Halftoning. Formalização do problema de halftoning:
|
|
|
- Luiz Felipe Palha Brás
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Halftoning Halftoning é o processo usado para converter uma imagem em níveis de cinzas G numa imagem binária B de forma que B pareça G se B for vista a uma certa distância. A imagem B é denominada de imagem halftone ou imagem meio-tom. Halftoning é utilizado, por exemplo, para imprimir imagens em níveis de cinzas em impressoras a laser ou jato de tinta, que só conseguem imprimir pontos pretos minúsculos. Halftoning colorido é usado para converter uma imagem colorida em diversas imagens binárias. Por exemplo, uma imagem colorida pode ser convertida em 4 imagens binárias CMYK (cyan, magenta, yellow and black) cada uma representando uma cor da impressora jato de tinta. Alguns algoritmos de halftoning (por exemplo, difusão de erro) também podem ser utilizados para minimizar a distorção resultante de quantização, quando a palete utilizada contiver poucas cores. Veja a transparência sobre escolha de palete e quantização. Formalização do problema de halftoning: Dada uma imagem em níveis de cinza G com valores reais entre 0 e, construir uma imagem binária B com valores 0 ou tal que B( l, c) G( l, c) onde B ( l, c) é a média dos valores de B em torno do pixel (l,c).
2 Thresholding (limiarização) A primeira idéia para fazer halftoning é simplesmente limiarizar a imagem G. Isto é, um pixel de saída B(l,c) recebe a cor preta se G(l,c) estiver abaixo de um limiar (e vice-versa). LENNA.TGA original Thresholding (limiarização simples) A limiarização simples gera regiões pretas e brancas. Não é possível observar as tonalidades de cinza.
3 Limiarização com ruído Para que as diferentes tonalidades de cinza sejam visíveis, é possível acrescentar um ruído na imagem antes de fazer a limiarização. Thresholding (limiarização simples) Limiarização após acrescentar ruído uniforme. gauss.tga gauss.bmp (gauss.tga binarizado) Com essa técnica, é possível observar diferentes níveis de cinza. Porém, a imagem obtida é ruidosa, pois foi acrescentado ruído.
4 Ordered dithering, dispersed dots Para que a imagem halftone não se torne ruidosa, é possível acrescentar ruído de forma ordenada. Este processo chama-se ordered dithering. //Ordered dithering - pontos dispersos - pos-05 - testado 06 #include <cekeikon.h> int main(int argc, char** argv) { if (argc!=) erro("dispersos ent.pgm sai.pbm"); Mat_<GRY> ent; le(ent,argv[]); Mat_<GRY> sai(ent.rows,ent.cols); ImgLcr<GRY> D( 8, 8, { 0,, 8, 40,, 4, 0, 4, 48, 6, 56, 4, 50, 8, 58, 6,, 44, 4, 6, 4, 46, 6, 8, 60, 8, 5, 0, 6, 0, 54,,, 5,, 4,,, 9, 4, 5, 9, 59, 7, 49, 7, 57, 5, 5, 47, 7, 9,, 45, 5, 7, 6,, 55,, 6, 9, 5, }); for (int l=0; l<ent.rows; l++) for (int c=0; c<ent.cols; c++) { if (ent(l,c)+(4*d(l,c)+-8) < 8) sai(l,c)=0; else sai(l,c)=55; } imp(sai,argv[]); } Nota: Não é necessário calcular explicitamente os índices da imagem D, pois estamos acessando a imagem D no modo atr (replicado). Nota: A matriz de ruído ordenado D foi projetada para gerar imagem halftone com pontos dispersos. Nota: O ruído inserido é (4*D(l,c)+-8). O ruído pode ir de -6 até +6. Nota: Alguns drivers de impressoras jatos de tinta usam o método ordered dithering, dispersed dots para imprimir imagens em níveis de cinza. A matriz de limiar dispersed dots, replicada 4 4 vezes, e visualizada como uma imagem. 4
5 Ruído branco ±0,5 Ordered dithering dispersed dots A matriz D 8 8 pode ser obtida de forma recursiva: Matriz : IMGGRY D(,, Matriz 4 4: IMGGRY D(4,4, 0,,,); 0, 8,,0,, 4,4, 6,,,, 9, 5, 7,, 5); matriz matriz 4 4 matriz 8 8 5
6 Ordered dithering, clustered dots O algoritmo de ordered dithering pode gerar imagem halftone com pontos aglutinados simplesmente mudando a matriz de limiar (ou matriz de ruído) D. Uma possível matriz é: //Clustered dots ImgLcr<GRY> D( 8, 8, { 0, 8,, 6, 0, 9, 5,, 7, 4, 7, 46, 7, 8,, 6,, 6, 5, 5, 5, 48, 9, 0, 9, 45, 59, 60, 6, 54, 40, 7, 5, 44, 58, 6, 6, 55, 4,, 6, 5, 50, 57, 56, 49,, 7, 0, 5, 4, 4, 4,,,,, 9,, 8, 4, 8, 4, }); A matriz de limiar clustered dots, replicada 4 4 vezes, e visualizada como uma imagem. Usando a matriz acima, obtém a imagem da coluna da esquerda da figura abaixo. A coluna da direita foi gerada pelo programa Alchemy. Ordered dithering clustered dots (meu programa) Ordered dithering clustered dots (alchemy) 6
7 Imagem com pixels em ponto flutuante (Mat_<FLT>) Certos algoritmos de Processamento de Imagens ficam mais simples, se utilizar imagens em ponto flutuante. Isto evita acumulação de erros de arredondamento. Cada pixel de Mat_<FLT> é do tipo float (isto é, número em ponto flutuante com 4 bytes), no intervalo [0.0,.0]. O preto é 0.0 e o branco é.0. Convertendo uma Mat_<GRY> [0...55] para Mat_<FLT> [0.0,.0], um pixel com nível de cinza n é mapeado no valor (n)/ 55, isto é, 0 é convertido em 0.0 e 55 é convertido em.0. Nota: A biblioteca Cekeikon consegue ler e escrever imagens em formato de arquivos texto. Basta usar as extensões.txt ou.mat (ambos são sinônimos para a biblioteca). Nota: A biblioteca Cekeikon consegue ler e escrever imagens em formato de arquivos binário. Basta usar a extensão.img. 7
8 8 Difusão de erro A difusão de erro é um outro algoritmo de halftoning. A implementação deste algoritmo fica menos suscetível a erros de arredondamento se utilizar Mat_<FLT>. A imagem em níveis de cinza G é lida e convertida em imagem em ponto flutuante F. A imagem F é escaneada numa certa ordem, por exemplo, na ordem raster. Cada pixel é aproximado para 0 ou, gerando a imagem binária de saída B. O erro gerado na aproximação é espalhado para pixels vizinhos ainda não processados, segundo os pesos especificados na matriz de difusão de erro. Diferentes matrizes de iufusão de erro resultam em diferentes métodos de halftoning. Algumas matrizes de difusão de erro: PSI65 0 PSI Rogers Floyd and Steinberg Jarvis, Judice and Ninke Stucki Abaixo, os programas de difusão de erro. Note que não é necessário se preocupar com as bordas da imagem, pois a biblioteca Cekeikon possui backg, já discutido.
9 //diferro.cpp - grad06 #include <cekeikon.h> int main() { ImgAtb<FLT> a; le(a,"lennag.jpg"); Mat_<FLT> b(a.rows,a.cols); } for (int l=0; l<a.rows; l++) for (int c=0; c<a.cols; c++) { if (a(l,c)>0.5) b(l,c)=; else b(l,c)=0; float err=(b(l,c)-a(l,c))/; //a(l+,c-)=a(l+,c-)-err; a(l+,c)=a(l+,c)-err; a(l+,c+)=a(l+,c+)-err; a(l,c+)=a(l,c+)-err; } imp(b,"diferro.pgm"); //diferr.cpp - pos06 #include <cekeikon.h> int main() { Mat_<FLT> a; le(a,"lenna.jpg"); //0=preto =branco Mat_<FLT> b(a.rows,a.cols,.0); for (int l=0; l<a.rows-; l++) for (int c=0; c<a.cols-; c++) { if (a(l,c)<0.5) b(l,c)=0.0; else b(l,c)=.0; float err=(b(l,c)-a(l,c))/; a(l,c+) -= err; // a(l,c+) = a(l,c+) - err; a(l+,c) -= err; a(l+,c+)-= err; } imp(b,"diferr.pgm"); } 9
10 Difusão de erro (Floyd and Steinberg) Difusão de erro (Rogers) Difusão de erro (Jarvis, Judice and Ninke) Difusão de erro (Stucki) 0
11 Diferentes matrizes de pesos geram imagens halftone com diferentes texturas. Certos matrizes podem gerar texturas indesejadas, como longas linhas verticais ou horizontais. Por exemplo, usando a matriz: 4 obtemos: Nota: Faltou comentar sobre o algoritmo de halftoning DBS. Nota: Watermarking usando diferentes matrizes de difusão de erro.
12 Difusão de erro de imagens coloridas Repetindo difusão de erro para as bandas e compondo imagens resultantes, é possível gerar imagens halftone coloridas. LENNA.TGA original Difusão de erro (Floyd and Steinberg) A difusão de erro também pode ser usada para reduzir o número de bits/pixels, por exemplo, ao converter uma imagem true-color numa imagem com palete. Cada pixel é aproximada pela cor mais semelhante no palete. Depois, o erro cometido ao fazer a quantização é espalhada nos pixels vizinhos nas bandas R, G e B.
13 Exercício: Reduzir true color (4 bits/pixel) para 6 bits/pixel usando ordered dithering e difusão de erro. Dada uma imagem halftone, como descobrir qual foi o método de halftoning usado? É dada uma imagem halftone H que foi gerada pela difusão de erro usando uma entre duas possíveis matrizes de difusão. É possível descobrir qual das duas matrizes foi usada olhando somente H? Como isto poderia ser usada para esteganografia, isto é, para esconder um bit numa imagem? Dada uma imagem quantizada, como descobrir qual foi o palete utilizado? Isto pode ser usado para esteganografia, isto é, para esconder bits numa imagem?
Operadores (ou filtros) restritos à janela
Operadores (ou filtros) restritos à janela Um operador (ou filtro) restrito à janela (W-operador) é uma transformação de imagem onde a cor de um pixel da imagem de saída é escolhida em função das cores
Explicação simplificada de template matching (casamento de máscara, ou casamento de modelo)
Explicação simplificada de template matching (casamento de máscara, ou casamento de modelo) T R(x,y) I Template matching percorre a imagem I comparando template T com cada posição (x,y) de I. O resultado
Imagem f
Imagem integral (ou integral da imagem) Imagem f. 8 3 9 7 1 8 5 2 8 7 3 6 5 2 9 3 s: Integral da imagem f (imagem integral) 8 11 20 27 9 20 34 43 17 35 52 67 22 42 68 86 s(u,v) = f(u,v)+s(u-1,v)+s(u,v-1)-s(u-1,v-1)
Reamostragem. Os métodos populares para reamostragem de imagens incluem: Vizinho mais próximo Bilinear Bicúbico Spline Reamostragem Lanczos
Reamostragem A reamostragem de imagens é amplamente utilizada em processamento de imagens e vídeos. Ela é utilizada para ampliar, reduzir, e rotacionar imagens. Também é utilizada para criar efeitos como
Modelo RGB - Aplicações
Modelo RGB - Aplicações As aplicações do modelo RGB estão associadas à emissão de luz por equipamentos como monitores de computador e ecrãs de televisão. O monitor CRT é essencialmente um tubo de raios
Motivação Por que estudar?
Aula 04 Imagens Diogo Pinheiro Fernandes Pedrosa Universidade Federal Rural do Semiárido Departamento de Ciências Exatas e Naturais Curso de Ciência da Computação Motivação Por que estudar? Imagens digitais
Os métodos populares para reamostragem de imagens incluem: Vizinho mais próximo Bilinear Bicúbico Spline Reamostragem Lanczos (utiliza função sinc)
Reamostragem A reamostragem de imagens é amplamente utilizada em processamento de imagens e vídeos. Ela é utilizada para ampliar, reduzir, e rotacionar imagens. Também é utilizada para criar efeitos como
Sistemas Operacionais e Introdução à Programação. Programação com linguagem C
Sistemas Operacionais e Introdução à Programação Programação com linguagem C 1 Entrada e saída: escrevendo na tela Veja uma comparação entre um programa Portugol e seu equivalente em C: Inicio Inteiro
Pilha, fila e recursão para processar componentes conexos.
Pilha, fila e recursão para processar componentes conexos. Nesta aula, utilizaremos fila e pilha para processar os componentes conexos. 4-conectividade (city-block distance) e 8-conectividade (chessboard
PSI2651 PROCESSAMENTO, ANÁLISE E SÍNTESE DE IMAGENS. 1 o período de 2005 LISTA DE EXERCÍCIOS
PSI PROCESSAMENTO, ANÁLISE E SÍNTESE DE IMAGENS o período de LISTA DE EXERCÍCIOS ) Considerando imagens do tipo da figura abaixo. Descreva um procedimento que identifique quantas células com furo e quantas
O objetivo deste artigo é apresentar o método de redução de cores Error Diffusion, utilizado no projeto MSX Viewer.
Error Diffusion Resumo O objetivo deste artigo é apresentar o método de redução de cores Error Diffusion, utilizado no projeto MSX Viewer. 1- Introdução Quando reduzimos a quantidade de cores de uma imagem,
Processamento de Imagem. Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto
Processamento de Imagem Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto [email protected] Prof. André Y. Kusumoto [email protected] Amostragem e Quantização Amostragem refere-se ao número de pontos
Algoritmos e Estruturas de Dados I (DCC/003) Introdução à Programação de Computadores. Aula - Tópico 1
Algoritmos e Estruturas de Dados I (DCC/003) Introdução à Programação de Computadores Aula - Tópico 1 1 Problema 1 Considere o seguinte problema: Determinar o valor de y = seno(1,5). 2 Definições Para
Universidade Federal de Alagoas Instituto de Matemática. Imagem. Prof. Thales Vieira
Universidade Federal de Alagoas Instituto de Matemática Imagem Prof. Thales Vieira 2011 O que é uma imagem digital? Imagem no universo físico Imagem no universo matemático Representação de uma imagem Codificação
Formatos de imagens que Cekeikon lê/imprime:
Formatos de imagens que Cekeikon lê/imprime: Formatos a serem usados no curso: Para simplificar, utilizaremos preferencialmente os 4 tipos de imagens abaixo no curso. 1) Formatos sem compactação: a) PPM
INF Fundamentos da Computação Gráfica Professor: Marcelo Gattass Aluno: Rogério Pinheiro de Souza
INF2608 - Fundamentos da Computação Gráfica Professor: Marcelo Gattass Aluno: Rogério Pinheiro de Souza Trabalho 02 Visualização de Imagens Sísmicas e Detecção Automática de Horizonte Resumo Este trabalho
PMR2560 Visão Computacional Conversão e Limiarização. Prof. Eduardo L. L. Cabral
PMR2560 Visão Computacional Conversão e Limiarização Prof. Eduardo L. L. Cabral Objetivos Processamento de imagens: Conversão de imagens; Histograma; Limiarização. Imagem digital Uma imagem é uma matriz
Figura 1. Imagem monocromática e gráfico de sua função.
Figura 1. Imagem monocromática e gráfico de sua função. d c a b Figura 2. Reticulado uniforme da representação matricial da imagem. valor médio de f f(x j) j x x j (j +1) x j x (j +1) x (a) (b) Figura
Processamento Digital de Imagens
Processamento Digital de Imagens Aula 02 Prof. Diemesleno Souza Carvalho [email protected] http://www.diemesleno.com.br Na aula passada vimos... Na aula passada vimos... Unidade I - Introdução ao
Imagem Digital. Claudio Carvilhe
Imagem Digital Claudio Carvilhe Imagem Digital Roteiro Introdução. Pixel. Resolução espacial. Cor. Processamento de imagens. Introdução Informação Visual: Imagem vista na tela. Informação Descritiva: Modelo
INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB. PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO
INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO Utilização de Cores em HTML Cores primárias Cores secundárias 2 Utilização de Cores em HTML Os comprimentos de onda vermelho, amarelo
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Departamento de Informática. Fundamentos de Computação Gráfica
1. Imagens sísmicas Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Departamento de Informática Fundamentos de Computação Gráfica Aluno: Stelmo Magalhães Barros Netto Relatório do trabalho Imagens Sísmicas
Imagem bitmap. Gráfico vetorial. gráficos vetoriais
Sobre imagens bitmap e gráficos vetoriais Os elementos gráficos de um computador podem ser divididos em duas categorias principais -- bitmap e vetor. Imagem bitmap Gráfico vetorial Imagens bitmap são ideais
Linguagem C Princípios Básicos (parte 1)
Linguagem C Princípios Básicos (parte 1) Objetivos O principal objetivo deste artigo é explicar alguns conceitos fundamentais de programação em C. No final será implementado um programa envolvendo todos
VISÃO COMPUTACIONAL. Marcelo Henrique dos Santos
VISÃO COMPUTACIONAL Marcelo Henrique dos Santos [email protected] São Paulo SP, Agosto/2013 INTRODUÇÃO Processamento de imagens é um processo onde a entrada do sistema é uma imagem e a saída é
ESTRUTURAS COMPOSTAS. Variáveis Compostas Unidimensionais VETOR. Baseado nos slides de Rosely Sanches e Simone Senger de Souza
ESTRUTURAS COMPOSTAS Variáveis Compostas Unidimensionais VETOR Baseado nos slides de Rosely Sanches e Simone Senger de Souza 2 ESTRUTURAS COMPOSTAS Pode-se organizar os dados dos tipos simples em tipos
SEL5886 Visão Computacional Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira
SEL5886 Visão Computacional Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Prática 1 - Treinamento no Matlab Instruções: Esse treinamento consiste de 11 exercícios (T_1 a T_11). Deve ser gerado um arquivo no
O melhor o mais atualizado material para uma disciplina avançada são os artigos de bons congressos e revistas.
Hae Yong Kim [email protected] http://www.lps.usp.br/~hae Sala D2-10 Ramal 91-5605 Atenção: Estas apostilas podem não ser compreensíveis sem ter assistido as aulas correspondentes. Elas não trazem todo o
Algoritmos e Programação
Algoritmos e Programação Aula 3 Introdução a Linguagem C Profa. Marina Gomes [email protected] 1 Aula de Hoje - Criar programas simples em C utilizando a estrutura básica; - Declarar variáveis;
Aula 12- Variáveis e valores reais
Aula 12- Variáveis e valores reais Até agora todos os nossos problemas continham apenas valores inteiros e portanto variáveis do tipo int. Para resolver problemas que usam valores com parte fracionária,
SSC300- Linguagens de Programação e Aplicações Profa Vânia de Oliveira Neves. ICMC/USP São Carlos
Funções SSC300- Linguagens de Programação e Aplicações Profa Vânia de Oliveira Neves ICMC/USP São Carlos Slides baseados no material gentilmente cedido pela Profa Simone Senger Souza 2 MODULARIZAÇÃO Um
Aula 3 IMPRESSORAS UNICESPI 1º SEM 2011
Aula 3 IMPRESSORAS UNICESPI 1º SEM 2011 Impressoras Uma impressora ou dispositivo de impressão é um periférico que, quando conectado a um computador ou a uma rede de computadores, tem a função de dispositivo
O objetivo deste artigo é demonstrar como se chegar ao cálculo do total de cores das screens 10, 11 e 12 do MSX 2+.
Cores do MSX 2+ Resumo O objetivo deste artigo é demonstrar como se chegar ao cálculo do total de cores das screens 10, 11 e 12 do MSX 2+. 1- Introdução O MSX 2+ possui um pardão para representar as cores
Computação para Informática - Prof. Adriano Joaquim de Oliveira Cruz Segunda Prova - 23a de junho de 2008
Computação para Informática - Prof. Adriano Joaquim de Oliveira Cruz Segunda Prova - 23a de junho de 2008 Nome: Assinatura: 1 a Questão: (2.0 pontos) Números Aleatórios Escreva um programa que gere N números
SISTEMA DE CORREÇÃO AUTOMÁTICA DE TESTES DE MÚLTIPLA ESCOLHA USANDO TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DE IMAGENS
Patrocínio, MG, outubro de 2016 ENCONTRO DE PESQUISA & EXTENSÃO, 3., 2016, Patrocínio. Anais... Patrocínio: IFTM, 2016. SISTEMA DE CORREÇÃO AUTOMÁTICA DE TESTES DE MÚLTIPLA ESCOLHA USANDO TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO
Processamento Digital de Imagens
1 Ciência da Computação Processamento Digital de Imagens Prof. Sergio Ribeiro Tópicos Introdução Espectro Eletromagnético Aquisição e de Imagens Sensoriamento Remoto 2 Introdução Espectro Eletromagnético
Algoritmos e Estruturas de Dados I (DCC/003) Estruturas Básicas. Aula Tópico 2
Algoritmos e Estruturas de Dados I (DCC/003) Estruturas Básicas Aula Tópico 2 1 Problema 3 Exibir o maior número inteiro que pode ser representado no computador. 2 Qual o maior número inteiro? Para o compilador
Processamento Digital de Imagens
Ciência da Computação Processamento Digital de Imagens Prof. Sergio Ribeiro Tópicos Introdução Espectro Eletromagnético Aquisição e Digitalização de Imagens Efeitos da Digitalização Digitalização Sensoriamento
Herança da biblioteca antiga Proeikon
Cekeikon e OpenCV: Q: O que é Cekeikon? R: Cekeikon é uma biblioteca de funções e classes escritas por mim em C++ para funcionar junto com OpenCV. Tem código aberto e qualquer um pode usar a biblioteca
GUIA DE PREPARAÇÃO DE ARQUIVOS PARA IMPRESSÃO OFFSET.
GUIA DE PREPARAÇÃO DE ARQUIVOS PARA IMPRESSÃO OFFSET. Para um melhor resultado, antes de iniciar seu projeto gráfico, solicite um gabarito. 01 Formato Todo material deve ser enviado com a página já nas
Estruturas de Dados Aula 6: Cadeias de 28/03/2010
Estruturas de Dados Aula 6: Cadeias de Caracteres 28/03/2010 Caracteres Caracteres são representados internamente por códigos numéricos Tipo char (inteiro pequeno ) 1 byte (8 bits) 256 caracteres possíveis
INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO - RESUMO E EXERCÍCIOS* P2
INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO - RESUMO E EXERCÍCIOS* P2 *Exercícios de provas anteriores escolhidos para você estar preparado para qualquer questão na prova. Resoluções em simplificaaulas.com. Listas(= tipo
Transformações geométricas em coordenadas homogêneas 2-D
Transformações geométricas em coordenadas homogêneas 2-D Coordenadas homogêneas (ou coordenadas projetivas, abreviado CHs) são um sistema de coordenadas usada na geometria projetiva. Um ponto em R 2 (x,y)
Universidade do Estado de Minas Gerais Curso de Sistemas de Informações. Multimídia. A Imagem (Parte I)
Universidade do Estado de Minas Gerais Curso de Sistemas de Informações Multimídia A Imagem (Parte I) Prof Sérgio Carlos Portari Júnior [email protected] Multimídia A imagem Tópico: Representação
Aula 9 Oficina de Programação Matrizes. Profa. Elaine Faria UFU
Aula 9 Oficina de Programação Matrizes Profa. Elaine Faria UFU - 26 Variáveis Compostas Homogêneas O que uma variável composta homogênea? - Conjunto de variáveis do mesmo tipo - É chamada de forma geral
Processamento Digital de Imagens
Ciência da Computação Processamento Digital de Imagens Prof. Sergio Ribeiro Tópicos Transformações de Intensidade Transformações Logarítmicas Comparação entre Diversas Técnicas 2 Transformações de Intensidade
Processamento de imagem a cores
A cor é um poderoso descritor que frequentemente simplifica a identificação e extracção de objectos de uma cena Os humanos podem discernir milhares de cores, mas apenas duas dezenas de cinzentos O processamento
Métodos Computacionais em Física
Métodos Computacionais em Física Tatiana G. Rappoport [email protected] 214-2 Variáveis indexadas (arrays) Diversos problemas requerem o uso de vetores ou matrizes: Um conjunto de dados do mesmo tipo
1 Exercícios com ponteiros
Computação para Informática Funções e Ponteiros1 EXERCÍCIOS COM PONTEIROS Computação para Informática - Prof. Adriano Joaquim de Oliveira Cruz Aula Prática - Funções e ponteiros O objetivo desta aula prática
Aula 28: Arquivos de texto
Aula 28: Arquivos de texto Introdução a Programação Túlio Toffolo & Puca Huachi http://www.toffolo.com.br BCC201 2018/2 Baseado nos slides de Guillermo Cámara-Chávez Aulas anteriores Memória Ponteiro Utilização
Processamento digital de imagens
Processamento digital de imagens Agostinho Brito Departamento de Engenharia da Computação e Automação Universidade Federal do Rio Grande do Norte 23 de novembro de 2016 Compressão de imagens engloba técnicas
Template matching (casamento de máscara, ou casamento de modelo)
Template matching (casamento de máscara, ou casamento de modelo) Template matching é uma técnica usada para achar as instâncias de uma máscara Q dentro de uma imagem a ser analisada A. Template matching
AULA 02 DADOS PRIMITIVOS E EXERCÍCIOS
AULA 02 DADOS PRIMITIVOS E EXERCÍCIOS Ao término desse capítulo você terá aprendido: Tipos de dados e suas conversões; Operadores; Criação de projetos, pacotes e classes no NetBeans; Variáveis, cálculos
Esteganografia. Software MP3Stego: Texto invisível em arquivos MP3
Esteganografia Software MP3Stego: Texto invisível em arquivos MP3 Visão Geral De acordo com Jascone: A esteganografia é a arte de comunicar-se secretamente, ocultando uma mensagem sigilosa dentro de outra
Algoritmos e Estruturas de Dados I (DCC/003) 2013/1. Estruturas Básicas. Aula Tópico 4
Algoritmos e Estruturas de Dados I (DCC/003) 2013/1 Estruturas Básicas Aula Tópico 4 1 Problema 3 Exibir o maior número inteiro que pode ser representado no computador. 2 Qual o maior número inteiro? Para
FILTRAGEM NO DOMÍNIO ESPACIAL. Daniel C. Zanotta 10/06/2016
FILTRAGEM NO DOMÍNIO ESPACIAL Daniel C. Zanotta 10/06/2016 Passa-Baixas O efeito visual de um filtro passa-baixa é o de suavização da imagem e a diminuição de mudanças abruptas de níveis de cinza. As altas
Introdução à Programação
Programação de Computadores Introdução à Programação Prof. Helton Fábio de Matos [email protected] Agenda Algoritmo & Programa Variáveis Declaração de tipos Comando de entrada ou de leitura Comando de
Corel Draw. Editoração Gráfica. Professor: Jarbas Araújo CENTRO EDUCACIONAL RADIER.
Corel Draw Editoração Gráfica Professor: Jarbas Araújo [email protected] CENTRO EDUCACIONAL RADIER Padrões CMYK ou RGB? Isso causa uma enorme confusão na cabeça de clientes, e pessoas leigas
Existem três formas básicas de efectuar operações de entrada/saída:
Unidades de I/O Interface Entrada/Saída Existem três formas básicas de efectuar operações de entrada/saída entrada/saída isoladaas instruções IN e OUT transferem dados entre o registo AX ou a memória e
Otimização da Paleta de Cores
Otimização da Paleta de Cores Resumo O objetivo deste artigo é apresentar a técnica de otimização da paleta de cores utilizada no MSX Viewer 5 para encontrar a melhor paleta de cores do MSX 2 e do v9990,
Introdução a Análise de Imagens Digitais
Introdução a Análise de Imagens Digitais Uma imagem digital é uma representação de uma cena por meio de um conjunto de elementos discretos e de tamanhos finitos, chamados de pixels, colocados em um arranjo
1.1) Inserir mensagem no LSB (Least significant bit). Só funciona em imagens nãocompactadas ou compactadas sem perdas.
Watermarking (marca d água): 1) Data hiding ou esteganografia. - - Blind: Consegue extrair a mensagem sem a imagem original. - Não-blind: Precisa da imagem original para extrair a mensagem escondida. 1.1)
Transformada de Discreta de Co senos DCT
Transformada de Discreta de Co senos DCT O primeiro passo, na maioria dos sistemas de compressão de imagens e vídeo, é identificar a presença de redundância espacial (semelhança entre um pixel e os pixels
PMR2560 Visão Computacional Detecção de bordas. Prof. Eduardo L. L. Cabral
PMR56 Visão Computacional Detecção de bordas Prof. Eduardo L. L. Cabral Objetivos Processamento de imagens: Características; Detecção de bordas. Características Tipos de características: Bordas; Cantos;
A regra de acesso aos dados de uma fila é a seguinte: O primeiro elemento que entra (na fila) é o primeiro que sai (FIFO first in, first out).
Fila Algumas aplicações impõem regras de acesso às informações armazenados em estruturas de dados, restringindo como os dados são inseridos e removidos da estrutura. A fila, também conhecida como QUEUE,
Faculdade de Computação
Faculdade de Computação Programação Procedimental 1 o Laboratório de Programação C Prof. Cláudio C. Rodrigues 1. Introdução O objetivo desta aula prática é exercitar o uso de variáveis de vários tipos
SEL5886 Visão Computacional Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira
SEL5886 Visão Computacional Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Prática 2 Processamento no Domínio do Espaço Instruções: Essa prática consiste de 12 exercícios (E_1 a E_12). Deve ser gerado um arquivo
ESTRUTURA DE DADOS E ALGORITMOS. Árvores Binárias de Busca. Cristina Boeres
ESTRUTURA DE DADOS E ALGORITMOS Árvores Binárias de Busca Cristina Boeres Árvore Binária de Busca 30! construída de tal forma que, para cada nó: nós com chaves menores estão na sub-árvore esquerda nós
DSP (Conversão AD/ DA) Processo de conversão AD. Processo de conversão AD. Current A/D technology (cont.) Currente tecnologia A/D
DSP (Conversão AD/ DA) Conversão Analógico-> Digital Aula 3 Por Manoel Eusebio de Lima Centro de Informática - UFPE Processo de conversão AD Processo de conversão AD Amostragem do sinal de entrada (limitado
3. Vectores: Algoritmos de Pesquisa. João Pascoal Faria (versão original) Ana Paula Rocha (versão 2004/2005) Luís Paulo Reis (versão 2005/2006)
3. Vectores: Algoritmos de Pesquisa João Pascoal Faria (versão original) Ana Paula Rocha (versão 2004/2005) Luís Paulo Reis (versão 2005/2006) FEUP - MIEEC Prog2-2006/2007 Introdução Algoritmo: conjunto
