OS SERTÕES SEGUNDO ROSA E GRACILIANO
|
|
|
- Maria Eduarda Pais Mendes
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 547 OS SERTÕES SEGUNDO ROSA E GRACILIANO Flávia Maria Ferreira Branco (CES-JF) O ambiente sertanejo retratado por João Guimarães Rosa e Graciliano Ramos em obras literárias é marcado por influências otimista e pessimista, respectivamente, frente as experiências de cada um deles. Em uma leitura comparativa entre as suas obras, constatam-se as diferentes visões desses dois autores, a respeito do sertão e do homem sertanejo. O que implica dizer que será dada uma atenção especial às relações culturais de cada um dos autores citados, assim como suas dependências culturais, como forma de repensar a identidade que permeia suas obras. Nesse contexto, cria-se um intercâmbio de idéias com base nas diferenças contextuais, caracterizando o lugar do discurso autoral. Ambos os autores escreveram obras, tendo como cenário o sertão, porém percebe-se claramente que as abordagens dadas por eles a este espaço é diferente. De forma introdutória, vale dizer que Guimarães Rosa vê no sertão um ambiente ideal para o homem, já que, segundo ele, o primitivismo e o regionalismo fazem com que o ser humano viva sua essência. A exemplo, o trecho a seguir: A gente se encostava no frio, escutava o orvalho, o mato cheio de cheiroso, estalinho de estrelas, o deduzir dos grilos e a cavalhada a peso. Dava o raiar, entreluz da aurora, quando o céu branquece. Ao o ar indo ficando cinzento, o formar daqueles cavaleiros, escorrido, se divisava. E o senhor me desculpe, de estar retrasando em tantas minudências. Mas até hoje eu represento em meus olhos aquela hora, tudo tão bom; e, o que é, é saudade. (ROSA, 2001; p. 134) Mas Graciliano Ramos, ao escrever, utilizando o sertão como cenário, sugere a seus leitores um ambiente extremamente austero, que faz daqueles aí vivem pessoas sofridas e esmagadas pela seca, e que seca a água, eliminando a possibilidade de trabalho e alimento para os sertanejos, como se observa no seguinte trecho: O pirralho não se mexeu, e Fabiano desejou matá-lo. Tinha o coração grosso, queria responsabilizar alguém pela desgraça. A seca aparecia-lhe como um fato necessário e a obstinação da criança irritava-o. Certamente esse obstáculo miúdo não era culpado, mas dificultava a marcha, e o vaqueiro precisava chegar, não sabia onde. Tinham deixado os caminhos, cheios de espinho e seixos, fazia horas que pisavam a margem do rio, a lama seca e rachada que escaldava os pés. (RAMOS, 2003; p. 10) A partir das obras Grande Sertão Veredas e Vidas Secas, de Guimarães Rosa e Graciliano Ramos respectivamente, é possível exemplificar as maneiras desses autores entenderem o sertão, tentando relacionar suas abordagens com suas identidades culturais. Entende-se por tematologia o estudo de um determinado tema em obras artísticas. A Literatura Comparada nomeia assim uma análise literária, na qual a escolha de um tema é pesquisado à luz da comparação entre autores, época, obras de um mesmo autor, etc. (estabelecendo um intercâmbio literário).
2 548 Para que o leitor compreenda melhor uma obra, é importante que este saiba delinear alguns aspectos da linguagem do autor, e possa, ainda que superficialmente, compreender o desenvolvimento deste. A forma como os temas são abordados é um fator que pode determinar o diálogo entre escritor e leitor. Cada escritor traz consigo certas convicções, as quais tornam-se evidentes em suas obras literárias, como acontece, nos livros citados acima. Para tanto, quanto mais o leitor souber sobre um escritor, maior será sua capacidade de compreendê-lo, mergulhando, assim, no seu universo textual. Isso, porque tais reflexos se fazem sentir na estrutura da obra, no estilo e na temática. João Guimarães Rosa ( ) nasceu em Cordisburgo, centro-norte de Minas. Fez o curso secundário em Belo Horizonte. Formou-se em Medicina e clinicou pelo interior de seu estado, recolhendo matérias para suas obras. Por essa época, foi autodidata em alemão e russo (foi um apaixonado pelo estudo de línguas, falando o francês, inglês, italiano, alemão; além de alguns conhecimentos em húngaro, russo, persa, hindu, árabe, servo-croata, malaio, sueco, dinamarquês, latim e grego clássico e moderno). Rosa se consagrou como escritor a partir de 1956, quando foi publicado Corpo de Baile e sua obra-prima, intitulada Grande Sertão: Veredas. O autor, com seus experimentos lingüísticos, sua técnica, seu mundo ficcional, renovou o romance brasileiro, concedendo-lhe caminhos até então inéditos. Sua obra se impôs não apenas no Brasil, mas alcançou o mundo. Na obra de Guimarães Rosa, o sertão não vai se limitar ao espaço geográfico, mas simbolizar o próprio universo. O sertão é uma realidade geográfica, social, política, psicológica e metafísica. Partindo do primitivo espaço do sertão, o autor de Grande Sertão: Veredas começa a delinear o seu aprendizado do mundo, seguindo o curso do rio, metáfora da vida. Realizou uma viagem de três meses, com vaqueiros mineiros, o que foi fundamental para que compreendesse o homem, a linguagem e o sertão e, dessa essência primitiva, extraísse o seu material poético. Na verdade, em Guimarães o sertão é um espaço externo que contém o interno. Guimarães Rosa nasceu numa região com isolamento à modernidade (rusticidade). Isso fez com que o autor escrevesse suas histórias com traços regionais marcantes e característicos. Apesar de ser no século XX, o valor da cultura era transmitido através da oralidade (histórias causos ), contação de histórias, que formavam uma rede de tradição cultural da região. Ele ouvia histórias desde menino viveu em um mundo mágico e as reproduzia. As histórias roseanas trazem algo dessa tradição oral, porém apresentam recursos literários sofisticados da língua literária do século XX. Grande Sertão: Veredas conta a travessia de Riobaldo, narrador-personagem, desfiando as suas memórias a fim de narrar suas vivências a um forasteiro, durante três dias. Travessia que Guimarães Rosa faz através do caráter insólito e ambíguo do homem, tornando uma experiência individual (Riobaldo) em caráter universal
3 549 - o sertão é o mundo. A narrativa se insere em um mundo sertanejo, com valores próprios do homem do sertão: Aquele boiadeiro era homem sério, com palavra merecida e vontade de estar bem com todos. (ROSA, 2001; p. 338). O autor se mostra grande conhecedor do ambiente por ele descrito e valorizado: O senhor tolere, isto é o sertão.(rosa, 2001; p. 23). Nessa obra de Guimarães Rosa, nota-se grande interação entre os personagens e o sertão, o que evidencia a visão extremamente positiva desse espaço, por parte do autor. Citações do tipo: O sertão é do tamanho do mundo e O jagunço é o sertão são idéias do autor diante de sua experiência e admiração pelo sertão. Riobaldo, o protagonista, é um homem que busca, no vaivém de suas memórias e reflexões, negar a existência real do demônio com quem fez um pacto quando se propôs vencer o jagunço Hermógenes. A contemplação e a descida às margens naturais da comunidade sertaneja dão à história veracidade e sugere ao leitor que se entregue amorosamente à paisagem sertaneja. Como na passagem em que se refere ao rio São Francisco: O São Francisco partiu minha vida em duas partes. (ROSA, 2001; p. 326). Dentro da narrativa, Guimarães Rosa insere algumas reflexões humanistas, as quais se relacionam facilmente com qualquer contexto social em qualquer tempo ( regional universal): Viver é muito perigoso... Querer o bem com demais força, de incerto jeito, pode já estar sendo se querendo o mal, por principiar. Esses homens. Todos puxam o mundo para si, para o concertar consertado. Mas cada um só vê e entende as coisas do seu mundo [...] o mais importante e bonito do mundo é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas [...] (ROSA, 2001; p. 32-3,39). Vidas Secas, de Graciliano Ramos, conta a história de uma família de retirantes que foge da seca, impiedosa, a castigar sua região árida do sertão. Fabiano (marido), Sinhá Vitória (sua esposa) e os filhos: Menino mais velho e Menino mais novo são os personagens da história, além da cachorra Baleia, que os acompanha durante a longa caminhada em busca de trabalho, moradia e alimento. Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas.(ramos, 2003; p. 9) Diante da dificuldade da caminhada (faltava alimento e água), eles acabam comendo um papagaio que haviam levado com eles por ser da família. As crianças sofrem com a fome e com o cansaço. A cachorra caçava preás, para que todos comessem, mas não era o suficiente; a fome estava sempre presente. Juntamente com o medo de que todo aquele sacrifício fosse em vão e acabassem não encontrando melhores condições para viverem.
4 550 A família de Fabiano acredita que um dia chegariam a um lugar civilizado e envelheceriam felizes. A história mostra a visão pessimista do autor em relação ao sertão, cujas dificuldades expulsam a família de sua região: Pouco a pouco uma vida nova, ainda confusa, se foi esboçando. Acomodar-se-iam num sítio pequeno, o que parecia difícil a Fabiano, criado solto no mato. [...] Mudar-se iam depois para uma cidade, e os meninos freqüentariam escolas, seriam diferentes deles. [...] E andavam para o sul, metidos naquele sonho. Uma cidade grande, cheia de pessoas fortes. [...] O sertão mandaria para a cidade homens fortes, brutos, como Fabiano, sinhá Vitória e os dois meninos. (RAMOS, 2003; p ). Nesse romance, Graciliano se mostra humano, preocupado com a situação sofrida do homem sertanejo. Aproveita-se da narração em terceira pessoa para marcar o plano literário e não deixar dúvidas quanto à sua presença, ao descrever a vida de uma família de sertanejos fugitivos da seca, sem destino e sem outras perspectivas para além da sobrevivência e do eterno retorno. Às vezes, ele aparece do lado de fora dos personagens comentando a vida de Fabiano, de Sinhá Vitória, dos meninos e da cachorra Baleia, às vezes aparece confundindo-se com os pensamentos de um ou de outro personagem e às vezes como a consciência coletiva do grupo. Nessa narrativa de Graciliano Ramos nota-se um certo sentimento de rejeição que viria do contato do homem com a natureza ou com ele mesmo, a partir de um realismo crítico apresentado pelo autor. Isso se explica quando tomamos conhecimento da experiência desse no sertão. Seus pais se casaram e mudaram para uma fazenda em Pernambuco. Mas, ainda criança, Graciliano Ramos viu o gado de sua família morrer de fome e sede em virtude da seca que assolava a região. Diante das dificuldades encontradas, a família abandonou a terra sertaneja e forma para uma vila próxima. Esse sofrimento, causado pela realidade do sertão, é mostrado em sua obra Vidas Secas. Fabiano, o herói, não aceita o mundo, nem os outros, nem a si mesmo, por isso ele nunca se mostra satisfeito com sua situação e coloca toda sua família para sair em busca de algo melhor, na visão do personagem. A natureza, ou seja, o sertão, interessa ao romancista só enquanto propõe o momento da realidade hostil a que a personagem responderá, retirante de Vidas Secas; família de retirantes que vive em pleno agreste os sofrimentos da estiagem. Vidas Secas abre ao leitor o universo mental pobre de um homem, uma mulher, uma cachorra e seus filhos marcados pela seca. Mostrando que o homem trava uma verdadeira luta contra a natureza. Leia-se: A cólera dele se voltava de novo contra as aves. Tornou a sentar-se na ribanceira, atirou muitas vezes nos ramos do mulungu, o chão ficou todo coberto de cadáveres. [...] Aqueles malditos bichos é que lhe faziam medo. (RAMOS, 2003; p. 113) Numa leitura atenta desses dois discursos ficcionais, pode-se observar, em Guimarães Rosa e Graciliano Ramos, diferentes concepções do sertão.para Rosa, o sertão é o lugar do aprendizado da arte de viver, local onde se aprende a ser homem, diante dos difíceis impasses da vida, no impasse caótico entre Deus e
5 551 o diabo, onde tudo é possível. Isso, porque, segundo o próprio autor, o primitivismo do ambiente regionalista faz do homem um ser essencialmente verdadeiro e o torna capaz de assimilar as múltiplas possibilidades que a vida pode lhe oferecer, em tudo, aprendendo uma nova lição. Vale lembrar que Guimarães Rosa foi vaqueiro na sua cidade, Cordisburgo, Minas Gerais. Essa convivência com o sertão e o sertanejo contribuiu para a elaboração de um conceito múltiplo do sertão. Para Graciliano Ramos, como podemos observar em Vidas Secas, o sertão oferece uma vida desgraçada aos que nele vivem. Um ambiente hostil e de difícil adaptação para o homem. A história de Fabiano e de sua família é um retrato da realidade das pessoas que vivem, ou sobrevivem, no sertão. Para o autor, o sertão se resume na seca e em todos os malefícios que esta proporciona aos sertanejos. Todo o sofrimento causado pela fome, sede e dificuldade de prosperar são evidências que o autor apresenta para mostrar sua visão sobre a realidade do sertão. Em Vidas Secas, nota-se que Fabiano não conseguia expor seus pensamentos, caracterizando a falta de discurso claro, uma vez que o ambiente austero e agreste do sertão o impede de viver dignamente, de se expressar. Já em Grande Sertão: Veredas, Guimarães Rosa mostra, no discurso do fluxo de consciência de Riobaldo, um sertão sem tamanho, onde tudo é possível, marcado pelas profundas reflexões do personagem principal da narrativa, sobre a perigosa arte de viver. Mais do que um espaço físico, o sertão roseano faz-se o próprio espaço existencial, onde sempre viver é perigoso. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. 36. ed. São Paulo: Cultrix, CÂNDIDO, Antônio. Graciliano Ramos. 4. ed. Rio de Janeiro: Agir, (Nossos Clássicos; n53). LITERATURA COMPARADA NA AMÉRICA LATINA: do etnocentrismo ao diálogo de culturas. Revista Brasileira de Literatura Comparada, p (v. 3; n. 3). NICOLA, José de. Literatura Brasileira: das origens aos nossos dias. 15. ed. São Paulo: Scipione, RAMOS, Graciliano. Vidas secas. 89. ed. Rio de Janeiro, São Paulo: Record, ROSA, João Guimarães. Grande Sertão: Veredas. 19. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 9º ANO 3º BIMESTRE AUTORIA RICARDO CEZAR BLEZER Rio de Janeiro 2013 TEXTO GERADOR I O Texto Gerador é um recorte do primeiro capítulo de Vidas
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 9º ANO 4º BIMESTRE AUTORIA TATIANA DE FATIMA CALDAS DO NASCIMENTO Rio de Janeiro 2012 Falar de Vidas Secas representa enfrentar uma complexidade
REFLEXÕES SOBRE A UNIDADE FAMILIAR: UMA PROPOSTA DIDÁTICA SOBRE VIDAS SECAS
REFLEXÕES SOBRE A UNIDADE FAMILIAR: UMA PROPOSTA DIDÁTICA SOBRE VIDAS SECAS Igor Duarte Ismael Moreira Jardim 1. APRESENTAÇÃO Partimos do ponto comum que literatura é toda forma de manifestação poética,
CATÁLOGO OBJETIVO: METODOLOGIA: O desenvolvimento da proposta será por meio da exposição da história narrada no livro Grande Sertão veredas.
CATÁLOGO ÁREA: Estética TEMA: As multiplicidades Virtuais HISTÓRIA DA FILOSOFIA: Filosofia Contemporânea. INTERDISCIPLINARIDADE: Literatura Pós-moderna brasileira DURAÇÃO: 1 aula de 50 AUTORIA: Caroline
PORTUGUÊS. Literatura Modernismo 2ª fase - Prosa. Prof.ª Isabel Vega
PORTUGUÊS Literatura Prof.ª Isabel Vega 2ª Fase do MODERNISMO: década de 1930 I) Contexto histórico: crise no campo / industriais na política / ascensão do nazifascismo / ditadura Vargas / comunismo /
SUPLEMENTO DE ATIVIDADES
SUPLEMENTO DE ATIVIDADES 1 NOME: N O : ESCOLA: SÉRIE: Considerado um dos mais importantes romances brasileiros, Memórias de um sargento de milícias, de Manuel Antônio de Almeida, se inscreveu de forma
PALAVRAS-CHAVE: romance; Vidas Secas; personagens; valor semântico das conjunções. Texto Gerador 1
APERFEIÇOAMENTO EM LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA - 9 EF Aluno: Eliane Diniz de Araujo Furtado Grupo: 02 SÉRIE: 9ª Ano BIMESTRE: 3º CICLO: 2º Eixo Bimestral: Romance TUTOR(A): Liliane Ribeiro Tarefa: Roteiro
1º PERÍODO (Aulas Previstas: 64)
ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE BARROSELAS ANO LETIVO 2017/2018 PORTUGUÊS 12º ANO 1º PERÍODO (Aulas Previstas: 64) Oralidade O11 Compreensão do oral Unidade S/N (Conclusão da planificação do 11º Ano) Cânticos
Adelbert von Chamisso
Adelbert von Chamisso Adelbert von Chamisso nasceu em 1781, na França. Em 1792, as tormentas da Revolução forçaram sua família a asilar-se em Berlim, onde fixaram residência até 1796. Em 1801, os Chamisso
NAUFRÁGIO DA CONDIÇÃO HUMANA: DESRAZÃO, PRECARIEDADE DA LINGUAGEM E ANIMALIZAÇÃO DO SER EM VIDAS SECAS, DE GRACILIANO RAMOS
NAUFRÁGIO DA CONDIÇÃO HUMANA: DESRAZÃO, PRECARIEDADE DA LINGUAGEM E ANIMALIZAÇÃO DO SER EM VIDAS SECAS, DE GRACILIANO RAMOS Izadora Rodrigues Guerreiro Um retrato fiel da seca e da miséria do Nordeste
A LINGUAGEM ROSIANA. Aproveitamento de termos em desuso; Criação de neologismos; Empréstimos de outras línguas;
JOÃO GUIMARÃES ROSA JOÃO GUIMARÃES ROSA Uma das principais expressões da literatura brasileira, reconhecido mundialmente. Recria, na literatura, a fala do sertanejo tanto no vocabulário quanto na sintaxe
HISTÓRIA DA ARTE E DA LITERATURA
HISTÓRIA DA ARTE E DA LITERATURA O BELO NO TEMPO A obra de arte é filha de seu tempo (Kandinsky) Vênus de Lespugne, Musée de L'Homme, Paris (25.000-20.000 a.c.) Vênus de Willendorf (Viena), Kunsthistoriches
Aula MACHADO DE ASSIS E O REALISMO BRASILEIRO. META Apresentar e discutir o lugar da obra de Machado de Assis na literatura brasileira realista.
MACHADO DE ASSIS E O REALISMO BRASILEIRO META Apresentar e discutir o lugar da obra de Machado de Assis na literatura brasileira realista. OBJETIVOS social; realista; - Releitura das aulas 1, 2 e 3. (Fonte:
Exercícios Vidas Secas
xercícios Vidas Secas 1. (UNICAMP 1998) m Vidas Secas narrativa, Fabiano se com a cadelinha, desses motivos. 2. (UNICAMP 2008) Vidas Secas. nada. Se lhe dessem o que era (Graciliano Ramos, Vidas Secas.
APROVARIUM CONCURSOS CMBH 2018 PORTUGUÊS PROFESSOR: RICARDO ERSE
APROVARIUM CONCURSOS CMBH 2018 PORTUGUÊS PROFESSOR: RICARDO ERSE * Final do romance Vidas Secas que narra a família de Fabiano, mais uma vez, se retirando para algum outro lugar, em virtude da seca: Pouco
Análise de discursos textuais: questões
Análise de discursos textuais: questões Com base no texto a seguir, responda às questões (1) e (2): Os Poemas Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês. Quando fechas
PATATIVA DO ASSARÉ - O CAMÕES DO NORDESTE BRASILEIRO
PATATIVA DO ASSARÉ - O CAMÕES DO NORDESTE BRASILEIRO Cuitelinho do cerrado Na folhagem do imbé Tem o bico ponteado Marronzinho de café Vem beber de minha água Na cabaça do coité. Patativa do Assaré Poeta
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 9º ANO 4º BIMESTRE AUTORIA ALINE DE SOUZA RAMOS Rio de Janeiro 2012 TEXTO GERADOR I A Moreninha, obra publicada em 1844, traz uma história
DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS 2017 / 2018
DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS 2017 / 2018 PLANIFICAÇÃO PORTUGUÊS -12º ANO Unidade 0 Diagnose. Artigo de opinião..texto de opinião. Identificar temas e ideias principais. Fazer inferências. Texto poético: estrofe,
Bárbara da Silva. Literatura. Modernismo II
Bárbara da Silva Literatura Modernismo II Em 1930 tiveram início os 15 anos de ditadura da ditadura de Getúlio Vargas. Com o intuito de obter o apoio das massas, Vargas adota uma série de medidas populistas,
DATA: 26 / 09 / 2014 II ETAPA AVALIAÇÃO DE RECUPERAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA 1.º ANO/EM ALUNO(A): Nº: TURMA:
SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA Mantenedora da PUC Minas e do COLÉGIO SANTA MARIA DATA: 26 / 09 / 2014 1 UNIDADE: II ETAPA AVALIAÇÃO DE RECUPERAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA 1.º ANO/EM ALUNO(A): Nº: TURMA: PROFESSOR(A):
A LITERATURA E O CINEMA NAS ABORDAGENS DA GEOGRAFIA CULTURAL
A LITERATURA E O CINEMA NAS ABORDAGENS DA GEOGRAFIA CULTURAL META Fazer o aluno compreender como podemos abordar a literatura e o cinema nos estudos de geografi a cultural. OBJETIVOS Ao final desta aula,
ROTEIRO DE ATIVIDADES ORIGINAL
ROTEIRO DE ATIVIDADES ORIGINAL PALAVRAS-CHAVE: romance; elementos do enredo; elementos da narrativa; conjunção. Texto Gerador I O texto gerador I é o primeiro capítulo do romance Vidas Secas de Graciliano
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 9 ANO 3 BIMESTRE AUTORIA FLÁVIA CARVALHO DE ANDRADE ARÊAS Rio de Janeiro 2012 TEXTO GERADOR MUDANÇAS Na planície avermelhada os juazeiros
Os Dois Mundos de Minas Gerais
O Que é Minas Gerais Hoje?... Os Dois Mundos de Minas Gerais Heitor de Souza Miranda, 8A Foi possível observar dois mundos mineiros em nossa viagem. Um deles, o mais estudado, é o mundo da arte, da história,
AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM PLANIFICAÇÃO ANUAL
AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM PLANIFICAÇÃO ANUAL Ano Letivo 2018/2019 Ensino Secundário PORTUGUÊS 12º ANO Documentos Orientadores: Programa de Português do Ensino Secundário, Metas Curriculares
AS MANIFESTAÇÔES LINGUÍSTICAS NA OBRA VIDAS SECAS, DE GRACILIANO RAMOS
AS MANIFESTAÇÔES LINGUÍSTICAS NA OBRA VIDAS SECAS, DE GRACILIANO RAMOS Jakeline Francisca da Silva (1); Francisca Luana Abrantes de Castro (1) Rosangela Vieira (4) Instituto Federal de Educação, Ciência
LETRAMENTO POLÍTICO E MILITÂNCIA NA OCUPAÇÃO PAULO FREIRE EM BELO HORIZONTE
LETRAMENTO POLÍTICO E MILITÂNCIA NA OCUPAÇÃO PAULO FREIRE EM BELO HORIZONTE Maura Rodrigues Estevão 1 ¹Universidade dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri/ [email protected] Resumo: Este artigo objetiva
Habilitação em Francês Horário noturno Segunda Terça Quarta Quinta Sexta
Curso de Letras horário do 2º semestre de 2012 Habilitação em Alemão Matutino FLM0204 -Literatura Alemã: Conto e Lírica FLM0301-Língua Alemã II /11 - FLM0313 Literatura Alemã: República de Weimar / Literatura
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE LITERATURA - 2 º BIMESTRE
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE LITERATURA - 2 º BIMESTRE - 2016 Nome: Nº 3ª Série Professores: Fernando / Nicolas Nota: I Introdução Caro aluno, Neste primeiro semestre, você obteve média inferior a 6,0 e,
Gonzaga Filho Página 2
Gonzaga Filho Página 2 Gonzaga Filho O SOL QUE CAIU Primeira Edição São Paulo 2015 Gonzaga Filho Página 3 Gonzaga Filho Página 4 Gonzaga Filho Página 5 Gonzaga Filho Página 6 Para o meu primo-irmão FRANCISCO
ROTEIRO DE ATIVIDADES 1º bimestre da 3ª Série do Ensino Médio: 2º CICLO EIXO BIMESTRAL: POESIA E ROMANCE NO MODERNISMO / MANIFESTO
ROTEIRO DE ATIVIDADES 1º bimestre da 3ª Série do Ensino Médio: 2º CICLO APERFEIÇOAMENTO EM LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA - 3EM Cursista: Gisele dos Santos Almeida Grupo 03 SÉRIE: 3ª BIMESTRE: 1º CICLO:
ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO 3º período Ficha 7- gabarito
Nome: ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO 3º período Ficha 7- gabarito Data: Observação: as fichas de recuperação contínua deverão ser coladas em seu caderno. Leia o texto seguinte com atenção. O dia de ver meu pai
Plano de Ensino Componente Curricular: Curso: Período: Carga Horária: Docente: Ementa Objetivos Gerais Específicos
Plano de Ensino Componente Curricular: Língua Portuguesa e Literatura Brasileira III Curso: Técnico em Química (Integrado) Período: 3º ano Carga Horária: 80 h/a 67 h/r Docente: Rosa Lúcia Vieira Souza
Figuras de Linguagem e Exercícios de Coesão
Figuras de Linguagem e Exercícios de Coesão Figuras de Linguagem e Exercícios de Coesão 1. imóvel. Comente o uso que nela se faz do pronome demonstrativo isso. 2. Auto Retrato Falado Venho de um Cuiabá
Pós-Modernismo - Prosa
Pós-Modernismo - Prosa Pós-Modernismo Prosa (Parte II) Texto para as questões 1, 2, 3 e 4. 1. O texto de Clarice Lispector aborda, genericamente, o insucesso de relações amorosas. Esse enfoque genérico
Alexandre Moschella, violão / / release - julho de 2008
release - julho de 2008 De Andrequicé a Berlim Espetáculo do violonista erudito Alexandre Moschella em homenagem ao centenário de Guimarães Rosa percorre longas veredas entre o sertão mineiro e a Europa
A LEI DA GRAVIDADE. 16 de Dezembro de 2011 Ministério Loucura da Pregação. "Ora, o aguilhão da morte é o PECADO, e a força do PECADO é a lei.
A LEI DA GRAVIDADE 16 de Dezembro de 2011 Ministério Loucura da Pregação "Ora, o aguilhão da morte é o, e a força do é a lei." 1 / 6 (1ª Coríntios 15:56) A mensagem do #PãoDoDia de hoje não é (como talvez
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 9 ANO 4 BIMESTRE AUTORIA DULCINEA SIMOES ROSA BAPTISTA Rio de Janeiro 2012 TEXTO GERADOR I O Texto Gerador I é um fragmento do romance Fogo
OFICINA DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS. Pensando as Diferenças. PIBID/UFMS/História
OFICINA DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS Pensando as Diferenças PIBID/UFMS/História O QUE É UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS? Uma História em quadrinhos, ou HQ, é uma forma de arte chamada de arte sequencial. (XIX)
CONTAR UMA HISTÓRIA É DAR UM PRESENTE DE AMOR.
CONTAR UMA HISTÓRIA É DAR UM PRESENTE DE AMOR. LEWIS CARROL Elaborado pelas assessoras Patrícia Ribeiro e Rosinara Nascimento, em 2011, nas oficinas pedagógicas para as educadoras, ocorridas nas Livrarias
SUPLEMENTO DE ATIVIDADES
SUPLEMENTO DE ATIVIDADES 1 NOME: N O : ESCOLA: SÉRIE: Um dos mais importantes escritores portugueses, Eça de Queirós foi um arguto analista da sociedade e das relações humanas. Crítico implacável, satirista
grande sertão: variações uma viagem pelo repertório para violão erudito do século XX em diálogo com a poética de Guimarães Rosa
grande sertão: variações uma viagem pelo repertório para violão erudito do século XX em diálogo com a poética de Guimarães Rosa Alexandre Moschella, violão e narração O inovador espetáculo grande sertão:
SUPLEMENTO DE ATIVIDADES
SUPLEMENTO DE ATIVIDADES NOME: N O : ESCOLA: SÉRIE: 1 Honoré de Balzac ficou mundialmente famoso por sua enorme A comédia humana, obra que reúne quase cem romances e constitui um grande painel da sociedade
ROTEIRO DE ATIVIDADES. 1º bimestre da 3ª Série do Ensino Médio: 2º CICLO
ROTEIRO DE ATIVIDADES 1º bimestre da 3ª Série do Ensino Médio: 2º CICLO PALAVRAS-CHAVE: modernismo; Carlos Drummond de Andrade; concordância nominal; manifesto. EIXO BIMESTRAL: POESIA E ROMANCE NO MODERNISMO
(Luís Bueno. Guimarães, Clarice e antes. In: Teresa. São Paulo: USP, n. 2, 2001, p. 254.)
Modernismo 2ª fase 1. Texto para as questões 1 e 2. Texto I "Agora Fabiano conseguia arranjar as ideias. O que o segurava era a família. Vivia preso como um novilho amarrado ao mourão, suportando ferro
Fernanda Oliveira. Vida na margem IMPRIMATUR
Fernanda Oliveira Vida na margem IMPRIMATUR Sumário [A linha do horizonte] [Às vezes, eu fico muito solta] [Todo ser humano é sensível] [Eu só queria uma alegria verdadeira] [Nós podemos nos tornar enormes]
SIMPÓSIO: LITERATURAS AFRICANAS DE EXPRESSÃO PORTUGUESA: SUJEITO E IDENTIDADE COORDENADORA SILVIA HELENA PINTO NIEDERAUER
SIMPÓSIO: LITERATURAS AFRICANAS DE EXPRESSÃO PORTUGUESA: SUJEITO E IDENTIDADE COORDENADORA SILVIA HELENA PINTO NIEDERAUER Os sujeitos na contemporaneidade e na pós-modernidade apresentam-se fragmentados,
O CAMINHO DA FICÇÃO BRASILEIRA
O CAMINHO DA FICÇÃO BRASILEIRA Gracielle Custódio APOLINÁRIO 1 Wagner LACERDA 2 O livro Ficção brasileira contemporânea (2009), escrito por Karl Erik Schollhammer, aborda a produção da ficção no Brasil
DISCURSO e texto AS MARCAS IDEOLÓGICAS DOS TEXTOS. A arte de ler o que não foi escrito. contextualizando
DISCURSO e texto AS MARCAS IDEOLÓGICAS DOS TEXTOS Todas as classes sociais deixam as marcas de sua visão de mundo, dos seus valores e crenças, ou seja, de sua ideologia, no uso que fazem da linguagem.
Mensagem do dia Insistir
Mensagem do dia Insistir Mensagem do Meu Anjo Insistir Por Paulo Roberto Gaefke Para os grandes conflitos da alma, uma tomada de decisão. Para a ausência de soluções, uma nova experiência. Para a desilusão
Projeto Pedagógico Qual caminho deve seguir para obter uma infância feliz? Como fazer para compreender a vida em seu momento de choro e de riso?
Projeto de Leitura Título: Maricota ri e chora Autor: Mariza Lima Gonçalves Ilustrações: Andréia Resende Elaboração do Projeto: Beatriz Tavares de Souza Apresentação O livro apresenta narrativa em versos
O SEMI-SIMBOLISMO PRESENTE NAS NARRATIVAS DE RETIRANTES
O SEMI-SIMBOLISMO PRESENTE NAS NARRATIVAS DE RETIRANTES Renan Luis Salermo Orientadora: Profª. Drª. Loredana Limoli RESUMO Objetivamos expor como o semi-simbolismo se constrói em narrativas que apresentam
Slides por Carlos Daniel S. Vieira
Slides por Carlos Daniel S. Vieira Portugal (início do século XX) invasão das tropas de Napoleão vinda da Família Real para o Brasil Reino Unido a Portugal e Algarve A burguesia de Portugal entra em crise
HORÁRIO 2019 (B) CURSO DE LETRAS
1 ANO / 1º SEMESTRE - PERÍODO DIURNO E NOTURNO Leitura e Produção de Textos I LNG5026 Língua Alemã I *LEM5108 Introdução à Cultura Italiana: conversação *LEM5153 Língua Latina I *LNG5080 Literatura Grega
1.º C. 1.º A Os livros
1.º A Os livros Os meus olhos veem segredos Que moram dentro dos livros Nas páginas vive a sabedoria, Histórias mágicas E também poemas. Podemos descobrir palavras Com imaginação E letras coloridas Porque
História de uma Baleia
SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA Mantenedora da PUC Minas e do COLÉGIO SANTA MARIA UNIDADE: DATA: 03 / / 0 III ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA 3.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA: PROFESSOR(A): VALOR:
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 9 ANO 3 BIMESTRE AUTORIA CLAUDIA MARCIA DA SILVA GOMES Rio de Janeiro 2012 TEXTO GERADOR l O Texto Gerador I pertence ao gênero textual que
LETRAS HORÁRIO ANO / 1º SEMESTRE - PERÍODO DIURNO E NOTURNO ANO HORÁRIO SEGUNDA-FEIRA TERÇA-FEIRA QUARTA-FEIRA QUINTA-FEIRA SEXTA-FEIRA
1 ANO / 1º SEMESTRE - PERÍODO DIURNO E NOTURNO Habilidades Básicas Integradas do Inglês I *LEM5138 Língua Francesa I *LEM5116 Língua Espanhola I *LEM5128 Língua Latina Básica *LNG5077 Cultura da Roma Antiga
ELEME M NT N O T S O D A D A NA N R A RAT A I T V I A V Mariana Bandeira
ELEMENTOS DA NARRATIVA Mariana Bandeira A narração é um relato centrado em uma sequência de fatos em que as personagens atuam (se movimentam) em um determinado espaço (ambiente) e em um determinado tempo.
Ministério da Educação Universidade Federal de São Paulo Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Campus Guarulhos Núcleo de Apoio Pedagógico
REMATRÍCULA 2 SEMESTRE 2018 Tabela de vagas remanescentes do 1 período de rematrícula, disponíveis para o 2º período de rematrícula (27/07 a 29/07/2018). Atenção: Disciplinas que não possuem mais vagas
1. Fernando Pessoa. Oralidade. Leitura
1. Fernando Pessoa Oralidade Exposição sobre um tema. Tema musical. Rubrica radiofónica. Texto de opinião. Anúncio publicitário. Documentário. Debate 1. Interpretar textos orais de diferentes géneros.
Colégio Santa Dorotéia
Colégio Santa Dorotéia Tema Transversal: Cultivar e guardar a Criação Disciplina: Língua Portuguesa / ESTUDOS AUTÔNOMOS Ano: 5º - Ensino Fundamental - Data: 5 / 9 / 2017 LEIA o texto a seguir: OSCAR NIEMEYER:
APRENDENDO A VIVER PELA FÉ Texto Base: Hebreus
Março/19 1ª Semana APRENDENDO A VIVER PELA FÉ Texto Base: Hebreus 11.1-6 Se alguém lhe perguntasse: O que mais agrada a Deus?, o que você responderia? Aprendermos que se queremos viver na dependência de
VIDAS SECAS GRACILIANOS RAMOS
VIDAS SECAS GRACILIANOS RAMOS - 1938 GRACILIANO RAMOS Segundo Antônio Cândido, não podemos dizer o que é ficção e o que é memória na obra de Graciliano. São duas coisas intrínsecas. Viveu parte da infância
P L A N I F I C A Ç Ã O A N U A L
P L A N I F I C A Ç Ã O A N U A L DEPARTAMENTO: LÍNGUAS ÁREA DISCIPLINAR: 300 - PORTUGUÊS DISCIPLINA: Português CURSO PROFISSIONAL: Técnico de Higiene e Segurança no Trabalho ANO: 3.º - ANO LETIVO: 2018/19
Versão COMPLETA. O Ribeiro que queria Sorrir. PLIP004 Ana Cristina Luz. Ilustração: Margarida Oliveira
O Ribeiro que queria Sorrir Ana Cristina Luz Ilustração: Margarida Oliveira Versão COMPLETA PLIP004 www.plip.ipleiria.pt Este trabalho foi desenvolvido no espírito do art.º 75 e 80 do Código do Direito
Arte e Poesia. Uma flor. Uma flor perde cheiro e beleza Foi amor com certeza!
Uma flor Uma flor perde cheiro e beleza Foi amor com certeza! Nisto uma paisagem Aparece e desaparece Torna-se miragem Ou realidade para quem merece. Rogam-se as pragas da fadista Em forma de nota de viola
TEMAS/DOMÍNIOS Conteúdos Objectivos Tempos Avaliação Textos dos domínios transacional e
Ano Letivo 2017/2018 Ciclo de Formação: 2016-2019 Nº DO PROJETO: POCH-01-5571-FSE-001158 CURSO PROFISSIONAL 11ºANO PORTUGUÊS PLANIFICAÇÃO ANUAL Documentos Orientadores: Programa de Português dos Cursos
Transcrição da Entrevista
Transcrição da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Praticante Sonia Local: Núcleo de Arte Nise da Silveira Data: 5 de dezembro de 2013 Horário: 15:05 Duração da entrevista:
Roteiro de Atividades: Romance e poesia no Modernismo/Manifesto
ROTEIRO DE ATIVIDADES 1º bimestre da 3ª Série do Ensino Médio: 2º CICLO APERFEIÇOAMENTO EM LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA - 3EM Cursista: Cristiane Valéria Mateus Cabral Grupo 03 SÉRIE: 3ª BIMESTRE: 1º
BH - HORIZONTES HISTÓRICO
BH - HORIZONTES HISTÓRICO Organizadora: Eliana de Freitas Dutra Editora: C/ Arte Ano: 1996 Páginas: 344 Resumo: ''BH - Horizontes Históricos'' vem complementar a historiografia de Belo Horizonte durante
PORTUGUÊS - 2 o ANO MÓDULO 22 PRODUÇÃO DE TEXTO: TEXTOS DESCRITIVOS
PORTUGUÊS - 2 o ANO MÓDULO 22 PRODUÇÃO DE TEXTO: TEXTOS DESCRITIVOS roposta de redação Proposta 1 (GOELDI, Oswaldo. Abandono. http://www.centrovirtualgoeldi.com /paginas. aspx?menu=obras_interior&opcao=f&iditem=261.
7 o ANO. Tema de Redação FTD Ensino Fundamental 2. Poema narrativo. A borboleta
Porfia: luta; persiste. Trazendo uma borboleta, Volta Alfredo para casa. Como é linda! é toda preta, Com listas douradas na asa. Tonta, nas mãos de criança, Batendo as asas, num susto, Quer fugir, porfia,
Apostila de Língua Portuguesa 07 Modernismo Segunda Geração
Apostila de Língua Portuguesa 07 Modernismo Segunda Geração 1.0 Contexto Histórico Prosa Pós Semana de Arte Moderna. Pós experimentalismo, apologia do novo. Vitória sobre o parnasianismo. Ditadura de Vargas.
PÉTALAS E SANGUE. De: Batista Mendes
PÉTALAS E SANGUE De: Batista Mendes 1 Editoração e capa: Batista Mendes Revisão: Batista Mendes Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste livro pode ser reproduzida ou armazenada, sob qualquer
Criação de Personagens
Criação de Personagens Criação de Personagens Oficina Literária Online A Oficina Literária Online conta com conteúdos pensados e produzidos exclusivamente para o ambiente digital, utilizando textos, imagens,
Poemas de um Fantasma. Fantasma Souza
1 2 3 Poemas de um Fantasma Fantasma Souza 2012 4 5 Fantasma Souza Todos os Direitos Reservados TITULO ORIGINAL POEMAS DE UM FANTASMA Projeto Gráfico Midiartes Capa Erisvaldo Correia Edição e Comercialização
PROPOSTA CURSO DE LETRAS HORÁRIO 2017
CURSO DE LETRAS 1 ANO - 1º SEMESTRE - PERÍODO DIURNO E NOTURNO Estudos Literários I LTE5028 Variação e Mudança Linguísticas LNG5027 Língua Alemã I *LEM5108 Introdução à Língua Italiana: noções gerais *LEM5152
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Configuração Curricular Relatório de percurso curricular Curso: LETRAS Versão curricular: N-20181 Identificador: 01.11-01 Situação: Vigente Nome: BACHARELADO EM ESPANHOL/FL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Configuração Curricular Relatório de percurso curricular Curso: LETRAS Versão curricular: N-20181 Identificador: 01.09-01 Situação: Vigente Nome: BACHARELADO EM ESTUDOS
QUANDO A VIDA NOS ENSINA A AMAR!
QUANDO A VIDA NOS ENSINA A AMAR! Se a cada passo nos aproximamos de onde queremos, a cada aprimoramento do sentimento, nos aproximamos do amor, e é na convivência que ele se torna verdadeiramente capaz
ISAQUE E REBECA: CASAMENTO E FILHOS
Momento com Deus Crianças de 7 a 9 anos NOME: DATA: 09/06/2013 ISAQUE E REBECA: CASAMENTO E FILHOS Versículos para Decorar 1- Quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo. Marcos 10:43b
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Configuração Curricular Relatório de percurso curricular Curso: LETRAS Versão curricular: N-20181 Identificador: 01.10-01 Situação: Vigente Nome: BACHARELADO EM ALEMÃO/
Renata Viol Ferreira da Silva. Lílian Veiga de Carvalho
MANSUR, Felipe. A sexta história: a face trágica da narrativa em A hora da estrela. São Paulo: Annablume, 2011. 122 p. ISBN: 978-85-3910-207-5 Renata Viol Ferreira da Silva Graduada em Normal Superior
Roteiro: Kelson s, O lugar onde vivo.
Roteiro: Kelson s, O lugar onde vivo. SINOPSE: Kelson s : O Lugar onde Vivo Relato de quatro meninos de uma comunidade de baixa renda do Rio de Janeiro, falando a um entrevistador, do lugar onde vivem.
PNLD 2018 LITERÁRIO Categoria 5 MANUAL DO PROFESSOR
PNLD 2018 LITERÁRIO Categoria 5 MANUAL DO PROFESSOR Nasceu em uma noite de verão na cidade de Alegrete, numa época em que ainda havia peixes nas águas do Rio Ibirapuitã. Atualmente vive entre Porto Alegre
texto narrativo ação espaço tempo personagens narrador. narração descrição diálogo monólogo
Português 2014/2015 O texto narrativo conta acontecimentos ou experiências conhecidas ou imaginadas. Contar uma história, ou seja, construir uma narrativa, implica uma ação, desenvolvida num determinado
Gioconda Morais Diretora Sênior Mary Kay
Gioconda Morais Diretora Sênior Mary Kay Minha História Minha História Qual sentido??? Parábola Vaquinha no Precipício Um sábio passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe
