JUDÔ. História do Judô

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2 JUDÔ Judô ( 柔道 - caminho suave, em língua japonesa) é uma arte marcial praticada como desporto, fundada por Jigoro Kano em Os seus objetivos são fortalecer o físico, a mente e o espírito de forma integrada, além de desenvolver técnicas de defesa pessoal. O Judô teve uma grande aceitação em todo o mundo, pois Kano conseguiu reunir a essência do jujutsu, arte marcial praticada pelos bushi, ou cavaleiros durante o período Kamakura ( ), a outras artes de luta praticadas no Oriente e fundi-las numa única e básica. O Judô foi considerado desporto oficial no Japão no final do século XIX e a polícia nipônica introduziu-o nos seus treinos. O primeiro clube judoca na Europa foi o londrino Budokway (1918). A vestimenta utilizada nessa modalidade é o keikogi (não confundir com kimono), que no judô recebe o nome de judogi, e que com o cinturão forma o equipamento necessário à sua prática. O judogi pode ser branco ou azul, ainda que o azul seja quase apenas utilizado para facilitar as arbitragens em campeonatos oficiais. Com milhares de praticantes e federações espalhados pelo mundo, o judô se tornou um dos esportes mais praticados, representando um nicho de mercado fiel e bem definido. Não restringindo seus adeptos a homens com vigor físico e estendendo seus ensinamentos para mulheres, crianças e idosos, o judô teve um aumento significativo no número de praticantes. Sua técnica utiliza basicamente a força e peso do oponente contra ele. Palavras ditas por mestre Kano para definir a luta: "arte em que se usa ao máximo a força física e espiritual". A vitória, ainda segundo seu mestre fundador, representa um fortalecimento espiritual. História do Judô Em 1864, o comodoro Matthew Perry, comandante de uma expedição naval americana, conseguiu fazer com que os japoneses abrissem seus portos ao mundo com o tratado "Comércio, Paz e Amizade". Abrindo seus portos para o ocidente, surgiu na Terra do Sol Nascente uma tremenda transformação político-social, denominada Era Meiji ou "Renascença Japonesa", promovido pelo imperador Matsuhito Meiji ( ). Anteriormente, o imperador exercia sobre o povo influência e poderes espirituais, porém com a "Renascença Japonesa" ele passou a ser o verdadeiro comandante da Terra das Cerejeiras. Nessa dinâmica época de transformações e inovações radicais, os nipônicos ficaram ávidos por modernizar-se e adquirir a cultura ocidental. Tudo aquilo que era tradicional ficou um pouco esquecido, ou melhor, quase que totalmente renegado. Os mestres do jujutsu perderam as suas posições oficiais e viram-se forçados a procurar emprego em outros lugares. Muitos se voltaram então para a luta e exibição em feiras. 2

3 A ordem proibindo os samurais de usar espadas em 1871 assinalou um declínio em todas as artes marciais, e o jujutsu não foi uma exceção, sendo considerado como uma relíquia do passado. Como não era difícil acreditar, tempos depois surgiu uma onda contrária às inovações radicais. Havia terminada a onda chamada febre ocidental. O jujutsu foi recolocado na sua posição de arte marcial, tendo o seu valor reconhecido, principalmente pela polícia e pela marinha. Apesar de sua indiscutível eficiência para a defesa pessoal, o antigo jujutsu não podia ser considerado um esporte, muito menos ser praticado como tal. Não haviam regras tratadas pedagogicamente e nem mesmo padronizadas. Os professores ensinavam às crianças os denominados golpes mortais e os traumatizantes e perigosos golpes baixos. Sendo assim, quase sempre, os alunos menos experientes, machucavam-se seriamente. Valendo-se das suas superioridades físicas, os maiores chegavam a espancar os menores e mais fracos. Tudo isso fazia com que o jujutsu gozasse de uma certa impopularidade, logicamente, entre as pessoas esclarecidas e que possuíssem um pouco de bom senso. O jujutsu entrava em outra fase de decadência. Jigoro Kano Durante a era Meiji, nasceu Jigoro Kano, sendo o terceiro filho da família, no dia 28 de Outubro de 1860, em Mikage, uma cidade perto de Kobe, baía de Osaka. Seu pai, Mareshiba, embora não pertencesse à nobreza, chegou a um alto posto no governo e sua mãe, Sadako, nascida de uma importante família nobre, era uma educadora. Ela vem a falecer quando Jigora Kano tinha apenas dez anos e, a partir daí, é criado por seu pai, que o direciona nos estudos da caligrafia e dos clássicos filosóficos chineses. Após a perda da mãe, a família mudou-se para Tóquio, e o menino Jigoro passou a frequentar uma escola regular, juntamente com os filhos de aristocratas, de samurais, de comerciantes e plebeus. Essa vivência infantil muito lhe valeu na formação de sua personalidade eclética, guardando na lembrança cenas de samurais andando pelas ruas com suas magníficas espadas. Estudou com profundidade a cultural ocidental, pela qual se interessou, completando seus estudos em uma escola inglesa que ministrava aulas também de alemão, além dos cursos de 3

4 matemática que tinham como base bibliografias em holandês. Entrou na Escola de Línguas Estrangeiras de Tóquio, que nos anos mais tarde se transformaria na Universidade Imperial de Tóquio, um colégio de elite onde estudou ciências políticas, educação moral e estética, filosofia, economia e literatura, muito embora se interessasse também por astronomia. Não obstante toda essa educação primorosa, ele não se sentia feliz, pois com frequência era maltratado pelos seus colegas, fisicamente mais fortes. De físico franzino, praticava vários esporte para se desenvolver, até que ouviu falar do Jujutsu, uma arte marcial em que um pequeno homem poderia derrubar e vencer outro maior e mais forte. Decidiu então a estudá-lo nas horas de folga. Em 1882, aos 22 anos de idade, foi nomeado professor do Gakushin que era uma escola para filhos de nobreza, e nesse mesmo tempo se estabeleceu em um pequeno templo budista, fundando o Instituto Kodakan, cuja tradução é Instituto do Caminho da Fraternidade, juntamente com a Kano Juku, uma escola preparatória cujo objetivo era, antes de tudo, formar o caráter de forma integral de seus alunos que ali viviam em regime de internato, além de outra escola para o ensino da língua inglesa. Entretanto, o que recebia não cobria os gastos das escolas, forçando o jovem Kano a trabalhar como tradutor, uma tarefa exaustiva que se estendia até tarde da noite. Em 1888 foi nomeado reitor da Universidade Gakushin, cargo que renunciou para tornar-se alto funcionário da Casa Imperial função que lhe favoreceu viajar ao redor do mundo exercendo importante tarefa como adido cultural, ou seja, era responsável por mostrar a cultura japonesa ao mundo. Em 1891 casou-se com Sumako Takezo, sendo nomeado conselheiro do ministro da Educação, que o levou a afastar-se de Tóquio para dedicar-se às escolas de províncias, empenhando-se com o mesmo dinamismo dos institutos educacionais da capital, empreitada esse que lhe favoreceu expandir o Judô pelo sul do Japão. Voltando a Tóquio em 1893, foi nomeado diretor da Escola Normal Superior, hoje Universidade de Tsukuba. Segue-se, a partir daí, uma longa e bem-sucedida trajetória de nomeações importantes que o possibilitou criar novos departamentos para a formação de professores de educação física. Essa iniciativa ampliava o alcance daquela disciplina, abrangendo uma variedade grande de esportes, inclusive aqueles de origem ocidental e editando, também, uma revista para melhor divulgá-los. Ele criou mais algumas associações e foi membro de honra de outras tantas que não nos cabe enumerar aqui, sendo que os seus últimos anos foram dedicados a longas viagens pelos quatro continentes, inclusive como capitão das equipes olímpicas japonesas em 1928, 1932 e Jigoro Kano participou da 37ª sessão do Comitê Olímpico Internacional, que aconteceu a bordo de um navio que ia Cairo, onde se discutia sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio e, no regresso, vem a falecer. Era o dia 04 de Maio de

5 Dados Biográficos de Jigoro Kano 28/Outubro/1860 Data de Nascimento Ingressou na escola de línguas estrangeiras de Tóquio Ingressou na Universidade de Tóquio e inicia seus treinos com o Mestre de jujutsu Hachinosuke Fukuda Fundou o primeiro clube de basebol do Japão (Kasei Baseball Club) Estudou o jujutsu na escola do mestre Masatomo Iso Formou-se pela Universidade Imperial de Tóquio, em Literatura, Ciências Políticas e Política Econômica. Estudou o jujutsu na escola Kyto-Ryu com o mestre Tsunetoshi Likugo Começou a dar palestras e mais tarde passou a professor em Gakushuin. Fundou a Kodokan. Terminou seus estudos de Ciências Estéticas e Morais Fundou o Kobukan, uma escola para estudantes chineses e passou a ser diretor É adido ao Palácio Imperial Passou a vice-diretor da Gakushuin Deixou de ser vice-diretor em Gakushuin para aceitar na Casa Imperial um cargo. Fez uma viagem à Europa, onde visitou organizações educacionais Casou-se com Sumako, filha mais velha do então embaixador coreano, Seizei Takezoe, da qual teve nove filhos, seis meninas e três meninos. Tornou-se diretor da quinta escola de segundo grau, na prefeitura de Kumamoto. Em abril é nomeado conselheiro do Ministro da Educação Nacional Tornou-se presidente da comissão do Butokukai (Centro de Estudos das Artes Marciais) Tornou-se diretor da escola normal de Tóquio pela terceira vez. Nesta época, o judô e o kendô alcançam uma grande popularidade a 1905 Foi enviado por duas vezes a China pelo Ministro Nacional em missão cultural Fundou no Butokukai os três primeiros katas do judô Tornou-se o primeiro japonês membro do comitê olímpico internacional. Modificou os estatutos do Kodokan, tornando-o uma entidade pública Foi eleito presidente da Federação Desportiva do Japão Consagrou-se inteiramente ao judô. E julho, assistiu aos Jogos Olímpicos de Antuérpia, visitando depois a Europa Eleito membro da Casa dos Nobres Foi nomeado professor honorário da Escola Normal Superior de Tóquio (Tóquio Higner School) Esteve presente nos Jogos Olímpicos em Amsterdã como membro do COI Assistiu aos XI Jogos Olímpicos de Berlim Esteve na Reunião do COI no Cairo, onde propôs que Tóquio fosse escolhida como sede dos XII Jogos Olímpicos. Morreu em 04 de maio, no mar, na viagem de volta. 5

6 Nascimento do Judô Jigoro Kano, um jovem que na adolescência se sentia inferiorizado sempre que precisasse desprender muita energia física para resolver um problema, resolveu modificar o tradicional jujutsu, unificando os diferentes sistemas, transformando-o em um poderoso veículo de educação física. Pessoa de alta cultura geral, ele era um esforçado cultor de jujutsu. Procurando encontrar explicações científicas aos golpes, baseados em leis de dinâmica, ação e reação, selecionou e classificou as melhores técnicas dos vários sistemas de jujutsu, dando ênfase principalmente no ataque aos pontos vitais e nas lutas de solo do estilo Tenshin-Shinyo-Ryu e nos golpes de projeção do estilo Kito-Ryu. Inseriu princípios básicos como o do equilíbrio, gravidade e sistema de alavancas nas execuções dos movimentos lógicos. Estabeleceu normas a fim de tornar o aprendizado mais fácil e racional. Idealizou regras para um confronto esportivo, baseado no espírito do ippon-shobu (luta pelo ponto completo). Procurou demonstrar que o jujutsu aprimorado, além de sua utilização para defesa pessoal, poderia oferecer aos praticantes, extraordinárias oportunidades no sentido de serem superadas as próprias limitações do ser humano. Jigoro Kano tentava dar maior expressão à lenda de origem do estilo Yoshin-Ryu (Escola do Coração de Salgueiro), esta se baseava no princípio de ceder para vencer, utilizando a não resistência para controlar, desequilibrar e vencer o adversário com o mínimo de esforço. Em um combate o praticante tinha como o único objetivo à vitória. No entender de Kano, isso era totalmente errado. Uma atividade física deveria servir em primeiro lugar, para a educação global dos praticantes. Os cultores profissionais do jujutsu não aceitavam tal concepção. Para eles o verdadeiro espírito do jujutsu era o shin-ken-shobu (vencer ou morrer, lutar até a morte). Diz a lenda que um médico e filósofo japonês, Shirobei-Akyama, estava convencido que a origem dos males humanos seria resultado da má utilização do corpo e do espírito. Deste modo partiu para estudos de técnicas terapêuticas chinesas, estudou o princípio do taoísmo, acupuntura e algumas técnicas de wushu, luta chinesa que usava as projeções, as luxações e os golpes. Quando Shirobei retornou ao Japão passou a ensinar seus discípulos o que havia assimilado do princípio positivo da filosofia taoísta, tanto na medicina como na luta, ou seja, ao mal ele opunha o mal, à força, a força. No entanto este princípio só se aplicava a doenças menos complexas como em situações fáceis de lutas, ao enfrentar um oponente mais forte não dava resultados. Assim, seus discípulos o abandonaram e ele perplexo retirou-se para um pequeno templo e por cem dias meditou. Durante este espaço, tudo foi colocado em questão, a filosofia chinesa ying e yang, a acupuntura e por fim todos os métodos de combate, na medida que opor uma ação a outra ação não é vantajoso a não ser que a minha força seja superior à força adversa. Certo dia quando passeava no jardim do templo enquanto nevava, escutava os estalidos dos galhos das cerejeiras que se quebravam sob ao peso da neve. Por outro lado, observou um salgueiro que com o peso da neve curvava os seus ramos até que a neve era depositada no solo e depois retornava a sua posição inicial. 6

7 Por suas idéias, Jigoro Kano era desafiado e desacatado insistentemente pelos educadores da época, mas não mediu esforços para idealizar o novo jujutsu, diferente, mais completo, mais eficaz, muito mais objetivo e racional, denominado de judô, e transformando-o num poderoso veículo de educação física. Chamando o seu novo sistema de judô, ele pretendeu elevar o termo jutsu (arte ou prática) para do, ou seja, para caminho ou via, dando a entender que não se tratava apenas de mudança de nomes, mas que o seu novo sistema repousava sobre uma fundamentação filosófica. Em fevereiro de 1882, no templo de Eishoji de Kita Inaritcho, bairro de Shimoya em Tóquio, Jigoro Kano inaugura sua primeira escola de Judô, denominada Kodokan (Instituto do Caminho da Fraternidade), já que Ko significa fraternidade, irmandade; Do significa caminho, via; e Kan instituto. Quando decidiu nomear a sua nova arte, escolheu o nome Judô, cujo significado é caminho da suavidade ou flexibilidade, denominação que já era utilizada por uma escola da era Tokugawa, o último shogunato do domínio militar. Foi nesse período que se formalizou o Bushido, código de conduta exemplar dos guerreiros samurais, sendo que a ideia central do mestre Jigoro Kano era a de ressaltar esse mesmo caráter educativo e moral para a sua escola, por fim denominada Judô de Kodokan. Judô No Brasil O judô surgiu no Brasil por volta de 1922, através de Thayan Lauzin. O conde Coma (Mitsuyo Maeda), como também era conhecido, fez sua primeira apresentação no país em Porto Alegre. Partiu para as demonstrações pelos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, transferindo-se depois para o Pará em outubro de 1915, onde popularizou seus conhecimentos dessa arte. Outros mestres também faziam exibições e aceitavam desafios em locais públicos. Mas foi um início difícil para um esporte que viria a se tornar tão difundido. Um fator decisivo na história do judô foi a chegada ao país de um grupo de nipônicos em Tinham como líder o professor Riuzo Ogawa e fundaram a Academia Ogawa, com o objetivo de aprimorar a cultura física, moral e espiritual, por meio do esporte do quimono. Apesar de Riuzo Ogawa ser um mestre de jujutsu tradicional, chamou de Judô a arte marcial que lecionava quando este nome se popularizou. Portanto, ensinava um estilo que não era exatamente o Kodokan Judô, o que não diminui sua enorme contribuição ao começo do Judô no Brasil. Daí por diante disseminaram-se a cultura e os ensinamentos do mestre Jigoro Kano e em 18 de março de 1969 era fundada a Confederação Brasileira de Judô, sendo reconhecida por decreto em Hoje em dia o judô é ensinado em academias e clubes e reconhecido como um esporte saudável que não está relacionado à violência. Esse processo culminou com a grande oferta de bons lutadores brasileiros atualmente, tendo conseguido diversos títulos internacionais. 7

8 Os Três Princípios Os princípios que inspiraram Jigoro Kano quando da idealização do judô foram os três seguintes: Princípio da Máxima Eficácia do Corpo e do Espírito (Seiryoku Zen Yo) É ao mesmo tempo a utilização global, racional e utilitária da energia do corpo e do espírito. Jigoro Kano afirmava que este princípio deveria ser aplicado no aprimoramento do corpo. Servir para torná-lo forte, saudável e útil. Podendo ainda ser aplicado para melhorar a nutrição, o vestuário, a habitação, a vida em sociedade, a atividade nos negócios na maneira de viver em geral. Estando convencido que o estudo desse princípio, em toda a sua grandeza e generalidade, era muito mais importante e vital do que a simples prática de uma luta. Realmente, a verdadeira inteligência deste princípio não nos permite aplicá-lo somente na arte e na técnica de lutar, mas também nos presta grandes serviços em todos os aspectos da vida. Segundo Jigoro Kano, não é somente através do judô que podemos alcançar este princípio. Podemos chegar à mesma conclusão por uma interpretação das operações cotidianas, através de um raciocínio filosófico. Princípio da Prosperidade e Benefícios Mútuos (Jita Kyoei) Diz respeito à importância da solidariedade humana para o melhor bem individual e universal. Achava ainda que a idéia do progresso pessoal devia ligar-se a ajuda ao próximo, pois acreditava que a eficiência e o auxílio aos outros criariam não só um atleta melhor como um ser humano mais completo. Princípio da Suavidade (Ju) Ju ou suavidade, é o mais diretamente físico, mas que no entender de Jigoro Kano deveria ser levado ao plano intelectual. Ele mesmo nos explica este terceiro princípio durante um discurso proferido na University of Southern Califórnia, por ocasião das Olimpíadas de 1932: "Deixem-me agora explicar o que significa, realmente esta suavidade ou cedência. Supondo que a força do homem se poderia avaliar em unidades, digamos que a força de um homem que está na minha frente é representada por dez unidades, enquanto que a minha força, menor que a dele, se apresenta por sete unidades. Então se ele me empurrar com toda a sua energia, eu serei certamente impulsionado para trás ou atirado ao chão, ainda que empregue toda minha força contra ele. Isso aconteceria porque eu tinha usado toda a minha força contra ele, opondo força contra força. Mas, se em vez de o enfrentar, eu cedesse a força recuando o meu corpo tanto quanto ele o havia empurrado mantendo, no entanto, o equilíbrio então ele inclinar-se-ia naturalmente para frente perdendo assim o seu próprio equilíbrio. Nesta posição ele poderia ter ficado tão fraco, não em capacidade física real, mas por causa da sua difícil posição, a ponto de a sua força ser representada, de momento, por digamos apenas três unidades, em vez das dez unidades normais. 8

9 Entretanto eu, mantendo o meu equilíbrio conservo toda a minha força tal como de início, representada por sete unidades. Contudo, agora estou momentaneamente numa posição vantajosa e posso derrotar o meu adversário utilizando apenas metade da minha energia, isto é, metade das minhas sete unidades ou três unidades e meia da minha energia contra as três dele. Isso deixa uma metade da minha energia disponível para qualquer outra finalidade. No caso de ter mais força do que o meu adversário poderia sem dúvida empurrá-lo também. Mas mesmo neste caso, ou seja, se eu tivesse desejado empurrá-lo igualmente e pudesse fazê-lo, seria melhor para eu ter cedido primeiro, pois procedendo assim teria economizado minha energia." Graduações Os judocas são classificados em duas graduações: kyu e dan. Dependendo das graduações, os judocas aprendem novos golpes. Há 5 conjuntos de golpes básicos (Go Kio): cada um desses grupos é chamado Kio. As promoções tanto para as graduações de kyu (classificação) como para as de dan (grau) baseiam-se em exames que incidem sobre requisitos tais como: duração de tempo de treino, idade, caráter moral, execução das técnicas especificadas nos regulamentos e comportamento em competições. No caso de promoção de kyu (classificação), faixa branca a marrom é outorgada pela associação, no caso de promoção as graduações de dan, até 3º dan são realizadas pela banca examinadora das Federações Estaduais, as outras graduações superiores pela Comissão Nacional de Graus. O sucesso em torneios, campeonatos, por si só não constitui motivo de promoção, é preciso comprovar idoneidade moral e conhecimentos do judô. Os graus de eficiência no Judô dividem-se em aluno (Kyu) e mestre (Dan). O mais alto grau concedido é a extremamente rara faixa Colorada Judan (10º Dan) que até ao ano de 1965 fora concedida apenas a sete homens. O Judô prevê ainda um décimo primeiro dan (Juichidan), que também usaria uma faixa vermelha, e ainda um décimo segundo dan (Junidan) que usaria uma raríssima faixa branca, duas vezes mais larga que a faixa comum, simbolizando o auge da pureza, cores essas tanto vermelha como branca que simbolizam a flor de cerejeira, símbolo do Judô. Esta última apenas foi concedida ao mestre inventor do judô, e a quem todos os judocas estão gratos, o mestre Jigoro Kano. 9

10 Graduações Kyu Há oito graus de kyu, os quais se distinguem pelas cores das faixas: KYU 8º KYU Mukyu Faixa Branca 7º KYU Shitikyu Faixa Cinza 6º KYU Rokyu Faixa Azul 5º KYU Gokyu Faixa Amarela 4º KYU Yonkyu Faixa Laranja 3º KYU Sankyu Faixa Verde 2º KYU Nikyu Faixa Roxa 1º KYU Ikyu Faixa Marrom 10

11 Graduações Dan As graduações de dan, ao contrário das de kyu, avançam de 1º dan (shodan) para 10º dan (judan ou jodan), o mais alto grau. Esses graus se diferenciam pelas seguintes cores das faixas: DAN 1º DAN Shodan Faixa Preta 2º DAN Nidan Faixa Preta 3º DAN Sandan Faixa Preta 4º DAN Yondan Faixa Preta 5º DAN Godan Faixa Preta 6º DAN Rokudan Faixa Vermelha e Branca 7º DAN Shitchidan Faixa Vermelha e Branca 8º DAN Ratchidan Faixa Vermelha e Branca 9º DAN Kyodan Faixa Vermelha 10º DAN Judan ou Jodan Faixa Vermelha 11

12 Pontuação O objetivo é conseguir ganhar a luta valendo-se dos seguintes pontos: Yuko um terço de um ponto, mesmo sendo acumulativos não significam o final da luta ao se completar 3 yoko s. Um Yuko se realiza quando o oponente cai de lado. Wazari meio ponto, dois wazari valem um ippon e termina o combate logo após o segundo wazari. Um Wazari é um "Ippon" que não foi realizado com perfeição. Ippon ponto completo, o nocaute do judô, finaliza o combate no momento deste golpe. Um Ippon se realiza quando o oponente cai com as costas no chão, ao término de um movimento perfeito. Penalizações 1a. Punição: Shido I. 2a. Punição: Shido II. 3a. Punição: Shido III. 4a. Punição: Hansokumake - O atleta que recebe tal penalização é eliminado e a luta termina. Formas de cumprimento (hei-ho) A prática do judô é regida pela cortesia, respeito e amabilidade. A saudação é o expoente máximo dessas virtudes sociais. Através dela expressamos um respeito profundo aos nossos companheiros. No judô, há duas formas de expressarmos: tati-rei ou ritsu-rei (quando em pé) e za-rei (quando de joelhos). Esta última é conhecida por saudação de cerimônia. Efetua-se as seguintes saudações: Tachi-rei ou hitsu-rei (em pé) Ao entrar no dojo bem como ao sair; Quando subir no tatami para cumprimentar o professor ou seu ajudante; Ao iniciar um treino com um companheiro, assim como ao terminá-lo. Za-rei (de joelhos) Ao iniciar, bem como ao terminar o treinamento; Em casos especiais, por exemplo, antes e depois dos KATA; Ao iniciar um treino no solo com o companheiro, bem como ao terminá-lo. 12

13 Técnicas Na aplicação de waza (técnicas), tori é quem aplica a técnica e uke é aquele em que a técnica é aplicada. As técnicas do judô classificam-se em: Nage-Waza (técnicas de arremesso) o Tachi-Waza (técnicas em pé) o Te-Waza (técnicas de braço) o Koshi-Waza (técnicas de quadril) o Ashi-Waza (técnicas de perna) o Sutemi-Waza (técnicas de sacrifício) o Mae-sutemi-Waza (técnicas de sacrifício para frente) o Yoko-sutemi-Waza (técnicas de sacrifício para o lado) Katame-Waza (técnicas de domínio no solo) o Ossaekomi-Waza ou Ossae-Waza (técnicas de imobilização) o Shime-Waza (técnicas de estrangulamento) o Kansetsu-Waza (técnicas de luxação) Exercícios básicos No judô cada professor pode estabelecer o seu sistema de exercício, o plano geral de treinamento é o seguinte: Taissô Exercício de aquecimento, visa aquecer e tornar o corpo mais flexível, desenvolvendo também a musculatura. Ukemi-no-Waza Técnicas de amortecimento de queda. Uchikomi ou Butsukari Repetição de técnicas para treinar a rapidez dos movimentos e suas corretas aplicações. Randori Treino livre, também conhecido como "combate", pelo qual a aplicação das técnicas é praticada contra um parceiro, atacando e defendendo. Shiai Na preparação para se participar de uma competição são necessárias tanto à destreza mental como a física. As técnicas já dominadas no randori têm agora oportunidade de serem executadas a fundo sob um determinado conjunto de regras. 13

14 Kata É um conjunto de técnicas fundamentais, um método de estudo especial, para transmitir a técnica, o espírito e a finalidade do judô. O mestre Jigoro Kano dizia: "Os katas são a ética do judô, sem o qual é impossível compreender o alcance." Kata oferece ao randori as razões fundamentais de cada técnica. Existem no judô os seguintes katas: Nague-no-kata: formas fundamentais de projeção. Katame-no-kata: formas fundamentais de domínio no solo. Kime-no-kata: formas fundamentais de combate real. Ju-no-kata: formas de agilidade aplicadas em ataque e defesa, utilizando a energia de forma mais eficiente. Koshiki-no-kata: formas antigas, é o kata da antiga escola do Jujutsu. Executava-se antigamente com armadura de samurai. Itsutsu-no-kata: são cinco formas de técnicas. Expressão teórica do judô baseado na natureza. Seiryoku-zenko-kokumin-taiiku-no-kata: é uma forma de educação física, baseada sobre o princípio da máxima eficácia, visa o treino completo do corpo. Kodokan Goshin-Jutsu: técnicas de autodefesa. Nague-no-kata É o primeiro kata do judô; compõe-se de quinze projeções divididas em cinco grupos de técnicas: Te-Waza Uki-otoshi Ippon-seoi-nage Kata-guruma Koshi-waza Uki-goshi Harai-goshi Tsurikomi-goshi Ashi-waza Okuriashi-harai Sasae-tsurikomi-ashi Uchimata Ma-sutemi-waza Tomoe-nage Ura-nage Sumi-gaeshi Yoko-sutemi-waza Yoko-gake Yoko-guruma Uki-waza Os dois judocas executam com extrema seriedade, concentração mental é muito importante. Inicialmente cumprimentam o joseki ou shomen (lugar de honra, mesa central) na posição de tati-rei, voltando em seguida um para o outro para se saudarem mutuamente em za-rei, levantam-se e avançam um passo iniciando com o pé esquerdo. Em seguida partindo em ayumi-ashi avançam um para o outro e inicia-se o kata. Todas as projeções são feitas para o lado direito e esquerdo do uke. Voltado para o shomen, o tori fica à esquerda e o uke à direita. Normalmente em sutemi-waza, o uke se levanta por zempo-kaitem-ukemi, exceto no ura-nage e yoko-gake 14

15 Ideologias, Espíritos do Judô. Quem teme perder já está vencido. Somente se aproxima da perfeição quem a procura com constância, sabedoria e, sobretudo humildade. Quando verificares com tristeza que não sabes nada, terás feito teu primeiro progresso no aprendizado. Nunca te orgulhes de haver vencido a um adversário, ao que venceste hoje poderá derrotar-te amanhã. A única vitória que perdura é a que se conquista sobre a própria ignorância. O judoca não se aperfeiçoa para lutar, luta para se aperfeiçoar. Conhecer-se é dominar-se, dominar-se é triunfar. O judoca é o que possui inteligência para compreender aquilo que lhe ensinam, paciência para ensinar o que aprendeu aos seus semelhantes e fé para acreditar naquilo que não compreende. Saber cada dia um pouco mais e usá-lo todos os dias para o bem, esse é o caminho dos verdadeiros judocas. Praticar judô é educar a mente a pensar com velocidade e exatidão, bem como o corpo obedecer com justeza. O corpo é uma arma cuja eficiência depende da precisão com que se usa a inteligência. 5 Fundamentos do Judô Shinsei (Postura) Existem dois tipos de postura no judô Shisentai, que é a postura natural do corpo e Jigotai, que é a postura defensiva Shintai (Movimentação) Aiumy-ashi, andando normalmente. Suri-ashi, andando arrastando os pés. Tsugi-ashi (apenas em katas), que anda-se colocando um pé a frente e arrastando o outro, sem ultrapassar o primeiro. Tai-sabaki (Giros do corpo) Pode ser: Mai-sabaki (para frente), Ushiro-sabaki (para trás) ou Yoko-sabaki(para os lados) Kumi-Kata (Pegadas, formas de pegar) Existem inúmeros tipos de pegadas, sendo apenas proibida a pegada por dentro da manga e por dentro da barra da calça. A pegada pode ser feita no eri (gola), sode (manga) e no chitabaki (calça). Pode ser de direita (migui) ou de esquerda (hidari). Variando entre canhotos e destros, embora para algumas projeções se use a pegada de lado contrário ao qual se vai atacar. Ukemi (amortecimento de quedas) São 10 no total, sendo 3 para trás, 2 para frente, 3 para os lados e 2 rolamentos. 15

16 O que é preciso para aplicar um golpe perfeito Fases da Projeção 1º Kusushi (desequilibrio) 2º Tsukuri (preparação/encache) 3º Kake (execução) 4º Kime (finalização) Evolução Cronológica do Judô 1882 Fundação do Judô de Kodokan; 1886 Histórica competição entre as artes marciais no qual o Judô Kodokan vence, passando a ser praticado pela polícia japonesa; 1902 O judô chega aos Estados Unidos; 1905 O judô chega à França; 1909 Jigoro Kano torna-se colaborador do Barão Pierre de Coubertin no movimento olímpico, permanecendo até a sua morte Primeira competição entre França e Inglaterra Fundação da União Europeia de Judô Fundação da União Asiática de Judô Primeira competição Europeia com a participação da Argentina Fundação da União Pan-americana de Judô Primeiro campeonato Brasileiro de Judô Primeiro campeonato Mundial de Judô em Tóquio; Primeira participação do Brasil em um campeonato internacional e o segundo Campeonato Pan-americano Fundação da União Oceânica de Judô Fundação da Federação Paulista de Judô Fundação da União Pan-americana de Judô O Judô é aceito nos jogos Olímpicos de Tóquio a título de experiência e com apenas três categorias de peso Fundação da Confederação Brasileira de Judô, que até então era regido pela Confederação Brasileira de Pugilismo O Judô passa a ser, definitivamente, um esporte olímpico. 16

17 Contar de 01 a 10 (Como se escreve) (Como se fala) 1 = Ichi 6 = Roku 1 = Iti 6 = Roku 2 = Ni 7 = Hichi 2 = Ni 7 = Riti 3 = San 8 = Hachi 3 = San 8 = Rati 4 = Shi 9 = Kyu 4 = Shi 9 = Kyu 5 = Go 10 = Ju 5 = Go 10 = Diu Vocabulário Sensei = Professor Obi = Faixa Dojô Academia Mate = Parar e esperar Ukemi-no-waza = Amortecimento de queda Migui = Direita Hidari = Esquerda Zempo kaiten ukemi = ukemi Yoko ukemi = Queda lateral Ushiro ukemi = Cambalhota de costas Koho ukemi = Cambalhota para frente Mae ukemi = Queda para frente Judogui = Roupa para treinar judô Koshi = Quadril Soremade = Tempo terminado Zori = Chinelo Hajime = Começar Ashi = Pé Te = Mão Kami = Cabelo Onegai shimassu = Por favor Domo arigatô = Muito obrigado Iê-do-itachimachitê = Disponha, de nada Mokusso = Meditação Ju = Suavidade Do = Caminho, via Judô = Caminho suave Ko-hai = Menos graduado Sen pai = Mais graduado Tori = Quem aplica a técnica Uke = Quem recebe a técnica Kiai = Grito Nague = Projetar Tukui Waza = Golpe de preferência Eri = Gola Ushiro = Costas Yoko = Lado Tate = Levantar Sode = Manga Seiza = Ajoelhado Kuzure = Variação Gomem = Desculpe, perdão Waza = Técnica Te waza = Técnica de mão Ashi waza = Técnica de pé, perna Koshi waza = Técnica de quadril Gomem kudassai = Com licença Uchi komi = Entrada de golpes Shiai = Competição Shiaijô = Área de competição Sono mama = Não se mova Yoshi = Continue Tati waza = Técnica de projeção em pé Sutemi waza = Técnica de sacrifício Ude = Braço Randori = Treino livre Taissô = Aquecimento 17

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