva. Desincentiva o risco moral: plafonamento de salários e diminuição de rendimentos nas incapacidades laborais temporárias ou permanentes. Lei 83 de 24 de Julho

10 1919 Institui o seguro social obrigatório contra os desastres de trabalho: O seguro dos assalariados e empregados de todas as profissões é obrigatório para o patrão, abrangendo todos os indivíduos ao seu serviço que recebam salário, ordenado ou remuneração de qualquer ordem O seguro de acidentes de trabalho foi obrigatório em Espanha em 1931 Decreto lei nº 5637 de 19 de Maio de 1919

11 1936 Cria o conceito da redução da capacidade geral de ganho para indemnizar as incapacidades permanentes parciais: Para o calculo da desvalorização atender-se-á à natureza e gravidade da lesão ou doença, a profissão, salário e idade da vitima, ao grau de possibilidade da sua readaptação à mesma ou outra profissão e a todas as circunstâncias que possam influir na determinação da redução da sua capacidade geral de ganho ( Artigo 22º) Decreto lei nº 1942 de 27 de Julho de 1936

12 1936 Anuncia a publicação de uma Tabela Nacional de Incapacidades: Enquanto não estiver elaborada a tabela nacional de incapacidades, o calculo da desvalorização dos sinistrados será feita em face da tabela Lucien Mayet, pudendo o tribunal corrigir para menos ou desprezar as desvalorizações que não traduzam incapacidade geral de dano. (Artigo 49º) Institui o regime de remições, desde que estas não excedam de determinado valor Decreto lei nº 1942 de 27 de Julho de 1936 Em 1960, 24 anos depois, foi aprovada a TNI (Decreto nº 43189)

13 1965 Alarga o âmbito dos acidentes de trabalho aos ocorridos na ida para o local de trabalho ou no regresso deste, quando for utilizado meio de transporte fornecido pela entidade patronal ou quando o acidente seja consequência de particular perigo do percurso normal Amplia o prazo para rever a pensão de cinco para dez anos posteriores à data de fixação da pensão. Aumenta o plafond do salario indemnizável (no Regulamento de 1971) Cria o Fundo de Garantia e Actualização de Pensões Lei nº 2127 de 3 de Agosto de 1965

14 1981 Transfere as responsabilidades das empresas seguradoras pela reparação dos danos emergentes de doenças profissionais para a Caixa Nacional de Doenças Profissionais Decreto lei 227 de 18 de Julho de 1981

15 2000 Alargamento do conceito de acidentes de trabalho à cobertura generalizados do risco in itinere. Alargamento do âmbito da lei a todos os trabalhadores independentes. Extingue o conceito de retribuição-base passando as indemnizações a ser calculadas com base na retribuição efectivamente auferida pelo sinistrado. Extingue o plafonamento para as indemnizações dos salários acima do salário mínimo. Lei 100/97 de 13 de Setembro de 1997

16 2009 Alarga o âmbito prestacional à reabilitação e reintegração profissional. Estabelece que as ajudas técnicas sejam as que correspondam ao estado mais avançado da ciência e da técnica, com independência do seu custo. Alarga sine die o direito à revisão da pensão. Estabelece a responsabilidade das seguradoras nos sinistros por actuação culposa do empregador, embora com direito de regresso sobre ele. Lei 98/2009 de 4 de Setembro de 2009

17 Aplicabilidade automática do coeficiente de 1.5 aos incapacitados com idade superior a 50 anos TNI anterior a) Sempre que se verifique perda ou diminuição de função os coeficientes de incapacidade são bonificados com uma multiplicação pelo factor 1,5, se a vítima não for reconvertível em relação ao posto de trabalho ou tiver 50 anos ou mais. TNI actual Tabela Nacional de Incapacidades a) Os coeficientes de incapacidade previstos são bonificados pelo factor 1.5, se a vítima não for reconvertível em relação ao posto de trabalho ou tiver 50 anos ou mais quando não tiver beneficiado da aplicação desse fator; Decreto lei nº 352/2007 de 23 de Outubro

18 Conclusões A fronteira entre um seguro pela responsabilidade do empregador e um seguro de acidentes ficaram diluídos. A maioria das indemnizações por incapacidades permanentes não indemnizam perdas salariais reais, apenas perdas à integridade física sem repercussão na capacidade de ganho. As indemnizações por incapacidades diárias plafonadas foram substituídas por indemnizações que podem ser superiores aos valores pagos no activo. Aumento substancial das responsabilidades das segurdoras

19 Agenda Um pouco de história Onde nos encontramos Algumas propostas

20 ACIDENTES DE TRABALHO Evolução do número de sinistros com IPP % Fonte: ANSR

21 Evolução da taxa média praticada nos ATCO % Fonte: ANSR

22 INDICADORES DA CONTA TÉCNICA (Sobre Prémios Adquiridos, Líquido de Resseguro) Rácio Sinistralidade 86,77% 82,14% 83,35% 91,54% 112,85% Rácio Despesas 25,23% 25,41% 25,56% 26,82% 26,84% Rácio Custos Aquisição 19,43% 18,96% 19,03% 19,36% 19,55% Rácio Custos Administrativos 5,80% 6,45% 6,53% 7,46% 7,30% Rácio Combinado AT (s/ PA e Líquidos de Resseguro) 112,00% 107,55% 108,90% 118,36% 139,69% Fonte: ANSR

23 Agenda Um pouco de história Onde nos encontramos Algumas propostas

24 Nenhuma companhia isoladamente tem capacidade para ultrapassar os problemas atuais do ramo

25 Algumas propostas Alterações legislativas Estabelecer critérios comuns para o calculo das responsabilidades de longo prazo. Uma nova relação com as empresas

26 Alterações legislativas Indemnizações diárias por Incapacidades Temporárias Indemnização diária calculada em função de 1/30 da retribuição normal, dividida por 14 Reduzir para 60% da retribuição de referencia nos primeiros 90 dias Impedimento da possibilidade de prestação ultrapassar a retribuição liquida (bruta deduzida de TSU e IRS)

27 Alterações legislativas Reparação e revisão das Incapacidades Permanentes Parciais Adoptar o modelo belga para as IPP s <= 10% Limitar o período de revisão das IPP s a 10 anos Eliminar a bonificação automática do grau de IPP para quem tiver 50 anos ou mais

28 Taxa de sinistralidade comparada (Países com regimes semelhantes)

29 Alterações legislativas Reparação Incapacidades Permanentes Absolutas Majoração das pensões entre 1,1 e 10 IAS. Aumento dos montantes de prestação suplementar para assistência a 3ª pessoa. Aumento do subsidio por elevada incapacidade

30 Alterações legislativas Alargamento de Competências, estrutura orgânica e regime de Financiamento do FAT. Recebendo os acordos extrajudiciais que a lei permita sejam celebrados fora dos Tribunais de Trabalho. Monitorização de procedimentos de acompanhamento das pensionistas com afectação grave da funcionalidade. Criando e acompanhando uma base de dados de todos os acidentados

31 Estabelecer critérios comuns para o calculo das responsabilidades de longo prazo (>10 anos) Alguém consegue calcular quanto poderá custar dentro de 20 anos a prótese mais avançada da ciência e da técnica? Ou prever quais serão os critérios das juntas médicas que avaliaram os atuais pensionistas? Ou quais serão os cuidados médicos e clínicos que a sociedade exigirá para os grandes lesionados?

32 Uma nova relação com as empresas Alargando a actividade à prevenção, segurança, higiene e saúde no trabalho. Um relacionamento estável (responsabilidades vitalícias são incompatíveis com contratos que vigoram três meses).

33

34 101 anos de história

35 José Alvarez Quintero 22 de maio de 2014 Mod.APS.G.001.V1

ACIDENTES DE TRABALHO

ACIDENTES DE TRABALHO ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE SEGURADORES ACIDENTES DE TRABALHO E RESPONSABILIDADES 29 SETEMBRO 2014 ACIDENTES DE TRABALHO E RESPONSABILIDADES ÍNDICE 01 / BREVE ENQUADRAMENTO HISTÓRICO 02 / ENQUADRAMENTO JURÍDICO

Leia mais

Acidentes de Trabalho Trabalhadores por conta de Outrem Ficha de Produto

Acidentes de Trabalho Trabalhadores por conta de Outrem Ficha de Produto PRODUTO SEGMENTO- ALVO VANTAGENS O Seguro de Acidentes de Trabalho Trabalhadores por Conta é um seguro obrigatório que tem por objetivo: Transferir para a Companhia a responsabilidade que recai sobre o

Leia mais

O Fundo de Acidentes de Trabalho na proteção das vítimas de acidentes de trabalho

O Fundo de Acidentes de Trabalho na proteção das vítimas de acidentes de trabalho CONFERÊNCIA COMEMORATIVA do CENTENÁRIO da 1.ª LEI DE ACIDENTES DE TRABALHO O Fundo de Acidentes de Trabalho na proteção das vítimas de acidentes de trabalho História e Enquadramento Lei nº 100/97, de 13

Leia mais

Promoção da segurança e saúde no trabalho Porquê? Passamos 8h por dia a trabalhar Todas as atividades profissionais têm riscos

Promoção da segurança e saúde no trabalho Porquê? Passamos 8h por dia a trabalhar Todas as atividades profissionais têm riscos Paulo Saraiva Promoção da segurança e saúde no trabalho Porquê? 1 2 3 Passamos 8h por dia a trabalhar Todas as atividades profissionais têm riscos Os custos dos acidentes de trabalho e das doenças profissionais

Leia mais

REGIME DE REPARAÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO

REGIME DE REPARAÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO REGIME DE REPARAÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO DIREITOS E OBRIGAÇÕES DO SINISTRADO E DOS RESPONSÁVEIS 1. O QUE É UM ACIDENTE DE TRABALHO? Acidente de trabalho é o acidente ocorrido no local e no tempo de

Leia mais

GUIA PRÁTICO DOENÇA PROFISSIONAL - CERTIFICAÇÃO

GUIA PRÁTICO DOENÇA PROFISSIONAL - CERTIFICAÇÃO GUIA PRÁTICO DOENÇA PROFISSIONAL - CERTIFICAÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/12 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Doença Profissional - Certificação (N28 v4.06) PROPRIEDADE Instituto

Leia mais

GUIA PRÁTICO DOENÇA PROFISSIONAL - CERTIFICAÇÃO

GUIA PRÁTICO DOENÇA PROFISSIONAL - CERTIFICAÇÃO GUIA PRÁTICO DOENÇA PROFISSIONAL - CERTIFICAÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/12 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Doença Profissional - Certificação (N28 v4.08) PROPRIEDADE Instituto

Leia mais

Prof. Maria José Carneiro de Sousa Pinto da Costa AVALIAÇÃO DO DANO CORPORAL EM DIREITO DO TRABALHO

Prof. Maria José Carneiro de Sousa Pinto da Costa AVALIAÇÃO DO DANO CORPORAL EM DIREITO DO TRABALHO Prof. Maria José Carneiro de Sousa Pinto da Costa AVALIAÇÃO DO DANO CORPORAL Acidente de trabalho É todo o evento traumático, imprevisto, súbito, anormale que surge no decorrer do trabalho, na sua preparação

Leia mais

CÓDIGO DE PROCESSO DO TRABALHO. Actualização N.º 2

CÓDIGO DE PROCESSO DO TRABALHO. Actualização N.º 2 CÓDIGO DE PROCESSO DO TRABALHO Actualização N.º 2 Código de Processo do Trabalho 2 TÍTULO: AUTORES: CÓDIGO DE PROCESSO DO TRABALHO Actualização N.º 2 Texto da Lei EDITOR: EDIÇÕES ALMEDINA, SA RUA DA ESTRELA,

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE ACIDENTES DE TRABALHO

REGULAMENTO INTERNO DE ACIDENTES DE TRABALHO MUNICÍPIO DE CABECEIRAS DE BASTO CÂMARA MUNICIPAL CONTRIBUINTE Nº 505 330 334 APROVADO PELO EXECUTIVO MUNICIPAL EM 25/05/2016 REGULAMENTO INTERNO DE ACIDENTES DE TRABALHO CÂMARA MUNICIPAL DE CABECEIRAS

Leia mais

GUIA PRÁTICO INCAPACIDADE TEMPORÁRIA POR DOENÇA PROFISSIONAL

GUIA PRÁTICO INCAPACIDADE TEMPORÁRIA POR DOENÇA PROFISSIONAL GUIA PRÁTICO INCAPACIDADE TEMPORÁRIA POR DOENÇA PROFISSIONAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/10 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Incapacidade Temporária por Doença Profissional (N07

Leia mais

SEGURO DE ACIDENTES PESSOAIS PROTEÇÃO VITAL DAS PESSOAS UM SEGURO QUE COMEÇA ONDE OS OUTROS ACABAM GUIA DE CLIENTE GUIA DE CLIENTES I 1

SEGURO DE ACIDENTES PESSOAIS PROTEÇÃO VITAL DAS PESSOAS UM SEGURO QUE COMEÇA ONDE OS OUTROS ACABAM GUIA DE CLIENTE GUIA DE CLIENTES I 1 SEGURO DE ACIDENTES PESSOAIS PROTEÇÃO VITAL DAS PESSOAS UM SEGURO QUE COMEÇA ONDE OS OUTROS ACABAM GUIA DE CLIENTE GUIA DE CLIENTES I 1 PROTEÇÃO VITAL DAS PESSOAS FIDELIDADE Porque para a Fidelidade o

Leia mais

Aumento da Cobertura da Protecção Social Obrigatória em Angola: âmbito de aplicação pessoal e material Dr. Jesus Maiato MAPTSS

Aumento da Cobertura da Protecção Social Obrigatória em Angola: âmbito de aplicação pessoal e material Dr. Jesus Maiato MAPTSS Aumento da Cobertura da Protecção Social Obrigatória em Angola: âmbito de aplicação pessoal e material Dr. Jesus Maiato MAPTSS Workshop: Protecção Social Obrigatória: níveis de solidez e perspectivas de

Leia mais

CONGRESSO NACIONAL DE ACIDENTES DE TRABALHO: DA PREVENÇÃO À REPARAÇÃO

CONGRESSO NACIONAL DE ACIDENTES DE TRABALHO: DA PREVENÇÃO À REPARAÇÃO CONGRESSO NACIONAL DE ACIDENTES DE TRABALHO: DA PREVENÇÃO À REPARAÇÃO O regime dos acidentes em serviço e doenças profissionais ocorridos ao serviço da Administração Pública Isabel Viseu - DGAP DIREITO

Leia mais

Lei n.º 3/2009, de 13 de Janeiro. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

Lei n.º 3/2009, de 13 de Janeiro. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Lei n.º 3/2009, de 13 de Janeiro Regula os efeitos jurídicos dos períodos de prestação de serviço militar de antigos combatentes para efeitos de atribuição dos benefícios previstos nas Leis n. os 9/2002,

Leia mais

VICTORIA SEGUROS BENEFÍCIOS FISCAIS

VICTORIA SEGUROS BENEFÍCIOS FISCAIS VICTORIA SEGUROS BENEFÍCIOS FISCAIS 2014 Este documento tem caráter informativo e genérico, não dispensando por isso a consulta da legislação em vigor e análise direcionada à situação concreta. 2 INDICE

Leia mais

Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial

Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial 30 de Novembro de 2010 Regime Geral dos TCO s: É o regime aplicável aos trabalhadores que exercem actividade por conta de outrem, e que lhes confere

Leia mais

Principais alterações do novo Regime Contributivo da Seg. Social

Principais alterações do novo Regime Contributivo da Seg. Social Principais alterações do novo Regime Contributivo da Seg. Social Introdução: Neste documento serão apresentadas as principais alterações do Código de Regimes Contributivos do Sistema Previdencial da Segurança

Leia mais

ALAIN AREAL LISBOA, 03 DE OUTUBRO 2016

ALAIN AREAL LISBOA, 03 DE OUTUBRO 2016 ALAIN AREAL LISBOA, 03 DE OUTUBRO 2016 Enquadramento Na Europa, 60% dos acidentes de trabalho de que resultam mortos são acidentes rodoviários, incluindo os acidentes de trajecto para o trabalho. Acidentes

Leia mais

Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal Vida Não Vida Mistas Total. Empresas de seguros de direito português

Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal Vida Não Vida Mistas Total. Empresas de seguros de direito português Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal 2016 Vida Não Vida Mistas Total Em regime de estabelecimento 18 43 12 73 Empresas de seguros de direito português 14 24 5 43 Empresas de seguros

Leia mais

23 de setembro de Relatório de Regulação e Supervisão da Conduta de Mercado 2014

23 de setembro de Relatório de Regulação e Supervisão da Conduta de Mercado 2014 23 de setembro de 2015 Relatório de Regulação e Supervisão da Conduta de Mercado 2014 Índice Relatório de Regulação e Supervisão da 2014 1.1 Atividade regulatória 1.2 Entendimentos em matéria de conduta

Leia mais

PROTEÇÃO SOCIAL SUBSÍDIO DE DOENÇA

PROTEÇÃO SOCIAL SUBSÍDIO DE DOENÇA PROTEÇÃO SOCIAL SUBSÍDIO DE DOENÇA Ficha Técnica Título Proteção Social Subsídio de Doença Autor Direção-Geral da Segurança Social (DGSS): - Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação (DSIA) Conceção

Leia mais

Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal Vida Não Vida Mistas Total. Sucursais de empresas de seguros estrangeiras

Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal Vida Não Vida Mistas Total. Sucursais de empresas de seguros estrangeiras Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal 2017 Vida Não Vida Mistas Total Em regime de estabelecimento 18 43 12 73 Empresas de seguros de direito português 14 24 5 43 Empresas de seguros

Leia mais

MUDANÇAS POLÍTICAS SALARIAIS. Quidgest

MUDANÇAS POLÍTICAS SALARIAIS. Quidgest MUDANÇAS POLÍTICAS SALARIAIS Quidgest [email protected] AGENDA: Q Q Q Q Q Q Q Q Q Q REMISSÃO CÓDIGO DO TRABALHO TRABALHO SUPLEMENTAR FÉRIAS, FALTAS E FERIADOS SUBSÍDIO NATAL E FÉRIAS DECLARAÇÃO MENSAL DE

Leia mais

GRUPO DE TRABALHO SOBRE ESTATÍSTICAS DO TRABALHO, ACIDENTES DE TRABALHO E DOENÇAS PROFISSIONAIS ÁREA ACIDENTES DE TRABALHO E DOENÇAS PROFISSIONAIS

GRUPO DE TRABALHO SOBRE ESTATÍSTICAS DO TRABALHO, ACIDENTES DE TRABALHO E DOENÇAS PROFISSIONAIS ÁREA ACIDENTES DE TRABALHO E DOENÇAS PROFISSIONAIS DOCT/903/CSE/DSFA GRUPO DE TRABALHO SOBRE ESTATÍSTICAS DO TRABALHO, ACIDENTES DE TRABALHO E DOENÇAS PROFISSIONAIS ÁREA ACIDENTES DE TRABALHO E DOENÇAS PROFISSIONAIS RELATÓRIO JUNHO DE 2002 Índice do Relatório

Leia mais

ÉPOCA DESPORTIVA SEGURO DESPORTIVO DE GRUPO DE ACIDENTES PESSOAIS AGENTES DESPORTIVOS

ÉPOCA DESPORTIVA SEGURO DESPORTIVO DE GRUPO DE ACIDENTES PESSOAIS AGENTES DESPORTIVOS ÉPOCA DESPORTIVA 2017-2018 SEGURO DESPORTIVO DE GRUPO DE ACIDENTES PESSOAIS AGENTES DESPORTIVOS (Atletas amadores, árbitros, treinadores, dirigentes desportivos e demais agentes desportivos) Para conhecimento

Leia mais

HIGIENE, SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (HSST)

HIGIENE, SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (HSST) HIGIENE, SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (HSST) ÍNDICE 1- Serviço Externo de HSST. ------------------------------------------------------------------- 3 2- Breves Noções de HSST. --------------------------------------------------------------------

Leia mais

SEGURO ACIDENTES DE TRABALHO. ASF Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões

SEGURO ACIDENTES DE TRABALHO. ASF Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões SEGURO ACIDENTES DE TRABALHO ASF Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões Ficha Técnica Coleção Guia de Seguros e Fundos de Pensões Título Seguro Acidentes de Trabalho Edição Autoridade

Leia mais

Subsídio de Doença Direção-Geral da Segurança Social março 2015

Subsídio de Doença Direção-Geral da Segurança Social março 2015 Direção-Geral da Segurança Social março 2015 O é uma prestação em dinheiro atribuída ao beneficiário para compensar a perda de remuneração, resultante do impedimento temporário para o trabalho, por motivo

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS N SEGUROS, S.A.

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS N SEGUROS, S.A. N Seguros, S.A. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Exercício de 2010 Notas do anexo DEMONSTRAÇÃO DO RENDIMENTO INTEGRAL PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 (valores euros) 2010 2009 27 Resultado

Leia mais

Tributação dos advogados , delegação de Viana do Castelo

Tributação dos advogados , delegação de Viana do Castelo Tributação dos advogados 04-03-2015, delegação de Viana do Castelo Introdução Tributação dos advogados: - -advogadode empresa categoriaa - IRS regime simplificado cat. B - IRS Contabilidade organizada

Leia mais

TRABALHO DEPENDENTE PENSÕES

TRABALHO DEPENDENTE PENSÕES MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2018 3 4 A R. P. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS - IRS MODELO 3 Anexo A Sujeito passivo A 1 CATEGORIAS A / H 2

Leia mais