Graus de Branco e Padrões UV
|
|
|
- Tânia Wagner Maranhão
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Graus de Branco e Padrões UV Informações Gerais Cor & Aparência A avaliação da brancura de um produto é dependente dos materiais e da aplicação em que é utilizada. Materiais naturais, como o algodão e a lã, por exemplo, tendem a produzir uma tonalidade amarelada, que muitas vezes precisa ser alterada pela indústria. Uma tonalidade amarelada é normalmente associada à falta de qualidade de um produto, como por exemplo, envelhecimento ou sujeira forçando as indústrias a criar produtos com uma aparência mais branca. O branqueamento é um processo que remove quimicamente as cores dos materiais, resultando em uma refletância espectral mais uniforme. Agentes de branqueamento ópticos, ou fluorescentes, também são utilizados para compensar a tonalidade amarela, criando assim a aparência de um branco mais branco. Os branqueadores ópticos absorvem a energia do espectro eletromagnético na área de UV, não visível, (principalmente abaixo de 400 nm) e emitem essa energia em comprimentos de onda entre nm. Isto resulta em curvas de refletância que podem subir acima de 100% entre nm, fazendo o material parecer levemente azulado. Como o olho percebe os materiais ligeiramente azulados como tendo uma distribuição espectral mais uniforme, portando mais claras, o uso desses corantes é frequentemente utilizado para adicionar brancura a produtos e são normalmente utilizados pela indústria têxtil e de papel. O "branco" não é compatível com o que consideramos como "cor", uma vez que essas sensações são independentes uma da outra. Enquanto a medida do material não branqueado opticamente é prática comum, a avaliação do teor brancura de materiais opticamente branqueados frequentemente levanta questões. As medições de brancura estão sujeitas às configurações gerais não apenas do instrumento, mas também das referências utilizadas.
2 Cor & Aparência Perguntas & Respostas P: Há diferença entre os índices disponíveis? R: Sim, há diferença. Existem várias formulas para descrever o que o olho humano percebe como "brancura". A utilização de corantes azuis ou branqueadores ópticos se tornou uma prática comum em matérias primas amareladas, a medida que os olhos tendem a descrever materiais com um tom levemente azulado como brancos, forçando assim o ajuste das fórmulas atuais. Várias abordagens foram utilizadas para adequar e atender as necessidades do mercado uma vez que cada aplicação define seu próprio padrão ou referência de branco resultando em diferentes índices para as indústrias de papel, têxtil, alimentos, cada um usando um cálculo matemático diferente para descrever o seu branco. P: Qual padrão de UV eu devo usar para calibrar meu instrumento? R: Isso depende do material que você irá avaliar. Como materiais diferentes têm diferentes propriedades ópticas, o material adequado deveria ser usado para calibrar o instrumento corretamente. Use um padrão de papel para aplicação de papel, um padrão têxtil para aplicações têxteis, ou um padrão de plástico para aplicação de plástico. Usar um padrão de plástico para aplicações têxteis pode resultar em valores errados. P: Como posso saber se meu produto contém branqueadores ópticos? R: Dê uma olha na curva espectral! Os branqueadores ópticos absorvem energia abaixo do espectro visível e emitem a energia absorvida na parte inferior do espectro visível, até 480 nm. Isto resulta em curvas de refletância com uma saliência na área azulada. Dê uma olhada na foto abaixo. Nesta foto você pode ver a influência de branqueadores ópticos em uma peça de plástico branco. Enquanto a curva em vermelho mostra a cor "normal" que o plástico branco teria se iluminado por uma lâmpada sem energia UV (neste caso, realizado com o uso de um filtro em 420nm). A curva verde mostra claramente os efeitos que os branqueadores ópticos têm em um material, aumentando a curva espectral em mais de 100% de refletância em alguns pontos.
3 Índices de Brancura Índices de Brancura Uma grande variedade de índices está disponível para as indústrias que precisam avaliar a brancura dos seus produtos, por exemplo, papel ou têxtil. Devido ao fato de que alguns índices são utilizados para comunicar os valores, a escolha do índice correto para a sua aplicação é importante. Este documento deve ajudá-lo a selecionar os índices corretos para sua aplicação e foca nos mais utilizados atualmente. Cor & Aparência Índice de Brancura CIE Publicado em 1986, com a 2 ª edição da publicação 15 da comissão de Colorimetria da CIE, esta fórmula foi apresentada para "promover a uniformidade da prática de avaliação da brancura" e recomenda-se "usá-las para comparações da brancura das amostras avaliadas com o iluminante padrão CIE D65" [Relatório Técnico CIE 2004 Colorimetria] em uma escala relativa. A fórmula utilizada é WCIE = Y + 800(xn - x) (yn - y) Onde Y é o valor de Y-tristímulus da amostra, x e y são as coordenadas de cromaticidade da amostra, e xn, yn são coordenadas de cromaticidade do difusor perfeito do observador colorimétrico padrão para CIE Embora possa ser usado com a condição iluminante/observador C/2, é estritamente válido para o D65/10 e deve ser usado dessa maneira. Índice de Brancura ASTM E Enquanto o índice original ASTM E313 descreveu a avaliação de brancura utilizando os valores G e B das leituras de um colorímetro como sendo WE313 = 4B - 3G, as últimas referências da ASTM E para o índice de Brancura CIE, utilizam uma tabela para os valores de C, D50 e D65, bem como os valores dos observadores 2 e 10. O comitê têxtil AATCC define ASTM E com o uso do iluminante. C e observador 2. Índice de Brancura Ganz-Griesser Não apenas um índice, mas um procedimento completo, o método Ganz-Griesser para avaliar a brancura é atualmente o único índice no mercado que cuida de fatores específicos dos instrumentos, usando uma escala de calibração definida por padrões fluorescentes para medir valores confiáveis em sistemas diferentes. Definida para ser usada com D65/10 e comprimento de onda de referência de 470 nm, a fórmula do índice é calculada da seguinte maneira: WGanz = Y x y
4 NOTAS APPLICATION DE APLICAÇÃO NOTES Color Cor & & Appearance Aparência Tecnologia de Medição UV Existem duas tecnologias para a calibração de UV de uma fonte de luz. O método "tradicional", que utiliza filtros que reduzem a quantidade de energia UV emitida pela lâmpada de medição (introduzido pela primeira vez por Gärtner e em Griesser na década de 1970) e o controle numérico de UV inventado em 1997 pelo Sr.. Imura e patenteado pela Konica Minolta. A utilização de filtros de UV físicos é um método frequentemente usado, que depende do reposicionamento preciso e constante dos filtros, o que leva à necessidade de instrumentos com alta qualidade, precisão e confiabilidade. A tecnologia patenteada NUVC (controle numérico UV) oferece a possibilidade de não apenas calibrar o teor UV, mas também de controlá-lo em cada medição e, assim, manter os resultados estáveis. Isto é feito com a utilização de três lâmpadas independentes e sequenciadas de xênon, uma não filtrada, com UV completo, duas filtradas em 400 e 420nm. Esta configuração permite não só escolher o método correto de filtragem sem a utilização de partes móveis, mas também de ter o teor de UV calibrado controlado em cada medição. Além do recurso de calibração e controle incomparáveis, esta configuração também permite verificar a quantidade de UV de forma confiável quando a energia UV das lâmpadas diminui abaixo de certo nível. Única no mercado é também a possibilidade de usar o método de filtragem apropriada e a combinação dos filtros com um método soft flash, que reduz a potência da lâmpada de xénon para 30%. Esta configuração impede indesejado efeito triplet visto em várias amostras ou referências, onde a energia mais elevada da lâmpada de xénon, em comparação com, por exemplo, luz natural ou luz de tungsténio modifica algumas das moléculas dos branqueadores ópticos e os leva para um nível de energia inferior. O "efeito de triplet" ocorre, à medida que o tempo entre o flash e análise da medição é mais curto do que o trânsito das moléculas para o seu estado correto de energia. A curva de refletância mostra a descida e a subida após o pico dos agentes fluorescentes. Nas duas curvas você pode ver a curva laranja diminuindo em torno de 520nm e depois aumentando novamente até atingir um estado estável em torno de 560nm. Seja lá qual for a tecnologia que você usa - certifique-se de calibrar seu sistema corretamente, fazendo o procedimento de filtragem adequado e escolhendo padrões de referência que se ajuste à sua aplicação! CM-3600A Controle de UV Numérico CM-3700A Método com Filtro Tradicional CM-2600D Controle de UV Numérico
5 Padrões de Referência Fluorescentes Padrões de referência fluorescentes para diferentes aplicações e seus fornecedores A fim de entregar padrões de referência confiáveis e de acordo com as normas ISO, o comitê técnico ISO 6 criou um fluxo de trabalho para definir três níveis de precisão, chamado de padrões de referência ISO de níveis 1, 2 ou 3, abreviado como IR1, IR2 e IR3. IR1 só é atingível por institutos nacionais de metrologia e os padrões IR 1 são referenciados como os padrões finais contra o "difusor de reflexão perfeito" (de acordo com a CIE). Padrões IR2 são criados usando padrões IR1 por "laboratórios padronizados", (equipados para medições de fator de reflectância absolutos de acordo com a norma ISO 4094) para fornecer referências a "laboratórios autorizados", que precisam ter os equipamentos necessários e competência para ser nomeado pela ISO / TC 6 como tal. Color Cor & & Aparência Appearance Laboratórios autorizados usam os padrões IR2 para calibrar seus instrumentos de referência, a fim de emitir normas de trabalho para calibração IR3. IR3 é a referência para o uso industrial para calibrar os instrumentos de trabalho em empresas. Laboratórios padronizados são obrigados a trocar os padrões IR2 em intervalos que não ultrapassem cinco anos, enquanto laboratórios autorizados são obrigados a fazer o mesmo em intervalos de não mais de dois anos com os padrões IR3. Este procedimento é feito para alcançar a precisão sugerida na cláusula "Expressão dos resultados" das normas internacionais que lidam com a determinação de características ópticas. Além do cumprimento do certificado ISO, alguns fornecedores emitem padrões de referência que podem ser usados tanto para uma avaliação relativa de índices ou enviados para as instituições que oferece uma calibração ao usuário de acordo com as normas vigentes, a fim de receber uma referência confiável e compatível com o padrão de referência. KONICA MINOLTA SENSING AMERICAS 101 WILLIAMS DRIVE RAMSEY, NJ SENSING.KONICAMINOLTA.COM.BR NOTAS APPLICATION DE APLICAÇÃO NOTES
Os seres humanos percebem as cores em alguns comprimentos de onda específicos.
Os seres humanos percebem as cores em alguns comprimentos de onda específicos. Comprimento de Onda Transmissão Ondas curtas FM Televisão Radar Infravermelho Luz Visível Ultravioleta Raios-X Raios-γ Vermelho
onde: onde: Circulo de Tonalidades Munsell
Espaço de Cor L*C*h* O espaço de cor L*C*h* utiliza o mesmo diagrama que o espaço de cor L*a*b*, com coordenadas cilíndricas. A luminosidade L* é a mesma que L* no espaço de cor L*a*b*, o Croma C* e o
5 Resultados Comportamento dos FWAs em concentrações diferentes Leukophor BSBB2
5 Resultados Inicialmente, é feita uma avaliação do comportamento dos FWAs aplicados às amostras têxteis preparadas para o trabalho. A próxima avaliação é das diferenças entre o iluminante padrão CIE D
Radiação visível - iluminação
Iluminação Radiação visível - iluminação É a faixa do espectro eletromagnético capaz de ser detectada pelo olho humano. A sensibilidade do olho a esta região visível varia, dependendo do comprimento de
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CAMPUS RIO GRANDE INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CAMPUS RIO GRANDE INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL Aula 24 2 TERMÔMETROS DE RADIAÇÃO São medidores de temperatura sem contato. Os componentes
INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA A ESCOLHA DE UM ESPECTROFOTÔMETRO.
PARTE3 INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA A ESCOLHA DE UM ESPECTROFOTÔMETRO. O básico da ciência da cor foi explicado na Parte I e na Parte II. É necessário entendermos que as cores podem ser analisadas de diversos
Os colorímetros simplificam a identificação das cores.
Os colorímetros simplificam a identificação das cores. Com a utilização de um colorímetro, podemos obter resultados instantâneos em cada um dos espaços de cores. Se medirmos a cor da maçã, obteremos os
PEA 3496 Energia e Meio Ambiente: Sistemas Energéticos e seus Efeitos Ambientais. Prof. Marco Saidel Arq. Juliana Iwashita.
PEA 3496 Energia e Meio Ambiente: Sistemas Energéticos e seus Efeitos Ambientais Prof. Marco Saidel Arq. Juliana Iwashita Iluminação Introdução Visão um dos sentidos mais importantes Influência profunda
COLORÍMETRO. Manual de Instruções.
COLORÍMETRO Manual de Instruções www.v8brasil.com.br Prezado Cliente Este Manual tem como objetivo orientá-lo na operação e informações gerais de seu calorímetro, que disponibiliza facilidades que deixarão
Espaço de cor L*C*h. Espaço de cor Hunter Lab. Figura 11: Parte do diagrama de cromaticidade a*, b* da figura 8.
Figura 11: Parte do diagrama de cromaticidade a*, b* da figura 8. Espaço de cor L*C*h O espaço de cores L*C*h*, utiliza o mesmo diagrama que o espaço de cores L*a*b*, porém utiliza coordenadas cilíndricas
TRABALHO 1: LUZ E COR
TRABALHO 1: LUZ E COR O trabalho de cor consiste em: 1. a partir do espectro fornecido calcular as componentes CIEXYZ, CIExyY,CIELuv,CIELab e srgb destas quatro primeiras amostras. 2. Somar os espectros
ERROS DE MEDIÇÃO. Vocabulário; Erros de Medição; Calibração.
ERROS DE MEDIÇÃO Vocabulário; Erros de Medição; Calibração. Imaginando o caso da balança, após estabelecer os erros sistemáticos e aleatórios, poderíamos conviver com os erros efetuando um fator de correção
Espectroscopia de Infravermelho na Indústria Têxtil
Espectroscopia de Infravermelho na Indústria Têxtil Palestrantes: Dijalmas Berri Vitor dos Santos Solução de problemas na indústria têxtil mediante a utilização de espectroscopia no infravermelho ONDAS
Processamento de Imagens Coloridas. Prof. Adilson Gonzaga
Processamento de Imagens Coloridas Prof. Adilson Gonzaga 1 Aparência de um Objeto A aparência de um objeto é o resultado de uma complexa interação da luz incidente sobre este objeto, suas características
PROCESSAMENTO DE IMAGENS COLORIDAS
PROCESSAMENTO DE IMAGENS COLORIDAS Fundamentos da cor A visão da cor É a capacidade de um organismo ou máquina de distinguir objetos baseando-se nos comprimentos de onda (ou freqüências) da luz sendo refletida,
Fundamentos de Sensoriamento Remoto
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: Geoprocessamento para aplicações ambientais e cadastrais Fundamentos de Sensoriamento Remoto Profª. Adriana
O sistema visual humano e noções de colorimetria
STV 3 MAR 2010 1 O sistema visual humano e noções de colorimetria Considera se que a cor consista em um atributo dos objetos, assim como a textura e a forma, entre outros. Depende basicamente de: 1. Características
MANUAL DE MEDIÇÃO E CÁLCULO DAS CONDIÇÕES LUMINOTÉCNICAS
1 Programa de Recuperação de Espaços Didáticos Pró-Reitoria de Graduação MANUAL DE MEDIÇÃO E CÁLCULO DAS CONDIÇÕES LUMINOTÉCNICAS 2 1. INTRODUÇÃO Adotou-se um processo de trabalho convencional, de desenvolvimento
Conceitos Básicos. Introdução:
LUMINOTÉCNICA Conceitos Básicos Introdução: Comparando a época que a luz artificial começou a ser utilizada com os dias atuais, constata-se que foi grande o passo dado pela indústria da iluminação no século;
O DESAFIO DOS SENSORES REMOTOS NO INVENTÁRIO DE BIOMASSA SÓLIDA. José Rafael M. Silva; Adélia Sousa; e Paulo Mesquita
O DESAFIO DOS SENSORES REMOTOS NO INVENTÁRIO DE BIOMASSA SÓLIDA José Rafael M. Silva; Adélia Sousa; e Paulo Mesquita 1 A Detecção Remota e uma técnica que nos permite obter informação sobre um objecto
Características da cor
Características da cor Qualquer cor particular pode ser obtida a partir da combinação de VERMELHO AZUL VERDE (Primárias aditivas) (no caso de transmissão) Isto é, uma fonte de luz vermelha, uma fonte de
ERROS DE MEDIÇÃO. Vocabulário; Erros de Medição; Calibração.
ERROS DE MEDIÇÃO Vocabulário; Erros de Medição; Calibração. CALIBRAÇÃO Imaginando o caso da balança, após estabelecer os erros sistemáticos e aleatórios, poderíamos conviver com os erros efetuando um fator
FILTRO DE VIDRO HOLMIO PARA CALIBRAÇÃO DE COMPRIMENTO DE ONDA NA REGIÃO DO UV-VISÍVEL
FILTRO DE VIDRO HOLMIO PARA CALIBRAÇÃO DE COMPRIMENTO DE ONDA NA REGIÃO DO UV-VISÍVEL Relatório Número: 068354 Data de Emissão: 27/01/2016 Número do Conjunto: F 610 Número de Catálogo: UV104 Marca: SpecSol
COMUNICAÇÃO PRECISA DA COR
COMUNICAÇÃO PRECISA DA COR Conhecendo as cores. As cores chamam a atenção e são importantes em todos os ambientes Um número infinito de cores nos envolve todos os dias de nossas vidas. Normalmente nós
RELATÓRIO DE ENSAIOS EM LÂMPADAS/ LUMINÁRIAS LED TOP LAB /2016
RELATÓRIO DE ENSAIOS EM LÂMPADAS/ LUMINÁRIAS LED TOP LAB 01 016/2016 Objetivo: Avaliar o desempenho do produto de acordo com a LM-79-08 Proposta: 016_2016 (Rev.01) Data de emissão: 28/01/2016 Revisão:
2 Revisão bibliográfica da metrologia de materiais fluorescentes e de brancura
2 da metrologia de materiais fluorescentes e de brancura 2.1. Metrologia de materiais fluorescentes 2.1.1. Fluorescência O fenômeno de fluorescência é um tipo de luminescência, caracterizado pela absorção
FILTRO DE DIDÍMIO PARA CALIBRAÇÃO DE COMPRIMENTO ONDA NA REGIÃO DE nm
FILTRO DE DIDÍMIO PARA CALIBRAÇÃO DE COMPRIMENTO ONDA NA REGIÃO DE 400-900 - nm Certificado Número: 076841 Data de Emissão: 04/04/2017 Número do Conjunto: F655 Número de Catálogo: UV105 Marca: Specsol
2 Radiometria e fotometria
2 Radiometria e fotometria Imagens HDR se preocupam em armazenar valores referentes as condições de iluminação do ambiente onde a imagem foi tirada. Dessa forma, a medição das quantidades de energia e
Visão Humana. Vapores metálicos x Vapor de sódio
i l u m i n a ç ã o p ú b l i c a Hoje, a iluminação nas cidades tem sido direcionada no sentido da valorização de seu patrimônio histórico e da criação de ambientes urbanos voltados ao bem estar do cidadão.
ANEXO OBJETIVO: Este Anexo aplica-se a faróis cuja intenção é melhorar a visibilidade do veículo durante a luz diurna.
ANEXO 14 FAROL DE RODAGEM DIURNA 1. OBJETIVO: Este Anexo aplica-se a faróis cuja intenção é melhorar a visibilidade do veículo durante a luz diurna. 2. DEFINIÇÕES Para o objetivo deste Anexo: 2.1 "Farol
CQ122 Química Analítica Instrumental II. Turma B 2º semestre 2012 Prof. Claudio Antonio Tonegutti. 1ª Avaliação Teórica 21/12/2012 GABARITO
CQ122 Química Analítica Instrumental II Turma B 2º semestre 2012 Prof. Claudio Antonio Tonegutti 1ª Avaliação Teórica 21/12/2012 GABARITO 1) A figura abaixo apresenta o espectro eletromagnético com as
Espectrofotometria UV-Vis. Química Analítica V Mestranda: Joseane Maria de Almeida Prof. Dr. Júlio César José da Silva
Espectrofotometria UV-Vis Química Analítica V Mestranda: Joseane Maria de Almeida Prof. Dr. Júlio César José da Silva Relembrando... Conceitos Comprimento de onda (λ): distância entre dois pontos na mesma
Mudanças de Coordenadas em Sistemas de Cores
Mudanças de Coordenadas em Sistemas de Cores Bruno Teixeira Moreira e Emídio Augusto Arantes Macedo Ciência da Computação 1 o. Período Professor: Rodney Josué Biezuner Disciplina: Geometria Analítica e
Fundamentos de Sensoriamento Remoto. Elisabete Caria Moraes
Fundamentos de Sensoriamento Remoto Elisabete Caria Moraes [email protected] Login: guestuser Senha: 5554DZ9M Sensoriamento Remoto Adquirir informações a distância Sensoriamento Remoto Sensoriamento
1º Lista de exercícios óptica geométrica Prof: Ricardo
1º Lista de exercícios óptica geométrica Prof: Ricardo Questão 1: (PUC-SP) A um aluno foi dada a tarefa de medir a altura do prédio da escola que frequentava. O aluno, então, pensou em utilizar seus conhecimentos
Fiery Color Profiler Suite versão 4.9 Calibragem G7 e verificação
Fiery Color Profiler Suite versão 4.9 Calibragem G7 e verificação Novos recursos na versão 4.9 Calibragem G7 do Fiery Color Profiler Suite Calibragem Verificação Otimização (opcional) Criação de perfis
Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra
Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra Armando Cristóvão Adaptado de "The Tools of Biochemistry" de Terrance G. Cooper Espectrofotometria de Absorção Uma das primeiras características químicas
Eficiência energética ambiental. Iluminação. 2 º. semestre, 2017
Eficiência energética ambiental Iluminação 2 º. semestre, 2017 Sistemas de iluminação artificial são responsáveis por fornecer o nível de iluminação desejada em ambientes, de forma a garantir condições
Análise de Alimentos II Espectroscopia de Absorção Molecular
Análise de Alimentos II Espectroscopia de Absorção Molecular Profª Drª Rosemary Aparecida de Carvalho Pirassununga/SP 2018 2 Introdução A absorção de radiação no UV/Vis por uma espécie química (M) pode
GRANDEZAS E UNIDADES FOTOMÉTRICAS
GRANDEZAS E UNIDADES FOTOMÉTRICAS GRANDEZAS LUMINOSAS FUNDAMENTAIS I GRANDEZAS LUMINOSAS FUNDAMENTAIS I 1 É A QUANTIDADE DE ENERGIA RADIANTE CAPAZ DE SENSIBILIZAR O OLHO HUMANO A UNIDADE DESTA GRANDEZA
ANÁLISE QUÍMICA INSTRUMENTAL. Métodos espectrais e opticos
ANÁLISE QUÍMICA INSTRUMENTAL Métodos espectrais e opticos 6 Ed. Cap. 6 Pg.147-151 6 Ed. Cap. 1 Pg.1-28 6 Ed. Cap. 24 Pg.669-690 07/03/2018 2 Espectro eletromagnético Fonte: www.cena.usp.br/ irradiacao/espectro.htm
Laboratório de Física Moderna Radiação de Corpo Negro Aula 01. Marcelo Gameiro Munhoz
Laboratório de Física Moderna Radiação de Corpo Negro Aula 01 Marcelo Gameiro Munhoz [email protected] 1 Contextualização Para iniciar nosso experimento, vamos compreender o contexto que o cerca Qual o
CONCEITOS FUNDAMENTAIS
CONCEITOS FUNDAMENTAIS 03 GRANDEZAS LUMINOSAS GRANDEZAS LUMINOSAS FUNDAMENTAIS FLUXO LUMINOSO EFICIÊNCIA ENERGÉTICA INTENSIDADE LUMINOSA ILUMINÂNCIA LUMINÂNCIA GRANDEZAS LUMINOSAS FUNDAMENTAIS FLUXO LUMINOSO
FÍSICA IV PROF. PIERRE VILAR DANTAS AULA 10-28/10/2017 TURMA: A HORÁRIO: 7M PIERREDANTASBLOG.WORDPRESS.COM
FÍSICA IV PROF. PIERRE VILAR DANTAS AULA 10-28/10/2017 TURMA: 0053- A HORÁRIO: 7M PIERREDANTASBLOG.WORDPRESS.COM 1 Introdução à Física Moderna 2 Objetivos do Aprendizado Explicar a absorção e emissão da
CIÊNCIAS 9 ANO PROF.ª GISELLE PALMEIRA PROF.ª MÁRCIA MACIEL ENSINO FUNDAMENTAL
CIÊNCIAS 9 ANO PROF.ª MÁRCIA MACIEL ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª GISELLE PALMEIRA REVISÃO Unidade IV Ser humano e saúde 2 REVISÃO Aula 24.1 Revisão e Avaliação 3 REVISÃO 1 A Ciência do movimento Vamos observar
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA Prof. Carlos R. A. Lima CAPÍTULO 2 RADIAÇÃO TÉRMICA E CORPO NEGRO Edição de janeiro de 2009 CAPÍTULO 2 RADIAÇÃO TÉRMICA E CORPO NEGRO ÍNDICE 2.1- Radiação Térmica 2.2-
ESPECTROS ATÔMICOS E MOLECULARES
ESPECTROS ATÔMICOS E MOLECULARES Material Utilizado: - um conjunto (PASCO OS-8500) constituído de um banco óptico com escala milimetrada, um portacomponentes, uma rede de difração (600 linhas / mm), e
Fundação Universidade Estadual de Maringá
Fundação Universidade Estadual de Maringá PAD/DIRETORIA DE MATERIAL E PATRIMÔNIO AVISO DE LICITAÇÃO EDITAL N 165/2008 PREGÃO PRESENCIAL PROC.: N 5368/2008 OBJETO: AQUISIÇÃO DE ESPECTROFOTOMETRO. ITEM QDE
qualidade e a eficiência Espectrofotómetro UV-VIS DR6000
qualidade e a eficiência Espectrofotómetro UV-VIS DR6000 Combinação de qualidade e rentabilidade O novo espectrofotómetro UV-VIS DR6000 confere um desempenho elevado à rotina do laboratório e a aplicações
Estudo do Fenômeno de Metamerismo em Revestimentos Cerâmicos
Estudo do Fenômeno de Metamerismo em Revestimentos Cerâmicos Alfredo Maccari Neto a,b, André Ferro a, Carlos Pérez Bergmann b * a Eliane Revestimentos Cerâmicos S/A, Unidade Porcellanato, Rod. Luiz Rosso
Tonalidade, luminosidade, saturação.
Tonalidade, luminosidade, saturação. O mundo da cor é uma mistura desses três atributos. Figura 1: Roda das cores. Amarelo-Verde Amarelo Laranja Vermelho Verde Vermelho-Violeta Azul-Verde Azul Azul-Violeta
Garanta desempenho do instrumento excepcional com lâmpadas de deutério de longa duração originais Agilent
Garanta desempenho do instrumento excepcional com lâmpadas de deutério de longa duração originais Comparação de lâmpadas de deutério de longa duração e de outros fornecedores Descrição técnica Introdução
Medidas da radiação luminosa
Medidas da radiação luminosa Curso de Introdução à Astronomia e Astrofísca Dr. Francisco Jablonski DAS/INPE [email protected] O que medir? Vamos medir a quantidade de energia radiante produzida por fontes
Agilent UV-VIR-NIR Cary 4000/5000/6000i
Agilent UV-VIR-NIR Cary 4000/5000/6000i Especificações garantidas Visão geral do design Espectrofotômetro UV-vis-NIR de feixe duplo, registro de proporção, com monocromador duplo tipo Littrow fora do plano
Introdução aos métodos instrumentais
Introdução aos métodos instrumentais Métodos instrumentais Métodos que dependem da medição de propriedades elétricas, e os que estão baseados na: determinação da absorção da radiação, na medida da intensidade
Incerteza de resultados de Medição em Máquinas de Medir por Coordenadas
Formação Avançada em Metrologia 3D Incerteza de resultados de Medição em Máquinas de Medir por Coordenadas Material didático informativo sobre Medição 3D Incerteza de resultados de Medição em Máquinas
Portal de Cotação da FCC S.A.
da FCC S.A. Manual do fornecedor Revisão 2 17/07/2017 Portal de Cotação da FCC S.A. Manual do fornecedor Introdução Para facilitar o processo de compras da FCC S.A. foi criado um novo portal de cotações,
Dimensões Físicas. Cromax Eletrônica Ltda. Rua Pereiro, 17 Vila Nova Cumbica Guarulhos/SP
LED SMD 5050 TIPO PLCC STD ALTO BRILHO - COLOR Destaques: - Alta intensidade luminosa e alta eficiência; - Tecnologia InGaN on GaN; AlInGaP; - Largo campo de visualização: 120º; - Excelente performance
K P 10. Concentração. Potência a emissão de fluorescência (F) é proporcional à potência radiante do feixe de excitação que é absorvido pelo sistema
Concentração Potência a emissão de fluorescência (F) é proporcional à potência radiante do feixe de excitação que é absorvido pelo sistema F = emissão de fluorescência P o = potência do feixe incidente
AULA 9 TRANSFORMAÇÃO RGB IHS. Daniel C. Zanotta 22/06/2017
AULA 9 TRANSFORMAÇÃO RGB IHS Daniel C. Zanotta 22/06/2017 SISTEMA ADITIVO DE CORES (LUZ) LUZ: A LUZ É COMPOSTA DE VIBRAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS QUE CORRESPONDEM ÀS CORES. ESSAS VIBRAÇÕES TEM ESPECÍFICAS FREQUÊNCIAS
Fundamentos do Sensoriamento Remoto. Disciplina: Sensoriamento Remoto Prof. Dr. Raoni W. D. Bosquilia
Fundamentos do Sensoriamento Remoto Disciplina: Sensoriamento Remoto Prof. Dr. Raoni W. D. Bosquilia Fundamentos do Sensoriamento Remoto Procedimentos destinados a obtenção de imagens mediante o registro
Como medimos nosso SPL!
Como medimos nosso SPL! Descrevemos aqui a nossa técnica utilizada para medir o nível máximo de pressão sonora linear de uma caixa acústica autoamplificada, considerando informações precisas, repetíveis
Sensoriamento remoto 1. Prof. Dr. Jorge Antonio Silva Centeno Universidade Federal do Paraná 2016
Sensoriamento remoto 1 Prof. Dr. Jorge Antonio Silva Centeno Universidade Federal do Paraná 2016 Sensoriamento Remoto Resposta espectral de alvos VEGETAÇÃO Qual a cor da vegetação? Como é a resposta espectral
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CAMPUS RIO GRANDE INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CAMPUS RIO GRANDE INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL Aula 23 2 MEDIÇÃO DE TEMPERATURA COM TERMÔMETRO DE RADIAÇÃO CONTATO INDIRETO 3 INTRODUÇÃO
Agilent FTIR Série 660/670/680
Agilent FTIR Série 660/670/680 Incomparável. Sensível. Flexível Especificações Visão geral do design O design do espectrômetro Agilent FTIR Cary 660 baseia-se em um interferômetro de Michelson de 38 mm
ANEXO 13 LANTERNA DE POSIÇÃO LATERAL
ANEXO 13 LANTERNA DE POSIÇÃO LATERAL 1. PROPÓSITO Este Anexo aplica-se à lanterna de posição lateral utilizada para aumentar a visibilidade da lateral dos veículos rodoviários. 2. DEFINIÇÕES 2.1. As definições
CORANTES A Química nas Cores. Brasil. Pau brasil. Da árvore, o corante. Das cores, o carnaval. Nas cores, a química!
CORANTES A Química nas Cores Brasil. Pau brasil. Da árvore, o corante. Das cores, o carnaval. Nas cores, a química! Por toda a história, corantes e pigmentos foram objetos de atividades comerciais. Hoje,
Introdução. radiação ultravioleta SUBSTÂNCIA radiação fluorescente e visível excitação após a desativação λ i
Introdução Substância fluorescente: radiação ultravioleta SUBSTÂNCIA radiação fluorescente e visível excitação após a desativação λ i λ f UV Violeta Azul Verde Amarelo Alaranjado Vermelho IV < 380 400
Luz e Cor. por Marcelo Gattass Departamento de Informática PUC-Rio
Luz e Cor por Marcelo Gattass Departamento de Informática PUC-Rio (adaptado por Luiz Fernando Martha para a disciplina CIV2802 Sistemas Gráficos para Engenharia) Luz Onda eletro-magnética 10 2 10 4 10
Sensoriamento remoto 1. Prof. Dr. Jorge Antonio Silva Centeno Universidade Federal do Paraná 2016
Sensoriamento remoto 1 Prof. Dr. Jorge Antonio Silva Centeno Universidade Federal do Paraná 2016 Súmula princípios e leis da radiação eletromagnética radiação solar conceito de corpo negro REM e sensoriamento
Estimativa da Incerteza de Medições Por Laboratórios de Calibração e Especificação da Calibração e Capacidade de Medição em Tabelas de Acreditação
Estimativa da Incerteza de Medições Por Laboratórios de Calibração e Especificação da Calibração e Capacidade de Medição em Tabelas de Acreditação Preparado por: Director Técnico Aprovado por: Director
Esferas Integradoras LMS 400 LMS 200
Seminários de Equipamentos Esferas Integradoras LMS 400 LMS 200 Pedro S. Almeida Mestrando (NIMO UFJF) UFJF Juiz de Fora Sumário 2 Introdução Esferas Integradoras LMS 400 LMS 200 Lâmpadas-padrão SCL 1400
