Conforto Ambiental Sonoro - 6ARQN
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- Rosa Gentil Amado
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1 Conforto Ambiental Sonoro - 6ARQN
2 O aumento do nível de ruídos nas cidades e reclamações da população é crescente, no entanto, os dados sobre exposição sonora e o incômodo causado à população são incipientes (Sousa, 2004).
3 Nas áreas urbanas, os ruídos acima do suportável, superiores a 65 decibéis, são produzidos principalmente pela vizinhança, bares e veículos automotores.
4 A exposição excessiva a esses ruídos afeta o desempenho fisiológico e mental, reduz o desempenho no trabalho, aumenta a fadiga, causa perturbação no sono, irritação, aumento da pressão arterial e arritmia cardíaca. Ruídos acima de 85 decibéis podem provocar surdez permanente se a exposição for contínua (OMS 1995).
5 1 lugar com 44,2% dos moradores insatisfeitos com a poluição sonora (IPP 2005).
6 Na Grande Belém, a média do nível de ruídos nas avenidas de grande fluxo em zonas habitacionais e de uso misto é de 83 decibéis, acima do que foi estipulado na lei municipal (70 decibéis). Esse nível está acima da média de 78 decibéis de Londres, uma das cidades mais barulhentas da Europa (Prasher 2007).
7 Em Belém, os ruídos estão acima do suportável e as reclamações contra isso são cada vez mais frequentes. É urgente fazer valer a lei que garante o silêncio como direito de todos.
8 Aumenta o nível de ruídos nas vias de grande fluxo. Em 2001, o nível de ruídos nas avenidas pesquisadas estava entre 74 e 80 decibéis, acima do limite recomendado. Essa situação era bem mais grave em 2007 com uma variação entre 77 e 89 decibéis.
9 Isso revela que a população de áreas residenciais e mista estava exposta a ruídos acima dos níveis inaceitáveis em áreas industriais conforme as normas da ABNT. A idade da frota de transportes coletivos, os congestionamentos, a falta de prudência dos condutores e o excesso de buzina são fatores que elevam o nível de ruídos.
10 Em 2007 foram pesquisados 23 pontos localizados em dez vias na Grande Belém.
11 Alta pressão sonora em zonas sensíveis a ruídos. Nas áreas onde funcionam estabelecimentos que necessitam de silêncio (hospitais, escolas, zonas residenciais etc.), o nível de pressão sonora em 2004 na área de entorno variava de 60 a 80 decibéis de acordo com o mapa acústico de Belém (Unama 2004). As normas da ABNT de 2000, adotadas pela lei municipal 7.990, do mesmo ano, recomendam níveis de pressão sonora de até 50 decibéis no período diurno e de 45 decibéis no período noturno para áreas estritamente residenciais urbanas, de hospitais ou de escolas.
12 Aumenta o número de denúncias. Em 2005 ocorreram denúncias, mais que o dobro de 2003, cujo número registrado foi (Dema - Divisão Especializada de Meio Ambiente 2005). O maior número de denúncias registradas pela Dema foi de barulhos produzidos em residências (30%). Em segundo lugar estavam os bares (28%), em terceiro, os veículos automotores (15%) e, por último, os ruídos de vias públicas (8%).
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14 Conclusão Na Grande Belém, o nível de ruídos produzido principalmente pelos veículos automotores nas vias de grande fluxo está acima do previsto por lei desde 2001, como mostra o PDTU40 (Plano Diretor de Transporte Urbano) (Seurb 2001). O Mapa Acústico da primeira légua patrimonial, realizado pela Unama/Semma/Fidesa e publicado em 2004, mostra que os níveis de ruídos estavam acima dos medidos em Em 2007, nos pontos aferidos na pesquisa, os níveis de ruídos estão ainda mais altos. A poluição sonora nessas vias é inaceitável e demanda ações de curto prazo para reduzir os riscos à saúde. O barulho produzido por estabelecimentos comerciais e por atividades de lazer nas residências ou nas ruas também afeta a qualidade de vida. O número de denúncias cresce a cada ano; em 2005, o número de pessoas que realizam atividades de lazer em residências sem respeitar o sossego público, infringindo a lei, aumentou. Por isso, é necessário reduzir o nível de ruídos produzido para 45 decibéis, o tolerável pelo ouvido humano (OMS 1998).
15 O Código de Posturas de Macapá disciplina os horários de funcionamento para diversos ramos de atividade desempenhadas no âmbito do município de Macapá, incluindo bares, boates, lanchonetes, restaurantes, indústrias e comércio bares, lanchonetes, restaurantes e botequins, desde que não localizados em prédios mistos (compostos também de unidades residenciais), funcionarão de 8h às 24h, de domingo a quinta-feira, e de 8h à 1h às sextas-feiras, sábados e vésperas de feriados. Se localizados em prédios mistos, o horário será de 6h às 24h. Por sua vez, o funcionamento de boates, danceterias, casas de jogos e similares, está condicionado aos horários de 21h às 2h, de domingo a quinta-feira, e de 21h às 4h às sextas-feiras, sábados e vésperas de feriados.
16 Pode-se localizar neste mapa a rua em pauta, dentre os resultados de pesquisa de campo através de questionários e entrevistas com os moradores e o uso do aparelho decibelímetro que dentro do decorrer da analise de estudo constatou que a rua é considerada uma das ruas mais ruidosas em relação ao desconforto acústico, poluição sonora e perturbação do sossego alheio, afetando diretamente a qualidade de vida dos seus moradores.
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18 Conclusão De acordo com os levantamentos efetuados, pode-se concluir que a poluição sonora deve ser tratada com mais seriedade pelos moradores, como também, pelas autoridades competentes, buscando meios de combater tais desconfortos, através de materiais isolantes, os quais diminuem a propagação dos sons, assim como, através da conscientização da população do bairro Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, precisamente da rua Hugo Alves Pinto.
19 Conclusão Tendo em vista, o acentuado problema de acústica comprovado no bairro em apresso localizado em Macapá, o qual tem causado problemas sérios de perturbação alheia, de saúde aos seus moradores, de inicio, pela falta de fiscalização pelas autoridades afins, campanhas educativas à população, assim como, pela falta de conhecimento e emprego dos recursos naturais da região, de forma reciclável.
20 Sinalizar. As áreas sensíveis a ruídos devem estar bem sinalizadas, evidenciando-se o tipo de atividade. A fiscalização para o cumprimento da lei deve ser sistemática, os infratores devem ser penalizados e a população deve ter acesso à informação por meio de ampla campanha educativa.
21 Inspecionar veículos. O uso de transportes automotivos contribui para a produção de GEE (Gases de Efeito Estufa) e de ruídos inaceitáveis nos grandes centros urbanos. Portanto, é preciso inspecionar veículos para verificar a proteção acústica do motor, escapamentos, buzinas e equipamentos de sons no que se refere a sua adequação às normas de trânsito e da lei de poluição sonora. Reduzir ruídos em vias públicas. Estimular por meio de campanhas educativas, a redução de ruídos nas avenidas de grande fluxo. Isso inclui evitar acelerações desnecessárias, usar a buzina só o estritamente necessário, manter o veículo funcionando sem ruídos excessivos, ouvir música apenas no ambiente do veículo e manter a fluidez do trânsito.
22 Fiscalizar. Promover a fiscalização preventiva para controlar e combater a poluição sonora. Para tanto, é necessário que os municípios tenham lei municipal, a exemplo da lei do município de Belém, o que permitirá o conhecimento das normas e o ajuste de conduta dos estabelecimentos, organizações e população. Divulgar. Disponibilizar as informações sobre a situação da poluição sonora nas cidades (denúncias e danos à saúde) e estimular o debate sobre as consequências da poluição e medidas para reduzir os níveis de ruídos.
23 Leão, Alencar e Veríssimo. Belém Sustentável. Belém-PA: Unama, Soares, Eline Mirlene Araújo. Análise do conforto acústico do Bairro Nossa Senhora do Perpétuo Socorro: Rua Hugo Alves Pinto. Trabalho de Conclusão de Curso (Arquitetura e Urbanismo) Centro de Ensino Superior do Amapá. Macapá: CEAP, 2011.
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