O Processo de Decapagem de Bobinas a Quente
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- Ana Carmona Lencastre
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1 O Processo de Decapagem de Bobinas a Quente
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3 CAPACIDADE PRODUÇÃO: ton/ano Velocidade Max: 180 mpm FABRICANTES PRINCIPAIS PRO/ECO Velocidade Enfiamento: 120 mpm NELSON STEEL Bobinas: SIEMENS Peso Max: 25 ton DADOS CIVIS: Largura: mm Peso Estrutura: kg Entrada: Dimensões Prédio - Largura: 18 m Dia Interno mm Altura: 18.4 m Dia Externo mm Comprimento: 136 m Espessura - 1,5.. 5,0 mm Área: 2448 m² Saída: Dia Interno mm Dia Externo mm Espessura - 1,5.. 5,0 mm
4 Matéria Prima: BQ - (Bobina Laminada a Quente)
5 OBJETIVO DA DECAPAGEM ÁCIDA: REMOVER CAREPA DA BQ, ATRAVÉS DE REAÇÕES QUÍMICAS, PARA PERMITIR PROCESSAMENTO POSTERIOR NA LAMINAÇÃO A FRIO E REVESTIMENTOS
6 CAREPA: Durante o processo normal de Laminação e Bobinamento a Quente, ocorre a oxidação das bobinas, que chamamos de CAREPA A Carepa por ser dura e quebradiça inviabiliza processos posteriores de laminação e revestimentos, então precisa ser removida
7 A carepa é constituída de três camadas: FeO AÇO Porosa - Fácil de dissolver. Óxido Ferroso Wustita
8 A carepa é constituída de três camadas: Fe 3 O 4 FeO AÇO Porosa - Difícil de dissolver. Magnetita
9 A carepa é constituída de três camadas: Fe 2 O 3 Fe 3 O 4 FeO AÇO Casca Dura e quebradiça - Mais difícil de dissolver em ácidos diluídos. - Hematita (Óxido Férrico)
10 Parâmetros que influenciam na Formação da Carepa no Laminador de Tiras a Quente: Temperatura da Tira; Resfriamento da Tira; Temperatura de Bobinamento; Resfriamento da Bobina;
11 Remoção da Carepa: A remoção da carepa é feita passando-se a tira em um banho de Ácido Clorídrico (HCl) URA HCl - 3% FeCl 2-12% HCl - 8% FeCl 2-6% HCl - 14% FeCl 2-3%
12 Maior rapidez Maior limpeza Menor gasto de vapor Vantagens do HCl Métodos eficientes de regeneração Menor consumo
13 Reações: Fe 2 O 3 +6HCl=2FeCl 3 +3H 2 0 Fe 3 O 4 +8HCl=FeCl 2 +2FeCl 3 +4H 2 0 FeO+2HCl=FeCl 2 +H 2 0 Fe+2HCl=FeCl 2 +H 2 SOLUÇÃO ÁCIDA (HCl) Aço Fe 2 O 3 2% Fe 3 O 4 13 % FeO 85 % Esp. Carepa: 10~70 Microns Orifício causado Para minimizar pela o ataque da solução quebra ácida de carepa. sobre o metal base, utiliza-se inibidores no banho decapante, cuja proporção é de 0,02 l/ton.
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15 BQ VIRADOR DE BOBINAS BALANÇA DESENROLADEIRA DESEMPE- NADEIRA MEDIDOR ESPESSURA PONTAS CAÇAMBA SUCATAS SPRAY REVERSO TANQUE DE LIMPEZA SECADEIRA 2 3 POÇO DO LOOP MÁQUINA DE EMBALAR 3 ROLO PUXADOR GUIADO LATERAL TENSOR INSPEÇÃO OLEADEIRA FINAL ENROLADEIRA PICADOR APARAS
16 BQ VIRADOR DE BOBINAS BALANÇA DESENROLADEIRA DESEMPE- NADEIRA MEDIDOR ESPESSURA PONTAS CAÇAMBA SUCATAS SPRAY REVERSO TANQUE DE LIMPEZA SECADEIRA 2 3 POÇO DO LOOP MÁQUINA DE EMBALAR 3 ROLO PUXADOR GUIADO LATERAL TENSOR INSPEÇÃO OLEADEIRA FINAL ENROLADEIRA PICADOR APARAS
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19 BQ VIRADOR DE BOBINAS BALANÇA DESENROLADEIRA DESEMPE- NADEIRA MEDIDOR ESPESSURA PONTAS CAÇAMBA SUCATAS SPRAY REVERSO TANQUE DE LIMPEZA SECADEIRA 2 3 POÇO DO LOOP MÁQUINA DE EMBALAR 3 ROLO PUXADOR GUIADO LATERAL TENSOR INSPEÇÃO OLEADEIRA FINAL ENROLADEIRA PICADOR APARAS
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21 BQ VIRADOR DE BOBINAS BALANÇA DESENROLADEIRA DESEMPE- NADEIRA MEDIDOR ESPESSURA PONTAS CAÇAMBA SUCATAS SPRAY REVERSO TANQUE DE LIMPEZA SECADEIRA 2 3 POÇO DO LOOP MÁQUINA DE EMBALAR 3 ROLO PUXADOR GUIADO LATERAL TENSOR INSPEÇÃO OLEADEIRA FINAL ENROLADEIRA PICADOR APARAS
22 BQ 1 VIRADOR DE BOBINAS BALANÇA DESENROLADEIRA DESEMPE- NADEIRA MEDIDOR ESPESSURA PONTAS CAÇAMBA SUCATAS SPRAY REVERSO 1 2 TANQUE DE LIMPEZA SECADEIRA 2 3 POÇO DO LOOP MÁQUINA DE EMBALAR 3 ROLO PUXADOR GUIADO LATERAL TENSOR INSPEÇÃO OLEADEIRA FINAL ENROLADEIRA PICADOR APARAS
23 BQ 1 VIRADOR DE BOBINAS BALANÇA DESENROLADEIRA DESEMPE- NADEIRA MEDIDOR ESPESSURA PONTAS CAÇAMBA SUCATAS SPRAY REVERSO 1 2 TANQUE DE LIMPEZA SECADEIRA 2 3 POÇO DO LOOP MÁQUINA DE EMBALAR 3 ROLO PUXADOR GUIADO LATERAL TENSOR INSPEÇÃO OLEADEIRA FINAL ENROLADEIRA PICADOR APARAS
24 BQ 1 VIRADOR DE BOBINAS BALANÇA DESENROLADEIRA DESEMPE- NADEIRA MEDIDOR ESPESSURA PONTAS CAÇAMBA SUCATAS SPRAY REVERSO 1 2 TANQUE DE LIMPEZA SECADEIRA 2 3 POÇO DO LOOP MÁQUINA DE EMBALAR 3 ROLO PUXADOR GUIADO LATERAL TENSOR INSPEÇÃO OLEADEIRA FINAL ENROLADEIRA PICADOR APARAS
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36 BQ 1 VIRADOR DE BOBINAS BALANÇA DESENROLADEIRA DESEMPE- NADEIRA MEDIDOR ESPESSURA PONTAS CAÇAMBA SUCATAS SPRAY REVERSO 1 2 TANQUE DE LIMPEZA SECADEIRA 2 3 POÇO DO LOOP MÁQUINA DE EMBALAR 3 ROLO PUXADOR GUIADO LATERAL TENSOR INSPEÇÃO OLEADEIRA FINAL ENROLADEIRA PICADOR APARAS
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38 BQ 1 VIRADOR DE BOBINAS BALANÇA DESENROLADEIRA DESEMPE- NADEIRA MEDIDOR ESPESSURA PONTAS CAÇAMBA SUCATAS SPRAY REVERSO 1 2 TANQUE DE LIMPEZA SECADEIRA 2 3 POÇO DO LOOP MÁQUINA DE EMBALAR 3 ROLO PUXADOR GUIADO LATERAL TENSOR INSPEÇÃO OLEADEIRA FINAL ENROLADEIRA PICADOR APARAS
39 BQ 1 VIRADOR DE BOBINAS BALANÇA DESENROLADEIRA DESEMPE- NADEIRA MEDIDOR ESPESSURA PONTAS CAÇAMBA SUCATAS SPRAY REVERSO 1 2 TANQUE DE LIMPEZA SECADEIRA 2 3 POÇO DO LOOP MÁQUINA DE EMBALAR 3 ROLO PUXADOR GUIADO LATERAL TENSOR INSPEÇÃO OLEADEIRA FINAL ENROLADEIRA PICADOR APARAS
40 BQ 1 VIRADOR DE BOBINAS BALANÇA DESENROLADEIRA DESEMPE- NADEIRA MEDIDOR ESPESSURA PONTAS CAÇAMBA SUCATAS SPRAY REVERSO 1 2 TANQUE DE LIMPEZA SECADEIRA 2 3 POÇO DO LOOP MÁQUINA DE EMBALAR 3 ROLO PUXADOR GUIADO LATERAL TENSOR INSPEÇÃO OLEADEIRA FINAL ENROLADEIRA PICADOR APARAS
41 BQ 1 VIRADOR DE BOBINAS BALANÇA DESENROLADEIRA DESEMPE- NADEIRA MEDIDOR ESPESSURA PONTAS CAÇAMBA SUCATAS SPRAY REVERSO 1 2 TANQUE DE LIMPEZA SECADEIRA 2 3 POÇO DO LOOP MÁQUINA DE EMBALAR BQD 3 ROLO PUXADOR GUIADO LATERAL TENSOR INSPEÇÃO OLEADEIRA FINAL ENROLADEIRA PICADOR APARAS
42 Diâmetro (mm) INTERNO EXTERNO PESO (Máx.) 610 mm Kg Espessura: 1,5 a 5,0 mm. Largura: 700 a 1625 mm. Largura máx. aparada: 1600 mm Aparada ou Universal. Oleada ou Sem Óleo
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44 APLICAÇÃO BQD
45 Rodas de Automóvel Compressores: Geladeira Ar Condicionado
46 Botijões De Gás Portas de Quadros Elétricos
47 O Processo de LAMINAÇÃO A FRIO
48 MATÉRIA PRIMA PRINCIPAL: BQD (Bobina Laminada a Quente Decapada) CARACTERÍSTICA DA BQD Espessuras: entre 1,5 e 5 mm OBJETIVO DA LAMINAÇÃO A FRIO: REDUZIR A ESPESSURA DA TIRA ATÉ OS PADRÕES UTILIZADOS NO PRODUTO A SER COMERCIALIZADO
49 Parâmetros do laminador P: Força de carregamento T: Tensão da tira : Alongamento = (L 2 - L 1 )x100% / L 1 L 1 : comprimento inicial (antes da laminação) L 2 : comprimento final (após a laminação) aumenta proporcionalmente com P e T.
50 Relação largura / espessura w / h >> 100 Redução ou Alongamento r = (h i - h f ) / h i v i R v c v f h i h f h i.v i = h f.v f Plano Neutro
51 LAMINADOR REVERSIVEL À FRIO LRF - 1
52 CAPACIDADE PRODUÇÃO: ton/ano Velocidade Max: 1º Passe mpm Demais Passes mpm FABRICANTES PRINCIPAIS: SMS DEMAG Bobinas: SIEMENS Peso Max: 25 ton Largura: mm DADOS CIVIS: Entrada: Peso Estrutura: kg Dia Interno mm Dimensões Prédio - Largura: 30 m Dia Externo mm Altura: 18,7 m Espessura - 1,5.. 5,0 mm Comprimento 35 m Saída: Área: 1080 m² Dia Interno mm Dia Externo mm Espessura - 0,20..1,55mm
53 FOTO LAMINADOR LRF - 1 CSN - PR
54 DESENROLADEIRA 5 ENROLADEIRA#1 ENROLADEIRA#2 6 7 ROLO PUXADOR/NIVELADOR 8 ROLO MEDIDOR APLAINAMENTO MEDIDOR DE ESPESSURA PRENSA AJUSTE DE PASS-LINE 9 PARAFUSO HIDRÁULICO 10 REFRIGERAÇÃO SELETIVA 11 MEDIDOR DE VELOCIDADE 11 11
55 SIMULAÇÃO DO PROCESSO
56 CARACTERISTICAS DO PRODUTO
57 BFH
58 Diâmetro (mm) INTERNO EXTERNO PESO (Máx.) 508 mm Kg Espessura: 0,21 a 1,50 mm. Largura: 700 a 1600 mm.
59 PRINCIPAIS CARACTERISITCAS BFH * ESPESSURA * PLANICIDADE
60 CONTROLE DE ESPESSURA - AGC Último Processo de deformação plástica no processo de produção de tiras metálicas. Exigência do mercado por melhores produtos AGC - Atua no laminador para correção de desvios na espessura da tira automaticamente
61 Desvios de espessura - Matéria Prima (BQ) - Excentricidade dos cilindros LTQ - Perda da tensão de enrolamento - Temperatura, Taxa de resfriamento - Marcas de Skid - Próprio Processo - Excentricidade dos cilindros LTF - da Lubrificação - Coroamento cilindros de trabalho - Temperatura cilindros trabalho
62 CONTROLE DE ESPESSURA - AGC MEDIDOR DE MEDIDOR DE VELOCIDADE 02 MEDIDOR DE MEDIDOR DE VELOCIDADE 01 ESPESSURA 02 ESPESSURA 01 ROLO MEDIDOR DE TENSÃO 02 ROLO MEDIDOR DE TENSÃO 01
63 CONTROLE DE ESPESSURA - AGC Visão Geral dos Controles Controle Feed Foward Compensa erros de espessura do material de entrada Controle Feed Back Compensa erros de espessura do material de saída Controle Mass Flow Compensa erros de espessura do processo Controle de Compensação Compensa erros de espessura gerados por constantes do laminador
64 CONTROLE DE PLANICIDADE - FLC Exigência do mercado por melhores produtos Redução do numero de arrebentamentos FLC - Atua no laminador mantendo a distribuição da tensão na tira constante
65 CONTROLE DE APLAINAMENTO Ondulado lateral = bordas mais longas que o centro Ondulado central = centro mais longo que as bordas Definição de Planicidade = L x 105 = I.U. L
66 CONTROLE DE APLAINAMENTO
67 FLC - Bending CONTROLE DE APLAINAMENTO
68 CVC CONTROLE DE APLAINAMENTO
69 REFRIGERAÇÃO
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