Serviço Geológico do Brasil CPRM

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1 Serviço Geológico do Brasil CPRM PROJETOS ESTRATÉGICOS MINERAIS Francisco Valdir Silveira Chefe do Departamento de Recursos Minerais- DEREM Lucy Takehara Chemale Chefe do Projeto ETR Brasília, 22/07/2013

2 SISTEMA BRASILEIRO DE GEOLOGIA E MINERAÇÃO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA - MME SECRETARIA DE ENERGIA SECRETARIA DE GEOLOGIA MIN. E TRANS. MINERAL SECRETARIA DE PETRÓLEO, GÁS NATURAL E COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS CPRM - SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL - DNPM

3 CPRM - SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL PRESIDÊNCIA DIRETORIA DE GEOLOGIA E RECURSOS MINERAIS DIRETORIA DE HIDROLOGIA E GESTÃO TERRITORIAL DIRETORIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS E DESENVOLVIMENTO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS SUPERITENDÊNCIAS E RESIDÊNCIAS REGIONAIS

4 REDE OPERACIONAL da CPRM

5 MISSÃO "Gerar e difundir o conhecimento geológico e hidrológico básico necessário para o desenvolvimento sustentável do Brasil".

6 RECURSOS HUMANOS 456 GEÓLOGOS 208 Mestres 93 Doutores TOTAL FUNCIONÁRIOS.

7 Evolução Orçamentária (R$)

8 ORÇAMENTO 2013 D G M (R$) Levantamentos Geológicos Geologia Marinha Levantamentos Aerogeofísicos Avaliação dos Recusros Minerais

9 RECURSOS MINERAIS

10 DIRETRIZES GERAIS Projetos temáticos (fosfato, diamante, terras raras, mat. construção, insumos para agricultura, etc) Mapeamentos geológicos 1: , com foco metalogenético em áreas especiais; Projetos metalogenéticos, visando : Fomentar investimentos em pesquisa mineral; Cooperar com políticas públicas dependentes de insumos minerais, como insumos agrícolas, materiais de construção; Cooperar com o programa de arranjos produtivos de base mineral do MME.

11 PROSPEÇÃO GEOQUÍMICA : 100 mil amostras (SC e CB).

12 PROSPEÇÃO GEOQUÍMICA PROVÍNCIA BORBOREMA

13 PROSPEÇÃO GEOFÍSICA MAGNETOMETRIA PROVÍNCIA BORBOREMA

14 PROJETO FOSFATO BRASIL Objetiva a ampliação das reservas brasileiras de fosfato, tanto as magmáticas quanto sedimentares (maior foco para depósitos sedimentares). O projeto está sendo desenvolvido com base no reconhecimento dos controles e assinaturas geológicas, geofísicas, geoquímicas e espectrais das principais mineralizações existentes (linha metodológica), visando a delimitação de alvos potenciais com assinaturas similares. (aplicação de métodos de prospecção geofísica, geoquímica, estudos laboratoriais, estudos espectrais e análise integrada em Sistema de Informações Geográficas.

15 ÁREAS PESQUISADAS FOSFATO MAGMATOGÊNICO

16 ÁREAS PESQUISADAS FOSFATO SEDIMENTAR Bacias: Cretáceas Paleozóicas Neoproterozóicas

17 PROJETO: ETR LÍTIO

18 PROJETO DIAMANTE BRASIL Kimberlitos garimpos amostras (rocha e minerais pesados) grãos minerais (para microssonda).

19 PROJETOS NÃO METÁLICOS

20 PRODUTOS RECURSOS MINERAIS Cinturão Gurupi Juruena Teles Pires Mapa de Favorabilidade - Lógica Fuzzy, assi. espectrais de alterações hidrotermais Modelo 2 Mineralizações Tipo Epitermal com Superimposições de Modelos Orogenéticos Ibitiara R de Contas

21 INVESTIMENTOS EM RECMIN ANO NVESTIMENTO (US$) TOTAL

22 AEROGEOFÍSICA

23 CONCEPÇÃO DO PROGRAMA Aerogeofísica Cobertura de grandes áreas geológicos; Áreas de grande potencial metalogenético; Áreas com baixo conhecimento geológico;

24 DIRETRIZES GERAIS - AEROGEOFÍSICA Critérios geológicos e metalogenéticos na seleção de áreas. Métodos: magnetométrico e gamaespectrométrico Espaçamento de linhas de vôo de 500 m. Altura do vôo 100 m. Amostragem: campo magnético total - 10 amostras /seg; Amostragem: gama (canais de K, U, Th) a cada segundo. Posicionamento com precisão melhor que 5 m (GPS).

25

26 CAMPO MAGNÉTICO TOTAL

27 GAMA CONTAGEM TOTAL

28 2012

29

30 SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL

31 INVESTIMENTOS EM AEROGEOFÍSICA = Us$

32 MINERAIS ESTRATÉGICOS: O Potencial Geológico Metalogenético no Pará para Minerais críticos, Terras Raras"

33 Introdução Commodities Minerais (Abundantes, Críticos e Estratégico) Minerais Estratégicos Conhecimento atual Programa de Pesquisa Mineral CPRM Conclusões

34 GTI Portaria Interministerial nº 614 de 30/6/2010. GTI MME-MCTI

35 Introdução Discussões para montagem de uma política mineral duradora, deve buscar soluções aceitáveis para alcançar os objetivos e metas, e para tal, existe a necessidade de separar os bens minerais em três grupos: CRÍTICOS ABUNDANTES ESTRATÉGICOS Os critérios para separação não são fáceis, pois, os planejadores da geopolítica e políticas públicas precisam apoiar os pés no país e olhar em volta-reconhecer os interesses nacionais (a separação deverá ser feita considerando estes interesses). Importante!!!! a inclusão de uma substância mineral em um grupo não exclui que essa mesma substância esteja em outro grupo.

36 Considera tanto os minerais com grandes reservas no país, até aqueles encontrados em escala mais modesta, porém de fácil aquisição, seja pela multiplicidade de fontes externas ou pelo pequeno risco de transporte do exterior para o interior do país. Minério de FERRO: 18% das reservas mundiais (1 o ) 16% da produção mundial (2 o ) 33% das exportações mundiais (2 o ) 14% das exportações (US$ 29 bi) Minerais Essenciais para o Saldo Comercial Minério de NIÓBIO.98% das reservas mundiais.92% da produção mundial.exportação de US$ 1,6 bi (FeNb)

37 Minerais com alta Dependência Externa Minerais de que o país depende e que importa em grande escala, imprescindíveis para setores vitais da nossa economia. Potássio: 90% >>> US$ 2,2 bi Fosfato: 50% >>> US$ 0,2 bi

38 Seguindo critérios brasileiros, alguns minerais são facilmente identificados como críticos (Ex: bauxita de grau refratário, cromita, piroluzita (minério de manganês), molibdenita, nióbio, wolframita-schelita (minérios de tungstênio). Ex: Nióbio (metal de liga): praticamente todas as reservas estão localizadas no Brasil. Além de abundante, também deverá ser classificado como crítico, pois tem extrema concentração em um único país (quadro abaixo mostra a divisão das reservas mundiais em 2005). DISCRIMINAÇÃO RESERVAS PERCENTUAL (%) (T) PAÍSES BRASIL ,43 CANADÁ ,82 AUSTRÁLIA ,73 NIGÉRIA ,22 TOTAL ,00

39 Radioativos, os hidrocarbonetos Serão classificados como Minerais Estratégicos quando forem vitais para a aplicação oportuna do Poder Nacional. Berílio, Nióbio, Tântalo, Minerais de Terras Raras, Titânio e o Zircônio, pela aplicação, são conhecidos como metais de alta tecnologia. *Os minerais de cada grupo deve ter tratamento diferenciado, conforme previsto na legislação.

40 17 elementos químicos-escândio, ítrio e os lantanídeos. Leves: lantânio, cério, praseodímio e neodímio, samário, európio; Pesados: gadolínio, térbio, disprósio, hólmio, érbio, túlio, itérbio, lutécio e ítrio. Usos: - smartphones, ipods, fibras óticas, supercondutores, baterias para carros híbridos, vidros e lentes especiais, ímãs, refino de petróleo e na indústria bélica, além de vários outros (eletrônicos miniaturizados, necessita desses elementos),

41 TERRAS RARAS GEOLOGIA E MINERALOGIA Terras Raras (ETR): denominação não relacionada com abundância na crosta terrestre e sim na dificuldade em obter os elementos puros Alguns ETR, quando comparado ao níquel, cobre e ouro, pode ultrapassar as concentrações crustais relativas. (Sinton, 2005). Os ETR estão subdivididos em: Grupo do cério Terras Raras leves (ETRL) Grupo de ítrio Terras Raras pesados (ETRP). Na crosta continental os ETRL geralmente são mais abundantes do que ETRP.

42 MAIORES FONTES DE MINERAIS ETRs Mineral composição Ocorrência Bastnäsita (Ce) (ETR)CO 3 F Carbonatitos Monazita (Ce) (ETR)PO 4 Areia de praia, hidrotermal Xenotima (Y) (Y, ETR)PO 4 Rochas Graníticas, Areia de praia, hidrotermal Loparita (Ce) (ETR, Na, Ca) (Ti, Nb, Ta)O 3 Maciço ígneo alcalino Argilas Íon adsorvido ETR+Y em argilas Lateritos (Argilas) Uraninita (ETR, Y dissolvidos em rafinatos de uraninita) Uraninita Todos podem conter espécies radioativas, como o tório e urânio

43 TERRAS RARAS ABUNDANCIA Abundância relativa de ETR em relação a composição média da crosta. Modificado Sinton 2005.

44 Bastnasita Monazita Xenotímio (ETR)CO 3 F (ETR)PO 4 (Y, ETR)PO 4

45 Preço de Terras Raras (US $/kg) Fonte: METI, do japão; Notas: O dysprosium passou de $250/ kg em Abril/2010, para $2,840/kg em Julho/2011, o Neodymium passou de $42/kg em abril/ 2010 para $334/kg em Julho/2011.

46 Histórico O Brasil foi pioneiro em exploração, produção e pesquisas de ETRs-iniciada ainda no século 19, em areias monazíticas (Litoral), e liderou a produção dos anos (posto dividido com a Índia). Apesar do aumento do uso, o governo diminuiu significativamente as pesquisas em ETRs (anos 1970 a 2000-Nuclemon, subsidiária da Nuclebrás). Em 1985, a exploração já estava insignificante e na década seguinte parou de vez. A paralisação coincidiu com o avanço da China-detentora 57,7% das reservas. Investiram em exploração, treinamento e produção (quebrou os concorrentes) China produziu 120 mil toneladas;- Índia 2,7 mil toneladas; - Brasil, terceiro produtor mundial, 834 toneladas.

47 Oficialmente, o Brasil contribui com menos de 1% das reservas mundiais de ETRs Fonte: Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). *Cenário atual

48 Minerais com alta Dependência Externa GTI MME-MCTI Minerais Portadores do Futuro Minerais Abundantes e Essenciais para o Saldo Comercial

49 Recomendações do GTI-ME para as Terras Raras 1. Grupo de Trabalho de Coordenação 2. Estudo prospectivo 3. Levantamento Geológico com ênfase em Recursos Minerais 4. Programas de PDI 5. Integração em Projetos Inovadores 6. Articulações Público-Privadas

50 Ocorrências, Jazidas e Minas conhecidas contendo Terras Raras

51

52 Depósitos e ocorrências de ETR no Brasil SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL Modificado de Lapido-Loureiro (1994)

53 Minerais pesados Costeiros Ilmenita Monazita Rutilo Zirconita

54 PAC SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL Ação Empreendimento Projeto Mapeamento geológico Avaliação do Potencial de Terras Raras do Brasil Lítio CPRM Minerais Estratégicos Províncias Metalogenéticas Recursos Minerais Materiais de construção Fosfato no Brasil Outros Outros

55 Projetos de pesquisa geológica da CPRM Sistemáticos : - Levantamento geológico com prospecção geoquímica regional de sedimento ativo e minerais pesados; nas escalas 1: e 1: Levantamentos geofísicos de alta resolução Temáticos : Prospecção geoquímica regional de sedimento ativo e minerais pesados: em objetos geológicos definidos. Minerais estratégicos, Fosfato Brasil, Diamante Brasil, entre outros.

56 IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES Delimitação de corpos geológicos: Área da CPRM (Patrimônio Mineral) Serra do Repartimento (RR) Seis Lagos (Uaupês) (AM) Área de Pitinga (AM) Estudos preliminares de novos possíveis alvos: Pará Ceará Goiás Rondônia Tocantins Delimitação de corpos geológicos em 2013.

57 DETALHAMENTO DE ÁREAS ALVOS

58 Localização: Amazonas Ce teor médio de 0,4%- >2% Nb 2 O 5 2,81% P 2 O 5 até 15%

59 PROJETO ETR: Área 6 Lagos - AM 3 bilhões de ton. de Nióbio ETR 2.81% Nb 2 O 5

60 PROJETO ETR: Área Repartimento - RR P 2 O 5 9,0% CeO 3 3,2% La 2 O 3 2,5%

61 Roraima Área Repartimento

62 Roraima Levantamento Geoquímico Roraima Período SC CB Solo Tota l / TOTAL

63 Serviço Geológico do Brasil CPRM Coleta de material a ser amostrado

64 Tratamento da amostra

65 Concentrado de Peneira e Bateia

66 Goiás Levantamento orientativo em 2013 Realização de estudo orientativo no Granito Serra Dourada. Definição de Modelo Prospectivo para rochas graníticas.

67 NOVAS ÁREAS A SEREM PESQUISADAS E PESPECTIVAS:PARÁ E AMAPÁ

68 SERVIÇO GEOLÓGICO DO DO BRASIL BRASIL Projeto Metalogenia das Províncias Minerais do Brasil Áreas PA e AP Objetivos gerais : Levantamentos geológicos 1: ou 1: , geoquímicos (SC/CB em densidade de 1amostra/10 km2), estudos de detalhe em alvos metalogenéticos 2 Área Carajás ( ) 1 Área Gurupi ( ) - Conclusão em 2013, SIG e Informe Mineral 2.1 Folha Serra Pelada - Levantamentos geológicos 1: , SIG e Nota Explicativa Folhas Serra dos Carajás/Caldeirão/Rio Verde - Projeto-piloto de mapeamento, publicação de produtos em 2013 e Levantamentos geoquímicos (SC/CB) concluído nas folhas Serra Pelada, Rio Verde e Caldeirão 3 Área Serra do Inajá ( ) 6 - Levantamentos geoquímicos (SC/CB) concluído em Início dos levantamentos de campo em Área Tapajós Sudeste ( ) - Início dos levantamentos de campo e estudos metalogenéticos em Levantamentos geoquímicos (SC/CB) em Km Área Sapucaia ( ) - Levantamentos geoquímicos em Área Ipitinga ( ) - Sistematização da informação de projetos históricos / pesquisa mineral - Mapa Geológico e SIG da Folha NA.22-Y-C na escala 1:

69 PROSPEÇÃO GEOQUÍMICA : 100 mil amostras (SC e CB).

70 SERVIÇO GEOLÓGICO DO DO BRASIL BRASIL Área Carajás ( ) Caldeirão Serra Pelada (concluída) Serra dos Carajás Rio Verde

71 SERVIÇO GEOLÓGICO DO DO BRASIL BRASIL Mapa de Composição Ternária Th-U-K Área Carajás ( ) Caldeirão Serra Pelada (concluída) Recobrimento aerogeofísico (magentométrico e gamaespectrométrico) com espaçamento de 500 m entre linhas de voo e altura de voo de 150 m Serra dos Carajás Rio Verde

72 SERVIÇO GEOLÓGICO DO DO BRASIL BRASIL Área Carajás ( ) Folha Serra Pelada Mapa Geológico disponível na homepage da CPRM-Serviço Geológico do Brasil SIG e Nota Explicativa com publicação em 2013

73 SERVIÇO GEOLÓGICO DO DO BRASIL BRASIL Área Carajás ( ) Projeto-Piloto de Mapeamento Geológico

74 ETR Salinópolis (PA)- é referida como ocorrências ainda mal estudadas (Lapido-Loureiro, 1994)

75 Área Maicuru (PA) Região de acesso difícil Rocha alcalina Carbonatíticas e piroxeníticas(veios de apatita associada à magnetita 15% P2O5 20% TiO2 > 20% ETR

76 Áreas de Pesquisa Área Bacia Amazonas Aba Sul (PA)

77 A PESQUISA PARA FOSFATO NA BACIA DO AMAZONAS K2ac Cima " Teores de 7 a 24% P2O5 Q2a K2ac LEGENDA LITOESTRATIGRÁFICA C2no C2i C1ma D2C1c Depósitos aluvionares Alter do Chão Grupo Tapajós Nova Olinda Itaituba Monte Alegre Grupo Curuá Curuá Indiviso Grupo Urupadi D2ml Fm. Maecuru: Membro Lontra Suítes Graníticas Anorogênicas PP3 ml Maloquinha Vulcanismo Uatumã PP3 ar Aruri PP3 sa Salustiano Associação Plutono- Vulcânica PP3 p Parauari PP3 p D2ml D2C1c PP3 sa C2i C2no 4068_FJ_SE_ _FJ_SE_003 São Luiz do Tapajós Vila Nova" " D2ml Uruá " Pimental " Buburé " Santa Lúcia " Itaituba Quartel 53 BIS!( " Mirituba C1ma " " 4068_FJ Q2a Maloquinha _SE_ _FJ_SE_001 nm nm nm nm PP3 ar PP3 ml Furo da Petrobras (Cunha et al. 2007) Trairão!(

78 ÁREAS POTENCIAIS DA BACIA DO AMAZONAS ABA SUL - PA Teores de 2 a 15% P2O5 3 15'0"S 3 30'0"S 53 15'0"W 53 15'0"W BLOCO URUARÁ - MEDICILÂNDIA - PA Jarbas Passarinho ou Km '0"W 53 0'0"W Nova Esperança Medicilândia Miguel Gustavo Pacal Verde Floresta Nova Fronteira Tiradentes 3 15'0"S 3 30'0"S Legenda DNPM_mar_2013 FASE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA CONCESSÃO DE LAVRA REQUERIMENTO DE LAVRA LAVRA GARIMPEIRA LICENCIAMENTO REGISTRO DE EXTRAÇÃO REQUERIMENTO DE LAVRA GARIMPEIRA REQUERIMENTO DE LICENCIAMENTO REQUERIMENTO DE PESQUISA REQUERIMENTO DE REGISTRO DE EXTRAÇÃO DISPONIBILIDADE Geoq_sedcorr_integrada P_ppm 0, , , , , , , , , , Geoq_solo_integrada P_ppm 0, , , , , , , , , , Unidades_de_conservação Terra_indigena Blocos fosfato_ba Estradas Localidades

79 Prospecção Geoquímica Bacia Amazonas Sul 250 amostras de SC amostras de bateia;

80 Treinamento de pessoal Aquisição de dados SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL ETAPA 1 (Preparatória) Compilação de dados e preparação dos mapas de trabalho Identificação de Áreas com Potencial para mineralização Geologia Levant. Geoquímico Levant. Geofísico ETAPA 2 (principal) Rocha Petrografia Geoquímica Geocronologia Solo SC CB Análises Químicas MAG GAMA Processamento de dados ETAPA 3 (Final) Interpretação e Integração de dados Montagem dos mapas em ambiente SIG Novos Modelos Relatório final

81 03/ SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL Quantitade de Amostras Área Reanálise SC CB Solo Total Levantamento Geoquímico Roraima Tocantins Seis Lagos Repartimento Levantamento Geoquímico Roraima Ajarani TOTAL

82 CONCLUSÕES:ETR O Brasil apresenta algumas vantagens: Conhecimento dos depósitos já existentes que foram lavrados ou não; Geologia favorável para descobertas de novos depósitos; Domínio de tecnologias para mineração e processamento de alguns depósitos existentes; Competência tanto na pesquisa quanto em experimentos de caráter laboratorial, no desenvolvimento tecnológico (como por exemplo: super-imãs, lasers, etc.).

83 Metas para 2013 Apresentação de relatório final: Área da CPRM (Patrimônio) Serra do Repartimento (RR) Seis Lagos (Uaupês) (AM) Realização de estudos orientativos em ocorrências conhecidas: Pará Goiás Rondônia Ceará Santa Catarina Metas para 2014 Estudos preliminares de novos alvos

84 GARGALOS/DESAFIOS Capacitação de pessoal técnico/treinamento/intercambio (???); Mapeamentos geológicos básicos/temáticos (continuidade); Levantamentos geoquímicos com densidade adequada (AMAZONIA); Levantamentos Geofísicos de alta resolução (AMAZONIA); Implementação de novas tecnologias (institutos de pesquisa); Aumento do corpo técnico do SGB (previsto 2012);

85 DESAFIO DESENVOLVIMENTO DA CADEIA PRODUTIVA DE TERRAS-RARAS Articulação e formatação de projetos DOCUMENTO COM SUGESTÕES AOS MINISTÉRIOS MME, MCTI e MDIC Em curso ESTUDO PROSPECTIVO [CGEE] I SEMINÁRIO BRASILEIRO DE TERRAS-RARAS PROGRAMA DE GEOLOGIA [CPRM] PROJETOS DE EXPLORAÇÃO MINERAL [empresas] Consolidação da importância dos ETRs no Governo Federal PLANO NACIONAL DE MINERAÇÃO 2030 GTI-MINERAIS ESTRATÉGICOS MME-MCT 85

86 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA Abraão, A. Química e Tecnologia das Terras Raras. CETEM-CNPq, 212pp Hurst, C. China s Rare Earth Elements Industry: What Can the West Learn? Institute for the Analysis of Global Security (IAGS), Lapido Loureiro, F. E. V. Terras Raras no Brasil:Depósitos, recursos identificados e reservas. MCT-CNPq-CETEM, 189pp., Lins, F. A. F. Grupo de Trabalho Interministerial MME-MCTI Silva, M. B. F. Terras Raras. Informe Mineral DNPM, Vieira, E. V. e Lins, F. F. Concentração de Minérios de Terras Raras: uma revisão. CETEM-CNPq 53pp Projeto Repartimento, CPRM; Projeto dos Seis lagos, CPRM

87 Obrigado pela Atenção!!

88 Serviço Geológico do Brasil CPRM Francisco Valdir Silveira Geólogo MsC&PhD Chefe do Departamento de Recursos Minerais-DEREM Lucy Takehara Chemale Geóloga PhD Pesquisadora em Geociências DGM/ DEREM (61)

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