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1 Tropicália ou panis et circencis Disco gravado e lançado em 1968.

2 Movimento Tropicália Visava romper com as tradições artísticas do país, como a Bossa Nova, a Jovem Guarda e as canções de protesto dos festivais Forte EXPERIMENTALISMO: vivia a antropofagia cultural e misturava tudo novos instrumentos, ritmos e arranjos que desafiava a lógica e a compreensão estética: influência da peça O Rei da Vela (1933), de Oswald de Andreade Enfrentamento: esquerda intelectual (estudantes e artistas), a direita (Estado Nacional ditadura) e a elite burguesa Estética: fonte de sua crítica, não concordavam com as canções de protesto porque elas não tinham arranjos requintados e eram explícitas demais Teve grande referência e influência no movimento literário do CONCRETISMO: valorizavam a imagem e o jogo de palavras e de seus sentidos; a forma dita o significado da sua poesia, e esse significado é sugestivo, fora de ordem e sem lógica explícita PSICODELISMO: movimento do final da déc que influenciou fortemente a Tropicália, principalmente na arte dos discos e no comportamento dos artistas

3 A Tropicália e sua Geração 1968, o ano que não acabou Positivismo: 01 de abril de 1964, golpe militar que derrubou o Presidente eleito João Goulart, colocando no poder Castello Branco 1968, fortalecimento dos anos de chumbo: o governo Costa e Silva promulga o AI-5, e Médici instaura a verdadeira linha dura com o fim total da democracia em , o ano em que o Brasil morreu Aliados: a Igreja, a família e a elite conservadora Enfrentou protestos reagindo com extrema violência: censuras, torturas, exílios, assassinatos. A arte de protesto e questionamento sofreu duras penas: perseguições, torturas, exílios, morte Caetano e Gil se exilaram na Inglaterra, enquanto que Tom Zé ficou no país apanhando O clima era de medo: alienação vs enfrentamento De um lado os Festivais da Canção da TV Tupi e Excelsior, de outro a Jovem Guarda e, no meio disso, tudo a Tropicália Vladimir Palmeira, o líder do movimento civil, discursando durante a Passeata dos Cem Mil, em Marechal Costa e Silva Emílio Garrastazu Médici

4 TROPICALISMO O lugar do Tropicalismo MÚSICA INTERNACIONAL (iê-iê-iê) Temas: amor e futilidades Programas de auditório Chacrinha 1967, Globo JOVEM GUARDA BEATLES: I fase (iê, iê, iê) Classe média festiva Classe média agônica-festiva Temas variados Não criticava necessariamente a ditadura, e sim as censuras morais que ela infringia. Critica a base da moral reacionária: Família Igreja Estado POLÍTICA: Canções de protesto UNE Temas: protesto CHICO BUARQUE GERALDO VANDRÉ MPB-4 Classe média culpada

5 Momento crítico Hegemonia política - DIREITA Hegemonia cultural - ESQUERDA Militares, parte dominante da Igreja e grande parte da sociedade burguesa conservadora e a TV GLOBO (que se manteve ignóbil durante o período, tendo, inclusive, sua concessão adquirida de forma muito duvidosa). Grupos ligados à produção ideológica: estudantes, jornalistas, artistas, que crescem com o apoio das massas. Todos os Partidos de esquerda foram caçados e destituídos. O povo, nas ruas, dizia: Comunismo não. Democracia sim.

6 Enquanto isso... Roberto Carlos se torna o maior garoto propaganda da ditadura... A! E Rei da música popular brasileira Eleito pela Rede Globo no programa do Chacrinha Roberto Carlos e o ditador General Augusto Pinochet, Chile

7 Os expoentes do Tropicalismo Hall da Fama: Caetano Veloso e Gilberto Gil, por uma questão midiática Tom Zé, o eterno tropicalista: mantém suas raízes até hoje Os Mutantes: o ícone. A banda não durou muito e, apesar de Rita Lee (alienada ao extremo) ser o nome mais lembrado, é Arnaldo Baptista o pensador do que são os mutantes Torquato Neto (poeta), Nara Leão, Rogério Duprat, José Carlos Capinan, Gal Costa Tom Zé

8 O disco Gravado e lançado em 1968 déc. 1960: popularização da TV e dos programas de canções Antecedente: III Festival de Musica Popular da TV Record, em 1967, quando Caetano e Gil foram intensamente vaiados e criticados por sua canção que ninguém entendia e a Marcha contra a Guitarra Elétrica (defensores da Bossa Nova) nele se dá o célebre discurso de Caetano: É proibido proibir Domingo no parque, de Gil, ficou em 2º lugar Alegria, Alegria, de Caetano, ficou em 4º lugar É um disco MANIFESTO: o primeiro álbum que traz as características do movimento A produção é coletiva e sem intervalo de faixas 12 canções compunham a verborragia do disco A crítica era de caráter subliminar, subversivo, implícito requinte estético Mistura de rock, pop, samba, bolero, bossa nova, mambo e baião. Plena discussão do que realmente seria a MPB CHOQUE: queria desconstruir tudo, desorganizar para organizar alguma coisa está fora da ordem... mundial

9 As Canções Características principais: Criticar a forma de se fazer canção: ESTÉTICA Mensagens subliminares: leia as canções tropicalistas com DESCONFIANÇA e DISTANCIAMENTO Choque pela falta de lógica e compreensão, pois não se compreende a realidade e a opressão

10 Faixas em ordem 01 - Miserere nóbis (Gilberto Gil/Capinan) Gilberto Gil 02 - Coração materno (Vicente Celestino) Caetano Veloso 03 - Panis et circenses (Gilberto Gil/Caetano Veloso) Os Mutantes 04 - Lindonéia (Caetano Veloso) Nara Leão 05- Parque industrial (Tom Zé) Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa e Os Mutantes 06- Geléia geral (Gilberto Gil/Torquato Neto) 07 - Baby (Caetano Veloso) Gal Costa e Caetano Veloso 08 - Três caravelas (A. Algueiró Jr./G. Moreau/ Versão João de Barro) Caetano Veloso e Gilberto Gil 09 - Enquanto seu lobo não vem (Caetano Veloso) Caetano Veloso 10 - Mamãe, coragem (Caetano Veloso/Torquato Neto) Gal Costa 11 - Bat Macumba (Gilberto Gil/Caetano Veloso) Gilberto Gil 12 - Hino ao Senhor do Bonfim (João Antonio Wanderley) Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Os Mutantes

11 Miserere Nóbis Gilberto Gil Miserere-re nobis Ora, ora pro nobis É no sempre será, ô, iaiá É no sempre, sempre serão Já não somos como na chegada Calados e magros, esperando o jantar Na borda do prato se limita a janta As espinhas do peixe de volta pro mar Miserere-re nobis Ora, ora pro nobis É no sempre será, ô, iaiá É no sempre, sempre serão Tomara que um dia de um dia seja Para todos e sempre a mesma cerveja Tomara que um dia de um dia não Para todos e sempre metade do pão Tomara que um dia de um dia seja Que seja de linho a toalha da mesa Tomara que um dia de um dia não Na mesa da gente tem banana e feijão Miserere-re nobis Ora, ora pro nobis É no sempre será, ô, iaiá É no sempre, sempre serão Já não somos como na chegada O sol já é claro nas águas quietas do mangue Derramemos vinho no linho da mesa Molhada de vinho e manchada de sangue Miserere-re nobis Ora, ora pro nobis É no sempre será, ô, iaiá É no sempre, sempre serão Bê, rê, a - Bra Zê, i, lê - zil Fê, u - fu Zê, i, lê - zil Cê, a - ca Nê, agá, a, o, til - ão Ora pro nobis. Influência concretista: as sílabas finais da última estrofe formam a mensagem (as imagens) A amada: a pátria (deixada em virtude do exílio) Tradução: Tende piedade de nós.

12 Coração materno Vicente Celestino Disse um campônio à sua amada: "Minha idolatrada, diga o que quer Por ti vou matar, vou roubar Embora tristezas me causes mulher Provar quero eu que te quero Venero teus olhos, teu porte, teu ser Mas diga, tua ordem espero Por ti não importa matar ou morrer" E ela disse ao campônio, a brincar "Se é verdade tua louca paixão Parte já e pra mim vá buscar De tua mãe, inteiro o coração" E a correr o campônio partiu Como um raio na estrada sumiu E sua amada qual louca ficou A chorar na estrada tombou Esfera da ordem: Família Camponês: raro momento popular na Tropicália INTEPRETAÇÃO NÃO IRÔNICA INTENSIFICA O EFEITO IRÔNICO. Em 1937, aparece a fábula em Terra Gaúcha, de Simões Lopes Neto. (lenda francesa do séc. XII) Chega à choupana o campônio Encontra a mãezinha ajoelhada a rezar Rasga-lhe o peito o demônio Tombando a velhinha aos pés do altar Tira do peito sangrando Da velha mãezinha o pobre coração E volta a correr proclamando "Vitória, vitória, tem minha paixão" Mas em meio da estrada caiu E na queda uma perna partiu E à distância saltou-lhe da mão Sobre a terra o pobre coração Nesse instante uma voz ecoou: "Magoou-se, pobre filho meu? Vem buscar-me filho, aqui estou, Vem buscar-me que ainda sou teu!"

13 Panis et Circenses Caetano e Gil Eu quis cantar Minha canção iluminada de sol Soltei os panos sobre os mastros no ar Soltei os tigres e os leões nos quintais Mas as pessoas na sala de jantar São ocupadas em nascer e morrer Mandei fazer De puro aço luminoso um punhal Para matar o meu amor e matei Às cinco horas na avenida central Mas as pessoas na sala de jantar São ocupadas em nascer e morrer Mandei plantar Folhas de sonho no jardim do solar As folhas sabem procurar pelo sol E as raízes procurar, procurar Mas as pessoas na sala de jantar Essas pessoas na sala de jantar São as pessoas da sala de jantar Mas as pessoas na sala de jantar São ocupadas em nascer e morrer Temos as oposições Liberdade x Repressão O jantar representa a ORDEM interminável A família é uma das bases da ditadura que oprime, abafa, encalusura Enquanto o pau come nas ruas, as pessoas jantam e preocupam-se apenas com suas vidas.

14 Lindonéia Caetano Veloso Na frente do espelho Sem que ninguém a visse Miss Linda, feia Lindonéia desaparecida Despedaçados Atropelados Cachorros mortos nas ruas Policiais vigiando O sol batendo nas frutas Sangrando Oh, meu amor A solidão vai me matar de dor Lindonéia, cor parda Fruta na feira Lindonéia solteira Lindonéia, domingo Segunda-feira Lindonéia desaparecida Na igreja, no andor Lindonéia desaparecida Na preguiça, no progresso Lindonéia desaparecida Nas paradas de sucesso Ah, meu amor A solidão vai me matar de dor No avesso do espelho Mas desaparecida Ela aparece na fotografia Do outro lado da vida Despedaçados, atropelados Cachorros mortos nas ruas Policiais vigiando O sol batendo nas frutas Sangrando Oh, meu amor A solidão vai me matar de dor Vai me matar Vai me matar de dor É uma canção ALEGORIA do drama que o povo brasileiro sofreu durante a ditadura A personagem fora vítima de violência e personifica a miscigenação A Bela Lindonéia, A Gioconda do Subúrbio, 1968 Rubens Gershman.

15 Parque Industrial Tom Zé É somente requentar E usar, Porque é made, made in Brazil. Retocai o céu de anil Bandeirolas no cordão Grande festa em toda a nação. Despertai com orações O avanço industrial Vem trazer nossa redenção. Tem garota-propaganda Aeromoça e ternura no cartaz, Basta olhar na parede, Minha alegria Num instante se refaz Forte crítica à industrialização da superficialidade, da imagem que se vende do Brasil, onde tudo tem e tudo pode. Crítica ao conformismo social Pois temos o sorriso engarrafadão Já vem pronto e tabelado É somente requentar E usar, Porque é made, made, made, made in Brazil. Retocai o céu de anil, etc. A revista moralista Traz uma lista dos pecados da vedete E tem jornal popular que Nunca se espreme Porque pode derramar. É um banco de sangue encadernado Já vem pronto e tabelado, É somente folhear e usar...

16 Geléia geral Gil e Torquato Neto Um poeta desfolha a bandeira E a manhã tropical se inicia Resplendente, cadente, fagueira Num calor girassol com alegria Na geléia geral brasileira Que o jornal do Brasil anuncia Ê bumba iê iê boi Ano que vem, mês que foi Ê bumba iê iê iê É a mesma dança, meu boi "A alegria é a prova dos nove" E a tristeza é teu Porto Seguro Minha terra é onde o Sol é mais limpo Em Mangueira é onde o Samba é mais puro Tumbadora na selva-selvagem Pindorama, país do futuro Forte ironia e crítica ao sistema que oprime a sociedade a andar na sua ordem. Quem não se adapta ao sistema não sobrevive A cultura do brasileiro é deixar-se atrair por tudo que lhe torna alheio Antropofagia cultural e cultura popular Mídia: manipulação de massa É a mesma dança na sala No Canecão, na TV E quem não dança não fala Assiste a tudo e se cala Não vê no meio da sala As relíquias do Brasil Doce mulata malvada Um LP de Sinatra Maracujá, mês de abril Santo barroco baiano Super poder de paisano Formiplac e céu de anil Três destaques da Portela Carne seca na janela Alguém que chora por mim Um carnaval de verdade Hospitaleira amizade Brutalidade, jardim Plurialva, contente e brejeira Miss linda Brasil diz: "Bom Dia" E outra moça também, Carolina Da janela examina a folia Salve o lindo pendão dos seus olhos E a saúde que o olhar irradia

17 Baby Caetano Veloso É preciso... É preciso saber de tudo, do banal e do complexo, pois as coisas estão acontecendo e não se pode ficar alienado. O estrangeirismo: agora a língua é outra e, se não sabe, é porque está atrasado. Na segunda estrofe, é preciso fazer o que proporciona o sentimento de liberdade Utiliza a canção de amor para criticar a canção de amor Fumar maconha Você precisa Saber da piscina Da margarina Da Carolina Da gasolina Você precisa Saber de mim Baby, baby Eu sei Que é assim Baby, baby Eu sei Que é assim Você precisa Tomar um sorvete Na lanchonete Andar com gente Me ver de perto Ouvir aquela canção Do Roberto Baby, baby Há quanto tempo Baby, baby Há quanto tempo Você precisa Aprender inglês Precisa aprender O que eu sei E o que eu Não sei mais E o que eu Não sei mais Não sei Comigo Vai tudo azul Contigo Vai tudo em paz Vivemos Na melhor cidade Da América do Sul Você precisa... Não sei Leia Na minha camisa Baby, baby I love you...

18 Enquanto seu lobo não vem Caetano Veloso Vamos passear na floresta escondida, meu amor Vamos passear na avenida Vamos passear nas veredas, no alto meu amor Há uma cordilheira sob o asfalto (Os clarins da banda militar ) A Estação Primeira da Mangueira passa em ruas largas (Os clarins da banda militar ) Passa por debaixo da Avenida Presidente Vargas (Os clarins da banda militar ) Presidente Vargas, Presidente Vargas, Presidente Vargas (Os clarins da banda militar ) Vamos passear nos Estados Unidos do Brasil Vamos passear escondidos Vamos desfilar pela rua onde Mangueira passou Vamos por debaixo das ruas (Os clarins da banda militar ) Debaixo das bombas, das bandeiras (Os clarins da banda militar ) Debaixo das botas (Os clarins da banda militar ) Debaixo das rosas, dos jardins (Os clarins da banda militar ) Debaixo da lama (Os clarins da banda militar ) Debaixo da cama

19 Mamãe, coragem Caetano e Torquato Neto Mamãe, mamãe, não chore A vida é assim mesmo Eu fui embora Mamãe, mamãe, não chore Eu nunca mais vou voltar por aí Mamãe, mamãe, não chore A vida é assim mesmo Eu quero mesmo é isto aqui Mamãe, mamãe, não chore Pegue uns panos pra lavar Leia um romance Veja as contas do mercado A mãe deve fingir que nada acontece e seguir a vida. Sirene: fábricas oportunidades O(a) filho (a) consola a mãe Mamãe, mamãe, não chore Eu quero, eu posso, eu quis, eu fiz Mamãe, seja feliz Mamãe, mamãe, não chore Não chore nunca mais, não adianta Eu tenho um beijo preso na garganta Eu tenho um jeito de quem não se espanta (Braço de ouro vale 10 milhões) Eu tenho corações fora peito Mamãe, não chore Não tem jeito Pegue uns panos pra lavar Leia um romance Leia "Alzira morta virgem" "O grande industrial" Pague as prestações Ser mãe É desdobrar fibra por fibra Os corações dos filhos Seja feliz Seja feliz A mãe deve se conscientizar Eu por aqui vou indo muito bem De vez em quando brinco Carnaval E vou vivendo assim: felicidade Na cidade que eu plantei pra mim E que não tem mais fim Não tem mais fim

20 Questões. Disco Grande Liquidação, Disco Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, 1967 Beatles. Influência do movimento psicodélico.

21 Simulado PEAC 2014/2 Sobre o movimento Tropicália, assinale a alternativa correta. (A) Teve grande inspiração no movimento da Bossa Nova dos anos 1950, retomando temas como a dor de cotovelo e a vida boêmia dos compositores. (B) Tom Jobim e Vinicius de Moraes foram os maiores nomes do movimento, elevando a estética da canção popular brasileira. (C) Foi o movimento que introduziu o rock no Brasil com bandas como Os Mutantes, que tiverem suas influências nos Beatles e Rolling Stones. (D) Gal Costa e Elis Regina foram as intérpretes que mais representaram a Tropicália em canções como Carcará e Como nossos pais respectivamente. (E) Caetano Veloso, Gilberto Gil e Tom Zé foram os expoentes desta geração tropicalista, que se inspirou no movimento poético do concretismo e tinha como característica o experimentalismo musical.

22 (UFRGS/2009) 47. Lindonéia é uma composição de Caetano Veloso e Gilberto Gil que faz parte do disco Tropicália ou Panis et Circenses, manifesto do Tropicalismo, gravado em maio de A letra foi inspirada num quadro de Rubens Gershman chamado A bela Lindonéia, ou A Gioconda do Subúrbio. Na frente do espelho Sem que ninguém a visse Miss Linda, feia Lindonéia desaparecida Despedaçados Atropelados Cachorros mortos nas ruas Policiais vigiando O sol batendo nas frutas Sangrando Oh, meu amor A solidão vai me matar de dor Lindonéia, cor parda Fruta na feira Lindonéia solteira Lindonéia, domingo Segunda-feira Lindonéia desaparecida Na igreja, no andor Lindonéia desaparecida Na preguiça, no progresso Lindonéia desaparecida Nas paradas de sucesso Ah, meu amor A solidão vai me matar de dor No avesso do espelho Mas desaparecida Ela aparece na fotografia Do outro lado da vida Despedaçados, atropelados Cachorros mortos nas ruas Policiais vigiando O sol batendo nas frutas Sangrando Oh, meu amor A solidão vai me matar de dor Vai me matar Vai me matar de dor.

23 Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações sobre as duas obras apresentadas acima, poema e quadro. ( V) Ambas as obras sugerem que Lindonéia foi vítima de violência. ( V) No poema-alegoria, os versos 05 a 11 expressam o drama do povo brasileiro no contexto ditatorial. ( V) Em ambas as obras, Lindonéia representa o tipo brasileiro em sua miscigenação. ( F) Os versos 29 e 30 revelam que o eu-lírico vence a solidão através da fotografia de Lindonéia. A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é (A) F F V V. (B) F V F F. (C) V F F V. (D) V F V F. (E) V V V F.

24 V UFRGS 2015 F V V

25 UFRGS 2015

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27 UFRGS 2016

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1) Miserere nobis Gilberto Gil e Capinan Miserere-re nobis Ora, ora pro nobis É no sempre será, ô, iaiá É no sempre, sempre serão Já não somos como

1) Miserere nobis Gilberto Gil e Capinan Miserere-re nobis Ora, ora pro nobis É no sempre será, ô, iaiá É no sempre, sempre serão Já não somos como 1) Miserere nobis Gilberto Gil e Capinan Miserere-re nobis Ora, ora pro nobis É no sempre será, ô, iaiá É no sempre, sempre serão Já não somos como na chegada Calados e magros, esperando o jantar Na borda

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